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terça-feira, 20 de novembro de 2007

Será que o 11 de setembro nos enganou?


Para todos aqueles que assistiram estupefactos os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, sem dúvida algumas perguntas muito pertinentes ficaram, e essas perguntas seriam as seguintes:



1 - Como pode um país tão organizado e seguro como os Estados Unidos, apresentar uma vulnerabilidade tão grande? Uma falta de coordenação tão grande que permitisse o sucesso de uma empreitada tão audaciosa de um grupo terrorista? (Imagine então se fosse um ataque planejado por uma potência estrangeira como um novo Perl Harbour)?









4 - Será que os terroristas tinham um grau de organização tal que estudaram a estrutura do prédio e calcularam o estrago que a sua ação iria produzir? Será que esperaram tamanho êxito em suas empreitada? Porque não calcularam isso no primeiro atentado que explodiu uma bomba em uma das torres? Em um atentado foram extremamente ineficazes, mas no outro demonstraram um elevado grau de organização e eficiência, como se um aparelho de inteligência estivesse por trás de suas ações.



As perguntas prosseguem e são inúmeras.



Pois bem. As dúvidas existiam, mas ninguém poderia contestar com segurança as informações oficiais que nos chegaram inclusive com um filme que mostrava em detalhes como tudo aconteceu.



No entanto nos Estados Unidos pessoas incomodadas com essas indagações começaram a investigar, e descobriram inúmeras outras questões que merecem ser consideradas.



O fato começou a despertar minha atenção depois que eu assisti a um filme baixado na Internet onde toda a estrutura da mentira que envolve esse fato começou a ser esmiuçada, pois não é possível que um número tão grande de pessoas seja enganada de forma tão escandalosa. Dessa forma eis que agora os fatos começam a ser maciçamente estudados e esmiuçados por inúmeros meios já que hoje temos a Internet como forma de divulgação de fatos e dados até os não oficiais.



Existe um site na Internet que esmiúça esse fato com detalhes, o que eu convido os amigos leitores que se debrucem sobre essas revelaçõese os conheçam, para que possamos avaliar o poder da mídia de plantar mentiras em nossas vidas. vejam aqui.



Há inúmeros fatos sem explicação e que merecem investigação, mas dentre todos alguns eu gostaria de enumerar aqui.



1 - O fato de o Governo dos Estados Unidos através dos seus órgãos especializados como o NORAD ter feito testes com aviões não tripulados e ter planejado acidentes fictícios muito bem delineados com tripulações falsas visando criar factóides para impacto na opinião pública em relação por exemplo a Cuba. Isso demonstra que os Estados Unidos tinham a tecnologia necessária para usar aviões não tripulados nesse tipo de missão.


2 - O fato de ter sido feito um estudo no sentido de se reestruturar as defesas da América, assinado por autoridades de primeiro escalão nos Estados Unidos destacando-se que isso seria mais rápido se ocorresse um novo impacto na opinião pública como um novo Perl Harbour. (Como é notório depois do ataque a Perl Harbour na segunda guerra mundial, a população Norte Americana pressionou os Estados Unidos para entrar na Guerra, o que antes encontrava uma resistência intransponível junta à opinião pública.)


3 - O fato de se terem feito estudos sobre um choque de um avião no Pentagono e nos edifícios do World Trade Center, com vários indícios de que tal fato poderia realmente ocorrer.


4 - O tipo de avaria que ocorreu no Pentagono, que não é a avaria de um avião mas parece mais um missil, pois é uma brecha redonda não caractrerística de um avião.


5- O fato de não terem sido encontrados traços de turbinas no atentado do pentágono, nem caixas pretas em nenhum dos atentados seja do WTC ou do pentagono


6 - O fato de não ter sido localizado nenhum corpo ou nenhuma gota de sangue em nenhum dos atentados nem no vôo 93 nem no pentagono e nem no WTC


7 - O tipo de manobra para atingir os edifícios era uma manobra muito difícil e os pilotos terroristas definitivamente não tinham qualificações para isso.


8 - Os terroristas divulgados por todos os meios de comunicação, como autores do atentado, deram provas (vários deles) de estar vivos em países árabes.


9 - O fato de terem os bombeiros (muito bem demonstrado nas gravações feitas pelo rádio dos Bombeiros) e várias testemunhas informado terem ouvido inúmeras explosões antes da queda das torres gêmeas, o que supõe-se ser uma implosão.


10 - O fato do filme do desmoronamento das torres gêmeas, ter mostrado explosões ocorrendo nas áreas abaixo do desmoronamento.




12 - As inúmeras negociatas que ocorreram dias antes das implosões (desmoronamentos) como vendas de ações, seguros do complexo etc... cancelamentos de vôos etc... tudo demonstrado nos Hard Disks dos computadores recuperados depois do desmoronamento.


13 - As lesões que foram feitas nos pilares subterraneos dos edifícios, demonstrando que foram cortados a maçaricos.


14 - As remoções dos lingotes de ouro que estavam armazenados nos subterraneos do complexo e que foram 99% retirados antes do cataclisma.


E por ai vai.


Quais as razões para tal crime? Um pretexto para a guerra pelo petróleo Iraquiano? Talvez.


No entanto também havia a intenção de demolir tudo para construir outro edifício ainda maior e que serão quando prontos em 2009 os maiores edifícios do mundo.


Fica a sensação de termos sido todos enganados.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

BRASIL - NÃO HÁ RAZÃO PARA ESTAR PESSIMISTA.


Entendo que há uma vantagem prática em se analisar as mudanças que acontecem no mundo para dai se poder tomar algumas decisões na nossa vida pessoal, e não ser colhido de surpresa.



O mundo contemporâneo por acaso passa por mudanças importantes que afectarão as próximas gerações. Entender essas mudanças poderá trazer algumas vantagens.



É evidente que o mundo está passando por uma nova crise do petróleo, pois o preço do barril encostando na casa dos 100 dólares, está próximo de bater um novo recorde de preço, mas importante é notar que os preços corrigidos pela inflação da moeda americana já quase empatam com o recorde de 1981, quando (a preços actuais) o barril chegou a custar 102 dólares.



Desta vez, porém, não são guerras, revoluções ou boicotes árabes os principais motivos da subida, mas sim a sede por petróleo de economias como as da China e Índia.



Hoje não só multiplicaram-se as grandes potências consumidoras, especialmente com a entrada da China, mas também multiplicaram-se as áreas produtoras, como no Brasil, especialmente no Mar Cáspio e na costa ocidental da África.






Nos termos mais abrangentes possíveis, e a prazo curto, o barril de petróleo a 100 dólares enfraquece consideravelmente americanos e europeus. E favorece alguns dos regimes mais ditatoriais, corruptos e intratáveis do planeta.



Aqui não se trata de um julgamento moral: o adjectivo “intratável”, por exemplo, é usado do ponto de vista de Washington. É óbvio que o expansionismo russo –e a mão dura de Vladimir Putin a partir do Kremlin– está ligado à recuperação económica da Rússia a partir dos preços de exportação de energia (e seu mercado cativo na Europa Ocidental).



É suficientemente claro que o regime dos aiatolás no Irã só consegue superar as severas sanções (em parte impostas desde 1979) graças ao petróleo. A sede chinesa de petróleo está transformando o quadro de negócios na África, abrindo a países como Angola (um dos alvos principais da China) e Nigéria bar ganhas insuspeitadas menos de 20 anos atrás. Até mesmo quem não tem petróleo, como a Turquia, se beneficia vigorosamente do ponto de vista militar e estratégico pelo fato de que sua posição geográfica é fundamental para determinar como e por onde passará o petróleo do Mar Cáspio.



O mundo do petróleo a 100 dólares não será um mundo mais fácil. Ao contrário –talvez alguns nostálgicos até sintam falta de um mundo, o que já acabou, no qual alguns podiam fazer o papel de polícia (como EUA e URSS fizeram) e acomodar interesses.


Até que um novo arranjo surja, vai passar bastante tempo. E correr muito petróleo, quer dizer, muito sangue, parafraseando o título do célebre livro de Michael Klare, no qual petróleo e sangue são sinónimos.



Quadro I

Preço do Petróleo nos últimos 50 anos(Preços reais do barril em dólares de 2000,médias, crude norte-americano)
1950-1959 -20,47
1960-1973 -17,72
1974-1985 -43,42
1986-2001 -20,82
Fonte: Oil and the Macroeconomy since the 1970's, Robert Barsky e Lutz Kilian, Julho 2004


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Quadro II


Disparo do Petróleo após a viragem geo-políticada Administração Bush(Preços nominais em dólares do barril WTI, EUA, médias)
2002 - 24,72
2003 - 29,64
1º semestre de 2004 - 36,78
3º trimestre de 2004 (estimativa do DOE) - 41

Fonte:
www.tax.state.ak.us e Departamento de Energia (DOE) dos EUA, Agosto 2004Nota: WTI=West Texas Intermediate


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Quadro III


Evolução histórica do preço spot do petróleo Brent (europeu)entre 1970 e 2004(Actualizado a preços correntes de 2004, em dólares por barril)Nota: Preços do Brent são mais baixos do que os norte-americanos
Fase 1


4º trimestre de 1973 - 2,50 dólares


Outubro 1973 -Guerra do Yon Kippur e Embargo - 1º choque petrolífero -2º trimestre de 1974


13 dólares (equivale a 40 dólares actuais) Crescimento de 354%
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Fase 2


2º choque petrolífero - Outubro 1978 - Revolução no Irão, Queda do Xá - Setembro de 1980 - Guerra Irão-Iraque - 1º trimestre de 1982
Cerca de 40 dólares (equivale a 70 dólares actuais) Crescimento de 60%
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Fase 3


Mini-choque petrolífero - Agosto 1990 - Invasão do Kuwait pelo Iraque - 1990-1991 - Guerra do Golfo - 1991
Acima dos 30 dólares (equivale a cerca de 40 dólares actuais) -
Crescimento de 50%
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Fase 4
1997 a 1999 - Quebra dos preços


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Fase 5
3º choque petrolífero - Março de 1999 - Início nos cortes na produção da OPEP - Março de 1999a Novembro de 2000


Preços disparam dos mínimos nos 10 dólarespara cerca de 30 dólares


2002


Média de 25,03 dólares Crescimento de 160%


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Fase 6


Mini-choque petrolífero - Dezembro 2002 - Greve na Venezuela (5º exportador mundial)


2003 -Ocupação do Iraque
2003
Média de 28,81 dólares


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Fase 7


Junho 2004 - Greve na Noruega (3º exportador mundial)
Julho/Agosto 2004
Disputa sobre a Yukos (Rússia, 2º produtor mundial)e luta política na Venezuela
1º semestre de 2004
Média de 33,7 dólares (segundo o OPEC Reference Basket)


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Fontes: Relatório do Citigroup Smith Barney/Equity Strategy (13 de Agosto);

www.mees.com; e Oil and the Macroeconomy since the 1970's,



Os Estados Unidos da América, parecem perder o controle do seu sonho de HEGEMONIA MUNDIAL sobre o mundo. A aventura nuclear se disseminando. HUGO CHAVES quem diria quer entrar nesse clube, do qual o Irã também participa. Alguns países de entre os quais o Brasil tomando a dianteira.






A China é o verdadeiro expoente desse grupo e possui atualmente uma das economias que mais crescem no mundo. A média de crescimento económico deste país, nos últimos anos é de quase 10%. Uma taxa superior a das maiores economias mundiais, inclusive a do Brasil. O Produto Interno Bruto (PIB) da China atingiu 2,2 triliões de dólares em 2006, fazendo deste país a quarta maior economia do mundo. Estas cifras apontam que a economia chinesa representa atualmente 13% da economia mundial.




Dentro do grupo dos países com maior potencial para conquistar um lugar no G6, O grupo dos países mais industrializados do mundo, a China é a economia que se prevê irá ultrapassar os Estados Unidos da América até 2040. Do Atual G6, somente Estados Unidos e Japão deverão permanecer nesse grupo depois de 2040.




Embora apresente todos estes dados de crescimento económico, a China enfrenta algumas dificuldades. Grande parte da população ainda vive em situação de pobreza, principalmente no campo. A utilização em larga escala de combustíveis fósseis (carvão mineral e petróleo) tem gerado um grande nível de poluição do ar. Os rios também têm sido vítimas deste crescimento económico, apresentando altos índices de poluição. Os salários, controlados pelo governo, coloca os operários chineses entre os que recebem uma das menores remunerações do mundo. Mesmo assim, o crescimento chinês apresenta um ritmo alucinante, podendo transformar este país, nas próximas décadas, na maior economia do mundo.








No entanto é preferível um crescimento sustentável o que poderá nos dar no futuro a dianteira do processo.






Não temos razão para estarmos pessimistas.


Participe.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

RESSONÂNCIA SCHUMANN






Por Leonardo Boff (Teólogo e escritor)





Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela "ressonância Schumann" se procura dar uma explicação.





O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós, criando o que se chamou de "cavidade Schumann". Nessa cavidade produz-se uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo(hertz).






Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Essa ressonância está ligada ao sol e às condições ecológicas gerais da biosfera e da atividade poluidora humana.






Sabe-se que o aumento crescente do uso de celulares favorece a poluição magnética a nivel de todo o sistema-Terra, além de interferir no equilíbrio magnético dos neurônios.













Experimentos que Schumann fez com estudantes, encerrando-os em "bunkers" isolados magneticamente, mostrou que ficavam perturbados. Introduzindo as ondas Schumann, voltavam, pouco tempo depois, ao estado normal. Detectou-se também que toda vez que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um "simulador Schumann" recuperavam o equilíbrio e a saúde.





Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, recrudescimento do "el Niño", maior degêlo nas calotas polares, aumento de tensões e conflitos no mundo e de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros.






Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.





Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham continuamente lá de suas naves espaciais.






Nós, seres humanos, somos Terra que num momento de sua evolução começou a sentir, a pensar, a amar e a venerar, e hoje, a se alarmar. Porque somos isso, possuimos idêntica natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann.





Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo com menos stress, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa sermos um pouco anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos, gerando desequilíbrio generalizado nas relações humanas.





Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela em benefício de mais entendimento entre os seres humanos, de maior cuidado para com a Casa Comum e de uma paz mais duradoura para toda a humanidade.




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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

O BRASIL NA OPEP?


Uma notícia hoje nos noticiários é extremamente alvissareira. Nós Brasileiros talvez ainda não tenhamos medido a exata dimensão do que representa essa notícia para todos nós Brasileiros, e o passo gigantesco que essa notícia representa.






Desde que foi criada por Getúlio Vargas, a Petrobras vem enfrentando inimigos internamente (Financiados pelos interesses externos) e externamente visando a entrega de nossas riquezas no caso o petróleo, em mãos de empresas multinacionais, principalmente as denominadas "sete irmãs".







O tempo no entanto se encarregou de mostrar que o PETROSSAURO como jocosamente a chamavam o decepcionante presidente COLLOR e os entreguistas de plantão, é um modelo de sucesso estatal. É a maior empresa Brasileira, e não só brasileira. É a maior da América latina e é uma das cinco empresas brasileiras que está colocada entre as quinhentas maiores empresas do mundo, sendo a melhor colocada entre elas, ocupando a 65ª colocação, portanto a única entre as 100 maiores empresas do mundo. Depois dela o Bradesco ocupa a 224ª posição, seguida por ITAU, Banco do Brasil e Vale do Rio Doce (Que estreou nesse grupo recentemente).


Na lista da revista FINANCIAL TIMES a Petrobras ocupa a 48ª posição. entre as 500 maiores do mundo pulando da 124ª posição o ano passado para a 48ª posição.



O lucro do PETROSSAURO tem apresentado recordes sucessivos e esteve indo à estratosfera. Foi de 23,7 bilhões de reais em 2005 batendo os recordes dos anos anteriores e 25,9 bilhões de reais em 2006 batendo novamente o recorde de 2005, superado em 9%.






Para se ter uma idéia do que isso representa, basta recordar que a empresa VALE DO RIO DOCE foi vendida por meros 2,1 bilhões de (pasmem) REAIS. Portanto o lucro da Petrobras equivale ao valor de venda de 13 Vales do Rio Doce só em 2006. (Agora me digam, é ou não é um roubo isso?)






Portanto em que pesem as opiniões das aves de rapina, foi certa a decisão de não privatizar a PETROBRÁS, hoje símbolo do orgulho desse povo o BRASIL. Com certeza Getúlio Vargas está rindo a toa lá no túmulo e ROBERTO CAMPOS se mordendo de raiva.


O COMBUSTIVEL DO FUTURO E A ERA TERMINADA DO GÁS BARATO.


Não iria durar muito. O gás vai aumentar. No Brasil é assim mesmo.
Quando a gasolina era fata e barata no início dos anos 60 e antes, os Militares que assumiram o governo no golpe militar de 1964 e depois do primeiro choque do petróleo, descobrindo na gasolina um filão, resolveram aumenta-la, embutindo nela toda sorte de taxas e impostos.
Veja Gráfico recente que informa a quantidade de impostos que incide sobre os diversos derivados de petróleo, e a proporção em relação à Gasolina.

Porque a gasolina nunca foi a vilã que forçaria a compra de petróleo já que no refino da Gasolina, há sobra. Quem sempre foi o vilão nesse caso era o óleo diesel que alimentava os fornos industriais do Brasil, e que hoje está sendo substituido pelo gás natural.

E tanto isso é verdade que a gasolina era exportada a preços de mercado internacional, ou seja preços vis comparados aos preços praticados no Brasil, para aliviar os tanques de armazenamento de gasolina no Brasil que transbordavam de excedentes forçando o governo a gastar com armazenamento de gasolina.

Quando se viabilizou o alcool, um combustivel de produção cara em relação à gasolina, tanto que o seu custo embora tenha caido de U$90,00 (Noventa dólares o barril) para aproximadamente U$45,00 (Quarenta e cinco dólares o barril), ainda é caríssimo em relação à gasolina.

Para se viabilizar o seu consumo, teve que se introduzir um subsídio substancial, e quem bancou esse subsídio? A gasolina que tinha óbviamente um custo de produção muito mais barato, em torno de U$13,00 (TREZE DÓLARES O BARRIL).

Mais tarde a gasolina bancou o gás de cozinha que era gás liquefeito de petróleo e não o gás natural, e vários impostos estaduais e municipais.

Com o tempo o Alcool foi sendo abandonado, e quase morreu. Tornou-se um combustível práticamente inviavel pois o seu custo no mercado interno era quase o equivalente ao da gasolina, em rendimento.

Havia a alternativa do gás, mas era previsível que seria apenas um começo. Como previsto essa alternativa será em breve coisa do pasado.

O combustível do futuro mesmo não será nem o alcool nem a gasolina e nem o gás. (Nesse ponto os militares se equivocaram.) O primeiro embora renovável tem produção cara, e os dois ultimos se extinguirão ao longo do tempo. O combustível do futuro será o HIDROGÊNIO. O Hidrogênio pode ser fabricado a partir de uma substância que existe em fartura no globo terrestre que é a água.

Já existem vários protótipos de carros movidos a HIDROGÊNIO sendo mostrados nos salões de automóveis do mundo inteiro.

No entanto há quem condene essa tecnologia, mas estão enganados. No Brasil na década de 70 um homem criou um carro movida a água.

Não se tem certeza, mas em 1984 o consultor energético Sidney Godolphin patenteou um carro movido a água. O inventor afirmava que teria conseguido rodas quatrocentos quilômetros em um jipe, utilizando um litro de água e outro de gasolina. Godolphin alegou que seu invento foi recusado por instituições oficiais que, na época, estavam preocupadas com o projeto Proálcool. Quando serviu no exército, ele chegou a dizer a um major que conseguiria mover a frota de caminhões do batalhão com água. Isso lhe valeu uma rápida passagem pelo hospício militar.

Como essa tecnologia não interessava na época esse projeto sumiu, mas agora a indústria e os militares se movimentam em torno da tecnologia da água como produtora de energia. Eles sabem que é viavel.

Vide os links.

http://www.ilumina.org.br/zpublisher/materias/Estudos_Especiais.asp?id=18707

segunda-feira, 5 de novembro de 2007


Com o crescimento que o BRASIL enfrenta, fruto do sucesso da administração LULA, há a necessidade de mais energia. A falta de energia pode estancar o crescimento Brasileiro.

A matriz energética Brasileira está calcada atualmente no consumo de gás natural. Isso porque com a oferta de gás farto e barato, resultante da construção do gasoduto BRASIL-BOLÍVIA, tido por nós como um equívoco da administração FHC, que colocou o Brasil em situação de dependência em relação à Bolívia, a Indústria como um todo migrou para os fornos à Gás. Quem não quer um combustível mais barato? Os motoristas da mesma forma migraram para os carros à gás, portanto o país ficou dependente de gás. Até as termo elétricas usam o gás natural.

Foi por isso talvez que o Presidente LULA baixou a orelha para o presidente EVO MORALES da Bolívia quando ocorreu a crise da nacionalização da refinaria da Petrobrás na Bolívia, que foi comprada pela Petrobras e tida como um mau negócio por especialistas. Muitas pessoas acharam que o LULA tinha que romper relações com a BOLÍVIA, entretanto LULA demonstrou mais uma vez a coerência que os estadistas devem ter em horas de crise. Há um grande esforço de LULA para manter o MERCOSUL, e o bom senso apontava na direção da moderação, principalmente quando se sabe que há uma vulnerabilidade.

O Presidente Ditador da Venezuela Hugo Chavez procura de várias maneiras assumir a liderança Latino Americana e é um perigo para a América Latina, principalmente quando se sabe que está se armando. Com armas poderá querer impor sua loucura. Sabe-se que está por trás da crise Boliviana. Evo Morales foi apenas um “PAU MANDADO”, portanto Lula Agiu bem ao moderar o tom. Agora pode pedir mais gás. Se tiver que pagar mais, que pague mas não deixe parar a economia. Enquanto isso espera-se que a Petrobras faça o seu papel, descobrindo o gás que precisamos. E quem sabe algum dia possamos não precisar mais da Bolivia.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta segunda-feira (5) ter confiança de que o Brasil chegará a um acordo com a Bolívia, seu principal fornecedor de gás natural, para receber maior quantidade do produto. Ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve fazer uma visita ao país para pedir mais gás ao presidente boliviano, Evo Morales.

"Nós temos necessidade de gás. É uma questão bastante evidente. O cliente natural da Bolívia é o Brasil. Então, eu acho que com isso e com um clima de entendimento que se conseguiu lograr, vai se chegar a uma definição", disse o ministro.

Celso Amorim afirmou que um encontro entre os presidentes Lula e Evo Morales acontecerá em breve, mas disse que a data ainda não está marcada. "O presidente Lula tem a intenção de ver o presidente Morales ainda esse ano, fora o encontro que naturalmente terão provavelmente nos corredores da Conferência Ibero-americana, mas ele tem intenção de ir à Bolívia. É uma questão de acertar a data."

Vulnerabilidade


Ao participar de uma conferência de comércio exterior no Rio de Janeiro, que a decisão da Petrobras de reduzir a oferta do combustível nos mercados do Rio e de São Paulo tem caráter empresarial. "Isso é uma decisão técnica que a Petrobras tem que tomar. É claro que o governo acompanha e tem participado", ressaltou.
Sobre a vulnerabilidade que o Brasil enfrentou por conta da crise no mercado de gás, disse que não é especialista no assunto. "Não sabia que existia essa vulnerabilidade da semana passada. Independentemente disso, o Brasil, crescendo a 5% ao ano, como nós todos queremos que cresça, vai ter necessidade de mais energia. Essa energia vai ter que vir de vários lugares, mas, quanto mais ela vier de dentro do Brasil e da região (América do Sul), melhor", afirma.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES