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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

COMO PARAR DE FUMAR

Procure o SUS para fazer um tratamento gratuito contra o Tabagismo





Você precisa de medicamentos?
Teste sua dependência de nicotina
Encontre o melhor remédio para sua necessidade.


Apostila do ministério da Saude.



Tratando o Tabagismo



Para iniciar o tratamento do tabagismo, o fumante deve informarse sobre os riscos de fumar e benefícios de deixar o tabagismo. Ele deve planejar como lidar com a síndrome de abstinência, com a dependência psicológica e os condicionamentos associados ao hábito de fumar.






Esse plano de tratamento poderá, dependendo da situação, ter um melhor resultado quando apoiado por medicamentos que diminuem os sintomas da síndrome de abstinência, para os fumantes que têm um alto grau de dependência.



A importancia dos Remedios no
Tratamento do Tabagismo



A identificação da dependência de nicotina como transtorno psiquiátrico e o conhecimento crescente de sua neurobiologia levaram ao desenvolvimento, sobretudo nas últimas duas décadas, de terapias medicamentosas para essa doença.






A importância dos medicamentos no tratamento do tabagismo tem crescido progressivamente e diferentes remédios passaram a ter papel central no tratamento da maioria dos fumantes.



Pessoas que fumam 20 ou mais cigarros ao dia e/ou acendem o primeiro cigarro até 30 minutos após acordar, possivelmente; terão mais dificuldades em deixar de fumar por apresentarem uma dependência química mais intensa, podendo necessitar de uma abordagem diferenciada com apoio medicamentoso.



Teste de Fagerström



O grau de dependência de nicotina do fumante pode ser avaliado através do Teste de Fagerström.


Para cada alternativa das 6 questões do teste, existe uma pontuação ao lado (o número entre parênteses). Após a aplicação do teste, a soma dos pontos de cada alternativa escolhida pelo fumante permitirá a avaliação do seu grau de dependência de nicotina.







1. Quanto tempo após acordar você fuma seu primeiro cigarro?
Dentro de 5 minutos (3)
Entre 6 e 30 minutos (2)
Entre 31 e 60 minutos (1)
Após 60 minutos (0)




2. Você acha difícil não fumar em lugares proibidos como igrejas, bibliotecas,
etc?
Sim (1)
Não (0)






3. Qual o cigarro do dia que traz mais satisfação?
O primeiro da manhã (1)
Outros (0)



4. Quantos cigarros você fuma por dia?
Menos de 10 (0)
De 11 a 20 (1)
De 21 a 30 (2)
Mais de 31 (3)






5. Você fuma mais frequentemente pela manhã?
Sim (1)
Não (0)






6. Você fuma, mesmo doente, quando precisa ficar de cama a maior parte do
tempo?
Sim (1)
Não (0)

Resultado do Grau de Dependência
0 - 2 pontos = muito baixo
3 - 4 pontos = baixo
5 pontos = médio
6 - 7 pontos = elevado
8-10 pontos = muito elevado



Quem deveria utilizar medicamentos?



1. Fumantes pesados, ou seja, que fumam 20 ou mais cigarros por dia;
2. Fumantes que fumam o primeiro cigarro até 30 minutos após acordar e fumam no mínimo 10 cigarros por dia;
3. Fumantes com pontuação no teste de Fagerström, igual ou maior do que 5 , ou avaliação individual, a critério do médico;
4. Fumantes que já tentaram parar de fumar anteriormente mas não obtiveram êxito, devido às crises de abstinência;
5. Não havendo contra-indicações clínicas, qualquer fumante.






Que remédios se deve usar?



Nicotínicos



  • Adesivos de Nicotina

  • Gomas de Mascar de
    Nicotina



Não Nicotínicos




  • BUP, Cloridrato de Bupropiona

  • Bupropiona, Zyban

  • Champix

  • Nortriptilina,
    Clonidina (2ª linha)


MEDICAMENTOS NICOTÍNICOS




  • Niquitin

  • Nicorette

  • Adesivos de Nicotina

  • Gomas de Mascar de Nicotina




São considerados seguros no tratamento do tabagismo, sendo os mais populares e o menos dispendiosos medicamentos para deixar de fumar. As gomas e adesivos de nicotina aliviam os sintomas da síndrome de abstinencia.
Com a administração conjunta de outras substâncias como Bupropiona, além da nicotina, os ex-fumantes conseguem manter a abstinência em uma porcentagem duas vezes maior que aqueles que não utilizaram nenhum medicamento.
Existem algumas restrições para a aplicação da terapia de reposição de nicotina, apesar dessa ser considerada muito mais segura do que fumar. Esse metodo não deve ser indicado para gravidas, para menores de 18 anos e para aquelas pessoas portadores de doenças cardiovasculares instáveis, como infarto do miocárdio recente, angina instável ou determinadas arritmias.


Na terapia de reposição de nicotina, os receptores cerebrais de nicotina do fumante são preenchidos com a dose necessária diária dessa substância, a qual ele está acostumado a receber através do cigarro, com o benefício da não exposição às outras 4.719 substâncias agressoras ao organismo. Teoricamente, não sentirá muita falta física da nicotina. Progressivamente a dose de nicotina recebida através do tratamento será reduzida, levando à dessensibilização de receptores nicotínicos, ou seja, o organismo se comporta como se esses receptores estivessem adormecidos. É fundamental que o ex-fumante não experimente um cigarro, pois seus receptores rapidamente são reativados, desencadeando a necessidade de novos cigarros, instalando-se novamente a dependência.


Apresentação dos medicamentos:

NICOTÍNICOS
1. Adesivo de nicotina 21mg, 14 mg e 7 mg.
2. Goma de mascar de nicotina 2 mg e 4 mg.



NÃO NICOTÍNICOS

1. Bupropiona comprimidos de 150 mg
2. Champix 0,5 mg, 1,0 mg
3. Nortriptilina 10 mg, 25 mg, 75 mg
4. Clonidina 0,10 mg, 0,15 mg, 0,20 mg

MEDICAMENTOS NÃO NICOTÍNICOS

  1. Bup


  2. Bupropiona


  3. Cloridato de Bupropiona


  4. Zyban


  5. Champix (Tartrato de Vareniclina)


  6. Nortriptilina


  7. Clonidina

PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO

Tabagismo passivo

  • Define-se tabagismo passivo como a inalação da fumaça de derivados do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo e outros produtores de fumaça) por indivíduos não-fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados. A fumaça dos derivados do tabaco em ambientes fechados é denominada poluição tabagística ambiental (PTA) e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), torna-se ainda mais grave em ambientes fechados. O tabagismo passivo é a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, subseqüente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool (IARC, 1987; Surgeon General, 1986; Glantz, 1995). O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro.A absorção da fumaça do cigarro por aqueles que convivem em ambientes fechados com fumantes causa:1 - Em adultos não-fumantes:• Maior risco de doença por causa do tabagismo, proporcionalmente ao tempo de exposição à fumaça;• Um risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes que não se expõem.2 - Em crianças:• Maior freqüência de resfriados e infecções do ouvido médio;• Risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exarcebação da asma.3 - Em bebês:• Um risco 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);• Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa.Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagística ambiental, tais como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaléia, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias e aumento dos problemas cardíacos, principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito). Outros efeitos a médio e longo prazo são a redução da capacidade funcional respiratória (o quanto o pulmão é capaz de exercer a sua função), aumento do risco de ter aterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças.Os dois componentes principais da poluição tabagística ambiental (PTA) são a fumaça exalada pelo fumante (corrente primária) e a fumaça que sai da ponta do cigarro (corrente secundária). Sendo, esta última o principal componente da PTA, pois em 96% do tempo total da queima dos derivados do tabaco ela é formada. Porém, algumas substâncias, como nicotina, monóxido de carbono, amônia, benzeno, nitrosaminas e outros carcinógenos podem ser encontradas em quantidades mais elevadas. Isto porque não são filtradas e devido ao fato de que os cigarros queimam em baixa temperatura, tornando a combustão incompleta (IARC, 1987). Em uma análise feita pelo INCA, em 1996, em cinco marcas de cigarros comercializados no Brasil, verificou-se níveis duas 2 vezes maiores de alcatrão, 4,5 vezes maiores de nicotina e 3,7 vezes maiores de monóxido de carbono na fumaça que sai da ponta do cigarro do que na fumaça exalada pelo fumante. Os níveis de amônia na corrente secundária chegaram a ser 791 vezes superior que na corrente primária. A amônia alcaliniza a fumaça do cigarro, contribuindo assim para uma maior absorção de nicotina pelos fumantes, tornando-os mais dependentes da droga e é, também, o principal componente irritante da fumaça do tabaco (Ministério da Saúde, 1996).
  • Fontes:
  • BANCO MUNDIAL, 1999. A epidemia do tabagismo: Os governos e os aspectos econômicos do controle do Tabaco. The World Bank, agosto.Doll R, Peto R. 9ª Conferência Mundial sobre Tabacco e saúde. Paris, 1994.Doll, R. & Peto,R.; Wheatley K, et al. Mortality in relation to smoking: 40 years’observations on male. British Doctors. BMJ, 309: 301-310, 1994.International Agency of Reaserch in Cancer (IARC). Environmental Carcinogens mathods of analysis and exposure measurement. Passive Smoking. Vol 9, Scientific Publications n.31, Lyon, France 1987.Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Instituto Nacional de Câncer - INCA, Falando sobre Tabagismo. 3ª edição, 1998.MINISTERIO DA SAÚDE. Instituto Nacional de Câncer/Fundação Getúlio Vargas. Cigarro Brasileiro. Análises e Propostas para Redução do Consumo. Rio de Janeiro, 2000.Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Instituto Nacional de Câncer - INCA. Estimativas da Incidência e Mortalidade por Câncer. Rio de Janeiro: INCA, 2002. ROSEMBERG, J. Pandemia do tabagismo – Enfoques Históricos e Atuais São Paulo – SES, 2002.U.S. Department of Health and Human Services. The health consequences smoking: a report of the Surgeon General. Washington DC; U.S. Government Printing Office, 2004.World Health Organization. World no-Tobacco Day. Tobacco and poverty: a vicious circle, 2004.World Health Organization (WHO). Tobbaco Free Iniciative. http://www.who.int/tobacco/en




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