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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O BRASIL COMO INFLUÊNCIA MUSICAL NO MUNDO

Charge de Belmonte publicada em 25 de maio de 1946
Sabem quem é o país do mundo que está em segundo lugar em música popular, já que o primeiro é indubitavelmente a América? O segundo lugar é o Brasil. As vezes não nos damos conta disso. Senão vejamos. Quantas músicas populares você conhece que não sejam Americanas? Certamente você deve conhecer algumas Italianas, talvez umas 6. Deve conhecer algumas Francezas. Me vem a mente VOLLARE. Certamente deve conhecer muitas Inglesas, pois lá é a terra dos Beatles, e deve conhecer mais algumas espanholas, latinas, mas quantas você conhece Brasileiras? Eu pelo menos conheço mais da metade das que me vem a cabeça.


GAROTA DE IPANEMA CANTADA POR STEVIE WONDER. VEJA O VIDEO CLICANDO AQUI
                               

A Bossa Nova é um gênero de música Brasileira que mais se disseminou no exterior, hoje tocada em todos os lugares do mundo e extremamente popular.

Nós Brasileiros não nos damos conta de que nossa cultura influencia o mundo inteiro. Não é a toa que somos muito reconhecidos e estimados no mundo inteiro. Falo dos Brasileiros.

Como eu me dei conta desse fenômeno? Sou Oficial da Marinha Mercante, e quando viajava na época pela  empresa de navegação Netumar que hoje não existe mais, percebia ao sintonizar o radio nos países que visitava, como Canadá e Estados Unidos, Europa, Japão entre outros, vez por outra tocar uma música popular Brasileira. Me vem a cabeça por exemplo a música  Águas de Março. Esse não era um fenômeno casual, mas muito frequente, e eu pensava, "pucha vida. Eu venho ao exterior e aqui me ponho a escutar música Brasileira".

Pois bem, eu tinha uma fita com muitas músicas Brasileiras belissimamente interpretadas ao piano, e coloquei essa fita para tocar quando me vi acompanhado na intimidade por uma mulher Canadense. Eu como bom marítimo, e solteiro tive também minhas incursões no mundo das aventuras amorosas, durante as minhas viagens, mas juro que eu era um dos mais comedidos nessa questão. 

Ao colocar a fita imaginava que iria mostrar uma novidade para aquela mulher. Algo que ela não estivesse acostumada, mas qual não foi minha surpresa quando ela me informou que já conhecia aquelas músicas todas, e que aquilo tocava toda hora no rádio. Não era para ela nenhuma novidade. Foi então que me dei conta de um fenômeno que eu também já tinha percebido mas que até então a "FICHA" não tinha caido. 

É o de que o Brasil é um grande disseminador de músicas no mundo, como os Estados Unidos é um grande disseminador de músicas no mundo também inclusive no Brasil. 

Certamente muitos irão discordar baseados nas estatísticas. Mas se você entrar em um bar a noite com música ao vivo, lá estarão as Músicas Brasileiras. Se você for a um bar daqueles que têm aquelas máquinas em que se coloca uma moeda e se toca músicas, você lá encontrará com certeza Feellings, uma música de Moris Albert. Brasileira.

O ritmo Brasileiro mais conhecido no mundo, cantado em vários bares que tocam música popular ao vivo nas noites do mundo inteiro é a Bossa Nova.

Bossa Nova é um subgênero musical derivado do samba e com forte influência do jazz estadunidense, surgido no final da década de 1950 no Rio de Janeiro. De início, o termo era apenas relativo a um novo modo de cantar e tocar samba naquela época, ou seja, a uma reformulação estética dentro do moderno samba carioca urbano. Com o passar dos anos, a Bossa Nova tornar-se-ia um dos movimentos mais influentes da história da música popular brasileira, conhecido em todo o mundo e, especialmente, associado a João Gilberto, Vinicius de Moraes, Antonio Carlos Jobim, Baden Powell e Luiz Bonfá.



A palavra bossa apareceu pela primeira vez na década de 1930, em Coisas Nossas, samba do popular cantor Noel Rosa: O samba, a prontidão/e outras bossas,/são nossas coisas(...). A expressão bossa nova passou a ser utilizada também na década seguinte para aqueles sambas de breque, baseado no talento de improvisar paradas súbitas durante a música para encaixar falas.


Alguns críticos musicais destacam a grande influência que a cultura americana do Pós-Guerra, de músicos como Stan Kenton, combinada ao impressionismo erudito, de Debussy e Ravel, teve na bossa nova, especialmente do cool jazz e bebop. Embora tenha influência de música estrangeira, possui elementos de samba sincopado.[1] Além disso, havia um fundamental inconformismo com o formato musical de época. Os cantores Dick Farney e Lúcio Alves, que fizeram sucesso nos anos da década de 1950 com um jeito suave e minimalista (em oposição a cantores de grande potência sonora) também são considerados influências positivas sobre os garotos que fizeram a Bossa Nova.


Um embrião do movimento, já na década de 1950, eram as reuniões casuais, frutos de encontros de um grupo de músicos da classe média carioca em apartamentos da zona sul, como o de Nara Leão, na Avenida Atlântica, em Copacabana. Nestes encontros, cada vez mais freqüentes, a partir de 1957, um grupo se reunia para fazer e ouvir música. Dentre os participantes estavam novos compositores da música brasileira, como Billy Blanco, Carlos Lyra, Roberto Menescal e Sérgio Ricardo, entre outros. O grupo foi aumentando, abraçando também Chico Feitosa, João Gilberto, Luiz Carlos Vinhas, Ronaldo Bôscoli, entre outros.

Antonio Carlos Jobin o TOM JOBIN.
O garçom do bar Veloso, em Ipanema, chega esbaforido até a mesa e avisa: tem um gringo no telefone. Alguns dias depois, Tom Jobim está nos Estados Unidos, longe do chope com os amigos e das praias do Rio de Janeiro, gravando com aquele que é considerado o maior cantor do planeta, fã inconteste do talento do brasileiro: Frank Sinatra.

Quando Sinatra, já no estúdio, elogiava entusiasmado a bela e sutil melodia de "Dindi", naquele ano de 1967, estava reverenciando um mestre. Tom Jobim foi um dos maiores criadores de canções que o Brasil já teve e por essa razão Sinatra convidou-o para gravarem juntos.

A qualidade do compositor de "Desafinado" (com Newton Mendonça) foi imediatamente reconhecida nos Estados Unidos, desde o surgimento da bossa nova, em 1958.

Primeiro movimento musical brasileiro egresso das faculdades, já que os primeiros concertos foram realizados em âmbito universitário, pouco a pouco aquilo que se tornaria a bossa nova foi ocupando bares do circuito de Copacabana, no chamado Beco das Garrafas.


No final de 1957, numa destas apresentações, no Colégio Israelita-Brasileiro, teria havido a idéia de chamar o novo gênero - então apenas denominado de samba sessions, numa alusão à fusão entre samba e jazz - , através de um recado escrito num quadro-negro, provavelmente escrito por uma secretária do colégio, chamando as pessoas para uma apresentação de samba-sessions por uma turma "bossa-nova". No evento participaram Carlos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Sylvia Telles, Roberto Menescal e Luiz Eça, onde foram anunciados como "(...)grupo bossa nova apresentando sambas modernos".[2]


Tom Jobim e Elis Regina fizeram muito sucesso com a canção "Águas de março" que hoje é mundialmente conhecida.


Início oficial da Bossa Nova


Vinicius de Moraes, principal letrista de canções da bossa nova a partir de "Chega de Saudade", composição feita com Tom Jobim em 1958 e que consagrou o estilo.


Movimento que ficou associado ao crescimento urbano brasileiro - impulsionado pela fase desenvolvimentista da presidência de Juscelino Kubitschek (1955-1960) -, a bossa nova iniciou-se para muitos críticos quando foi lançado, em agosto de 1958, um compacto simples do violonista baiano João Gilberto (considerado o papa do movimento), contendo as canções Chega de Saudade (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e Bim Bom (do próprio cantor).

Meses antes, João participara de Canção do Amor Demais, um álbum lançado em maio daquele mesmo ano e exclusivamente dedicado às canções da iniciante dupla Tom/Vinicius, interpretado pela cantora fluminenseElizeth Cardoso. De acordo com o escritor Ruy Castro (em seu livro Chega de saudade, de 1990), este LP não foi um sucesso imediato ao ser lançado, mas o disco pode ser considerado um dos marcos da bossa nova, não só por ter trazido algumas das mais clássicas composições do gênero - entre as quais, Luciana, Estrada Branca, Outra Vez e Chega de Saudade-, como também pela célebre batida do violão de João Gilberto, com seus acordes dissonantes e inspirados no jazz norte-americano - influência esta que daria argumentos aos críticos da bossa nova.

Outras das características do movimento eram suas letras que, contrastando com os sucessos de até então, abordavam temáticas leves e descompromissadas - exemplo disto, Meditação, de Tom Jobim e Newton Mendonça. A forma de cantar também se diferenciava da que se tinha na época. Segundo o maestro Júlio Medaglia, "desenvolver-se-ia a prática do canto-falado ou do cantar baixinho, do texto bem pronunciado, do tomcoloquial da narrativa musical, do acompanhamento e canto integrando-se mutuamente, em lugar da valorização da 'grande voz'".[3]

Em 1959, era lançado o primeiro LP de João Gilberto, Chega de saudade, contendo a faixa-título - canção com cerca de 100 regravações feitas por artistas brasileiros e estrangeiros. A partir dali, a bossa nova era uma realidade. Além de João, parte do repertório clássico do movimento deve-se as parcerias de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Consta-se, segundo muitos afirmam, que o espírito bossa-novista já se encontrava na música que Jobim e Moraes fizeram, em 1956, para a peça Orfeu da Conceição, primeira parceria da dupla, que esteve perto de não acontecer, uma vez que Vinícius primeiro entrou em contato com Vadico, o famoso parceiro de Noel Rosa e ex-membro do Bando da Lua, para fazer a trilha sonora. É dessa peça, baseada na tragédia Grega Orfeu, uma das belas composições de Tom e Vinícius, "Se todos fossem iguais a você", já prenunciando os elementos melódicos da Bossa Nova.

Além de Chega de saudade, os dois compuseram Garota de Ipanema, outra representativa canção da bossa nova, que se tornou a canção brasileira mais conhecida em todo o mundo, depois de Aquarela do Brasil (Ary Barroso), com mais de 169 gravações, entre as quais de Sarah Vaughan,Stan Getz, Frank Sinatra (com Tom Jobim), Ella Fitzgerald entre outros. É de Tom Jobim também, junto com Newton Mendonça, as canções Desafinado e Samba de uma Nota Só, dois dos primeiros clássicos do novo gênero musical brasileiro a serem gravados no mercado norte-americano a partir de 1960.
Mudanças

Em meados da década de 1960, o movimento apresentaria uma espécie de cisão ideológica, formada por Marcos Valle, Dori Caymmi, Edu Lobo e Francis Hime e estimulada pelo Centro Popular de Cultura da UNE. Inspirada em uma visão popular e nacionalista, este grupo fez uma crítica das influências do jazz norte-americano na bossa nova e propôs sua reaproximação com compositores de morro, como o sambista Zé Ketti. Um dos pilares da bossa, Carlos Lyra, aderiu a esta corrente, assim como Nara Leão, que promoveu parcerias com artistas do samba como Cartola e Nelson Cavaquinho e baião e xote nordestinos como João do Vale. Nesta fase de releituras da bossa nova, foi lançado em 1966 o antológico LP "Os Afro-sambas", de Vinicius de Moraes e Baden Powell.

Entre os artistas que se destacaram nesta segunda geração (1962-1966) da bossa nova estão Paulo Sérgio Valle, Edu Lobo, Ruy Guerra, Pingarilho, Marcos Vasconcelos, Dori Caymmi, Nelson Motta, Francis Hime, Wilson Simonal, entre outros...

Fim do movimento, da bossa à MPB

Um dos maiores expoentes da bossa nova comporia um dos marcos do fim do movimento. Em 1965, Vinícius de Moraes compôs, com Edu Lobo, Arrastão. A canção seria defendida por Elis Regina no I Festival de Música Popular Brasileira (da extinta TV Excelsior), realizado no Guarujá naquele mesmo ano. Era o fim da bossa nova e o início do que se rotularia MPB, gênero difuso que abarcaria diversas tendências da música brasileira até o início da década de 1980 - época em que surgiu um pop rock nacional renovado.

A MPB nascia com artistas novatos, da segunda geração da bossa nova, como Geraldo Vandré, Edu Lobo e Chico Buarque de Holanda, que apareciam com freqüência em festivais de música popular. Bem-sucedidos como artistas, eles tinham pouco ou quase nada de bossa nova. Vencedoras do II Festival de Música Popular Brasileira, realizado em São Paulo em 1966, Disparada, de Geraldo, e A Banda, de Chico, podem ser consideradas marcos desta ruptura e mutação da bossa em MPB.

Legado

Hoje em dia, inúmeros concertos dedicados à bossa nova são realizados, entre os quais, entre 2000 e 2001, os intitulados 40 anos de Bossa Nova, com Roberto Menescal e Wanda Sá.

O fim cronológico da bossa não significou a extinção estética do estilo. O movimento foi uma grande referência para gerações posteriores de artistas, do jazz (a partir do sucesso estrondoso da versão instrumental de Desafinado pela dupla Stan Getz e Charlie Byrd) a uma corrente pós punkbritânica (de artistas como Style Council, Matt Bianco e Everything but the Girl).

No rock brasileiro, há de se destacar tanto a regravação da composição de Lobão, Me chama, pelo músico bossa-novista João Gilberto, em 1986, além da famosa música do cantor Cazuza composta por ele e outros músicos, Faz parte do meu show, gravada em 1988, com arranjos fortemente inspirados na Bossa Nova.

Seu legado é valioso, deixando várias jóias da música nacional, dentre as quais Chega de Saudade, Garota de Ipanema, Desafinado, O barquinho, Eu Sei Que Vou Te Amar, Se Todos Fossem Iguais A Você, Águas de março, Outra Vez, Coisa mais linda, Corcovado, Insensatez, Maria Ninguém, Samba de uma nota só, O pato, Lobo Bobo, Saudade fez um Samba.


Dizer que a música popular feita no Brasil é caracterizada por sua riqueza é repetitivo, mas é essencial para defini-la.



Sua história começa com os índios e com a música feita pelos jesuítas que aqui aportaram. Esse encontro entre a música dos jesuítas e a música dos indígenas é a pré-história da música popular do Brasil. A evolução desses ritmos primitivos, como o cateretê ou o cantochão, são ainda hoje tocados em festas populares.


A música popular do Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou classificações abrangentes.

Durante o período colonial e o Primeiro Império, além dos já citados lundu e modinha, também as valsas, polcas e tangos de diversas origens estrangeiras encontraram no Brasil uma nova forma de expressão.

Já no século 19 surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas formas, o choro, e firmam-se novas danças, como o maxixe.

Outras duas coisas que ajudaram decisivamente o aparecimento da canção popular no Brasil foram o carnaval carioca e o gramofone. Pixinguinha, João da Baiana, Donga -autor de Pelo Telefone, primeiro samba gravado, em 1917-, foram grandes nomes nesse período, junto com os continuadores dos chorões.

O samba urbano só se firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o Brasil possui.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O INFERNO NÃO É DEPOIS. ELE ESTÁ AQUI MESMO NO ROCK IN RIO.

EXPERIÊNCIAS HIPNÓTICAS DE FREUD
Existem várias formas de se hipnotizar. O Hipnotismo foi primeiramente utilizado pelo pai da psicanálise, Sigmund Freud. 


Durante o transe hipnótico o hipnotizado fica com o inconsciente plenamente ativo e se desliga do consciente. 


Tanto é que após o transe hipnótico o hipnotizado não se recorda do que aconteceu durante o transe. Com o inconsciente plenamente ativo, o hipnotizado recorda-se de tudo que lhe ocorreu durante a vida desde que estava no útero materno e era apenas um feto. 


Tudo que lhe ocorreu durante toda a sua vida pode ser recordado sem faltar nenhum detalhe. 


Dessa  forma o psicanlista pode conduzir o paciente até o momento do trauma que produz no paciente fobias, e reações as mais diversas manifestadas como consequência de uma reação do inconsciente a esse trauma que ele passou.

O hipnotismo dessa forma pode conduzir pessoas a comportamentos que seriam direcionados ao bem mas também ao mal. Um hábil hipnotizador pode hipnotizar pessoas, até em grupos e essas pessoas irão fazer o que ele quiser desde que não atentem contra a vontade do inconsciente que é o ser interior de cada indivíduo.

Melhor explicando. Uma pessoa hipnotizada não seria um escravo que estaria na mão de quem o conduzisse. Embora hipnotizado o ser continua tendo uma certa auto-determinação que o impediria de fazer sexo contra a vontade ou de matar uma pessoa se isso atentar contra seus valores morais, mas pode ser induzido por artifícios de má fé que viessem a enganar o hipnotizado, de forma que fosse mascarado o verdadeiro objetivo do hipnotizador.

Dessa forma há a possibilidade de se proceder a hipnotização coletiva de verdadeira massa de expectadores. 

Demônios não perdem portanto a chance de se aproveitar desses enclaves coletivos para levar multidões a um delírio e literalmente deixa-las hipnotizadas, com a visão do INFERNO sem que para isso tenham necessáriamente que ir para lá. Já podem visualiza-lo e vibrar na sua faixa infernal aqui mesmo no Rock in Rio.

Veja pelas fotos se não é verdade o que estou falando.
SE ESSA FOTO LEMBRA O AMBIENTE TREVOSO INFERNAL, NÃO É MERA COICIDENCIA. O OBJETIVO ERA ESSE MESMO. VEJA O SIMBOLO SATÂNICO ENVOLVIDO.



10 fatos macabros “comprovam”: METAL é coisa do capeta.



Publicado originalmente no Virgula

Desde o surgimento do rock, foi criada uma lendária ligação com o capeta, com o satanismo, e até hoje ainda encontramos pessoas que relacionam o Rock’n’Roll e o Blues com o demônio.


Principalmente quando estamos falando do blues, podemos nos lembrar de histórias das encruzilhadas no sul dos Estados Unidos, onde músicos “vendiam” suas almas e sua fé para o Diabo em troca de sucesso com os instrumentos musicais e fama.


A Igreja (católica) também costumava “atacar” o rock por se tratar de uma forma de se rebelar e instigar a violência, a agressão, o sexo, a luxúria e revoltas, além de acusar esse estilo musical venerado por muitos de ser contra a sociedade, a religião e também contra Deus.


O principal argumento da Igreja era o seguinte: o Rock’n’Roll ataca tudo que possa impedir a perseguição completamente desinibida do prazer, e essa busca desenfreada do prazer seria condenada pelos religiosos.


Aparentemente, este argumento e as acusações de satanismo não fizeram efeito nos roqueiros, que continuam por aí, fazendo o que sabem de melhor: o bom e velho ROCK!


Listamos dez fatos dessa lendária ligação do rock com Lúcifer. Veja se concorda com eles!
Para começar, nada melhor que a música Sympathy For The Devil (“Simpatia pelo Diabo”), dos Rolling Stones, que deve levar os religiosos à loucura. Os Rolling Stones ganharam várias acusações de satanismo e ligação com o Diabo por causa dessa música, uma composição de Mick Jagger inspirada no livro “O Mestre e Margarida”, de Mikhail Bulgakov.

SEMPRE VESTIDOS DE PRETO E COM ADORNOS QUE LEMBRAM CAVEIRAS E FOGO, ASSIM SÃO
NORMALMENTE AS BANDAS DE ROCK. SERÁ QUE SÓ PARA VARIAR NÃO PODIA SURGIR UMA
QUE SE VESTISSE DE BRANCO E FALASSE DE AMOR. DE PAZ, DE FLORES E DO CÉU?
MELHOR AINDA, FALASSE DE JESUS?


Os Roling Stones são muito famosos como seguidores de uma seita satanica. Veja abaixo.

A intenção de Mick Jagger e Keith Richards ao compor ‘Sympathy for the Devil’ era fazer dela um samba-rock (seja lá o que eles quiseram dizer com isso ). Entendendo pouco de samba e muito de rock, a música foi criada por eles logo após visitarem um terreiro de candomblé em uma excursão no Brasil. Era típico na época, e talvez ainda seja, levar turistas para conhecer esse tipo de coisa: carnaval, macumbeiros e vadias que colaboraram para fazer com que até hoje no exterior, todo mundo ache que mulher brasileira é prostituta por natureza.

Sympathy for the Devil foi lançada no disco Beggars Banquet de 1968 um dos álbuns mais políticos da banda, que contém outras pérolas como Street Fighting Man e Salt of the Earth. Este disco foi o responsável por dar aos Rollings Stones a imagem de seguidores do diabo, o que foi posteriormente reforçado com o lançamento na obra seguinte, o psicodélico, ''Their satanic majesties request''.

Antes de Sympathy for the Devil nunca uma música sobre o diabo havia tido tanta popularidade, sendo cantada coletivamente por grandes multidões nos shows dos Stones. Curiosamente, durante uma execução dela no festival de Altamont em dezembro de 1969, um espectador foi assassinado a facadas e as imagens registradas e publicadas no filme oficial do Show, levando o oportunista Jagger a comentar que algo estranho sempre acontecia quando tocavam a canção. Mais tarde, Jagger afirmou que Lavey foi uma das grandes inspirações para Sympathy for the Devil – pura balela – ele já deu um zilhão de versões para a origem da música.


Mas como aqui o que importa é a mensagem satanista. A melhor versão de hit é, entretanto, encontrada no álbum ao vivo, FlashPoint, gravado muitos anos depois em 1991, que tem a honra de trazer em sua lista outras músicas não menos satânicas como a imortal “Paint if Black”.




Tradução de Sympathy For The Devil(Simpatia pelo Diabo)



Por favor, deixe-me apresentar
Sou um homem rico e de bom gosto
Estive por aí por muitos anos
Roubei a alma e destino de muitos homens.
Estava lá quando Jesus Cristo
Teve seu momento de indecisão e dor.
Certifiquei me de que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino.
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome.
Mas o que está te intrigando
É a natureza de meu jogo.
Estava por perto em São Petersburgo
Quando vi que estava na hora de uma mudança.
Matei o Czar e seu ministros
Anastazia gritou em vão.
Montei em um tanque
Mantive a posição de General
Quando a guerra relâmpago enfureceu
E os corpos fediam.
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome.
Mas o que está te intrigando
É a natureza de meu jogo.
Assisti com alegria
Enquanto seus Reis e Rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos Deuses que criaram.
Gritei alto"Quem matou os Kennedys?"
Quando, no final das contas,
Fui eu e você.
Por favor, deixe-me apresentar
Sou um homem rico e de bom gosto.
Deixei armadilhas para os trovadores
Que acabaram mortos antes de alcançar Bombay.
Assim como todo policial é um criminoso
E todos os pecadores são santos
E cabeças são caudas.
Simplesmente me chame de Lúcifer
Porque preciso de algum nome.
Então se encontrar-me
Seja cortêz,Seja simpático e tenha bom gosto
Use de toda etiqueta que conhece
Ou então tomarei sua alma.
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome
Mas o que está o confundindo
É a natureza de meu jogo.

De fato os RolingStones não escarnecem da Fé. Eles tem a sua própria Fé. Eles adoram o Diabo e são por ele protegidos.

Mick Jagger, lider dos Roliong stones declarou o seguinte: "Um dia eu sei que vou ter que prestar contas com o Diabo, mas enquanto esse dia não chegar, eu não estou nem ai"

Isso demonstra claramente que essa banda a exemplo provavelmente de outras, tem pactos demoníacos, e por isso são protegidos pelas forças das trevas, que as protegem para que assim se obtenha mais adeptos. É o mesmo exemplo de bandas como BLACK SABBAT, IRON MADEN e outras que trazem entampados em suas camisetas figuras satânicas, com caveiras para todo lado.


Assim como os Rolling Stones, o AC/DC também foi acusado de satanismo. A banda australiana lançou o álbum Highway to Hell (Estrada para o Inferno) em 1979 e, em 1980 no álbum Back in Black, lançou mais uma música polêmica: Hell’s Bells (Sinos do Inferno). A situação dos roqueiros do AC/DC “piorou” quando um assassino psicopata disse que era influenciado pelo som dos caras quando matava as pessoas. Eu, hein?!

No show do Rock in Rio eu vi uma banda que mais parece a imagem do inferno praticando blasfêmias contra Deus. Devo lembrar a passagem de Galatas.


Galatas 6:7 - Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.


Um examplo do dito acima foi o que aconteceu com Bon Scott, autor da musica "ESTRADA PARA O INFERNO".



Morte

Sua morte até hoje não foi bem explicada, após a turnê de divulgaçao do álbum Highway to Hell pela Europa, Bon resolveu passar uns dias em Londres, para rever amigos. A tragédia teve início numa tradicional noite de bebedeira, coisa que Bon estava realmente acostumado. Bon e um amigo seu, chamado Alistar Kinnear, foram tomar alguns drinks no Music Machine, um clube noturno localizado em Camden Town. Depois de muitas rodadas, a dupla foi para Ashby Court, onde Bon vivia naquela época. No caminho, Bon "apagou" no banco de trás do veículo. Kinnear não deu muita bola e seguiu adiante. Quando chegou na casa do vocalista do AC/DC, Kinnear tentou acordar Bon e levá-lo para a cama, porém não conseguiu acordar seu companheiro, que estava num avançado estado de embriaguez. Kinnear desistiu da idéia e seguiu dirigindo para seu próprio apartamento. Chegando lá, nova tentativa frustrada de tirar o amigo bêbado do veículo. O jeito foi deixar Bon ‘dormindo’ no banco de trás do automóvel, um Renault 5. Quando Kinnear voltou na manhã seguinte para ver seu amigo, já era tarde demais. Bon estava morto, praticamente congelado dentro do pequeno automóvel. O sujeito ainda levou o amigo às pressas para o Kings College Hospital, de Londres, que declarou que o músico já chegou sem vida nas dependências do pronto socorro. O atestado de óbito informou que Bon Scott havia falecido em decorrência de envenenamento alcoólico agudo e ‘death by misadventure’ (morte por desventura, ou por desgraça). Nos jornais da época foi também noticiado que o músico teria se sufocado com o próprio vômito e que a baixa temperatura da madrugada e suas constantes crises de asma colaboraram para a tragédia daquela fria manhã de 19 de fevereiro de 1980, um dos dias mais tristes do rock n’ roll.



Iron Maiden, banda britânica de heavy metal que possui um morto-vivo como mascote (Eddie), passou por situação similar ao AC/DC quando lançou o álbum The Number of The Beast (O Número da Besta) em 1982. A música que dá nome ao álbum começa provocando com uma citação retirada da Bíblia, do Apocalipse (cap. XIII, vers. 18):
“Maldito seja, Ó Terra e Mar, O Demônio manda a besta com fúria, porque ele sabe que o tempo é curto… Deixe aquele que ousa tentar entender O número da besta… é um número humano, seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Tradução livre)
Para quem não sabe, essa música foi escrita por Steve Harris, baixista e líder do Iron Maiden, a partir de um pesadelo que o roqueiro teve após assistir “A Profecia 2”. Mesmo assim, os caras do Iron passaram a ser relacionados com o satanismo.


Muitas pessoas também afirmam que diversas músicas do Led Zeppelin possuem inúmeras mensagens satânicas subliminares escondias. O caso mais comentado é da música Stairway To Heaven (Escadaria para o Paraíso), que quando tocada de trás para a frente se transforma em várias frases “pró-Satã”. Alguns exemplos: “Your stairway lies on the whispering wind” escutada ao inverso faz surgir a mensagem “I will sing because I live with Satan” (eu vou cantar porque vivo com Satan) e “There’s still time..” quando ouvido ao inverso faz surgir a mensagem “oh it’s my sweet Satan” (oh, é o meu doce Satan). Será? Há muitos vídeos na internet tentando provar isso! Dizem também queJimmy Page, guitarrista da banda, era um estudioso fervoroso de Aleister Crowley, um bruxo inglês. O maior satanista de todos os tempos.


Apesar de não falar sobre satanismo ou ter letras de músicas desse cunho, a banda Kiss acabou sendo relacionada com o capeta devido o visual dos integrantes da banda, principalmente de Gene Simmons, que cospia fogo, “vomitava” sangue e ficava colocando aquela língua enorme para fora!


Ozzy Osbourne, ex-vocalista do Black Sabbath, é conhecido como “Príncipe das Trevas”, por morder morcegos em shows e desenvolver um visual demoníaco, usando uma maquiagem pesada, chegando a colocar até lentes de contato vermelhas. Chegaram até a chamar Ozzy de “Anticristo”! Mas é só aparência mesmo… “Não sou o tipo de pessoa que você pensa que sou, Não sou o anti-cristo, ou o homem de ferro”.


Dizem por aí que o codinome de Vincent Damon Furnier, Alice Cooper, foi sugerido por um espírito, em um Tabuleiro de Ouija (uma espécie de “jogo do copo” que conhecemos no Brasil). Segundo o próprio Alice Cooper, o visual com toda aquela maquiagem também seria uma sugestão do “amigo do além”.


Robert Johnson, um músico do Blues da década de 1930, afirmou ter realizado um pacto com o demônio em uma encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi (Estados Unidos)!


Até mesmo os Beatles foram acusados de satanismo, acredite ou não! John Lennon, assim comoJimmy Page, era estudioso do bruxo Aleister Crowley e colocou suas influências no álbum Sgt. Pepper.


A banda Twisted Sisters causou muita polêmica com a música Burn in Hell, que “convidava” as pessoas a queimar no inferno.



sábado, 24 de setembro de 2011

AS TECNOLOGIAS 3.0 - COLOQUE-AS NO SEU NOVO MICRO COMPUTADOR.


A industria está sempre tendo a preocupação de inovar e melhorar seus produtos, para fazer com que as pessoas se sintam motivadas a sempre consumir alguma coisa que eles lançam como nova no mercado. Assim vão lançando as novidades a conta gotas.

Veja-se o caso das novas tecnologias que estão aparecendo na área de computadores.

As novas gerações de placas mãe de computadores ou as MOTHERBOARDS ou MOBO como as denominam os entusiastas por jogos de ultima geração em computadores, por exemplo estão saindo do forno agora com suporte a duas novas  tecnologias que dentro de algum tempo irão suplantar totalmente as tecnologias hoje existentes, tornando a maiorias dos computadores de hoje obsoletos. 

Falo das tecnologias SATA 3.0 dos novos discos rígidos (HDs) com tecnologia que permite a transferência de até 6 giga bits por segundo. Isso práticamente dobra a velocidade dos atuais discos rígidos que trabalham com 3 gigabits por segundo de velocidade. (Bit é a menor unidade de informação que é processada na informática e pode ter o valor zero ou um, portanto somente dois estados).


A façanha foi conseguida colocando-se mais um condutor serial no mesmo conector. Na verdade é como se fossem duas portas seriais. 

A Serial ATA International Organization, grupo responsável pelo padrão SATA, tornou oficial a nova versão da interface. O SATA 3.0 dobra a taxa de transferência da interface SATA II para 6 Gbps, e estava em rascunho (desenvolvimento) há algum tempo.

As especificações mantém compatibilidade com as anteriores, de forma a permitir que dispositivos atuais possam ser conectados - claro, com a velocidade reduzida, compatível com os limites de cada dispositivo.

Uma das novidades do padrão é o Native Command Queuing (NCQ), ideal para transferir uma grande quantidade de dados, sendo ótimo para aplicações de trabalho com áudio e vídeo.

O gerenciamento de energia recebeu algumas melhorias, e há também conectores próprios para dispositivos compactos de 1,8 polegadas e discos ópticos de 7mm para notebooks.

O grupo demonstrou as especificações na Computex em Taipei. Aqui no Brasil já a algum tempo estão sendo comercializados discos rígidos no padrão SATA 3.0 (SERIAL ATA 3.0)

Entretanto para que se possa aproveitar essa tecnologia, além de comprar o HD no padrão SATA 3.0 é necessário que a placa mãe dê suporte a ela. 


A placa mãe DX58SO2 do fabricante Intel, e que é uma placa mãe de ultima geração e que já vem com suporte às novas tecnologias SATA 3.0 e USB 3.0 (que iremos comentar mais adiante), vem com dois conectores em côr diferente para uso de discos rígidos no padrão Serial Ata 3.0. É necessário instalar um driver específico que vem no disco de instalação da placa mãe e que também pode ser baixado no site da Intel.



Outra tecnologia um pouco mais recente e que sem dúvida revolucionará a tecnologia de armazenamento e transferência de dados é a tecnologia USB 3.0


Asus P6X58D Premium: uma das primeiras placas-mãe com portas USB 3.0


A porta eSATA, encontrada hoje nos micros avançados, deve se tornar obsoleta com a popularização da interface USB 3.0.



USB 3.0 vai acabar com os padrões eSATA e FireWire

A Intel demonstrou uma versão funcional do USB 3.0 no Consumer Electronics Show em Las Vegas na semana passada. Veja por que ele irá fazer o eSATA e FireWire ficarem obsoletos.

O padrão USB atual (2.0) atinge uma velocidade máxima teórica de 480Mbps e pode fornecer energia. 


De acordo com a USB Implementers Forum, 2 bilhões de dispositivos USB 2.0 foram vendidos em 2006 (um para cada três pessoas no mundo) e a base instalada era de 6 bilhões (quase um para cada pessoa no mundo).


O USB 3.0 promete uma taxa máxima teórica de 5 Gbps, ou seja, até 10 vezes mais rápida do que USB 2.0. Ele é também full-duplex, significando que ele pode enviar e receber arquivos simultaneamente (bi-direcional), enquanto o USB 2.0 é apenas half-duplex (pode enviar e receber arquivos mas não de forma simultânea).

Comparado com eSATA (external serial ata) e FireWire 800, o USB 3.0 é muito superior. O eSATA é uma conexão externa que roda na mesma velocidade do barramento interno SATA 1.0 e tem uma velocidade máxima teórica de 3Gbps. O USB 3.0 é mais rápido do que o eSATA e cerca de seis vezes mais rápido do que o FireWire 800 (full duplex a 800Mbps) e diferentemente do eSATA ainda fornece energia.


O eSATA (external SATA) é um padrão de conector SATA externo, que mantém a mesma velocidade de transmissão dos HDs internos do computador. As placas-mãe mais recentes já estão vindo com conectores eSATA embutidos, mas também é possível utilizar uma controladora PCI Express, ou mesmo PCI que disponibiliza o conector eSata para os computadores que não tem o conector disponibilizado .

O eSATA está sendo usado por diversos modelos de gavetas para HD, substituindo ou servindo como opção ao USB. A vantagem é que você não corre o risco do desempenho do HD ser limitado pela interface, já que temos 150 MB/s no eSATA (ou 300 MB/s no SATA 300), contra os 60 MB/s (480 megabits) do USB 2.0. Obs 480 Mega bits por segundo é igual a 60 megabytes por segundo já que um byte é igual a 8 bits)
Obviamente, isso só faz alguma diferença quando o HD transmite dados guardados no cache, ou no caso dos HDs topo de linha, lendo dados seqüenciais.

Na maioria dos casos, a gaveta possui também uma porta USB, que serve como segunda opção de interface, para casos em que você precisar conectar a gaveta em micros sem conectores eSATA.

Ao contrário do USB, o conector eSATA não transmite energia, de forma que ele só permite a conexão de HDs e outros dispositivos com fontes de alimentação (ou baterias).

Não seria uma solução prática para pendrives, por exemplo.Prevendo essa limitação, alguns fabricantes estão desenvolvendo placas que incluem conectores de energia, como este adaptador da Addonics, que usa um conector mini-DIN, que fornece tensões de 5v e 12v, permitindo (com a ajuda de adaptadores incluídos no kit) conectar diretamente um HD SATA, sem a necessidade de uma gaveta ou fonte de alimentação.

Existem outras soluções similares, oferecidas por outros fabricantes, mas por enquanto não existe nenhum padrão.


O USB 3.0 também melhorou a gestão de energia o que significa que os dispositivos podem entrar em modo de economia de energia ou até mesmo hibernar. Isto significa potencialmente uma vida mais longa para a bateria de laptops e outros dispositivos como câmeras e celulares. 

O principal sinal de que o USB 3.0 já ganhou esta guerra é a recente decisão da Apple de trocar o FireWire pelo USB. Anteriormente, a Apple era uma das maiores defensoras do FireWire e certamente agora será uma das primeiras empresas a adotar o padrão USB 3.0. 


LOGOTIPO DA
INTERFACE
THUNDERBOLT
Posição da Apple e de diferentes fabricantes de hardware mostram que o mercado está dividido entre as duas opções de interface.Thunderbolt, para quem ainda não ouviu falar, é um novo padrão para conexão em alta velocidade de dispositivos externos. 

O seu desenvolvimento pela Intel começou em 2009, quando ele ainda era chamado de “Ligh Peak”. Este ano a Apple começou a utilizar esta interface de alta velocidade nos modelos mais recentes dos laptops MacBook Pro e nos desktops iMac “tudo-em-um” (all-in-one).Logo do ThunderboltCom velocidade de transferência de até 10 Gbps (gigabits por segundo) full-duplex (ou seja, em ambos os sentidos – entrada/saída – simultaneamente), o Thunderbolt também tem suporte para os padrões DisplayPort e PCI Express 2.0. 

Assim, o Thunderbolt pode ser usado como porta para um monitor extra e também com dispositivos externos de vídeo com velocidade semelhante à obtida por uma placa gráfica interna. Apesar de estar presente em modelos da Apple desde fevereiro, nenhum outro micro oferece o Thunderbolt. 

O pior é que não existem dispositivos externos compatíveis com o padrão! A Intel afirma que este cenário vai mudar até o final de 2011/início de 2012, com lançamentos de unidades SSD, video-hubs, etc.

O padrão USB 3.0, também chamado de “Superspeed USB”, está presente em PCs de vários fabricantes desde 2010. Praticamente todos os desktops/laptops  que usam a segunda geração da linha Intel Core têm suporte ao padrão USB 3.0. Apesar dos chipsets  da Intel ainda não possuírem suporte nativo para o USB 3.0, o padrão é implementado pelos fabricantes de placas-mãe usando chips compatíveis (NEC, etc).


O padrão USB 3.0 começa a fazer suas primeiras aparições em computadores, unidades de disco externas e pen drives. Na feira CES, que aconteceu em Las Vegas, houve várias demonstrações dessa nova interface. Asus e HP, por exemplo, exibiram notebooks equipados com USB 3.0. A nova porta promete velocidade máxima de até 5 Gbps, contra 480 Mbps da USB 2.0. Ao menos na teoria, o ganho de velocidade pode passar de dez vezes.

Um arquivo com um vídeo de 6 GB demoraria mais de duas horas para ser transferido via USB 1.0. Se a porta for USB 2.0, o tempo cai para pouco mais de 3 minutos. Com a USB 3.0, será de cerca de 20 segundos. Para conseguir isso, o cabo USB 3.0 tem oito fios em seu interior, em vez dos quatro usados nos cabos USB 2.0 e 1.x. Mas as novas portas serão compatíveis com os dispositivos hoje existentes. Além do ganho de velocidade, a USB 3.0 terá mais eficiência energética, consumindo pouquíssima eletricidade quando o dispositivo conectado não precisar dela.

Além de estar presente em praticamente 100% dos computadores, a porta USB está virando padrão para conexão de dados e energia em celulares e outros dispositivos móveis. 

O USB Implementers Forum (USB-IF), grupo de fabricantes que desenvolve essa tecnologia, calcula que haja 6 bilhões de portas USB em uso. 

A empresa de pesquisas de mercado InStat, bastante mais conservadora, fala em 3,4 bilhões. A USB 3.0 deve começar, aos poucos, a ocupar uma parcela desse mercado. 

Mas isso não vai acontecer de repente. Ainda hoje, 29% dos dispositivos em uso são USB 1.1, como você pode ver no gráfico abaixo. Vale observar, também, que o Windows 7 ainda não suporta USB 3.0 nativamente. Esse recurso está no primeiro service pack do sistema operacional.




E o que vai acontecer com as portas FireWire e eSATA? A FireWire (IEEE 1394) não vai sair de cena tão cedo. Ela é preferida em aplicações profissionais que envolvem transferência de áudio e vídeo. Em estúdios de gravação, por exemplo, é o padrão. E, claro, conta com o forte apoio da Apple, sua inventora. Mas pode se tornar menos atraente quando a USB 3.0 se disseminar e, aos poucos, ir perdendo importância. Já a eSATA tem um futuro nada animador. Essa interface vem sendo usada para a conexão de unidades de armazenamento externo em PCs, além de ser encontrada em receptores de TV. Mas ela é menos versátil que a USB. Não fornece alimentação elétrica ao dispositivo e nunca se tornou realmente popular. Sua velocidade máxima atual é de 3 Gbps. A porta eSATA 3.0 no entanto irá dobra essa velocidade o que poderá torna-la ainda uma opção.





Suporte nativo para USB 3.0


Dispositivos USB 3.0 não precisarão de drivers complementares. O Windows 8 vai sair do forno pronto para receber aparelhos com esse novo padrão, garantindo até dez vezes mais velocidade na transmissão de dados. Segundo a Microsoft, com o novo padrão será possível enviar um filme em alta definição em cerca de 30 segundos.


Com as novas tecnologias a porta USB é praticamente indispensável e está presente na maioria dos dispositivos. Chega a ser padrão para conexão de dados e energia em celulares e outros dispositivos móveis.

O padrão USB 3.0 está sendo incorpora a novos produtos que estão chegando ao mercado e logo estará popularizada, já que a velocidade máxima é de até 5 Gbps, contra 480 Mbps oferecida da USB 2.0.

ADAPTADOR eSATA PARA USB 3.0

A empresa NewerTech colocou no mercado o adaptador 'eSATA para USB 3.0', para quem tem um HD externo com interface eSATA ou outros dispositivos mais modernos com portas USB 3.0. A nova geração de placas mãe tem SATA 6G e USB 3.0 nativos.

E lembrando que o Windows 7 não suportava USB 3.0, esse está no primeiro Service Pack do sistema operacional.

Mas é preciso instalar um driver do fabricante da placa mãe que dá suporte a interface USB 3.0 para o windows 7. No caso da Intel por exemplo o driver pode ser baixado no link abaixo

Características do adaptador.
• Suporta SuperSpeed USB (USB 3.0) A taxa de dados de até 5Gb / s.
• Suporta HDS externos 2.5 "e 3.5" com interface eSATA e SSDs
• Só conectar, sem instalação de software.
• Compatível com USB 2.0/1.1.
• Compatível com SATA (1.5Gb / s).
• Compatível com a especificação Serial ATA Revisão 2.6
• Suporta hot-swap
• Compatível com Windows e Mac OS X
Preço : 29,95 Dólares


http://downloadcenter.intel.com/Detail_Desc.aspx?lang=por&changeLang=true&DwnldID=19880

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