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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Da servidão moderna ao Deus Dinheiro



 Death of a Salesman (conhecido em português como A Morte do Caixeiro Viajante) é uma peça de teatro de Arthur Miller escrita em 1949, sendo sua obra mais famosa e mais frequentemente interpretada [, estando, atualmente (março 2012) sendo encenada na Broadway, em Nova York]. Vista por muitos como uma crítica cáustica do "sonho americano" de sucesso através do empreendimento econômico, ela tornou Arthur Miller e o personagem principal Willy Loman nomes famosos. Recebeu o Prêmio Pulitzer para dramas em 1949 e transformou Miller em uma sensação nacional como dramaturgo.
Foi também tema de filme estrelado por Dustin Hoffman.

 Porque "A Morte do Caixeiro Viajante", de Arthur Miller?

 " Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma : e o que tens preparado, para quem será?" ( Lucas : 12: 20 )

     
Assisti no teatro brilhantemente interpretado por Natalia Timberg e Paulo Autran,a peça "A Morte do Caixeiro Viajante", de Arthur Miller, dramaturgo americano falecido em 2005, fiquei fascinado com a dimensão psicológica de Willy Loman, o vendedor que comprou um sonho errado (E todos nós precisamos de um sonho)  o sonho americano, tornado  pesadelo para o homem comum.
     
Willy Loman retrata toda uma sociedade e sua influência sobre o indivíduo . É uma profunda reflexão sobre como o homem  pode investir seus talentos  na idéia errada do que é ser feliz e buscar a realização onde encontrará só a morte.
    
Miller deu um novo  formato  à tragédia, a tragetória de Willy nos lembra o  clássico Édipo Rei, de Sófocles: duas pessoas à procura de sua identidade mas que recorrem à fonte errada ao tentar desvendar seu ‘ mistério’, Édipo acaba cego, o mesmo acontece com Willy.  Willy, coitado, sequer tentou desvendar o seu, ficou sufocado pela dura verdade.
     
Willy Loman é um vendedor, que se atira de cabeça em um sonho, trabalhando árduamente e deixando de viver durante 34 anos, esperando com isso reconhecimento pelo seu trabalho. trabalha em uma mesma empresa dando seu sangue e os momentos principais da sua vida, imaginando que por esse seu esforço, teria amigos e influência, até que devido a evolução dos métodos de venda, não consegue mais vender, por isso não tem mais comissões, assim não consegue sustentar a família , nem pagar a hipoteca da casa. 

Quando ele precisa da ajuda dos amigos, e dos donos da empresa para os quais trabalhou toda a sua vida, percebe que só valia o que vendia, não era alguém, mas era apenas um número. Sem vendas não há salário, nem amigos.  Desesperado resolve matar-se, esperando que com a sua morte será reconhecido e finalmente lhe darão valor. Engana-se, pois no seu enterro não comparece nenhum amigo ou funcionário da empresa. Apenas sua esposa e os dois filhos. Até a casa para a qual trabalhou toda a sua vida no sentido de pagar e que representava sua principal dívida, tem a última prestação, paga justamente no dia de sua  morte.
        
Os dois filhos Biff e Happy são também, dois ‘perdedores’ e infelizes que também não encontram seu espaço e sua identidade. A esposa, Linda Loman  é o ponto de contato com a realidade, encara os fatos com resignação e paciência.
    
A atualidade( a peça foi encenada pela primeira vez em 1949) da obra de Miller é pelo impacto de sua crítica ao  capitalismo que prega a vitória do sucesso sob pena de morte da identidade.  Vale dizer que é o sucesso de uma meia dúzia, sustentado pela alienação de milhões.  A tragédia do homem comum,  comprado pela ilusão do sucesso, que chega ao fim da vida sem valor algum e por isso mesmo não sabe  quem é . A cena em que ele grita “ Eu sou Willy Loman....” é justamente a prova do contrário, ele sabe que não é ninguém. No vazio do seu interior, ele sente-se desintegrado.
    
A falta de heróis hoje, leva muitos a sonhar apenas com estrelato e fama . Por que tanta celebridade? Por que tanto interesse em fofoca? Por que nossas crianças não se interessam em aprender? Por que nossos jovens não sonham mais? Por que a informação passou a ser mais importante do que o conhecimento ?
   
Não seria a alienação a tragédia do homem da pós-modernidade? Não estaria a tragédia humana tornando-se apenas  mais um ‘ reality show ’ ?
    
Há uma mão oculta a nos motivar . É isso o  que nos assusta, na verdade a motivação de muitos é  induzida apenas pelo lucro de um empresário. Vende-se de  tudo no mercado: corpos perfeitos, romance , fé, educação, fama, até amigos ’ leais’. Vendem-se personagens ! A mídia está cheia deles : escolha sua máscara.
   
 Em uma entrevista de Miller que assiti no YouTube ele disse:
“ Minhas peças falam de uma lei invisível ... Sempre o que não vemos é mais importante do que o que  podemos ver. “
   
Não sei se Miller, ateu confesso, ficaria satisfeito com a dimensão da sua obra em minha vida, mas gosto de Miller, além de outros motivos, porque ele comprova uma das verdades ditas por Jesus ,  sobre a qual o cristão nascido de novo fundamenta sua fé: “ De que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma? ”
    
Certamente não vivemos o fim da história, mas com certeza  precisamos saber o que fazer com a vida que pulsa dentro de nosso coração e interpretar tanta informação que chega diariamente até nós.
     
Segundo Miller, há uma lei invisível que rege as coisas, ele não conseguiu encontrar Deus nela. Eu e muitas outras pessoas , entretanto, o  encontramos e esse encontro abriu nossos olhos espirituais, para que pela fé pudéssemos encarar a dura realidade do que somos. Só que com uma pequena grande diferença, o amor de Deus preenche o nosso vazio e dá a dimensão exata da dor, o cristão conhece a cruz, mas também o terceiro dia ... a vida que brota da morte. Um novo homem, identidade resgatada  sob a visão do perdão.
   
O que mais salta aos olhos é o fato de Willy criar um mundo de ilusão, que o leva a não encarar a realidade , culminando com o seu   suicídio.  Seu sofrimento interior é excruciante. É a tragédia da morte do eu no dia-a-dia da vida que é sustentada por uma mentira. Ele apostou no sonho da prosperidade e acabou um mendigo de si mesmo, quando, na ausência de amigos, precisava de si mesmo , mas não encontrou ninguém.
        
A busca pela identidade é o destino desta viagem a que chamamos vida... O que sou? De onde vim? Para onde vou? Por essas inquietações a humanidade chegou até aqui. A nossa resposta a elas dará formato a nossa vida. A tragédia é o homem não achar-se a si mesmo ao responder a tais perguntas.
       
Tragédia maior ainda é saber que o amor de Deus está disponível, mas muitos recusam esta oferta maravilhosa de vida, que nos é dada de graça, mas que custou o alto preço do sacrifício de Jesus na cruz.

    Referências :
MILLER, Arthur . Death of a Salesman. N.Y: Penguim Books, 1982.
MORTE do Caixeiro Viajante. Direção: Volker Schlondorff. Produção: Robert F. Colesberry.
Arthur Miller, Tribute ( Part 2 ) http://www.youtube.com/watch?v=A_hpELHz2Ws&feature=related

Eliani Gracez (Zero Hora)



Estranha modernidade, diz o documentário. Uma classe que não quer enxergar a sua servidão, não conhece a rebelião. Não luta mais pela sobrevivência ou por um lugar ao sol, luta por um objeto que lhes dê status social. A aglomeração em que vive e mora o escravo moderno é reflexo da servidão. Semelhante a jaulas e prisões.


O escravo moderno paga por sua jaula, e nela acumula mercadoria, sonhando em ser feliz. A ideologia de massa despoja cada ser de si mesmo. Não é mais a demanda que determina a oferta, mas sim a oferta que determina a demanda. E assim o escravo compra o que lhe é imposto – o modelo novo de celular, o carro com alta tecnologia. O velho computador não serve mais, o escravo moderno precisa de um computador de última geração, mesmo que seja só para acessar o Facebook.

O escravo moderno não está no comando da situação, a situação comanda o escravo. A cada instante surgem novas necessidades para o escravo moderno, e é mais fácil aceitar a demanda imposta pelo mercantilismo
do que lutar contra ela. 

E o que dizer da alimentação do escravo moderno? É quando ele se alimenta que demonstra melhor o estado de sua decadência. Sem tempo para se alimentar melhor, o escravo moderno se obriga a engolir rápido o que a indústria agropecuária produz. Consome o que a indústria da falsa abundância lhe permite consumir.

A falsa ilusão da abundância de escolha pelos alimentos disfarça a degradação dos conservantes e corantes, dos pesticidas e hormônios.

Irmãos menores, parafraseando São Francisco, são mortos cruelmente para servir de alimento. Mas o escravo moderno não se importa com isso. A regra do consumo é o prazer imediato. Como resultado deste
prazer, o escravo está se tornando obeso. A produção de energia, de alimento e de lixo está acabando com o
planeta. As mudanças em termos de cuidados para com a natureza planetária são superficiais. E tudo continua como era antes. 

Para o escravo moderno não se rebelar contra o sistema consumista, houve uma inversão de valor.
No passado, o trabalho era para quem não tivesse nobreza. Hoje, o trabalho enobrece o homem. Com esse pensamento o escravo alienou-se mais ainda. Com tanto trabalho, passam a vida a produzir aquilo que
somente alguns terão direito de usufruir. Triste servidão! Obedecer, produzir e consumir, eis a regra. O escravo moderno obedece aos pais, obedece aos professores, obedece ao patrão. “De tanto obedecer, adquire reflexos de submissão”.

Da obediência surge o medo de aventurar-se, medo de arriscar-se. O escravo moderno não sabe viver sem o poder que o criou, por isso ele continua a obedecer. O poder que governa o mundo tem o consentimento do escravo moderno, ele está disposto a pagar o preço por todo esse consumismo.

O DEUS DINHEIRO

O escravo moderno também precisa de um Deus, por isso entrega sua alma ao deus do dinheiro. Em nome desse novo deus, o escravo moderno estuda, trabalha, luta e serve fielmente. Em nenhum outro tempo alguém
serviu tanto a um Deus como nos dias de hoje. O escravo moderno entende que o novo deus o libertará. Como se o dinheiro andasse de mãos dadas com a liberdade.

O novo deus ninguém ousa recriminar. E assim a forma de poder forma escravos para o novo deus desde a infância. Crianças aprendem pela televisão que é possível usar daquilo que é mais baixo para vender
qualquer coisa. Vender é tudo o que importa ao sistema consumista. O consumismo está acabando com o planeta.

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Há pessoas que dizem que o dinheiro pode não trazer a felicidade mas "AJUDA" e "COMO AJUDA" !
São pessoas que estão envoltas na ilusão que os Orientais chamam de MAYA.

A "FELICIDADE" que se sente ao comprar alguma coisa é uma falsa felicidade, que em verdade não supre o nosso desejo íntimo de realização. A nossa realização reside sempre na necessidade de sermos aceitos que é na verdade a necessidade de se relacionar e em última análise a necessidade de sermos amados.

O homem é um animal social que vive precisando de relacionamentos. Ao adquirir algum objeto ou algum bem, sempre tem como objetivo um outro ser humano. Espera ser reconhecido, ser amado, ser notado, mesmo que seja algo de necessidade pessoal como o alimento por exemplo. Se compra o alimento, busca manter-se vivo para continuar se relacionando. A sua vida gira em torno dos outros. Necessitamos dos outros para tudo.

Os adornos das nossas vestes, o ato de pentear o cabelo, a pintura de nossas casas, tudo absolutamente tudo existe para que mantenhamos a nossa vida e atendamos as nossas necessidades materiais e para que os outros vejam, e assim possam admirar-nos e amar-nos nessa eterna necessidade de reconhecimento e de amor.

Não percebe que tudo é uma ilusão porque o amor dos outros não depende do que compramos ou do que temos, mas depende do amor que lhes possamos dar.  Em verdade sempre colhemos o que plantamos. Se doamos amor iremos colher amor. Portanto devemos semear amor para colher amor mais a frente, procurando ajudar a todos em todas as oportunidades que tivermos. Devemos ter sempre em nossa face um sorriso, uma palavra otimista, jamais falando mal de quem quer que seja, nem em brincadeira.

A divindade (Deus) deve se refletir em nossa face para os outros que nos cercam, e portanto todos os nossos atos devem ser de fraternidade. Assim procedendo iremos reunir em torno de nós boas influencias que irão contribuir para que a nossa luz interior brilhe e assim atraia nossos semelhantes, aqueles mesmos que são objeto do interesse intrínseco que temos de sermos amados.

Dentro dessa perspectiva o dinheiro e os bens materiais não contribuem em nada, porque se alguém se aproxima de outro por aquilo que o outro possui, não o faz por amor mas por interesse. Esse ser que se aproxima, pode não ter necessariamente amor, e quando o motivo da atração deixar de existir, sobrará apenas a afeição pura sem adornos se essa conseguiu se sedimentar dentro do relacionamento que iniciou por interesse. 

É assim  então que muitos, iludidos pela vertigem que as riquezas proporcionam, lançam-se em sua busca, passando por cima de tudo e de todos, e até por cima de si próprios, abrindo mão de momentos importantes de suas vidas, de relacionamentos caros, e de cuidados com a própria saúde. Descobrem mais adiante a mais das vezes, que conseguiram riqueza mas essa não lhes serviu para nada, porque na sua busca esqueceram de cultivar os valores que são realmente importantes.

O dinheiro serviu então para o cultivo de falsas amizades, mais interessadas em tirar proveito das riquezas inutilmente conquistadas. Estragar os filhos que julgando ter direito às facilidades que o dinheiro dos genitores poderia lhes proporcionar, não valorizaram o esforço da conquista, preferindo deleitar-se em pueris facilidades. E finalmente a aproximação de falsos amores que cuidaram de reunir o útil ao agradável, procurando tirar proveito de uma situação mais vantajosa.

É verdade que fatores diversos poderão influir no rumo dos acontecimentos, evitando que todas as desgraças que os bens materiais, são capazes de gerar, concorram simultaneamente para um quadro tão indesejável, mas em geral esses bens são uma porta aberta para exatamente esses eventos, que serão estimulados pela fartura de recursos materiais.

Descobrem mais a frente que tudo o que conseguiram terão que deixar aqui, porque no lugar para onde todos nós iremos do mais rico ao mais pobre, as riquezas terrenas serão deixadas para trás, às mãos dos que as desejam, mas que não saberão dar-lhes o devido valor por não as terem conquistado com  o próprio suor.

Não será raro então que essas riquezas escorram por entre os dedos incautos daqueles que as abraçaram e troquem de mãos mais rápido do que se poderia supor, Já que lhes faltará a previdência e a experiência que a conquista poderia forjar.

Entretanto de todos esses males que narrei, existe um que sem dúvida é o pior de todos. Falo da eternidade. No lugar para onde se vai depois que os olhos se fecham para o mundo material e se abrem para a eternidade, todo orgulho e vaidade que o dinheiro em geral é grande incentivador, servirá de mais profunda miséria, e então os olhos se abrirão para uma realidade tão dura, que se poderá afirmar que em verdade serás tu que gozastes das riquezas do mundo, e que pensavas poder comprar o reino dos céus, um miserável, pobre, cego e nu. Em verdade em um tempo tão curto como um sonho do qual se acorda, será pedida a tua alma e então todas as tuas riquezas para quê servirão e para quem ficarão?



Segundo o documentário “Da servidão moderna”, de Jean-François Brient, que está na internet com um apelo marxista, a escravidão não terminou. Apenas mudou sua ideologia. A escravidão moderna é voluntária. O novo escravo escolhe o amo que ele quer servir, e com isso se julga livre.

sábado, 14 de julho de 2012

PROJECIOLOGIA - Viagem espiritual.



O sono é o refrigério da alma, pois enquanto o corpo físico repousa no leito, os portões do plano espiritual se abrem para o buscador coerente. 

O projetor consciente ingressa nas esferas extrafísicas e vê a verdade espiritual frente a frente, sem subterfúgios ou enganos.

          I Corintios 15 versículo 40
40 Também há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres.
 41 Uma é a glória do sol, outra a glória da lua e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.

42 Assim também é a ressurreição, é ressuscitado em incorrupção.

43 Semeia-se em ignomínia, é ressuscitado em glória. Semeia-se em fraqueza, é ressuscitado em poder.

44 Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual.

Sutilizando a densidade do psicossoma, ele muda de dimensão e vislumbra os anjos. Irradiando luz pura, eles lhe passam o conhecimento e o amor integrados que lhe permitirão a viagem consciente para o plano mental, sua verdadeira morada.

O projetor consciente volta contente para o soma adormecido. Logo o sol vai raiar e é necessário trabalhar e experienciar a vida humana na crosta terrestre. Ele está contente, pois tem consciência de que novas noites virão e as portas espirituais se abrirão novamente.



Projeção da consciência é a capacidade que todo ser humano tem de projetar sua consciência para fora do corpo físico. 

Essa experiência tem recebido diversas nomenclaturas, dependendo das doutrinas ou correntes de pensamento que a mencionem: viagem astral (Esoterismo), projeção astral (Teosofia), experiência fora do corpo (Parapsicologia), desdobramento, viagem da alma (Eckancar), projeção do corpo psíquico ou emocional (Rosacruz), projeção da consciência (Projeciologia) etc.


Para que o leitor possa compreender o fenômeno da projeção da consciência, é preciso entender que a consciência possui diversos corpos ou veículos de manifestação, que se interpenetram e coexistem em freqüências vibratórias diferentes.

Para melhor entendimento, podemos dividir esses veículos de manifestação da seguinte maneira:

CONSCIÊNCIA :

CORPO MENTAL (pensamento - plano mental)
PSICOSSOMA (emoção - plano astral)
CORPO FÍSICO (manifestação - plano físico)

A consciência está sediada no corpo mental. O corpo mental está sediado na cabeça extrafísica do psicossoma. O psicossoma está sediado por toda a extensão do corpo físico. 

O corpo físico é o veículo de manifestação mais denso que a consciência possui. Ele sustenta, em sua estrutura, os outros veículos de manifestação mais sutis e rarefeitos que são o psicossoma e o corpo mental. A projeção da consciência é o desprendimento temporário dos veículos de manifestação mais sutis (psicossoma e corpo mental) do corpo físico. 

Esse desprendimento pode se dar com o corpo mental e o psicossoma juntos ou somente com o corpo mental separado.

Quando a consciência, que está sediada no corpo mental, projeta-se para fora do corpo físico, através do psicossoma, no plano astral, o fenômeno é denominado de "projeção astral". Quando esta se dá através do corpo mental no plano mental, o fenômeno é denominado de "projeção mental" ou "projeção do corpo mental".

O nome "projeção da consciência" parece ser o mais adequado para definir a experiência extracorpórea, pois abrange tanto a projeção astral como a projeção do corpo mental.



O psicossoma pode ser definido como a contraparte extrafisica do corpo físico, ao qual se assemelha e com o qual coincide minuciosamente, parte por parte. É uma réplica exata do corpo físico em toda sua estrutura.


A diferença entre os corpos está em que o psicossoma é constituído de matéria astral, que vibra numa freqüência mais sutil e é infinitamente mais refinada do que a matéria física que constitui o corpo físico.

Sendo um veículo de matéria extrafísica, o psicossoma é normalmente invisível e intangível ao olhar e toque físicos. 

Durante o estado de coincidência, ou junção dos veículos de manifestação da consciência, ele está sediado por toda a extensão do corpo físico, interpenetrando-o completamente.

Assim, o psicossoma coincide com o corpo físico durante as horas em que a consciência está totalmente desperta. Mas no sono, os laços que mantém os veículos de manifestação unidos se afrouxam e o psicossoma se destaca do corpo físico.

Essa separação é que constitui o fenômeno da projeção da consciência. Pode ocorrer não somente durante o sono, mas também no transe, na síncope, no desmaio ou sob a influência de um anestésico.

Normalmente, o psicossoma, quando projetado além do físico, mantém a forma daquele corpo, de modo que o projetor é facilmente reconhecido por aqueles que o conhecem fisicamente. 

Segundo muitos pesquisadores do assunto, isto deve-se ao fato de que a atração entre as partículas astrais e físicas, continuada através da vida física, instala um hábito ou impulso na matéria astral do psicossoma, que continua mesmo quando ele é temporariamente afastado do corpo físico adormecido.

 A partir desse mesmo princípio, explica-se a plasmagem da indumentária extrafísica, uma vez que deve-se considerar que a mente é o grande comandante da moldagem psicossomática, consciente ou subconscientemente. 

Sendo um corpo energético com uma capacidade de plasmagem de formas em sua estrutura, o psicossoma pode se apresentar ocasionalmente durante a projeção com configurações não antropomórficas como: bola de luz, forma vaporosa, formato semi-humanóide etc.

O nome "psicossoma" parece ser o mais adequado para definir esse veículo de manifestação, já que nos planos extrafísicos evoluídos, os anjos o denominam dessa forma. 

Portanto, é bom o projetor se acostumar com esse nome, pois ele é o mais usado fora do corpo. Entretanto, ele também é denominado de corpo astral, perispírito, duplo astral, corpo fluídico, corpo espiritual (Conforme o apóstolo Paulo) etc.





quarta-feira, 11 de julho de 2012

ESTOU CANÇADO DA PALHAÇADA NA POLÍTICA BRASILEIRA.

Vamos falar com sinceridade. É preciso que alguém fale a verdade com todas as letras.
 O que fez o EX-SENADOR DEMOSTENES TORRES?

Não estou aqui para defende-lo, até porque meu partido é o PDT de Leonel Brizola que na pessoa de Miro Teixeira jogou pesado, cumprindo o seu papel no que eu não o condeno, mas ter que aguentar todos aqueles Senadores subirem na tribuna para fazer uma defesa da moral e dos bons costumes, do decoro parlamentar, e da lisura na política é algo que me embrulha o estômago.

Em primeiro lugar, um Político, Delegado de polícia, Juiz autoridade ou seja lá o que for não pode ser amigo de um SUPOSTO BANDIDO? Ou mesmo de um bandido? É crime ser amigo de alguém que tenha conduta marginalizada? Sabendo ou não sabendo dos delitos do marginal? Ser amigo não é com-pactuar com seus crimes. Ser cúmplice é uma coisa. Ser amigo é outra coisa. O amigo bom pode ser uma boa influência no sentido de tirar do crime aquele que o comete.

Além do mais o que ficou comprovado? Apareceu um dialogo na TV onde mostra uma conversa do contra ventor Carlinhos Cachoeira (Veja que estou falando CONTRA VENTOR que é diferente de CRIMINOSO, já que ser Banqueiro de Jogo de Bicho não é a priori Crime.) Nesse Dialogo o Contra ventor solicita informações sobre um projeto de Lei que iria regulamentar o jogo. Demostenes faz comentários sobre essa lei, prometendo mandar uma cópia do projeto. Sinceramente, se eram amigos como confessa publicamente o Senador, não vejo nisso nenhum crime nem nada que comprometa o interesse público, já que não foi conversado sobre licitações irregulares, e nem o Senador disse que iria votar dessa ou daquela maneira. Apenas deu informações o que é lícito para qualquer cidadão Brasileiro, conhecer os projetos de lei de seu interesse.

Não vi nenhum dialogo que comprovasse tudo de que lhe acusaram. 

E além do mais! Todos sabemos que todos aqueles que lá na tribuna subiram para jogar para as câmeras os seus 15 minutos de fama, dando a aparência de paladinos da justiça, estão para lá de cansados de receber contribuições de campanha para depois zelar pelos interesses dos seus mecenas políticos. Qual foi o preço das campanhas políticas desses defensores da moral e dos bons costumes?

Aqui no Rio de Janeiro a campanha política mais barata de todas para a câmara municipal do Rio de Janeiro, foi a de Jandira Feghali no início dos anos 2000. Custou a bagatela de R$400.000,00 (Quatro centos mil reais) As outras chegaram até a 1,5 milhões de Reais.

Agora me digam. Quem é que vai gastar 1 milhão de Reais em uma campanha política para depois receber um salário de algo em torno de R$20.000,00 (Vinte mil reais)????

O TRE do Pará acaba de divulgar os valores que os partidos vão utilizar na campanha eleitoral de 2010. O dados foram apresentados ontem na oficialização do registro de candidatura, mas somente divulgados na noite desta terça (6).

O PMDB estipulou um teto de R$20 milhões para a campanha do Governo e R$10 milhões para o Senado. 

A Coligação Frente Popular Acelera Pará definiu para a campanha de Governo, o valor de  R$ 47 milhões. Desse valor, o PP entrará com R$ 2 milhões, o PT com R$ 40 milhões e o PR com R$ 5 milhões.

Para o Senado serão R$ 22 milhões. O PP investirá R$ 2 milhões e o PT os outros R$ 20 milhões.

A Coligação Juntos com o Povo estipulou o valor de R$12 milhões e para o Senado R$12 milhões.

Os candidatos para o Governo do Estado serão: Domingos Juvenil (PMDB), Ana Júlia Carepa da Coligação Frente Popular Acelera Pará, Simão Jatene da Coligação Juntos com o Povo, José Cleber Barros (PSTU) e Fernando Antônio Martins Carneiro (PSOL).

Para as duas vagas ao Senado concorrem nove candidatos, além de 544 para deputado estadual e 138 para deputado federal. O número de candidatos estava dentro do esperado pelo TRE.

A lista com os nomes deve ser publicada pelo TRE no próximo dia 8. O tribunal tem até dia 5 de agosto para concluir todos os processos de impugnação. (Diário Online)

Temos que deixar de ser INGÊNUOS, mas se não somos ingênuos, o pior é ouvir os discursos de defesa do DECORO PARLAMENTAR. Ai é demais para o meu pobre estômago.

domingo, 8 de julho de 2012

INVESTIDA DAS TREVAS



SOB O PRETEXTO DE PROMOVER A LUTA, MICHAEL SONNEN OFENDE TODA UMA NAÇÃO,
PROVOCANDO UMA PODEROSA FORÇA. O ÓDIO COLETIVO.
Passamos no momento por um processo muito bem arquitetado pelas trevas. Trata-se do incitamento ao ódio coletivo.

Sabemos que nossos pensamentos tem uma poderosa força. São eles quem atraem os espíritos que se sintonizam com nossos pensamentos. 

O ódio é portanto a mais perigosa de todas as forças e muito poderosa já que ela é o oposto do sentimento mais positivo de todos e o mais poderoso que é o amor. 

O ódio é um poderoso ácido corrosivo que sufoca seu portador, destruindo-lhe fortemente as reservas de bem estar e equilíbrio interior. 

Produtor de doenças trágicas como o câncer por exemplo, o ódio leva a destruição do ser humano e promove o confinamento do espírito em zonas de sofrimento e desequilíbrio.


Ódio é um termo que se origina do latim odiu, que é a paixão que impele a causar ou desejar mal a alguém; execração, rancor, raiva, ira: aversão a pessoa, atitude, coisa, etc.; repugnância, antipatia, desprezo, repulsão rancor profundo e duradouro que se sente por alguém; aversão ou repugnância, antipatia, etc. .

O ódio solapa o ser humano considerado verdadeiro flagelo psicológico.

Com muita propriedade a filosofia chinesa assevera: "sentir ódio é como beber água salgada, aumenta mais a sede".

Como livrar-se deste sentimento aviltante e destruidor?

O ódio coabitando com os nossos sentimentos não nos leva a nada; muito pelo contrario juntamente com o rancor é um grande fábrica geradora de distúrbios psicos somáticos.
A PROMOÇÃO DOS SENTIMENTOS
DE ÓDIO COLETIVO.

O que gera a maior difusão do ódio é que existem mecanismos que os propagadores do ódio e da intolerância utilizam eficazmente, usando sofisticamente os compromissos anti racistas em favor de uma pseudo integraçãoenquanto que a razão e a ética nos exige difundir o antirracismoe conscientizar os intolerantes, que para um futuro pacífico deverá existir uma sociedade mais justa e tolerante, mas infelizmente as sociedades são cada vez más fracas diante das atitudes xenófobas e discriminatórias

Podemos considerar a estratégia da luta contra o ódio difundindo, a redução da individualidade dos grupos com falsos nacionalismos no momento que se intenta a globalização que não deve ser simplesmente com a permuta de tecnologias mas de sentimentos fraternalistas.
PLATÉIAS EMBEVECIDAS SE
 DELICIAM COM ESPETÁCULOS
DE SANGUE TAL QUAL
A SOCIEDADE ROMANA NA
ÉPOCA DOS GLADIADORES.

A desumanização do «outro» torna-se sumária numa forma progressiva de descrendeciamento do respeito ao próximo como ser humano. Começa dessa forma um processo de difamação e preconceito com a criação de falsas imagens que vão estereotipando o sub consciente social, em cada um de nos que vamos assumindo os tópicos, dos estereótipos.

Assim, em relação aos negros existe quem diga que não são dotados de inteligência igual aos outros grupos raciais, como se entre os brancos e os amarelos todos fossem dotados de uma inteligência superior, existe quem diga que os homossexuais são degenerados, contra a natureza, como se os que não são tivessem o dom da virtude inata, e  que os judeus são, ambiciosos e avarentos, e os ciganos traiçoeiros e mal viventes, os islamitas vingativos, e os comunistas tinham, segundo prestigiosos estudiosos, estruturas imaturas em seus processos mentais, etc. .

Então somente os estigmatizados citados seriam os portadores de tais aberrações como que outros grupos humanos portariam consigo todas as virtudes e qualidades.

Tais "dogmas" anticientíficos e irracionais são propagadores de estribilhos que propagam o ódio contra os que portam os estigmas delineados pelos sofistas da sociologia, psicologia, política, etc. .

Uma vez que os grupos humanos que se consideram "normais", dentro de conceitos sofistas do grego. sophistés, 'sábio', "posteriormente impostor" interiorizou-se a falta de humanidade pelo «outro», isto é criou-se um sentimento de grupos humanos superiores e inferiores e estereótipos falsos tais com os homossexuais (todos, como categoria) violam costumes e querem destruir a família, os judeus tentam, controlar a economia, os emigrantes são os que deixam os outros sem trabalho e sua índole é deliquencial.

Qualquer pessoa pode cair na estratégia do ódio, pessoas desempregadas, pais preocupados pela segurança de seus filhos comerciantes assustados pela violência, etc., podem unir-se a agressão e a descriminação tendo o ódio como fonte, não porque sejam xenófobos, homófobos anti-semitas ou anti-islamitas, senão como reação irracional diante do que se tem interiorizado como fontes de agressão contra eles. 

Como é possível que pessoas sensatas criam simplesmente tantas aversões e ódios?

Dessa forma demônios das trevas procuram inspirar homens sintonizados com o ódio contra a humanidade para instigar tais ódios, como por exemplo Hitler que se aproveitou de uma hecatombe social causada pela primeira guerra mundial.

Dessa forma a segunda guerra mundial surge como subproduto do ódio coletivo, dos dominados contra seus dominadores e dos dominadores por sua falta de humanidade para com os dominados.

A resposta, cremos, não é tão simples, mas raciocinando friamente a opressão gera o ódio e o ódio gera a opressão. Causa e efeito se retro-alimentam.

Portanto onde há opressão há o ódio e o rancor são uma constante.


É muito comum ouvir-se que tal pessoa tem gênio forte, porque não leva "desaforo para casa". Ou então, que se nosso "orgulho" for ferido, devemos devolver o insulto com a mesma intensidade. E quem não agir desta forma é visto como um covarde, fraco, ou sem ombridade.

Tomou-se assim um "ponto de honra" a necessidade de retribuir-se o mal com o mal e o resultado é que a cada dia isso aumenta o ódio em todos os setores. Falta a reflexão sobre os ensinamentos do mestre Jesus.

Não percebemos, mas contribuímos diariamente para que isso se propague. Se analisarmos nosso cotidiano, veremos que tanto em nossa casa, no trabalho e até no lazer o homem comum se melindra por qualquer discordância de ponto de vista e logo delineamos uma forma de vingança lançando sementes fecundas de ódio.

Também não deixamos que a opinião que emitimos seja contrariada; e que nossos desejos, às vezes absurdos e egoístas, sejam ignorados. 

Ai daquele que se opuser às vontades de uma pessoa que porta consigo o estigma do ódio! Mesmo que seja só em pensamento, passamos a desejar que aquela pessoa passe por poucas e boas.

Sentimos uma estranha satisfação quando alguém que não gostamos ou nos desentendemos sofre dificuldade.

Tal fato é uma demostração cabal do ódio que portamos dentro de nós. É quando o ódio junta-se a vingança.

Quando tomamos conhecimento de crimes hediondos, o primeiro sentimento que nos vem a tona é que o indivíduo sofra na própria carne a dor que fez os outros passarem. 

Isso é comum em noticiários que divulgam crimes hediondos, incitando os espectadores da TV, Jornais ou radio a um ódio desenfreado.


Essa vibração arrastará a todos os que as alimentarem a um desequilíbrio espiritual que terá como conseqüência a abertura de seu campo mental, (pontos de entrada de energias) para a influência de demônios que os irão insuflar cada vez mais ao ódio, tendo em vista que a vibração do ódio tende a sintonizar-se com a vibração negativa desses demônios. 


Uma vez conseguindo se fixar ou exercer uma mínima influência, eles se aproveitarão para espalhar sua influência deletéria e dominar sua vítima agora enredada em suas teias mortíferas. 


Vão instalando nos centros mentais de controle do indivíduo, dispositivos terríveis engendrados no inferno que irão progressivamente retirando de seus portadores o próprio controle, arrastando-os à uma violência crescente e à progressiva loucura.


O sentimento de ódio coletivo produz uma vibração deletéria,  que se espalha no ambiente de uma coletividade, arrastando-a a conseqüências nefastas como as guerras por exemplo, ou a descriminações raciais que ensejam outros crimes e uma cumplicidade com o ódio e a violência.

Quando combatermos o desejo de vingança é ódio com a razão e não com a emoção um grande passo se estará dando. 

Precisamos desencorajar esses sentimentos, vigiando nossos pensamentos como disse o mestre Jesus. VIGIANDO E ORANDO. A oração e a vigília permanente aos nossos pensamentos formam uma barreira contra a influência do mal em nossas vidas, poupando-nos de sofrimentos e doenças.

O mestre Jesus nos ensinou que deveríamos ser prudentes como a serpente e mansos como as pombas.

O Mestre nos mostrou sua sabedoria, pois se formos prudentes agiremos com cautela, previdência, em todos os nossos atos; e com a mansidão, teremos respeito e amor, respeitando o próximo da mesma forma gostaríamos que fossemos respeitados.


Dessa forma Anderson Silva deu uma demonstração do carinho e do respeito que essa maravilhosa nação Brasileira dá ao resto do mundo, perdoando seu oponente e convidando-o para um churrasco em sua casa.

Anderson Silva venceu Chael Sonnen com poucas dificuldades. O brasileiro ficou cinco minutos de costas para o chão se defendeu do ground and pound e, no segundo round, venceu o adversário com um nocaute técnico sem a menor dificuldade. Ele defendeu pela 10ª vez consecutiva o cinturão dos médios.

Por fim, Anderson encerrou com uma demonstração de boa vontade. Ele chamou o norte-americano, cumprimentou e pediu aplausos dos brasileiros em Las Vegas “para mostrar que o Brasil também tem gente educada”. Depois, contemporizou.

“Isso daqui é esporte. É assim mesmo. Eu convido o Chael Sonnen para um churrasco. Se ele quiser, ele pode ir em casa, minha mulher cozinha para a gente”, disse Anderson ainda no octógono.

A atitude teve efeitos positivos

Chael Sonnen, surpreendeu o mundo ontem por alguns momentos devido a uma declaração que ele fez durante uma entrevista em um programa de televisão americano em relação a seu grande rival, o brasileiro e atual campeão dos pesos médios da UFC, Anderson Silva.


Sonnen pediu desculpas a Anderson pelas inúmeras vezes que provocou e humilhou o brasileiro, segundo ele, para tentar ganhar atenção e respeito da mídia e das pessoas. Por fim, ele pediu perdão ao brasileiro e ainda afirmou que não mais pretende enfrentar o brasileiro no octógono.

“Anderson, ao longo dos últimos meses eu tenho menosprezado o seu nome na tentativa de ganhar respeito e atenção. Isso foi errado e peço desculpas. Minhas ações foram antidesportivas e inoportunas. Me tornei o desafiante pelo cinturão recentemente, mas estou renunciando. Não quero mais confrontos com você, nem no octógono e nem na mídia. Em suma, eu me rendo.”
Dessa forma o AMOR venceu

Por este motivo, não devemos buscar a vingança, ou nos satisfazermos com a dor de outra pessoa, por pior que esta pareça ser. Nem mesmo concordar que os crimes hediondos sejam pagos com a morte.

Nos ofendemos, se nos injuriam dizendo que agimos como animais irracionais, mas assim procedemos quando temos como um forte vetor no nosso comportamento que todo o ato que seja contrário ao nosso modo de pensar ou agir deve ser retribuído com o ódio.


SOMOS TODOS CHAPECOENSES