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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

COMO TRATAR A AIDS (SIDA) "SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA", DE FORMA ALTERNATIVA.

RECEBEMOS A SEGUINTE MENSAGEM

Meu nome é Miss Catherine Wilson da Rússia, eu estava diagonised com HIV-AIDS por meu namorado em mais de 4 anos agora, eu tenho gastar um monte de dinheiro sobre esta doença só para garantir que a doença me deixe em paz, mas infelizmente nada foi feito, eo médico também me disse que essas doenças vai se livrar da minha vida, se eu deixar de fazer algo sobre isso agora, eu vai para vários lugares em muitos países diferentes para buscar resposta para a minha doença hiv mas ninguém podia ajudar, até que um dia quando se navega na internet, eu deparei com um testemunho terrível de uma senhora que também foi diagonised por HIV-AIDS e foi morto depois de desobedecer as boas maneiras e regras de DR.Akwuke que instruíram a ela para fazer um pouco de sacrifício para se certificar de que ela é curado, de modo que ela estava morta, porque ela nunca quer fazer o que o Dr. perguntar dela, entrei em contato com ele para a minha própria doença e disse a ele que eu estou pronto para fazer o em VENDER DROGAS CONTRA AIDs É MAIS RENTÁVEL DO QUE DESCOBRIR A CURA.

RESPOSTA.
  • Prezada amiga
    Se eu tivesse AIDS iniciaria na mesma hora a tomar as seguintes medidas.
    1 - Fazer AUTOHEMOTERAPIA injetando 20 ml do meu próprio sangue colhido das veias a cada 5 dias.
    Iria injetar 10 ml em cada nádega a cada cinco dias. É o tratamento de choque da Autohemoterapia.
    2 - Fazer um tratamento a base de alimentação macrobiótica sem uso de carne, para uma total desintoxicação.
    3 - Iniciaria a fazer uma alimentação alcalina inclusive com água alcalina com ph 10. Você pode conseguir isso tomando água com gotas de limão mais duas colherinhas de chá de bicabornato de sódio.
    4 - Iniciaria um programa de exercícios que eu implementaria diáriamente enquanto tivesse forças, principalmente exercícios aeróbicos. Corrida, bicicleta etc... Sem exagero e respeitando a idade. Acima de 40 anos, caminhadas.
    5 - Faria uma alimentação a base côco e tomando diariamente bastante água de côco. (Nas ilhas em que a alimentação é a base de côco não se desenvolve a AIDS.) Porque o côco tem 42% de monolaurina depois que é absorvido pelo organismo. A monolaurina é a mesma que existe no leite materno e elimina virus e bactérias.
    6 - Está proibido fazer frituras com qualquer outro óleo que não seja óleo de côco. Óleo de côco, pode comer ovos a vontade mais alimentos integrais ricos em fibra, sempre em pequenas porções, fazendo no mínimo seis pequenas refeições diárias.
    7 - Não pode de forma nenhuma comer enlatados, refrigerantes e alimentos que tenham gordura TRANS.
    8 - E infelizmente é necessário tomar o coquetel anti-AIDs. Afinal mesmo sabendo que faz mal eu não posso ser responsavel por alguma coisa de mal que venha a lhe acontecer pelo fato de ter recomendado que não o tomasse. Mas fazendo o que prescrevo, provávelmente irá combater a nocividade do remédio.
    9 - Não esqueça da parte espiritual. Toda doença começa primeiro no espírito e depois vai para o corpo. Se possível pratique MEDITAÇÃO e um pouco de YOGA. está comprovado que a prática de uma atividade espiritual potencializa o efeito curador dos remédios.

    Que a paz do mestre Jesus esteja com você!!!
    Excluir
  • OBS: Já ia esquecendo. Não deixe de fazer uma boa reposição de vitaminas e sais minerais. Escolha um bom multivitamínico que reponha os níveis normais de vitaminas e sais minerais do seu corpo. Desconfie de qualquer um. Pesquise um multivitamínico que efetivamente tenha dado bons resultados, Os bons não são os que se encontram em qualquer farmácia e os atletas costumam conhecer os excelentes, as vezes importados. É importante repor principalmente os níveis de magnésio, mas também zinco e outros.

  • Acreditamos que o maior recurso alternativo contra a AIDs seja a auto-hemoterapia


    É uma técnica simples. Mediante a retirada de sangue da veia E SUA IMEDIATA APLICAÇÃO NO MÚSCULO, AUMENTA EM QUATRO VEZES O NÚMERO DE MACRÓFAGOS NO ORGANISMO. São os macrófagos QUE FAZEM A LIMPEZA DE TUDO, eliminando bactérias, vírus e câncer.

    Veja mais detalhes sobre a AUTOHEMOTERAPIA nos links abaixo.


    CASO DE CURA DE AIDS RELATADO PELO MAIOR DIVULGADOR DA AUTO-HEMOTERAPIA, O DR. LUIZ MOURA.



    Descobridor do HIV diz que virus sozinho não provoca AIDS As pessoas que mantém o sistema imunológico saudável conseguem se livrar naturalmente até do vírus da AIDS. E a melhor forma de manter o organismo em condições de enfrentar esses riscos do HIV é fazer a auto-hemoterapia, que eleva a imunidade do organismo ao máximo por cinco dias a cada aplicação e volta ao normal gradativamente entre o sexto e sétimo dia. 

    A constatação sobre a imunidade é do descobridor do vírus HIV, Luc Montagnier, que recentemente concedeu entrevista bombástica afirmando que a AIDS não é provocada somente pelo vírus, mas precisa de outras circunstâncias. Na entrevista o cientista, que é também ganhador do Premio Nobel de Medicina afirma acreditar que "nós podemos ser expostos ao HIV muitas vezes sem ficarmos infectados cronicamente". 

    Segundo ele, "Nosso sistema imunológico irá se livrar do vírus dentro de poucas semanas, se você tiver um bom sistema imunológico". Isso significa que todo aparato de enfrentamento da AIDS pode ter sido apenas uma forma de enriquecer determinados setores da área médica e farmacêutica. Coisa que a imprensa não questionou nem investigou desde a descoberta do vírus. Luc Montagnier, 81 anos, é o virologista e médico francês que em 1983 descobriu com a sua equipe, nos laboratórios do Instituto Pasteur, o retrovírus da Síndrome da imunodeficiência adquirida, inicialmente designado LAV, e que em 1986 recebeu o nome de VIH-HIV. Foi galardoado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2008. Já em 2009, no Parlamento Europeu, durante a conferência dedicada ao "Futuro da investigação biomédica no século XXI" opinou que "o principal objetivo da investigação científica do VIH devia ser a criação de uma vacina terapêutica", e que "não nos devemos centrar na vacina preventiva".







    --- Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

    O Parecer 12/07 do Conselho Federal de Medicina - CFM que critica a auto-hemoterapia e afirma que essa técnica não seria eficaz desqualifica-se por si só, pois declara que muitos trabalhos de pesquisas científicas deixaram de ser considerados porque estavam escritos "em outros idiomas". Acreditem: isto está no Parecer do CFM. Deixaram de considerar trabalhos científicos de vários países porque estavam "escritos em outros idiomas".

    Para ter uma ideia da falta de cuidado do CFM, está escrito no seu Parecer que “Das 91 indicações da base de dados referida, 26 não estão escritas em inglês, senão nos idiomas dos países em que foram publicadas: 3 em polonês, 6 em russo, 7 em alemão, 1 em chinês, 3 em espanhol, 2 em francês, e 4 em italiano. Desses 91 artigos, apenas 39 apresentam abstracts disponíveis e 18 estão em idiomas não identificados pela fonte”.
    Tradutores juramentados

    Caso o órgão quisesse tratar do assunto de forma correta, caberia mandar todos esses trabalhos para tradutores juramentados e utilizar o seu conteúdo na análise do assunto.  A propósito, a certa altura o Parecer afirma que “Grebnev e Shumkii (1995), em periódico soviético, relatam a melhora de pacientes com estomatite herpética crônica com auto-hemoterapia magnética e afirmam ter demonstrado uma tendência à normalização de alguns parâmetros da imunidade celular e humoral em pacientes assim tratados. Este trabalho, publicado há 12 anos na Rússia, não foi analisado no original e, portanto, não é possível determinar o seu nível de evidência.”

    Dá para ter uma ideia do descaso com que o assunto foi tratado. Primeiro, o trabalho mostra a melhoria dos pacientes e o Parecer confessa que “não foi analisado no original”. Em seguida, opina de forma tendenciosa, que “É improvável que este estudo tenha tido algum impacto no Ocidente em face do idioma em que está publicado, da precária distribuição internacional da revista em apreço e da ausência de publicações sob o tema.”
    Pubmed já tinha 106 estudos

    Ao contrário do que está colocado no parecer do CFM, o médico Alex Botsaris - autor de livros como “Sem Anestesia”, que teve grande repercussão na área de saúde – afirma que “não é verdade que essa terapêutica não tenha nenhum fundamento, nem que não haja nenhum trabalho publicado sobre ela na literatura mundial ou nacional, como afirma a SBHH” (Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia). Ele define a Auto-hemoterapia como “um recurso terapêutico simples que consiste em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo”.

    O Dr. Alex Botsaris informa que “Na base de dados pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos.” Segundo ele, “É um numero modesto, mas mostra que alguma pesquisa já foi realizada.” Cita que “Um estudo, inclusive, foi realizado no Brasil. O artigo do Dr. Botsaris está publicado no link http://www2.uol.com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm .
    Refutações e seu porque

    Outro aspecto do partidarismo do CFM pode ser visto no portal médico mantido pela entidade, onde a chamada para o Parecer recebeu o sintomático título de "Refutações à Auto-Hemoterapia". Ou seja, o CFM demonstra que não está do lado da ciência nem da comprovação de eficácia científica. Está contra a auto-hemoterapia e as consequências disso sabemos que são muitas. Até porque o CFM permite oficialmente que seus membros, os médicos, recebam presentes dos laboratórios farmacêuticos. E a cada comprovação de eficácia da auto-hemoterapia as pessoas deixam de precisar de medicamentos.

    Tortuoso caminho, pois logo logo teve de voltar atrás e atender reclamações dos anestesiologistas que, através da sua Sociedade, exigiram a permissão para continuar usando a auto-hemoterapia através do procedimento denominado Tampão Sanguíneo Peridural, pelo qual a pessoa recebe uma injeção de sangue para fazer face a fortes dores de cabeça que sentem no pós-operatório.

    Como se a população não merecesse qualquer justificativa, também de forma estranha, é permitido o uso da auto-hemoterapia através do Plasma Rico em Plaquetas. Mas aí deve ser tão somente porque o uso por médicos resulta em bons retornos, já que são cobradas altas quantias pelas aplicações, que chegam até a R$ 4.000,00.
    Outros usos ficaram confusos, mas as autoridades de saúde fogem do assunto: são os casos, por exemplo, dos resultados obtidos na área da genética e do cordão umbilical, e o efeito no pós-operatório, que foi objeto inclusive da pesquisa do Dr. Jessé Teixeira e resultou no trabalho denominado “Complicações Pulmonares Pós- Operatórias: Autohemotransfusão” (http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf ) .

    A publicação do CFM, por seu título, deixa grande dúvida: a sociedade precisa saber por que refutações. Por que CFM age contra a Auto-hemoterapia, se àquele órgão caberia, ao contrário, colaborar na promoção de estudos para comprovar ou não a sua eficácia. O que está bem claro é que a ordem era proibir a Auto-hemoterapia. Mas a sociedade não se rendeu ao arbítrio e à injustiça. A cada dia essa comprovação vem chegando e os órgãos responsáveis pela saúde vão ter a auto-hemoterapia como certas pessoas um dia tiveram Zagalo na Seleção Brasileira. Aí cabe a metáfora, onde a auto-hemoterapia diz à Anvisa e ao CFM: “Vocês vão ter que me engolir”.





    Tudo isso começou com a repercussão do DVD da entrevista do Dr. Luiz Moura sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=N-dmpGfkKN0 .

    BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE CÔCO


    NO EMAGRECIMENTO
    O Óleo de Coco Extra Virgem possui ação termogênica que irá acelerar o metabolismo, gerando calor e queimando calorias. 
    NA REGULARIZAÇÃO DO INTESTINO E NO FORTALECIMENTO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO
    Contribuindo para eliminar vírus, bactérias, vermes e fungos, equilibrando a flora intestinal devido à alta concentração de ácido láurico, que no óleo de Coco Extra Virgem é semelhante ao encontrado no leite materno. 
    NA AÇÃO ANTIOXIDANTE
    Devido aos benefícios diretos da Vitamina E, combate e inativa os radicais livres. Coopera também na cicatrização e recuperação de tecidos lesionados. 
    NO ANTIENVELHECIMENTO
    Estimulando o funcionamento da glândula tireoide que auxiliará no controle do mau colesterol, o LDL, e estimulará a produção do bom colesterol, o HDL. A tireóide funcionando bem irá interferir em outros processos hormonais, retardando o envelhecimento e prevenindo problemas cardiovasculares, obesidade, doenças degenerativas e outras enfermidades relacionadas à idade. 
    NA DIABETES
    Ajudando a manter os níveis de insulina estáveis, resultando em sensações de saciedade e diminuindo a compulsão pelo consumo de doces e carboidratos em geral. 

    O CÔCO NO COMDATE AO HIV

    Segundo a Dra. Enig em um artigo publicado no jornal The Hindu, o Jornal Nacional da Índia, o óleo de coco é convertido pelo organismo em “monolaurina”, um ácido graxo com propriedades antivirais, que pode ser útil no tratamento da aids. Um repórter do The Hindu escreveu o seguinte a respeito da apresentação da Dra. Enig durante uma conferência em Kochi:

    “Houve um momento nos Estados Unidos em que uma criança comprovadamente diagnosticada positiva tornou-se HIV negativa. Essa criança havia sido alimentada com uma fórmula com alto teor de óleo de coco. A experiência foi significativa e os esforços estão voltados para se encontrar as causas da redução da carga viral da criança com HIV quando alimentada com uma dieta que ajuda na geração de monolaurina no organismo”.

    O repórter comenta também a observação feita pela Dra. Enig de que a monolaurina ajuda na inibição de outros males, como sarampo, herpes, estomatite vesicular e citomegalovírus, e que, pelo avanço das pesquisas, há uma indicação de que o óleo de coco oferece certas medidas de proteção contra substâncias cancerígenas.

    Estudos divulgados pelo Dr. Conrado S. Dayrit em 25 de julho de 2000 em Chennai, Índia, no 37º Encontro Cocotécnico, mostraram um grande potencial terapêutico para os óleos láuricos (com alto teor de ácido láurico, como o babaçu, tucumã e coco-da-baía). A experiência da administração diária de 50 ml de óleo de coco em 15 pacientes (10 mulheres e 5 homens) portadores do HIV (o vírus da aids) que nunca haviam recebido nenhum tipo de tratamento anti-HIV, no Hospital de São Lázaro, nas Filipinas, sob a responsabilidade do Dr. Eric Tayan, mostra um aumento do linfócitos de defesa do corpo CD4 e CD8 de 248 para 1.065 e de 570 para 1671, respectivamente.

    Um homem que tinha uma carga viral muito baixa e que não sofreu mudanças não foi incluído no resultado final da pesquisa. As estatísticas finais incluíram resultados para 4 homens e 10 mulheres e mostraram que 7 de 14 pacientes tiveram uma redução em três meses de uso diário do óleo, enquanto 8 sofreram redução em seis meses. Os níveis de CD4 e CD8 aumentaram em 5 pacientes, mas não mantiveram relação com a diminuição da contagem viral.

    A adição de óleos láuricos na alimentação de pacientes portadores do HIV pode trazer como benefício à diminuição do nível da carga viral em indivíduos HIV positivos, diminuição do antígeno P24 e aumento do CD4 e/ou CD4/CD8.

    Com bases nas pesquisas acima, o uso de óleos láuricos na alimentação de pessoas com baixa imunológica, que possuem grande facilidade em gripar, pessoas com doenças bacterianas e viróticas como tuberculose, pneumonia, herpes, doenças venéreas, autoimunes, como o lúpus e a psoríase, câncer, Crohn, entre outras, seria de extrema valia. Da mesma maneira, o emprego deste óleo na massagem se mostra eficaz para o tratamento dos mesmos problemas, pelo fato de sua penetração pela pele ser muito fácil. Óleos láuricos são os óleos mais finos e de melhor penetração pelos poros, sendo também os melhores veículos carreadores para óleos essenciais. Na alimentação podem ser utilizados para cozinhar e fritar alimentos, substituindo os óleos de soja, girassol e milho. O uso local destes óleos ainda pode ser uma fonte interessante para tratamento de escaras, feridas infeccionadas e inflamações.


    A dose terapêutica

    Baseada nos seus cálculos e na quantidade de ácido láurico encontrada no leite materno humano, a Dra. Enig sugere para adultos uma dieta rica de 24 gramas de ácido láurico diariamente. Essa quantidade corresponde a aproximadamente 3,5 colheres de sopa de óleo de coco ou 300 ml de puro leite de coco. Essa é a dose terapêutica diária sugerida pela Dra. Enig, baseada nas suas pesquisas de acido láurico contidos no leite humano materno.

    Fonte: Óleo de Coco Brasil

    ESTUDOS MOSTRAM QUE O
    ÓLEO DE COCO É UM FORTE INIMIGO DO HIV


    Cientistas filipinos e canadenses em estudos isolados descobriram que princípios químicos encontrados no óleo de coco não sópodem destruir o HIV (AIDS), como também inibir o desenvolvimento do vírus e sua carga viral.

    Por Frank Cimatu
    Inquirer News Service
    PDI Northern Luzon Bureau
    Cidade de Baguio


                A Fundação Filipina para Pesquisa e Desenvolvimento do Coco juntamente com o Hospital São Lázaro e os Laboratórios United, conduziram em 1999 os primeiros testes de HIV / AIDS efetuados nas Filipinas. Os testes envolveram 15 pacientes do Hospital São Lázaro portadores de HIV, nos primeiros estágios de desenvolvimento do vírus.
                Os testes basicamente procuravam determinar se a monolaurina, um derivado do ácido laurico seria responsável pelo aumento de células CD4 e a redução da carga viral nos pacientes num estágio ainda não detectável. As células CD4 são a primeira linha de defesa do corpo contra doenças e infecções, mas também são as primeiras a serem atacadas pelo HIV. A carga viral é a quantidade de vírus no sangue.                           
                O Dr. Conrado Dayrit, Presidente da Academia Nacional de Ciências e Tecnologia e membro do Conselho do PCRDF, num pronunciamento anterior, afirmou que o HIV, o vírus que causa a AIDS, está envolvido por uma membrana gordurosa que a monolaurina pode penetrar e mutilar rapidamente após ingerido. A monolaurina destrói a membrana que envolve o vírus por um processo de amaciamento. “Se isso acontece, o vírus morre” disse o Dr Dayrit.
                Romulo Conde, Supervisor Técnico do PCRDF, disse que os resultados foram promissores, mas a fim de satisfazer a comunidade cientifica, precisam de conclusões mais concretas. Não é bom tirar conclusões pela metade, acrescentou. Disse ainda que os testes continuarão no próximo ano.
                De acordo com a edição de Novembro da “Discover Magazine”, um grupo de cientistas canadenses desenvolveram o que eles chamaram de “camisinha invisível”, que nada mais é do que uma gelatina anti-microbiana atuando na prevenção do HIV.  A equipe liderada pelo Dr Michael Bergeron disse que o gel, incolor e inodoro, não é um preventivo para gravidez, mas pode bloquear o vírus da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis.
                “O preparado do Dr Bergeron, que ele chama de “camisinha invisível” consiste de dois componentes. O primeiro é um polímero gelatinoso, que é liquido na temperatura ambiente, mas torna-se um gel quando na temperatura do corpo.
                Quando introduzido, o liquido se dissemina por toda a parede vaginal, tornando-se em seguida uma gelatina e criando uma barreira semi-sólida contra agentes infecciosos”,  reportou a  Discover Magazine. O segundo ingrediente é um anti-germe como o lauril sulfato de sódio, uma substância saponácea que dissolve as membranas dos vírus, eliminando-os. O lauril sulfato de sódio é um elemento químico derivado do ácido laurico e do leite materno, conhecido como um eliminador de micróbios. A gelatina, quando testada em ratos, foi 90 a 100 por cento eficaz na eliminação do vírus da herpes genital
                Em outro artigo publicado no “Indian Coconut Journal “ em Setembro de 1995, a Dra. Enig afirmou :

    “O reconhecimento da atividade anti-microbiana da monolaurina tem sido registrada desde 1966. O trabalho embrionário pode ser creditado a Jon Kabara. Essa pesquisa anterior foi direcionada para os efeitos virucidais por causa dos possíveis problemas relacionados com a preservação de alimentos. Alguns dos antigos trabalhos deHierholzer e Kabara (1982), que mostravam os efeitos virucidais da monolaurina sobre vírus envolvidos em RNA e DNA, foram elaborados em conjunto com o Centro de Controle de Doenças do Serviço Publico de Saúde Americano, com protótipos selecionados ou reconhecidos como envolvidos em membranas de lipídios de grande rigidez. “
                A Dra. Enig afirmou em seu artigo, que a monolaurina, cujo precursor é o acido laurico, destrói a membrana de lipídios que envolve o vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos.
                Ela escreveu: “Dos ácidos graxos saturados, o ácido laurico tem uma atividade antiviral maior do que os ácidos caprilico(C10) e miristico (C14). A ação atribuída aomonolauril é a de que ele solubiliza os lipídios contidos no envoltório do vírus, causando a destruição desse envoltório.”  Na Índia, o óleo de coco é ministrado a bezerros no tratamento de Cryptosporidium conforme reportado por Lark Lands Ph.D no seu livro a ser lançado, “Positivamente Bem”.
                Apesar de não ter sido mencionado por Enig, o HHV-6A é um vírus que tem uma capa envolvente cuja expectativa é que se desintegre na presença de acido Lauricoe/ou Manolaurina
                Segundo Dra. Enig, HIV, sarampo, Vírus da estomatite vesicular (VSV), Herpes Simplex Virus (HSV-1), VisnaCytomegalovirus (CMV), Influenza vírus, Pneumonovirus,Syncytial vírus e Rubeola, são algumas das doenças que tem suas atividades inibidas pela Monolaurina. Algumas bactérias, que incluem ListeriaStaphylococus aureus,Streptococus agalactiaeStreptococci dos Grupos A, B, F e G, Organismos Gran-positivos e Gran-negativos tornaram-se inativas pelo ação da monolaurina.

    O OLEO DE COCO NATURAL NA AIDS E EM OUTRAS INFECÇÕES VIRAIS 
               
                Em 19 de Julho de 1995 a Dra. Enig falava para um artigo publicado no jornal “THE HINDU”, O Jornal Nacional da Índia, quando afirmava que o óleo de coco é convertido pelo organismo em “monolaurina”, um ácido graxo com propriedades anti-virais, que pode ser útil no tratamento da AIDS. Um repórter do “THE HINDU” escreveu o seguinte a respeito da apresentação Dra. Enig durante uma conferência em Kochi :

    “Houve um momento nos Estados Unidos em que uma criança comprovadamente diagnosticada positiva, tornou-se HIV Negativa. Essa criança havia sido alimentada com uma fórmula com alto teor de óleo de coco. A experiência foi significativa e os esforços estão voltados para se encontrar as causas da redução da carga viral da criança com HIV quando alimentada com uma dieta que ajuda na geração de monolaurina no organismo”.

                O repórter comenta também a observação feita pela Dra. Enig de que a monolaurina ajuda também na inibição de outros vírus como o sarampo, herpes, estomatite vesicular e Citomegalovirus e que pelo avançado das pesquisas, há também uma indicação de que o óleo de coco oferece certas medidas de proteção contra substâncias cancerígenas.

                Estudos divulgados pelo Dr. Conrado S. Dayrit, MD em 25 de julho de 2000 em Chennai na Índia, no 37º Encontro Cocotécnico, mostraram um grande potencial terapêutico para os óleos láuricos (com alto teor de ácido láurico, como o babaçu, tucumã e côco da bahia). A experiência da administração de 50ml de óleo de coco diária em 15 pacientes (10 mulheres e 5 homens) portadores do HIV (o vírus da AIDS) e que nunca haviam recebido nenhum tipo de tratamento anti-HIV, no Hospital de São Lázaro, nas Filipinas, sob a responsabilidade do Dr. Eric Tayan, M.D, mostraram um aumento do linfócitos de defesa do corpo, CD4 e CD8 de 248 para 1.065 e 570 para 1671 respectivamente. Um homem que possuía uma carga viral muito baixa (<0 .4x103="" as="" class="GramE" da="" do="" e="" estat="" finais="" final="" foi="" inclu="" mudan="" n="" nbsp="" no="" o="" para="" pesquisa.="" que="" ram="" resultado="" resultados="" sofreu="" span="" sticas="" style="margin: 0px; padding: 0px;">4 homens e 10 mulheres e mostram que 7 (2h, 5m) de 14 pacientes tiveram uma redução em 3 meses de uso diário do óleo, enquanto 8 (3h, 5m) sofreram redução em 6 meses. Os níveis de CD4 e CD8 aumentaram em 5 pacientes, mas não mantiveram relação com a diminuição da contagem viral.
               A adição de óleos láuricos na alimentação de pacientes portadores do HIV pode trazer como benefício a diminuição do nível da carga viral em indivíduos HIV positivos, diminuição do antígeno P24 e o aumento do CD4 e/ou CD4/CD8. Com bases nas pesquisas acima, o uso de óleos láuricos na alimentação de pessoas com baixa imunológica, que possuem grande facilidade em gripar, pessoas com doenças bacterianas e viróticas como tuberculose, pneumonia, herpes, doenças venéreas, auto-imunes como o lúpus e a psoríase, câncer, Crohn entre outras, seria de extrema valia. Da mesma maneira, o emprego deste óleos na massagem se mostra eficaz para o tratamento dos mesmos problemas, dada sua penetração pela pele ser muito fácil. Óleos láuricos são os óleos mais finos e de melhor penetração pelos poros, sendo também os melhores veículos carreadores para óleos essenciais. Na alimentação podem ser utilizados para cozinhar e fritar alimentos, substituindo os óleos de soja, girassol e milho. O refino não interfere nas suas propriedades terapêuticas, apesar de ser melhor o óleo in natura, porém a hidrogenação da parte insaturada do óleo pode levar à formação de gordura trans capaz de causar câncer, aumento do colesterol, entre outros desequilíbrios. O uso local destes óleos ainda pode ser uma fonte interessante para tratamento de escaras, feridas infeccionadas e inflamações. 

    A DOSE TERAPEUTICA
                    Baseada nos seus cálculos, e na quantidade de acido Láurico encontrado no leite materno humano, a Dra. Enig sugere para adultos, uma dieta rica de 24 gramas de acido láurico  diariamente. Essa quantidade corresponde a aproximadamente 3,5 colheres de sopa de óleo de coco ou 10 onças de Puro Leite de Coco. Aproximadamente 7 onças de coco bruto devem conter 24 gramas de acido láurico. Essa é a dose terapêutica diária sugerida pela Dra. Enig, baseada nas suas pesquisas de acido láurico contidos no leite humano materno.

    ÓLEO DE CÔCO E CÂNCER
                Em um estudo de Reddy e al (1984) com animais, puro óleo de côco exerceu efeito inibitório mais forte que o óleo MCT quando empregado em tumores do cólon induzidos pelo uso de azoximetano. Outras pesquisas de Cohen e al (1986) mostraram que os efeitos não promotores do cãncer do óleo de cõco foram também observados no câncer dos seios induzido quimicamente. Neste modelo, a pequena elevação do colesterol nos animais comendo óleo de côco funcionou como protetora enquanto os animais comendo mais óleo poliinsaturado (milho, girassol, etc) tiveram redução do colesterol, mas contudo mais tumores. Os autores notaram que “...uma tendência inversa geral tem sido observada entre os tipos de lipídeos no organismo e a incidência de tumores para os 4 maiores grupos de gorduras.”  
    OS EFEITOS DO OLEO DE COCO NOS NIVEIS DE COLESTEROL E HDL

                    A Dra. Mary Enig MS (Cientista Nutricional) desenvolveu uma pesquisa original onde mostra a correlação positiva entre o óleo vegetal e o câncer e a negativa entre este e a gordura animal.  Ela elaborou uma análise clara dos componentes das gorduras “trans” em 200 alimentos.
     As gorduras “trans” são formadas quando os óleos vegetais são hidrogenados ou aquecidos a altas temperaturas. Com altas temperaturas, fica alterada a sua forma original “cis” transformando a gordura em gordura “trans”.
                Ela estudou o efeito dessas gorduras trans, originárias de alimentos, sobre a função mista do sistema oxidativo do fígado que metaboliza no organismo drogas e poluentes ambientais. Um importante achado desses estudos foi que animais de laboratórios submetidos a uma dieta especial contendo gorduras trans, sofreram alterações nas atividades desse  sistema de enzimas. Esses resultados foram em parte responsáveis pela revisão no Health Aspects of Dietary Trans Fatty Acids, mantidas pela Federação das Sociedades de Biologia Experimental, Life Sciences Research Office por solicitação do FDA (Food and Drug Administration)
                Dra. Mary Enig tem 17 artigos publicados em jornais científicos desde 1976. Em 1986 foi nomeada pelo Governador de Maryland para o Conselho Estadual de Aconselhamento Nutricional. Foi editora colaboradora da revista  Clinical Nutrition” e consultora editorial do jornal do Colégio Americano de Nutrição. Desde 1979 já proferiu mais de 50 palestras em seminários sobre alimentos e nutrição.
                Num artigo publicado no “Indian Coconut Journal,” em 1995, a Dra. Enig afirmou que Ancel Keys tem uma grande responsabilidade pelo inicio da campanha contra a gordura saturada nos Estados Unidos. Ela questionou Keys afirmando que “toda gordura aumenta o colesterol; gorduras saturadas aumentam e as polinsaturadasreduzem o colesterol ; as gorduras hidrogenadas são problemas; as gorduras animal são problemas. E a Dra Enig conclui: “Como pode ser visto, seus achados não têm consistência”.
                A Dra. Enig também declarou : “Os problemas com o óleo de coco começaram há quatro décadas quando pesquisadores alimentaram animais com óleo de coco hidrogenado propositadamente alterado, para torná-lo completamente destituído de qualquer ácido graxo essencial. Os animais alimentados com óleo de coco hidrogenado (sendo a única fonte de gordura) apresentaram naturalmente uma deficiência em ácidos graxos essênciais. Houve um aumento do colesterol no sangue. Dietas que causam uma deficiência dos ácidos graxos essenciais provocam um aumento nos níveis de colesterol assim como nos índices arteroscleróticos. Os mesmos efeitos foram verificados com outros óleos hidrogenados como e de semente de algodão, soja e milho. Fica portanto claro que trata-se de uma função dos produtos hidrogenados, tanto por causa de uma deficiência dos ácidos graxos essenciais, como por causa das gorduras trans.
                    Uma questão que se coloca é: O que acontece quando animais são alimentados com óleo de coco não processado?  A Dra. Enig escreveu : “Hostmark at al...” (1980) comparou os efeitos das dietas contendo 10% de óleo de coco e 10% de óleo de girassol em proteínas distribuídas em ratos fêmeas da raça Wistar. Em relação ao óleo de girassol, o óleo de coco produziu níveis significativamente mais baixos  (p=0,05) de beta-pre lipoproteinas (VLDL) e significativamente mais altos (p=0,01) dealfa-lipoproteinas (HDL).  “(Nota do Editor : HDL é considerado o bom colesterol prevenindo os depósitos do colesterol LDL  nas paredes arteriais.)”. Enig cita também um estudo elaborado por Awad (1981) onde ratos da raça Wistar foram alimentados com 14% de óleo de coco natural e 14% de óleo de girassol. Ela afirmou:”  O óleo de girassol provocou nos tecidos dos animais um acúmulo de colesterol  seis vezes maior do que os animais alimentados com óleo de coco (não hidrogenados)”. A conclusão que se pode tirar é que alimentar animais com óleo de coco hidrogenado destrói a formação de ácidos graxos essenciais potencializando a formação de arteriosclerose. É importante frisar que animais alimentados com óleo de coco regular tiveram um índice mais baixo de colesterol no fígado e em outros órgãos do corpo.
                Enig também se referiu a um estudo epidemiológico elaborado por Kaunitz e Davrit (1992) em sociedades que se utilizavam do coco como alimento, onde se confirmou por um estudo da população, que uma dieta rica em óleo de coco não leva a um aumento dos índices de colesterol,  nem  das doenças coronarianas. Vale ressaltar que nessa sociedade não houve qualquer consumo de óleos hidrogenados. Apenas óleo de coco natural.
                Em 1989, Kaunitz e Davrit chamaram atenção para um relatório de Mendis et al onde mostrava que mulheres do Sri Lanka que tiveram suas dietas alteradas de óleo de coco natural para óleo de milho, apresentaram uma redução no Colesterol LDL de23.8%, o que é uma boa noticia, porem o colesterol HDL também apresentou uma redução de 41,4% o que é uma má noticia. Isso criou uma relação LDL/HDL desfavorável, significando que numa dieta de óleo de milho haverá um maior depósito de colesterol nas artérias em relação ao óleo de coco natural. Em suma, a dieta com óleo de milho líquido acelera o depósito de colesterol, em comparação com aquela de óleo de coco natural. 
                O óleo de coco natural, ao provocar um aumento no HDL (bom colesterol), ajuda na prevenção de arteriosclerose e de doenças do coração. Enig cita também a pesquisa de Tholstrup et al (1994) com óleo de palmeira (não hidrogenado) rico em acido láurico contendo também ácido mirísticoTholstrup encontrou também um aumento significativo nos níveis de colesterol HDL
    No seu artigo, Enig registrou que os efeitos do óleo de coco em pessoas com baixo nível de colesterol é justamente o contrário daqueles com um alto nível. As pessoas com uma baixa contagem de colesterol, deverão apresentar um aumento de colesterol sanguíneo, do colesterol LDL e especialmente do colesterol HDL. Já as pessoas com alto nível de colesterol apresentarão uma redução dos níveis de colesterol total e colesterol LDL.
                Os estudos que ela menciona mostra que em ambos os grupos a relação HDL/LDL se move numa direção favorável. Para pessoas com AIDS ou com comprometimento da imunidade para outras doenças, as conclusões desse pesquisa são profundas. Isto significa que tudo que tem sido informado ao público pela televisão no últimos 15 anos a respeito dos óleos vegetais têm sido meias-verdades, levando esse público a conclusões errôneas. O público tem sido levado a acreditar que óleos tropicais provocarão bloqueio nas artérias levando a doenças cardíacas. O que ocorre na verdade é justamente o contrário. Óleos tropicais naturais ajudam na preservação das artérias enquanto que ocorre o oposto com a maioria dos outros óleos vegetais, principalmente as gorduras hidrogenadas tão utilizadas hoje em pastelarias, biscoitos, pães, margarinas e produtos industrializados em geral.
    Esta política contra o côco, babaçu e o dendê (palma), tem sido mantida por grandes multinacionais americanas que, sendo os maiores produtores mundiais de óleos vegetais poliinsaturados (soja, milho, canola e girassol), não querem sofrer perdas financeiras que estas alternativas trariam a eles, pois óleos extraídos de plantas tropicais como os cocoqueiros custariam muito mais baratos e seriam mais acessíveis às populações de baixa renda.
                A DrEnig também informa que o óleo de canola é o pior para ser utilizado em qualquer circunstância. Quando utilizado na cozinha ele produz um elevado nível de gorduras trans

    ÓLEO DE CÔCO E MASSAGEM

                Óleos láuricos como o de côco da Bahia e babaçu, são extremamente finos, de baixa viscosidade, sendo por isso excelentes veículos carreadores para óleos essenciais, dada à sua fácil e rápida penetração pelos poros da pele. São excelentes fontes alternativas para substituição do óleo mineral, hoje considerado dentro de alguns estudos científicos como cancerígeno. A vantagem é que são baratos e competitivos como produtos naturais.
                São emolientes naturais, que podem ser empregados refinados ou não, possuindo normalmente uma longa durabilidade. Agem na pele hidratando suavemente, refrescando e devido ao seu teor em ácido láurico, como moderados anti-sépticos, além de terem efeito imunoestimulantes.   

                Como côco, são compreendidas várias alternativas da família das palmeiras, que contém óleos vegetais extraídos por prensagem, fervura ou artesanalmente por exposição ao sol de seus frutos e com alto teor de ácido láurico (acima de 40%) e que podem ser utilizadas para tudo o que foi descrito anteriormente por geraremmonolaurina no corpo. Entre estas alternativas disponíveis atualmente no mercado para uso tanto alimentar quanto para massagens temos:

    Côco da Bahia
    Babaçu
    Murumuru
    Tucumã (tucum)
    Palmiste
    Coquinho

    Textos organizados, selecionados e complementados pelo Prof. Fábián László (prof_fabian_laszlo@hotmail.com)

    Onde comprar óleo (côco da bahia, babaçu, tucumã) e leite de côco produzidos no Brasil, para uso na alimentação e como veículo carreador em massagens:

    Aromalandia - Av. Afonso Pena, 748 / 1401 – Centro – BH – MG – 30130-002
    Tel: (31) 3271.1187 / 3271.0979  – http://aromalandia.isonfire.com

    Referências:

    Report 14, Keep Hope Alive Magazine

    Mary Enig cita 24 referências científicas na página 7 de seu artigo “Lauric Acid for HIV-infected Individuals,":

    1. IssacsC.E. et al. Inactivation of enveloped viruses in human bodily fluids by purified lipidsAnnals of the New York Academy of Sciences 1994;724:457-464.
    2. Kabara, J.J. Antimicrobial agents derived from fatty acids. Journal of the American Oil Chemists Society 1984;61:397-403.
    3. Hierholzer, J.C. and Kabara J.J. In vitro effects on Monolaurin compounds on enveloped RNA and DNA virusesJournal of Food Safety 1982;4:1-12.
    4. Wang, L.L. And Johnson, E.A. Inhibition of Listeria monocytogenes by fatty acids and monoglyceridesAppli Environ Microbiol 1992; 58:624-629.
    5. Issacs, CE et al. Membrane-disruptive effect of human milkinactivation of enveloped virusesJournal of Infectious Diseases 1986;154:966-971.
    6. Anti-viral effects of monolaruin. JAQA 1987;2:4-6 7. Issacs CE et al. Antiviral and antibacterial lipids in human milk and infant formula feedsArchives of Disease inChildhood 1990;65:861-864.
    TRATAMENTOS PARA A SUA SAÚDE E PARA CURAR AIDS.


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