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domingo, 23 de fevereiro de 2014

VOLTA A NOSSAS MENTES O DEBATE SOBRE JOÃO GOULART.

Legalidade, o que é isso? Legalidade é algo que foi convencionado como o certo. São as instituições. Se um país não tem instituições, não tem legalidade, se não tem constituição, se não tem leis, é um bando, uma tribo, um povinho, não é um país, não é um povo, não é nada, e foi isso que aconteceu com o Brasil.



Um outro país, os Estados Unidos da América, defensor da "DEMOCRACIA", decidiu que tinha que interferir nessa "TRIBO", nesse "BANDO" daqui e ofereceu dinheiro. Dinheiro para um General que comandava o Segundo Exército, para esse dar um golpe no Presidente da República. O General, mesmo sendo "AMIGO" MUI AMIGO do Presidente, aceitou o dinheiro e mudou o rumo da revolução que não passou de uma QUARTELADA. Veja o vídeo abaixo.




Também ofereceu dinheiro para os governadores, financiou suas obras para que esses governadores fizessem oposição ao Presidente da República. Também ofereceu dinheiro aos deputados e senadores que se dispusessem a fazer oposição e conspirar contra o Presidente da República. Um verdadeiro MENSALÃO vindo do exterior. Ainda teve o displante de colocar aqui no Brasil dois institutos o IPES e o IBADE para fazer oposição aberta ao Presidente da República.






E qual foi o crime do Presidente da República? Aproximar-se da China, Aproximar-se da União Soviética, aproximar-se de Cuba, não para se tornar comunista, mas dentro da sua prerrogativa de um país livre que faz aliança com quem quiser, inclusive com os Estados Unidos e com todos os povos do mundo.

Por fim até a Igreja, por meio do Padre Payton, que queria unir Católicos contra Comunistas. Conspiração aberta dentro de um país democrático.

João Goulart cometeu o crime de querer tornar o Brasil um País livre, de querer fazer uma Reforma Agrária, de não querer se endividar, pois isso era a estratégia Americana para manter os países sub-desenvolvidos acorretados ao Banco Mundial e ao FMI como depois veio a ocorrer, de querer tornar esse país uma potência. Isso ia de encontro à política Norte Americana que por duas vezes declarou que não permitiriam e não queriam um NOVO JAPÃO ABAIXO DA LINHA DO EQUADOR. 





Eles queriam manter o Brasil escravo, acorrentado, uma república das BANANAS, que é o que eles sempre acharam que nós eramos e ainda acham, embora o governo do PT venha mudando essa realidade, já que saiu das grades  do FMI e acumulou uma reserva de 300 bilhões de dólares. Não reservas provenientes de aplicações de especuladores internacionais, NÃO, dinheiro que na verdade não é nosso, mas dinheiro proveniente de seguidos superavits comerciais provenientes de exportações, já que Lula promoveu a nossa indústria e saiu pelo mundo fechando negócios com quem? Com a CHINA inclusive. O Brasil hoje faz parte das economias emergentes do mundo, aquelas que tomarão as rédeas no futuro e essa é a nossa vocação como país continente e muito rico de riquezas naturais. O Brasil passou afazer parte do BRIC (BRASIL RUSSIA INDIA E CHINA).
João Goulart estava avançado no seu tempo, e a oligarquia EGOISTA e INCOMPETENTE, a mesma que demorou muito para acabar com a escravidão, que mantém um país que está entre as oito maiores economias do mundo e entre as três com a pior distribuição de renda, não aceitou isso e rasgou a constituição com o apoio dos Estados Unidosda América.

Jango não resistiu. Não porque lhe faltassem aliados, pois afinal o Terceiro Exército do Rio Grande do Sul Fechou com ele, e no Rio de Janeiro contava com tropas leais que depois estratégicamente mudaram de lado quando Jango retirou-se, (O Governador Carlos Lacerda chegou a ficar sitiado dentro do Palácio Guanabara) mas ele mudou de lado por vários motivos. Primeiro porque era um homem pacífico, tanto que recusou-se a bombardear as tropas do General Mourão filho que vinham de Minas e  que não tinha nem munição. Não queria ver ninguém ferido. Não sei quais eram as convicções religiosas de Jango, mas ele se mostrou nessa hora um verdadeiro Cristão. Afinal o Brasil não teve vocação para a Violência.





Posteriormente foi informado que tropas vindas dos Estados Unidos preparavam-se para desembarcar no Brasil apoiando a revolução, e pretendiam dividir o Brasil em Brasil do Norte e Brasil do Sul tal como os Estados Unidos fizeram com a Coréia e com o Vietname que estão divididos até hoje.

Seria então uma guerra civil que mergulharia a todos nós em vários anos de guerra, de ódios, de matanças. Nossos filhos cresceriam na Guerra e muitos morreriam. O Brasil teria que pagar um tributo de sangue demasiado grande, e Jango recuou. No Vietname foram mais de 35 anos de guerra. As pessoas adultas com 35 anos nasceram na guerra e viveram na guerra, tudo isso para alimentar a indústria bélica americana que tem que produzir armas para manter em funcionamento o seu parque bélico industrial, já que gastam em 5 anos 5 trilhões de dólares produzindo armas que depois serão abandonadas no deserto em umasucatasem precedentes. Dinheiro esse que poderia acabar  com a fome na África.

Depois que rasgaram a nossa constituição, violaram nossos valores, nos impuseram uma ditadura violenta, covarde, brutal, mataram jornalistas, estudantes, trabalhadores, torturaram e mataram nossos estudantes, eles finalmente ainda resolveram matar nossos líderes políticos, e dessa forma mataram Juscelino Kubtcheck, João goulart e Carlos Lacerda, a quem espionaram, perseguiram e finalmente  mataram com recursos de alta tecnologia ao melhor estilo da  CIA, e com a cooperação dessa.

ASSASSINOS, COVARDES, BILTRES, TRAIDORES DA PÁTRIA, MONSTROS, quem se lembrará de vocês agora que jazem nas profundezas do inferno? Como serão lembrados? MARIO ANDREAZA tão rico e agora defunto, e pior DEFUNTO PODRE, Todos vocês como serão julgados agora?  Vocês que mataram estudantes, que cortaram os bicos do seio de estudantes moças com tesoura, Que destruíram famílias, que destruíram sonhos, que traíram a pátria, que mataram o seu Presidente eleito que tinha LEGITIMIDADE a qual vocês jamais tiveram, primeiro porque eram incompetentes demais para isso e depois porque nunca receberam a aprovação popular. Que jogaram jovens de helicópteros sobrevoando o mar e os jogaram vivos. COVARDES. Essas palavras doem aos seus ouvidos sensíveis ai no inferno onde jazem seus restos apodrecidos.

Estou falando alguma mentira? Alguém tem a capacidade de me contestar? Pior que não.

Enquanto isso a vida continuou, como um coração de estudante, houve que se cuidar da vida que continuou e as flores, há... As flores continuaram a desabrochar, o sol continuou a nascer e a iluminar essa pátria mãe gentil e os amores, há! os amores continuaram, os carinhos, as amizades, a vida continuou, e hoje lembramos com carinho daqueles que se foram. Temos um sentimento de gratidão, de amor mesmo por esse Presidente, João Goulart que hoje ganharia qualquer eleição, e justamente por isso foi morto, e temos certeza que lá onde se  encontra, ele está ainda na política, trabalhando por esse país, que não está dividido como quiseram  dividi-lo, que não é um país destroçado pela guerra, por que ele decidiu assim, e que tem todas as condições de ser a grande e portentosa Nação que todos nós sempre  ouvimos dizer. Lá onde está ele verá isso, porque esse é o nosso destino queiram o BILTRES ou não.

Veja o filme da covardia, da falta de decência, do mêdo e da tragédia de todos  nós assistindo ao filme DOSSIÊ JANGO.





sábado, 22 de fevereiro de 2014

PORQUE JESUS É "O FILHO DO HOMEM"?


Em primeiro lugar, antes de ler essa matéria, procure na Internet, e verifique se V.S. encontra uma explicação lógica, intangível e clara para a seguinte pergunta.
Porque Jesus se autodenominava "O FILHO DO HOMEM"?

Jesus não era filho de homem no sentido em que conhecemos pois foi gerado pelo espírito santo sobre uma mulher, Maria mãe de Jesus, que jamais tinha se deitado com homem. Por outro lado Jesus era filho de Deus, portanto dizer que Jesus era filho do Homem seria atribuir a Deus a condição de homem o que de fato não é possível porque embora o homem tenha sido feito à imagem e semelhança de Deus, Deus é o que se poderia dizer, o que mais distante está de homem, já que é o ápice da perfeição absoluta.

O Novo Testamento se refere a Jesus como o “Filho do Homem” 88 vezes. O que isso significa? A Bíblia não diz que Jesus era o Filho de Deus? Então como Jesus também poderia ser o Filho do Homem? O primeiro significado para o termo "Filho do Homem" é usado em referência à profecia de Daniel 7:13-14: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído."

O termo "Filho do Homem" era um título Messiânico. Jesus é o único a quem foi dado domínio, glória e o reino. Quando Jesus usou esse termo em referência a Si mesmo, Ele estava atribuindo a profecia do “Filho do Homem” a Si mesmo. Os judeus daquela época com certeza estariam bem familiarizados com o termo e a quem se referia. Ele estava proclamando ser o Messias.

Deus chamou o profeta Ezequiel de "filho do homem" 93 vezes. Jesus era 100% Deus (João 1:1). 1 João 4:2 nos diz: "Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus." Sim, Jesus era o Filho de Deus – Ele era Deus em Sua essência. Em resumo, a frase "Filho do Homem" indica que Jesus é o Messias..

Mas se EZEQUIEL (Profeta) era Filho do Homem e Jesus também era, como se explica a questão do MESSIAS, tendo em vista que EZEQUIEL não era o Messias? Só Jesus era.

Confesso que essa pergunta me atormentou durante muito tempo e eu não encontrava explicação para ela, bem como para uma outra questão intrigante. Porque Jesus declarou que João Batista era o maior de todos os nascidos de mulher?

Jesus não nasceu de mulher, Maria sua mãe? E Jesus não era maior do que João Batista? Então porque João Batista era o maior de todos os nascidos de mulher? Vamos analisar o texto bíblico.

Mais a frente, Jesus em Mateus, capitulo 11 versiculo 10 em diante afirmava. 

verso 10 - Este é aquele de quem está escrito. Eis ai envio eu ante a tua face o meu mensageiro que há de preparar adiante de ti o teu caminho.

verso 11 - Em verdade vos digo que entre os nascidos de mulher, não surgiu outro maior do que João, o Batista, mas aquele que é menor no reino dos céus é maior do que ele.

verso 12 - E desde os dias de João o Batista, até agora, o reino dos céus é tomado a força, e os violentos o tomam de assalto.

verso 13 - Pois todos os profetas e a lei profetizaram até João.

verso 14 - E se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir.

Observamos aqui que João Batista é colocado sobre todos os nascidos de mulher mas inferior ao menor do Reino dos céus. O que isso pode significar?

Há um livro de Carlos Torres Pastorino que explica isso. Trata-se do livro Sabedoria do Evangelho que tem seis tomos. No tomo primeiro encontramos o seguinte:

FILHO DO HOMEM


A expressão hebraica “filho de ... “, exprime o possuidor da qualidade da palavra que se lhe segue: filho da paz” é o pacífico; “filho do estrangeiro” é o estrangeiro; nessa interpretação, “filho do homem é o homem. No entanto, embora em alguns passos possa interpretar-se assim (por exemplo):


Deus não é como um homem que mente, nem como o filho do homem que muda “, Núm. 23:19) nem sempre essa expressão se conservou com esse sentido. Na época mais recente do profetismo, o significado se foi elevando, passando a designar algo de especial.

Observamos assim que Daniel (7:13) descreve a visão que teve do “Filho do Homem que vinha sobre as nuvens do céu”. Isaías fala: “feliz o Filho do Homem que compreende isto” (56:2).Jeremias afirma que o Filho do Homem não habitará a Iduméia” (49:18) nem Asor (49:33) nem Babilônia (50:40
51:43), significando que não terá participação com os pecadores. 


Ezequiel só é chamado por YHWH (JAVÉ) de “Filho do Homem” (em todo o livro de Ezequiel, 92 vezes). O sentido, dessa maneira, se foi restringindo até assumir o significado que, na época de Jesus, já se havia firmado: era o Homem que já se havia libertado do ciclo reencarnatório (“guilgul” ou “samsara”). 


O que é Guilgul Neshamot o que entende sobre isso e o que ela ensina?

É um conceito místico do judaísmo cabalístico mais conhecido como "roda das almas" ou "transmigração das almas". É aquilo que se chama de reencarnação nas religiões reencarnacionistas. Você não vai poder ir muito além disso, porque o conhecimento da cabala é muito restrito aos judeus místicos. Não pense que esses seminários sobre "cabala" que falam por aí realmente abordam a cabala judaica. Eles falam mais sobre esoterismo do que sobre qualquer outra coisa.

A RODA DE SAMSARA
Samsara (sânscrito-devanagari: संसार: , perambulação) pode ser descrito como o fluxo incessante de renascimentos através dos mundos.

Na maioria das tradições filosóficas da Índia, incluindo o Hinduísmo, o Budismo e o Jainismo, o ciclo de morte e renascimento é encarado como um fato natural. Esses sistemas diferem, entretanto, na terminologia com que descrevem o processo e na forma como o interpretam. A maioria das tradições observa o Samsara de forma negativa, uma condição a ser superada. Por exemplo, na escola Advaita de Vedanta hindu, o Samsara é visto como a ignorância do verdadeiro eu, Brahman, e sua alma é levada a crer na realidade do mundo temporal e fenomenal.

Nesse sentido, “Filho do Homem” se opunha a “Filho de Mulher”, que representava o homem ainda sujeito às reencarnações, ainda não liberto da necessidade de nascer através da mulher.

O “Filho do Homem” é o Espírito que já terminou sua evolução, e que portanto se tornou o “produto do Homem”, o “fruto da humanidade”. Não mais necessita encarnar, mas pode fazê-lo, se o quiser.

Não está preso ao “ciclo fatal” (kyklos anánke): vem quando quer. São os grandes Manifestantes da Divindade, os Mensageiros, os Profetas, os Enviados, os Messias, que descem à carne por amor à humanidade a fim de trazer revelações, de indicarem o caminho da evolução, exemplificando com sua vida de dores e sacrifícios, a estrada da libertação, que eles já percorreram, e que agora apenas perlustram para mostrar, como modelos, o que compete ao homem comum fazer por si mesmo. É o caso de 
Krishna, Buddha, Moisés, Ezequiel, Jesus, Maomé, Ramakrishna, Bahá ’u ’lláh e outros.


Em o Novo Testamento encontramos o título “Filho do Homem” aplicado por Jesus a ele mesmo na seguinte proporção: em Mateus, 31 vezes; em Lucas, 25 vezes; em Marcos, 14 vezes; em João, 12 vezes; apenas em João 12:34 o título lhe é dado pelo povo. No entanto, Jesus não o aplica a mais ninguém. E dá-nos ele mesmo a definição do que entendia pela expressão, quando diz: “ninguém subiu ao 
céu, senão aquele que desceu do céu. A saber, o Filho do Homem” (Jo. 3:13), ou seja, só aquele que já subiu ao céu (que já se libertou da Terra, das reencarnações) é que, ao descer à Terra reencarnado, pode ser chamado “Filho do Homem”, como era seu caso. Esse tem conhecimento próprio, adquirido pela experiência pessoal, do que se passa nos planos superiores à humanidade, e portanto pode falar com autoridade.

Não sendo mais “Filho de Mulher”, mas “Filho do Homem”, podia ele dizer que João Batista era o maior entre os “Filhos de Mulher”, ou seja, entre aqueles que ainda estão sujeitos à reencarnação pela Lei do Carma. João era, realmente o maior entre os presos à “roda de Samsara”; mas o menor dos já libertos, era superior a ele; e Jesus era Filho do Homem, já liberto.

Interessante observar que, no resto do Novo Testamento, a expressão “Filho do Homem” aplicada a Jesus (que assim se denominava) só é encontrada na boca de Estêvão (Atos, 7:56) e em dois passos do Apocalipse (1:13 e 14:14). Explica-se o fato porque, fora da Palestina, sobretudo entre os gentios, a expressão podia ser interpretada ao pé da letra, e portanto traria sentido ridículo à pregação dos apóstolos sobre a pessoa de Jesus.

Sabedoria do Evangelho - tomo 1 - pag 131 - Pastorino, Carlos T.

SABEDORIA DO EVANGELHO Página 103 de 153 O velho pescador saltou do barco, sob o olhar horrorizado dos companheiros, sem pesar as consequências, e lá foi cambaleante, a equilibrar-se sobre os vagalhões ferozes; mas quando, ao chegar já perto do Mestre Querido, se dá conta do vento violento, fica com medo. Ora, o medo é justamente a falta de fé, a perda da confiança.. E sem fé, nada é possível construir nem realizar: ele começa a afundar e grita apavorado por "socorro"! Jesus repreende-o suavemente (mais uma vez O entrevemos a sorrir ...): "ó pequena fé, por que duvidaste"? E segurou-o pela mão.

Voltaram os dois a caminhar sobre as águas, e os demais discípulos quiseram que Jesus entrasse no barco, em vez de continuar a caminhar pelo lago até a margem.

Entraram ambos, e o vento cessou. Os discípulos estavam atônitos, sem poder explicar tantas coisas estranhas que haviam acontecido naquele dia, pois nem sequer tinham compreendido a "multiplicação dos pães" ali, entre as mãos deles ... Então chegam a uma conclusão irrefutável: "verdadeiramente és um filho de Deus"! O texto grego está sem artigo. Não é, pois, uma confissão da Divindade de Jesus, como pretendem alguns. Temos que compreender a mentalidade e a psicologia dos israelitas, sobretudo naquela época: rigidamente monoteístas, não podiam jamais cogitar de outro Deus além do único Deus, a quem Jesus chamava "O PAI", repetindo exaustivamente que era "o único Deus”. Entretanto, eles sabiam que havia os "filhos de mulher" (homens sujeitos ao "kyklos anánke" ou ciclo fatal das encarnações por meio da mulher) e os "filhos do homem” (criaturas que já se haviam libertado da evolução na etapa humana), mas havia também os "filhos de Deus" (seres excepcionais acima de qualquer classificação que não fosse a comparação de "ligados à Divindade", os seres (que hoje chamaríamos "avatares") em que Se manifesta a Divindade, os Cristos ou Buddhas.

Como já se achavam perto da praia, chegaram "logo" à planície de Genesaré (hoje denominada el- Ghoueir) que mede 6 km de comprimento por 3 de largura, na margem ocidental, exatamente entre Ain-Tabgha e el-Medjdel (onde devia estar situada a aldeia de Betsaida da Galiléia, bem perto de Cafarnaum. Daí a aparente contradição dos textos: Betsaida (Marc. 6:45) Genesaré (Mat. 14:34 e Marc. 6:53) e Cafarnaum (João, 6:17).


Portanto pelo que entendemos dessa brilhante explicação de Carlos Torres Pastorino, Ezequiel era "FILHO DO HOMEM", ou seja um dos que não precisava mais reencarnar, pois já tinha subido aos céus, era portanto maior do que João Batista que não tinha subido aos céus. Jesus mais ainda era "Filho do Homem" prometido pelas profecias e tinha subido ao céu e retornou por vontade própria, não porque tivesse sido obrigado. João Batista era de todos os Nascidos de mulher, portanto os que necessitam ainda reencarnar, o maior, mas o menor no reino dos céus era maior do que João o Batista, tendo em vista que para subir ao céu não precisaria mais reencarnar como filho de mulher a menos que quisesse.

Os Judeus estavam bem familiarizados com esse termo e isso é idicativo de que eles acreditavam em reencarnação uma vez que o termo é associado à ideia de reencarnação. Tanto o termo "FILHO DO HOMEM" como o termo "NASCIDO DE MULHER" ou "FILHO DE MULHER". Todos esses termos foram portanto utilizados por Jesus. Jesus portanto não estava falando de algo que os Judeus não conheciam, senão de algo que conheciam bem, e se Jesus os utilizou, Jesus também concordava com a idéia de Reencarnação.




Senão vejamos.



A certeza de que os Judeus acreditavam na reencaração está evidente nos evangelhos. vejamos:



E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem?
E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas.


Aqui fica evidente que para que Jesus fosse um daqueles que foi mencionado, seu espírito teria que ter reencarnado em um deles, e Jesus não contestou tal crença pois evidentemente participava dela.



E aconteceu que, estando ele só, orando, estavam com ele os discípulos; e perguntou-lhes, dizendo: Quem diz a multidão que eu sou?
E, respondendo eles, disseram: João o Batista; outros, Elias, e outros que um dos antigos profetas ressuscitou.



Nessa parte além da crença na reencarnação, fica evidente que o termo RESSUSCITAÇÃO tinha outro sentido que é o mesmo de Reencarnação, porque ninguém ressuscita com aparência e nome de outra pessoa, diversa daquilo que era. Sempre ressuscita com seu próprio nome e aparência. Jesus portanto se tivesse ressuscitado o teria feito com outro nome e aparência. Além de tudo temos que levar em conta que o temo REENCARNAÇÃO não era conhecido na época de Jesus. Esse termo é próprio do movimento espírita Kardecista iniciado por Alan Kardec por volta de 1985, portanto bem recente.

E saiu Jesus, e os seus discípulos, para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e no caminho perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou?

E eles responderam: João o Batista; e outros: Elias; mas outros: Um dos profetas.


Aqui novamente o episódio é narrado por Marcos demonstrando que ficou bem marcado e impressionado na memória daqueles que depois vieram a narrar as passagens de Jesus para que os evangelhos fossem escritos.

A passagem de Jesus com Nicodemos também é claramente uma confirmação da reencarnação, porque quando Nicodemos pergunta a Jesus, "COMO PODE UM HOMEM VELHO ENTRAR NA BARRIGA DA SUA MÃE E RENASCER", Jesus surpreende-se pelo fato de Nicodemos que era um mestre em Israel não ter conhecimento disso.


E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus.
Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.
Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.


Aqui quando Jesus refere-se a "NASCER DE NOVO" foi interpretado pelos Evangélicos como nascer de novo pelo ato do Batismo, mas segundo os re-encarnacionistas essa é uma clara referência à reencarnação.


Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?


Aqui fica demonstrado que Nicodemos entendeu a afirmação de Jesus no sentido literal como afirmam os reencarnacionistas.

Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.
O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.


Aqui Jesus refere-se ao nascimento vindo do Espírito. "O que é nascido do espírito é espírito" o que se opõe ao nascimento da carne.

Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.
O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.


Aqui Jesus exemplifica afirmando que o nascimento do espírito não pode ser detectado de onde vem e nem é possível saber para onde vai.



Nicodemos respondeu, e disse-lhe: Como pode ser isso?
Jesus respondeu, e disse-lhe: Tu és mestre de Israel, e não sabes isto?





Jesus aqui surpreende-se com Nicodemos porque mostra desconhecer o que já deveria saber, pois era crença comum entre os Judeus.


Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos, e testificamos o que vimos; e não aceitais o nosso testemunho.
Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?
Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.



Com respeito à crença dos Judeus na reencarnação, fomos procurar investigar isso e descobrimos que de fato eles acreditavam e ainda acreditam até hoje.

A escatologia judaica é composta de três peças básicas:
  • A Era de Mashiach.
  • O Mundo Vindouro.
  • O Mundo da Ressurreição.

  • A Era Messiânica



  • O Mundo Vindouro
O Mundo Vindouro em si é chamado nas fontes tradicionais de Olam Habá. No entanto, o mesmo termo é usado para se referir ao renovado mundo utópico do futuro – o Mundo da Ressurreição, olam hat’chiá (conforme explicado no parágrafo a seguir). O anterior é o local aonde as almas dos justos vão após a morte – e elas têm ido para lá desde a primeira morte. Aquele local também é algo às vezes chamado de Mundo das Almas. É um local onde as almas existem num estado desencarnado, apreciando os prazeres da proximidade de Deus. Assim, as genuínas experiências de quase morte são presumivelmente lampejos ao Mundo das Almas, o lugar no qual a maioria das pessoas pensa quando o termo Mundo Vindouro é mencionado.

  • O Mundo da ressurreição
O Mundo da ressurreição, em contraste, “nenhum olho viu”, declara o Talmud, é um mundo, segundo a maior parte das autoridades, onde corpo e alma são reunidos para viver eternamente num estado realmente perfeito. Aquele mundo somente virá a existir após Mashiach e será iniciado por um evento conhecido como o “Grande Dia do Julgamento.” (Yom HaDin HaGadol)

O Mundo da Ressurreição é então a suprema recompensa, um lugar no qual o corpo se torna eterno e espiritual, ao passo que a alma se torna ainda mais espiritual.

Em comparação a um conceito como o “Mundo Vindouro”, a reencarnação não é, tecnicamente falando, uma verdadeira escatologia. A reencarnação é meramente um veículo para atingir um fim escatológico. É a reentrada da alma num corpo inteiramente novo no mundo atual. A ressurreição, em contraste, é a reunificação da alma com o corpo anterior (novamente reconstituído) ao Mundo Vindouro, uma história que ainda não foi testemunhada. 

A ressurreição é então um puro conceito escatológico. Seu propósito é recompensar o corpo com a eternidade (e a alma com maior perfeição). O propósito da reencarnação geralmente é duplo: ou compensar uma falha numa vida anterior ou criar um estado novo, mais elevado, de perfeição pessoal ainda não atingido. A ressurreição é então um tempo de recompensa; a reencarnação um tempo de reparo. A ressurreição é a época da colheita; a reencarnação o tempo de semear.

O fato de que a reencarnação é parte da tradição judaica é uma surpresa para muitas pessoas. Apesar disso, é mencionada em vários locais nos textos clássicos do misticismo judaico, começando com a importante fonte da Cabalá, o Livro do Zohar.

Se a pessoa é mal-sucedida em seu propósito neste mundo, o Eterno, Bendito seja, o desenraíza e o replanta muitas vezes mais. (Zohar I 186 b)

Todas as almas estão sujeitas à reencarnação; e as pessoas não sabem os caminhos do Eterno, 
Bendito seja! Elas não sabem que são levadas perante o tribunal tanto antes de entrarem neste mundo quanto depois que o deixam; são ignorantes das muitas reencarnações e obras secretas que têm de passar, e do número de almas nuas, e de quantos espíritos nus vagam no outro mundo sem poder entrar no véu do Palácio do Rei. Os homens não sabem como as almas se revolvem como uma pedra que é atirada de um estilingue. Porém chegará a hora em que estes mistérios serão revelados. (Zohar II 99 b)

Zohar e a literatura relacionada estão repletos de referências à reencarnação, abordando questões como qual corpo é ressuscitado e o que acontece com aqueles corpos que não atingem a perfeição final, quantas chances uma alma recebe para atingir a compleicão através da reencarnação, se marido e mulher podem reencarnar juntos, se uma demora no enterro pode afetar a reencarnação, e se uma alma pode reencarnar num animal.

Bahir, atribuído ao sábio do Século Primeiro, Nechuniah ben Hakana, usava a reencarnação para discutir a clássica questão de teodicéia – por que coisas más acontecem a pessoas boas e vice-versa. 

Por que há uma pessoa boa a quem coisas boas acontecem, ao passo que [outra] pessoa justa tem coisas más lhe acontecendo? Isso é porque a [última] pessoa justa fez o mal numa vida prévia, e agora está sentindo as consequencias… Como é isso? Uma pessoa plantou uma vinha e esperava cultivar uvas, mas em vez disso, cresceram uvas azedas. Ele viu que seu plantio e colheita não foram bons, portanto arrancou tudo e plantou novamente. (Bahir 195)

A reencarnação é citada por comentaristas autorizados, incluindo o Ramban (Nachmanides), Menachem Recanti e Rabenu Bachya.  Dentre os muitos volumes do sagrado Rabi Yitschak Luria, conhecido como o “Ari”, a maioria dos quais chegou a nós pela pena de seu principal discípulo, Rabi Chaim Vital, são ideias profundas explicando temas relacionados à reencarnação. Na verdade, seu Shaar HaGilgulim, “Os Portões da Reencarnação”, é um livro devotado exclusivamente ao assunto, incluindo detalhes sobre as raízes da alma de muitas personalidades bíblicas e quem eles reencarnaram desde os tempos da Bíblia até o Ari.

Os ensinamentos do Ari e seus sistemas de ver o mundo se espalharam como fogo após sua morte em todo o mundo judaico da Europa e no Oriente Médio. Se a reencarnação tinha sido aceita em geral pelo povo judaico e pelos intelectuais anteriormente, tornou-se parte do tecido do Judaísmo e da erudição após o Ari, habitando o pensamentos e os escritos de grandes eruditos e líderes dos comentaristas clássicos sobre o Talmud (por exemplo, o Maharsha, Rabi Moshê Eidels) ao fundador do Movimento Chassídico, o Baal Shem Tov, bem como o líder do mundo não chassídico, o Gaon de Vilna.

A tendência continua até hoje. Mesmo algumas das maiores autoridades que não são necessariamente conhecidas pela sua inclinação mística, assumem a reencarnação como uma doutrina básica aceita.

Um dos textos que os místicos gostam de citar como uma alusão escritural ao princípio da reencarnação é o seguinte versículo no Livro de Iyov ():


Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou.
Porém Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz.
Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem,
Para desviar a sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes.



Veja, todas essas coisas que Deus realiza – duas, até três vezes com um homem – trazer sua alma de volta do poço para que possa ser iluminada com a luz dos vivos. (Jó 33:29)

Em outras palavras, Deus permitirá que uma pessoa volte ao mundo “dos vivos” vinda do “poço” (que é um dos termos bíblicos clássicos para Gehinom ou Purgatório) uma segunda ou terceira vez (ou múltiplas) vezes. Falando de maneira geral, no entanto, este versículo e outros são entendidos pelos místicos como meras alusões ao conceito da reencarnação. A verdadeira autoridade para o conceito está enraizada na tradição.


Notas:
1. Maimônides, Melachim 11:3
2. Comentário sobre a Mishná, Sanhedrin 10:1; cf Sanhedrin 99a
3. Maimônides, Melachim 11:3, 12:5
4. Sanhedrin 91b, 99a, Berachot 34b, Pesachim 68a; Shabat 63a; Maimonides, Teshuvá 9:2, Melachim 12:2.
5. Tosafot, Rosh Hashaná 16b, s.v. leyom din; Emunos V’deyos 6:4(final), Raavad, Hilchos Teshuvá 8:8; Kesef Mishná, Teshuvá 8:2; Derech Hashem 1:3:11
6. Ramban (Nachmanides) Shaar HaGemul. Segundo o Ramban e outras autoridades, o :Mundo das Almas” é freqüentemente mencionado como o Jardim do Éden.
7. Sanhedrin 99a.
8. Ramban, Shaar HaGemul. Citando fontes talmúdicas e midráshicas, o Ramban escreve que há três dias de julgamento, i.e., três vezes a alma é julgada.
1) Rosh Hashaná, quando revisa o ano que passou e determina as circunstâncias materiais para o ano vindouro;
2) Dia da morte, quando revisa a vida que passou e determina o que precisa para continuar a experiência de mais revisão ou está pronta para o Paraíso. 
3) O Grande Dia do Julgamento, que é quando todos que viveram são ressuscitados, os justos para a vida eterna (num mundo físico espiritualizado, segundo o Ramban) e os perversos por aquilo que falta para terminar (segundo outros haverá uma categoria intermediária daqueles que são dignos de continuar num espírito desencarnado, mas não na forma física mais rara do corpo ressuscitado num mundo ressuscitado). Haverá também aparentemente diferentes graus de recompensa (i.e., vivenciando a presença de D’us) neste Mundo Renovado após o Grande Dia de Julgamento, tudo dependendo das ações da pessoa durante a vida. Tem sido questionado: Se uma pessoa é julgada após a sua morte quanto ao seu status no Mundo Vindouro, qual é o propósito do Grande Dia do Julgamento? Uma das respostas diz que depois que uma pessoa morre, todos os filhos, as boas e as más ações e a influência que ela teve sobre os outros ainda “estão em movimento”. Somente ao final da história pode ser feita a “contagem final”, então, quanto ao impacto que a pessoa teve em sua vida.
9. Derech Hashem 1:3:13.
10. Shaar HaGilgulim, cap. 8; Derech Hashem 2:3:10.


11. Muitos ficam surpresos ao descobrir que a reencarnação era uma crença aceita por muitas das grandes mentes da civilização ocidental. Embora o Judaísmo, obviamente, não concorde necessariamente com todos os pensamentos e filosofias dele, apesar disso Platão, por exemplo, (em Meno, Faedo, Timeus, Fedrus e na República), defende a crença na doutrina da reencarnação. Ele parece ter sido influenciado por mentes gregas clássicas anteriores como Pitágoras e Empédocles. No Século Dezoito, a Idade do Iluminismo e do Racionalismo, pensadores como Voltaire (“Afinal, não é mais surpreendente nascer duas vezes do que nascer uma vez”) e Benjamin Franklin expressaram uma afinidade pela noção da reencarnação. No Século dezenove, Schopenhauer escreveu (na obra: Parerga e Paralipomena): “Se um asiático me pedisse uma definição da Europa, eu seria forçado a responder-lhe: ‘É aquela parte do mundo que é assombrada pela incrível ilusão de que o o nascimento da pessoa é sua primeira entrada na vida’…” Dostoevsky (em sua obra: Irmãos Karamazov) refere-se à ideia, ao passo que Tolstoy parece ter bem definido o fato de que vivemos antes. Thoreau, Emerson, Walt Whitman, Mark Twain e muitos outros reconheceram e/ou defenderam alguma forma de crença na reencarnação. Deve-se notar, porém, que algumas autoridades clássicas da Torá, mais especificamente Saadia Gaon, do Século Dez, negava a reencarnação como dogma judaico. Emunos V’Deyot 6:3.
12. O Talmud relata que o sábio do segundo século, Rabi Shimon bar Yochai e seu filho Elazar esconderam-se numa gruta para escapar da perseguição romana. Durante treze anos eles estudaram dia e noite sem distração. Segundo a tradição cabalista (Tikunei Zohar) foi durante aqueles treze anos que ele e seu filho compuseram os principais ensinamentos do Zohar. Oculto por muitos séculos, o Zohar foi publicado e disseminado por Rabi Moshê de Leon no século Treze.
13. Embora o Zohar seja geralmente mencionado como uma obra de um único volume, compreendendo Tikunei Zohar e Zohar Chadash, é na verdade uma compilação de vários tratados menores ou sub-seções. 
14. Zohar I:131a, 186b, 2:94a, 97a, 100a, 105b, 106a, 3:88b, 215a, 216a; Tikunei Zohar 6 (22b, 23b), 21 (56 a), 26 (72a), 31 (76b), 32 (76b), 40 (81a), 69 (100b, 103a, 111a, 114b, 115a, 116b), 70 (124b, 126a, 133a, 134a, 137b, 138b); Zohar Chadash 33c, 59a-c, 107a; Ruth 89a.
15. O Zohar (I 131a): “Rabi Yossi respondeu: ‘Aqueles corpos que são indignos e não atingem seu objetivo serão considerados como se não tivessem existido…’ Rabi Yitschak [discordou e] disse: Para estes corpos o Eterno fornecerá outros espíritos, e se considerados dignos obterão uma morada no mundo, mas se não forem, serão cinzas sob os pés dos justos.” (Cf. Zohar II 105b.
16. Ex.: Zohar III 216a; Tikunei Zohar 6 (22b), 32 (76b) sugere três ou quatro chances. Tikunei Zohar 69 (103a) sugere que se mesmo um pequeno progresso é feito a cada vez, a alma recebe até mil oportunidades de reencarnação a fim de atingir sua compleição. Zohar III 216a sugere que uma pessoa essencialmente justa que passa pelas agruras de vagar de cidade em cidade, de casa em casa – até mesmo tenta abrir negócios (Zohar Chadash Tikunim 107a) – é com se passasse por várias reencarnações. 
17. A resposta é que sim, é uma possibilidade, Zohar II, 106a.
18. “Depois que a alma deixou o corpo e o corpo não respira mais, é proibido mantê-lo insepulto (Moed Katon, 28a; Baba Kama, 82b). Um corpo morto que é deixado insepulto por 24 horas provoca uma fraqueza nos membros da Carruagem e impede que o desígnio de Deus seja cumprido; pois talvez Deus tenha decretado que ele deveria passar pela reencarnação imediata no dia em que morreu, o que seria melhor para a pessoa, mas como o corpo não está enterrado a alma não pode ir à presença de Deus nem ser transferida para outro corpo. Pois uma alma não pode entrar num segundo corpo até que o primeiro seja sepultado…” Zohar III 88b.
19. Tikunei Zohar 70 (133a). Depois os cabalistas detalham as circunstâncias que podem levar à reencarnação em forma vegetal e até mineral. Shaar HaGilgulim, cap. 22 & 29; Sefer Haredim 33, Ohr Chaim 1:26.
20. Bahir 122, 155, 184 e 185 também discutem a reencarnação.
21. Bereshit 38:8, Job 33:30.
22. Ex. comentário sobre Bereshit 34:1; seu Taamei HaMitsvot (16a) diz que a reencarnação é o segredo por trás dos dez sábios talmúdicos que foram abatidos pelos romanos. 
23. Comentário sobre Bereshit 4:25, Devarim 33:6.
24. Suas principais obras são Etz Chaim (Árvore da Vida) e Pri Etz Chaim (Fruto da Árvore da Vida), bem como o Shmonê Shaarim (Oito Portões), que tratam sobre tudo que vai do comentário bíblico até inspiração Divina e reencarnação.
25. Sefer HaGilgulim, “O Livro das Reencarnações,” por Chaim Vital é também um livro inteiro dedicado a este tópico.
26. Comentário sobre Niddah 30b.
27. Comentário ao Livro de Jonah, e muitos outros locais. Por exemplo, R. Meir Simcha de Dvinsk em Ohr Somayach, Hilchot Teshuvá 5, s.v. v’yodati; R. Israel Meir HaKohen [o Chofets Chaim] em Mishnah Berurá 23:5 e Shaar HaTzion 702:6; R. Yaakov Yisroel Kanievsky [o Steipler Gaon] em Chayei Olam.
28. Guehinom refere-se, geralmente, a uma experiência com tempo limitado (Edyos 2:10) na vida posterior, onde a alma é purgada de suas culpas num processo, depois que tudo foi feito e dito, descrito como doloroso, embora catártico. Num sentido mais profundo, a pessoa grosseira é recompensada na mesma moeda. Assim como agiu grosseiramente ao pecar, agindo como se Deus não estivesse presente, ele é pago tendo de passar pelo Guehinom, um local diferente do Céu, onde a presença de Deus de certa maneira está oculta, ou pelo menos não aberta e livre. (O nome Guehinom vem do vale ao sul de Jerusalém, conhecido como o vale [Guei] do filho de Hinnom, onde certa vez crianças foram sacrificadas a Molech (II Reis 23:10’; Yirm. 2:23; 7:31-32; 19:6). Por este motivo o vale foi considerado amaldiçoado, e Guehinom assim tornou-se um sinônimo para Purgatório.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

NÃO ACREDITE NOS QUE DESMERECEM A SABEDORIA POPULAR.

Recentemente temos assistido algumas tentativas de desmerecer certas práticas saudáveis que recomendamos aqui no nosso BLOG e que tem sido difundidas por vários sites como o site AMIGOS DA CURA. O objetivo aqui é informar, é ajudar pessoas que estão passando por problemas de saúde de difícil solução, buscando dar-lhes esperança e uma cura auternativa.

Vemos que essas pessoas que buscam desmerecer-nos, em realidade não dizem coisa com coisa. 

Uma dessas figuras é uma madame que eu não sei se tem algum tipo de programa, uma pseudo sábia cujo nome divulgado no seu próprio video no You tube é Conceição Trucon. Essa personagem procura desmerecer a prática de se tomar limão argumentando que existem vários tipos de limão e que é preciso verificar a safra, a estação que foi colhido etc...





Desculpe-me mas essas afirmativas não tem o menor sentido. O único perigo do limão é ser ingerido em excesso, ou seja mais de três por dia. Fora isso, não interessa a safra, a colheita o tipo ou seja lá o que for. Se não estiver estragado o limão só poderá trazer benefícios e jamais malefícios. Não tem contra indicação.

Leia mais sobre o limão clicando aqui.

ou no link abaixo
http://filosofiaetecnologia.blogspot.com.br/2012/03/limao-emagrece-evita-doencas-cardio.html

Limão traz expressivas cotas de potássio, ácido cítrico, que só pode fazer bem pois transforma-se no corpo em alcalóides que irão combater o câncer,  vitamina C, e outros Nutrientes importantes. O limão é um recurso natural de elevada importância.

Recentemente vi a Rede Globo no programa Viva Bem das manhãs, fazer uma defesa dos óleos de soja, e outros óleos vegetais como o óleo de Canola, defendendo inclusive o Pastel de Feira que é frito em um tacho de óleo que já está lá fritando e refritando a um mês. É um absurdo que óbviamente atende o interesse da indústria de óleos vegetais para contrabalançar aqueles que como nós procura divulgar práticas saudáveis.

Todos os óleos vegetais comprados nas gôndolas dos supermercados estão repletos de gordura trans que é necessária para que o óleo não fique rançoso. É a prática da Hidogenação do óleo.


Benefícios do óleo de côco


O único óleo que não traz problemas e pelo contrário só traz benefícios é a gordura de côco, ou óleo de côco, porque mesmo aquecido é uma gordura de cadeia média e saudável. É uma gordura que pode fritar e até aquecer que continua saudável. Abaixo dela temos o azeite de oliva mas esse não deve ser reaproveitado e deve ser extravirgem, prensado a frio e vir em vidro escuro. 



Deve-se evitar latas por causa dos metais pesados.  Na falta dessas é preferível a gordura de porco, mas nunca os óleos vegetais, e principalmente o óleo de canola porque além da gordura trans tráz em si percentuais de um veneno da planta COLZA que é a mesma planta da qual é extraido o gás de mostarda, modificada genéticamente. Esse veneno em doses homeopáticas e progressivas pois seu efeito é cumulativo, irá produzir Cardiopatia. Talvez seja por isso que tantas pessoas tem apresentado problemas cardiacos o que não ocorria antes do lançamento desses óleos.




Você com certeza já ouviu de alguém que é importante fazer uso de óleos e gorduras saudáveis, preferindo o azeite de oliva, o óleo de coco e o óleo de canola sobre os demais… certo? Afinal, ele exibe em seu rótulo selos de “aprovado pela associação de cardiologistas“, rico em óleos monoinsaturados como o azeite… certo?
Quando estudamos um pouco sobre o que o óleo de canola representa para a saúde, logo compreendemos que há um equívoco em listar o mesmo entre opções benéficas para o corpo. Obviamente um equívoco intencionalmente fabricado pela indústria alimentícia, e de fato decidi escrever sobre o óleo de canola por perceber o mesmo como um bom exemplo da atuação da industria alimentícia.


Vantagens do óleo de côco

PLANTA COLZA DE ONDE É EXTRAIDO O ÓLEO DE CANOLA.
Vamos iniciar nosso estudo pela origem do óleo. Para tanto, vamos buscar na natureza a planta canola, a linda flor amarela estampada nos rótulos… que não existe. Canola não é uma planta: é um nome comercial. É a sigla de Canadian Oil Low Acid. A flor amarela das fotos é de uma planta hibridizada chamada “colza“. A colza é o resultado do cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família com o objetico de obter uma semente com baixo teor de ácido erúgico, uma vez que este é inadequado ao consumo humano. 
 COLZA MODIFICADA GENÉTICAMENTE
Até aí, tudo bem…certo? Não há nada de errado em manipular a genética natural e criar plantas “mais adequadas“ para o consumo humano… certo?
Na verdade, diversos problemas podem surgir desta prática. Um exemplo disto são várias das frutas que temos hoje disponíveis, como a Manga Palmer, que contém grande quantidade de açúcar e insipiente quantidade de fibras – o que resulta em um alimento com altíssimo índice glicêmico, que ativa excessivamente a insulina e traz os mesmos indesejáveis efeitos colaterais de qualquer alimento açucarado. O mesmo não acontece com as espécies originais de manga, que possuem mais riqueza nutricional e conservam suas fibras, apresentando indíce glicêmico mais adequado. 
Ainda assim, isto é muito menos relevante do que o fato de que 80% de toda a canola plantada no mundo atual é genéticamente modificada, contendo gens artificialmente criados em laboratório para resistir a pesticidas altamente danosos para tudo o que não contém este gene específico. A planta recebe grandes dosagens deste pesticida ao longo de seu ciclo e o armazena em seus lipídeos… ou seja, no óleo. E, claro, nós não possuímos este gene de imunidade contra os pesticidas…


Plantas genéticamente modificadas são um engenhoso atentado contra a sabedoria da natureza em muitos níveis. Detalhar estes níveis não cabe neste artigo, mas acredito que você que está lendo este artigo em busca de conhecimento saudável não esteja interessado em alimentar seu corpo com genes artificiais. 



Mais sobre o óleo de côco

Ainda assim, as principais consequências nocivas do óleo de colza, digo, de canola, é o processamento e a oxidação a que seus ácidos gordurosos são submetidos. 

O fato é que TODOS os óleos vegetais altamente processados e refinados, tais como o de milho, o de soja, o de algodão e também o de canola são compostos de significativas porções de óleos poliinsaturados, os quais são altamente instáveis e se deformam na luz, no calor e na pressão, os quais oxidam-se intensamente e aumentam razoavelmente a presença de radicais livres no corpo, envelhecendo-o prematuramente e contribuindo para desequilíbrios específicos. 

O resultado destes processos industriais de refinamento são óleos altamente inflamatórios, que contribuem diretamente para ganho de peso, doenças degenerativas e… doenças do coração! Isso mesmo! Sim, pois uma simples verdade é que uma das principais contribuintes para doenças do coração são processos inflamatórios que se instalam nas artérias e demandam que o corpo direcione moléculas de colesterol, que são utilizadas como uma espécie de “bálsamo“ para arrefecer a inflamação nos tecidos. 
OBSTRUÇÃO PROGRESSIVA DAS ARTÉRIAS


Como o problema não é resolvido em sua raiz, ou seja, os hábitos de vida que criaram e sustentam os processos inflamatórios não são transformados, o corpo continua enviando colesterol para tentar minimizar os efeitos da inflamação, o qual se acumula gradativamente e vai literalmente entupindo o sistema de circulação.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES