http://filotec.com.br

http://filosofiaetecnologia.blog.br
ECONOMIA TECNOLOGIA FILOSOFIA SAUDE POLÍTICA GENERALIDADES CIÊNCIA AUTOHEMOTERAPIA NOSSOS VÍDEOS FACEBOOK NOSSAS PÁGINAS

segunda-feira, 14 de abril de 2014

FRIBOI - O veneno que você come!!!


 ATÉ ESTOURAR O ESCÂNDALO, NEM DAVA PARA DESCONFIAR DA PROPAGANDA INTENSIVA DA "FRIBOI" NA TV!!!
É MUITO COMERCIAL EM HORÁRIO NOBRE, E VOCÊ PODE IMAGINAR A FORTUNA QUE CUSTA 1 MINUTO NA TV?

SABEM PORQUE ESSA PROPAGANDA ENORME E ABRANGENTE ? ESTÃO DESOVANDO MILHARES DE TONELADAS DE CARNE REJEITADAS PELA RÚSSIA E PELOS PAÍSES EUROPEUS. BATEU O DESESPERO PARA EVITAR O PREJUIZO E DIRECIONARAM A VENDA PARA O NOSSO CONSUMO INTERNO. QUE SE DANE A SAÚDE DO POVO BRASILEIRO.CONSUMIR FRIBOI É CONSUMIR UMA ARMA QUÍMICA A CADA VEZ!


O Ministério da Agricultura confirmou nesta quarta-feira, 25, que o Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) está impondo restrição temporária à importação de carnes suína e bovina do Brasil. São dez frigoríficos com restrições, nove de carne bovina (seis da JBS, dois da Minerva e um da Marfrig) e um de carne suína, o Pamplona (Riosulense), em Santa Catarina.
Por meio de nota, o ministério afirma que a autoridade russa enviou um relatório preliminar da missão de inspeção que esteve no País entre 30 de junho e 14 de julho de 2013. “Esse documento será analisado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que fará seus comentários antes da publicação da versão final que será feita pelas autoridades russas”, disse o ministério.
Segundo o ministério, o documento russo precisa ser traduzido antes de ser analisado pelos técnicos da pasta. Só depois será possível “avaliar os problemas identificados pelos russos e tomar as medidas necessárias o quanto antes”.
Nesta quinta, o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne Bovina (Abiec), Fernando Sampaio, informou que nove unidades frigoríficas de produção da proteína foram impedidas de vender à Rússia a partir de 2 de outubro. “De tempos em tempos, as autoridades sanitárias russas decidem colocar restrições temporárias ou maiores controles às unidades brasileiras”, disse Sampaio em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.
Segundo ele, as autoridades russas dizem que há “inconformidade com as normas sanitárias do país”. “Eles descrevem o que ocorre com cada unidade. O que deu para perceber, num aspecto geral, é que eles citam bastante a questão do uso da ractopamina, mas há outras ‘inconformidades’.” Hoje, há 56 unidades habilitadas para vender à Rússia, mas somente 14 – com o embargo atual – estão totalmente liberadas.
A ractopamina é uma substância que é adicionada à ração e que aumenta a massa muscular e faz com que os animais cresçam com menos gordura. Alguns médicos acreditam que a substância possa provocar doenças e por isso o aditivo está proibido em 80 países.
Impacto. Sampaio disse que ainda não é possível calcular o impacto nas vendas do setor. Um dos motivos é que as empresas são bem diversificadas geograficamente e podem atender ao mercado russo por outras unidades. A segunda é que, ao mesmo tempo em que há uma quantidade expressiva de restrições às unidades, a Rússia aumentou a cota às exportações brasileiras de carne bovina.
De acordo com Sampaio, a Abiec está pedindo ao Ministério da Agricultura que reitere as garantias sanitárias dadas aos russos na época das visitas das autoridades do país e brigue por uma reversão da decisão o mais breve possível.
A Rússia já avisou que independentemente de estar na Organização Mundial de Comércio (OMC) vai continuar usando as suas regras de comércio. O Brasil é quem tem de mostrar a equivalência nesse assunto.

Fonte: Estadão/ Movimento contra corrupção



Câncer de intestino e cólon está diretamente ligado à alimentação




Pesquisa mostra a alimentação errada pode ser pior até do que o cigarro. 

Carne vermelha é um dos principais vilões da boa dieta.


Veruska Donato
São Paulo
A carne vermelha é um dos vilões da boa dieta. Em grande quantidade, o alimento é um perigo, que pode ficar pior dependendo do preparo. O malefício vem de substâncias que existem naturalmente nos alimentos e que, conforme o preparo, podem se tornar mais tóxicas.

Quando preparada em altas temperaturas, a carne libera nitratos e nitritos em maior quantidade. A carne grelhada diretamente na chama do fogo faz com que a gordura e o sangue que caem na brasa produzam uma fumaça com grande número de substâncias tóxicas, que vão aderir ao alimento.


Dentro do organismo, os nitratos e nitritos entram em contato com a parede do intestino e causam lesões que podem provocar o câncer. Quanto mais tempo essas substâncias ficam no intestino, mais lesões provocam.
Por isso, é importante comer frutas e verduras que estimulem o funcionamento do intestino. Esses alimentos fazem com que as substâncias cancerígenas saiam mais depressa do corpo. “O que a gente sabe é que quando é ingerido um agente cancerígeno, como esses que a gente possui na carne, quanto maior tempo ele ficar em contato com o intestino, maior a chance de o indivíduo desenvolver um tipo de tumor”, explica Ariana Ferrari, nutricionista especialista em oncologia.

Há também outro fator que é o sofrimento dos animais. Os animais em geral são sacrificados e alguns sofrem barbaridades para que o homem tenha carne à sua mesa. Isso não ficará de graça perante as leis universais, já que todos somos responsáveis pelo mal que fizermos, inclusive contra os animais.


Paralelamente, o consumo de carne, leva a destruição de matas, para a criação de pasto, o que degrada o meio ambiente, e segundo estudos, a carne produzida, com todo o impacto ambiental que produz, só serve para alimentar 20% da população mundial, já que 80% não tem acesso à carne vermelha bovina. É sustentar a luxuria de poucos em detrimento do paneta. Um ato egoista que acarreta consequências ruins para toda a humanidade.

 
Júnior do Friboi: empresa do grupo JBS é acusada 
de vender carne de cavalo como se fosse de bovino
O grupo JBS, grupo criado e dirigido pelos irmãos José Batista Júnior, o Júnior do Friboi, Joesley Batista e Wesley Batista, tem parceria com o BNDES e fatura 70 bilhões de reais por ano. Mas sua imagem começa a ficar arranhada internacionalmente com o escândalo de que vendeu carne de cavalo como se fosse carne bovina. 

A acusação é da Nestlé, multinacional suíça.

A Nestlé revelou na segunda-feira, 18, que, após fazer uma perícia técnica em alguns produtos, descobriu que continha não carne de vaca, e sim — ao contrário do que informara o fornecedor, a JBS Toledo — carne de cavalo. A JBS alega que comprara a carne na Alemanha e a repassou para a Nestlé. O escândalo foi ampliado porque a JBS é a maior produtora de carnes do mundo. Os países da Europa estão de sobreaviso e muitos tendem a suspender as aquisições do grupo JBS. Até agora, segundo a JBS, não suspenderam. Mas a Nestlé já suspendeu as compras dos produtos do grupo brasileiro — até que o fato seja devidamente esclarecido.

A Nestlé, depois de fazer uma ampla investigação, descobriu que o grupo alemão H. J. Schypke forneceu a carne para a JBS Toledo N. V., que é subsidiária do grupo brasileiro na Europa. Sem ter feito controle técnico — afinal, a carne de cavalo não é tão parecida com a carne de gado —, a JBS dos irmãos Batista repassou a carne para a Nestlé. As explicações da JBS não convenceram a Nestlé. No lugar de admitir o erro, a falha de não investigar a origem da carne, a JBS decidiu atacar, sugerindo que fornece “carne processada de mais alta qualidade, sem concessões”. A versão é totalmente contrária ao que apurou, tecnicamente, a Nestlé: a carne é mesmo de cavalo. A JBS Toledo funciona na Bélgica e, possivelmente, será investigada pelo governo belga, porque depõe contra a boa imagem do país no exigente mercado europeu.

Mesmo se defendendo, JBS assumiu alguma responsabilidade pelo problema ao anunciar que não vai mais comprar carne — de cavalo, frise-se — da Schypke. “A JBS tomará todas as providências legais cabíveis para assegurar que não sofrerá qualquer prejuízo por conta do ocorrido e continuará a servir a seus clientes com produtos de qualidade, gerando valor a seus acionistas e demais stakeholders”, disse a JBS numa nota defensiva e ameaçadora. A Nestlé abriu o jogo e responsabilizou diretamente a JBS: “Nossos testes encontraram DNA de cavalo em dois produtos feitos com a carne fornecida pela H. J. Schypke”, o fornecedor do grupo brasileiro.

2 comentários:

  1. O melhor é ser vegetariano, por várias razões.

    ResponderExcluir
  2. estourou hoje, depois de muitos contrairem cancer, e depois que o lula falou mal da globosta

    ResponderExcluir

Todos podem comentar e seus comentários receberão uma resposta e uma atenção personalizada. Seu comentário é muito bem vindo. Esse espaço é para participar. Te aguardamos e queremos seu comentário, mesmo desfavorável. Eles não receberão censura. Poderão apenas receber respostas, ou tréplicas.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES