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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O CAOS DO FUTURO ENSEJA NOVAS SOLUÇÕES.


A cerca de 20 anos atrás, já existiam congestionamentos de trânsito nas grandes metrópoles, e uma série de planejamentos, e estudos eram feitos para se avaliar como atender a crescente demanda de veículos nas estradas. Todos sabem que a quantidade de veículos trafegando nas estradas aumenta por hora e contínuamente.

Falava-se que a linha vermelha no caso do Rio de Janeiro resolveria a demanda de trânsito na Avenida Brasil que é o principal afluente de veículos da periferia para o grande centro.

Pois depois de anos a LINHA VERMELHA foi finalmente tirada do papel e criada pelo governador Leonel Brizola. Posteriormente o Prefeito César Maia criou a Linha Amarela com Pedágio.

A ponte Rio-Niterói foi outra solução mirabolante para acabar com as viagens de barca que transpunham os veículos do Rio para Niterói e vice-versa, ou as viagens que se fazia pela rodovia Tio Petrópolis parta contornar a Bahia de Guanabara.

Recuando no tempo iremos encontrar as obras feitas pelo governador Carlos Lacerda que instituiu os túneis possibilitando uma série de acessos e interconexões que agilizaram mais o trânsito no Rio de Janeiro.


Entretanto com a enxurrada de veículos nas Ruas das grandes metrópoles, todas essas soluções acabaram sendo superadas, e se não tivessem sido implementadas a tempos atrás, a situação teria piorado ainda mais, e a mais tempo.

A vida tornou-se uma rotina confinada a um veiculo automotor. Esta semana vi que o carioca médio já passa 32 dias preso no transito por ano. Ou seja, mais tempo que suas férias normais.


Falo isso apesar de morar em uma grande cidade, mas não experimentar a necessidade de ir e retornar do trabalho todos os dias, porque raramente enfrento o trânsito louco dos horários de ida e vinda do trabalho, já que trabalho em uma plataforma marítima e quando preciso me deslocar escolho os horários da madrugada onde o trânsito praticamente desaparece.
Trânsito, aliás, não é exclusividade de capital ou metrópole. Cidade com aproximadamente 150 mil habitantes já é um martírio para o dia a dia.

Macaé por exemplo que até bem pouco tempo tinha um trânsito suportável vai a cada dia tornando o hábito de dirigir um veículo, uma causa de impaciência.

Tornou-se romântico ver aquela velha bicicleta barra circular passar tranquilamente ao nosso lado enquanto estamos estaticos. Sem falar das tias rodando de salto alto com suas bikes chinesas e elétricas.

Por outro lado, vemos mais gente rodando de bicicleta. Doce contradição. Sensacional, como o mundo é mutante. 

Rapidamente o que era objeto de consumo ontem, hoje se torna atrasado, empoeirado e contra producente.


Quem preso no seu veiculo não almeja o exercício que o trausente esta fazendo ao rodar com sua bike indo para o trabalho? O transito urbano nos engoliu.


Que loucura estar num veiculo de trinta, oitenta, duzentos mil e se sentir inferior a uma magrela de 300 reais.
 

Há pouco tempo todos queríamos um carro. Mais um carro ou aquele carro. Hoje queremos andar no carro, rodar. Mas em vez disso, encontramos uma prisão diária de uma, duas ou mais horas.

Resultado da política desvalida de qualquer preparo. Montada sob o manto da arrecadação e proteção da indústria automotiva. Sem nos dar a opção de mais ruas, estradas descentes ou vagas de estacionamento.
Bizarro e comum é ver nas redes sociais as grandes picapes americanas despejando potencia e fumaça para todos os lados. Parece o ápice de uma sociedade falida. Que consome muito mais que realmente precisa. E que ao mesmo tempo acena para algo novo. Realista e adequado para os dias de hoje.
 
O veículo como conhecemos esta fadado ao fim. Quem como eu tem por volta de 60 anos, talvez seja a ultima geração de adoradores de carros. Nossos filhos já possuem um desapego a potência e velocidade. Parecem mais interessados nos itens de mídia embarcados do que no motor sob capo.
Há algum tempo li uma entrevista com o ex presidente da GM. Nela ele dizia que o carro como temos hoje, será visto em clubes de final de semana.
 
Então esta reservado a eles a mesma classificação dos cavalos atualmente. Para o dia, segundo ele, haverá pequenos, ecológicos e desinteressantes automóveis.
 
VEÍCULO DO FUTURO?
Que como os ônibus coletivos ninguém nem se interessará por saber a marca do fabricante...

Outra pérola dita por este senhor é em relação aos esportivos. Ja que ter um veiculo que anda acima de 240 por hora num mundo de radares, lombadas e fiscalizações
eletrônicas.

Pura contradição.

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