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terça-feira, 3 de novembro de 2015

A PIOR DESGRAÇA PARA UM POVO É SER BURRO, E FACILMENTE ENGANADO.


Uma coisa que me deixa muito triste no Brasil, e a forma como certos almofadinhas que se julgam entendidos de política e os reis da "COCADA PRETA", pois fazem julgamentos a torto e a direito, condenando as pessoas sem ao menos refletir, embarcam na propaganda PODRE da mídia e se deixam enganar, servindo de marionetes contra os seus próprios interesses e os interesses o país.

Nesse ponto, os meios de comunicação que são controlados pelos interesses da direita, deitam e rolam, criando suas próprias verdades, e disseminando a população ódios, animosidades e falta de discernimento a favor do seu próprio interesse.

Veja-se o caso da PETROBRAS. 

Durante palestra na Offshore Technology Conference Brasil (OTC), a diretora de Exploração e Produção da Petrobrás, Solange Guedes, destacou a alta produtividade dos poços do pré-sal, que levou a produção ter triplicado em 30 meses. Solange apontou também a alta eficiência operacional, de 92,4%, na média dos últimos três anos. 


Petrobras divulgou que terminou o primeiro trimestre de 2015 com lucro líquido de R$ 5,33 bilhões. O resultado representa uma queda de 1% em relação ao lucro de R$ 5,393 bilhões registrado no mesmo período de 2014. Este é o pior resultado para um primeiro trimestre desde 2007, quando a empresa registrou lucro de R$ 4,1 bilhões.
No quarto trimestre do ano passado, a companhia teve prejuízo de R$ 26,6 bilhões.
O lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou em R$ 21,518 bilhões de janeiro a março de 2015, crescimento de 50% sobre um ano antes.
Este foi o primeiro balanço da gestão de Aldemir Bendine, sucessor de Graça Foster na presidência da Petrobras. Graça e outros cinco diretores renunciaram a seus cargos em fevereiro.


Sobre o fato, o diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, comentou que a eficiência operacional da Petrobrás e a própria tecnologia que a Companhia desenvolveu para encontrar e explorar a camada pré-sal são motivos de orgulho para os petroleiros e para o Brasil. Cancella pondera, no entanto, que não interessa ao país se manter como exportador de matérias-primas e que é necessário investir na autossuficiência também no refino, para agregar valor à produção.

“O pré-sal tem que ser administrado de maneira estratégica. Ele irá garantir nossa demanda por 50 anos, é uma grande conquista até porque a Petrobrás desenvolveu tecnologia inédita no mundo. Mas somos contra a produção para exportar petróleo cru”, alertou, destacando que a Companhia precisa investir na construção do braço petroquímico do Comperj e terminar as obras do próprio complexo, que estão paralisadas.

A Petrobras é uma empresa que está na vanguarda da América Latina e do mundo. Não há outra igual na América Latina. É uma empresa que fatura 30 bilhões de reais por ano. Isso não tem paralelo no Brasil. Essa empresa é capaz de tocar uma uma parcela do desenvolvimento de um país, gerando inúmeros empregos, dinamizando a indústria, estaleiros e trazendo a nossa auto-suficiência energética, e mesmo assim aparecem inúmeros almofadinhas, que se julgam entededores da "COCADA", dizendo, "tem é que privatizar."

Vamos entregar essa fortuna para os gringos? Nós hoje, produzimos o barril de petróleo no pré sal, na média de U$ 11,00 (11,00 dolares). Com média de produção por poço de cerca de 30.000 bbls/dia. O que é uma façanha. Temos poços no pré sal, que chegam a produzir mais de 40.000 bbls/dia. É galinha dos ovos de ouro, que estão querendo entregar aos gringos. É por isso, que o lobby é muito grande. Tem muito dinheiro de fora, comprando políticos. Também como sempre compram uma boa parte da nossa imprensa falada e escrita. LAMENTÁVELMENTE.....


Tem gente por aí querendo fazer você acreditar que o Pré-sal não é rentável. Na mídia e no Congresso os burburinhos constroem a ideia de que não há mais solução: é preciso entregar o Pré-sal e a Petrobras para os gringos e, então tudo se resolverá. Mas será mesmo? Não se deixe enganar, a história não é bem assim – aliás, não é nada assim.
Primeiramente, é preciso deixar claro: passamos por uma crise mundial no setor e a queda do preço do barril de petróleo deixa todas as multinacionais em apuros. No meio do ano balanços trimestrais mostraram que a Shell registrou queda de 33% nos lucros, demitiu funcionários e cortou custos. Já a British Petroleum teve prejuízo superior a US$ 6 bilhões enquanto o lucro da Exxonmobil caiu 52%. Ah, enquanto isso o lucro da Petrobras superou o da Chevron, Exxon e BP.
Bom, mas é inegável que o preço do barril está caindo. Pois é, e mesmo assim, o Pré-sal segue lucrativo e com exploração viável. Solange Guedes, diretora de Exploração e Produção da Petrobras afirma que não há nada no momento que indique que o cenário mudará a ponto de inviabilizar a exploração. “Ele tem se mantido lucrativo à companhia e com a exploração viável mesmo com a queda do preço no mercado”, afirmou ementrevista ao Estadão.
A Petrobras tem obtido ganhos em escala. O custo da produção por barril caiu 11% só no último ano, enquanto que os custos de construção de poços, responsáveis por 50% dos investimentos do Pré-sal, cairam à metade desde 2010. Assim os custos operacionais reduziram consideravelmente. Além disso, a empresa tem 15 plataformas  produzindo no Pré-sal com excelente desempenho, apesar da queda dos preços.
Portanto, não caia nessa história de que tirar a obrigatoriedade de participação da Petrobras na exploração do Pré-sal melhoraria as coisas. Quando uma empresa que só busca o lucro assume a exploração, graves consequências podem vir: produção predatória, mais riscos de acidentes, risco de fraudes na declaração de produção, perda do petróleo como estratégia internacional e diminuição das compras de plataformas.
“O Pré-sal é o mais importante negócio da Petrobras e a mais relevante oportunidade energética que o Brasil dispõe”, como afirmou Solange Guedes. Afinal, por que você acha que as multinacionais estão de olho nele, como alertou o Wikileaks?

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