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sábado, 31 de dezembro de 2016

2017 AMEAÇA AS INSTITUIÇÕES - os dez nomes mais temidos pela elite política.

Em 2008 tivemos nos Estados Unidos uma sequência de falências começando pelo City Bank e estendendo-se por várias outras empresas bancárias e inclusive automobilísticas. 

A crise teve origem em empréstimos que geravam ativos e esses ativos eram renegociados no mercado. Com o tempo toda a economia ficou lastreada com esses ativos, mas eles não tinham na verdade sustentação pois os que tomavam emprestado eram pessoas do povo. Com a crise de desemprego que grassava nos Estados Unidos, esses empréstimos começaram a não ser honrados e isso gerou uma crise de proporções inimagináveis e que ameaçaram levar de roldão toda a infra estrutura capitalista. 

Para contornar a crise várias medidas foram tomadas. Novos protocolos de governança empresarial passaram a existir tirando da mão de alguns CEOs o controle de empresas poderosas, mas não se viu uma caça as bruxas como vemos no Brasil, isso porque para a nação Norte Americana é a sua preservação que interessa.

Não é o que se vê no Brasil. Como se não interessasse a ninguém o futuro do país, a economia parou na esteira da LavaJato.

Não é uma conta fácil e, portanto, não há uma resposta única. Segundo estudo da FGV, a diminuição das atividades da Petrobras por causa da Lava Jato poderia tirar R$ 87 bilhões da economia, levar à perda de mais de 1 milhão de vagas e à queda de R$ 5,7 bilhões na arrecadação de impostos por União, Estados e municípios em 2015.

LAVA JATO CORTA VAGAS DO MERCADO DE TRABALHO.

Para a Tendências Consultoria, da queda de 3,8% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado, dois pontos estão relacionados à Lava Jato. Outra consultoria, a GO Associados, estima que o impacto custe mais de 2 milhões de empregos em até dois anos. Esses cálculos baseiam-se na queda de investimentos feitos pela Petrobras e empreiteiras.

Para 2016, a Tendências espera que a economia encolha 4% (1,2 ponto relacionado à Lava Jato) e que os investimentos caiam 6%.

Newton de Souza (R), atual presidente do grupo Odebrecht, e Marcelo Odebrecht (L), ex-CEO, agora preso

Queremos levantar R$12 bilhões para superar a tempestade, diz presidente da Odebrecht

2016/04/01 - 09H02
DAVID FRIEDLANDER
ANA ESTELA SOUSA PINTO
DE SÃO PAULO
 
Sob pressão das acusações de corrupção da operação da Lava Jato da Polícia Federal e de dívidas que totalizam R$90 bilhões, a Odebrecht colocou à venda um pacote de ativos da empresa na tentativa de levantar R$12 bilhões (US$3,3 bilhões) ao longo do ano. 
"Acreditamos que esse valor nos dará uma boa base para superar esta tempestade", diz Newton de Souza, presidente do grupo Odebrecht.
  • Souza assumiu a presidência em junho de 2015 após a prisão de Marcelo Odebrecht - foi condenado a 19 anos de prisão por crimes como a corrupção e lavagem de dinheiro. 
Como é que a tentativa de obter clemência e acordos de pacto para ajudar o grupo a sair da situação em que está agora?
Esta não é certamente uma situação confortável e torna a nossa missão organizacional difícil, mas temos a intenção de tomar todas as medidas necessárias para criar as bases para um novo ciclo em nossa organização.
 
Além da operação Lava Jato, há uma recessão e a Odebrecht tem uma dívida de R $ 100 bilhões [US $ 27 bilhões]. Como você pretende pagá-lo?
A dívida bruta atingiu R $ 85 bilhões em 2014 - esse foi o último dado divulgado. Não faz sentido falar sobre uma dívida financiada. Todas as empresas têm dívidas no seu fluxo de caixa. E também precisamos olhar para os prazos de pagamento.
 
O que você vai colocar para venda?
Alguns fatores como curto prazo de caixa, contração de empréstimos e a operação da Lava Jato nos levaram a iniciar um programa de venda de ativos no valor de R $ 12 bilhões [US $ 3,3 bilhões]. Acreditamos que esse valor nos dará uma boa base para superar esta tempestade. Colocamos à venda uma usina hidrelétrica no Peru, uma estrada no Peru, que já está sob o processo de due diligence, e alguma participação em um bloco de petróleo em Angola.
 
São essas ações destinadas a pagar dívidas?
Vender ativos leva a uma redução imediata das dívidas líquidas. Além disso, quando você vender um ativo, as parcelas do financiamento ir com ele. Os R $ 12 bilhões que nós pretendemos fazer tornar-se-ão renda líquida para a empresa, mas o desalavancamento é maior.
 
As acusações contra a Odebrecht são muito sérias, o presidente da empresa está preso e a dívida é muito alta. Você vai conseguir sobreviver?
Sim, estamos a aprender muito com esta crise e estamos a criar bases sólidas para deixar tudo para trás - são os pilares de um novo ciclo de crescimento. Estou certo de que conseguiremos deixar tudo isso para trás.
 
O que a Odebrecht acredita ser a melhor solução para a atual crise política?
Eu não tenho nenhum comentário.

O executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho, cuja delação vazada para a imprensa provocou um terremoto no núcleo do Governo, cita Nogueira como sendo um dos funcionários da empresa “que mantinha agenda própria no Congresso Nacional”. Segundo Melo, Nogueira era próximo do Itamaraty e do Ministério da Indústria e Comércio. Entre as obras da construtora no exterior estão Porto Mariel, em Cuba, a Hidrelétrica de Cambembe, de Angola, e o metrô de Caracas, na Venezuela.

  • Delação da Odebrecht revela troca de leis por doações a campanhas do PMDB 
  • A monumental delação da Odebrecht cerca Brasília por todos os lados 
  • Reflexo da turbulência, até aliados falam da renúncia de Temer 
  • Odebrecht pagava até 7 milhões de reais por lei aprovada no Congresso

A delação do fim do mundo, como ficou conhecida a série de depoimentos dos funcionários à Justiça, envolverá desde executivos que ocupavam a presidência da construtora, como o próprio Marcelo Odebrecht, até secretárias. Todos eles foram desligados da empresa e só Marcelo, já condenado na Lava Jato, segue detido. 

Aos poucos, o conteúdo começa a ser vazado na imprensa. Nesta segunda, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou que em ao menos um dos depoimentos afirma-se que houve uma doação ilegal da construtora de cerca de 30 milhões de reais para a chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, na última eleição. Isso pode repercutir no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que julga ação sobre as contas da campanha.

As novas delações devem mostrar os tentáculos do esquema que, de acordo com a força-tarefa, regia a troca de vantagens para empresas por financiamento partidário e pessoal. Se os executivos principais lidavam diretamente com o Congresso e o Planalto, os diretores-superintendentes, por exemplo, podem explicar como o esquema de troca de benefícios funcionava em Estados e municípios. 

Eles lideravam times regionais, que tratavam com políticos de São Paulo, Rio de Janeiro ou Estados do Nordeste -muitos depois ganharam projeção em suas carreiras e também acabaram implicados em esquemas de Brasília.

Por isso, há um entendimento de que, se a delação de Melo Filho implodiu o Congresso e o Planalto, as demais, com exceção da do clã Odebrecht, devem envolver mais políticos regionais, incluindo, no entanto, nomes de peso, como governadores com pretensões à Presidência. Conheça abaixo quem são os principais nomes do acordo e sobre quais áreas eles devem se ater.

Clã Odebrecht

EMÍLIO ODEBRECHT
As delações mais aguardadas da Operação Lava Jato são as do patriarca do clã Odebrecht, Emílio, e de seu filho Marcelo, preso desde junho do ano passado. Os dois sempre foram próximos aos governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, e existe a expectativa de que eles impliquem os ex-presidentes em seus depoimentos. Trechos iniciais da delação de Marcelo vazados no início do mês dão conta de repasses de 8 milhões de reais em dinheiro vivo pagos para Lula – parte do montante depois que o petista havia deixado o Planalto. Além disso, Marcelo teria negociado diretamente a compra da nova sede do Instituto Lula, que não foi concretizada – a organização nega.

Mas as delações de Emílio e Marcelo podem ir muito além de Lula e Dilma. A empreiteira tem uma relação de proximidade com o poder desde os tempos da ditadura. De José Sarney a Michel Temer passando por Fernando Henrique Cardoso, a Odebrecht manteve algum grau de intimidade com todos os mandatários do país. Em seu livro de memórias, FHC faz várias menções elogiosas ao magnata da Odebrecht: “Curioso, a firma Odebrecht ficou tão marcada pela CPI dos Anões do Orçamento, com o negócio da corrupção, e no entanto o Emílio é um dos homens mais competentes do Brasil em termos empresariais”. Resta saber até onde os donos da empresa irão em sua delação.

Carlos Armando Paschoal

Carlos Armando Paschoal
Paschoal, conhecido como CAP, era diretor-superintendente da empresa em São Paulo e, por isso, é tido como um dos principais contatos da Odebrecht com políticos paulistas. Trechos preliminares de seu acordo de delação, divulgados entre outubro e novembro, implicam dois possíveis presidenciáveis tucanos para 2018, o governador Geraldo Alckmin e o chanceler José Serra. No caso de Alckmin, o caixa 2 (dinheiro para campanha não contabilizado) teria abastecido as campanhas de 2010 e 2014. Os pagamentos teriam sido feitos a duas pessoas próximas ao político tucano: uma delas seria o empresário Adhemar Ribeiro, irmão da mulher de Alckmin. Em 2010, ele teria recebido 2 milhões de reais em espécie, pagos em seu escritório.
Carlos Armando Paschoal, conhecido como CAP. CREA


Já Serra teria recebido 23 milhões de reais da empreiteira em 2010, via caixa 2, durante sua campanha presidencial. Parte do dinheiro, segundo a delação, foi repassado para uma conta na Suíça. Ronaldo Cezar Coelho, ex-deputado federal (ex-PSDB e atual PSD) teria articulado o repasse na condição de coordenador político da campanha de Serra. Todos os citados negam qualquer malfeito. Alckmin disse, na ocasião, que "é prematura qualquer conclusão com base em informações vazadas de delações não homologadas".

Benedicto Barbosa Júnior


O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura é apontado como um dos principais interlocutores da empresa com políticos. Preso em março deste ano durante a 26ª fase da Lava Jato, era um dos coordenadores do Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, conhecido como o setor da propina. Este setor, segundo o movimentado ao menos 66 milhões de reais para ao menos 30 pessoas. O Ministério Público Federal acredita que estes valores foram repassados para políticos das esferas municipal, estadual e federal. De acordo com a denúncia apresentada contra Barbosa, ele seria “a pessoa acionada por Marcelo para tratar de assuntos referentes ao meio político, inclusive a obtenção de apoio financeiro”.


Ex governador Sergio Cabral
A delação de Barbosa pode complicar ainda mais a situação do ex-governador fluminense Sérgio Cabral (PMDB), preso no início do mês. Isso porque os investigadores esperam que ele confirme outras denúncias de que o peemedebista cobrava 5% de propina para obras de grande porte no Estado, como a reforma do estádio do Maracanã, por exemplo. O executivo frequentava a casa de Cabral, e construiu sua mansão no mesmo condomínio que o então governador. Barbosa também era próximo do ex-ministro de Lula José Dirceu, já condenado na Lava Jato. Do setor controlado pelo executivo também teriam saído, segundo a força-tarefa da Lava Jato, pagamentos não declarados para o casal de publicitários Monica Moura e João Santana pelas campanhas de Lula e Dilma Rousseff.

Alexandrino Alencar

Alexandrino Alencar
Ao lado do clã Odebrecht, Alencar é uma das figuras-chave das delações da empresa. Ex-diretor de Relações Institucionais da construtora, ele ficou preso entre junho e outubro deste ano e sua delação chegou a ser recusada pela força-tarefa da Lava Jato, que considerou que ele tentava poupar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele é apontado como o executivo da construtora responsável pela relação com Lula. Seria ele também o contato da empresa com Antonio Palocci, réu na Lava Jato e preso durante a 35ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Omertà.

Alexandrino Alencar
Do depoimento de Alencar, se espera que ele esclareça as questões relativas às obras feitas em um sítio de Atibaia, que, segundo a acusação, pertenceriam a Lula, que nega ser proprietário. Ele também deve relatar detalhes das viagens feitas ao lado do ex-presidente para países da África e da América Latina. Segundo os procuradores, Lula praticou tráfico de influência em benefício da construtora em troca de vantagens indevidas, o que ele também nega.

Sérgio Luiz Neves

Neves é diretor superintendente da Odebrecht Infraestrutura para Minas Gerais e Espírito Santo. A expectativa dos procuradores é que ele detalhe em sua delação pagamentos e propinas pagos a políticos mineiros. Ele já foi citado pela secretária da empresa Maria Lúcia Tavares – que também colabora com a Justiça – como sendo o responsável pelo pedido de pagamento de 15 milhões de reais para uma pessoa identificada nas planilhas da empreiteira apenas como “Mineirinho” em 2014. Claudio Melo Filho, cuja delação veio a público na semana passada, afirmou que o apelido se refere ao senador e ex-candidato à presidência Aécio Neves (PSDB-MG), que negou.

O ex-funcionário era subordinado a Benedicto Barbosa Júnior, diretor da Odebrecht Infraestrutura e um dos articuladores do setor de operações estruturadas da empreiteira – conhecido como setor de propinas. Ele também pode jogar luz sobre algumas denúncias da Operação Acrônimo, que enredaram a Odebrecht e o governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), em um esquema de pagamentos de propina no Estado em novembro deste ano.

Antonio Anastasia
A Odebrecht é responsável por uma série de obras de grande porte em Minas Gerais, que vão desde estações de tratamento de água e subestações elétricas. Dentre as principais estão as obras de manutenção do Sistema Rio Manso, responsável pelo abastecimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte com água tratada. O contrato para a realização dessa iniciativa foi firmado durante o Governo do agora senador Antonio Anastasia (PSDB), relator da comissão especial do impeachment de Dilma Rousseff no Congresso.

Luiz Antonio Bueno Junior

Luiz Antonio Bueno Junior
A delação de Junior, diretor superintendente da Odebrecht Infraestrutura em São Paulo, tem potencial de abordar possíveis malfeitos da empreiteira no Estado. Em março deste ano foi divulgado um documento assinado por ele com o objetivo de aumentar os custos do estádio do Corinthians, construído pela Odebrecht. Por meio de aditivos contratuais, executivos da empreiteira conseguiram subir o valor da obra em 1,2 bilhão de reais. Segundo o procurador
Procurador Carlos Lima dos Santos
Carlos dos Santos Lima, da força-tarefa da Lava Jato, as investigações feitas com base em planilhas da construtora apontam que houve pagamento de propina na obra, mas ainda não se sabia, em março, quais foram os destinatários deste dinheiro.

Uma das obras que também está na mira das autoridades é a construção da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. A empreiteira integra o Consórcio Move – ao lado de Queiroz Galvão, UTC Participações e Eco Realty Fundo de Investimentos. A Move venceu uma licitação bilionária com custo previsto em 22 bilhões de reais. No entanto, em setembro deste ano o consórcio anunciou a suspensão das obras alegando dificuldades na contratação de crédito. Além disso, obras nas linhas 2-Verde e 4-Amarela também são investigadas por suspeita de propina. Uma série de e-mails e documentos apreendidos pela Lava Jato indicam que a empresa pagou para conseguir vencer as licitações durante governos do PSDB, entre eles o do atual governador
Governador de São Paulo Geraldo Alckmin
Geraldo Alckmin, que pretende disputar a presidência em 2018. No final de novembro, ele defendeu a lava jato e afirmou que não foi beneficiário de nenhum repasse ilegal de campanha.

João Carlos Nogueira

João Carlos Nogueira (E), da Odebrecht, Paulo Paim, economista José Carlos de Assis e Klaus Curt Muller, da Abimaq.

Ex-diretor da área internacional da Odebrecht, Nogueira conhece bem os negócios da empreiteira firmados em outros países, como Angola, República Dominicana, Cuba, Gana, México e Venezuela. Ele chegou a ser alvo de condução coercitiva em setembro deste ano, alvo da Operação Acrônimo, que investiga pagamentos de propina por parte da empreiteira ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). O Ministério Público Federal acredita que Nogueira era um dos responsáveis pelo esquema de pagamentos ilegais em troca de financiamento do banco estatal.


João Antônio Pacífico Ferreira
João Antônio Pacífico Ferreira

Diretor superintendente para as áreas Norte, Nordeste e Centro-Oeste da construtora, ele deve revelar detalhes de como atuava junto aos políticos para viabilizar obras nessas regiões. Foi citado pelo delator Melo como a pessoa que aprovou pagamentos no valor de 500.000 reais ao presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), que apareceria em planilhas da construtora com o codinome "justiça". Segundo o mesmo executivo, Pacífico teria afirmado para ele que tinha interesse na obra do Canal do Sertão Alagoano, uma espécie de minitransposição do rio São Francisco. "Depois eu fui informado que haviam sido doados 1,2 milhão de reais a título de campanha", afirmou o delator. A obra do canal é feita pelo Governo do Estado, em parceria com o Governo federal, por meio do Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC).
TUCANO TEOTÔNIO VILELA FILHO
A Odebrecht é responsável pelo quarto trecho da obra, ainda em construção, que foi, ao lado de outros trechos, questionado por indícios de sobrepreço pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A ordem de serviço deste trecho foi emitida em junho de 2013, na gestão do tucano Teotônio Vilela Filho.

João Pacífico, como é conhecido, também poderá esclarecer se a construtora pagou propina para realizar as obras do projeto de irrigação Tabuleiros Litorâneos de Parnaíba, no Piauí, executada pela construtora em um consórcio com a Queiroz Galvão. A obra já havia sido apontada em uma lista de obras sob suspeita da Polícia Federal, em setembro deste ano. Na delação de Melo, ele afirma que houve um acerto de pagamento de 3% dos valores repassados para a obra pelo Ministro da Integração, que em 2008, época dos fatos, era Geddel Vieira Lima, que deixou o Governo de Michel Temer por ter seu nome envolvido em outra denúncia.

Leandro Azevedo

LEANDRO AZEVEDO
Ex-diretor-superintendente no Rio de Janeiro, era considerado o braço-direito de Benedicto Júnior, um dos coordenadores do departamento de propina. Segundo uma reportagem da revista Veja, ele afirma que a construtora pagou 23,6 milhões de reais em dinheiro e 800.000 euros, por transferência bancária no exterior, para a campanha do Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Segundo ele, o governador agiu junto ao BNDES em favor dos interesses da empresa. Ainda segundo a revista, ele teria citado o repasse de dinheiro para o caixa 2 do atual prefeito do Rio, Eduardo Paes (também do PMDB), ex-governador Anthony Garotinho e sua mulher, Rosinha, ambos do PR, e para o senador Lindbergh Farias (PT), além do próprio Pezão. Eles afirmam que só receberam doações regulares.

Dentre as obras sob suspeita estão a Linha 4 do Metrô do Rio e a concessão do Maracanã a Odebrecht. Esta última, segundo reportagem do Fantástico teria envolvido, segundo ele, o pagamento de propina ao atual presidente do Tribunal de Contas do Estado, Jonas Lopes, para que o edital fosse liberado pelo órgão. No último dia 13, ele foi conduzido coercitivamente para a sede da Polícia federal para prestar depoimento. Ele não falou com a imprensa sobre o fato.

A quem interessa o desmonte do Brasil? Interessa aos Estados Unidos. Suas empresas estão prontinhas para ocupar o lugar das Brasileiras Odebrecht, OAS, Camargo Correa entre outras. Que brasileiros inteligentes somos nós! Ou entreguistas, quem sabe?

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

NÃO SOMOS COMUNISTAS. SOMOS SOCIALISTAS DEMOCRÁTICOS.

A solução para os problemas da humanidade não está nos regimes mas nos homens. Se os homens forem bons independentemente de qual regime estejam, as sociedades encontrarão o equilíbrio.

Entretanto de todos os regimes políticos, o COMUNISMO totalitário, antidemocrático não serve ao homem mas apenas aos ditadores. É o que acontece na Coréia do Norte. Esse é o segundo pior de todos os regimes. O Pior é o do Estado Islâmico.

Entretanto não devemos deixar de dizer que o COMUNISMO TOTALITÁRIO não deve ser confundido com o SOCIALISMO DEMOCRÁTICO, porque o SOCIALISMO DEMOCRÁTICO é o melhor de todos os regimes. É o regime que reúne o melhor do Capitalismo à essência do verdadeiro objetivo comunista que é o homem. A seguir mostraremos o fracasso da idéia Comunista, e o êxito da solução SOCIALISTA DEMOCRÁTICA.

COMUNISMO: O "paraíso" da Coreia do Norte

A Coreia é uma península localizada no extremo leste, entre a Manchúria e no Japão, e está dividido entre dois estados: a Coreia do Norte e Coreia do Sul.


Nos tempos antigos, havia três reinos da península (chamados pelos historiadores como um "front"): Goguryeo, Baekje e Shilla.

O reino de Koguryo , teve vida de 37 a. C. até 668 d. C., e se estendia desde o sul da Manchúria à Coreia do Norte do norte e central

O reino de Baekje , por outro lado, existe desde 198 aC a 660 dC, eo site território ocupado na Coreia do sudoeste.

O reino chamado Shilla ou Silla , no período de 57 aC a 935 d. C, foi localizado no sul da península, e em 668 foi aliada com a China para conquistar os outros dois reinos, Baekje em 660e Goguryeo em 668 .

Depois destas conquistas do Reino de Silla (rebatizado de Unified Silla histórica) ocupou a maior parte da península coreana, em seguida, após cerca de 300 anos fragmentados em três pequenos estados adicionais, chamada Three Kingdoms traseiros:

Silla , Hubaekje (originado de Baekje, traseira), e Taebong , também conhecido comoHugoguryeo (derivado de Goguryeo, traseira) e submetidos à dinastia de Koryo em 935 .

Em 936 o controle dos Três Reinos foi tomado por Wang Geon proclamou o Reino de Goryeo , encerrando o período dos Três Reinos traseira.

Em 1897 veio o império coreano sob o rei Gojong até 1910, quando o país foi conquistado pelos japoneses.

No final da II Guerra Mundial, em 1945, a península coreana foi dividida em duas áreas:

Norte território do paralelo 38, sob a influência e a ocupação soviética, e o território ao sul do paralelo 38, sob a influência e a ocupação americana.

Em 1948, nasceu a República Democrática da Coreia ( RPDC ) e da República da Coreia ( Coreia do Sul ) com diferentes governos e sistemas políticos hostis entre si:




A Coreia do Norte tornou-se uma ditadura comunista e pró-chineses com capital emPyongyang , presidido por Kim Il - SUNG , enquanto a Coreia do Sul tornou-se uma democracia capitalista pró-EUA com capital em Seul , liderado por Syngman Rhee .

Em 1950, a Coreia do Norte impôs a sua vontade de estender " para o bem do povo " sua área de influência e fê-lo militarmente invadindo os territórios da Coreia do Sul.

A Coreia do Norte foi imediatamente visto como o estado comunista mais fechado do mundo, e, portanto, foi apelidado de " Reino Eremita ".

A guerra, que começou em 1950 e continuou até 1953, causada bem 2.800.000 vítimas, metade deles civis, e provocou uma das fases mais agudas e perigosas da chamada " Guerra Fria ", o risco resultante de um conflito nuclear.

Os Estados Unidos, juntamente com 17 outros países, intervieram militarmente em um mandato da ONU para derrubar o governo norte-coreano e libertar a Coreia do Sul.

Kim, o ditador comunista norte-coreano, já tinha lutado com os guerrilheiros comunistas chineses para lutar contra as tropas japonesas de ocupação na Manchúria, e tinha seguido os cursos de doutrinação política comunistas e militares para Khabarovsk, na União Soviética, de modo que em trinta anos tinha ele assumiu a posição de capitão do Exército vermelho.

Ele voltou para a Coréia em 1946, onde foi imediatamente nomeado pelas forças de ocupação soviéticas "Cabeça do Comité Popular do Provisória", porque o Partido Comunista coreano tinha a sua sede em Seul, o território ocupação norte-americana.

Mais tarde, ele se tornou primeiro-ministro da República Democrática da Coreia recém-formado Popular (RPDC).

Kim preparou o ataque traiçoeiro sobre a Coreia do Sul bem à frente, concentrando tropas na fronteira e fazer exercícios ocultos para preparar as tropas para a invasão.

Na noite de 25 de junho de 1950, aproximadamente 120 mil soldados norte-coreanos cruzaram a fronteira sem aviso prévio com a Coreia do Sul, e ocuparam a cidade de Seoul.

Depois de três anos de guerra e perda de vidas no conflito chegou ao fim, graças ao fato de que a União Soviética, em contraste com Mao Tse Tung negou a ajuda militar norte-coreano solicitado.

Paz, no entanto, não impediu que as intenções ditatoriais da comunista Coréia, que ainda continua a subjugar os povos sob imposições rigorosas de maoísta e stalinista.


      Kim Jong Il
Galopante no país os " expurgos " repressivas, seguido de sentenças à pena de morte, alcançando o número de 90.000 vítimas .

São organizadas inúmeras prisões e campos de detenção etrabalho forçado para os criminosos comuns, as áreas de deportação para as famílias, e as áreas ditadura especial para os presos políticos.

Os prisioneiros sofrem torturas e abusos de todos os tipos, e são forçados a trabalhar a partir de cinco da manhã até meia-noite, continuamente sujeitos à brutalidade e ferocidade.

Os nascimentos de crianças em detenção são punidos com o abate do recém-nascido.

A dinastia KIM escraviza a população coreana nas garras de ferro do terror comunista, começando com Kim Il-sung (1972/1994), e continuando com KIM JONG-IL (1994/2011), para obter-se atualizado sobre Kim Jong-un, busque saber sobre seus crimes contra a humanidade, massacrando seu próprio povo, como foi confirmado por histórias de sobreviventes.


As histórias falam de corpos espremidos para extrair a gordura e a cremação dos ossos permanecem, além de gritos desumanas das celas de tortura, cabelo ensanguentado colados à parede, instrumentos de tortura aplicada aos órgãos genitais de prisioneiros infelizes e de execuções e mortes provocadas muito lentamente com o propósito de prolongar a agonia das vítimas.

As mulheres também não escapam a ferocidade Comunista, e fala de seus seios rasgados em golpes de faca, os órgãos genitais esmagados com o cabo de uma pá, cães treinados para rasgar os seres humanos, dos quais ficam apenas o esqueleto.

Mesmo as pessoas mais velhas são torturados e mortas, assim como os meninos, como inimigos da revolução comunista, num paroxismo de fúria sádica e perversa que desonra a toda a humanidade.

Esse regime parece-nos muito pior do que os campos de concentração Nazistas.

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As vítimas dos campos de concentração da Coreia do Norte atingram o numero de um milhão e meio de individuos, enquanto fora dos campos, a chamada sociedade civil, padece uma total falta de quaisquer liberdades mínimas ou direitos.

As políticas econômicas fracassadas do regime comunista e a fome da população tem provocado um verdadeiro genocídio , com um número de vítimas estimadas em dois milhões , enquanto a Cruz Vermelha diz que 10.000 crianças morrem todos os meses de fome e desnutrição.

O horror do Estado que a Coreia do Norte impõe sobre a população inocente e indefesa é igual apenas a esse nefasto e sádico regime dos infames Khmer Vermelho Cambojano.
É também igual à estupidez criminosa daqueles regimes no Ocidente que louvam a " foice e o martelo ", com um punho cerrado levantado como um sinal de filiação no mundo comunista.

É também igual à idiotice culpada dessas massas estudantis manipuladas pela esquerda na Itália, nos anos '68 / '70, acenando com o "pequeno livro vermelho" de Mao , em um frenesi de condescendência macabra, durante as marchas e manifestações de rua organizadas pela esquerda.

Eles devem sentir em sua pele o que o povo coreano sofreu e continua a sofrer por causa da ditadura comunista.

Personagens como Cossutta, Bertinotti, Tolyatti, Alboresi, que pertencem ou pertenceram ao universo comunista devem trazer suas próprias famílias para viver no que deveria ser, de acordo com suas normas sociais e políticos, um verdadeiro paraíso na terra .

Eles podem muito bem experimentar a emoção da deportação para Laogai no molde chines, para iniciar a " reeducação através do trabalho " a que estão submetidos, pelo menos uma vez em suas vidas todos os Coreanos, ou a descobrir um dia em que os seus familiares tenham desaparecido, engolidos por um regime que nem sequer lhe diz o que aconteceu com eles.

A falsidade da organização comunista europeia é desprezível, como astuciosamente finge não saber que crimes realizam seus irmãos coreanos, tornando-nos cúmplices em todos os aspectos.

E 'também é proibido acessar a Internet, a fim de limitar qualquer indução a dissidência, enquanto a comunicação com o exterior via celular é considerado um dos crimes de espionagem e é punido com a prisão e detenção.

Centenas de milhares de pessoas estão sendo mantidos incomunicáveis e são torturados sem quaisquer acusações contra eles, se não o genérico "é formulado motivo de culpa por associação " que corresponde ao ser parentes ou amigos de pessoas que são impopulares com o regime comunista.

Kim Jong-un
O regime comunista norte-coreano tem forçosamente enviado 50.000 coreanos para outros países como a Líbia, Mongólia, Nigéria, Qatar e Rússia, como um pacote de trabalho escravo, supervisionado para serem explorados, embolsando os seus salários e forçando-os a trabalhar em turnos exaustivos.

O actual ditador norte-coreano Kim Jong-un , ao representar o papel da liderança comunista dos trabalhadores, tem, paradoxalmente, formação na Escola de Inglês de Berna na Suíça onde graduou-se duas vezes, tentando esconder sua verdadeira natureza, que o retrata sim como cruel e implacável, um amante do luxo desenfreado e violência gratuita, como mostrado pelas leis impostas ao seu próprio povo.

Sua megalomania levou-o a busca de um papel como o líder de uma potência nuclear, para a qual ele sempre incentiva a aumentar mais exercícios militares e corrida armamentista.

O terror ainda é a sua arma favorita, com a qual ele carrega todo povo norte-coreano sob tirania, da mesma forma que os marxistas-leninistas são mestres, com ferocidade e desrespeito pela vida humana.

O Comunismo, portanto, mais uma vez, é um exemplo de desrespeito pelos direitos mais básicos, como a liberdade e igualdade, e carrega vestígios de uma via de terror contra as pessoas, já testado nos regimes de Stalin, Mao e Fidel Castro .

Enquanto o Ocidente tende a fazer negócios com as superpotências comunistas, como a China, em vez de dar um sinal claro de condenação por violações dos direitos humanos nestes países, as massas planetárias são presa fácil dos apetites insaciáveis de hierarcas comunistas.

Cabe a nós lutar, porque eles não o fazem, opondo-se desde sempre a todo o caminho para o comunismo, boicotando seus produtos e seus bens, recusando qualquer abordagem amigável, condenando abertamente suas ações .. 

Espero que a ganância míope dos governos ocidentais não prevaleca sobre os ideais de liberdade que devem caracterizar o nosso estereótipo de civilização, e que imediatamente cessem o comércio com países comunistas, na verdade, impondo-lhes uma seqüência estrita de sanções de qualquer tipo. 
 
Ao não fazê-lo, vai tornar-nos mais do que estamos agora, seus cúmplices em todos os aspectos . 

A dissidência

O socialismo democrático demonstra ser o melhor regime

Ao contrário do que afirmam os porta-vozes da direita, o socialismo democrático não fracassou. O que malogrou foi o socialismo real de inspiração soviética, que terminou com a queda do Muro de Berlim. Não significou o “fim da história” propagado por Fukuyama, com a vitória definitiva do liberalismo econômico.

O socialismo democrático, tal como é praticado principalmente nos países escandinavos (Noruega, Dinamarca, Suécia e Finlândia), continua extremamente vigoroso e é representado pelo conjunto dos governos de natureza social democrática que vêm ocupando o poder nesses países, de forma não ininterrupta.

Os sistemas sociais dessas nações se caracterizam pelo fato de haver uma carga tributária extremamente elevada, girando em torno de 50 a 60% do PIB, mas, em compensação, os referidos Estados proporcionam a suas populações serviços públicos de qualidade, principalmente nas áreas de saúde, educação, previdência e assistência social, amparo aos idosos e outros benefícios.

Relativamente a esses países, diz-se que eles garantem o bem estar dos seus cidadãos do “berço ao túmulo”. São nações que, ainda nos anos 30 do século passado, concluíram que o capitalismo não era perfeito, e que apresentava deficiências, mormente no que concerne à injustiça da distribuição social da riqueza. Desta forma, as nações escandinavas estruturaram um regime avançado em termos políticos e sociais.

OBJETIVOS ALCANÇADOS

Por intermédio da social democracia e de um pacto entre os fatores capital e trabalho, este último representado pelos sindicatos, este regime proporcionou justiça social e desenvolvimento econômico para as populações. A evidência concreta e palpável de que essa modalidade de socialismo democrático deu certo, sob o ponto de vista econômico e social, é o fato de que esses países apresentam os melhores Índices de Desenvolvimento Humano do planeta, mensurados pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que levam em conta indicadores tais como a expectativa de vida dos cidadãos, a taxa de escolaridade da população, a qualidade de vida e a renda per capita.

Na Europa Ocidental, a despeito da alternância no poder entre os sociais-democratas, trabalhistas e conservadores mais à direita em países como Reino Unido, França, Alemanha, Espanha e Portugal, pode-se considerar que nesses países houve a instituição de sistemas de proteção social que atenuaram significativamente as distorções distributivas do capitalismo neoliberal, reduzindo as desigualdades sociais e contribuindo para o nivelamento e equilíbrio sociais desses países. Na Alemanha, o modelo de capitalismo com responsabilidade social foi denominado de “economia social de mercado”.

CONQUISTAS PERENES

Instituições relevantes, tais como o sistema nacional de saúde britânico, que nem Margaret Thatcher conseguiu privatizar, e a participação dos trabalhadores nos lucros das empresas, própria do capitalismo alemão, inclusive com intensa participação dos sindicatos, dentre os quais se destaca o IG Metall, foram conquistas importantes e perenes das quais a população europeia não abre mão.

Exceção nesse panorama são os Estados Unidos, no qual subsiste um capitalismo liberal que até pouco tempo atrás era extremamente desregulamentado, o que redundou na crise econômica de 2008. O presidente Barack Obama enfrentou sérias resistências para implantar o seguro social de saúde, conhecido como “Obamacare”, o qual ainda corre o risco de ser inviabilizado pelo Judiciário estadunidense, em virtude de ações judiciais movidas por grupos reacionários vinculados ao Partido Republicano.
Diante desse quadro, como dizer que o socialismo fracassou?

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O futuro do socialismo democrático

As incertezas e as dificuldades do momento crescem em países como o Brasil, onde as estruturas políticas não permitem uma representatividade efetiva dos pobres e das minorias em geral.

Nas lutas operárias do século XIX, as raízes da social-democracia, que, mesmo depois da Primeira Guerra Mundial, manteve a agenda reformista e contribuiu ao nascimento do Estado do Bem-Estar Social


Há poucos dias participei de um debate com intelectuais, políticos sem exercício de mandato, ativistas sociais e membros de associações da sociedade civil das mais diversas partes do mundo. O objetivo era discutir que bandeiras poderiam unir os diversos movimentos que se consideram “progressistas” e como poderiam contribuir para a construção de um mundo mais justo e mais livre. 

Embora estivessem presentes personalidades de variadas proveniências, era claro que o pano de fundo da discussão, ainda que universalmente relevante, era o mal-estar dos partidos europeus ligados à tradição da social-democracia.

Aliás, o próprio termo “social-democracia” gerou alguma polêmica, já que, em certas regiões do mundo, especialmente na América do Sul, é um rótulo que foi apropriado por partidos de direita ou centro-direita. E não estou falando do velho PSD de Benedito Valadares, uma coalizão de interesses oligárquicos, com vagas pretensões industrializantes, formada quando da queda da ditadura de Getulio Vargas, que deveria originalmente chamar-se “Partido Democrático”.

Mas era o final da Segunda Guerra e a União Soviética emergira como uma das grandes vencedoras na luta contra o fascismo. A sabedoria (ou melhor: esperteza) política levou um dos líderes da nova formação a dizer: vamos botar “social” no nome; está na moda.

Refiro-me a versões mais modernas, como a que emergiu da dissidência do PMDB, que, mais que um partido, era uma grande frente democrática que englobava várias tendências. Assim, o PSDB, embora já demonstrasse inclinação pelo que se veio a denominar de “neoliberalismo”, pretendeu dar uma coloração política mais definida a uma das facções do conglomerado de forças que se juntaram para combater a ditadura. 

À sua esquerda já existia o Partido dos Trabalhadores, o que contribuiu para que os nossos sociais-democratas sequer buscassem um disfarce mais progressista.

Na Europa, entretanto, a social-democracia tem raízes históricas, que remontam às lutas operárias do século XIX. Mesmo tendo se afastado (sobretudo ao apoiar financiamento aos gastos militares na Primeira Guerra Mundial) de ideais internacionalistas, conservou uma agenda reformista, que ajudou a construir o Estado de Bem-Estar. E muitos (se não todos) sociais-democratas foram importantes aliados dos movimentos de descolonização e tentativas de emancipação econômica no Terceiro Mundo.

Mas, hoje, quais são as reais bandeiras da social-democracia? E que respostas dão aos desafios que atormentam muitos dos seus países, como terrorismo, desemprego, movimentos migratórios e questões ecológicas? Mais importante: a quem dirigem sua pregação por um mundo que não seja totalmente dominado pelo lucro fácil, pela exploração dos trabalhadores (nacionais ou migrantes), pelo tráfico de armas e pelo uso unilateral da força?

Curiosamente, durante o debate, a expressão “classe trabalhadora”, em torno da qual se estruturaram os movimentos sociais do século XIX, e que persistiu como um conceito organizador até décadas recentes, mal foi pronunciada. Assim, a busca pela construção do socialismo democrático (fórmula que prefiro à desgastada social-democracia) parece carecer não só de posicionamentos claros em torno dos temas já citados (e, mais, a situação da mulher, as mudanças climáticas, a governança democrática, o desarmamento e o comércio justo), mas de uma melhor definição sobre as “agências de transformação” da sociedade.

Serão essas agências os próprios partidos políticos, que passam a representar interesses difusos, não ligados a uma posição específica na estrutura econômica? Ou conjuntos ainda mais vagos, definidos em termos geracionais ou de comportamentos individuais? Sem dúvida, há muita perplexidade a respeito dessas questões. Estamos muito longe das convicções que levaram os socialistas dos dois últimos séculos a apostar no papel redentor do proletariado industrial.

Isso, naturalmente, não significa que inexista a percepção das injustiças criadas e reproduzidas pelo sistema capitalista, sobretudo em sua versão financeira e especulativa. Injustiças que se replicam no nível local, nacional e global. Mas como juntar todas essas vítimas da desigualdade, todos esses despossuídos, oprimidos ou abandonados: os refugiados (econômicos ou políticos), os trabalhadores submetidos a regime similar à escravidão, os que sofrem de discriminação de qualquer espécie?

Esse problema, complexo em si mesmo, torna-se mais grave em países como o Brasil, cujas estruturas políticas não permitem uma representatividade efetiva dos mais pobres, dos negros, das mulheres, das minorias, em geral. Se não é possível conceber hoje uma verdadeira democracia que não seja efetivamente “social”, tampouco se pode pensar em um socialismo que não tenha suas raízes na democracia.

É importante ter eleições, sem as quais qualquer governo carece de legitimidade. Mas é importante que as próprias eleições sejam legítimas, de modo que a “voz do povo” se faça ouvir e seja respeitada. O caminho para a democracia e o socialismo é longo, incerto e cheio de percalços. Mas é mister percorrê-lo, superando obstáculos e desmistificando falsas soluções, como as privatizações massivas, o congelamento das despesas em saúde e educação, o encolhimento do Estado e a renúncia à soberania. Para tanto, não basta o combate à corrupção, por importante que seja. É necessária uma profunda reforma das instituições políticas que diminua – ou se possível suprima – o peso do capital nas eleições. Ao lado de “Diretas Já” temos de gritar: “Constituinte exclusiva já!”

Olho: No brasil é indispensável a reforma política. hoje se recomenda gritar, ao lado de "diretas já", "constituinte exclusiva já".


A SUA SAUDE DEPENDE DO QUE VOCÊ COME E BEBE.

Costumo afirmar que aqueles que tem saúde devem cuida-la antes que entrem em um hospital, porque no momento que entrarem em um hospital, podem não ter mais nenhuma opção. Seu destino estará não nas suas mãos mas nas mãos de terceiros, e não existe maior prisão do que a prisão de um leito de hospital. 

E cuidar da saúde não é ficar indo aos médicos, pois os médicos nem sempre são os melhores amigos de sua saúde. veja porque no vídeo abaixo.


A forma certa de ter saúde é cuidar do que se come e do que se bebe. Primeiramente deve-se ter cuidado com o consumo de açucar. Hoje já temos alguns substitutos para o açucar como o XILITOL (clique no nome para ir para a matéria), e também com os doces. Devemos evitar tudo o que tem farinha branca como pães, bolos e biscoitos. Também devemos evitar o consumo de gordura trans presente nos óleos vegetais como (oleo de soja, milho, canola, girassol etc...) Todos esses óleos tem gordura TRANSGÊNICA, ou gordura trans. Para frituras ou alimentos que precisem de gordura vegetal, utilizemos o óleo de coco pois esse além de não nos fazer mal, irá nos fazer bem.

Elimine da sua vida refrigerantes e sucos de caixas. Esses alimentos além de extremamente ácidos, também contém altas doses de açúcar e outros venenos que são extremamente prejudiciais à saúde. São os piores alimentos do mundo. Substitua por um dos melhores alimentos do mundo. ÁGUA DE COCO (Mas não o de caixa.)








Boato: Vinte e três pessoas foram internadas após beberem Fanta e Coca-Cola. Elas estavam com falta de atividade renal e tumores. 
Entre os tipos de boatos que circulam na internet, existe aquela categoria de história que circula, é desmentida e depois volta a circular após sofrer uma pequena modificação. É o caso da história de hoje. Em 2013, o Boatos.org publicou um texto desmentindo a informação de que o refrigerante Fanta Uva causava câncer e problemas nos rins. À época, nós havíamos indicado que o texto circulava desde 2006. 
Alerta fala de refrigerantes e câncer 
Pois então. Em 2015, o boato voltou a viralizar na web. Porém, a Fanta Laranja e a Coca-Cola passaram a ser citadas na história. Assim como no boato de 2013 (e no de 2006), o texto conta que 23 pessoas haviam sido internadas no Hospital das Clínicas e as pesquisas apontavam que elas estavam com grandes quantidades de Fenofinol, Almeido e Voliteral. Leia o texto, que desta vez também circulou pelo WhatsApp, além de blogs e redes sociais:
ALERTA GERAL

Não beba FANTA UVA, FANTA LARANJA E COCA COLA
A propaganda parou… Por quê? Reparem… A propaganda quase não se vê mais na mídia… Porque será???
 
Estamos repassando o e-mail abaixo para conhecimento e prevenção, principalmente para aqueles que bebem estes refrigerantes. Este e-mail está sendo repassado dentro do Hospital que trabalha uma pessoa amiga. Fato já está confirmado:Vinte e três pessoas já passaram pelo Hospital das Clínicas com um mesmo sintoma: falta de atividade renal e o aparecimento de tumores no reto. 
Todos os internados relataram o começo das dores e a conseqüente internação após ingerirem altas doses de desses refrigerantes. Pesquisas realizadas pelo renomado Instituto Fleury, apontaram grande quantidade de Fenofinol, Almeido e Voliteral, substâncias tóxicas e que causam, respectivamente, a má atividade dos rins e câncer. Segundo Dr. Paulo José Teixeira, formado pela USP e Especialista em Toxicologia, as pessoas não devem ingerir mais os citados refrigerante. 
A Direção da Coca-Cola já assumiu sua culpa e prometeu indenizar os pacientes e todos aqueles que venham a se contaminar com o refrigerante. Pelo amor de “DEUS”… Passem esta mensagem para frente. Pelo sim e pelo não, vamos tentar remediar enquanto há tempo. 
Lembre-se: Divulgar a todos de sua família, é a consciência de cada um que deve decidir, mas a nossa deve estar tranqüila.
Monique Freitas
Soc.Bras.de Cardiologia/Secretaria
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Por favor não deixem de repassar esta mensagem para todos que vocês conhecem. Não custa nada fazer nossa parte.


Infelizmente todos os alimentos vegetais de hoje tem doses de agrotóxicos, mas não devemos deixar de consumi-los, mas preferencialmente podemos consumir os alimentos orgânicos pois são produzidos sem o uso de agrotóxicos.

Beber muita água é essencial (No mínimo 2 litros diários) e essa água deve ser alcalina.
Veja abaixo alguns links que tratam desse tema tão importante para nós como a água.
A AGUA MILAGROSA (contém bicabornato de sódio, cloreto de magnésio e sal do himalaia)
A AGUA ALCALINA (A necessidade de consumir agua alcalina)
A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA O SER HUMANO Porque precisamos consumir no mínimo dois litros de água diáriamente.

Consumo diário de LIMÃO, CLORETO DE MAGNÉSIO, AGUA ALCALINA (Você pode alcalinizar a agua colocando bicabornato de sódio (Uma colher de chá para um copo de 300 mililitros.)

O nosso alimento e a nossa bebida irá refletir a nossa saúde e tudo se refletirá no estado do nosso intestino. Quase todas as doenças começam no intestino e esse reflete a forma como nos alimentamos. Veja o video abaixo.



QUE O SEU ALIMENTO SEJA O SEU REMEDIO E QUE O SEU REMEDIO SEJA O SEU ALIMENTO.


SOMOS TODOS CHAPECOENSES