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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

O FATOR JESUS



Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.

Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.

Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.
Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.



Temos acompanhado a trajetória de algumas pessoas famosas e observamos que há os que tem religiosidade com Jesus e os que estão completamente à parte da religiosidade, e o que temos percebido é que a religiosidade não leva os seguidores de Jesus a uma vida repleta de sucessos e sem problemas. Não, eles também têm problemas mas são vencedores, ao passo que os que estão sem Jesus acabam normalmente mal, apesar de terem sucesso durante algum tempo.


Normalmente os que estão à parte de Jesus tornam-se transtornados com o tempo, e esse transtorno mina as suas vidas, fazendo que o seu fim não seja o fim dos vencedores.


Daremos aqui alguns exemplos de atletas de futebol que obtiveram sucesso tendo religiosidade.

OS DEDOS APONTADOS PARA O ALTO SÃO UM SINAL DE AGRADECIMENTO A DEUS.


RELIGIÃO: A arma secreta de Neimar



O pastor Newton Lobato Filho fazia seu sermão de domingo em uma noite úmida de São Vicente, em São Paulo, quando de repente parou e pediu que um garoto franzino de 14 anos ficasse de pé.


Diante de 600 fiéis, ele disse ao garoto que Deus havia falado com ele e revelado que aquele adolescente se tornaria um dos melhores jogadores de futebol do mundo. É assim que o pastor Newton Lobato Netto, relembra aquele momento ocorrido a dez anos atrás em uma cidade que fica a uma hora de estrada da capital São Paulo.


Cada movimento de Neymar é discutido pela mídia Brasileira, e seu rosto enfeita outdoors pelo Brasil, e Neymar como muitos jogadores de futebol do Brasil sempre fala de Deus nas entrevistas, ostentou uma faixa com os dizeres "100% Jesus" e correu ao redor do campo depois que o seu time o Santos e agora o Barcelona conquistaram o campeonato.

Desde os oito anos de idade o jogador frequentou com a família uma igreja evangélica, a igreja Batista Peniel. Mesmo com o afastamento de Neymar, a família continua participando das atividades da igreja, que, mensalmente recebe doações que dona Nadine faz a partir de parte do salário do filho. 
Em uma entrevista concedida em 2011, o pai de Neymar disse que o rapaz ouve bastante músicas gospel e que, sempre que pode, participa dos cultos. 
Recentemente, ao participar de um quadro do programa “Fantástico”, TV Globo, que permite que os artilheiros peçam músicas, o atacante pediu canções evangélicas. Neymar também já participou de um clip do grupo gospel “Ao Cubo”. 
No início deste ano, o site evangélico espanhol “Protestante Digital” publicou uma matéria em que o pastor Newton Lobato, que batizou Neymar em 2008, fala sobre uma palavra profética que deu ao jogador quando ele ainda era criança. 
Segundo Lobato, na ocasião ele anunciou diante da igreja que Neymar seria um instrumento de Deus e um jogador importante no mundo do futebol.


Outro Jogador que faz propaganda de sua fé já conquistou a posição de melhor do mundo. Esse é Kaká que as vezes mostra uma camiseta com a mensagem "I belong to Jesus" (Eu pertenço a Jesus).


Muitos pertencem a um grupo denominado "ATLETAS DE CRISTO" que ajuda os seus adeptos a lidarem com as tentações mundanas que vêm juntamente com a riqueza, a fama e a juventude no Brasil.

Seu presidente é o ex-jogador profissional de handebol Marcos Grava, que ao ser entrevistado recitou uma lista de jogadores que pertencem a esse grupo incluindo seis integrantes do seleção Brasileira que participou da copa do mundo de 1994. O lateral Jorginho e o meia Paulo Sérgio, dois ex-presidentes do Atletas de Cristo estão entre eles.


Os jogadores cristãos Kaká, Neymar e David Luiz foram campeões recentemente, e não se esqueceram de enaltecer o nome de Deus, em gratidão a suas vitórias. Cada um dos craques encontrou uma forma de manifestar sua fé, dentro e fora de campo, seja na roupa ou através das rede sociais.

David Luiz venceu a Champions League, principal torneio de clubes da Europa, no último sábado (19), pelo Chelsea e, logo após o apito final, exibiu sua camiseta com a frase "Deus é Fiel".




Além de exibir talento e garra, o craque Kaká, o capitão Lúcio e o artilheiro Luís Fabiano, evangélicos, os três titulares se unem ao auxiliar-técnico Jorginho para liderar as orações em meio à rotina de treinos. O louvor a Deus, que se estende por gramados de todo o Brasil e garante a vida eterna.






Extremamente fechada por ordem do técnico, a concentração da Seleção no Hotel Fairway, em Joanesburgo por ocasião da copa da Africa do Sul, ganhava ares de retiro espiritual. O núcleo evangélico da Seleção promovia cultos e fazia a leitura de passagens bíblicas. Jorginho e Lúcio são fervorosos. O zagueiro aconselha os companheiros menos experientes.

Sei que Deus ama a todos da mesma maneira. A convivência é muito boa, com respeito e amor. Até hoje tem funcionado muito bem, afirma o jogador. Gilberto Silva, Daniel Alves e Luisão às vezes se juntam ao rebanho e participam de alguns encontros. Kaká é um dos pregadores mais atuantes. Tem o hábito de fazer manifestações explícitas como a camisa com a inscrição "I belong to Jesus" (Eu pertenço a Jesus), usada por baixo do uniforme e exibida após as conquistas , que acabaram proibidas pela Fifa. O pecado havia sido o excesso de mensagens religiosas depois do título da Copa das Confederações, ano passado.



Mas o apoiador descobriu uma forma discreta de driblar a entidade todo-poderosa do futebol: gravou nas chuteiras, em inglês, os dizeres Jesus em primeiro lugar. Na África, a seleção evangélica tem um reforço que não sai do banco de reservas, mas do altar dos templos: o pastor Anselmo Alves, 51 anos, da Primeira Igreja Batista de Curitiba.


A convite de Lúcio, ele fez escala em Madri, onde deu sua bênção e viu a Inter de Milão conquistar a Liga dos Campeões da Europa. O religioso, que nos anos 80 foi lateral-direito do Atlético-PR, não teve sucesso no futebol e trocou a bola pela Bíblia.

Em Joanesburgo, suas despesas são pagas por alguns dos jogadores e amigos de fé. Anselmo será um conselheiro dos evangélicos durante os dias de reclusão. A corrente católica da Seleção nem de longe tem o mesmo peso dos evangélicos. Jogadores como Julio César assumem o catolicismo mais por convenção do que por devoção. A união entre os credos acontece na oração antes dos jogos, quando de mãos dadas todos rezam o
Pai-Nosso. Em busca da glória, todos querem ser campeões e, no fim, dizer: amém.




Religião ajuda Kaká na luta contra lesão



A batalha que Kaká trava com o corpo, para superar lesão na coxa, é disputada também na cabeça. Seu livro de cabeceira é um manual de autoajuda baseado em passagens bíblicas: Campo de Batalha da Mente, best-seller de Joyce Meyer que já vendeu mais de dois milhões de exemplares e exalta Deus na guerra contra o Diabo.



Kaká vem usando o Twitter, rede de microblogs na Internet, para enviar mensagens e ensinamentos retirados do livro para seus mais de 600 mil amigos, fãs e fiéis. É muito bom, elogiou o craque, referindo-se à publicação. A autora é uma das líderes do ensino prático da Bíblia e já escreveu mais de 80 livros, com 12 milhões de cópias vendidas.



O astro da Seleção é muito amigo do apóstolo Estevam Hernandes, fundador da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, preso nos Estados Unidos em 2007 ao tentar entrar no país com milhares de dólares não declarados. Ano passado, o apoiador foi ungido presbítero em culto na Flórida, na companhia da mulher, Caroline, que já é pastora e sonha em abrir uma igreja em Madri.


Em meio a tantas demonstrações de fé, a declaração de Andres Sanchez, presidente do Corinthians e chefe da delegação brasileira na África, soa como blasfêmia: Não só os baladeiros exageram, mas também os da igreja. O cara quer rezar de manhã, de tarde, de noite. É difícil



Atletas de Cristo ganharam força em 1990 e 1994



O derramado fervor patriótico exibido pelo auxiliar-técnico Jorginho na última entrevista coletiva em solo brasileiro foi em muito precedido pelo religioso, que veio à luz em 1986, quando o lateral-direito se tornou evangélico. Seu irmão era alcoólatra a ponto de ser resgatado caído pelas ruas, após longas bebedeiras. Salvo pelo encontro com Jesus, virou frequentador de uma igreja evangélica e parou de beber. Foi prova suficiente para que Jorginho abraçasse a fé e, posteriormente, passasse a pregar a palavra de Deus aos companheiros nas Copas de 1990 e 1994.


Ao ver essa transformação, Jorginho, que na época jogava no Flamengo, não entendia como ele, que era famoso, tinha carro do ano e dinheiro, não era tão feliz quanto o irmão, que não tinha nada, conta o pastor Ezequiel Batista da Luz, o Zick, amigo do ex-lateral-direito. Foi aí que ele decidiu aceitar o convite do Donato, que jogava no América do Rio, e começou a participar dos encontros religiosos. De acordo com o pastor, a leitura da Bíblia mudou até o comportamento de Jorginho em campo. Antes de deixar Jesus Cristo entrar em sua vida, ele era considerado muito violento.


Sempre levava cartão amarelo ou era expulso. Depois que começou a viver em comunhão com o Senhor, virou outro atleta, lembra. Na década de 90, quando atuava na Alemanha, chegou a ganhar o prêmio de jogador mais leal do campeonato, lembra Zick. Orgulhoso, o religioso, que hoje mora em Portugal e ainda prega para jogadores de futebol, guarda como se fossem troféus as camisas do Flamengo e da Seleção que ganhou de Jorginho. Todas com direito a dedicatória.


Na Copa da Itália, em 1990, os cultos reuniam jogadores de todas as religiões. Além de Jorginho, Müller era presença marcante no grupo. Espécie de precursor do grupo Atletas de Cristo do qual Zick foi pastor durante 16 anos , o atacante, que já havia jogado a Copa de 1986, no México, se tornou referência de devoção a Deus. Em 1999, foi consagrado pastor da Igreja Pentecostal Portas Abertas, em Belo Horizonte, e passou a atender pelo nome verdadeiro: Luiz Antônio Corrêa da Costa.


Müller também esteve na Copa dos Estados Unidos, em 1994, e com Jorginho manteve as orações em alto e bom som, em tabelinha com o capelão Alex Dias Ribeiro. Tocados pela palavra do Senhor, alguns futuros tetracampeões chegaram a se converter. Zinho, que havia perdido a mãe no ano anterior, foi um deles.


Substituído pelo pastor Anselmo Alves, da Primeira Igreja Batista de Curitiba, na função de capelão dos jogadores da Seleção, Alex Dias Ribeiro cita o círculo de oração feito por toda a delegação brasileira no gramado após a conquista do Tetra para falar da fé de Jorginho:


Aquilo o marcou muito, porque não foi nada combinado. Ele e o Mazinho tinham previsto ir para o centro do campo e louvar a Deus independentemente do resultado da final contra a Itália. Quando perceberam que todos haviam se juntado a eles, ficaram muito emocionados.


Respeitado pelo jogadores, Jorginho também foi eleito o caixa do grupo. Para evitar problemas de indisciplina como os da Copa de 90, os atletas fizeram um pacto. Quem chegasse atrasado à concentração após a folga pagava multa. O dinheiro, que seria usado em obras sociais, ficava sob os cuidados de Jorginho, que nunca se atrasou, lembra Ribeiro.


Nas Eliminatórias para a Copa de 1994, Zinho se revezava entre concentração e o hospital onde sua mãe, Moiselita, estava internada com graves problemas de saúde. No último jogo, no Maracanã, o Brasil venceu o Uruguai e garantiu a vaga, mas o jogador recebeu a notícia que representou uma derrota quase insuperável: a morte da mãe. Foi quando o apoiador, incentivado por Jorginho, buscou conforto na Bíblia. Foi a passagem mais marcante, pois, enquanto todos comemoravam, eu enterrava a minha mãe. O Jorginho conversou muito comigo.


Aceitando Jesus Cristo, vi que a morte era só uma passagem momentânea, afirma o jogador, que passou a frequentar a Igreja Batista Memorial de Nova Iguaçu. Hoje nos Estados Unidos, Zinho frequenta igrejas evangélicas do país. Em 1994, o lateral foi seu mentor: Tinha o grupo que gostava de farra, outro buscava Deus. Durante quase dois meses de concentração, o Jorginho promovia reuniões buscando afirmação na fé.

ATLETA SEM JESUS
A combinação de fama, fortuna e falta de religiosidade, aliada a imaturidade, parecem ser fatores fulminantes na vida dos grandes astros. Garrincha não foi exceção. Imaturo, ingênuo, foi assoberbado por uma imensa popularidade, abundância de recursos materiais, e despreocupação total com a sua parte espiritual. E o espírito é como o corpo. Precisa de atenção e trato. Se não recebe tratamento assemelha-se a alguém que não toma banho e nem escova os dentes. Mais cedo ou mais tarde termina por adoecer.

MANÉ GARRINCHA

Cantores cristãos também abençoados.

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ROBERTO CARLOS NA FAIXA DOS 70 ANOS É EXEMPLO DE CANTOR CRISTÃO BEM SUCEDIDO APESAR DE TER TIDO INÚMEROS PERCALÇOS. SUPEROU A DOENÇA DO SEU FILHO E PERDEU DUAS ESPOSAS, MAS MANTEVE-SE FIRME NA SUA FÉ E NA SUA VIDA, E HOJE ESBANJA INVEJÁVEL FORMA. APESAR DE TRANSITAR NO MEIO ARTÍSTICO ONDE SUPERABUNDAM TODOS OS TIPOS DE EXCESSOS, INCLUSIVE AS DROGAS, MANTEVE-SE ILESO, RECLUSO DAS TENTAÇÕES INÚTEIS, SERVINDO HOJE COMO UM EXEMPLO A SER SEGUIDO.


CANTORES NÃO CRISTÃOS E SEUS FINS.

Quando Kurt Cobain cometeu suicídio em um subúrbio de Seattle há 20 anos, a ideia de Clube 27, entrou na consciência pública. " Eu disse a ele para não se juntar a esse clube estúpido ", disse a mãe de Kurt, no momento da sua morte, a percepção do fato se espalhou por todo o mundo.




Muitos escritores de música e os fãs começaram a associar a ligação entre Cobain e uma longa série de artistas e intérpretes igualmente talentosos, como Brian Jones, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison e outros, que morreram com a mesma idade.


Em 2011, Amy Winehouse seguiu na esteira do Cobain. Sua morte imediatamente lançou uma grande especulação de que o 27 é realmente uma idade amaldiçoada.


Começou-se a pensar que havia realmente um clube, em vez de pensar tratar-se de uma coincidência.


Em 2011, pesquisadores britânicos examinaram 1.500 artistas com mais de 40 anos, comparando a duração da média de vida de estrelas do rock e aqueles do segmento não-rock durante os mesmos períodos.


Assim, a vida de Elvis seria comparada com a média de vida de outros homens, quando ele lançou "Hound Dog" em 1955.







Os pesquisadores descobriram que a estrela pop norte-americana tem uma chance de 87,6% de probabilidade para sobreviver se comparada a uma estrela do segmento rock da mesma idade e etnia.


Estrelas do Rock do lado europeu, eram mais propensos a morrer em uma idade mais jovem em comparação com os não-famosos. Embora este tipo de raciocínio não justifique plenamente a morte de Keith Richards.


Overdose de drogas e álcool estão entre as causas mais comuns de morte, o que não é surpreendente, dado que a estrela média de rock tem acesso a farmácia ilegal ilimitada cada vez que você pisar fora de sua casa.

O autor Howard Sounes lista 50 membros "não oficiais" em seu livro "The Club 27" , a maioria dos quais tinha sérios problemas de abuso de drogas.

Essa cultura combinada com a vida emocional da pessoa bem sucedida, leva a que este seja o conjunto de fatores perfeitos para uma morte precoce. Além disso, Sounes salientou que a maioria dos membros do clube ter tido "uma infância extremamente difícil", produzindo feridas emocionais que inspiraram artistas como Cobain e Hendrix a se aproximarem de drogas, álcool e música como um meio de auto-medicação, ou fuga.

Apesar disso, ainda existem muitas coisas em comum entre os membros do Clube dos 27.

A maioria dos membros estavam romanticamente envolvidos com outros viciados no momento da sua morte. A namorada de Jim Morrison mentiu para a polícia para cobrir seu abuso de drogas no momento da sua morte.

Apesar de ser claro que estrelas do rock estão destinados a morrer jovens, para as pessoas comuns, o Clube 27 é, na verdade, "The Club 20:30".

Há uma longa lista de roqueiros que morreram prematuramente, antes e depois dos 27 anos, mas os membros do Clube dos 27 obtiveram a máxima atenção.

A morte com queda de avião por exemplo, matou um número surpreendentemente elevado de artistas talentosos (Buddy Holly, Otis Redding, etc.), mas um acidente de avião não pode competir com uma overdose como fator intrigante.

Os relatórios da morte de Jim Morrison em uma banheira em Paris inspiraram quatro décadas de rumores e especulações sobre a morte de Cobain que se tornou infinitamente misteriosa.

Afinal de contas, há uma base científica para o Clube 27 que vai muito para além da mitologia, se o rock n 'roll não podia "matar", em si, o estilo de vida do rock n' roll o faz.


Não é uma boa notícia, no entanto, um estudo indicou que hoje, o estilo de vida do rock produz menos vítimas do que ocorreu nos anos 60 e 70, embora o mistério do clube 27 deva permanecer para sempre.



LANÇAMENTO: LIVRO “AMY E O CLUBE DOS 27”, SOBRE A MORTE DE AMY WINEHOUSE E OUTROS ASTROS DO ROCK, CONFIRA!




Encontrada morta em sua casa em julho de 2011, por intoxicação pela ingestão excessiva de álcool, Amy Winehouse teve uma carreira breve, mas de grande sucesso. Natural de Londres, a cantora ganhou notoriedade no lançamento de seu segundo álbum, “Back to Black”.

Sua música, com forte influência do soul, lhe rendeu diversas premiações no meio musical. No entanto, suas apresentações passaram a ser prejudicadas pelo seu consumo abusivo do álcool e drogas, que deixavam a sua saúde a cada dia mais frágil. Amy faleceu de forma precoce, com apenas 27 anos de idade. Amy e outros grandes astros como, Brian Johnson, Jimi Hendrix, Janes Joplin, Jim Morisson e Kurt Kobain deixaram suas marcas na música e morreram aos 27 anos. Eles formam o famoso “Clube dos 27”. Muitas teorias (como pactos com a morte, maldições ou até mera coincidência) surgiram para tentar explicar o porquê de os falecimentos ocorrerem nesta idade dentre esses artistas que, na maioria das vezes, tiveram em comum uma vida de excessos com bebidas e drogas.




O livro “Amy e O Clube dos 27”, de Howard Sounes, recentemente lançado pela Editora Leya, retrata a trajetória e curiosidades a respeito das mortes dessas estrelas da música.






Amy e O Clube dos 27 – Howard Sounes

“Ser um astro da música e ter 27 anos é quase que uma maldição? Fãs de Amy Winehouse e do exército de estrelas da música que encontraram um fim muito breve vão se encantar com este livro. Quando Kurt Cobain morreu, um repórter bateu na porta de sua mãe, Wendy O’Connor, que disse com pesar – ‘Agora ele foi embora, entrou para esse clube idiota. Eu disse para ele não fazer isso’.

Howard Sounes é escritor e jornalista britânico, conhecido por fazer biografias de músicos como Paul MacCartney (Fab: Na Intimate Life of Paul McCartney) e Bob Dylan (Down the Highway: The Life of Bob Dylan).
 O malfadado clube é o de grandes artistas que morreram no auge do sucesso, aos 27 anos de idade. O fato de seis grandes astros – Amy, Kurt, Brian Johnson (Rolling Stones), Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrisson, juntamente a outros 44 nomes menos conhecidos – terem morrido aos 27 anos pode ser somente uma coincidência. Mas por trás disso, Sounes revela suas trajetórias, que explicam como esses artistas encontraram o fatídico destino e lança uma nova luz sobre a morte de Amy, em particular.”



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