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terça-feira, 18 de outubro de 2016

A OPINIÃO POLÍTICA IMPARCIAL DE BENVINDO SEQUEIRA


O QUE É A PEC 241

A Câmara dos Deputados passou em primeira votação nesta segunda-feira a proposta de emenda constitucional que cria uma teto para os gastos públicos, a PEC 241, que congela as despesas do Governo Federal, com cifras corrigidas pela inflação, por até 20 anos. Com as contas no vermelho, o presidente Michel Temer vê na medida, considerada umas das maiores mudanças fiscais em décadas, uma saída para sinalizar a contenção do rombo nas contas públicas e tentar superar a crise econômica. O mecanismo enfrenta severas críticas da nova oposição, liderada pelo PT, pelo PSOL e pelo PCdoB, mas também vindas de parte dos especialistas, que veem na fórmula um freio no investimento em saúde e educação previstos na Constituição. O texto da emenda, que precisa ser aprovado em uma segunda votação na Câmara e mais duas no Senado, também tem potencial para afetar a regra de reajuste do salário mínimo oficial. Veja como foi a votação nesta segunda aqui. Entenda o que é a proposta e suas principais consequências.

Na verdade, a direita no Brasil sempre prega a mesma coisa. Dizem sempre que temos que fazer um "AJUSTE FISCAL", alguém que se lembre da direita no Brasil, já se lembra de alguma coisa diferente disso?

Na verdade o que se esconde por trás dessa crença é o desmonte do Brasil. Quando se limita investimentos, quando se deixa de investir em educação, e em saúde estamos condenando o Brasil a ser uma república das bananas como querem os Estados Unidos, pois esses não querem um novo Japão abaixo da linha do Equador.

"Não Permitiremos um Novo Japão ao Sul do Equador".

A frase é de Henry Kissinger, Secretário de Estado estadunidense ininterruptamente de 1953 a 1977, quando articulou e derrubou as principais democracias latino-americanas.

Kissinger se referia ao Japão anterior a II Guerra, da éra Meiji, nacionalista, que tornou o Japão uma potência.

Findo a II Guerra, o mundo foi dividido entre as potências vencedoras. Os EUA ficou com sua área de influência sobre as Américas, a Europa com a África, a então URSS com uma área que compreendia o leste europeu passando por parte do médio oriente até o índico.



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