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sexta-feira, 21 de abril de 2017

O QUE ESTÁ EM JOGO COM A PERSEGUIÇÃO A LULA.



Não há democracia que sobreviva à tirania do judiciário.
por Paulo Pimenta*, enviado pelo deputado

O Brasil hoje gira em torno das chamadas “delações premiadas” deflagradas no âmbito da operação Lava Jato.

Especialmente o depoimento de Marcelo Odebrecht chocou o país por mostrar a articulação de décadas entre empresas e políticos que agiram de forma criminosa e se beneficiaram mutuamente de recursos públicos para formar fortunas, muitas delas depositadas em contas no exterior.

Porém, o que mais chocou nesse depoimento não foi exatamente o fato de se descobrir que há corrupção, e sim a forma descarada, debochada, acobertada com que o diretor de uma das maiores empresas do país revelou em rede nacional que a construtora criou um departamento de propina e institucionalizou um esquema de compra de pareceres com uma espécie de “advocacy” que mais que defender seus interesses patrocinava vantagens e se aproximava de pessoas a fim de obter benefícios.

Pelo que tudo indica desvelou-se uma história de golpes bilionários que teve como escudo o financiamento privado de campanhas eleitorais, desvirtuado para servir aos interesses de indivíduos e grupos poderosos.

É evidente a relação enraizada entre a construtora e os políticos do PMDB e do PSDB, que a mídia se esforça para acobertar, e a amplitude desse esquema, o qual parece impossível de se realizar sem a omissão deliberada, também, de setores do judiciário.

Os depoimentos poderiam ser vistos como positivos se a operação comandada pelo juiz Sérgio Moro confirmasse a intencionalidade de combater a corrupção e fizesse essa investigação de forma séria, isenta e guiada por objetivos públicos, não partidários.

A farsa da Lava a Jato é tamanha que, enquanto as investigações estão em curso, as dependências da Polícia Federal, seus agentes e equipamentos são colocados à disposição de um filme que tem por finalidade promover a operação e cujos financiadores são mantidos em sigilo.

É nítida a ausência de compromisso com os fundamentos republicanos e democráticos, como a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana e o pluralismo político em todo esse processo.

O que tem caracterizado a “Lava a Jato” é o populismo e o comportamento autoritário do juiz Sérgio Moro que desrespeita os direitos e faz a incitação ao ódio.

Isso se observou na condução coercitiva do ex-presidente Lula, no vazamento seletivo e ilegal de depoimentos e também na manipulação de delatores com vistas a proteger o presidente ilegítimo Michel Temer e outras figuras, especialmente do PSDB, ou forjar provas contra o PT a qualquer custo.

Todos sabem que os depoimentos de delatores exigem cautela e que a legislação requer a confirmação com provas, no entanto, a imprensa tradicional, principalmente a Rede Globo, tratou corruptores como heróis e tornou as peças da investigação um show midiático.

A fórmula encontrada para maquiar as informações foi ungir a fala dos chefes da construtora com o dom da verdade e criar generalizações sobre tudo que disseram.

A Globo cria o estereótipo de que todos os políticos são iguais, oculta quem de fato beneficia e é beneficiado por essas e outras empresas.

Ao mesmo tempo, esse noticiário perverso mantém ileso o governo ilegítimo que está atolado em corrupção, incluindo o próprio Michel Temer, que acelera a votação de medidas que liberam as terceirizações e retiram os direitos previdenciários e trabalhistas.

A falsidade da notícia é algo gravíssimo. Um crime contra a democracia.

A Rede Globo é parte desse golpe e sua estratégia de tratar como iguais quem recebeu doações legais de campanha, quem recebeu recursos de caixa dois e quem recebeu propina e se favoreceu de fraudes serve apenas para enfraquecer a política e minar a possibilidade do país reestabelecer a democracia.

Da mesma forma, as práticas de setores do Ministério Público e da Polícia Federal são não apenas controversas, mas absolutamente comprometedoras.

Não há democracia que sobreviva à tirania de um judiciário que se empenha em arrancar delações contra um líder político como Lula pelo fato dele representar um projeto de esquerda no país, para tentar calar a sua voz e impedir que seja eleito, uma vez que detém 45% das intenções de voto, segundo as últimas pesquisas.

O teor do comando da “Lava a Jato” se revelou fascista e mostrou que não busca punir quem fraudou contratos públicos, exigir a devolução integral dos recursos ilegais ou fechar empresas que formam quadrilha para operar a corrupção.

Estão mais interessados em “caçar as bruxas”, e com apoio da mídia, irão repor o selo da honestidade em empresários corruptos, que serão “presos” em suas mansões e depois vão trocar a fachada de suas construtoras para seguir operando.

Na lógica em que se desenrola o golpe no país, contando com a conivência de grandes empresas, da imprensa tradicional e do judiciário, os partidos de direita cujos velhos líderes foram pegos em corrupção comprovada vão se reinventar com outros nomes tidos como “não políticos” para atender aos interesses do capital, que precisa deles e exige que façam a chamada “modernização”.

Enquanto isso os partidos de esquerda terão que lutar para não terminar criminalizados pelo abuso de poder que se instaurou e que ganha espaço quando se consegue intimidar os investigados, torturar e destruir suas trajetórias.

Eugenio Aragão, ex-ministro da Justiça, sintetiza esse mal quando diz que “o mal da tortura é que não oferece provas sólidas da verdade, mas apenas provas sólidas da (in)capacidade de resistência do torturado”, lembrando que a tortura não é apenas física, do pau de arara, do choque elétrico, mas também é psicológica.

Tem ficado evidente que esses depoimentos passam por uma combinação prévia sobre o que interessa ser dito na deleção e para estabelecer a garantia de medidas especiais de proteção aos delatores, assegurando-lhes uma “nova vida”, sem máculas, em algum paraíso, de preferência um paraíso fiscal.

É preciso estar atento, o golpe não chegou com militares dando tiros dentro de um tanque de guerra. As estratégias do golpe iniciado em 2016 no Brasil são mais subjetivas e de difícil percepção.

Contudo alguns líderes de esquerda estão presos, alguns serão injustamente punidos, a ameaça de jorrar sangue é eminente sempre que a população se organiza e usa o direito legítimo de se manifestar.

A derrubada da Presidenta Dilma era apenas o início do golpe, e não seu fim, que, entre outros, prossegue com a retirada de direitos e o uso político do sistema de justiça. Mas, não podemos calar e submetermo-nos ao regime de força que vem se desenhando, o golpe ainda está em curso no Brasil e nós precisamos detê-lo.

*Paulo Pimenta é jornalista e deputado federal pelo PT-RS

quarta-feira, 12 de abril de 2017

É PRECISO ALGUÉM DAR UMA RESPOSTA A ALTURA A ESSAS FEMINISTAS REVOLTADINHAS.

O caso que envolveu o Médico Marcos, não pode a meu ver ser encarado de forma nenhuma como uma agressão, porque em nenhum momento o médico Marcos ofendeu de forma nenhuma a namorada.


Apenas ocorreu uma imprensada mas se esse comportamento tivesse deixado a Emily, sua namorada em situação desconfortável ela teria buscado se desvencilhar, entretanto ela aceitou a situação e chegou em certos momentos a solidarizar-se com o namorado.

Eu ouvi ontem na radio CBN uma análise de uma psicologa que eu entendo ser ridícula, mostrando que essa psicologa não entende de relacionamentos humanos. É normal nos relacionamentos humanos principalmente quando há uma proximidade intima ocorrerem discussões, desentendimentos, brigas que depois se resolvem, principalmente quando há um grande carinho e afeto que é possível perceber no casal.


Mulheres que tem um viés FEMINISTA normalmente são infelizes nas suas colocações porque FEMINISTAS em primeiro lugar não gostam de homens. São uma categoria a parte normalmente frustradas, deprimidas, infelizes, cheias de revoltas e ódios. Quem gosta de homem é mulher. FEMINISTA normalmente vê os homens como seres do outro mundo quando na verdade são sim seres humanos que sentem, choram, brigam, revoltam-se mas são adoráveis criaturas, como as mulheres também são. Homens e mulheres tem defeitos e a convivência com brigas e desentendimentos que depois que se resolvem os faz crescer. Essa é a magia dos relacionamentos humanos.

Obviamente desentendimentos tem limites que não podem ser transpostos, pois em um relacionamento está em jogo também o amor próprio que não deve ser inferior ao amor ao próximo. Mas no caso em que estamos analisando, posso assegurar com certeza que esse limite não foi transposto e me agradará muito ver os dois de mãos dadas no dia em que tudo isso terminar para DESGOSTO das psicologas de plantão que nada entendem da sua matéria prima. GENTE.

domingo, 9 de abril de 2017

A REFORMA DA PREVIDÊNCIA NÃO PASSA E MICHEL TEMER É SATANISTA?

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM) deu entrevista ao site Congresso em Foco e foi categórico: a atual proposta de Reforma da Previdência não passa no Congresso; "O governo vai ser fragorosamente derrotado. Essa PEC não passa. Vai ser uma derrota enorme, humilhante"; "E em todas as reformas que ele mandar. Se o governo Temer enxugasse o Estado, poderia terminar o ano com algum grau de recuperação de imagem. As pessoas cansaram de pagar conta".


O relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), afirmou nesta quinta-feira (9) que a reforma da Previdência não vai passar da forma como está e que alterações terão que ser feitas, entre elas nas regras de transição.


"As regras de transição terão que ser alteradas, está muito mal formulada", disse o deputado, durante debate sobre a reforma no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.




Militares

Durante a apresentação, o deputado disse ainda que tem discordância com o fato dos militares terem ficado de fora da proposta do governo Temer para a reforma da Previdência.





"Pessoalmente, tenho minhas discordâncias em relação a isso [não inclusão dos militares na PEC]. Mas, de fato, eles ficaram fora da PEC sob o argumento de que vão ser tratados em lei complementar", disse Maia.



Há dez dias, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM) afirmou que "bem ou mal, o sistema (da Previdência) funciona". "A minha discordância, apesar de meu partido ser da base, é porque sempre tive uma atuação independente, sempre procurei responder primeiramente aos meus 149 mil eleitores, e depois vamos ver como a gente vai trabalhar e caminhar nas questões que envolvem governo, ou as questões de partidos", disse à RBA.
Segundo ele, a classe média é a principal prejudicada com a reforma de Temer. "Quem usa a Previdência pública é a classe média, média baixa, do pequeno artesão ao empresário de porte médio. O muito rico não está nem um pouco preocupado com a Previdência e o muito pobre tem a Loas (Lei Orgânica da Assistência Social), que lhe dá total suporte. Nas duas pontas, bem ou mal, o Estado brasileiro já resolveu o problema, a sociedade já resolveu o problema. Por isso me preocupo muito com a classe média."




Segundo ele, dizer que a intenção oculta da reforma seria, em última instância, acabar com a previdência pública para a previdência privada ocupar seu espaço "já é viagem". "Ninguém no Congresso vai abrir mão de ter a disponibilidade de uma previdência pública e ter o sistema eficaz. O próprio governo federal não pode prescindir disso. Tem muito fantasma. O que precisa é racionalidade e seriedade no trato da questão."



Além da esquerda, o governo já perde apoio ao centro e à direita. É o que declara um de seus mais exaltados representantes, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM). Assim, fica mais fácil para os analistas políticos preverem o futuro de Temer. Em entrevista a um site brasiliense de política, Lorenzoni não deixa dúvidas. A atual proposta de Reforma da Previdência não passa no Congresso.

— Será derrotado em todas as reformas que ele mandar. Se o governo Temer enxugasse o Estado, poderia terminar o ano com algum grau de recuperação de imagem. As pessoas cansaram de pagar conta. Esse é o fato. As pessoas cansaram da política atual. Anda e fala com o povo na rua. Nenhum desses que está indicado para presidente o povo na rua fala. Tem que prestar atenção: está se gestando no Brasil um Trump brasileiro. O governo vai ser fragorosamente derrotado. Essa PEC não passa. Vai ser uma derrota enorme, humilhante — concluiu.

31 de julho de 2013


Michel Temer se explica: “Sou satanista, mas o Estado é laico”


Satanistas ficaram chateados com Temer. Depois de surpreender o país ao discursar ao lado do Papa Francisco, o vice-presidente da república, Michel Temer, declarou na manhã de hoje que “Sou satanista, mas o Estado é laico”.

A declaração se deu em razão de questionamentos de setores satanistas a respeito do discurso do vice-presidente.

“Discursar ao lado do Papa não compromete a minha crença. Eu estive ao lado do líder da igreja católica na condição de vice-presidente do Brasil, que é um Estado laico”, disse Temer.

Comentário: para quê comentar? Para bom entendedor meia palavra chega!

José Carlos Costa

O boato sobre o satanismo de Michel Temer

Se você digitar no google as palavras “Michel Temer satanista”, terá 34000 resultados. Se digitar “Michel Temer satanismo”, terá 21000. Isso demonstra que o boato sobre relações entre o atual presidente com forças das trevas não é só mais um bafejo das redes sociais.

Ouvi sobre isto antes ainda das eleições de 2010. O que se dizia era que Michel Temer era um dos maiores satanistas do Brasil e que sua inclusão na chapa de Dilma Rousseff o colocaria como sucessor natural à presidência, o que poderia, por consequência, nos trazer o malogro de um satanista como presidente do Brasil.

Como Dilma já havia enfrentado um câncer, teorias detalhistas proliferavam, como a de que ela não estava plenamente curada e, depois de eleita, deixaria o cargo para se tratar, e Temer, sob a batuta de Satã, nos governaria.

A origem do boato seria a história de Danial Mastral, ex-satanista convertido, relatada nos livros O Filho do Fogo, volumes I e II, onde Mastral narra seu envolvimento com o satanismo e sua posterior conversão, revelando, dentre outras coisas, que era filho de um famoso político brasileiro de alta graduação nos círculos satânicos.

Os livros, porém, não revelavam a identidade do político, que recebe, na obra, o pseudônimo de Marlon.

Dizia-se porém que, em palestras, Mastral havia revelado a identidade de seu pai: nada mais nada menos que Michel Temer.

O boato ganhou corpo e muitos evangélicos fizeram o certo pelo motivo errado: votaram contra Dilma para não correrem o risco de ter Temer.

Como é sabido – pois pagamos por isso até hoje – Dilma foi eleita em 2010, com Temer a tiracolo.

O atual presidente foi abordado diversas vezes sobre a questão e sempre a negou com a estafa de quem se sabe vítima.

Como Daniel Mastral – que não é o culpado do boato, mas sabia dele o tempo todo – não se manifestava, a história era protelada.

Ficava, portanto, o dito pelo não dito: Temer negava, mas Mastral – segundo dizia o boato – o acusava.

Li os livros de Daniel Mastral, no caso, os dois volumes de “O Filho do Fogo”.

Ele possui muitos outros, que eu certamente não lerei.

Não vou me ater sobre a legitimidade do que ele narra no livro. Na internet há informações de que a mãe dele nega parte do que é narrado nos livros, mas num artigo sobre boatos preciso ter cuidado sobre o que atesto ser verdade… Como não vi a citada senhora afirmá-lo pessoalmente, não posso cravar, mas fica a menção.

O que posso dizer sobre os livros de Mastral é que eles me passam uma impressão que, neste caso, parece perigosa, ou no mínimo, digna de cautela:

São dois volumes, com informações que caberiam facilmente em um.

Oras, modéstia à parte, leio muito e sei reconhecer quando um autor está enchendo linguiça!

Mastral inflou os livros de informações desnecessárias, floreios e repetições, para fazer com que fossem dois.

Dois livros = Venda dobrada.

O primeiro volume não tem absolutamente nada de relevante. Se você quiser chegar “aos finalmentes” terá que comprar o segundo.

E as informações caberiam com ENORME tranquilidade num livro só.

Não gosto disso. E acho que depõe contra Mastral.

Outro ponto: Sabendo a proporção que o boato havia tomado, por que Mastral não desmentia ou confirmava a história?

No primeiro caso, para absolver o caluniado, no outro, para alertar os cristãos.

Não consigo ver outro motivo a não ser capitalizar em cima do boato e vender mais livros!

Logo, se acho que Mastral aumentou o tamanho de sua história desnecessariamente para ter dois livros ao invés de um e assim vender em dobro, e se acho que ele passou os últimos anos vendo muita gente ser enganada por causa do boato e não se manifestou para esclarecê-lo, também para vender mais livros, ele não me parece muito digno de crédito…

Portanto, me abstenho de apontar veracidade no que ele alega.

De qualquer maneira, antes tarde do que nunca, Mastral se manifestou para afirmar que nunca disse que Temer era satanista, ou seu pai, ou as duas coisas…

Sua fala é bem sólida, asseada, bem articulada, mas não me convence nos tópicos essenciais levantados. Ele deveria sim ter se pronunciado antes. Como já disse e reitero, Mastral não é o culpado da origem e mesmo da proliferação do boato, mas se omitiu de resolver um mal-entendido que, se não causado por ele, tinha total condição de evitar.

Este é o papel de um homem de Deus, Daniel Mastral: combater a mentira.

Por Renan Alves da Cruz



Entenda o caso

Parte desse rumor deve-se a um e-mail de origem desconhecida que circulou na internet em março de 2009, dizendo que Neuza Itioka, líder do Ministério Ágape Reconciliação, conhecida por ministrar seminários de batalha espiritual no meio evangélico, estava sendo ameaçada por Michel Temer.

No entanto, logo após a circulação desse e-mail, sua autoria e seu conteúdo foram negados pelo Ministério Ágape Reconciliação, que em nota divulgada em seu site oficial, disse se tratar de boatoa usando o nome da Dra. Neuza Itioka.

Além disso, o email supõe que Michel Temer seria o pai de Daniel Mastral, fato que já foi negado pelo escritor e ex-satanista. Leia o email na íntegra:

Dá para negar que é cara de um e focinho de outro?

Assunto: Satanista no poder politico brasileiro…
Shalon Adonai!

Recebi este e-mail, e é hora de começarmos a orar pelo nosso País. Nessa época de eleição. Leia atentamente e vamos orar.

A razão desta mensagem se deve a revelação em sonhos me dada pelo Senhor que envio para alguns homens de Deus de nossa nação.

“Vi a Igreja de Jesus perfilada como um exército, vestida com roupas de várias cores. Entendi que eram as várias denominações e povos que fazem parte da Igreja. Não era um exército de milhares de milhares como imaginamos a Noiva do Cordeiro. Mas um exército que apesar de não muito grande, estava em alerta porque o Anticristo estava se preparando para emergir no cenário político mundial.”

Entendi que existe um pequeno exército no seio da Igreja de Jesus mundial que está preparado e se preparando para os eventos proféticos que se aproximam. É claro que a Igreja é bem maior da que vi e isto significa que existe uma grande parte da Igreja que está despreparada ou não se prepara apesar do conhecimento que tem da hora.


Procurei na internet alguma coisa que pudesse sugerir o aparecimento de alguma liderança mundial, como não achei nada, pensei: se a mensagem é de Deus alguma coisa vai acontecer. Fiquei em oração e não contei nada para ninguém.

Domingo fui à casa de uma amiga e conversando com seu filho que é bastante interessado pelo mundo espiritual, comentei que o pai de Daniel Mastral, Michael Temer, candidato à vice-presidente de Dilma, é satanista. Ele não sabia que Temer é pai de Daniel e imediatamente me disse: “então é isto. A Dilma está com câncer. Este é o plano. Se Dilma for eleita e vier a falecer, Temer será o presidente do Brasil.”

Fiquei pensando nisto e me lembrei que Daniel, quando ainda satanista, estava sendo preparado pelo pai para entrar na política brasileira, como precursor no Brasil para entrada do Anticristo. Entretanto, Deus entrou na vida de Daniel e frustrou o plano do inimigo.

Bem, o pai assumiu o lugar que seria do filho para ser o precursor daquele que se opõe a Deus. Se as pesquisas de Dilma continuarem subindo, e ela não se curar do câncer, Temer será o próximo presidente do Brasil.

Ao entender isto, lembrei-me da revelação.

Muitos não acreditam nos livros de Daniel Mastral. Outros os acham fantasiosos. Hoje está aí a prova da verdade. Está na hora de rever conceitos e tomar posição antes que seja tarde demais.

Todos os anos proclamamos que “o Brasil é do Senhor Jesus” na Marcha para Jesus, mas se toda a Igreja de Jesus Brasileira não se unir ao pequeno exército que já está em alerta, teremos um presidente satanista dirigindo a nação que por anos proclamou que “ o Brasil é do Senhor Jesus”.

Não gosto de política. Mas quero estar nas fileiras deste pequeno exército em alerta aguardando a volta de Jesus e que também sabe do grande sofrimento que está por vir.

Paz no Senhor.



RIO - Ao discursar durante sessão da Câmara na quinta-feira, o deputado Cabo Daciolo (PTdoB-RJ) pediu que o presidente Michel Temer “abandone a maçonaria, abandone o satanismo” e venha “correndo para Deus”. A fala foi registrada em vídeo e divulgada nas redes sociais e também está no arquivo do site da Casa na íntegra.

No ano passado, Daciolo foi expulso do PSOL após contrariar o estatuto do partido ao fazer declarações e protocolar projetos de cunho religioso. Seus discursos na tribuna são sempre pautados pela religiosidade. Entretanto, antes de se dirigir a Temer, ele disse que não estava falando de nenhuma religião.

“Lembro a todos que não estou pregando religião. A única religião que Deus considera como pura e imaculada é cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se corromper com esse mundo. Não estou falando de religião nenhuma”, garantiu.

Na sequência, mandou um recado para Michel Temer: “abandone a maçonaria, abandone o satanismo e vem correndo para Deus. Vem correndo para Jesus Cristo. Arrependa-se dos seus pecados e vem correndo para Jesus Cristo.”

Antes de finalizar, se dirigiu, ainda, a “lideranças do mundo espiritual religioso” do país e afirmou que “Deus e religião não combinam”.

Temer também foi citado na Casa em abril deste ano. No dia anterior à votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara, o vice-líder do governo na Casa, deputado Sílvio Costa (PTdoB-PE), disse ter “nojo” do então vice-presidente.

LEIA O DISCURSO DO DEPUTADO NA ÍNTEGRA

Sr. Presidente, faltam 1 mês e 13 dias para o término do ano. São exatamente 44 dias. Eu gostaria de pedir ao povo brasileiro, homens e mulheres da nossa Nação, para orarmos pela nossa Nação. Vamos orar para que a glória de Deus seja derramada sobre nossa Nação. Peço também que orem pela minha vida. Por honra e glória do Sr. Jesus Cristo, peço isso. 
Quero falar sobre Deus. Quero abrir a palavra do Senhor. Lembro a todos que não estou pregando religião. A única religião que Deus considera como pura e imaculada é cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se corromper com esse mundo. Não estou falando de religião nenhuma. Estou falando de Jesus Cristo, aquele que é o caminho, a verdade e a vida. 
Mateus, Capítulo 21, Versículo 22, diz assim: E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis. Eu tenho um pedido a Deus, que seja derramada sobre a nossa Nação a glória do nosso Senhor Jesus Cristo. 
Quero dizer ao Presidente Michel Temer que assim manda dizer o Senhor para ti — presta atenção ao que está sendo dito aqui agora —: abandone a maçonaria, abandone o satanismo e vem correndo para Deus. Vem correndo para Jesus Cristo. Arrependa-se dos seus pecados e vem correndo para Jesus Cristo. Diz assim a palavra do Senhor: Pois não me agrada a morte de ninguém; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se e vivam! 
Quero dizer a algumas lideranças do mundo espiritual religioso do nosso País que Deus e religião não combinam. Deus e religião não combinam! Assim como Deus e maçonaria não combinam! Deus e satanismo não combinam! Arrependam-se e vivam! 
Toda honra e toda glória sejam dadas ao Senhor Jesus Cristo. Juntos somos fortes! Nenhum passo daremos para trás! Deus está no controle! Glória a Deus!
Obrigado, Sr. Presidente.







sexta-feira, 31 de março de 2017

FIM DO WINDOWS PHONE. ANDROID VAI SE FIRMANDO COMO O SISTEMA OPERACIONAL DEFINITIVO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS.


Já vimos alguns rumores indicando a existência do Surface Phone, que viria equipado com Snapdragon 830, mas agora tivemos informações sobre um futuro smartphone da Microsoft vindas de Satya Nadella, o CEO da empresa. Falando ao site Australian Financianl Review, o chefe da Microsoft disse que a companhia está se aprofundando em pesquisas no mercado mobile para trazer inovações e fazer o "dispositivo móvel definitivo".
"Não queremos ser empurrados pelas qualidades dos outros possuem. A questão é: o que nós podemos trazer de novo? É onde eu olho para qualquer fator ou tecnologia do dispositivo, até AI. Vamos continuar no mercado de smartphones, não como é definido pelos líderes de mercado atualmente, mas com o que podemos fazer de único e o que pode ser o dispositivo móvel definitivo"Satya Nadella - CEO da Microsoft
O CEO da Microsoft não confirmou que sua próxima investida no mercado de dispositivos móveis é o Surface Phone, mas, ao que tudo indica, este deve ser o próximo smartphone da companhia, já que a linha Lumia está definhando e deve acabar ainda este ano. Em relação as declarações do chefe da companhia do Windows, possivelmente teremos um dispositivo diferente do convencional, que foge dos padrões iPhone e Galaxy.

De acordo com vazamentos não oficiais que apareceram no Baidu em setembro, o Surface Phone terá um processador Snapdragon 830 e contará com uma câmera de 20 MP, além do sistema operacional Windows e suas tecnologias, como Continuum e o sistema de reconhecimento facial Hello. Em relação a data de lançamento e preço, nenhuma informação foi divulgada até agora.

Em primeiro lugar, para aqueles que não estão familiarizados, o que é ANDROID? Não é um robot como muitos podem pensar. É o sistema operacional que vem dentro da maioria dos Celulares, Tablets e dispositivos móveis.

Com a popularização dos celulares, foram criados sistemas operacionais para serem utilizados nos chamados dispositivos móveis, no caso PDAs, CELULARES, TABLETS. São sistemas operacionais que lidam com recursos limitados ao contrário dos computadores chamados desktops ou notebooks, que dispõem de processadores com muito mais recursos, mais memória, HDs enormes. Ao contrário os assim chamados dispositivos móveis não possuem HDs, e sim memórias flash para simular HDs e processadores com menos recursos além de quantidade mais limitada de memória, embora venham evoluindo em todos esses quesitos.


No início dos anos 90, tinhamos o iOS, o SIMBIAN e o ANDROID. A fabricante de celulares Nokia adotou o SIMBIAN. Tivemos também o BLACKBERRY que se tornou muito popular e requisitado. Porém outros fabricantes como a gigante SAMSUNG adotou o ANDROID.

Iniciou uma guerra como a que assistimos entre as tecnologias para VIDEOCASSETES que ocorreu nos anos 80, em que prevaleceu no final a tecnologia VHS em oposição ao BETAMAX. Uma guerra como a que ocorreu entre INTERNET EXPLORER e NETSCAPE para dominar o mercado de navegadores que hoje tem outra estrela chamada CHROME de outra MEGA EMPRESA no caso a GOOGLE, e que sofre a concorrência também do FIREFOX, OPERA e SAFARI entre outros de menos expressão.


A maior guerra no entanto foi entre os diversos sistemas operacionais que acabou sendo vencida pelo WINDOWS que roda em 90% dos computadores do mundo e sofre a concorrência direta do sistema iMAC, além do LINUX.


De olho no filão dos dispositivos móveis a Microsoft investiu pesado no Windows Phone, mas não conseguiu decolar apesar de ser considerado um sistema operacional melhor do que o ANDROID, mas o peso da SAMSUNG, a MEGA EMPRESA que adotou o ANDROID foi definitivo.


É o fim? Windows Phone já tem menos de 1% do mercado de smartphones

Sem novos aparelhos Lumia, plataforma da Microsoft despencou no último ano. Android ampliou liderança no setor, enquanto Apple viu iPhone perder espaço.


O Windows Phone parece cada vez mais uma carta fora do baralho no mercado de smartphones. Isso porque o sistema mobile da Microsoft para celulares inteligentes viu sua participação no mercado cair para menos de 1% no último trimestre, segundo a Gartner.

De acordo com dados recentes da consultoria, foram vendidos apenas 2,4 milhões de de smartphones com Windows Phone no primeiro trimestre de 2016, ou 0,7% do mercado total - uma queda impressionante de 73% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram comercializados 8,6 milhões de dispositivos com a plataforma.

A principal razão para essa significativa é a falta de novos aparelhos Lumia. Além disso, a empresa de Redmond revelou recentemente que vendeu a sua divisão dos celulares básicos (feature phones) para uma subsidiária da Foxconn por cerca de 350 milhões de dólares.

Enquanto isso, as vendas gerais de smartphones cresceram quase 4% pelo mundo nos três primeiros meses de 2016.


O Android ampliou seu domínio no segmento com um total de 293,7 milhões de smartphones vendidos no período, o que lhe deixou com 84,1% de participação no mercado contra 78,8% no mesmo trimestre do ano passado. Já o iOS, da Apple, viu suas vendas e participação no setor caírem de 60,1 milhões de unidades e 17,9% para 51,6 milhões de unidades e 14,8%, respectivamente. 

A Samsung continua na ponta entre as fabricantes, com 81,1 milhões de unidades vendidas e 23,2% do mercado, seguida pela Apple com os mesmos números citados acima. Três fabricantes chinesas completam o Top 5: Huawei (8,3%), Oppo (4,6%) e Xiaomi (4,3%).

quarta-feira, 29 de março de 2017

SÉRIE TRAIDORES DOS TRABALHADORES. O PARTIDO DEM (DEMOCRATAS)

Eles não nos representam:
por que os políticos são tão diferentes de seus eleitores?


Você e o restante da população brasileira foram às urnas eleger seus representantes na esperança de mudar o país para melhor. E o problema não é que “brasileiro não sabe votar”. No nosso sistema, o poder de transformação do voto é extremamente limitado. Entenda:

VEJA OS DEPUTADOS DO DEM QUE SÃO INIMIGOS DECLARADOS DA CLASSE TRABALHADORA.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

PAUDERNEY AVELINO
INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO
.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.



INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

INIMIGO DOS TRABALHADORES. NUNCA MAIS VOTE NESSE INDIVIDUO.

DEM, UM PARTIDO FISIOLÓGICO DE DIREITA E QUE QUER OS TRABALHADORES NA SENZALA.

PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
OPORTUNISTA, TRAIDOR, SE APROVEITA DE OPORTUNIDADES PARA FAVORECER OS LOBBIES E TRAIR OS TRABALHADORES.

Tendo conseguido eleger o presidente da câmara dos deputados, Rodrigo Maia, filho de Cesar Maia, notabiliza-se hoje o DEM de DEMOCRATAS por ser um notório inimigo dos trabalhadores, sendo Rodrigo Maia seu porta voz. Apesar disso nem todos os deputados do DEM votaram contra os trabalhadores, mas a maioria sim.

Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) divulgou balanço com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde 2000. O DEM, com 69 cassações, tem o equivalente a 9,02% de todos os políticos cassados no período de apuração, sendo o campeão.



O PSDB foi o terceiro com mais político cassados, sendo que MG é o estado maior índice e São Paulo o terceiro, ambos governados pelos Tucanos, já o partido dos Trabalhadores fica no nono lugar com 2,9% dos políticos cassados, já o PSOL não teve nenhum político.

Os dados foram computados em 2007 e publicados em 2009.
Observe, a seguir, o ranking da corrupção comprovada em cada partido e clique aqui para acessar a íntegra do dossiê.




SOLON
Você provavelmente nunca ouviu falar de Sólon, político grego que deu seu último suspiro há mais de 2 mil anos. 

Mas deveria. Sólon é considerado um dos pais da democracia porque decidiu que os postos mais importantes do governo deveriam ser ocupados apenas pelos cidadãos mais ricos. Não, você não leu errado, é isso mesmo: quanto mais alto fosse o cargo, mais dinheiro precisava ter o sujeito que quisesse ocupá-lo. 

Não parece o sistema mais democrático do mundo (e não é), mas antes disso os cargos políticos passavam praticamente de pai para filho, e nem mesmo os “milionários” da velha Atenas podiam participar do governo se não ostentassem um sobrenome importante.

Na teoria, o sistema de Sólon pelo menos dava a qualquer um a oportunidade de governar — bastava enriquecer fabricando toneladas de azeite de oliva ou vendendo milhares de miniaturas das esculturas de Zeus por $1,99. Mas, na prática, o governo continuava formado por meia dúzia de homens brancos endinheirados, exatamente como era antes.

De lá para cá, quase tudo mudou: Galileu (o original) foi condenado por afirmar que a Terra girava ao redor do Sol; Edison inventou a lâmpada elétrica; o direito ao voto tornou-se universal; e a seleção brasileira levou sete gols da Alemanha na última Copa. Mas pelo menos uma coisa continua quase igual: com algumas honrosas exceções, o governo ainda é basicamente formado por meia dúzia de homens brancos endinheirados.



No Brasil, que hoje é a quarta democracia do mundo em número de eleitores, só 20% dos deputados federais são negros — entre a população, eles são mais de 50%. No caso das mulheres, a situação é ainda pior: elas são 51% dos brasileiros, mas apenas 9,9% do parlamento. E os empresários, sozinhos, ocupam mais de 40% das cadeiras. 

Não por acaso, os depu­tados eleitos no ano passado foram imediatamente colocados contra a parede para realizar mudanças no sistema eleitoral. Eduardo Cunha (PMDB-RJ), promovido a presidente da Câmara em fevereiro, logo tratou de encaminhar votações para propostas de reforma política que alterariam o formato das eleições. “A reforma política é acompanhada de um clamor, como se fosse uma solução mágica. 

A verdade é que posso construir paredes na minha casa ou destruí-las e ainda assim será uma reforma”, diz Cláudio Gonçalves Couto, professor do departamento de gestão pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

E, de fato, os principais projetos que Cunha tentou aprovar estavam muito mais para contrarreforma política: o distritão, derrubado pelos deputados, favoreceria os candidatos mais ricos e faria pouca diferença na prática. E a institucionalização de doações de empresas aos partidos, que acabou sendo aprovada, só contribui para que a “casa do povo” continue como um puxadinho para construtoras, bancos e outras megacorporações.

“Não acho que há muitos políticos representando empresários, ao contrário, acho até que tem muito mais gente representando os trabalhadores”, disse o presidente da Câmara a GALILEU. Nas eleições do ano passado, Cunha recebeu R$ 6.832.480 de doações de empresas como os bancos Safra e Pactual, Bradesco Vida e Previdência e até a Coca-Cola. Logo tratou de recuperar os investimentos milionários, com medidas como a regulamentação da terceirização, que interessa a todas as grandes empresas.

Mas, se todos os brasileiros podem votar, por que conti­nuam elegendo pessoas que representam muito mais os interesses das empresas que os da própria população? Frank Underwood, protagonista da série House of Cards e provável ídolo do presidente da Câmara, disse uma vez que “a democracia é superestimada”. Não é. Mas o voto talvez seja.





PACATO CIDADÃO A democracia grega que Sólon ajudou a criar funcionava como uma grande reunião de condomínio: da mesma forma como todos os moradores podem ir ao salão de festas do prédio opinar sobre a reforma do elevador ou o som alto do vizinho, todos os cidadãos gregos podiam ir à assembleia popular debater os rumos da pólis. Esse sistema só era viável porque, como apenas cerca de 10% dos moradores da cidade se encaixavam na condição de “cidadãos”, ficava fácil reunir todo mundo em um mesmo espaço físico.

Depois disso, levou ~pouco tempo, coisa de 2 mil anos no máximo, para que a humanidade concluísse que valia a pena incluir trabalhadores e mulheres no processo democrático. Só que aí já não dava mais para reunir todo mundo em um lugar só. A alternativa encontrada foi a democracia representativa, em que cada cidadão tinha o direito de votar em um representante que supostamente seria seu elo de ligação com o governo. O voto seria, portanto, a forma de garantir que todo mundo tivesse seus interesses representados. Mas, como agora já deve estar claro, essa garantia isolada na verdade não garante coisa nenhuma.

“O voto é um meio muito pouco expressivo de participação política. Ele tem limitações que são claras”, diz Luis Felipe Miguel, professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB). A história está de prova: quando operários europeus conseguiram o direito ao voto, no século 19, os aristocratas movidos a Moët & Chandon morriam de medo de que o resultado fosse uma redistribuição radical da riqueza. Com as mulheres, o processo foi parecido, com o receio de que a igualdade de voto fosse o primeiro passo rumo à igualdade de direitos. E não é preciso ser um Aristóteles para perceber que essas previsões passaram longe de se concretizar.

O problema é que, hoje, os eleitores têm menos liberdade do que parecem ter na hora de decidir quais números vão digitar na urna eletrônica. O voto de cabresto continua existindo — só ficou mais discreto. Ninguém vai até a cabine eleitoral para garantir que você votou, digamos, no coronel Calçada (personagem fictício, qualquer semelhança com nomes ou pessoas reais é mera coincidência) —, o que não significa que você não tenha sido influenciado de muitas outras formas. “A democracia eleitoral se baseia na presunção de que cada um tem um entendimento esclarecido de suas próprias preferências. Mas essa presunção, que até faz sentido na teoria, é pouco defensável na prática”, explica o professor da UnB. Basicamente, os ricos e poderosos têm mais condições de influenciar outras pessoas e fazer que seus pontos de vista prevaleçam. “A classe política profissional é, da perspectiva social, uma elite que tem recursos, e por isso ela é majoritariamente formada por brancos, homens, empresários. Todos os grupos privilegiados são super-representados pelo Congresso”, diz Cláudio Gonçalves Couto.

A festa da democracia funciona assim: todo mundo está convidado, mas o espaço vip com bebida que pisca fica reservado para os poucos reis do camarote que podem pagar por ele.




CROWDFUNDING ELEITORAL Já pensou que mágico se você tomasse 50 multas de trânsito e precisasse pagar apenas duas? Pois foi quase isso que aconteceu com os sortudos planos de saúde do Brasil. Em abril de 2014, o Congresso votou a Medida Provisória 627, criada para regulamentar os impostos sobre os lucros obtidos por multinacionais brasileiras no exterior. 

A medida provisória funciona mais ou menos como um projeto de lei criado pela própria presidente, e só vira lei de fato se for aprovada pelo Congresso. Mas tem uma pegadinha: deputados e senadores podem alterar o projeto da presidente antes de aprová-lo. 

Essas alterações são as famosas “emendas”, e a MP 627 recebeu nada menos que 513 (qui-nhen-tas-e-tre-ze) delas. Uma dessas emendas operou praticamente um milagre: transformou um inocente projeto sobre impostos em perdão de uma dívida de R$ 2 bilhões dos planos de saúde (porque, sempre que tomassem 50 multas pelo mesmo motivo, as empresas precisariam pagar apenas duas). 

O relator da MP era justamente Eduardo Cunha, que na época ainda não era presidente da Câmara. E um dos principais patrocinadores da campanha milionária de Cunha nas últimas eleições foi justamente o… Bradesco Saúde, um dos maiores planos do Brasil.

A campanha de todos os partidos nas eleições de 2014 custou mais de R$ 5 bilhões, o equivalente a cinco estádios do Maracanã, 170.946 carros populares ou um passaporte de férias eternas para você, sua família e todos os seus amigos do Facebook. Para conseguir essa grana, os candidatos fizeram uma espécie de financiamento coletivo. 

Eles bateram de porta em porta, disseram de quanto dinheiro precisavam e, claro, prometeram recompensas para quem concordasse em ajudar. E muita gente concordou: construtoras como Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Odebrecht, empresas de bebidas como Ambev e Cervejaria Petrópolis e bancos como BTG Pactual e Bradesco despejaram mais de R$ 3 bilhões nas contas dos partidos. A JBS, dona da Friboi, lidera as doações, com mais de R$ 365 milhões investidos. 

O resto do dinheiro veio de contribuições de pessoas físicas e do Fundo Partidário, recurso público repassado mensalmente aos 32 partidos políticos registrados no país. Só no ano passado, R$ 365 milhões foram distribuídos às legendas, que recebem sua parte de maneira proporcional ao tamanho da bancada na Câmara dos Deputados.


Agora certamente já está claro que as doações feitas por empresas são, na verdade, investimentos. As construtoras esperam se dar bem com novas obras, as cervejarias querem diminuir os impostos sobre a bebida, e os bancos querem, veja só, dinheiro (que pode vir na variação da taxa de juros, por exemplo). 

É por isso que muita gente defende o fim do financiamento privado: quando candidatos dependem mais das empresas que das pessoas para ser eleitos, não é difícil saber quais interesses priorizarão quando estiverem instalados nas confortáveis cadeiras do Congresso.


Para piorar, as empresas não colocam dinheiro em qualquer candidato. “Algumas fazem estudos prévios para investir seu dinheiro em candidatos competitivos”, afirma Wagner Mancuso, professor de gestão de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP). 

“Candidatos homens têm maior prevalência que mulheres, e os empresários também recebem mais recursos.” Como em uma corrida de cavalos, a aposta é feita em quem tem mais chance de vencer e, assim, garantir o retorno do investimento. 

Às vezes, não necessariamente por métodos legais: as empreiteiras OAS e Andrade Gutierrez são investigadas na Operação Lava-Jato justamente por conta das doações que fizeram aos maiores partidos brasileiros. Com propriedade de causa, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras envolvido no esquema de corrupção, deu sua opinião sobre o financiamento privado em vídeo gravado pela Procuradoria Geral da República: “Nenhuma empresa vai doar 2, 3, 4, 5 milhões de reais porque gosta de fulano de tal. Todas as doa­ções, sejam oficiais ou não, são empréstimos. A empresa está emprestando para o cara e depois vai cobrar dele”.

Em campanhas cada vez mais profissionalizadas, que investem pesado em recursos audiovisuais e obrigam o candidato a se deslocar para diferentes localidades, o dinheiro torna-se um diferencial na hora da eleição. Uma pesquisa realizada pelo Estadão Dados estimou que candidatos a deputado federal com verba de campanha superior a R$ 5 milhões têm nada me­nos que 100% de chance de se eleger. Já quem investe menos de R$ 500 mil tem apenas 3% de possibilidade de chegar à Câmara.

Nas últimas eleições, o deputado federal Sergio Zveiter (PSD-RJ) foi o dono do voto “mais caro”: investiu R$ 5.720.551 para receber 57.587 votos, uma média de R$ 99,34 por voto. O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) não precisou de muito para ser eleito, gastando apenas R$ 145.560 para ganhar 388.087 votos. Seu desafeto, Jean Wyllys (PSOL-RJ), foi o segundo deputado federal mais efetivo, com gastos de R$ 67.892 e 144.770 votos. 

“O financiamento empresarial gera a maior distorção de representatividade, já que as campanhas poderiam gastar muito me­nos e isso não traria nenhum prejuízo para a circulação de ideias”, explica o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), um dos que votaram contra o financiamento privado no final de maio.



33 MIL + BENEFÍCIOS Os 32 políticos filiados ao Partido Progressista (PP) que são investigados na Operação Lava-Jato não assustam Paulo Maluf, líder histórico da legenda. O deputado federal, que é ex-prefeito paulistano, ex-governador paulista e ex-candidato à presidência da República e atualmente figura na lista de procurados da Interpol por “apropriação indébita de fundos”, disse em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo que se orgulhava de pertencer há 48 anos ao “melhor partido do mundo”. Sucessor da Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido oficial da ditadura militar, o PP ainda abriga políticos ligados ao regime, caso do deputado federal fluminense Simão Sessim e do próprio Maluf, além de congressistas como o militar da reserva Jair Bolsonaro.

É de imaginar, portanto, que uma reunião entre membros do partido com lideranças do Partido dos Trabalhadores não seria lá muito amigável. Mas que nada: em 2012, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Haddad, na época pré-candidato à prefeitura de São Paulo, visitaram a mansão de Maluf e selaram o acordo entre os dois partidos com um caloroso aperto de mãos. Em 2014, a dobradinha se repetiu e o PP apoiou a candidatura de Dilma Rousseff, que na juventude pegou em armas e foi torturada para combater a ditadura sustentada pela Arena. Um caso de esquecimento seletivo, esquizofrenia coletiva ou um bom jeitinho para se adaptar ao nosso sistema eleitoral?

As três respostas estão corretas, mas a maneira como as coligações se formam para disputar eleições ajuda a explicar por que partidos sacrificam seus programas de governo — aqueles que usaram para ganhar o seu voto — e se aliam a outras legendas com programas completamente diferentes. É que, se eles não fizerem isso, fica impossível conseguir o mínimo de apoio necessário para aprovar qualquer projeto. Quem se dá bem com essa bagunça são os partidos pequenos, que podem negociar seu apoio tanto com a situação quanto com a oposição. Aliás, a pulverização partidária na Câmara — 28 legendas elegeram pelo menos um deputado — não é tão difícil de ser explicada quando observamos as mordomias reservadas aos parlamentares: cada deputado federal recebe um salário de R$ 33.763 (maior que o da presidente), auxílio moradia de R$ 4.272,99 e uma verba de R$ 92.005 para contratar até 25 funcionários de sua confiança.

Para complicar um pouco mais, o sistema brasileiro privilegia o voto proporcional. Isso significa que seu voto conta ao mesmo tempo para o candidato e para a legenda. Se você votar no coronel Calçada e ele não for eleito, seu voto não é jogado fora: ele pode ajudar a eleger outros candidatos do mesmo partido ou da mesma coligação (quando vários partidos se juntam para disputar a eleição). Mas o sistema proporcional também tem falhas. Uma delas é a possibilidade de que os partidos pequenos invistam nos chamados “puxadores de votos”. São figuras como Tiririca (PR-SP), que recebem uma votação monstruosa e acabam elegendo outros candidatos da mesma coligação. Em 2010, quando concorreu pela primeira vez, o humorista recebeu mais de 1 milhão de votos. Teoricamente, seus eleitores estavam protestando contra “tudo o que está aí”. Mas o partido de Tiririca estava coligado com o PT, e os votos dados ao humorista na verdade ajudaram a eleger o petista José Genoíno, posteriormente condenado no processo do Mensalão.

Por mais bem-intencionado que um chefe de Estado seja, ou ele dialoga com os 28 partidos do Congresso ou se inspira em Game of Thrones para fazer um Casamento Vermelho, com direito a dragões cuspindo fogo e tudo. “Você não muda uma estrutura de poder com pessoas isoladamente: os partidos são imperfeitos, como é a sociedade, mas é necessário valorizar o componente programático do nosso voto”, diz o deputado Henrique Fontana.

DIA DA CAPIVARA Em fevereiro deste ano, o deputado catarinense Ronaldo Benedet (PMDB-SC) pediu o desarquivamento de um projeto de lei (PL) apresentado por ele e outros 126 colegas em setembro de 2013. Tratava-se de uma proposta de reforma política que, entre outras coisas, previa o fim do financiamento privado de campanha e uma espécie de recall para legisladores — os deputados poderiam ser afastados se os eleitores concluíssem que eles não estavam agindo de acordo com o que prometeram. O pedido de desarquivamento foi negado, e a explicação foi constrangedora: não havia como desarquivar um projeto que nunca tinha sido arquivado.



“Costumamos pedir o desarquivamento de nossos projetos quando iniciamos um novo mandato”, diz Benedet. “Talvez um assessor tenha incluído esse PL junto com os outros.” É comum que parlamentares não saibam exatamente em que pé estão seus projetos. 

Além de Benedet, outros sete deputados pediram o desarquivamento do PL 6.316 em fevereiro — e todos obviamente tiveram seus pedidos indeferidos pelo mesmo motivo. Mas foi Benedet o escolhido para ilustrar esta reportagem porque, de todos, ele foi o único que votou a favor do financiamento privado de campanha no final de maio, apenas três meses depois de tentar “ressuscitar” um projeto que defendia justamente o contrário. 

“Eu sou a favor do financiamento público, mas hoje ficou impossível aprová-lo na Câmara, porque somos massacrados pela mídia e a população não quer usar dinheiro público para pagar campanhas”, justifica o deputado. “Votei contra as doações de empresas a candidatos, mas, depois de uma conversa com os líderes do PMDB, resolvi votar a favor das doações para partidos.” Seria caso de recall?


“É curioso que as pessoas tenham aprendido rapidamente a reclamar quando um eletrodoméstico estraga ou a entrega do jornal atrasa, só que o sistema político não desperta o mesmo interesse”, diz Jairo Nicolau, pesquisador da UFRJ. Mas a verdade é que, se os 105.303 catarinenses que votaram em Benedet no ano passado — ou 105.302, descontando o próprio deputado — quisessem voltar atrás depois que ele “mudou de opinião” subitamente, tudo o que poderiam fazer seria xingar muito no Twitter. 

A democracia representativa não prevê qualquer contato direto entre eleitores e eleitos. “Existe um elemento elitista na defesa da manutenção da distância entre representantes e representados”, diz Luis Felipe Miguel, da UnB. “Precisamos ter mecanismos de interlocução capazes de permitir que os representantes respondam aos interesses que vão se formando na base inclusive ao longo dos mandatos.”

Curiosamente, o PL 6.316, que Benedet e os colegas tentaram desarquivar, é fruto de um dos raros “mecanismos de interlocução” que existem hoje entre a sociedade e o Congresso. Trata-se dos chamados “projetos de lei de iniciativa popular”. 

Digamos que você queira criar o Dia Nacional da Capivara. Se conseguir a assinatura de 1% dos eleitores brasileiros, algo como 1,5 milhão de pessoas, você pode “obrigar” a Câmara a debater sua proposta. Parece bom. Mas aí sempre pode acontecer o mesmo que aconteceu com o PL 6.316: nada.

O projeto, organizado por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi levado ao plenário em 2013 pela então deputada Luiza Erundina. Desde então, ele está mofando em algum canto da Câmara — aparentemente com a condescendência do presidente Eduardo Cunha. 

“Vamos exigir que o PL 6.316 seja apreciado, apesar de o presidente [Cunha] o desvalorizar a ponto de ter dito, em reunião de líderes, que ‘assinatura de apoio qualquer um pega na esquina’”, afirma o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Um dos idealizadores do projeto, o jurista Ives Gandra Martins, da OAB, acha que ele só tem chances reais de ser apreciado se houver pressão popular: “Só com manifestações de rua teremos uma reforma política adequada. Os políticos não aprovariam por conta própria mudanças em leis que os beneficiam”.

LASCADOS Desde os tempos da Grécia Antiga, a democracia por definição pressupõe a igualdade política de todos os cidadãos. Mas o sistema representativo divide automaticamente a população em um pequeno grupo de tomadores de decisões e um grande conjunto de governados cuja influência sobre essas decisões é quase nula. “A igualdade de voto não consegue se traduzir em igualdade de representação, e muito menos de influência política”, diz Luis Felipe Miguel.

Hoje, cientistas políticos e ativistas do mundo todo buscam formas de tornar a democracia representativa um pouco mais participativa. “Precisamos criar instituições mais abertas às demandas das ruas. O parlamento está longe de esgotar toda a representação da sociedade, e os partidos também”, diz Chico Alencar.

Na Espanha, o partido Podemos, criado no início do ano passado por professores universitários, reuniu mais de 100 mil filiados em 20 dias e conseguiu eleger cinco representantes para o Parlamento Europeu poucos meses depois da sua fundação. A estrutura do Podemos reproduz o sistema grego da antiguidade: todos os filiados se reúnem em assembleias pelo país e ajudam a decidir tanto os candidatos quanto as posições do partido em relação a determinados assuntos. Além das assembleias, voluntários — filiados ou não — também se reúnem em “círculos”, grupos de discussão que debatem questões que podem ser territoriais (relativas a um bairro ou cidade) ou setoriais (condições de trabalho de uma categoria específica, por exemplo) e repassam suas conclusões à cúpula do partido.

Já o Partido de la Red, da Argentina, tem uma pro­posta um tantinho mais radical: a ideia é que os eleitores escolham não um representante, mas um “delegado” que estará no Congresso apenas para votar de acordo com o que foi decidido pela maioria em discussões feitas pela internet. Essas discussões acontecem em uma plataforma de código aberto chamada DemocracyOS, criada pela desenvolvedora argentina Pia Mancini. Além do Partido de la Red, a Legislatura de Buenos Aires, o equivalente da nossa Câmara de Vereadores, também aderiu à plataforma para pedir a opinião da população sobre assuntos como o horário de funcionamento do metrô e a criação do Dia da Trabalhadora Sexual.

Se ainda não foi encontrada uma solução definitiva para a crise da democracia representativa, o Podemos e o Partido de la Red surgem como alternativas para tornar a relação de poder entre os eleitores e seus representantes um pouco menos desigual. “Sempre será necessário ampliar a capacidade de supervisão dos representados sobre os representantes, não só porque isso contribui para a promoção da igualdade política, mas sobretudo por uma questão de realismo”, explica Luis Felipe Miguel. “Só há uma lei universalmente válida que a ciência política foi capaz de estabelecer em toda a sua história: se dependermos da boa vontade de quem tem poder sobre nós, estamos lascados.”

(FOTO: RAFAEL QUICK)

ELES NÃO NOS REPRESENTAM Deputados que apresentaram propostas completamente contrárias ao interesse da população:

Silvio Costa
Partido: PSC
Estado: Pernambuco
Quantos votos recebeu: 103.461*
Por que não nos representa: Apresentou projeto que, se aprovado, permitirá que gestores públicos condenados pelo Tribunal de Contas da União disputem eleições.
Rejeição da proposta: 98% (de acordo com o Vote na Web)

Daniel Almeida
Partido: PCdoB
Estado: Bahia
Quantos votos recebeu: 135.382*
Por que não nos representa: Apresentou proposta que modificará as leis eleitorais, permitindo que políticos com contas de campanhas rejeitadas se candidatem novamente, além de desobrigar a apresentação de recibo de doações de campanha
Rejeição da proposta: 98% (de acordo com o Vote na Web)

Luiz Carlos Heinze
Partido: PP
Estado: Rio Grande do Sul
Quantos votos recebeu: 162.462*
Por que não nos representa: Foi autor de projeto que deu a uma rodovia gaúcha o nome de um general que foi vice-presidente durante a Ditadura Militar
Rejeição da proposta: 86% (de acordo com o Vote na Web)

Marco Feliciano
Partido: PSC
Estado: São Paulo
Quantos votos recebeu: 398.087*
Por que não nos representa: Propõe o título de capital nacional das missões cristãs para Camboriú (SC), para dar mais visibilidade ao município.
Rejeição da proposta: 93% (de acordo com o Vote na Web)

Bonifácio de Andrada
Partido: PSDB
Estado: Minas Gerais
Quantos votos recebeu: 83.628*
Por que não nos representa: Apresentou projeto que proibirá a divulgação, durante o período de campanha eleitoral, de qualquer investigação, inquérito ou processo criminal praticados por candidatos à eleição
Rejeição da proposta: 99% (de acordo com o Vote na Web)


COMO HACKEAR O SISTEMA ELEITORAL Um aplicativo e dois sites para que você não dê mole nas próximas eleições


Apresenta de forma simplificada os projetos em tramitação e incentiva a participação dos usuários, que votam sim ou não e discutem as propostas. Os resultados são encaminhados ao Congresso.

Por incrível que pareça, o próprio site da Câmara oferece aos eleitores a opção de receber um boletim por e-mail que mostra todas as propostas, discursos e votos dos seus representantes em Brasília.

O eleitor recebe mensalmente uma newsletter com as notícias mais relevantes sobre o seu candidato — e não tem a opção de cancelá-la até que o mandato acabe.

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