http://filotec.com.br

http://filosofiaetecnologia.blog.br
ECONOMIA TECNOLOGIA FILOSOFIA SAUDE POLÍTICA GENERALIDADES CIÊNCIA AUTOHEMOTERAPIA NOSSOS VÍDEOS FACEBOOK NOSSAS PÁGINAS

QUEREM ACABAR COM A APOSENTADORIA

quinta-feira, 25 de maio de 2017

ANÁLISE DA CRISE: o Brasil não está só no mundo.

Data: 25/05/2017

Fonte: Viomundo Autor: Samuel Pinheiro Guimarães

Samuel Pinheiro Guimarães 

A vitória ideológica/econômica/tecnológica dos Estados Unidos sobre a União Soviética, a adesão russa ao capitalismo e a desintegração da Rússia e a adesão da RPC (REPÚBLICA POPULAR DA CHINA) ao sistema de instituições econômicas liderado pelos Estados Unidos e a abertura chinesa controlada às MNCs (Corporações Multinacionais) levaram à consolidação da hegemonia política/imperial dos Estados Unidos.

As diretrizes da política hegemônica americana são:

• induzir a adoção, por acordos bilaterais e pela imposição, por organismos “multilaterais”, dos princípios da economia neoliberal;

• manter a liderança tecnológica e controlar a difusão de tecnologia;

• induzir o desarmamento e a adesão “forçada” dos países periféricos e frágeis ao sistema militar americano;

• induzir a adoção de regimes democráticos liberais, porém de forma seletiva, não para todos Estados;

• garantir a abertura ao controle externo da mídia.

 

As dimensões e as características da população e do mercado interno; de território e de recursos naturais (ampliada de forma extraordinária pela descoberta do pré-sal); a localização geográfica na área de influência americana; a capacidade empresarial do Estado e da iniciativa privada (BNDES, Petrobrás, Vale do Rio Doce, Embraer) a capacidade tecnológica em áreas de ponta (nuclear, Embrapa, etc) tornariam o Brasil uma área de atuação prioritária para a política exterior americana, que articulou:

 

• apoio à redemocratização política controlada pelas classes hegemônicas no Brasil;

• a luta ideológica e midiática contra a política de desenvolvimento econômico e industrial que é identificada com o autoritarismo militar;

• apoio aos movimentos sociais (ONGs etc);

• retaliação contra as políticas nacionais de desenvolvimento (nuclear, informática, espacial);

• mobilização ideológica para a implantação das regras do Consenso de Washington:

• disciplina fiscal;

• redução dos gastos públicos;

• reforma tributária;

• juros de mercado;

• câmbio de mercado;

• abertura comercial;

• investimento estrangeiro sem restrição;

• privatização;

• desregulamentação econômica e trabalhista;

• direito à propriedade intelectual.

• desarmamento.

 

A implantação, entusiasta e excessiva, das medidas econômicas, políticas e militares, propagadas pela academia, mídia e autoridades americanas, pelos Governos Fernando Collor/Fernando Henrique Cardoso, diante das características do subdesenvolvimento: enormes disparidades sociais, a fragilidade relativa das empresas de capital nacional, vulnerabilidade externa da sociedade contribuíram para o fracasso dessas políticas que levaram ao agravamento da concentração de renda, ao agravamento das deficiências de infraestrutura, ao aumento da violência social, acarretaram sua impopularidade e permitiram à vitória dos movimentos políticos progressistas diante dos Governos de Menem; Battle; Andres Perez; Fernando Henrique Cardoso, Sanchez de Lozada; Mesa.

DURANTE O GOVERNO LULA

A eleição de Lula e seu Governo colocaram em risco o objetivo permanente norte-americano de implantar políticas neoliberais em toda a América Latina e de incorporar as economias latino-americanas à sua economia, de forma subordinada.

A articulação política e econômica de Lula/Kirchner/Lugo/Correa/Evo/Chavez reforçou a necessidade, para os EUA, de uma reação estratégica.

Os Estados Unidos, em cooperação com grupos internos em cada um desses países, iniciou campanhas de desestabilização política.

No Brasil, esta campanha se inicia com o processo do “mensalão” e com a aceitação pelo judiciário da “doutrina” do domínio do fato, aplicado contra José Dirceu, em caráter exemplar e como possível sucessor de Lula.

Apesar da campanha Anti-Lula e Anti-PT, os índices de popularidade do Presidente e do Partido atingiram níveis recorde e permitiram a eleição de Dilma Rousseff.

O Governo Dilma Rousseff, sem capacidade política, aderiu gradualmente ao programa neoliberal de ajuste fiscal, de faxina ética e de contração do Estado.

A incapacidade de articulação, de trato político e de mobilização social facilitou a articulação e o sucesso do processo de impeachment.

De outro lado, a Operação Lava Jato, em articulação com o Departamento de Justiça americano, e com as agências de inteligência (espionagem) americanas como a NSA, a CIA, o FBI), através de procedimentos ilegais, tais como prisões arbitrárias, vazamento seletivo de delações de criminosos confessos, a desobediência ao princípio fundamental de presunção de inocência, a mobilização da opinião pública contra pessoas delatadas, colocando em risco a ordem jurídica e criando ódio na sociedade, com a conivência do STF, foi um instrumento de ataque ao Partido dos Trabalhadores contra o PT e a candidatura do Presidente Lula.

A gradual autonomia e fanatização moralista da força tarefa de Curitiba levou a denúncias contra outros políticos, em especial do PMDB e do PSDB, característica de “radicais livres” e o conflito com a Procuradoria Geral levou à investigação de Temer pela PF (também radical) e, como a PGR, aliados principalmente ao PSDB contra o PMDB.

Os objetivos básicos das classes hegemônicas brasileiras, em estreita articulação com as classes hegemônicas norte-americanas, são:

• consolidar na legislação, de preferência na Constituição, as políticas neoliberais do Consenso de Washington;

        

• reduzir a possibilidade de vitória do Presidente Lula em 2018 e a vitória dos candidatos progressistas nas eleições para o Congresso;

• impedir a revisão por um novo governo das reformas conservadoras, em especial a EC95 (Emenda constitucional 95 que trata dos limites para os gastos do governo);

• reduzir a capacidade de ação externa e interna, do Estado brasileiro;

• destruir a política sul-americana de formação de um bloco regional e de inclusão no Conselho de Segurança da ONU;

• integrar o Brasil à economia americana e criar a obrigatoriedade de execução no Brasil de políticas econômicas neoliberais;

• impedir a industrialização, ainda que apenas parcialmente “autônoma”, do Brasil por empresas de capital brasileiro;

Organismo criado para implantação de políticas Americanas

• consolidar este programa econômico ultra neoliberal através de compromissos internacionais, a começar pela adesão do Brasil à OCDE (ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO).

Michel Temer, por imprudência, colocou em risco a credibilidade do processo de aprovação legislativa deste programa ao se deixar gravar pela PF em diálogos de natureza ilícita.

• Trata-se, agora, para as classes hegemônicas de substituir “funcionários”, a começar por Temer, e substituir o comando do processo das reformas por “funcionários” menos envolvidos no sistema tradicional de aquisição e controle de poder político pelas classes hegemônicas, minoritárias ao extremo (caixa 2, compra de votos, propinas a Partidos e a pessoas, nomeações na Administração, liberação de verbas).


A decisão de afastar Michel Temer diante de gravações difíceis de refutar já foi tomada pelas classes hegemônicas, como revela o editorial de primeira página do Jornal O Globo e, portanto, do sistema Globo de Comunicação.

A posição da Folha de São Paulo e do Estado de São Paulo refletem ainda certa ausência de consenso, porém nada significam em termos de impacto diante do poder da Globo.

Não foi ainda decidido pelas classes hegemônicas o método de afastamento e substituição de Michel Temer:

• renúncia;

• decisão do TSE sobre a Chapa Dilma/Temer;

• processo do STF.

Para as classes hegemônicas, a questão política essencial é evitar as eleições diretas antecipadas. Assim:

• o processo no STF seria muito longo, e permitiria a mobilização popular;

• a decisão do TSE levaria a eleições diretas, sobre o que há dúvidas;

• a solução mais viável e em tempo mais útil seria negociar com Temer sua renúncia, a “recompensa” pelos serviços prestados e sua imunidade.

Também não foi ainda resolvida a questão do sucessor de Temer, mas o PSDB se prepara para assumir o poder e o PMDB a resistir.

Nas eleições indiretas os mais prováveis candidatos seriam Tasso Jereissati, pelo PSDB, e Nelson Jobim, pelo PMDB.

Os objetivos estratégicos das classes hegemônicas, que orientam e controlam seus “funcionários” no sistema político, continuam a ser os mesmos:

• acelerar a aprovação das “reformas” ultra neoliberais;

• desmoralizar Lula e o PT;

• “construir” um candidato “gestor”, apolítico, como João Doria, para 2018.

A operação da PGR/PF serviu para afastar mais um candidato “político” como Aécio Neves, pois Serra já está na prática afastado e Alckmin será “afastado” por Doria.


Estas classes hegemônicas contam que mesmo com a vitória de Lula em eleições diretas este se encontrará manietado pela EC95 (Limita os gastos do governo).

Quanto mais cedo Michel Temer deixar o poder pior será para a Oposição pois sua saída acelerará a aprovação das “reformas”.

O que interessa agora é retardar a saída de Temer, enfraquecer, dificultar e adiar a aprovação das “reformas”.

A luta pelas Diretas Já é fundamental para mobilizar a militância e conscientizar a população dos efeitos dessas “reformas”.

Realismo: a queda imediata de Temer atende aos interesses das classes hegemônicas, assim como ocorreu com o afastamento de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara.

 

domingo, 21 de maio de 2017

É IMPRESSIONANTE A PERSEGUIÇÃO CONTRA TUDO QUE REPRESENTA O PT.


Os inimigos do PT escondem na verdade uma outra motivação que é o ódio aos pobres. Na verdade essas pessoas sempre tiveram um ódio mortal contra o PT. 

Quando o Lula estava no seu segundo mandato no auge do seu sucesso como presidente da República nunca deixaram de chegar mensagens atacando o PT e o LULA que é sua maior expressão, Mas eles eram minoria e sua voz caiu em um certo descrédito.

"Não parece razoável o que estão fazendo com o Lula". A frase do tucano Luís Carlos Bresser-Pereira poderia ser o sinal da tão esperada distensão politica, mas não é por um único motivo: Lula não é adversário, é inimigo. 
Ao adversário se estende a mão, reconhece-se a sua dignidade humana e se respeita as regras do jogo. Lula nunca foi aceito. Desde o primeiro dia do primeiro mandato, Lula tem sido submetido a um ataque sistemático. A Folha de S. Paulo investigou uma tal propensão genética da família Silva ao álcool, a Revista Veja já celebrou o 'câncer do presidente' e o Globo já apresentou Lula como presidiário em suas charges. Tudo isso sem falar na violência sanitarizada dos telejornais da Globo com seus apresentadores cinicamente consternados com a corrupção no país, enquanto o nome emissora (agora a RBS) aparece em mais um escândalo fiscal. 
Na ausência absoluta de padrões éticos jornalísticos, nos resta perguntar se a raiva irracional de William Waack contra Lula, Hugo Chaves e Cristina Kirchner, por exemplo, não seria o caso de tratamento psiquiátrico.

Paralelamente ao lado desse ódio contra o PT e contra o LULA existem os interesses dos grupos internacionais que detestam o BRIC (Grupo dos países emergentes do mundo - BRASIL RUSSIA INDIA E CHINA). Eles não querem países emergentes no quintal dos Estados Unidos da América e o Brasil é o seu principal alvo, porque o Brasil é um país que tem todas as condições para se tornar uma potência mundial no futuro pelos seus imensos recursos territoriais, naturais e humanos.


Essas inteligências atuam de várias formas, mas as mais notórias são: 

1 - O controle dos principais meios de comunicação da mídia escrita televisionada e falada, pois eles sabem que esse ponto é  fundamental para os seus planos de controle sobre a nação Brasileira. 

2 - Atuam também cooptando alguns políticos produzindo aqui uma ideologia de direita que defende as teorias econômicas do liberalismo e do NEO-LIBERALISMO. Essas teorias defendem a privatização máxima de todas as empresas, principalmente as estatais, e defendem também a redução do gasto governamental com projetos sociais como Hospitais, Educação, Previdência Social e tudo que beneficie o povo.

A teoria NEO-LIBERAL é uma teoria falida, baseada no consenso de Washington que é um consenso para defender os interesses dos Estados Unidos da América em prejuízo dos países que adotam os princípios do NEO-LIBERALISMO econômico. A expressão máxima de sua falência foi a crise de 2008, quando a Economia global ameaçou ruir comprovando que se não tivesse o socorro do estado através da injeção de Bilhões de dólares, toda a economia global ruiria.

Há que se entender que empresas estatais como as Brasileiras, proporcionaram o desenvolvimento econômico do Brasil por meio de obras de infra-estrutura que a iniciativa privada não faria por desinteresse. Foi dessa forma que foi criada a Petrobras por exemplo até porque o petróleo é um bem estratégico para todos os países, e também grandes usinas de geração de energia porque a iniciativa privada não queria arriscar seu capital em projetos muito vultuosos.

Portanto a presença estatal é fundamental e necessária e sempre precisará existir. 

Quanto a investimento em pessoas por meio de Educação de qualidade, Saúde de qualidade, Planos de aposentadoria, todos tem seu papel no desenvolvimento de uma sociedade como a Brasileira. 

- A Educação é fomentadora de desenvolvimento porque as empresas precisam de pessoas qualificadas para trabalhar em seus quadros. Quando se promove o sucateamento da educação como ocorreu no Brasil, torna-se o seu povo um povo sem o preparo necessário para ocupar postos de relevância no mercado de trabalho e isso é um freio ao desenvolvimento. Os países mais desenvolvidos do mundo o foram porque investiram em Educação como os Tigres Asiáticos, a Alemanha e o Japão, destruídos pós segunda guerra e que se reergueram na força do seu povo. Obviamente que se os interesses contrários ao desenvolvimento do Brasil pudessem escolher eles descartariam o investimento em Educação.

- A Saúde é uma necessidade de todas as sociedades. Não investir em Saúde é de uma crueldade impar, mas os Neoliberais entendem que na sociedade há perdedores e ganhadores e aos perdedores nada deve ser dado para que sobre mais para os ganhadores. Não percebem que o ganhador de hoje pode ser o perdedor de amanhã porque todos um dia irão morrer. É inevitável.

- A Previdência Social é um instrumento de distribuição de renda em um país super concentrador de renda como o Brasil. Retirar o direito de se aposentar que já tem valores irrisórios, da população para entregar mais dinheiro aos Banqueiros e especuladores em um país em que os Bancos tem os mais elevados rendimentos do mundo, com taxas de juros que corariam de vergonha os mais impedernidos agiotas globais, é um crime sómente digno de um SATANISTA como Michel Temer.

Mas enganam-se esses servos das sombras se pensam que o povo está desamparado. Esse tem Deus e Deus tem seus planos. Uma das provas disso, é o recente escândalo que abalou os alicerces do poder no preciso momento em que era votada a reforma da previdência, onde o PDT desonrou o nome de Leonel Brizola e deu seu volto de concordância. Nunca mais terão meu voto.



Ronaldo, Luciano Huck, Neymar, Alexandre Frota, Susana Vieira, Latino, Marcelo Serrado, Marcio Garcia e outros foram cobrados sobre os crimes de Aécio comprovados em gravações. Muitos se manifestaram, mas nem todos.




Além do humorista Marcelo Madureira, outros nomes conhecidos do entretenimento e do esporte no Brasil foram forçados a se posicionar sobre os crimes cometidos pelo senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).
Marcio Garcia, que apresenta um programa na TV Globo, lamentou a situação do país, afirmou que se sente enganado e clamou por justiça em postagem no Instagram.

“Fomos todos enganados, iludidos por falsos discursos, apertos de ‘mãos grandes’, promessas vazias. A única coisa que nos resta é clamar por Justiça. Que ela faça sua parte e prenda todos os corruptos deste país. Sem exceção”, escreveu.

O ator Marcelo Serrado, que apoiou Aécio e protestou publicamente contra o governo Dilma, afirmou: “Não me arrependo de forma alguma de ter ido para as ruas pedir o impeachment da Dilma. Não me iludo achando que o problema era ela. Não sou a favor do Temer, mas sim a favor das diretas já”.

O cantor Latino, por sua vez, preferiu não atacar Aécio e tentou elaborar uma espécie de justificativa pela bomba que explodiu no colo do tucano.
“Aécio é meu amigo pessoal! Se ele errou, terá que pagar . Vivemos num país de hipocrisia, muitos sonegam, quem nunca levou vantagem de alguma coisa? Sou contra a corrupção e torço pra um país melhor, porém não posso julgar quem ainda não teve direito de resposta”, disse o cantor.
A atriz Susana Vieira se limitou a dizer que “o Brasil foi saqueado de tudo que é lado. Não há inocentes até o momento ou até que se prove o contrário”.

Para a atriz Irene Ravache, “os meio não justificam o fim. Não é porque nossa economia está começando a crescer que temos que acobertar. Acho que esse é um momento que não podemos deixar, é um momento de cobrança, de pressão”.

O ex-ator pornô Alexandre Frota disse que “não suporta mais essa pilantragem, esse assalto que fizeram aos cofres públicos. Preteriram os brasileiros. Políticos vagabundos, charlatões. Não importa o partido, não importa o político. Tem que ir preso”.

Apagaram imagens

Embora não tenha publicado nenhum texto, Luciano Huck, amigo de longa data do senador, cometeu um gesto simbólico: apagou as imagens ao lado de Aécio Neves em suas redes sociais.

Quem seguiu o mesmo caminho foi o futebolista mais famoso do Brasil na atualidade: Neymar Jr. O garoto, que gravou um vídeo de apoio à Aécio nas eleições de 2014, deletou todas as fotos que tinha com o tucano.

Não se posicionaram

A cantora Wanessa Camargo, o cantor Zezé di Camargo e o ex-atleta Oscar Schmidt gravaram um vídeo de apoio a candidatura de Aécio em 2014 e agora foram questionados se continuam no lado do político.

“Vai postar foto com o Aécio Neves não?”, perguntou uma internauta para o ex-jogador. Outro ironizou Wanessa: “Não vai cantar hj pro Aécio Wã?? Vai lá consolar seu amiguinho!”.

Eles não se manifestaram.

O ex-jogador e empresário Ronaldo, que usou uma camisa com a inscrição “A culpa não foi minha. Votei no Aécio”, durante os movimentos contra a presidente afastada Dilma Rousseff (PT), também foi alvo de críticas no seu perfil no Instagram.

“E aí Ronaldão, continua não tendo culpa?”, “Ronaldo é vc quem vai pagar nosso pato agora? Vamos falar sobre o #aecioneves?” e “Ei e agora a culpa é de quem mesmo?”, questionam os internautas.

Até o momento, diferente de Huck e Neymar, Ronaldo mantém as fotos ao lado de Aécio em suas redes sociais.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O PLANO DOS ILLUMINNATTIS PARA O BRASIL

“DESPERTA, TU QUE DORMESe levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS   Efésios 5:14,15

Em 1995 foi publicado um jogo de cartas RPG que tinha o nome de ILLUMINATTIS A NOVA ORDEM MUNDIAL. Esse jogo continha cartas com figuras que significavam eventos que iriam ocorrer. Por coincidência alguns já tinham ocorrido e outros vieram a ocorrer pouco tempo depois. Duas cartas notórias mostram a derrubada das torres gêmeas e o ataque ao pentágono.


Para falar sobre o jogo, preciso falar inicialmente sobre o que seriam os Illuminati. Por hora, vamos falar superficialmente do assunto. Os Illuminati seriam uma organização secreta, que controla o mundo e a mídia secretamente através de influência e dinheiro. 

Eles estariam por trás de todas as guerras e já dominariam secretamente os governos de todos os países, em especial os EUA, onde seriam mais fortes. Eles estariam envolvidos com o ocultismo e também dominariam todos os grandes líderes religiosos, sendo supostamente derivados ou muito influentes entre os maçons.


Em teoria não existe limite ou controle para as ações dos illuminati, pois eles controlariam todos os aspectos da sociedade, inclusive dominariam uma tecnologia ainda não alcançada pelo resto do mundo (propositalmente escondida, é claro) podendo influenciar o clima, a mente dos indivíduos e etc. 

Existem algumas evidências de que eles seriam servos de Lúcifer. O indivíduo para participar desse grupo precisa ser selecionado e fazer um pacto que envolve entre outras coisas o silêncio. (Não pode revelar seus rituais e segredos e precisaria cometer um grande pecado para ficar completamente nas mãos de Satanás devido à consciência culpada e o pecado contra o Espírito Santo, o único que não tem perdão.) 

Esse grande pecado entre revelar seus segredos mais íntimos ou participar de atos de sodomia, revelando-o para todos os participantes que assim seriam detentores dos segredos íntimos uns dos outros, seria a tal cerimônia de caritas que envolve o sacrifício humano. Entre outras coisas estaria a cremação de um filho recém-nascido que equivale a passar o filho pelo fogo, ou o pecado que é condenado por Deus e que era praticado por alguns Israelitas que ofereciam os filhos em holocausto a Moloc, um Espírito satânico. (Qualquer semelhança com o filme "O BEBÊ DE ROSEMARY") Não é mera coincidência.



Os Illuminattis desejam entre outras coisas o controle da população planetária, e estariam planejando a eliminação de uma parte da população global. Há informações de que possuem já a cura para doenças como o câncer mas somente seus mais graduados participantes teriam acesso a essas tecnologias e ao dinheiro do mundo.

Não é por acaso que muitos dos mais notórios Illuminattis, estão já bem avançados em idade.

O bilionário David Rockefeller foi submetido com êxito o seu sexto transplante de coração em 42 anos na idade venerável de 99 anos.

A cirurgia de transplante de coração, que durou 6 horas e foi realizada por uma equipe de cirurgiões privados na sua residência principal, na propriedade da família em Pocantico Hills, Nova Iorque, parece não ter cansado o lendário homem de negócios conhecido pelo seu dinamismo e esperteza.

Seu primeiro transplante de coração ocorreu em 1976, após um acidente de carro dramático que o levou a sofrer um ataque cardíaco. Ele foi operado 24 horas mais tarde e começou a movimentar-se uma semana depois.







OS AMIGOS E OS INIMIGOS DA PETROBRAS - A autonomia que o PT deu ao Ministério Público.


Eu como funcionário da Petrobras tenho dificuldade de entender certas coisas. A petrobras tem uma associação de engenheiros, a AEPET (ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS DA PETROBRAS) que tem uma visão perfeita de como as coisas se processam e como se processaram na história da Petrobras. 

Sabem quem foram seus verdadeiros inimigos, e seus verdadeiros amigos. Mas quando se conversa com os engenheiros que trabalham na Petrobras, esses tem aquela visão errada, distorcida, tucana. Criticam o Lula, são entreguistas, são normalmente pelegos, embora se beneficiem das greves e no geral tem aquela percepção cega a respeito dos males da Petrobras. 

Não conseguem enxergar um palmo na frente de seus narizes. Lógico que existem exceções e os que tem visão diferente. Entretanto esses evitam externar suas opiniões como se uma nuvem negra os estivesse ameaçando.


O mesmo não se dá em relação a AEPET, que continuamente publica artigos e matérias sobre as verdades dos fatos. o que a torna rica fonte de consulta em relação mesmo a esse Blog.

O mais notório inimigo da Petrobras e do Brasil, foi FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, ou FHC. Esse foi inimigo da Petrobras, do Brasil, dos aposentados, e de resto inimigo de tudo o que é bom, correto e decente nesse país. Foi um notório Ladravaz, entregador, (ENTREGOU A VALE DO RIO DOCE por ridículos 2 bilhões de reais, sendo que no primeiro ano depois de entregue, a Vale teve um lucro de 6 bilhões de dólares) bandido e amigo de bandidos, mas porque seus crimes não viraram notícia?

A resposta é óbvia. Porque naquela época o Procurador Geal da República era indicado pelo Presidente, e esse colocou lá um de seus asseclas, que adquiriu o apelido de ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA. Nessa época o Procurador Geral da República que é a quem compete encaminhar as denúncias fazia o que o Presidente mandava.

Política
Cynara Menezes
Geraldo Brindeiro, o
ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA

Nos tempos do engavetador-geral: Refrescando Henrique Cardoso

por Cynara Menezes — publicado 04/12/2012 14h59, última modificação 04/12/2012 15h04
O governo FHC foi beneficiado pelo olhar condescendente dos órgãos públicos investigadores. O erro do PT foi, fazendo diferente, agir igual


O que é mais vergonhoso para um presidente da República? Ter as ações de seu governo investigadas e os responsáveis, punidos, ou varrer tudo para debaixo do tapete? Eis a diferença entre Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva: durante o governo do primeiro, nenhuma denúncia – e foram muitas – foi investigada; ninguém foi punido. O segundo está tendo que cortar agora na própria carne por seus erros e de seu governo simplesmente porque deu autonomia aos órgãos de investigação, como a Polícia Federal e o Ministério Público. O que é mais republicano? Descobrir malfeitos ou encobri-los?

FHC, durante os oito anos de mandato, foi beneficiado, sim, ao contrário de Lula, pelo olhar condescendente dos órgãos públicos investigadores. Seu procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, era conhecido pela alcunha vexaminosa de “engavetador-geral da República”. O caso mais gritante de corrupção do governo FHC, em tudo similar ao “mensalão”, a compra de votos para a emenda da reeleição, nunca chegou ao Supremo Tribunal Federal nem seus responsáveis foram punidos porque o procurador-geral simplesmente arquivou o caso. Arquivou! Um escândalo.

Durante a sabatina de recondução de Brindeiro ao cargo, em 2001, vários parlamentares questionaram as atitudes do envagetador, ops, procurador. A senadora Heloísa Helena, ainda no PT, citou um levantamento do próprio MP segundo o qual havia mais de 4 mil processos parados no gabinete do procurador-geral. Brindeiro foi questionado sobre o fato de ter sido preterido pelos colegas numa eleição feita para indicar ao presidente FHC quem deveria ser o procurador-geral da República.

Lula, não. Atendeu ao pedido dos procuradores de nomear Claudio Fonteles, primeiro colocado na lista tríplice feita pela classe, em 2003 e, em 2005, ao escolher Antonio Fernando de Souza, autor da denúncia do mensalão. Detalhe: em 2007, mesmo após o procurador-geral fazer a denúncia, Lula reconduziu-o ao cargo. Na época, o presidente lembrou que escolheu procuradores nomeados por seus pares, e garantiu a Antonio Fernando: “Você pode ser chamado por mim para tomar café, mas nunca será procurado pelo presidente da República para pedir que engavete um processo contra quem quer que seja neste país.”
 E assim foi.

Privatizações, Proer, Sivam... Pesquisem na internet. Nada, nenhum escândalo do governo FHC foi investigado. Nenhum. O pior: após o seu governo, o ex-presidente passou a ser tratado pela imprensa com condescendência tal que nenhum jornalista lhe faz perguntas sobre a impunidade em seu governo. Novamente, pesquisem na internet: encontrem alguma entrevista em que FHC foi confrontado com o fato de a compra de votos à reeleição ter sido engavetada por seu procurador-geral. Depois pesquisem quantas vezes Lula teve de ouvir perguntas sobre o “mensalão”. FHC, exatamente como Lula, disse que “não sabia” da compra de votos para a reeleição. Alguém questiona o príncipe?

Os tucanos devem estar ferozes com o LULA por ter mudado a regra do jogo que dava ao presidente da república um poder inquestionável, pois tendo ao seu lado o Procurador Geral da República, o presidente do Congresso e o presidente do Senado, além de poder nomear os Ministros do STF, poderia fazer o que quisesse. 

Lula mudou essa regra e passou a ser a primeira vítima dela, porque os interesses contrários ao país se aproveitaram da regra nova para atingirem o PT e assim poderem promover seus interesses.



Esse vídeo mostra que LULA foi coerente com o seu posicionamento quando candidato, pois foi o que efetivamente deu autonomia aos órgãos encarregados de combater a corrupção, embora tivesse de pagar um alto preço por isso, porque seus inimigos se aproveitaram dessa brecha para tingi-lo. Não contavam que tentando atingi-lo acabariam por também se ferir.


Afirmo isso porque LULA é inatingível pois a verdade dos fatos mostra que era honesto. Mas seus detratores não o são. Tanto assim que estão caindo.



Governos anteriores controlavam instituições de investigação, diz procurador da Lava Jato

Questionado sobre o impacto de eventual mudança no governo federal para as investigações, Carlos Fernando dos Santos Lima manda recado para políticos e diz esperar que operação siga com independência





Ana Fernandes e Mateus Coutinho, O Estado de S. Paulo

30 Março 2016 | 11h05



O procurador da República, Carlos Fernando dos Santos Lima 
Foto: Gisele Pimenta

São Paulo - O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-­tarefa da operação Lava Jato, disse esperar que a operação siga com independência para atuar, em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff, e deixou um recado implícito para eventual governo do peemedebista Michel Temer.

“Aqui temos um ponto positivo que os governos investigados do PT têm a seu favor. Boa parte da independência atual do Ministério Público, da capacidade técnica da Polícia Federal decorre de uma não intervenção do poder político, fato que tem que ser reconhecido. Os governos anteriores realmente mantinham o controle das instituições, mas esperamos que isso esteja superado”, disse em um recado a governantes em um cenário pós-­Dilma.


“Em um País com instituições sólidas, a troca de governo não significa absolutamente nada. Quero crer que nenhum governo no Brasil signifique alterações de rumo no Ministério Público, no Judiciário, na Polícia Federal. Deveria ser assim”, afirmou ao ser questionado sobre a possibilidade de Temer assumir a Presidência. “Queremos simplesmente que as instituições continuem livres para continuar a fazer o que a lei exige delas”, prosseguiu.

Lima fez palestra na Câmara Americana de Comércio Brasil­ Estados Unidos, Amcham, em São Paulo, onde falou a empresários e pessoas ligadas a área de compliance. Após a palestra, ele reforçou a questão em entrevista. “Nós temos riscos de obstaculização da operação quase que diariamente, as interceptações telefônicas mostram isso. Colaboradores mostram isso. Agora, creio que as pessoas perceberam que o risco de tentar obstruir a Lava Jato é muito grande”, disse em referência aos grampos do ex­presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em uma das interceptações, por exemplo, o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, aliado próximo de Lula, discute com o advogado do ex­presidente a informação que teria recebido sobre deflagração de fase da Lava Jato no dia seguinte. “Não tentem fazer isso novamente”, disse.

Procurado, o Instituto Fernando Henrique Cardoso ainda não comentou as declarações do procurador. A assessoria do PMDB informou que a Constituição prevê a independência entre os poderes e que o executivo "é um poder que só cumpre suas funções também estabelecidas na Constituição, sem invasão de outros poderes".

Segundo a assessoria da sigla o PMDB e Michel Temer, que é um constitucionalista, "conhecem a Constituição e todos os valores que ela impõe a todos os brasileiros. E a atuação de cada poder está definida ai. Então o PMDB sabe que a Constituição deve ser respeitada em sua plenitude", afirmou o partido ao Estado. O Instituto Lula não se manifestou sobre os grampos. Anteontem, o instituto divulgou nota informando que “Lula não é réu, não cometeu nenhum crime, nem é investigado pela Justiça”.

Estratégia. A fala de Carlos Fernando Lima faz parte do posicionamento do Ministério Público Federal de, diante da possibilidade de queda de Dilma, reafirmar o compromisso com as investigações independente de quem estiver no poder. A iniciativa é uma resposta à uma possível estratégia do PMDB de obstruir as investigações caso o vice­presidente Michel Temer assuma a Presidência. O partido tem presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em processo de corrupção, e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que é alvo de sete inquéritos.

Anteontem, outro procurador da força-­tarefa, Paulo Roberto Galvão, também afirmou em um seminário na capital paulista que a intenção do Ministério Público é dar continuidade às investigações independentemente de quem estiver no poder. “A intenção da força­tarefa é continuar as investigações, independentemente e de forma absolutamente autônoma do que ocorre no mundo político”, afirmou o procurador.

Os investigadores também lembram que cabe ao MPF a investigação de crimes envolvendo o governo federal e que o PT está há treze anos no poder, praticamente impossibilitando a punição de crimes cometidos antes disso, pois, eles já podem estar prescritos. "Em relação aos fatos ocorridos nos governos anteriores (aos do PT), para condenar alguém tem que ter uma pena por um crime maior do que oito anos", explicou Galvão, lembrando que, pela lei brasileira, o prazo para a prescrição dos crimes depente do tamanho da pena e que nem na Lava Jato os réus foram condenados a oito anos de prisão por um único crime (as condenações na operação, quase sempre, envolvem mais de um crime, aumentando assim o tempo total da pena).

Outros partidos. Apesar das dificuldades técnicas para investigar os crimes mais antigos, os procuradores também têm reiterado que as investigações já indicaram crimes cometidos por outros partidos, inclusive da oposição ao governo federal. "Quando a oposição teve poder sobre a Petrobrás, ele também foi beneficiada (no esquema de corrupção)", afirmou Galvão, em referência ao episódio relatado pelos delatores de que o então presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (morto em 2014), pediu R$ 20 milhões ao ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa para interromper os trabalhos da CPI da Petrobrás no Senado, em 2009. O PSDB vem negando qualquer envolvimento em irregularidades.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES