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sábado, 21 de abril de 2018

PERSEGUIÇÃO, PERSEGUIÇÃO, PERSEGUIÇÃO QUE A REDE BOBO ESCONDE MAS TODOS NÓS MOSTRAMOS.

Representante do ex-presidente Lula em processo na Comissão de Direitos Humanos da ONU, o advogado britânico Geoffrey Robertson fez duras críticas aos procedimentos da justiça brasileira, já na primeira instância por Sérgio Moro, mas também do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), nesta quarta-feira em Porto Alegre. 

Roberston criticou, por exemplo, o fato do promotor Mauricio Gotardo Gerum se sentar junto e ter conversas particulares com os desembargadores. Além disso, apontou para as decisões por escrito dos magistrados estarem prontas antes deles ouvirem os argumentos de defesa e acusação no julgamento.

“Uma corte de apelação é uma situação em que três juízes escutam os argumentos sobre o processo de um primeiro juíz estar certo ou não”, citou. “Os juízes hoje falaram cinco horas lendo em um script. 

Eles tinham a decisão escrita antes de ouvir qualquer argumento”, ponderou. “Nunca escutaram, então isso não é uma sessão justa, não é uma consideração apropriada do caso”, relatou o jurista britânico.

Sobre o comportamento dos envolvidos nos ritos do julgamento, ele também fez observações. “Estava lá na sala e vi, o promotor-chefe do caso sentado ao lado do relato. Fez seu almoço ao lado dos juízes e, depois, ainda teve conversas particulares com eles”, afirmou Roberston. “Isso é uma postura totalmente parcial, isso simplesmente não pode acontecer numa corte”, disparou o advogado.

Sobre o caso em que defende Lula na ONU, contra os procedimentos de Sérgio Moro na primeira instância, Robertson comentou que o sistema brasileiro não permite que o responsável pelo julgamento tenha imparcialidade. 

“Aqui no Brasil vocês têm um juiz que investiga o caso, define grampos e ações de investigação, para depois também julgar a pessoa no tribunal”, avaliou. “Isso é considerado inacreditável na Europa. Impossível”, garantiu. “Pois isso tira o direito mais importante de quem está se defendendo: ter um juiz imparcial no seu caso.”

“O juiz Moro atuou com pré-julgamento, pois ele foi o juiz de investigação de Lula”, argumentou Roberston. “Ele demonizou Lula, contribuiu para filmes e livros que difamaram o ex-presidente e encorajou o público a apoiar sua decisão. Moro jamais poderia se comportar assim na Europa”, definiu. “Depois, divulgou para a imprensa áudios capturados de forma irregular de Lula com a ex-presidente Dilma Rousseff. Pediu desculpas, mas imediatamente deveria ter sido retirado do caso.”

Robertson lembrou do seu trabalho como promotor em ação de direitos humanos contra o general Augusto Pinochet. E também citou sua participação em acusações contra o cartel de Medelín para embasar seus argumentos. “Tenho experiência com casos de corrupção e, aqui nesta sessão, não vi evidências de corrupção. Foi uma experiência triste sobre o sistema judiciário brasileiro.”


A MÍDIA DA REDE BOBO NÃO CONSEGUE APAGAR LULA.



EM PLENA REDE BOBO GLEICI DÁ O GRITO DE GUERRA. #LULALIVRE







Com 57% dos votos, Gleici levou o prêmio de R$ 1,5 milhão do Big Brother Brasil 18 na noite desta quinta-feira (19). Ao sair da casa, a sister foi informada por algum parente ou amigo que Lula havia sido preso durante o tempo em que estava no programa. Gleici, então, emendou imediatamente um grito de "Lula livre!"

A acriana também recebeu os parabéns pela vitória da ex-presidente Dilma Roussef via Instagram. Na publicação, Dilma escreveu: "Parabéns a querida Gleici, jovem negra, periférica, militante do movimento negro, atuante nas lutas da juventude por um futuro melhor, feminista, filiada ao Partido dos Trabalhadores. Gleici, a menina acriana que é a cara de nosso povo e sempre esteve do lado certo da luta e da história, encantou e conquistou o Brasil!". A foto mostra Dilma e Gleici juntas.

Outra imagem que está circulando nas redes é uma em que a vencedora do BBB 18 posa ao lado do ex-presidente Lula. A estudante de psicologia já tinha demonstrado apoio ao PT em alguns momentos durante o confinamento. Segundo a revista Veja, Gleici é filiada ao Partido dos Trabalhadores e tem a vida marcada pela militância política.





TIVERAM A DESCOMPOSTURA DE IMPEDIR A VISITA DO PRÊMIO NOBEL DA PAZ A ADOLFO PEREZ ESQUIVEL E DO TEÓLOGO LEONARDO BOFF.

Temos nesse momento que elogiar a Igreja Católica Apostólica Romana. Enquanto alguns pastores de igrejas evangélicas se promovem apoiando o golpe midiático contra os direitos dos trabalhadores desse país, a Igreja Católica Apostólica Romana que faz um grande papel social nesse país e o faz sem alardear, mantendo orfanatos e outras instituições de caridade, posiciona-se politicamente do lado correto, apoiando os menos favorecidos e os deserdados.


Muitos cristãos estão denunciando o envolvimento da igreja com a política, a chamada bancada evangélica tem trazido muitos escândalos para cristãos de denominações antigas e que eram respeitadas.

 A Igreja Católica posiciona-se ao lado dos trabalhadores e do país e contra a injustiça.


Leonardo Boff aguarda do lado de fora da PF a visita a Lula que nunca ocorreu (Imagem: Eduardo Matysial)

A lei é para todos: enquanto o teólogo Leonardo Boff, de 80 anos, foi posto para fora da Polícia Federal em Curitiba, a equipe do filme da Lava Jato fez a festa no prédio.







A cena de Leonardo Boff sentado do lado de fora do prédio da Polícia Federal em Curitiba entra para qualquer antologia do abuso de poder.

Aos 80 anos, o teólogo foi colocado do lado de fora de uma guarita, numa cadeira vagabunda, com sua bengala, aguardando uma visita que não ocorreria.

“Eu que sou velho amigo de Lula vim em uma missão espiritual. Como uma lei divina pode ser negada por uma juíza terrena?”, questionou.

Boff reclamou do tratamento. Não o deixaram entrar nem sequer na área da recepção (algo que não aconteceu com o amigo Pérez Esquivel).

Carregava dois livros para o amigo, um deles “A Missão do Povo Que Sofre”, de Carlos Mesters.

“Não é fácil alguém acostumado com as multidões estar entre quatro paredes”, afirmou.

“Deus está sempre do lado da justiça e contra aqueles iníquos que penalizam os pobres, que não guardam a ética mínima do juiz, que é a equidade, a imparcialidade”.

É certo que a PF está cumprindo ordens da juíza que cuida da execução penal do caso, Carolina Lebbos.

Mas a animosidade é seletiva e fora do padrão.

Em novembro de 2016, a PF fechou suas portas para os mortais e as abriu apenas para a equipe do famoso filme da Lava Jato.



Antonio Calloni, cidadão de 1ª classe, na PF em Curitiba


Cerca de 250 pessoas, entre produtores e figurantes, passearam tranquilamente entre as instalações.

O elenco conversou com delegados, investigadores e procuradores.

Oficialmente, o expediente tinha sido suspenso para “serviços de manutenção predial e no-break”.

“Com todas essas câmeras, quem vai acreditar que é manutenção? Só se for manutenção de câmera”, disse uma vendedora ambulante para a Folha.



Calloni e Flávia Alessandra (dir.) nas dependências da PF, “Ensaiando com Bruce Gomlevsky e Flávia Alessandra. E com os delegados da Polícia Federal, Igor Romário de Paula e Márcio Adriano Anselmo — sede da Polícia Federal em Curitiba. Filme sobre os bastidores da operação Lava-Jato. 



A retirada de passaporte e o atendimento a estrangeiros foram cancelados.

A advogada Ivete Caribé da Rocha não pôde cuidar do processo de dois haitianos presos. “Foi um absurdo”, conta.

A festa da uva foi retratada pelos atores e atrizes.


Para Leonardo Boff e Adolfo Perez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, não se permitiu que entrassem na sede da Polícia Federal, mas para fazer a filmagem do Filme "A LEI É PARA TODOS MENOS PARA OS TUCANOS" a sede foi franqueada, e se fez uma verdadeira bagunça.

Os tucanos têm o que comemorar neste início de 2018, ano eleitoral. Além da condenação de Lula, que pode tirá-lo da disputa presidencial, eles estão se livrando de processos criminais. Primeiro foi o senador José Serra (SP), agora será a vez do governador Geraldo Alckmin dar um “olé” nas acusações de recebimento de propinas no âmbito da operação lava jato.


Enquanto Lula era julgado e condenado pelo TRF4, em Porto Alegre, na quarta (24), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pedia ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento de uma investigação sobre o senador José Serra, baseada na delação dos executivos da J&F, grupo controlador do frigorífico JBS.
 


Ato contínuo, nesta sexta (26), a coluna Radar – da Veja — afirma que Alckmin sairá ileso no recall da delação da Camargo Corrêa. “O tucano sai ileso dessa também“, antecipa. 

O alvo do judiciário sempre foi Lula e o PT, nunca o combate à corrupção. Basta o leitor puxar pela memória as malas de dinheiro vivo apreendidas no apartamento de Geddel Vieira Lima, a bagatela de R$ 51 milhões, ou as gravações em que o tucano Aécio Neves (MG) pedia R$ 2 milhões em propina para Joesley Batista, dono da JBS, preso desde setembro de 2017.
 

Portanto, não resistiu a um pente fino a sentença do desembargador do TRF4, Leandro Paulsen, segundo qual “ninguém será condenado por ter costas largas, nem absolvido por ter costas quentes”. Os tucanos desmentem solenemente o juiz que condenou o ex-presidente Lula.
 

Os fatos, ora os fatos, provam que a justiça no Brasil é para prostituta, pobre, preto e petista.
Antonio Calloni, que fez o papel de alguém que ninguém sabe mais quem é, postou uma selfie com o crachá da corporação.

Deixou um recado esfuziante no Instagram:

BOM DIA!”

A lei é para todos.

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