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quarta-feira, 29 de abril de 2009

GRIPE SUINA E GRIPE ESPANHOLA

As três pandemias de influenza no século XX acarretaram impacto importante na morbimortalidade por influenza e pneumonia em todo mundo.

A pandemia de 1918 causou mortalidade mais importante do que a da Primeira Guerra Mundial e de outras epidemias, com estimativa de 20-40 milhões de óbitos em todo o mundo. As pandemias ocorrem quando surge um novo subtipo viral pouco conhecido ou desconhecido do sistema imune humano.

<===VIRUS DA GRIPE "INFLUENZA"

  • A origem geográfica da pandemia de gripe de 1918-1919 é desconhecida. Foi designada de gripe espanhola, gripe pneumónica, peste pneumónica ou, simplesmente, pneumónica. A designação "gripe espanhola" deu origem a algum debate na literatura médica da época, que talvez se deva ao fato de a Espanha, não participando na guerra, ter noticiado que civis em muitos lugares estavam adoecendo e morrendo em números alarmantes.
    A doença foi observada pela primeira vez em
    Fort Riley, Kansas, Estados Unidos da América em 4 de Março de 1918,[1] e em Queens, Nova Iorque em 11 de Março do mesmo ano.Os primeiros casos conhecidos de gripe na Europa ocorreram em Abril de 1918 com tropas francesas, britânicas e americanas, estacionadas nos portos de embarque em França.
    Em Maio, a doença atingiu a
    Grécia, Espanha e Portugal. Em Junho, a Dinamarca e a Noruega. Em Agosto, os Países Baixos e a Suécia. Todos os exércitos estacionados na Europa foram severamente afectados pela doença, calculando-se que cerca de 80% das mortes da armada dos EUA se deveram à gripe.A pandemia desenvolveu-se em três ondas epidémicas:
    A primeira, mais benigna, termina em Agosto de 1918;
    A segunda inicia-se no outono e termina entre os meses de Dezembro e Janeiro, tendo sido de extraordinária gravidade, afetando uma grande parte da população e com uma taxa de letalidade de 6 a 8%;
    A terceira e derradeira, começa em Fevereiro de 1919 e termina em Maio do mesmo ano.
    A pandemia, caracterizou-se mundialmente pela elevada morbilidade e mortalidade, especialmente nos sectores jovens da população e pela freqüência das complicações associadas. Calcula-se que afetou 50% da população mundial, tendo matado 20 a 40 milhões de pessoas, pelo que foi qualificada como o mais grave conflito epidémico de todos os tempos. A falta de estatísticas confiáveis, principalmente no Oriente (como China e Índia) pode ocultar um número ainda maior de vítimas.
    É provável que o vírus responsável pela pandemia esteja relacionado com o vírus da gripe suína, isolado por Richard E. Shope em 1920.
    Em Portugal, verificou-se uma elevadíssima taxa de mortalidade, com duas ondas epidémicas e uma ocorrência muito marcada entre os 20 e os 40 anos, que terá causado cerca de 120 000 mortos[2]. No Brasil foram registradas em torno de 300 mil mortes relacionadas à epidemia. A doença foi tão severa que vitimou até o Presidente da República, Rodrigues Alves, em 1919.




VIRUS DA GRIPE ESPANHOLA RECONSTITUIDO ===========>>>




Atualmente, há o surgimento de casos humanos de influenza aviária (H5N1), com 307 casos e 186 óbitos, principalmente no continente asiático, além de epizootias em aves domésticas e silvestres em vários países do mundo.




Os casos humanos registrados decorrem de contato próximo com aves doentes e a transmissão entre humanos é nula ou muito esporádica.




Os países desenvolveram planos de contingência para uma nova pandemia de influenza, sob a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), no intuito de minimizar o impacto da disseminação global de um novo subtipo viral.




O estado da Filadélfia nos EEUU teve a taxa de mortalidade a mais elevada no país, com 250 mortes por 100.000 pessoas. Ocorreram 20 a 40 mortes por cada 100.000 pessoas nas cidades que tomaram providencias mais rigorosas.




Os peritos concordam que uma outra pandemia da gripe é inevitável em alguma epoca.




Acontecem, em média, três vezes em um século.

A ameaça atual e a mais grande é o vírus da gripe das aves H5N1, que matou 154 pessoas desde 2003. Os especialistas temem que poderia evoluir em uma onda que se espalhe e facilmente provoque uma pandemia.



Entre 40 milhoes e 100 milhoes de pessoas morreram na pandemia 1918 -- mais do que o número de mortos na Primeira Guerra Mundial. E existem semelhanças inquietantes ao vírus H1N1 de 1918, e o que os cientistas dizem.



Pandemia de gripe de 1918
Por: Juliana Rocha




  • Abrigados em trincheiras, os soldados enfrentavam, além de um inimigo sem rosto, chuvas, lama, piolhos e ratos. Eram vitimados por doenças como a tifo e a febre quintana, quando não caíam mortos por tiros e gases venenosos.
    Parece bem ruim, não é mesmo? Era. Mas a situação naquela Europa transformada em campo de batalha da Primeira Grande Guerra Mundial pioraria ainda mais em 1918. Tropas inteiras griparam-se, mas as dores de cabeça, a febre e a falta de ar eram muito graves e, em poucos dias, o doente morria incapaz de respirar e com o pulmões cheios de líquido.




Em carta descoberta e publicada no British Medical Jornal quase 60 anos depois da pandemia de 1918-1919, um médico norte-americano diz que a doença começa como o tipo comum de gripe, mas os doentes “desenvolvem rapidamente o tipo mais viscoso de pneumonia jamais visto.


<==Virus Influenza


Duas horas após darem entrada [no hospital], têm manchas castanho-avermelhadas nas maçãs do rosto e algumas horas mais tarde pode-se começar a ver a cianose estendendo-se por toda a face a partir das orelhas, até que se torna difícil distinguir o homem negro do branco. A morte chega em poucas horas e acontece simplesmente como uma falta de ar, até que morrem sufocados. É horrível. Pode-se ficar olhando um, dois ou 20 homens morrerem, mas ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas deixa qualquer um exasperado”.








A PANDEMIA CHEGA AO BRASIL







No Brasil, a epidemia chegou ao final de setembro de 1918: marinheiros que prestaram serviço militar em Dakar, na costa atlântica da África, desembarcaram doentes no porto de Recife. Em pouco mais de duas semanas, surgiram casos de gripe em outras cidades do Nordeste, em São Paulo e no Rio de Janeiro, que era então a capital do país.




As autoridades brasileiras ouviram com descaso as notícias vindas de Portugal sobre os sofrimentos provocados pela pandemia de gripe na Europa. Acreditava-se que o oceano impediria a chegada do mal ao país. Mas, com tropas em trânsito por conta da guerra, essa aposta se revelou rapidamente um engano.




Tinha-se medo de sair à rua. Em São Paulo, especialmente, quem tinha condições deixou a cidade, refugiando-se no interior, onde a gripe não tinha aparecido. Diante do desconhecimento de medidas terapêuticas para evitar o contágio ou curar os doentes, as autoridades aconselhavam apenas que se evitasse as aglomerações.

Nos jornais multiplicavam-se receitas: cartas enviadas por leitores recomendavam pitadas de tabaco e queima de alfazema ou incenso para evitar o contágio e desinfetar o ar. Com o avanço da pandemia, sal de quinino, remédio usado no tratamento da malária e muito popular na época, passou a ser distribuído à população, mesmo sem qualquer comprovação científica de sua eficiência contra o vírus da gripe.





Imagine a avenida Rio Branco ou a avenida Paulista sem congestionamentos ou pessoas caminhando pelas calçadas. Pense nos jogos de futebol. Mas, ao invés de estádios cheios, imagine os jogadores exibindo suas habilidades em campo para arquibancadas vazias. Pois, durante a pandemia de 1918, as cidades ficaram exatamente assim: bancos, repartições públicas, teatros, bares e tantos outros estabelecimentos fecharam as portas ou por falta de funcionários ou por falta de clientes.


Pedro Nava, historiador que presenciou os acontecimentos no Rio de Janeiro em 1918, escreve que “aterrava a velocidade do contágio e o número de pessoas que estavam sendo acometidas. Nenhuma de nossas calamidades chegara aos pés da moléstia reinante: o terrível não era o número de casualidades - mas não haver quem fabricasse caixões, quem os levasse ao cemitério, quem abrisse covas e enterrasse os mortos. O espantoso já não era a quantidade de doentes, mas o fato de estarem quase todos doentes, a impossibilidade de ajudar, tratar, transportar comida, vender gêneros, aviar receitas, exercer, em suma, os misteres indispensáveis à vida coletiva”.




Durante a pandemia de 1918, Carlos Chagas assumiu a direção do Instituto Oswaldo Cruz, reestruturando sua organização administrativa e de pesquisa. A convite do então presidente da república, Venceslau Brás, Chagas liderou ainda a campanha para combater a gripe espanhola, implementando cinco hospitais emergenciais e 27 postos de atendimento à população em diferentes pontos do Rio de Janeiro.




Estima-se que entre outubro e dezembro de 1918, período oficialmente reconhecido como pandêmico, 65% da população adoeceu. Só no Rio de Janeiro, foram registradas 14.348 mortes. Em São Paulo, outras 2.000 pessoas morreram.





A EVOLUCAO DE UM VIRUS MORTAL


Ainda hoje restam dúvidas sobre onde surgiu e o que fez da gripe de 1918 uma doença tão terrível. Estudos realizados entre as décadas de 1970 e 1990 sugerem que uma nova cepa de vírus influenza surgiu em 1916 e que, por meio de mutações graduais e sucessivas, assumiu sua forma mortal em 1918.


Essa hipótese é corroborada por outro mistério da ciência: um surto de encefalite letárgica, espécie de doença do sono que foi inicialmente associada à gripe, surgido em 1916.


As estimativas do número de mortos em todo o mundo durante a pandemia de gripe em 1918-1919 variam entre 20 e 40 milhões. Para você ter uma ideia nem os combates da primeira ou da segunda Grande Guerra Mundial mataram tanto. Cerca de 9 milhões e 200 mil pessoas morreram nos campos de batalha da Primeira Grande Guerra (1914-1918). A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) responde pela morte de 15 milhões de combatentes.




A gripe espanhola – como ficou conhecida devido ao grande número de mortos na Espanha – apareceu em duas ondas diferentes durante 1918. Na primeira, em fevereiro, embora bastante contagiosa, era uma doença branda não causando mais que três dias de febre e mal-estar. Já na segunda, em agosto, tornou-se mortal.


Enquanto a primeira onda de gripe atingiu especialmente os Estados Unidos e a Europa, a segunda devastou o mundo inteiro: também caíram doentes as populações da Índia, Sudeste Asiático, Japão, China e Américas Central e do Sul.




  • Peste a bordo - Por isso, poucos deram atenção às pequenas notícias vindas da Europa sobre uma doença que já vitimara muitas pessoas. A epidemia se alastrou rapidamente pelos países em guerra, derrubando soldados de várias nacionalidades. A Missão Médica já estava em Dacar (Senegal) desde 5 de setembro, juntamente com outros navios do Brasil da divisão de guerra. Mais de 50 brasileiros, médicos inclusos, teriam morrido por causa da influenza. A reação foi de pavor quando o Demerara ancorou no Rio de Janeiro em 14 de setembro, depois de passar por Recife e Salvador trazendo mortos a bordo. A imprensa informava que outro navio, o Highland Glen, trazia jovens cujos pais morreram da doença em Portugal e que tinham como destino a cidade de São Paulo.
    No dia 21 de outubro, São Paulo estremeceu: a espanhola fazia a primeira morte, um homem. Segundo Liane Bertucci, "a capital já havia começado efetivamente a parar". Fosse um filme, seria de tirar o fôlego. Repentinamente, as pessoas começam a tossir, suando febris, rostos azulando com a dificuldade respiratória. Os doentes que não são isolados correm desesperadamente para postos de socorro improvisados em escolas, clubes, igrejas, ou para as farmácias atrás de fórmulas que os tornem resistentes à peste - na forma pneumônica, é a morte. Autoridades distorcem e escamoteiam informações sobre a proporção da epidemia. Os médicos, atônitos com a letalidade da doença e a rapidez na propagação, desconhecem e divergem quanto a formas de tratamento.
    A medicina popular ganha adeptos apaixonados, que discorrem sobre as propriedades do alho, cebola, canela, folhas de eucalipto e, sobretudo, do limão. O quinino vira produto cobiçado. Os jornais se enchem de anúncios de remédios que antes serviam apenas contra constipação e dor de dente, mas que pretendem revelar poder também contra a gripe espanhola. Um fabricante de cigarros anuncia: "Nada de pânico, fume Sudam!". Charlatões vendem suas alquimias, amuletos e feitiços.
    O isolamento - Liane Bertucci escreve que "o tempo da epidemia é o da solidão, da suspeição generalizada, com o esgarçamento das relações humanas". Quem permanece imune tranca-se em casa, não recebe amigos nem parentes. Fecham-se bares, cinemas, teatros. Os guardas são aconselhados a evitar apertos de mãos, limitando-se à continência. Abraços e beijos são considerados quase que atos de traição. "As tragédias que aconteciam no delírio da febre se repetiam com freqüência", acrescenta a autora. Gente gripada tentava o suicídio ou matava o mais próximo. Doentes saltavam das janelas de suas casas ou dos hospitais.
    Em poucos dias, 11.762 covas foram abertas e 8.040 utilizadas (não apenas de gripados). Os cemitérios do Araçá, Brás, Consolação e Penha ganharam iluminação noturna e o número de coveiros foi quadruplicado para dar conta da demanda. O próprio humor era mais negro, como na charge em que cocheiros disputam violentamente o cliente que quer transportar o caixão. O preconceito contra os pobres também aflorava: o bairro do Brás, por ser o mais populoso e habitado por operários, foi tido pelas autoridades e jornais como o mais sujeito à propagação do mal. "Agora, mais do que nunca, eles eram as classes perigosas", ironiza a historiadora.
    O carnaval - A epidemia começou a declinar em fins de novembro. Enquanto os médicos prosseguiam nos debates sobre a causa e possíveis tratamentos da influenza, o número de hospitais provisórios foi diminuindo e os postos de socorro encerravam suas atividades. Suspendia-se a distribuição de alimentos e medicamentos. No dia 20 de dezembro, o jornal A Gazeta saudou em primeira página o fim da epidemia. Em janeiro pessoas ainda adoeceram na capital e, no interior, algumas morreram, mas quando fevereiro chegou a espanhola parecia ter ido embora definitivamente.
    "O carnaval de 1919 foi extremamente alegre, explosivo. Além do fim da gripe espanhola, o país festejava o fim da Primeira Guerra com o armistício em novembro de 1918", lembra Liane Bertucci. Em plena quaresma, tosses e espirros voltaram a ser ouvidos em São Paulo. Foram detectados casos da moléstia aqui e em outros estados brasileiros, e todo o aparato para socorrer doentes começou a ser novamente armado. Entretanto, no Hospital de Isolamento, reaberto em 22 de março, apenas 11 leitos foram ocupados, como a historiadora registra em capítulo que intitulou de "ecos da gripe". A tragédia não se repetiu.


PARIS, França (AFP) - A gripe suína, que causou 20 casos de mortes confirmadas no México e dez casos de infeção confirmadas nos Estados Unidos, vem sendo motivo de muitas interrogações entre a população ante o alerta das autoridades sanitárias.

P. O que é a gripe suína?
R. Trata-se de uma doença respiratória que começa em criadores de porcos, um vírus gripal do tipo A que pode se propagar rapidamente.

P. É transmissível ao ser humano?
R. Sim, começando, em geral, por pessoas que estejam em contacto com esses animais.

P. Pode-se contrair a doença comendo carne de porco?
R. Não, como recordou neste sábado em Paris o Ministério da Agricultura. "A gripe de origem suína no México não se transmite pela carne, mas por via aérea, de pessoa para pessoa".
A temperatura de cozimento (71º Celsius) destrói os vírus e as bactérias, precisam os Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC).

P. Trata-se de um novo tipo de gripe suína?
R. Assim como no ser humano, os vírus da gripe sofrem mutação contínua no porco, um animal que possui, nas vias respiratórias, receptores sensíveis aos vírus da influenza suínos, humanos e aviários.
Os porcos tornam-se, então, "crisóis" que favorecem o aparecimento de novos vírus gripais, através de combinações genéticas, em caso de contaminações simultâneas.
Esses tipos de vírus híbridos podem provocar o aparecimento de um novo vírus da gripe, tão virulento como o da gripe aviária e tão transmissível como a gripe humana.
Esse tipo de vírus que o sistema imunológico humano desconhece poderia ter as características necessárias para desencadear uma pandemia de gripe.

p. Quais são os países afetados até o momento?
R. Exceto México e Estados Unidos, únicos países em que se registraram casos, as autoridades de Peru, Chile, El Salvador, Honduras, Colômbia, Nicarágua, Brasil e Costa Rica ativaram planos de vigilância sanitária.
No Canadá, a ministra da Saúde, Leona Aglukkaq, pediu à população para manter-se alerta.

P. Existe vacina contra esta doença?
R. Só para os porcos. Não para o ser humano. Segundo as autoridades mexicanas, que citam a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacina existente para humanos é para uma cepa anterior ao vírus, com o qual não é tão eficaz. Mas "a produção de vacina pode tornar-se possível na medida em que o vírus tenha sido identificado".
O Tamiflu, o medicamento que contéme oseltamivir, utilizado contra a gripe aviária, é eficaz diz a OMS.
A vacina contra a gripe estacionária humana não protege contra a gripe suína.

P. Por que a OMS está em estado de alerta?
R. "Porque há casos humanos associados a um vírus de gripe animal, mas também pela extensão geográfica dos diferentes focos, assim como pela idade não habitual dos grupos afetados", explicou a OMS em comunicado.



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segunda-feira, 27 de abril de 2009

A MPORTANCIA DA ÁGUA PARA O SER HUMANO


Certa ocasião percebi que um colega meu de faculdade, levava consigo para a aula, uma garrafa de água em todas as aulas. E durante a aula por diversas vezes ele bebericava a garrafa de água. O resto das pessoas só bebiam água nos intervalos e as vezes nem neles.


Depois eu vim a descobrir porque e confesso que estou disposto a adotar essa prática também.


Os recem nascidos ao nascerem tem 90 por cento de seu corpo formado de água. Essa proporção va se reduzindo durante a vida até chegar a cinquenta por cento na velhice.






As pessoas idosas tendem a ter vários problemas, porque não consomem água. Entre esses problemas, um deles é o esquecimento e a senilidade, como também o mal de parkinson e outros problemas, todos relacionados à faltade água no organsmo.






Isso acontece porque os mecansmos de controle da sede nos velhinhos não funciona bem como nos jovens e eles tem a tendenca a não ter sede, embora o seu corpo esteja necessitando de água.


Uma quantidade de água adequada, oxigena mais todo o corpo, pois torna o sangue mais fluido, levando para as células mais oxigênio e sais minierais. Portanto tomar água é viver, e diminuir o processo de envelhecimento.



Todas as formas conhecidas de vida precisam de água. Os humanos consomem "água de beber" (água potável, ou seja, água compatível com as características de nosso corpo). Beber água é um hábito saudável que deve ser desenvolvido por todas as pessoas. Todos nós sabemos o quanto é importante uma ingestão adequada de água diariamente, mas quase sempre negligenciamos. A água é um bom meio dedissolver vários tipos de substâncias, como vários sais e açúcar, e facilita sua interação química, que ajuda metabolismos complexos.Todos os organismos vivos apresentam de 50% a 90% de água em si.



O próprio corpo humano é constituído em 70% por água que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energia, entre inúmeras outras utilidades. É componente essencial para o bom funcionamento geral do organismo, ajudando em algumas funções vitais, tais como o controle de temperatura do corpo, por exemplo. Preconiza-se o número de 1 copo de 200ml de água por hora em que se estiver acordado.


Assim sendo, a ingestão de água deve ser independente da sede, constante e rigorosa. E não adianta deixar para tomar os 2 a 3 litros necessários diariamente de uma só vez.É dito que o envelhecimento pode ser considerado um processo de secagem, uma vez que da infância até a velhice a quantidade de água no corpo diminui gradativamente. É importante que você sempre consuma água de boa qualidade: água filtrada ou mineral.



Lá no segundo grau, quando estudamos as células, aprendemos que as mitocôndrias são verdadeiras usinas geradoras de energia aeróbia responsável pelas atividades contínuas e prolongadas. A energia anaeróbia fica no sarcoplasma. Lembram disso? Pois bem, a anaeróbia é a primeira a se perder com o avanço da idade. A mielina, camada gelatinosa que recobre certos tipos de nervos sofre um desgaste natural interferindo diretamente nas fibras musculares brancas, as de contração rápida (tipo II). A gente sabe também que os nervos são formados por células que não se recompõem e são sensíveis à falta de oxigênio. Sendo assim, os ramos nervosos menores são os primeiros a morrerem desativando pouco a pouco os pequenos músculos. A gente vai, por assim dizer, morrendo de fora para dentro. Ou seja, distal para proximal.


O custo energético pode ser descrito em MET, e 1MET corresponde a 3,5 ml/kg/min. Sendo assim, já é bem estabelecida na literatura uma classificação de medida em MET para as diversas atividades, uma delas, proposta por Brown e Crowden (1963), também citado por Farinatti, segundo a qual teríamos: trabalho sedentário ou muito leve 1 a 3 MET; Moderado 3 a 5 MET; pesado 5 a 8 MET e muito pesado mais de 8 MET por minuto. Conclui-se então que um idoso com valores de VO² Máximo abaixo de 31 ml/kg/min não possa nem trabalhar direito, e essa medida não é tão difícil de ser encontrada entre os idosos.



A massa muscular, em bom português, de uma forma geral vai "secando". Ou seja, perde-se massa muscular, sarcopenia, sendo esse processo acelerado com o sedentarismo, vida irregular, estresse e etc. De origem grega, sarcopenia significa “perda de carne” (sarx = carne, penia = perda) que no corpo humano pode ser de origem multifatorial sendo a idade um deles.



A massa óssea é outra estrutura também bastante prejudicada perdendo paulatinamente mais cálcio e a sua rigidez. A conseqüência mais grave e mais conhecida é a osteoporose. E por falar nela, são conhecidas duas formas: a primária causada pelo desgaste natural e deficiência hormonal, geralmente na terceira idade, e a secundária ligada a medicamentos tais como os corticóides. Outros fatores estão relacionados ao sexo (feminino), a hereditariedade e à raça branca.

Aí vai mais uma doença ligada ao idoso e à lei do uso e desuso, embora possa também ter outras causas. A artrose. Se não usa, atrofia....O corpo perde água também e uma das conseqüências é a diminuição da espessura dos discos intervertebrais que são formados por uma camada fibrosa e cheios de água. Discos mais finos, menos mobilidade na coluna vertebral. Além do mais, a própria ação da gravidade já contribui para isso. O idoso fica, por assim dizer, mais baixo.


Alguma coisa aumenta no idoso. É a freqüência respiratória e por vezes a pressão arterial. Os ombros vão se projetando para frente e as costas ficando arcadas dificultando os movimentos do músculo diafragma. A amplitude das passadas vai diminuindo e quando começa arrastar o chinelo... É o fim. O pé nem levanta mais. Como tudo pouco a pouco vai parando as dificuldades circulatórias vão aparecendo interferindo na pressão arterial.



O idoso tem ademais uma facilidade muito grande em se desidratar, e a desidratação pode matar. Isso ocorre principalmente, pela falta de necessidade de ingerir água, portanto vamos tomar água de forma regular, mantendo uma garrafinha ao lado o tempo todo, e bebericando mesmo sem vontade. Nunca ingerir menos do que tres litros de agua diariamente. Menos de dois litros de água diariamente é morrer aos poucos. Não faça isso com você

  • O gene da velhice
    Geneticistas americanos procuram descobrir quais os fatores que causam o envelhecimento das células no organismo humano.

    Geneticistas da Escola de Medicina Baylor, no Texas, estão na pista dos fatores que levam ao envelhecimento das células no organismo humano. Como já se havia provado em laboratório, as células - unidades básicas de todos os organismos vivos - se multiplicam em progressão geométrica até um determinado ponto. A partir daí entram num processo de envelhecimento, ou senescência, como dizem os cientistas, que as leva à morte. Só não se descobriu o que bloqueia a multiplicação das células e conseqüentemente causa o envelhecimento. Os geneticistas americanos conseguiram isolar um possível suspeito. Trata-se de um gene responsável pela fabricação da proteína fibronectina associada à membrana das células. Eles descobriram que, quando começam a envelhecer, as células normais produzem grandes quantidades dessa proteína. Em comparação, células cancerosas, que se multiplicam indefinidamente, quase não a possuem. Dessa forma, acreditam que o gene isolado também possa vir a ser usado para impedir o desenvolvimento do câncer. E, quem sabe, para retardar a velhice.


Um aspecto importantíssimo: o intelectual.

Depois de viver certo número de anos, o velho acumula experiências que lhe permitem continuar se aprimorando e até mesmo transferir o seu conhecimento para os mais moços. Entre as tarefas do velho, portanto, deveriam estar incluídas as atividades mentais intensas, para que ele continuasse útil e produtivo. A inteligência e a memória, especialmente, precisam de muito exercício e treinamento. Os grandes comandantes das nações são idosos, não imprestáveis.

O velho, além de um amontoado de doenças que a natureza traz, implacavelmente pela degeneração das células, é uma inteligência que não precisa necessariamente deteriorar junto com a fraqueza dos órgãos. Vejam Stephen Hawking, o físico inglês que só tem movimentos do pescoço para cima. É uma das mais brilhantes inteligências do planeta, apesar de suas limitações físicas. Que nos sirva de exemplo.

Cada velho tem o direito de viver como uma individualidade plena. Será bom se puder ter o carinho dos filhos e a atenção dos amigos, bem como a assistência médica e a boa alimentação. Mas caso algo lhe falte, que ele se baste por si mesmo. Preencha o vazio da solidão com a utilidade do serviço. Aprimore-se o quanto possa e oferecendo aos outros o conjunto de suas experiências.


O velho hoje está valorizado, em função da crise social que provoca o desemprego. Cinqüenta e quatro por cento dos lares brasileiros têm na aposentadoria do velho o sustento da família. Por isso os bancos vivem assediando-os para oferecer empréstimos. Se antes o desejo era que o velho morresse logo para não dar despesas, hoje fazem orações para que ele viva muito. Caso ele morra, enterra com ele o sustento da casa.



Não trate a velhice como se fora uma doença crônica e irreversível. Mais que isso, ela é o acúmulo da sabedoria. É o grande e verdadeiro troféu que o ser humano conquista na sua passagem pelo planeta. Valorize-se, meu velho, e mantenha a força da sua juventude.






domingo, 26 de abril de 2009

AMD x INTEL A guerra dos chips



Se tem um mercado em que a concorrência só favorece o consumidor este é o de processadores de desktops e notebooks. Esta indústria, que convive diariamente com uma disputa acirrada entre duas empresas: AMD e Intel.






Observa-se que os processadores chegaram ao limite do aumento de velocidade pra processadores de um único núcleo e agora as fabricantes investem em processadores com mais de um núcleo.



A "Guerra dos chips" ficou ainda mais empolgante a partir do segundo semestre deste ano, quando a Intel decretou a morte do Pentium e partiu para o lançamento de vários produtos de alta performance e baixo consumo de energia, com núcleos duplos de processamento, batendo de frente com a AMD, que já vinha apostando no segmento nos últimos dois anos.



O primeiro Pentium, lançado pela companhia há treze anos, foi decretado ultrapassado e, em seu lugar, a Intel passou a investir em processadores até 40% mais rápidos. Os novos Intel Core 2 Duo e Intel Core 2 Extreme foram lançados com a intenção de desbancar a principal concorrente, a AMD, principalmente por conta do uso de circuitos de 65 nanômetros.


O processador para computadores de mesa, os desktops, vêm com 291 milhões de transistores e consome 40% menos energia e apresenta desempenho 40% maior em comparação com o Pentium D, outro lançamento relativamente recente da Intel.

Ainda em setembro, mais de 17 fabricantes passaram a adotar os novos chips em seus equipamentos, dando a entender que a adoção pelo mercado deverá ser mais rápida do que o previsto. Se antes a indústria de software corria na frente da de hardware, agora, com os novos chips tanto da Intel quanto da AMD, o hardware está pelo menos seis meses à frente, por exemplo, que o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows Vista.




E para quem pensava que a Intel ia parar por aqui, a empresa, surpreendente, anunciou, que já está desenvolvendo chips com núcleos múltiplos, cuja velocidade é infinitamente superior e supera todas as expectativas. Enquanto isso, a AMD não só continua investindo pesado nos chips com núcleo duplo como já anunciou que, deve colocar no mercado novos processadores com núcleo quádruplo (quadri core), com capacidade de processamento e suporte à tecnologia de 64 bits - em substituição à de 32 bits -, já de acordo com o Windows Vista, que vai dar suporte aos 64 bits.


Trata-se de uma mistura de inovações que promoveram uma revolução nunca antes vista no mercado de processamento tanto para desktops quanto para notebooks. Maior processamento significa não só mais velocidade no acesso aos aplicativos (e capacidade maior de abrir vários ao mesmo tempo, sem perda de desempenho) como menor consumo de energia, busca atual de todas as fabricantes. A única falha da AMD seria, de acordo com especialistas, a insistência da empresa em investir na arquitetura de 90 nanômetros - contra os 65 nanômetros da Intel.


Em termos leigos, vale dizer que isso significa que a Intel, hoje, é capaz de colocar, em um espaço menor de chip, muito mais velocidade, que é sentida pelo usuário lá na ponta, na hora de rodar seus aplicativos pesados. Num ponto ambas as concorrentes concordam. Chegou a hora de investir em produtos capazes de consumir menos energia, que seja mais silencioso e que, muito mais que isso, não seja vendido apenas como um processador, e sim como parte integrante de uma suíte de hardware, que incorpore todos os elementos ligados à placa-mãe, propiciando maior integração.



O que dá para perceber, em todo esse movimento, é que a guerra do "clock" ficou para trás. Tanto AMD quanto Intel nem gostam mais de falar em processadores com mais megahertz, e sim em processadores integrados a um conjunto de hardware que propicia maior processamento e desempenho para a nova era digital, em que para o usuário doméstico não interessa o que tem dentro da máquina, e sim o uso que ele pode fazer daquilo tudo - assistir a vários vídeos ao mesmo tempo, abrir aplicações multimídia sem perda de desempenho e, acima de tudo, que ele fique tranqüilo que, ao adquirir um produto, ele tenha a certeza de que este não ficará obsoleto rapidamente.



sexta-feira, 17 de abril de 2009

AMAR É O MANDAMENTO


Há um filme passando no cinema atualmente cujo nome é "DIVÃ"

Conta a história de uma mulher que depois de viver um longo período de um casamento bem sucedido tendo dois filhos, começa a viver uma crise conjugal comum à maioria dos casais e o resultado é a separação.


O filme deixa entrever que essa separação que arroja essa mulher em aventuras com outros parceiros mais jovens, não resolve suas crises existenciais, e ela termina sósinha como muitos homens e mulheres que são infelizes no casamento e vivem uma vida solitária depois da separação, com relacionamentos eventuais que na maioria das vezes deixam uma sensação de vazio e desencanto perante a vida.

Com relação a isso, é preciso que se diga que um relacionamento matrimonial não é uma coisa para se tirar vantagem, mas para se doar. A partir do momento em que alguém se casa porque o objeto do seu amor é uma mulher ou um homem que lhe atrai, e foi essa a razão do matrimônio, o paradigma está errado.

Se eu me caso porque eu quero um companheiro ou companheira que me entenda, que seja carinhoso comigo, que faça as minhas vontades, então eu estou querendo tirar vantagens e isso é uma forma errada de pensar.

A forma certa de pensar é: Eu vou me casar para fazer o meu bem FELIZ. Se eu vou ser feliz ai é uma outra história. Se a forma de pensar for essa, a probabilidade do casamento dar certo aumenta.

É óbvio que nunca deve-se deixar de se amar a si próprio, e isso envolve também não se tornar um capacho do outro. Há que ter bom senso para distinguir os excessos.

No filme por exemplo há uma cena em que a mulher chega em um dia em que quer conversar com o marido sobre seus problemas, mas o marido está vendo um jogo de futebol que é a final de um campeonato. Ela insiste na conversa e o marido finge estar ouvindo-a sem tirar sua atenção do jogo, até que dai surge uma discussão com as evidentes consequencias lesivas ao casamento.

O comportamento certo dela a meu ver seria, que mesmo sem se interessar por futebol, que ela procurasse sentar com o marido e torcer, e se interessar também pelo jogo. Dessa forma ela estaria entrando no mundo dele, e se tornando mais companheira e realizando-o.

Da mesma forma o marido, ainda que naquele momento ele não quisesse dar-lhe atenção, poderia pedir-lhe que deixasse ver o jogo, mas tão logo terminasse o jogo, deveria lhe procurar e se interessar pelos problemas dela. Estaria assim penetrando no mundo dela e sendo mais companheiro.

Havia antigamente no Japão uma profissão milenar que tinha o nome de GUEIXA. Uma Gueixa era uma mulher treinada para agradar a um homem. Ela aprendia desde criança como agradar um homem em tudo. Ela aprendia de todos os assuntos para que pudesse conversar com um homem sobre qualquer assunto que o agradasse. Era treinada para sorrir, se mostrar alegre e servir a um homem em tudo. Ela também conhecia todos os segredos do relacionamento sexual com conhecimentos que eram passados pelas gueixas mais antigas e que continham conhecimentos milenares tal como outras ciências orientais como a ACUPUNTURA ou as artes marciais.


  • Gueixa ("pessoa de artes") são mulheres japonesas que estudam a tradição milenar da arte da sedução, dança e canto. A palavra geiko é usada em Kyoto para descrever as gueixas. Gueixas eram muito comuns no século 18 e 19, e existem atualmente em menor número. Em português a grafia é Gueixa, em japonês a palavra é "Geisha" com a mesma pronúncia. Em Kansai é usada a palavra "geiko" e a palavra "maiko" é usada nos distritos de Kyoto. As gueixas não tem relação com a prostituição; porém, a palavra "geisha girl" tem, e foi usada durante a ocupação americana no Japão, denegrindo a imagem das gueixas. Na China a palavra gueixa é traduzida como "yi ji", que soa como "ji" e em chinês também tem relação com a prostituição. Mas, as gueixas entretem por meio da cultura e das tradições, não pelo sexo. No entanto, durante a Segunda Guerra Mundial algumas gueixas se tornaram prostitutas, o que também prejudicou a imagem delas, deturpando o conceito.Para se tornar uma gueixa, primeiramente, era preciso, quando ainda criança ou adolescente, ingressar numa casa onde só viviam gueixas (oki-ya), comandadas por uma mulher (okami-san) já experiente, geralmente uma ex-gueixa. Estas casas se localizavam em comunidades só de gueixas (hanamachi, lê-se "ranamáti"), prevalecendo o poder feminino, ao contrário do que acontecia no resto do Japão.As aprendizes (maiko) eram, desde crianças, especiais, isto é, eram consideradas crianças muito inteligentes e de beleza rara. Elas ingressavam na oki-ya fazendo trabalhos domésticos, como limpeza das casas, lavagem das indumentárias etc, para depois, quando adolescentes, começarem seu rigoroso treinamento para se tornar uma gueixa. Muitas destas crianças eram vendidas por suas famílias para estes estabelecimentos, mas, hoje em dia, a adolescente ingressa por decisão própria, não sendo muito aceita pela sociedade por isto.Elas aprendiam as artes da dança, pintura, caligrafia, música, dicção, etiqueta, acrobacias, interpretação teatral e tinham que estudar muito, até atingirem uma perfeição, possuindo uma formação privilegiada das demais mulheres japonesas. As gueixas eram as únicas mulheres do Japão que possuíam a oportunidade de alcançarem uma independência, por nunca casarem e nem terem ocupações domésticas, dedicando-se inteiramente à profissão. Outra peculiaridade é o fato de poderem ter filhos, e serão privilegiados somente os do sexo feminino, ao contrário de todo o Japão.Além de toda a formação intelectual, elas tinham de ter uma aparência impecável: vestiam kimonos cheios de adornos, que pesavam muitos quilos, uma maquiagem que cobria todo o rosto de branco (oshiroi), usavam tamancos de madeira (zori) e tinham que estar sempre alegres e com postura delicada.As casas onde viviam eram sustentadas por um homem rico e, muitas vezes, casado - o danna. Geralmente esta figura possuía uma gueixa como amante, mas o fato de esta ter contato íntimo com algum homem era raro.Elas eram mulheres contratadas por homens poderosos e milionários para entretenimento e atração em festas, reuniões, jantares, e o objetivo delas era tratar seus clientes muito bem, proporcionando momentos de prazer, com boas conversas, para que este descontraísse e se sentisse inteligente. Elas os seduziam com sua beleza, dotes artísticos e encantamento. Cada momento com gueixas pode custar uma fortuna. É um mundo privado, misterioso e para poucos.

Entendemos que todos nós devemos treinar para servir nossos conjuges assim. Tentar entender dos assuntos que o interessem. Penetrar no seu mundo, sermos verdadeiros companheiros, porque o matrimônio é um treinamento para o amor universal. Se não conseguimos amar quem dorme junto conosco, como poderemos amar toda a humanidade?

Porque amar não é ganhar mas perder em favor de quem se ama.

Em certa ocasião um homem desejou saber, qual a palavra que resumia toda a Bíblia.

Perguntou a várias pessoas mas por onde andava, todos achavam impossível. Como traduzir toda a Bíblia em apenas uma palavra? Páginas e mais páginas que consumiriam anos de estudo?

Mas esse homem não desistiu. Até que encontrou um velho sábio, e lhe fez essa pergunta. Haveria alguma palavra que resumisse toda a Bíblia? E o velho sábio respondeu. SIM existe.

Incrédulo o homem então quis saber. E que palavra seria essa, e o velho sábio respondeu. É uma palavra pequena com apenas quatro letras no idioma português e no idioma inglês. "AME" ou "LOVE".

Realmente o AMOR é o MANDAMENTO. O ÚNICO mandamento. Não existe outro maior do que este. Isso foi dito por Jesus.






  • Marcos 12


  • 29 - E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.

    30 - Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.

    31 - E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.


  • Romanos 13
    8 - A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.

Portanto o amor em primeiro lugar a Deus e depois ao próximo resume toda a lei, e AMAR ao próximo é em verdade amar a Deus, mas além de amar ao próximo existe um outro tipo de amor que está embutido neste mandamento, que é amar a si próprio.

Amar a si próprio é não fumar porque fumar é falta de amor próprio. É não se embriagar porque a bebida alcoólica é prejudicial e portanto falta de amor próprio. É fazer exercícios porque cuidar da saúde é amar a si próprio. É escolher o companheiro ou companheira certo (a) e não se tornar capacho do conjuge porque isso seria falta de auto estima e portanto falta de amor próprio.

É não fazer de ninguém e nada o seu universo porque você deve estar incluido(a) no seu universo. Isso é amar-se. Amar a si próprio é perdoar-se e não carregar sentimentos de culpa que nos destroem e acabam por criar doenças dentro de nós mesmos. Precisamos perdoar aos outros e a nós mesmos.

A filosofia cristã ensina bem o que é isso. Só que ninguém percebe.
Confundem amor com paixão, com atração física, com dependência afetiva, com posse do ser amado.

Mas amor mesmo é quando se esta disposto a ter um prejuizo em prol de quem se ama.

O apóstolo PAULO definiu bem o que é o verdadeiro amor, e o que é realmente importante para o CRISTÃO. O que o CRISTÃO precisa efetivamente fazer é AMAR.


  • 1º Crintios 13
    1 - Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
    2 - E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
    3 - E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
    4 - O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
    5 - Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
    6 - Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
    7 - Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


Há pessoas que dizem amar a Deus, e parecem bons cristãos, mas escondem ressentimentos, mágoas, e até agem contra outros. Na verdade são seres humanos, e os seres humanos não são perfeitos. Quem de nós pode dizer que não tem nenhuma mágoa de ninguém, ou nunca falou mal de alguém? É difícil, mas devemos saber que o amor ao próximo e principalmente aos inimigos é o sacrifício mais agradavel a Deus. É na verdade o único que importa.


  • JOÃO 4
    20 - Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?
    21 - E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão.

Então não vale deixar de amar a parceira ou o parceiro porque ela já não é mais aquela deusa da juventude. É ai que o amor realmente vale.

É no momento em que se pensa. "Ela já não é mais aquilo tudo, mas eu não quero mais viver sem esse ser que eu amo." Que verdadeiramente se está amando. E amor não depende do ser amado ser melhor ou pior. Ser bonito ou feio. Ser bom ou mau. O amor existe e pronto. Tudo suporta.

E o amor assim como nos faz felizes também nos faz sofrer. E como já dizia o poetinha Vinicius de Moraes, "Eu já não quero nem saber de quem não ama porque tem medo de sofrer". O amor também é sofrimento, é doação pelo ser que se ama.

E ninguém consegue viver sem ele. Amamos até sem perceber, e temos uma necessidade imensa de sermos amados, e sempre somos, no mínimo por Deus.

O amor é a mais positiva das vibrações. Quem está amando não adoece, porqueo amor limpa tudo. Se alguém pisa no seu calo você nem fica furioso, porque está de bem com a vida. Está amando e sendo amado. então nada mais importa.

A melhor definição de amor que eu já vi além da bíblica do Apóstolo Paulo, é dada por um Poeta Sábio, cujas palavras parecem uma canção. Seu nome é KHALIL GIBRAN. E veja o que ele fala do amor.

Khalil Gibran


O Amor

ENTÃO Almitra disse:
-Fala-nos do Amor.

Ele levantou a cabeça
e olhou o povo;
um silêncio caiu sobre eles.
E disse com voz forte:

- Quando o amor vos fizer sinal, segui-o;
ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados.

E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos;
ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir.

E quando vos falar, acreditai nele;
apesar de a sua voz
poder quebrar os vossos sonhos
como o vento norte ao sacudir os jardins.

Porque assim como o vosso amor vos coroa,
também deve crucificar-vos.
E sendo causa do crescimento,
deve cuidar também da poda.

E assim como se eleva à vossa altura
e acaricia os ramos mais tenros
que tremem ao sol,
também penetrará ate às raízes
sacudindo o seu apego a terra.

Como braçadas de trigo vos leva.

Malha-vos até ficardes nus.

Passa-vos pelo crivo
para vos livrar do palhiço.

Mói-vos até à brancura.

Amassa-vos até ficardes maleáveis.
Então entrega-vos ao seu fogo,
para poderdes ser
o pão sagrado no festim de Deus.

Tudo isto vos fará o amor,
para poderdes conhecer
os segredos do vosso coração,
e por este conhecimento
vos tornardes um bocado
do coração da Vida.

Mas, se no vosso medo,
buscais apenas a paz do amor,
o prazer do amor,
então mais vale cobrir a nudez
e sair da eira do amor,
a caminho do mundo sem estações,
onde podereis rir,
mas nunca todos os vossos risos,
e chorar,
mas nunca todas as vossas lágrimas.

O amor só dá de si mesmo,
e só recebe de si mesmo.

O amor não possui
nem quer ser possuído.

Porque o amor
basta ao amor.

Quando amardes, não digais:
-Deus está no meu coração,
mas antes:
- Eu estou no coração de Deus.

E não penseis
que podeis guiar o curso do amor;
porque o amor, se vos julgar dignos,
marcará ele o vosso curso.

O amor não tem outro desejo
senão consumar-se.

Mas se amardes, e tiverdes desejos,
deverão ser estes:

Fundir-se e ser um regato corrente
a cantar a sua melodia à noite.

Conhecer a dor da excessiva ternura.
Ser ferido pela própria inteligência
do amor, e sangrar
de bom grado e alegremente.

Acordar de manhã com um coração alado
e agradecer outro dia de amor.

Descansar ao meio dia
e meditar no êxtase do amor.

Voltar a casa ao crepúsculo
com gratidão;
e adormecer tendo no coração
uma prece pelo bem amado
e um canto de louvor na boca.


in "O Profeta"
de Khalil Gibran

quinta-feira, 9 de abril de 2009

COMO TER UM INFARTO



Saiba que você tem uma grande chance de morrer ou de vir a ter mesmo que sobreviva, um infarto do miocardio, porque essa é a doença que mais mata no mundo inteiro, portanto, para seu bem, se você está obeso mesmo que levemente ou moderadamente ou se fuma, ou se tem histórico de doenças cardiacas na família e se está acima dos 45 anos, faça o seguinte:

Tome uma aspirina pelo menos uma vez por semana. Ande com uma cartela de aspirina na carteira, e se vier a sentir os sintomas de um infarto como suor intenso, dor no peito e dores na nuca e no braço, tome duas aspirinas imediatamente. Evite fazer esforços exagerados como correr até o seu limite. Prefira as caminhadas. E se possíkvel, deixe de fumar, faça exercícios leves como nadar e caminhar. Evite emoções fortes, leve uma vida tranquila. Cuide de sua parte espiritual.

Mas se o seu objetivo é ter um infarto, aqui vão alguns conselhos:

TREZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro parado, enferruja!)
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

13. Cultive sentimentos de RAIVA, ÓDIO, e se revolte contra tudo e contra todos. Assista noticiários e deseje que todos aqueles bandidos sejam queimados vivos.

"As doenças cardíacas são, atualmente, as que mais matam pessoas no mundo inteiro. Sabe-se que existem fatores hereditários na origem dessas doenças que são agravados pela associação com os chamados fatores de risco. Os fatores hereditários só poderão ser alterados, no futuro, com a Bioengenharia Genética. Em relação aos fatores de risco, atualmente, cada pessoa deve e pode influir, preventivamente sobre: obesidade, pressão arterial, falta de exercícios, nível de colesterol, fumo, álcool, diabetes, etc".

ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos. Há outros sintomas ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo (direito).

Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram. Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água.

Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou duas Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.

NÃO SE DEITE !!!!!

DOR NO PEITO, ANGINA E INFARTO

O tórax, o peito, é formado por um bom número de órgãos e tecidos que podem se manifestar por sensações dolorosas. Entre as dores mais temidas, estão as chamadas dores do coração e, dentre as quais, a angina do peito e o infarto são as que motivam maiores temores por serem as mais conhecidas e consideradas como as de maior probabilidade de serem fatais.

A angina pectoris é um tipo de dor que o paciente sente no peito, braço ou nuca e que aparece com a realização de esforços ou emoções ou mesmo sem fator provocador aparente. A angina é uma dor que provoca medo, daí o nome angina, que significa medo, angor em latim. É uma dor que costuma deixar o paciente imóvel, assustado e que dura poucos segundos.

A sensação de dor na angina é provocada pela diminuição do sangue que passa pelas artérias que irrigam o músculo cardíaco. Este é um sinal de que pouco sangue está irrigando o coração durante aquele momento, geralmente, durante algum esforço. Se o esforço diminuir ou cessar, a dor pode ceder. Se a pessoa continuar no esforço e a dor persistir pode significar que a angina progrediu para um estágio mais grave da doença, qual seja o infarto do miocárdio.

A falta de sangue relativa para um órgão denomina-se isquemia. Ao chegar pouco sangue para manter uma parte do músculo cardíaco suprido de oxigênio e nutrientes, esta parte pode funcionar menos bem, com menos força e provocar a dor denominada angina.

A falta total de sangue para um tecido ou órgão em poucos minutos pode significar a morte deste tecido com a perda total da sua função.

Caso uma porção maior do músculo cardíaco deixa de receber sangue, o coração pode tornar-se incapaz de manter o sangue circulando e o paciente pode morrer.

Se o paciente sentir dor é porque ainda existe músculo vivo, pois um músculo morto não doe. Em torno de uma parte morta do músculo cardíaco, pode haver uma parte lesada e isquêmica viável, que merece todos os esforços para ser conservada viva.

O infarto do miocárdio acontece quando uma parte do músculo cardíaco deixa de receber sangue pelas artérias coronárias que a nutrem.

Esta falta de sangue leva o músculo à morte. Nessa situação clínica, a dor pode ser de maior ou menor intensidade e costuma ser acompanhada de outras manifestações:




  • piora e maior duração da dor,


  • a pressão do paciente cai,


  • ele sua muito, fica pálido, inquieto, tem a sensação de morte iminente;


  • por fim, o paciente apresenta confusão mental até a perda total da consciência e morte, caso não houver um pronto atendimento.


  • A maioria dos pacientes que morre do infarto não chega a ter atendimento médico.


  • Existem infartos mais ou menos graves, a gravidade depende da extensão, da localização, da idade do paciente, além de outras doenças concomitantes que podem agravar a doença.


  • Infartos pequenos, que lesam menos músculo cardíaco têm melhor prognóstico: quanto maior a lesão do coração maior chance do paciente morrer.


  • Infartos que atingem regiões importantes do coração, como o local onde se geram os estímulos cardíacos e infartos que provocam arritmias, costumam ser mais graves.


  • Pacientes idosos de maneira geral toleram melhor um infarto do que as pessoas jovens que não desenvolveram uma circulação colateral, como os idosos onde a doença isquêmica já existe há mais tempo.


  • Outras doenças concomitantes, como diabete, enfisema, hipertensão arterial, podem piorar um prognóstico.


  • A grande maioria dos casos de morte súbita é provocada pelo infarto do miocárdio.

Infarto Sem Dor:

Sinais e Sintomas

Um estudo feito por pesquisadores em cerca de 1.600 hospitais americanos, concluiu que uma em cada três pessoas que sofre um ataque cardíaco não sente dor no peito. Em certos grupos de pacientes, como mulheres, diabéticos e idosos, a incidência do sintoma era significativamente menor.

Segundo John Canto, coordenador da pesquisa, pouca gente conhece os outros indicativos de um infarto. O resultado é que o paciente demora mais para receber o tratamento correto e o atraso pode ser fatal. Segundo ele, quem não sente as dores corre duas vezes mais risco de morrer ao chegar ao ambulatório.

O infarto é a falta de circulação em uma área do músculo cardíaco, cujas células morrem por ficarem sem receber sangue com oxigênio e nutrientes.


Segundo Luiz Francisco Ávila, cardiologista do Instituto do Coração (Incor), de São Paulo, a interrupção do fluxo de sangue para o coração pode acontecer de várias maneiras. "A gordura vai se acumulando nas paredes das coronárias, as artérias que irrigam o próprio coração.


Com o tempo, forma placas, impedindo que o sangue flua livremente. Assim, basta um espasmo (provocado pelo estresse) para que a passagem da circulação se feche", diz o médico.


Outra possibilidade ocorre quando a placa cresce tanto que obstrui completamente a passagem do sangue. Ou seja, o infarto pode acontecer por entupimento (quando as placas de gordura entopem completamente a artéria, o sangue não passa).


Assim, as células no trecho que deixou de ser banhado pela circulação acabam morrendo.Segundo o especialista, o principal sinal é a dor muito forte no peito, que pode se irradiar pelo braço esquerdo e pela região do estômago.

"Em primeiro lugar, deve-se correr contra o relógio, procurando um atendimento imediato, pois a área do músculo morta cresce como uma bola de neve com o passar do tempo", alerta Ávila.


Atenção para os sinais e sintomas de um possível ataque cardíaco:


1) uma pressão desconfortável no peito ou nas costas que demora mais do que alguns minutos para ir embora.

2) a dor espalha-se para os ombros, pescoço ou braços.

3) A dor no peito vem acompanhada de tonturas, suor, náusea, respiração curta ou falta de ar e sensação de plenitude gástrica.


Os médicos alertam que nem todos estes sintomas ocorrem em cada ataque. Algumas vezes podem ir e voltar.

O enfarte na maioria das vezes se dá pela formação de coagulos causados pela instabilização de placas de gordura situadas no interior das artérias cardiacas. O organismo entende que a lesão nessas placas de gordura é uma lesão no vaso e inicia um processo de coagulação, formando um trombo ou seja um tampão de sangue coagulado. Esse processo não causa a obstrução instantanea da artéria, mas pode evoluir até sua oclusão.

A instabilização de placas de gordura localizadas no interior das artérias, pode ocorrer principalmente depois de grandes esforços físicos como corridas. Pessoas que não estão habituadas a grandes esforços, devem ser moderadas quando da necessidade de fazer esses esforços. Portanto se você acabou de jogar uma pelada e depois disso sentir uma dor no peito, pode ser sintoma de um infarto.

A ingestão de aspirina nesse caso irá agir no sentido de dissolver o coágulo. A chegada ao pronto socorro permitirá a ministração de poderosos aticoagulates e vaso dilatadores, além de intervenções mais sofisticadas.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

PORQUE DEUS PERMITE QUE SOFRAMOS?




Aoi visitar o Campo de Concentração de Auschwitz, o atual PAPA declarou. "Onde estava Deus que permitiu isso?"

Com certeza o Papa declarou isso para expressar a dúvida que em verdade todos nós tivemos algum dia, para ser sinceros, não que ele realmente pensasse isso. Mas porque Deus permite o sofrimento?

A relação que Deus tem para conosco é semelhante a relação que um pai tem para com o seu filho. Deus como pai sabe muito mais sobre nós do que nós sabemos. Sabe o que é melhor para nós e o que é pior.

Por vezes permite que passemos por determinados sofrimentos ou aflições para que saiamos delas fortalecidos, com melhor entendimento e portanto mais preparados para a verdadeira vida que é a vida eterna. Essa é a que vale a pena, pois essa vida que aqui vivemos é transitória e breve. Muito breve.

Comparando com a relação pai e filho que conhecemos, gosto de dar o exemplo do pai que leva seu filho para vacinar. Ao ser vacinado o filho sente a picada da agulha e deve imaginar: “PORQUE MEU PAI ME FAZ SOFRER?” Por mais que o pai se esmere em fazê-lo entender, será impossível para ele entender porque o pai lhe obriga a ser picado por uma agulha que o f az sentir dor, mas o pai sabe o porquê.


Nós da mesma forma não entendemos porque passamos por determinados sofrimentos, e porque o PAI permite isso, mas ele sabe porque e com toda certeza tem uma boa razão para essa permissão.

Se fossemos escolher, com certeza preferiríamos não sofrer nunca. Gostaríamos de ganhar na Mega Sena, ter muita saúde para dar e vender, gostaríamos que nossos filhos todos tivessem saúde e fossem ricos e famosos, gostaríamos que nossos relacionamentos afetivos fossem lindos, bonitos como contos de fadas, (Mas até nos contos de fadas tem a figura da bruxa malvada.)
Comprativamente se perguntassemos a uma criança o que ela gostaria de fazer, provavelmente diria que gostaria de comer muito chocolate, não almoçar nunca e ficar um mês sem tomar banho, um mês sem ir para a escola e brincando o tempo todo. O pai que não dá uma serpente se seu filho lhe pede pão teria que negar. Nega para o bem, porque sabe o que é melhor para o filho, mais do que ele pensa que sabe.

Porém nem sempre isso é o melhor para nós. Veja por exemplo o caso notório do Sr. Que ganhou na MEGA SENA. Logo a seguir casou-se com uma garota muito mais nova do que ele e que com certeza não faria isso se ele não fosse muito rico. Essa garota combinou com o próprio segurança do Homem rico para que o matasse, objetivando com isso ficar com o seu dinheiro. Assim foi feito. Esse é um caso em que o dinheiro, a posse de bens materiais acarretou desgraça e infelicidade. Seria com certeza melhor para esse homem rico que não fosse rico. Provavelmente assim viveria mais feliz.

Entretanto não é somente essa a desgraça que os bens materiais trazem. A maior delas é a exacerbação do orgulho, da vaidade e do distanciamento de Deus. Esse conjunto de fatores levam a uma conseqüência muito mais dolorosa que é a perda da vida eterna. Porque existe uma diferença entre a vida e a morte que não é a que imaginamos. A morte pode existir em vida.

Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; ...
Lucas 9:60

Segundo esse versículo bíblico fica claro que os mortos que enterram mortos esses sim estão mortos, embora vivos no sentido físico. Estão mortos porque estão distanciados da luz.

Temos que ter em mente que essa existência, em que vivemos não é um agradável passeio. Nela teremos aflições.

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
João 16:33

Mas se teremos aflições, teremos também consolação se estivermos em vida. Quem está em vida, esse sim suplantará todo o sofrimento, pois terá consolação, e não conhecerá a morte.

E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?
João 11:26

A morte portanto não existe para quem está em vida, mas para quem não está em vida, já está morto e não sabe, e quando morrer no corpo físico, conhecerá de fato a morte.
Quem são aqueles esqualidos, esqueléticos homens
Não sabem mais sorrir, Não sabem onde ir, Não sabem nem mais existir
Que querem, que pretendem, o que sonham?
São palavras que não entendem.
Nem sabem mais o que é querer, ou pretender, sonhar nem querem mais...
Se arrastam, não andam. Esperam morrer.
Se tudo lhes roubaram, seus sonhos, sua vida, seus amores...
Ainda quem sabe lhes restará o que não se pode roubar
Seu pensamento, o lugar onde habita o seu coração,
O lugar onde está seu tesouro, além da vida.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES