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sábado, 30 de janeiro de 2010

LULA O ESTADISTA GLOBAL


Confesso que ao votar em Lula nas duas eleições em que foi eleito, eu não esperava tamanho sucesso. Efetivamente Lula me surpreendeu, e revelou-se efetivamente como diziam dele, um grande estadista, e se a imprensa Brasileira não reconhece isso, o MUNDO não se cansa de reconhecer. Veja algumas das premiações que enchem de orgulho a nós, todos nós que fazemos parte dessa nação chamada Brasil.


SÃO PAULO - Apesar da ausência do homenageado, o Fórum Econômico Mundial entregou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o prêmio "Estadista Global". Representando o presidente no encontro em Davos, Suíça, estava o chanceler Celso Amorim, que aceitou a honraria em nome de Lula e leu o agradecimento do presidente.

"Esse prêmio aumenta a minha responsabilidade como líder e a responsabilidade do país como um agente presente e ativo cada vez no ambiente global", afirmou Lula no texto. De acordo com as informações do Fórum, Lula destacou a luta contra a pobreza como a melhor arma para o desenvolvimento, para a paz e também para a proteção dos países contra as crises. "Essa lição absorvida pelo Brasil é aplicável a qualquer parte do mundo, rica ou pobre", continuou.

No texto lido por Amorim, Lula também conclamou os líderes mundiais a trabalhar para enfrentar os problemas das mudanças climáticas e dos fatores que geraram a crise financeira mundial. "Devemos governar com criatividade e justiça. E temos que fazer isso agora, antes que seja tarde demais."

Por causa de uma crise de hipertensão, Lula teve de cancelar a viagem que faria a Davos. Ele chegou a ser internado no fim da noite de quarta-feira em Pernambuco e depois seguiu para seu apartamento, em São Bernardo do Campo (SP), onde descansa e fará exames. O quadro foi atribuído ao estresse e à extensa agenda de compromissos. 

Postado em 24 de dezembro de 2009 por Mourão


PERSONALIDADE DO ANO
Pela primeira vez em sua história, o LE MONDE decidiu designar a personalidade do ano. “Sua” personalidade do ano. O exercício pode parecer duvidoso ou arranjado. O que distinguir? Segundo quais critérios? Em nome de que valores? Como se diferenciar de grandes e prestigiosos confrades estrangeiros, como o semanário americano Time, que depois de longo tempo segue nessa trilha, elegendo sua “person of de year”.


Nossas discussões foram então colocadas à luz do que nos parece sob a bandeira do MONDE. Posto que, depois de 65 anos, o título de nosso jornal é um convite ao olhar planetário, nós escolhemos uma personalidade cuja ação e a notoriedade tomaram uma dimensão internacional.


Preocupados de sair das escolhas obrigatórias que poderiam nos levar em direção ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (mas ele foi mais o homem de 2008 do que o de 2009), nós também eliminamos as personalidades “negativas”, ainda que sua ação seja determinante nas novas configurações mundiais: Vladimir Poutine e sua tentação-tentativa de reconstruir o império soviético; Mahmouud Ahmadinejad, onde cada palavra e cada ato são um desafio ao Ocidente.


Desde a sua criação, LE MONDE, marcado pelo espírito de análise de seu fundador, Hubert Beuve-Méry, quer ser um jornal de (re)construção, senão de esperança; ele veicula à sua maneira uma parte do positivismo de Augusto Comte, toma fato e causa para os homens de boa vontade. Eis porque, para esta primeira designação, que nós desejamos renovar cada ano, nossa escolha de razão e de coração é dirigida ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido pelo simples nome de Lula.


Nos pareceu que por seu caminho singular de antigo sindicalista, por seu sucesso no comando de um país tão complexo como o Brasil, pela sua preocupação com o desenvolvimento econômico, de luta contra as desigualdades e a defesa do meio ambiente, Lula tem merecido …. do mundo.



Editorial LE MONDE, 24.12.09 (Tradução livre de Mourão Cavalcante)

1º PREMIO.

Nações Unidas, 17/09/2008, (IPS) - O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o Prêmio ao Sucesso Internacional 2008, da agência de notícias Inter Press Service (IPS), por sua luta em favor do comércio justo e da igualdade econômica para o mundo em desenvolvimento.

A decisão de premiar o Presidente Lula foi tomada pela Junta de Diretores da IPS, presidida por Federico Mayor Zaragoza, ex-diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A entrega do prêmio aconteceu na sede da Organização das Nações Unidas em Nova York no  dia 22 de setembro de 2008, antecedendo o segmento de alto nível da 63ª Assembléia Geral da ONU, para a qual compareceram mais de 150 líderes mundiais. O diretor-geral da IPS, Mario Lubetkin, atribuiu vários motivos para a decisão. “Reconhece-se no Presidente Lula o êxito de milhões de brasileiros terem escapado da pobreza”, disse Lubetkin. “Também o homenageamos por ter encabeçado uma campanha internacional contra a pobreza e a fome, que ajudou a mobilizar o apoio de outros líderes mundiais e de organizações internacionais”, acrescentou.

O Presidente Lula foi eleito em outubro de 2002 com cerca de 53 milhões de votos, e reeleito quatro anos depois com 58 milhões. Lubetkin disse que o mandatário brasileiro articulou as necessidades, os desejos e as visões dos países do Sul global e que chamou a atenção para o comércio justo, o multilateralismo, a globalização e, mais recentemente, sobre a crise alimentar e energética. “Como veterana agência de notícias do mundo em desenvolvimento, nos honra premiar o Presidente Lula”, acrescentou Lubetkin.

O Prêmio ao Sucesso Internacional da IPS foi criado em 1985 para homenagear jornalistas e líderes mundiais por sua contribuição para a paz, os direitos humanos, o poder de gênero, a governabilidade e a eqüidade social e econômica. Entre os já receberam este prêmio estão a ex-primeira-dama da África do Sul Graça Machel; a ex-primeira-dama da França Danielle Mitterrand; os ex-secretários-gerais da ONU Boutros Boutros-Ghali e Kofi Annan; o ex-presidente da Finlândia Martti Ahtisaari, e o Chamado Mundial de Ação contra a Pobreza (GCAP). (IPS/Envolverde) (FIN/2008)
 
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2º PREMIO
 
Em Julho de 2009, 0 presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, em Paris, o prêmio Félix Houphouët-Boigny concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura).

Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula “por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos”.

Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, Yasser Arafat, ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.

Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz.

Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula.

Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, “o senhor assume novas responsabilidades na história”.

Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. Dos três grandes jornais nacionais, apenas O Globo destacou a entrega do prêmio no alto da capa.

Para o Estadão, mais importante do que o prêmio recebido por Lula foi a manifestão de dois ativistas do Greenpeace que exibiram faixas conclamando Lula a salvar a Amazônia e o clima. “Ambientalistas protestam durante premiação de Lula”, foi o título da página A7 do Estadão.

O protesto do Greenpeace foi também o tema das únicas fotografias publicadas pela Folha e pelo Estadão. No final do texto, o Estadão registrou que Lula pediu desculpas aos jovens ativistas, retirados com truculência pela segurança, e “reverteu o constragimento a seu favor, sendo ovacionado pelo público que lotava o auditório”.

“O alerta destes jovens vale para todos nós, porque a Amazônia tem que ser realmente preservada”, afirmou Lula em seu discurso, ao longo do qual foi aplaudido três vezes quando pediu o fim do embargo a Cuba e a criação do Estado palestino, e condenou o golpe em Honduras.

“Sinto-me honrado de partilhar desta distinção. Recebo esse prêmio em nome das conquistas recentes do povo brasileiro”, afirmou Lula para os convidados das Nações Unidas.

A honraria inédita concedida a um presidente brasileiro, motivo de orgulho para o país, também não mereceu constar da escalada de manchetes do Jornal Nacional. A notícia da entrega do prêmio no principal telejornal noturno saiu ensanduichada entre declarações de Lula sobre a crise no Senado e o protesto do Greenpeace.


O que ganhou destaque na escalada e no noticiário foi a comemoração pelos quinze anos do Plano Real promovida no plenário do Senado, em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aproveitou para atacar Lula.

Diante da manifesta má-vontade demonstrada pela imprensa neste episódio da cobertura da entrega do Prêmio da Unesco, dá para entender porque o governo Lula procura formas alternativas para se comunicar com a população fora da grande mídia.


Exageros à parte, na minha modesta opinião, o fato é que Lula não deixa de ter razão quando se queixa de uma tendência da nossa mídia de inverter a máxima de Rubens Ricupero, aquele que deu uma banana para os escrúpulos.

“O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga”, parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país.

Valeu, Lula. Parabéns!

 
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3º PRÊMIO
 
Da BBC Brasil em Londres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, ao receber um prêmio internacional nesta quinta-feira em Londres como "o estadista que fez mais pelas relações internacionais no último ano", que a premiação "é uma homenagem ao povo brasileiro" e não apenas uma "distinção pessoal".

"Foi esse povo o principal protagonista da grande transformação pela qual o Brasil está passando nos últimos anos. Transformação que deu a meu país a visibilidade internacional de que hoje desfrutamos", afirmou Lula após um jantar de gala na cerimônia de premiação.
O prêmio anual foi concedido pela prestigiosa instituição Chatham House (Instituto Real de Assuntos Internacionais), para a qual o presidente brasileiro é "um dos principais facilitadores da estabilidade e da integração na América Latina".

Lula concorreu ao prêmio ao lado do ministro saudita de Relações Exteriores, príncipe Saud Al-Faisal bin Abdulaziz al-Saud, e da presidente da Libéria, Elle Johsnson-Sirleaf.

Integração

Nos anos anteriores, o prêmio foi concedido ao presidente de Gana, John Kufuor, em 2008, a Sheikha Mozah, uma das três primeiras-damas do Catar, em 2007, e ao ex-presidente moçambicano Joaquim Chissano, em 2006.

No discurso após a premiação, Lula disse querer contribuir para a construção de "um mundo mais justo e mais solidário" e afirmou que o Brasil deve associar seu desenvolvimento ao da América do Sul.

"É ilusão imaginar que podemos ser uma ilha de bem-estar em meio a um mar de expectativas frustradas", justificou.

Segundo Lula, o Brasil está realizando "um processo de integração solidária do continente, sem pretensões hegemônicas, sem busca de liderança, perseguindo, sobretudo, a redução das assimetrias que ainda separam os países da região".

Novos mecanismos

A cerimônia da entrega do prêmio Chatham House 2009 a Lula foi o último compromisso dos dois dias de visita do presidente brasileiro a Londres.

Pela manhã, ele participou, ao lado dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Dilma Rousseff, da Casa Civil, e dos presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e do BNDES, Luciano Coutinho, do seminário "Investindo no Brasil", organizado pelo jornal Financial Times, para falar sobre oportunidades de investimento no país.

No discurso após a entrega do prêmio, ele voltou a defender, como havia feito pela manhã no seminário, uma reforma ampla dos organismos multilaterais para aumentar a participação dos países em desenvolvimento.

"As instituições multilaterais surgidas no final da Segunda Guerra Mundial envelheceram. Não estão mais adequadas à nova geografia econômica e política mundial deste princípio deste século", afirmou Lula.

"O G20 possivelmente impediu que o pior ocorresse, mas há muito o que fazer. Os pequenos sinais de melhoria da economia podem impedir a realização de reformas de fundo, sem as quais a humanidade poderá reincindir – de forma mais grave – na crise", disse Lula.


Segundo ele, "são necessários efetivos mecanismos de regulação, fim dos paraísos fiscais e o combate implacável ao protecionismo".


O presidente aproveitou ainda seu discurso para reafirmar a postulação brasileira a uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU.


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Apesar de tanto sucesso, assistimos à uma malhação enorme da tal ELITE EGOISTA E INCOMPETENTE, como dizia o Brizola.
Um dos protagonistas dessa malhação quem diria, foi o CAETANO VELOSO. O mesmo que vivia de braços com o Antonio Carlos Magalhães de triste memória. O citado cantor, fez observações deprimentes sobre o Presidente LULA, tachando-o de grosseiro e analfabeto, o que evidentemente é uma Calúnia. Isso ensejou um movimento de protesto do Site ABOBRINHAS.

VEJA UM COMENTÁRIO
Esse post é apenas para expressar o quanto estou enojada de Caetano Veloso, de seu preconceito, das merdas que ele fala e enojada com o jornal O Globo, que apenas se concentrou em explorar o que achou ou deixou de achar Marina Silva e seus partidários a respeito dos "elogios" feitos por Caetano. É incrivel como algumas crenças como esta de que Lula é o eterno retirante "analfabeto" se perpetuam principalmente entre os setores da classe média que tem como iterlocutor um sujeito que se sente "o intelectual", a última coca-cola do deserto!

Quando Caetano chama Lula de analfabeto, ele não apenas ofende o presidente (que é de origem humilde sim e não se esqueceu disso), mas também ofende milhares de brasileiros que muitas vezes não tem grau de instruçao algum, mas que não deixam de ser brasileiros, de ser cidadãos, e de merecer respeito. Infelizmente uma parte da societada, muito conservadora, pensa ainda que política não é terreno para as massas mas sim para aqueles que falam bem e bonito, e possuem um diploma para pendurar na parede.

Por isso vou aderir ao movimento "Vá a merda, Caetano!", lançado pelo Abobrinhas, e deixar aqui do lado, por um tempo, a thumb da "singela" charge em "homenagem" a esse pseudo-intectual de merda.
 
VEJA O PORQUÊ DO SUCESSO DO PRESIDENTE LULA:

1) Redução da Taxa Selic de 25% ao ano para 14,75% ao ano e que continuará em queda:





2) Redução da Taxa de Inflação de 12,5% em 2002 (IPCA) para 4% nos últimos 12 meses (IPCA);


3) Aumento das exportações de US$ 60 bilhões, em 2002, para US$ 128 bilhões nos últimos 12 meses, crescendo 113%;


4) Maior aumento Real do salário mínimo, de 75% contra uma inflação acumulada de apenas 26%, que tem o maior poder de compra dos últimos 24 anos, segundo o Dieese;




5) Superávit comercial acumulado de US$ 129 bilhões, contra um déficit comercial de US$ 8,7 Bilhões em 8 anos de governo FHC;




6) Redução da Dívida Externa de US$ 210 bilhões, em 2002, para US$ 157 bilhões em 2006;


7) Superávit em transações correntes de US$ 33 bilhões durante o governo Lula, contra um déficit em transações correntes de US$ 186 bilhões durante o governo FHC;


8) O maior número de ações da Polícia Federal de toda sua história, prendendo mais de 3000 pessoas envolvidas em todo o tipo de crime (corrupção, sonegação de impostos, contrabando, tráfico de armas, etc);


9) criação do ProUni, permitindo que mais de 240 mil estudantes carentes possam cursar uma Faculdade;


10) Criação do Bolsa-Família, programa social de transferência de renda fortemente elogiado pelo ONU, FMI e Banco Mundial, entre outros, que o consideram como exemplo a ser seguido por outros países emergentes;


11) Acúmulo de sucessivos lucros recordes pela Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES;


12) criação do programa de crédito consignado, com taxas redudidas, bem inferiores à do mercado, que permitiu que milhões de pessoas pudessem pagar dívidas do cheque especial, cartão de crédito, que cobram juros muito mais elevados;


13) criação do programa de micro-crédito e de inclusão bancária, beneficiando vários milhões correntistas de baixo poder aquisitivo, que antes não tinham acesso à conta corrente;


14) Crescimento econômico acumulado de 7,3% em 2004/2005, resultando num aumento de 5% na renda per capita do país em 2 anos.




15) Redução da Relação Dívida/PIB de 55,5%, em 2002, para 50,3% do PIB em 2006;


16) Aumento da produção industrial em 11% entre 2003/2005;




17) subida do Brasil no ranking das maiores economias do mundo, da 15a. posição em 2002 para a 11a. posição em 2005, com o PIB subindo de US$ 459 bilhões, em 2002, para US$ 795 bilhões em 2005;


18) Queda do Risco-País de 1500 pontos, no final de 2002, para apenas 205 pontos em 2006, chegando ao menor nível da História;


19) Queda da taxa de desemprego de 11,6% em Junho de 2002 para 10,4% em Junho de 2006;


20) Redução de impostos para bens de capital (máquinas e equipamentos), micros e pequenas empresas (reajustando a tabela do Simples em 100%), para negociação de imóveis, materiais de construção civil, computadores pessoais (hardware e software);


21) reajuste da tabela do Imposto de Renda em 18% em 4 anos, contra apenas 17,5% em 8 anos de governo FHC;


22) 6 milhões de pessoas subiram para a classe média, melhorando suas condições de vida;


23) redução da miséria para o menor patamar desde 1992, caindo de 27,26% do total em 2003 para 25,08% do total em 2004.


24) Criação de mais de 4,5 milhões de empregos formais;


25) retomada da indústria naval, que recebeu investimentos de R$ 1,5 bilhão do Governo Federal entre 2003/2005.


26) As reservas internacionais líquidas subiram de US$ 16 bilhões, em 2002, para US$ 69 Bilhões, atualmente;


27) Aumentou a participação do Brasil no total das exportações mundiais, que passou de 0,96%, em 2002, para 1,14% em 2005, pois as exportações brasileiras cresceram muito mais do que as exportações mundiais. Enquanto isso, no governo FHC, as exportações brasileiras perderam espaço nas exportações mundiais, caindo de 1,04% do total, em 1994, para apenas 0,96% do total em 2002, pois as exportações brasileiras cresceram muito menos do que as exportações mundiais.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

OCULOS DE VIDEO - A solução para se ver video deitado confortavelmente.




Antes as pessoas que embarcavam em unidades marítimas tinham que se submeter a assistir TV aberta. Uma das poucas formas de lazer a bordo das ditas unidades. Entretanto depois apareceram o video cassete e o DVD player. hoje já é possível gravar filmes em Pen Drives e em HDs portáteis e vê-los em um DVD player portátil com tela, ou um NET BOOK, que aos poucos vai sendo flexibilizado na sua aceitação nas unidades marítimas, mas é profundamente desgastante assistir a um filme em um aparelho desses deitado em um BELICHE que é em ultima análise o único lugar realmente reservado que o tripulante das unidades marítimas tem. É esse pequeno espaço ou o box do vaso sanitário. Digo isso porque naquele pequeno espaço confinado, é profundamente desgastante ficar mudando de lado e posicionando a telinha a uma distancia aceitavel de forma que seja possível ver confortavelmente. Agora porém essa posibilidade torna-se viavel com os óculos de vídeo.


O que você diria de assistir vídeos em uma TV de 42 polegadas que se pode carregar no bolso?

É esta a intenção dos óculos de vídeo da Myvu. Até então estes óculos eram dedicados unicamente para player da Apple – iPod, mas agora, este vídeo-headset ganhará um plug universal, podendo conectá-lo tanto no seu mp4 player (qualquer um), como também no seu celular, UMPC, notebook ou DVD player!
Sendo assim, você terá sempre disponível uma grande tela virtual para assistir seus vídeos favoritos nas situações mais remotas, contando com uma bateria (recarregável) cuja autonomia lhe proporcionará o suficiente para assistir a 2 longametragens, ou 4 horas de vídeo.


A versão universal do Myvu já está disponível, mas caso você se interesse nas versões iPod Solo ou iPod fully loaded,também poderá adquiri-los.




Este é o GP 300 da YelloMosquito. Apesar de seu visual não ser uma de suas principais vantagens, quem não se importa de usar um equipamento destes em público, ganhará alguns recursos muito interessantes.
Para começar, você terá a sensação de estar assistindo um filme em uma televisão de 50 polegadas a uma distância de 2 metros, e sua principal característica é que, de acordo com a companhia, o GP 300 é o primeiro aparelho do gênero a oferecer um media player embutido com suporte para o formato DivX.


Este óculos-player utiliza a tecnologia LCOS ( Liquid Crystal On Silicon ) para reproduzir vídeos, fotos e eBooks, permitindo aos usuários acessarem seus arquivos via USB ou através de um slot para cartão miniSD.
Sobre a resolução do display, o GP 300 oferece uma imagem com resolução WQVGA (432 x 240), contraste de 200:1 e ângulo de visão de 22 graus.
Os formatos suportados são: MP4, MPG, AVI, ASF e DivX para Vídeo, MP3, WMA9, IMA e AAC para Áudios, e Fotos e eBooks contam com JPEG e TXT respectivamente.


O óculos pesa apenas 100 gramas e ja´está disponível.






Atualmente o lugar certo para comprar esses óculos é o site "TODA OFERTA". Veja alguns endereços.

Eles não são ainda encontrados no comércio convencional.

http://comprar.todaoferta.uol.com.br/oculos-virtual-video-80pol-3d-virtual-video-glasses-vga-OGUNUPMG9U

http://comprar.todaoferta.uol.com.br/oculos-virtual-video-80pol-3d-virtual-video-glasses-vga-ZTUMA22A4C

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

EMAGREÇA E TENHA SAUDE COM RAÇÃO HUMANA


A algum tempo a HERBA LIFE lançou uma campanha para novos adeptos que alimentavam-se de seu revolucionário produto e em sua campanha dizia que comida normal adoece, então nada melhor do que uma comida ideal com as fibras, os sais minerais e as vitaminas além dos  carbo hidratos e proteinas que o corpo precisaria. Como os cães. que antes adoeciam por comer comida caseira e depois que começaram a comer as caríssimas rações  hoje fabricadas, passaram a ter mais saúde e a viver mais. O problema da HERBA LIFE é que é caro, e se você quer ser revendedor da Herba Life, ai talvez você possa encontrar uma solução para ter saúde e ganhar dinheiro. Fácil assim.

Mas se a fórmula  secreta da HERBA LIFE ainda não foi descoberta, com certeza temos agora um outro alimento quefaz isso tudo. É a RAÇÃO HUMANA.

Ração Humana! Este é o nome do suplemento à base de cereais integrais que, substituindo uma ou duas refeições ao dia, promete secar até 8 quilos em um mês (e de forma saudável!). Desenvolvida pela terapeuta natural Liça Takagui Dias, com aval do nutricionista Daniel Boarim, ambos de Curitiba (PR), a ração inicialmente servia apenas para consumo próprio da especialista.


Hoje, porém, o produto que acelera o metabolismo, estimula a digestão, desintoxica o corpo, sacia a fome, nutre, regula o intestino e inibe a absorção de gorduras pelo organismo já é comercializado em cerca de 500 pontos de venda no Brasil.

Ração humana emagrece? – Ela não é propriamente dita um emagrecedor porem sendo usado corretamente (veja como usar no final da matéria) auxilia na perda de peso e na desintoxicação do organismo.


Isso é uma dieta? – Vejo muito vezes às pessoas confundirem este composto com uma dieta, a ração uma não é uma dieta e nunca deverá ser trocado por todas as refeições.

Diabéticos podem usar a ração humana? Não, pelo menos não é recomendado, pois sua composição é rica em açucares e carboidratos. Neste caso é sempre bom procurar o seu médico antes de fazer tal consumo.

Para ter resultados com o uso da ração humana você deverá está praticando alguma atividade física, como dito anteriormente ele não é bem um emagrecedor e sim um ótimo regulador das funções intestinais.

Outra grande recomendação é fazer a ingestão de muitos líquidos ao consumir a ração, por ela ser muito rica em fibras você pode ter problemas com gases e mal-estar.


Conheça agora melhor os compostos da ração humana:

Linhaça – rica em ácidos graxos Ômega 3, sais minerais e vitaminas. Regula o intestino e tem ação antiinflamatória e previne tumores.

Colágeno – evita rugas e a própria flacidez quando se perde peso. Contém aminoácidos fundamentais para os ossos e reconstruções de algumas articulações.

Fibra de trigo – ajuda na prisão de ventre e estimula o bom funcionamento do intestino. Combate a formação de hemorróidas, câncer e obesidade.

Aveia – combate o colesterol funcionando no organismo como uma esponja sugando as moléculas de gordura.

Leite de Soja – contém vitamina E, algumas vitaminas do complexo B e Ômega 3.

Açúcar mascavo- rica em vitaminas como o ferro, o magnésio, o cálcio e o fósforo.


Castanha – rica em folato e vitaminas C e B6.

Amêndoa – ótima fonte de cálcio e fósforo e ainda contem certas quantidades de magnésio, potássio, zinco, ferro e cobre. As amêndoas são usadas para a cura de stress e depressões.

Gergelim – ajuda no combate a tumores, memória fraca, gastrite, ulcera, pressão alta. Contem cálcio e fósforo e ainda vitaminas A, E, B1 e B2.

Gérmen de Trigo – rico em vitamina E e algumas vitaminas dos grupos K, F, D, A, B. Ótimo para combater a menstruação irregular, no crescimento e infecções.

Como usar a ração humana.

Bom primeiramente você poderá substituir uma das refeições pela ração, a minha recomendação é que seja o café da manha ou o lanche da tarde, evite substituir principalmente o almoço.

Em média 50 gramas (4 colheres de sopa) da ração contém 170 calorias ou 48 pontos, então ao fazer o seu consumo não se esqueça de incluir no seu limite calórico ou de pontos.

A ração humana tem ingredientes que são úteis para as seguintes funções: Emagrecer, manter peso, aumentar a resistência orgânica, regular e desintoxicar o organismo.




INGREDIENTES



- 500g de fibra de trigo

- 500g de leite de soja sem açúcar

- 250g de farelo de aveia

- 250g de gérmen de trigo

- 100g de semente de gergelim com casca

- 100g de açúcar mascavo

- 50g de levedo de cerveja em pó

- 50g de guaraná em pó

- 50g de gelatina em pó

- 50g de semente de linhaça

MODO DE PREPARO

Dividir tudo em 2 recipientes para misturar bem, depois colocar em outro recipiente maior, misturando muito bem.

Vidros limpos, secos e fechados. Conservar em geladeira.

DOSE DIARIA

Tomar pela manhã e jantar: 1 compo de água em jejum; 2 colheres de sopa de ração, com suco, iogurte, leite ou água mineral sem gás.

Obs: não comer pão, bolo, biscoitos, etc

Está bebida feita em casa promete fazer com que você emagreça até 8kg por mês! E o melhor, é super barata. Este suplemento a base de cereais integrais que substitui 2 refeições do dia custa em média R$ 8.


A bebida caseira para emagrecer, acelera o metabolismo estimula a digestão, desintoxica o corpo, sacia a fome, nutre, regula o intestino e inibe a absorção de gorduras pelo organismo já é comercializado em cerca de 500 pontos de venda no Brasil. E quantos benefícios né?!




Então vamos emagrecer já?! Aprenda como fazer, com uma receita similar ao suplemento industrializado.




sábado, 9 de janeiro de 2010

Não deixe que lhe arranquem os olhos quando seu notebook der problema.




Para quem tem Notebook é possível que venha a ter problemas relacionados à troca ou conserto da tela de LCD. O primeiro problema que eu tive, levou-me a correr a uma assistência técnica pois tinha receio de colocar a mão naquele equipamento tão "ESPECIAL". No entanto a assistência técnica cobrou-me tão caro pela tela e sua colocação que o preço rivalizava-se com um notebook novo. Óbviamente desisti, mas procurando na Internet consegui descobrir uma tela de LCD por um preço abaixo da metade do que me tinha sido cobrado, o que tornou viavel o conserto, mas como eu não queria trocar a tela por mim mesmo fui a assistencia técnia e propuz pagar sómenete a colocação da tela.

O técnico acho que por simpatia não quis me cobrar nada, e depois eu dei-lhe um agrado de R$10,00 (dez reais), entretanto a tela que eu tinha comprado não acendeu. Estava com problema forçando-me a recorrer à garantia da mesma. Entretanto naquele jogo de tirar a tela e depois colocar outra, testar e depois ver que não estava boa e colocar outra o que foi feito na minha frente, percebi que era muito simples tirar e colocar uma tela LCD em um Notebook.

Resultado: Quando a garantia novamente me entregou outra tela boa eu não mais levei na assistência técnica. Eu mesmo troquei a tela em casa e "BINGO" funcionou que foi uma maravilha e está funcionando a mais de um ano sem problemas.

Por isso aqui vão duas dicas a quem tem problemas com telas de LCD de notebooks.

Primeiro: Procure uma tela barata. Aqui vão alguns endereços:

Segundo: Observe que é tão simples trocar uma tela de LCD que a maioria dos vendedores a trocam de graça para você. Se você estiver no Rio de Janeiro, observe que existem vários vendedores do Rio de Janeiro que a vendem trocando-a para você.

Terceiro: Não vá a primeira loja da esquina, e proponha a compra da tela e a troca porque eles irão cobrar algo em torno de R$600,00 a R$800,00 (Seiscentos a oitocentos reais pela troca da tela.), enquanto seguindo a nossa proposta, esse preço não deverá ser superior à R$400,00, ficando provávelmente abaixo disso.

E se você quiser se aventurar a trocar a tela, você mesmo ou conserta-la, aqui vai um tutorial detalhado: do professor Carlos E Murimoto.

BOA SORTE.


Depois dos problemas diversos gerados por acúmulo de sujeira e (possivelmente) os HDs, as telas de LCD são os componentes que mais dão problemas nos notebooks. Neste tutorial ensinaremos todo o processo de manutenção dessas telas.

Depois dos problemas diversos gerados por acúmulo de sujeira e (possivelmente) os HDs, as telas de LCD são os componentes que mais dão problemas nos notebooks.




É possível comprar telas de reposição diretamente com os fabricantes, mas o preço é quase sempre proibitivo. Nos sites de leilão, é possível encontrar algumas telas usadas, geralmente retiradas de notebooks com defeitos diversos e vendidas separadamente. As telas usadas são uma opção mais palatável em termos de custo, mas é difícil encontrar o modelo exato, e você nunca sabe qual é a real condição do equipamento antes de tê-lo em mãos.



Trocar uma tela é um procedimento relativamente simples. Você precisa fazer apenas uma desmontagem parcial do notebook, removendo uma e instalando a outra. Mas, trocar a tela inteira é quase sempre um desperdício, com exceção, claro, de situações onde o notebook cai e o LCD realmente se quebra.



Em primeiro lugar, o LCD em sí é uma espécie de chip. A técnica de fabricação de um processador e de uma tela de LCD são similares, a principal diferença é que o processador é feito sobre o waffer de silício, enquanto uma tela de LCD é feita sobre silício amorfo, ou seja, uma placa de vidro. Numa tela de matiz ativa, temos um transístor para cada ponto da tela (cada pixel é formado por três pontos) e um pequeno sulco, onde é depositado o cristal líquido.



Os cristais líquidos são substâncias que tem sua estrutura molecular alterada quando recebem corrente elétrica. Em seu estado normal, estas substâncias são transparentes, mas ao receberem uma carga elétrica tornam-se opacas, impedindo a passagem da luz. A função de cada transístor é controlar o estado do ponto correspondente, aplicando a tensão correta para cada tonalidade:


Os LCDs mais simples, como os usados em relógios e palmtops com tela monocromática, utilizam uma camada refletora, instalada na parte traseira, que simplesmente reflete a luz ambiente. Existem casos de LCDs coloridos que utilizam o mesmo princípio (como o usado no Game Boy Advance), mas os LCDs usados nos notebooks sempre utilizam iluminação traseira.




Temos aqui uma tela de LCD de notebook desmontada. Veja que ela é apenas parcialmente transparente. É graças à iluminação que você pode ver a imagem claramente:

Existem duas tecnologias de iluminação de telas LCD. A mais comum é o uso de lâmpadas de catodo frio, um tipo de lâmpada florescente, ultra compacta e de baixo consumo. Alguns poucos notebooks ultra portáteis, como o Sony Vaio TX2 utilizam LEDs para a iluminação da tela, uma tecnologia que permite produzir telas mais finas, econômicas e duráveis, porém absurdamente mais caras ;). Por enquanto, 99% dos LCDs utilizam as boas e velhas lâmpadas de catodo frio.


Assim como as lâmpadas florescentes domésticas, as lâmpadas de catodo frio trabalham com uma tensão altíssima (geralmente 1300 volts) necessária para transformar os gases dentro da lâmpada no plasma que gera a luz.




Nas lâmpadas florescentes é usado um reator para gerar a tensão necessária, enquanto num notebook é usado o FL inverter, um tipo de reator ultra compacto, que transforma os 5 volts fornecidos pela placa mãe nos 1300 volts ou mais usados pelas lâmpadas de catodo frio.



Para economizar energia e também para cortar custos, são geralmente usadas apenas duas lâmpadas, nas duas extremidades da tela. Entre as duas, temos uma tela difusora, que se encarrega de espalhar a luz uniformemente por toda a tela.



A tela de LCD em si é extremamente durável, normalmente precisando de troca apenas quando é trincada ou quebrada. As lâmpadas de catodo frio possuem uma vida útil estimada em entre 10 mil horas (nos notebooks mais antigos) e 30 mil horas (nos notebooks atuais) de uso contínuo. Temos ainda o FL inverter, cuja vida útil é quase sempre menor que a da lâmpada e a placa de circuito contendo o controlador da tela.

O defeito mais comum é a tela simplesmente "apagar", devido a falhas no sistema de iluminação. Olhando para a tela sob luz forte, você percebe que ela está funcionando, mas sem a iluminação não é possível vez com clareza.



Os problemas de tela apagada são quase sempre causados pelo FL Inverter. O FL Inverter raramente "queima", ele apenas perde eficiência com o uso, passando a fornecer uma tensão um pouco mais baixa que o normal. Com as lâmpadas de catodo frio é "tudo ou nada", se a tensão fornecida for apenas um pouco abaixo da normal, elas simplesmente não acendem.




Mesmo ao reduzir a luminosidade da tela (o que é feito reduzindo a luminosidade das luzes), é reduzida apenas a amperagem e não a tensão. Revisando: a amperagem determina a quantidade de energia que é fornecida, enquanto a tensão determina a vazão. Fazendo uma analogia com um rio, a tensão seria o comprimento do rio, enquanto a amperagem seria a vazão de água. É possível tanto ter uma tensão muito alta e uma amperagem muito baixa (como na saída do FL Inverter), quanto uma amperagem incrivelmente alta e uma tensão muito baixa, como no caso de um processador Pentium 4. Os 1300 volts de saída do FL Inverter podem eletrocutar uma pessoa, enquanto uma bateria de carro (que utiliza apenas 12 volts, porém com amperagem muito mais alta), é inofensiva.



Continuando, embora muito mais raro, existem casos em que as próprias lâmpadas queimam. Como é improvável que as duas queimem exatamente ao mesmo tempo, a tela ficará apenas "meio apagada", com um lado bem mais escuro que o outro. Em geral, apenas cerca de 5% dos defeitos de tela apagada são causados por queima das lâmpadas. O maior culpado é mesmo o FL Inverter.



Existe também uma pequena possibilidade do problema ser com a placa controladora, dentro da tela, ou com o próprio chipset de vídeo ou outro componente na placa mãe, o que pode causar sintomas diversos, desde a falta de uma das três cores primárias (deixando a tela com as cores alteradas), até distorções diversas na imagem.



O primeiro passo para consertar a maioria dos defeitos é desmontar a tela. Na maioria dos casos, é possível desmontar a tela diretamente, sem precisar removê-la da carcaça do note. Mas, é muito mais fácil e recomendável trabalhar na tela depois de removê-la:



Toda tela de notebook é desmontável, porém nem sempre isso é muito simples, pois temos sempre uma combinação de parafusos, encaixes e partes coladas.




A primeira coisa é encontrar e remover os parafusos. Eles são sempre escondidos embaixo das borrachinhas de apoio ou adesivos. Comece localizando e removendo cada com a ajuda da chave de fenda:





Este esquema, de um dos manuais da IBM, mostra as posições dos parafusos na tela de um Thinkpad T40:


Depois de remover todos, os parafusos, use um cartão magnético para desencaixar a parte frontal do bezel. Evite usar a chave de fenda, pois ela pode escorregar e fazer um risco "lindo" na tela. Normalmente, além dos encaixes, os fabricantes usam cola ou algum tipo de adesivo, o que torna alguns pontos bem duros de descolar.



Aqui temos a tela aberta:




O FL Inverter é uma plaquinha localizada na base da tela. Como ele é um componente que trabalha com alta tensão, ele vem sempre protegido por uma capa plástica.

Trocar o FL Inverter é uma tarefa simples, basta remover qualquer parafuso que o prenda à carcaça e soltar os dois conectores.




O FL Inverter é uma peça relativamente barata, que custa de US$ 60 a US$ 120, dependendo do modelo. Aqui no Brasil, os preços variam muito, de acordo com onde pesquisar. É possível também encontrar alguns com bons preços nos sites de leilão.



Se você tem um cartão de crédito internacional, a melhor opção é comprar diretamente no exterior. Pesquisando pelo part number (que quase sempre vem decalcado, ou impresso num adesivo), ou pelo modelo do note, você encontra diversas lojas que vendem peças de reposição, como a http://www.sparepartswarehouse.com/, http://www.impactcomputers.com e a http://www.laptoprepairco.com. Muitas delas enviam para o Brasil. Como se trata de um componente pequeno e barato, muitas vezes você nem vai precisar pagar os 60% de imposto.



É possível também ajustar a tensão de saída do FL Inverter, o que pode ser usado como uma solução emergencial, quando não encontrar outro para reposição, ou quando o preço for proibitivo.



Removendo a capa plástica, você encontra um potenciômetro (similar ao encontrado no laser dos drivers de CD-ROM) que permite ajustar a tensão de entrada do inversor. Girando-o para o sentido horário você aumenta a potência e para o sentido anti-horário a diminui.



Quase sempre, em casos onde o inversor não está queimado, você pode extender a vida útil do FL inverter aumentando um pouco a tensão de entrada. Gire o potenciômetro cerca 10 graus no sentido horário (ou seja 1/36 de uma volta completa, bem pouco). Em seguida, remonte a tela e faça o teste.



Se a tela voltar a apagar depois de algumas semanas de uso, você pode repetir o procedimento mais uma vez. Se ela falhar novamente depois de algum tempo, é hora de realmente trocar o FL Inverter.




O potenciômetro é extremamente sensível, por isso você deve sempre ajustá-lo em pequenos incrementos. Se você quiser um exemplo "marcante" do que acontece ao aumentar muito a tensão de entrada do FL Inverter, pegue um drive de CD condenado, desmonte e procure pelo trimpot, um parafusinho parecido com o regulador de tensão do FL Inverter, instalado próximo à lente do laser. Dê uma ou duas voltar completas, em sentido horário e monte novamente o drive. Ao ligar o micro e colocar um CD qualquer no drive, você vai ouvir um "vuuuummmm", seguido por um estalo e um leve cheiro de queimado. Desmonte novamente o drive e você verá vários componentes queimados próximos ao laser. O drive foi inutilizado de vez.



É mais ou menos isso que acontece ao aumentar demais a saída do FL inverter num notebook. Você pode queimar as lâmpadas, queimar de vez o próprio FL inverter, ou mesmo sobrecarregar os circuitos de alimentação na placa mãe, possivelmente inutilizando o equipamento. Como disse, ao ajustar o FL inverter, todo o cuidado é pouco. Você foi avisado.


Em casos onde o problema é com as lâmpadas, ou com o LCD em si, prossiga a desmontagem, removendo os parafusos que prendem a tela à carcaça:


Uma dica é que em casos de telas quebradas, sai muito mais barato comprar um LCD de segunda mão (trocando apenas o LCD e aproveitando a carcaça) do que comprar a tela completa. Em geral, cada fabricante trabalha com alguns poucos modelos de telas diferentes, mudando apenas a carcaça de um modelo para o outro. Muitas vezes, o mesmo modelo de LCD é usado em notebooks de três ou quatro marcas diferentes. Se a tela for do mesmo tamanho e usar o mesmo conector, é quase certeza que ela pode ser usada.




No caso desta tela da HP, o LCD é preso à carcaça por seis parafusos, quatro na base e mais dois na parte superior. Depois de remover a tela, você precisa retirar mais quatro parafusos, que prendem as dobradiças:




As antenas da placa wireless fazem parte da carcaça, e não da tela em si, por isso você não precisa se preocupar com elas ao substituir a tela. Apenas tome cuidado com os fios, pois eles são bastante frágeis.


Aqui temos a tela desmontada, esperando para ser substituída:

O alumínio que quase sempre envolve a tela serve como refletor, para evitar qualquer perda de luz e, ao mesmo tempo, como uma proteção para a tela enquanto está fora da carcaça.




Neste modelo ele é colado pelas bordas e por isso dá um bom trabalho removê-lo. É preciso usar um estilete para ir descolando cuidadosamente:


Aqui temos a placa lógica da tela. A parte branca é o difusor, responsável por espalhar a luz gerada pelas lâmpadas de catodo frio:


Note que o cabo flat e os fios do conector da placa mãe são bastante frágeis, por isso inspiram cuidado redobrado, entretanto apesar de frágeis o seu encaixe é bastante simples, e é a única coisa que se tem que fazer em termos de conexão elétrica.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

CURIOSIDADES SOBRE OS LACZYNSKI


Nosso colega Laczynski pesquisou as origens da sua família e veja o que descobriu.




Invasões da Polônia:


Na segunda metade do século XVII, os suecos invadem o país.

Contra eles unem-se austríacos, russos e dinamarqueses. As lutas que se seguem arruínam a Polônia e matam um terço da população.

No final do século XVIII, um amplo movimento por reformas resulta na adoção de nova Constituição, reinstalando a Monarquia hereditária. A aristocracia reage e apela para a intervenção de tropas russas e prussianas.




Os revolucionários são esmagados entre 1772 a 1795 - quando se realiza a partilha da Polônia entre Rússia, Prússia e Áustria ( a Alemanha como estado ainda não existia nesta época).

A Polônia só ressurge como Estado independente em 1918 que durou apenas até o inicio da II Guerra Mundial.



Durante esses períodos de conflito Frederico Chopin foi acolhido pela Família Laczynski para ensinar o idioma francês, pois na época era o idioma da burguesia.

Em 1632 o Rei Zygmunt III concedeu a Família Łączyński o direito ao uso do brasão do Clã Lubicz. Os Brasões eram concedidos pelo Rei ao fundador da família que se distinguiu por um ato de bravura em ataque ou defesa bélica.




MARIE LACZYNSKI (Foto ao lado) ( 1786 - KIERNOZIA / POLÔNIA e 1817-PARIS / FRANÇA ). Teve um filho com Imperador da França NAPOLEÃO BONAPARTE e existe hoje um busto dela no museu do Louvre.





JOZEF BENEDYKT LACZYNSKI  (Foto abaixo)- General do exército polonês de 1795 a 1814. Irmão de MARIE LACZYNSKI


JAN LACZYNSKI - Foi Burgrave na Cidade de Orneta entre o século XV e XVIII. Burgrave é o título do representante do Rei ou dono do castelo ( no caso um bispo ) a quem caberia a responsabilidade da gestão militar e administrativa da justiça na localidade.

Os poloneses com os sobrenomes terminados em “ski”, “cki”, ïc”, e “icz”, pertenciam a classe fidalga dos cavalheiros e classificados como proprietário rurais.

Anton Franz Laczynski( meu tataravô). nasceu na cidade polonesa de Orneta região originalmente polonesa, foi anexada a Prússia Oriental em 1772. Durante este período passou a se chamar Wormditt e pertencia ao distrito de Konigsberg.


1869 – Em 21 de junho, segundo o diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro ( nesta época se chamava Horto Real ) o senhor João Barbosa Rodrigues, em 1863 foi contratado Karl Glasl professor de agronomia em Viena, para dirigir a Escola Prática, que acabou assumindo a direção do Jardim Botânico . A escola foi inaugurada em 21 de junho de 1869 sendo nomeado seu diretor Anton Franz Laczynski

 


Polônia: a luta pela liberdade
Introdução

Desconhecida pela maioria dos brasileiros, a história da Polônia e dos poloneses, cuja imigração para o Brasil celebra 130 anos, foi marcada pela luta travada por eles nos últimos 200 anos, para atingir a liberdade e a independência política. Foram anos e anos de dor, de sangue e de lágrimas, que terminaram por fazer com que milhares de poloneses tivessem que abandonar o seu torrão natal para poderem ir ganhar a vida em outros cantos do mundo. O que se segue, esta síntese que ora apresentamos, é uma homenagem feita em forma de esclarecimento do verdadeiro épico que foi a história dos poloneses em direção à liberdade, somente há pouco alcançada.


Napoleão disse, certa vez, que geografia é destino. Com isso, ele queria enfatizar que os países e os povos têm sua existência e cultura determinada pela situação que ocupam no mapa geopolítico do continente a que pertencem. A nenhum outro país europeu aplica-se melhor isto do que à Polônia, nação eslava situada na Europa do Leste, fronteira entre dois mundos hostis.

Separando mundos hostis

“A Polônia é um grande Estado cercado de Estados ainda maiores e que possuem uma grande força ofensiva devida ao despotismo e à disciplina militar”.

J.J. Rousseau, 1772.

Hoje uma área um pouco superior a 300 mil km², coube à terra de Copérnico ficar numa espécie de limbo geopolítico, sempre ameaçado de ser assaltado por qualquer um dos pontos cardeais que a cercam. A Polônia, por igual, separa dois mundos culturais, étnicos e religiosos muito distintos: o germano e o eslavo. Ao seu oeste e ao norte, território das antigas tribos germânicas, encontram-se os prussianos, os saxões e os suecos de fé luterana, ao sul, os austríacos católicos. Ao leste, habitam os russos de fé cristã ortodoxa.

Para agravar sua delicada posição estratégica, a partir do século 16, ao sul avolumou-se a presença do Império Turco Otomano.

O fato de se situar a meio caminho entre o oeste e o leste, sentindo-se ameaçada por ambos, e de também ser o divisor de águas entre o Sacro Império Romano-Germano ao Ocidente, do Czarado de Moscou ao Oriente, tendo ainda por perto a presença do Sultão de Istambul nos seus limites meridionais, é a explicação mais convincente do ardoroso abraço dos poloneses à sua fé na religião cristã e sua lealdade à Roma.

Os poloneses, convertidos ao cristianismo no século X, firmaram-se, depois da Reforma Luterana, como os mais ardorosos seguidores do catolicismo do Leste Europeu, situação que, com o tempo, provocou a simbiose entre a nacionalidade e a religião: um verdadeiro polonês tinha de ser católico.

Vivendo ameaçada

Assim, foi esta situação geográfica, fragilizada ainda mais por ser um país de extensas planícies, destituído de proteções naturais, que modelou a vida e a história da Polônia nos últimos séculos.

Quando seus vizinhos estavam em paz entre si, tendiam a partilhar o território polonês entre eles; quando estavam em guerra, faziam-na sobre as terras polonesas. Historiadores apontam como um fator que realçou a debilidade política do reino polonês o fato da Szlachta(*), a nobreza local não ter jamais aceitado a existência de um sistema centralizado, algum tipo de monarquia absolutista como a que vingou na França, na Espanha e em outros países europeus a partir do século 16, que, entre outras coisas, mostrou-se um instrumento eficaz na defesa do estado-nacional em construção.

A adoção do princípio do liberum veto pela Sejm (Assembléia da Nobreza), a partir de 1652, implicava que qualquer integrante da instituição, lançando mão do poder de veto, podia paralisar o poder executivo. Deste modo, ao enfraquecer o braço do rei, pouca coisa podia esperar-se de ele ser eficaz em realizar uma boa guarda das fronteiras nacionais. No corpo político polonês daqueles tempos, como inúmeros tratadistas constataram, os membros paralisavam a cabeça.

Isso promovia a institucionalização da anarquia e não da liberdade.

Todavia, a ausência de um estado forte não foi impedimento para que a união entre o reino da Polônia e o grão-ducado da Lituânia, abarcando então vastas extensões de terra da Ucrânia, fizesse desta aliança o segundo reino mais extenso da Europa; tal situação durou por quase um século (dos 1.140 mil km² que possuía na ocasião viu-se reduzida a 990 mil km², em 1634).

A Primeira República

O acordo polaco-lituano, resultado do Tratado de Lublin, de 1569, foi denominado de Rzeczpospolita Obojga Narodów - também conhecido como a República dos Dois Povos - estendeu-se por quase um século, naufragando definitivamente em 1795.


A aproximação entre poloneses e lituanos, surgida devido à ameaça de expansão do Czarado de Ivan, o Terrível, (figura ao lado)  foi selada por uma coroa em comum encabeçada por um monarca escolhido pela Electio Viritim, um processo de eleição do rei feita nos moldes do sistema praticado pelo Sacro Império Romano-Germano, havendo ainda a presença ativa do Sejm, com poderes ressaltados.

O senado (composto por 81 bispos e demais dignitários) e a assembléia (formada por 54 posels, deputados representantes dos sejmiks, comarcas locais) tornaram-se árbitros dos destinos dos reis poloneses, impedindo a formação de um estado forte (sem que o regime polonês evoluísse para uma monarquia parlamentar de molde ocidental).


Szlachta, a nobreza polonesa.



O rei, ainda que bem pouca autoridade de fato exercesse, tinha o atributo de distribuir os cargos e as funções públicas como compensações aos serviços prestados ao estado, as ditas panis bene meritorum (a distribuição do pão merecido), que mesmo não sendoremunerados, resultavam na extração de bons rendimentos aos seus dignitários.

Rousseau, refletindo sobre o sistema político polonês, escreveu:
“Lendo a história do governo da Polônia, compreende-se com dificuldade como pode, um Estado tão singularmente constituído, subsistir por tão longo tempo. Um grande corpo formado por um grande número de membros mortos e por um pequeno número de membros desunidos, cujos movimentos todos, quase independentes uns dos outros, longe de terem um fim comum, se destroem mutuamente... que não pode oferecer resistência algum a quem desejar ofendê-lo...”.

(“Considerações sobre o Governo da Polônia”, 1772).

Dinastias Polonesas
Dinastia Período





Piast 960 – 1370





















Anjou 1370 – 1399





















Jagelões 1399 - 1572













Vaza 1587 - 1668

















Vettin 1670 - 1763
















(*) A nobreza polonesa dizia ter sua origem nos Sarmatas (daí Szlachta), uma tribo da qual pouco se conhece, famosa entre os antigos pelas virtudes cavaleiras. Nesse mito distinguia-se o sentimento da superioridade oriunda da condição estamental, mas não étnica ou religiosa. O sarmantismo tornou-se, com o tempo, uma autêntica característica nacional, obtendo a adesão de todas as classes sociais. 


(Jan Kieniewiscz – Polônia, identidade de um país).



Panorama social da Polônia


Não sem motivo a palavra Polônia deriva de pole, de terra plana lavrada, havendo nela milhares de acres de boa qualidade para serem usados pela agricultura e criação de gado. Estendiam-se, elas, para o leste, em direção às estepes da Ucrânia, região de terra negra, rica em trigo e outros grãos, quase sempre em mãos de grandes magnatas, senhores feudais que tinham ao seu serviço centenas de servos e pequenos lavradores, seus dependentes.


Naturalmente que a política do reino estava nas mãos deles, dos magnatas, não havendo na Polônia medieval, nem na moderna, uma sólida burguesia urbana que pudesse lhes arrancar o poder ou reduzirlhes os privilégios. Deste modo, tal como ocorrera na Rússia czarista, o liberalismo não deitou raízes no solo polonês, ficando a autoridade concentrada em governadores palatinos, dos castelões ou dos estarostes, todos integrantes da nobreza. Amantes das cavalgadas e das caçadas, as telas dos pintores poloneses, tais como Jan Chelminski, Josef Brandt, Ludwig Gedlek, e Tadeu e Sigismundo Ajdukiewicz, estão repletas de cenas onde os fidalgos apressam-se em se lançar pelas vastas estepes e inúmeros bosques atrás das presas selvagens.


Ainda que tendo o controle sobre o porto báltico de Gdansk (Danzig), a Polônia não conseguiu afirmar-se comercialmente nas águas internacionais, visto que, de alguma forma, sempre ficou tributária dos suecos ou dos russos, povos que, de fato, controlavam o grande lago do Norte, como o Mar Báltico era conhecido. Assim, o perfil agrícola, de terra voltada para a lavoura e criação, marcou profundamente a história política, social e cultural do país.


Não só isso: a alta dos preços dos gêneros, ocorrida ao longo do século 17, estimulou aprofundar na Polônia o fenômeno da chamada Segunda Servidão. Conforme aumentava o volume das exportações de grãos do Leste, para o Oeste, mais próspero, os grandes proprietários da Boêmia, da Polônia, da Lituânia e da Rússia lançaram mão de uma série de subterfúgios para arrancar mais e mais tributos e tempo de trabalho dos seus camponeses, encolhendo ainda mais seus já escassos direitos.






SOMOS TODOS CHAPECOENSES