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sábado, 30 de janeiro de 2010

LULA O ESTADISTA GLOBAL


Confesso que ao votar em Lula nas duas eleições em que foi eleito, eu não esperava tamanho sucesso. Efetivamente Lula me surpreendeu, e revelou-se efetivamente como diziam dele, um grande estadista, e se a imprensa Brasileira não reconhece isso, o MUNDO não se cansa de reconhecer. Veja algumas das premiações que enchem de orgulho a nós, todos nós que fazemos parte dessa nação chamada Brasil.


SÃO PAULO - Apesar da ausência do homenageado, o Fórum Econômico Mundial entregou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o prêmio "Estadista Global". Representando o presidente no encontro em Davos, Suíça, estava o chanceler Celso Amorim, que aceitou a honraria em nome de Lula e leu o agradecimento do presidente.

"Esse prêmio aumenta a minha responsabilidade como líder e a responsabilidade do país como um agente presente e ativo cada vez no ambiente global", afirmou Lula no texto. De acordo com as informações do Fórum, Lula destacou a luta contra a pobreza como a melhor arma para o desenvolvimento, para a paz e também para a proteção dos países contra as crises. "Essa lição absorvida pelo Brasil é aplicável a qualquer parte do mundo, rica ou pobre", continuou.

No texto lido por Amorim, Lula também conclamou os líderes mundiais a trabalhar para enfrentar os problemas das mudanças climáticas e dos fatores que geraram a crise financeira mundial. "Devemos governar com criatividade e justiça. E temos que fazer isso agora, antes que seja tarde demais."

Por causa de uma crise de hipertensão, Lula teve de cancelar a viagem que faria a Davos. Ele chegou a ser internado no fim da noite de quarta-feira em Pernambuco e depois seguiu para seu apartamento, em São Bernardo do Campo (SP), onde descansa e fará exames. O quadro foi atribuído ao estresse e à extensa agenda de compromissos. 

Postado em 24 de dezembro de 2009 por Mourão


PERSONALIDADE DO ANO
Pela primeira vez em sua história, o LE MONDE decidiu designar a personalidade do ano. “Sua” personalidade do ano. O exercício pode parecer duvidoso ou arranjado. O que distinguir? Segundo quais critérios? Em nome de que valores? Como se diferenciar de grandes e prestigiosos confrades estrangeiros, como o semanário americano Time, que depois de longo tempo segue nessa trilha, elegendo sua “person of de year”.


Nossas discussões foram então colocadas à luz do que nos parece sob a bandeira do MONDE. Posto que, depois de 65 anos, o título de nosso jornal é um convite ao olhar planetário, nós escolhemos uma personalidade cuja ação e a notoriedade tomaram uma dimensão internacional.


Preocupados de sair das escolhas obrigatórias que poderiam nos levar em direção ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (mas ele foi mais o homem de 2008 do que o de 2009), nós também eliminamos as personalidades “negativas”, ainda que sua ação seja determinante nas novas configurações mundiais: Vladimir Poutine e sua tentação-tentativa de reconstruir o império soviético; Mahmouud Ahmadinejad, onde cada palavra e cada ato são um desafio ao Ocidente.


Desde a sua criação, LE MONDE, marcado pelo espírito de análise de seu fundador, Hubert Beuve-Méry, quer ser um jornal de (re)construção, senão de esperança; ele veicula à sua maneira uma parte do positivismo de Augusto Comte, toma fato e causa para os homens de boa vontade. Eis porque, para esta primeira designação, que nós desejamos renovar cada ano, nossa escolha de razão e de coração é dirigida ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, conhecido pelo simples nome de Lula.


Nos pareceu que por seu caminho singular de antigo sindicalista, por seu sucesso no comando de um país tão complexo como o Brasil, pela sua preocupação com o desenvolvimento econômico, de luta contra as desigualdades e a defesa do meio ambiente, Lula tem merecido …. do mundo.



Editorial LE MONDE, 24.12.09 (Tradução livre de Mourão Cavalcante)

1º PREMIO.

Nações Unidas, 17/09/2008, (IPS) - O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o Prêmio ao Sucesso Internacional 2008, da agência de notícias Inter Press Service (IPS), por sua luta em favor do comércio justo e da igualdade econômica para o mundo em desenvolvimento.

A decisão de premiar o Presidente Lula foi tomada pela Junta de Diretores da IPS, presidida por Federico Mayor Zaragoza, ex-diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

A entrega do prêmio aconteceu na sede da Organização das Nações Unidas em Nova York no  dia 22 de setembro de 2008, antecedendo o segmento de alto nível da 63ª Assembléia Geral da ONU, para a qual compareceram mais de 150 líderes mundiais. O diretor-geral da IPS, Mario Lubetkin, atribuiu vários motivos para a decisão. “Reconhece-se no Presidente Lula o êxito de milhões de brasileiros terem escapado da pobreza”, disse Lubetkin. “Também o homenageamos por ter encabeçado uma campanha internacional contra a pobreza e a fome, que ajudou a mobilizar o apoio de outros líderes mundiais e de organizações internacionais”, acrescentou.

O Presidente Lula foi eleito em outubro de 2002 com cerca de 53 milhões de votos, e reeleito quatro anos depois com 58 milhões. Lubetkin disse que o mandatário brasileiro articulou as necessidades, os desejos e as visões dos países do Sul global e que chamou a atenção para o comércio justo, o multilateralismo, a globalização e, mais recentemente, sobre a crise alimentar e energética. “Como veterana agência de notícias do mundo em desenvolvimento, nos honra premiar o Presidente Lula”, acrescentou Lubetkin.

O Prêmio ao Sucesso Internacional da IPS foi criado em 1985 para homenagear jornalistas e líderes mundiais por sua contribuição para a paz, os direitos humanos, o poder de gênero, a governabilidade e a eqüidade social e econômica. Entre os já receberam este prêmio estão a ex-primeira-dama da África do Sul Graça Machel; a ex-primeira-dama da França Danielle Mitterrand; os ex-secretários-gerais da ONU Boutros Boutros-Ghali e Kofi Annan; o ex-presidente da Finlândia Martti Ahtisaari, e o Chamado Mundial de Ação contra a Pobreza (GCAP). (IPS/Envolverde) (FIN/2008)
 
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2º PREMIO
 
Em Julho de 2009, 0 presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, em Paris, o prêmio Félix Houphouët-Boigny concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura).

Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula “por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos”.

Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, Yasser Arafat, ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.

Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz.

Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula.

Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, “o senhor assume novas responsabilidades na história”.

Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. Dos três grandes jornais nacionais, apenas O Globo destacou a entrega do prêmio no alto da capa.

Para o Estadão, mais importante do que o prêmio recebido por Lula foi a manifestão de dois ativistas do Greenpeace que exibiram faixas conclamando Lula a salvar a Amazônia e o clima. “Ambientalistas protestam durante premiação de Lula”, foi o título da página A7 do Estadão.

O protesto do Greenpeace foi também o tema das únicas fotografias publicadas pela Folha e pelo Estadão. No final do texto, o Estadão registrou que Lula pediu desculpas aos jovens ativistas, retirados com truculência pela segurança, e “reverteu o constragimento a seu favor, sendo ovacionado pelo público que lotava o auditório”.

“O alerta destes jovens vale para todos nós, porque a Amazônia tem que ser realmente preservada”, afirmou Lula em seu discurso, ao longo do qual foi aplaudido três vezes quando pediu o fim do embargo a Cuba e a criação do Estado palestino, e condenou o golpe em Honduras.

“Sinto-me honrado de partilhar desta distinção. Recebo esse prêmio em nome das conquistas recentes do povo brasileiro”, afirmou Lula para os convidados das Nações Unidas.

A honraria inédita concedida a um presidente brasileiro, motivo de orgulho para o país, também não mereceu constar da escalada de manchetes do Jornal Nacional. A notícia da entrega do prêmio no principal telejornal noturno saiu ensanduichada entre declarações de Lula sobre a crise no Senado e o protesto do Greenpeace.


O que ganhou destaque na escalada e no noticiário foi a comemoração pelos quinze anos do Plano Real promovida no plenário do Senado, em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aproveitou para atacar Lula.

Diante da manifesta má-vontade demonstrada pela imprensa neste episódio da cobertura da entrega do Prêmio da Unesco, dá para entender porque o governo Lula procura formas alternativas para se comunicar com a população fora da grande mídia.


Exageros à parte, na minha modesta opinião, o fato é que Lula não deixa de ter razão quando se queixa de uma tendência da nossa mídia de inverter a máxima de Rubens Ricupero, aquele que deu uma banana para os escrúpulos.

“O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga”, parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país.

Valeu, Lula. Parabéns!

 
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3º PRÊMIO
 
Da BBC Brasil em Londres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, ao receber um prêmio internacional nesta quinta-feira em Londres como "o estadista que fez mais pelas relações internacionais no último ano", que a premiação "é uma homenagem ao povo brasileiro" e não apenas uma "distinção pessoal".

"Foi esse povo o principal protagonista da grande transformação pela qual o Brasil está passando nos últimos anos. Transformação que deu a meu país a visibilidade internacional de que hoje desfrutamos", afirmou Lula após um jantar de gala na cerimônia de premiação.
O prêmio anual foi concedido pela prestigiosa instituição Chatham House (Instituto Real de Assuntos Internacionais), para a qual o presidente brasileiro é "um dos principais facilitadores da estabilidade e da integração na América Latina".

Lula concorreu ao prêmio ao lado do ministro saudita de Relações Exteriores, príncipe Saud Al-Faisal bin Abdulaziz al-Saud, e da presidente da Libéria, Elle Johsnson-Sirleaf.

Integração

Nos anos anteriores, o prêmio foi concedido ao presidente de Gana, John Kufuor, em 2008, a Sheikha Mozah, uma das três primeiras-damas do Catar, em 2007, e ao ex-presidente moçambicano Joaquim Chissano, em 2006.

No discurso após a premiação, Lula disse querer contribuir para a construção de "um mundo mais justo e mais solidário" e afirmou que o Brasil deve associar seu desenvolvimento ao da América do Sul.

"É ilusão imaginar que podemos ser uma ilha de bem-estar em meio a um mar de expectativas frustradas", justificou.

Segundo Lula, o Brasil está realizando "um processo de integração solidária do continente, sem pretensões hegemônicas, sem busca de liderança, perseguindo, sobretudo, a redução das assimetrias que ainda separam os países da região".

Novos mecanismos

A cerimônia da entrega do prêmio Chatham House 2009 a Lula foi o último compromisso dos dois dias de visita do presidente brasileiro a Londres.

Pela manhã, ele participou, ao lado dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Dilma Rousseff, da Casa Civil, e dos presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e do BNDES, Luciano Coutinho, do seminário "Investindo no Brasil", organizado pelo jornal Financial Times, para falar sobre oportunidades de investimento no país.

No discurso após a entrega do prêmio, ele voltou a defender, como havia feito pela manhã no seminário, uma reforma ampla dos organismos multilaterais para aumentar a participação dos países em desenvolvimento.

"As instituições multilaterais surgidas no final da Segunda Guerra Mundial envelheceram. Não estão mais adequadas à nova geografia econômica e política mundial deste princípio deste século", afirmou Lula.

"O G20 possivelmente impediu que o pior ocorresse, mas há muito o que fazer. Os pequenos sinais de melhoria da economia podem impedir a realização de reformas de fundo, sem as quais a humanidade poderá reincindir – de forma mais grave – na crise", disse Lula.


Segundo ele, "são necessários efetivos mecanismos de regulação, fim dos paraísos fiscais e o combate implacável ao protecionismo".


O presidente aproveitou ainda seu discurso para reafirmar a postulação brasileira a uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU.


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Apesar de tanto sucesso, assistimos à uma malhação enorme da tal ELITE EGOISTA E INCOMPETENTE, como dizia o Brizola.
Um dos protagonistas dessa malhação quem diria, foi o CAETANO VELOSO. O mesmo que vivia de braços com o Antonio Carlos Magalhães de triste memória. O citado cantor, fez observações deprimentes sobre o Presidente LULA, tachando-o de grosseiro e analfabeto, o que evidentemente é uma Calúnia. Isso ensejou um movimento de protesto do Site ABOBRINHAS.

VEJA UM COMENTÁRIO
Esse post é apenas para expressar o quanto estou enojada de Caetano Veloso, de seu preconceito, das merdas que ele fala e enojada com o jornal O Globo, que apenas se concentrou em explorar o que achou ou deixou de achar Marina Silva e seus partidários a respeito dos "elogios" feitos por Caetano. É incrivel como algumas crenças como esta de que Lula é o eterno retirante "analfabeto" se perpetuam principalmente entre os setores da classe média que tem como iterlocutor um sujeito que se sente "o intelectual", a última coca-cola do deserto!

Quando Caetano chama Lula de analfabeto, ele não apenas ofende o presidente (que é de origem humilde sim e não se esqueceu disso), mas também ofende milhares de brasileiros que muitas vezes não tem grau de instruçao algum, mas que não deixam de ser brasileiros, de ser cidadãos, e de merecer respeito. Infelizmente uma parte da societada, muito conservadora, pensa ainda que política não é terreno para as massas mas sim para aqueles que falam bem e bonito, e possuem um diploma para pendurar na parede.

Por isso vou aderir ao movimento "Vá a merda, Caetano!", lançado pelo Abobrinhas, e deixar aqui do lado, por um tempo, a thumb da "singela" charge em "homenagem" a esse pseudo-intectual de merda.
 
VEJA O PORQUÊ DO SUCESSO DO PRESIDENTE LULA:

1) Redução da Taxa Selic de 25% ao ano para 14,75% ao ano e que continuará em queda:





2) Redução da Taxa de Inflação de 12,5% em 2002 (IPCA) para 4% nos últimos 12 meses (IPCA);


3) Aumento das exportações de US$ 60 bilhões, em 2002, para US$ 128 bilhões nos últimos 12 meses, crescendo 113%;


4) Maior aumento Real do salário mínimo, de 75% contra uma inflação acumulada de apenas 26%, que tem o maior poder de compra dos últimos 24 anos, segundo o Dieese;




5) Superávit comercial acumulado de US$ 129 bilhões, contra um déficit comercial de US$ 8,7 Bilhões em 8 anos de governo FHC;




6) Redução da Dívida Externa de US$ 210 bilhões, em 2002, para US$ 157 bilhões em 2006;


7) Superávit em transações correntes de US$ 33 bilhões durante o governo Lula, contra um déficit em transações correntes de US$ 186 bilhões durante o governo FHC;


8) O maior número de ações da Polícia Federal de toda sua história, prendendo mais de 3000 pessoas envolvidas em todo o tipo de crime (corrupção, sonegação de impostos, contrabando, tráfico de armas, etc);


9) criação do ProUni, permitindo que mais de 240 mil estudantes carentes possam cursar uma Faculdade;


10) Criação do Bolsa-Família, programa social de transferência de renda fortemente elogiado pelo ONU, FMI e Banco Mundial, entre outros, que o consideram como exemplo a ser seguido por outros países emergentes;


11) Acúmulo de sucessivos lucros recordes pela Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES;


12) criação do programa de crédito consignado, com taxas redudidas, bem inferiores à do mercado, que permitiu que milhões de pessoas pudessem pagar dívidas do cheque especial, cartão de crédito, que cobram juros muito mais elevados;


13) criação do programa de micro-crédito e de inclusão bancária, beneficiando vários milhões correntistas de baixo poder aquisitivo, que antes não tinham acesso à conta corrente;


14) Crescimento econômico acumulado de 7,3% em 2004/2005, resultando num aumento de 5% na renda per capita do país em 2 anos.




15) Redução da Relação Dívida/PIB de 55,5%, em 2002, para 50,3% do PIB em 2006;


16) Aumento da produção industrial em 11% entre 2003/2005;




17) subida do Brasil no ranking das maiores economias do mundo, da 15a. posição em 2002 para a 11a. posição em 2005, com o PIB subindo de US$ 459 bilhões, em 2002, para US$ 795 bilhões em 2005;


18) Queda do Risco-País de 1500 pontos, no final de 2002, para apenas 205 pontos em 2006, chegando ao menor nível da História;


19) Queda da taxa de desemprego de 11,6% em Junho de 2002 para 10,4% em Junho de 2006;


20) Redução de impostos para bens de capital (máquinas e equipamentos), micros e pequenas empresas (reajustando a tabela do Simples em 100%), para negociação de imóveis, materiais de construção civil, computadores pessoais (hardware e software);


21) reajuste da tabela do Imposto de Renda em 18% em 4 anos, contra apenas 17,5% em 8 anos de governo FHC;


22) 6 milhões de pessoas subiram para a classe média, melhorando suas condições de vida;


23) redução da miséria para o menor patamar desde 1992, caindo de 27,26% do total em 2003 para 25,08% do total em 2004.


24) Criação de mais de 4,5 milhões de empregos formais;


25) retomada da indústria naval, que recebeu investimentos de R$ 1,5 bilhão do Governo Federal entre 2003/2005.


26) As reservas internacionais líquidas subiram de US$ 16 bilhões, em 2002, para US$ 69 Bilhões, atualmente;


27) Aumentou a participação do Brasil no total das exportações mundiais, que passou de 0,96%, em 2002, para 1,14% em 2005, pois as exportações brasileiras cresceram muito mais do que as exportações mundiais. Enquanto isso, no governo FHC, as exportações brasileiras perderam espaço nas exportações mundiais, caindo de 1,04% do total, em 1994, para apenas 0,96% do total em 2002, pois as exportações brasileiras cresceram muito menos do que as exportações mundiais.


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