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domingo, 24 de novembro de 2013

COMO UTILIZAR HDs e PENDRIVES PARA ARMAZENAR VIDEOS PARA SEREM VISTOS EM TVs COM PORTA USB E DVDs E BLURAY PLAYERS COM ENTRADA USB.




Hoje em dia há vários dispositivos que utilizam portas USBs para exibir filmes. Existem também três versões de portas USB. A primeira que práticamentecaiu em desuso é a porta USB padrão 1.0. A mais comum hoje é a porta USB (Universal Serial Bus) 2.0 e atualmente chegou ao mercado a porta USB 3.0 que é ainda mais veloz.



O que é USB 3.0
O USB 3.0 surgiu porque o padrão precisou evoluir para atender novas necessidades. Mas, no que consiste exatamente esta evolução? O que o USB 3.0 tem de diferente do USB 2.0? A principal característica você já sabe: a velocidade de até 5Gbps, que corresponde a cerca de 600 megabytes por segundo, dez vezes mais que a velocidade do USB 2.0. Nada mal, não?
Mas o USB 3.0 também se destaca pelo fator alimentação elétrica: o USB 2.0 fornece até 500 miliampéres, enquanto que o novo padrão pode suportar 900 miliampéres. Isso significa que as portas USB 3.0 podem alimentar dispositivos que consomem mais energia.
É claro que o USB 3.0 possui as características que fizeram as versões anteriores tão bem aceitas, como Plug and Play (plugar e usar), possibilidade de conexão de mais de um dispositivo na mesma porta, hot-swappable (capacidade de conectar e desconectar dispositivos sem a necessidade de desligá-los) e compatibilidade com dispositivos nos padrões anteriores.

Sobre o funcionamento do USB 3.0
Como você já sabe, cabos USB 3.0 trabalham com 9 fios, enquanto que o padrão anterior utiliza 4: VBus (VCC), D+, D- e GND. O primeiro é o responsável pela alimentação elétrica, o segundo e o terceiro são utilizados na transmissão de dados, enquanto que o quarto atua como "fio terra".
No padrão USB 3.0, a necessidade de transmissão de dados em alta velocidade fez com que, no início, fosse considerado o uso de fibra óptica para este fim, mas tal característica tornaria a tecnologia cara e de fabricação mais complexa. A solução encontrada para dar viabilidade ao padrão foi a adoção de mais fios. Além daqueles utilizados no USB 2.0, há também os seguintes: StdA_SSRX- e StdA_SSRX+ para recebimento de dados, StdA_SSTX- e StdA_SSTX+ para envio, e GND_DRAIN como “fio terra” para o sinal.
O conector USB 3.0 B pode contar ainda com uma variação (USB 3.0 B Powered) que utiliza um contato a mais para alimentação elétrica e outro associado a este que serve como "fio terra", permitindo o fornecimento de até 1000 miliampéres a um dispositivo.
Quanto ao tamanho dos cabos, não há um limite definido, no entanto, testes efetuados por algumas entidades especialistas (como a empresa Cable Wholesale) recomendam, no máximo, até 3 metros para total aproveitamento da tecnologia, mas esta medida pode variar de acordo com as técnicas empregadas na fabricação.


No que se refere à transmissão de dados em si, o USB 3.0 faz esse trabalho de maneira bidirecional, ou seja, entre dispositivos conectados, é possível o envio e o recebimento simultâneo de dados. No USB 2.0, é possível apenas um tipo de atividade por vez.

O USB 3.0 também consegue ser mais eficiente no controle do consumo de energia. Para isso, o host, isto é, a máquina na qual os dispositivos são conectados, se comunica com os aparelhos de maneira assíncrona, aguardando estes indicarem a necessidade de transmissão de dados. No USB 2.0, há uma espécie de "pesquisa contínua", onde o host necessita enviar sinais constantemente para saber qual deles necessita trafegar informações.
Ainda no se que se refere ao consumo de energia, tanto o host quanto os dispositivos conectados podem entrar em um estado de economia em momentos de ociosidade. Além disso, no USB 2.0, os dados transmitidos acabam indo do host para todos os dispositivos conectados. No USB 3.0, essa comunicação ocorre somente com o dispositivo de destino.


A partir dai muitos podem ter pensado, que poderiam utilizar HDs portateis para armazenar videos e poder vê-los em uma TV ou DVD ou BLURAY players que tivessem porta USB.

No princípio não funcionou. Isso porque os dispositivos como TVs, DVDs e BluRAYs Players só reconhecem dispositivos formatados em FAT32 que é a famosa (FILE ALOCATION TABLE) Tabela de Alocação de Arquivos do antigo DOS (Digital Operation System) e também dos primeiros Windows. 

NA FAT32, cada CLUSTER tem 8 Bytes, e para que o computador possa gravar ou ler no disco rígido, ele irá precisar acessar poções mínimas de armazenamento que são exatamente os CLUSTERS, e cada cluster tem 8 bytes. Isso significa que se você tem um arquivo que ocupa apenas um BYTE e precisar armazena-lo, ele irá consumir 8 bytes, porque o computador precisará de um cluster no mínimo para armazena-lo. 

É obvio que isso consome espaço de armazenamento e por isso a Microsoft criou a FAT NTSF em que cada cluster tem apenas 4 bytes. Bem melhor.

Acontece que os PEN-DRIVES utilizados para esses dispositivos de leitura normalmente são formatados em FAT-32. É obvio que se poderá formata-los também em FAT NTSF mas nesse caso os videos ai gravados também não serão reconhecidos nesses dispositivos, mas tão sómente em computadores que já tem os drivers necessários para NTSF.

Para formatar no entanto HDs e Pen Drives em FAT-32, normalmente o Windows não tem os drivers. Você pode tentar formatar um PENDRIVE em FAT-32 pelo Windows e não conseguirá. Para isso estamos disponibilizando aqui alguns programinhas que fazem isso que o Windows não faz. Formatam PEN-DRIVES e HDs em FAT-32.

BAIXE-OS AQUI ou clicando no link abaixo.

https://mega.co.nz/#!c8ZyyJJI!NvTQaBaCnbxYEH013O44YjCkKaYFQGQPA7SCw7tOpRA


Prós
  • Permite formatar HD fat32
Contras
  • Sem interace, funciona mediante linha de comandos
  • Não é fácil de usar



Entenda o que é o FAT32 (File Allocation Table ou Tabela de Alocação de Arquivos), o NTFS (New Technology File System) é o sistema de arquivos padrão para o Windows NT e seus derivados, e ExFat é o que chamamos de uma FAT de 64 bits.

Ela é muito mais veloz que a FAT32 que já conhecemos. É ideal para pen-drives que serão usados com grandes arquivos, ou mesmo HD's em que a velocidade de acesso é essencial e não se precisa dos recursos de segurança e journaling do NTFS.



O que é NTFS


O New Technology File System, conhecido como NTFS, trata-se de um sistema de arquivos que surgiu juntamente com o lançamento do Windows NT. A grande desenvoltura e excelente desempenho foi o fator determinante para que ele fosse adotado nos sistemas operacionais que surgiram depois do da Microsoft, como Windows XP, Windows Vista, Windows 7 e Windows Server 2008.

O NTFS possui várias características, em caso de falhas, por exemplo, quando o computador tem um desligamento repentino, ele tem a capacidade de reverter os dados para a condição anterior ao problema. O NTFS também possui a característica de suportar uma replicação de dados, como acontece nos sistemas RAID, por exemplo. O esquema de permissões de acesso é outra característica do NTFS. O NTFS dá a possibilidade do usuário definir quem pode e, como acessar pastas ou arquivos. Ele também possui muita eficiência no trabalho com grandes arquivos e também unidades de discos bastante cheias.


O que é FAT


FAT é a sigla para File Allocation Table, em português, Tabela de Alocação de Arquivos. A primeira versão do FAT surgiu no ano de 1977. 

Nesta época era usado no sistema operacional MS-DOS e permaneceu padrão até o Windows 95. O FAT é um sistema de arquivos que tem seu funcionamento baseado em uma tabela representativa que possui a capacidade de indicar onde estão os dados de cada arquivo. 

A tabela usada possui função de guiar onde está localizado cada bloco e também onde estão divididos os arquivos gravados. O FAT, com o passar do tempo e surgindo assim, a necessidade de aperfeiçoamento, ganhou sucessores. Surgiu assim, o FAT12 e FAT16. O FAT12, praticamente não foi muito usado, o FAT16, por sua vez, foi padrão dos sistemas operacionais da Microsoft por bastante tempo.

A partir da grande necessidade de aperfeiçoamento do sistema, o FAT ganhou mais versões. No ano de 1996 a Microsoft lançou o FAT32, que se tornou o sistema de arquivos do Windows 95 (versão OSR 2) e do Windows 98. Ele também é compatível com versões lançadas a não muito tempo, como Windows 2000 e Windows XP, mesmo que estes possuam um sistema de arquivos mais avançado, o NTFS. 

O FAT trabalha com grupos de setores, não separadamente, assim, cada um recebe o nome de cluster ou unidade de alocação. No FAT16, cada cluster pode ter o seguintes tamanhos: 2 KB, 4 KB, 8 KB, 16 KB e, por fim, 32 KB. A definição desse tamanho é igual pois não pode ter tamanhos diferentes de clusters em uma mesma unidade de armazenamento.


Quando um arquivo é gravado, cada um deles utiliza tantos clusters forem necessários para cobrir o seu tamanho. Se, por exemplo, tivermos um arquivo com 50 KB, é possível guardá-lo em dois clusters de 32 KB cada. No geral, o tamanho dos clusters já é definido na instalação do sistema operacional, na etapa de formatação da unidade de armazenamento. O FAT possui melhor funcionamento em pequenos volumes de disco, comparando ao NTFS, pois ele diminui consideravelmente o overhead de controle, deste modo podemos dizer que, ele é menos pesado e deixa mais bytes livres para os dados em questão.

FAT32

O sistema de arquivos FAT32 utiliza 32 bits no endereçamento de dados. No FAT16, quanto maior o espaço em disco, maior é o tamanho do cluster. Com o FAT32, é possível usar clusters menores, no geral de 4 KB, mesmo que a unidade ofereça maior capacidade de armazenamento. Assim, o desperdício acaba sendo menor. O sucesso da grande compatibilidade do FAT32 com programas, drivers de dispositivo e as redes existentes, foi reestruturado com o mínimo de alterações na arquitetura do Windows, nas estruturas de dados internos, em APIs e também no formato no disco. Como o FAT32 precisa de 4 bytes para poder armazenar valores do cluster, várias estruturas de dados internos e no disco e APIs publicados foram refeitas ou mesmo expandidas. Ferramentas e drivers existentes continuarão funcionando em unidades FAT32.
No entanto, o MS-DOS bloqueia drivers de dispositivo, e as ferramentas do disco precisarão ser revisadas para poder suportar as unidades FAT32. 

As ferramentas de disco agrupadas da Microsoft, como o Format, Fdisk, Defrag e ScanDisk com base no MS-DOS e no Windows, foram revisadas afim de proporcionar um bom funcionamento com o FAT32. Com o FAT32, o desperdício em disco teve bastante redução. Para ter uma ideia exata, O FAT16, seu antecessor, usava clusters de até 64 KB, agora, o FAT32 pode utilizar clusters de 4 KB. A grande parte dos drives removíveis como PenDrives, Discos USB e Disquetes, utilizam o FAT12, 16 ou 32 como sistema de arquivos.

Seguramente podemos dizer que o FAT32 é mais confiável. Ele tem a capacidade de posicionar o diretório principal em qualquer lugar do disco. Comparando com os sistemas antigos de FAT, havia uma grande limitação no número de entradas que podiam ser alocadas no diretório principal. Com o FAT32 não há essa preocupação. O FAT32 tem a capacidade de suportar partições de até 2 TB.

O que é exFAT


Percebendo estes problemas, a Microsoft criou uma extensão ao atual FAT32, que é o FAT64, também chamado exFAT. O exFAT pode ser instalado sem custos em qualquer computador XP, Vista, Windows 7, 2003, etc.

ExFat é o que chamamos de uma FAT de 64 bits. Ela é muito mais veloz que a FAT32 que já conhecemos. É ideal para pen-drives que serão usados com grandes arquivos, ou mesmo HD's em que a velocidade de acesso é essencial e não se precisa dos recursos de segurança e journaling do NTFS. Para tanto, quem possui Pen-drives com 4Gb ou mais de suporte, e quer gravar no dispositivo arquivos com mais de 2 Gb encontra problemas. 

Sabemos que o formato padrão para pen-drives é o FAT32. No entanto, também sabemos que o FAT32 suporta tamanho máximo de arquivos de 2 Gb. Assim, se você pretende gravar um arquivo grande no pen-drive seria necessário desmembrá-lo em arquivos menores ou mesmo usar o sistema de arquivos NTFS, porém, não é recomendado, pois reduz a vida útil do pen-drive em até 75%.


Para entender melhor cada um deles, veja o comparativo:


NTFS em comparação com FAT e FAT32
  • Cria partições maiores que 32GB; 
  • Tem capacidade de compactar arquivos e economizar espaço em disco;
  • Conta com melhor gestão de espaço, assim, gerando menos fragmentação;
  • Possui menos espaço desperdiçado;
  • Conta com on-the-fly a criptografia de arquivos usando o EFS (Encrypting File System, o Windows Professional).

FAT e FAT32 RELAÇÃO AO NTFS

  • É compatível com todos os sistemas operacionais;
  • Ocupa menos espaço no disco USB;
  • Trabalha de forma mais rápida e com menos uso de memória.

exFAT comparação com FAT e FAT32
  • Conta com leitura e escrita de arquivos maiores que 4 GB;
  • Capacidade de criar partições do disco com mais de 32 GB;
  • Possui melhor gerenciamento de espaço;
  • Conta com menos fragmentação.

Examine um Flash Drive
















ASSISTINDO E GRAVANDO VIDEOS EM PEN DRIVES PARA EXIBIÇÃO EM APARELHOS QUE TEM ENTRADA USB.

O melhor formato para você assistir vídeos em dispositivos diferentes do computador é o formato MP4 que tem diversos codecs.

Use o programa FORMAT FACTOY para converter qualquer formato de vídeo para o padrão MP4.

Óbviamente que quanto maior o tamanho, maior será a qualidade. Formatos em HD serão sem dúvida melhores. Isso porque o padrão MP4 tem diversos CODECS assim também como o padrão AVI.

Esse programinha o FORMAT FACTORY também é muito bom para copiar vídeos do You Tube que hoje tem práticamente de tudo. É só botar na busca. Você copia a URL do vídeo clicando na tela do You Tube com o botão direito do mouse e a seguir em copiar e depois abre o Format Factory na sessão de DOWNLOADS e na tela da URL clica com o botão direito do mouse e escolhe a opção colar. A seguir é só dar a partida para iniciar a cópia.

Baixe o programa Format Factory aqui ou no link abaixo.

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