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sábado, 14 de fevereiro de 2026

O FUTURO É HOJE.

 


A melhor solução para quem deseja migrar de uma tecnologia que tende a ser ultrapassada para as modernas tecnologias, como a dos carros elétricos, não é necessariamente o carro elétrico.

O carro elétrico é fantástico, com muita tecnologia embarcada, dispensa o uso de combustíveis fósseis, e é muuuito mais barato quando se compara com os carros convencionais a gasolina, ou etanol. O carro elétrico tende a ter muito menos problemas de manutenção, pois tem menos peças que sofrem desgaste. O motor elétrico é um item infinitamente mais simples do que um motor a combustão, com tecnologia consagrada e terá muito menos defeitos na sua vida útil do que um motor a combustão. Tem a vantagem de entregar potência máxima na partida, contrariamente aos motores a combustão. Dessa forma pode partir quase em velocidade máxima.




Os maiores problemas do carro elétrico são em primeiro lugar os pontos de abastecimento. No Brasil existem poucos pontos de abastecimento. Alguns circuitos simplesmente não apresentam existência desses pontos, e isso inviabiliza a utilização do carro elétrico em certos trechos de viagem. Se alguém pretende fazer uma viagem precisará antes verificar onde existem pontos de abastecimento elétrico no percurso pretendido, e é bom que não se dependa de apenas um, já que é impossível saber se está funcionando. Vai que na hora H, o ponto não esteja operacional. Isso é um sério problema que limita muito o uso do carro elétrico. O outro problema que impede que o carro elétrico seja de pronto um carro barato e popular, é o preço da bateria. O preço da bateria pode chegar a representar de 40 a 50% do preço do carro total.

Tirando isso, se o uso é para deslocamento urbano e se é possível colocar um carregador na garagem de casa, não tem coisa melhor.

A bateria pode ter uma grande durabilidade desde que seja utilizada regularmente. Que não se deixe muito tempo parada.

Os primeiros carros híbridos são de 1999 e não deram defeito no banco de baterias até hoje.

Entretanto a Toyota criou um sistema perfeito que é o sistema hibrido e que elimina a necessidade de abastecimento elétrico, porque o abastecimento da bateria é feito pelo próprio carro, que tem um motor a combustão, e esse motor tem como uma das suas funções carregar o banco de baterias.



No carro hibrido, o banco de baterias não é projetado para ser o principal sistema de propulsão do veiculo. É um sistema inteligente. No caso do Hibrido Prius, Há um motor a propulsão que tem um motor a combustão com o ciclo Atkinsons. Esse carro tem um excelente rendimento quando o carro está em velocidades maiores a partir de 60 km/hora. Quando o carro está em baixa velocidade, esse motor com esse ciclo, não apresenta um bom rendimento, mas o motor elétrico sim. Por esse motivo, quando o carro está em velocidade mais baixa, até 60 km/h, o motor elétrico é solicitado. No caso da bateria descarregar, o motor a combustão entra mesmo com o carro parado para recarregar o banco de baterias. 

Durante a viagem os dois motores trabalham em conjunto para proporcionar o melhor rendimento.

Sem dúvida no quadro atual, o carro hibrido é a melhor opção.