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sábado, 9 de abril de 2011

O seguro de automóveis.

“60% da frota brasileira é segurada.”

Há algumas décadas acreditava-se que apenas 20% da frota brasileira de veículos era segurada. Na pesquisa efetuada pela CORRECTA SEGUROS percebemos que o volume de veículos segurados é muito maior, oscilando em torno de 60% da frota no Brasil.

Em 2007, segundo dados da ANFAVEA, houve um acréscimo de 2.220.488 nos licenciamentos de veículos novos no mercado interno, indicando um crescimento estimado da frota em 9,2% (excelente crescimento se compararmos aos últimos anos onde a frota cresceu respectivamente 5%, 4% e 4% nos anos de 2006 e 2005 e 2004) já o mercado de seguros de automóveis cresceu 6% neste mesmo período. Assim sendo, teremos em 2007 aproximadamente 58,64% da frota segurada.

2006 2005 2004 2003
Frota estimada: 24.069.000 23.023.000 22.172.000 21.357.000
Veículos segurados: 14.543.819 14.467.211 12.668.033 12.955.425
%* 60% 63% 57% 61%
Fontes: Anfavea, Susep, Pesquisa própria. 
*Cálculo utilizando o número de expostos, prêmio total e prêmio médio.

“Da frota de veículos rodando nas regiões
metropolitanas de Rio e São Paulo,
poucos são roubados.”

Outro paradigma quebrado na pesquisa da CORRECTA SEGUROS é de que o Rio de Janeiro e São Paulo têm os maiores índices de veículos roubados. Talvez sim em termos absolutos, pois as maiores frotas estão localizadas nessas praças. Segundo a ANFAVEA o ranking de licenciamento dos veículos é o seguinte: 35,77% dos veículos rodam em São Paulo, seguido por Minas Gerais com 10,36% e do Rio de Janeiro com 8,48%. Ou seja, mais da metade dos veículos do Brasil estão rodando apenas nesses 3 Estados.

Mas na verdade, em termos relativos, eles estão muito abaixo da média nacional. Apenas 1,45% dos veículos segurados nas regiões metropolitanas de Rio de Janeiro e São Paulo apresentam reclamação (sinistro) de roubo às seguradoras. Enquanto a média nacional é de que 6,3% dos veículos segurados reclamam sinistro de roubo às companhias seguradoras.
Uma boa notícia para quem se preocupa com o roubo de carro: está cada vez mais difícil ver seu automóvel sumir na rua. "Aquela figura 'romântica' do ladrão que entrava no carro usando uma mixa (chave falsa), puxava alguns fios e fazia ligação direta está cada vez mais rara", afirma o delegado de furto e roubo de veículos do Rio Grande do Sul, Eduardo de Oliveira. Ele diz que a evolução do aparato antifurto - chaves codificadas, alarmes sofisticados e bloqueadores - tornou a vida dos ladrões mais difícil. Mas, agora, a má notícia: Oliveira explica que isso provocou um crescimento do número de assaltos, colaborando para o aumento da violência nas cidades.

Embora sejam usados como sinônimos, pela letra da lei o furto e o roubo de veículos são crimes bem diferentes. De acordo com o Código Penal, roubo acontece "mediante grave ameaça ou violência a pessoa", quase sempre a mão armada. Já o furto ocorre sem ação violenta - ou seja, na ausência do dono. Segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública, de cada dez ocorrências registradas em 2005, quatro eram de roubo e seis de furto. Mas Oliveira explica que a tendência é que o número de roubos a mão armada logo ultrapasse o de furtos.

O domínio do desmanche

Os dados assustam: em 2005, foram levados 357 855 veículos no país - um a cada 90 segundos. Na frota segurada, de 2001 a 2005 o total de roubos/furtos subiu 41%, enquanto essa frota cresceu só 25%. O destino da maior parte deles continuam sendo os desmanches ilegais, onde são retiradas as peças de maior procura para abastecer o mercado paralelo. "O índice de roubos de cada modelo está relacionado à procura dessas peças, levando-se em conta preço, grau de uso e escassez delas no mercado original", diz Marcelo Goldman, diretor da AGF Seguros. É só olhar o ranking abaixo para confirmar que a maioria dos modelos é roubada para ter as peças revendidas. Os outros dois destinos são o uso em outras atividades criminosas (transporte em assalto, fuga etc.) e, em menor escala, a revenda no país (como "dublês") ou no exterior.

Hoje o líder do ranking dos mais roubados do país é a Parati. E o Gol? Bem, em números absolutos, ele é o mais roubado (12 256 unidades no primeiro semestre de 2005), mas a chance de um dono de Parati ficar a pé é maior. De cada 100 Gol, só 1,7 é roubado; de cada 100 Parati, três vão desaparecer. Isso também não quer dizer que ela seja a mais roubada em seu estado. Mais abaixo, no "Mapa do roubo", você verá quais são os preferidos pelos ladrões em dez estados, com base em dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão que centraliza os dados de todas as seguradoras do país.

Mas, se a Parati é a bola da vez, é provável que em breve deixe de ser. "O ranking muda constantemente, porque a procura de peças varia de tempos em tempos. Há alguns anos, as picapes eram bastante visadas. Atualmente os bicombustíveis são bem mais roubados", diz Goldman. O Golf, por exemplo, que até três anos atrás era o dono do posto de mais roubado, hoje não aparece nem entre os dez mais.
Do outro lado da lista, entre os preteridos pelos ladrões, estão modelos mais luxuosos, como Civic, Corolla e Scénic, que não servem para fugas (os ladrões preferem carros menores e mais potentes) nem têm um vasto mercado de reposição de peças.
Segundo a SulAmérica, o perfil dos mais visados também varia com o tipo de delito. O Uno, por exemplo, tem só 8% dos carros levados em assaltos. Outros são mais expostos a roubos, como CrossFox e Brava (83% cada). "A tendência é que os mais velhos ou mais populares, mais fáceis de abrir, liderem as estatísticas de furtos, enquanto os mais novos sejam alvo de roubos", explica Milena Gomes, delegada adjunta de furtos e roubos de veículos do Ceará.
Independentemente do estado em que você mora ou do modelo que possui, nunca é demais usar a velha e boa cautela para proteger seu veículo. Mas o delegado Eduardo de Oliveira ressalta um ponto fundamental, que diz respeito à responsabilidade de todos com a diminuição desses índices: "É sempre importante lembrar que quem compra peças roubadas ajuda a alimentar essa indústria de roubos. Quem pensa estar levando vantagem hoje pode tomar prejuízo amanhã".
No Estado do Rio tivemos até novembro de 2007, segundo a Delegacia de Roubos e Furtos, 41.212 veículos furtados ou roubados no Estado, 7.166 a menos do que em 2006. É uma redução de 14,81% nestes crimes.

“Aproximadamente 1 em cada 3
motoristas segurados, carioca ou
paulista, bate com o carro.”

A explicação do porquê a sinistralidade – o uso do seguro – é muito elevada nas regiões metropolitanas de Rio de Janeiro e São Paulo, justificando o maior custo dos seguros de automóveis não está no roubo de veículos, mas no elevado índice de reclamações por colisões, muitas das quais com perda total do veículo.

Na nossa pesquisa percebemos que a média nacional de veículos segurados que se envolvem em colisões é de 12%, enquanto o mesmo índice mais que dobra nas regiões metropolitanas de Rio de Janeiro e São Paulo, alcançando 26,57%.

A taxa média cobrada no seguro de automóvel varia conforme a região de circulação do país, a média nacional é de 3,84%. Já nas regiões metropolitanas de Rio de Janeiro e São Paulo, temos respectivamente 5,54% e 4,68%, as maiores do país. Em seguida vem os Estados do Pará com 4,49%, Tocantins com 4,45% e Bahia com 4,21%.

“Carro velho dá menos prejuízo às seguradoras.”

Outra falácia derrubada em nossa pesquisa foi que os veículos mais velhos oferecem mais risco às seguradoras. A grande maioria das companhias não aceita veículos com mais de 10 anos de uso, e após 5 anos de idade do carro as taxas de seguro são muito agravadas.

Percebemos que pouco mais da metade, 51%, dos veículos segurados, têm menos de 5 anos, foram fabricados de 2003 para cá. Contudo, essa metade representa 73% dos sinistros. Por diversos motivos: os veículos mais novos tem peças mais caras, consertos mais caros, custam mais na reposição de perdas totais, exigem oficinas mais caras por causa da garantia de fábrica, etc.
Ainda segundo as estatísticas da SUSEP os veículos mais roubados são as motos, em seguida temos os carros de luxo.

“O preço do seguro de carro subiu 70,13% acima da inflação nos últimos 4 anos.”

O custo das seguradoras com oficinas e peças de reposição para veículos sinistrados – em termos nominais - elevou-se em 6% no ano de 2007 (dados até outubro), quando vinham de queda de 2,54% em 2005, e de uma forte elevação de 10,38% em 2004. Considerando-se os últimos 4 anos tivemos um acréscimo nominal de 11,66% nos custos com consertos de veículos, que não cobre a inflação do mesmo período de 21,16% do IPCA acumulado.

As seguradoras reajustaram seus preços em aproximadamente 36% no período de 4 anos, acima dos 21,16% do IPCA do período. E com isso conseguiram elevar sua margem de lucro em 7,22% no período, representados por uma sinistralidade menor.
2004 2005 2006 2007*
Crescimento da carteira de seguros de automóveis 16.44% 16.23% 15.50% 6%
Sinistralidade 73.22% 69.15% 66% 66%
Reajuste de preços 19% 2% 15% -
Custos com sinistros -2.18% 10.38% -2.54% 6%
Fonte: SUSEP e desenvolvimento próprio
* Para o ano de 2007 usamos os dados até outubro, comparando com mesmo período de 2006.

Em nossa pesquisa, consultando a SUSEP, analisamos uma amostra dos veículos mais freqüentes nas carteiras de seguros de automóveis, a saber: Celta 1.0 MPFI 2P, Gol Special 1.0, Corsa Wind 1.0 MPFI e Palio EX 1.0 ie. O comportamento dos custos dos seguros desses veículos foi o seguinte:
2003 2004 2005 2006 2007
Custo Médio Anual do Seguro R$ 803.37 R$ 956.66 R$ 973.65 R$ 1,118.66 R$ 1,117.33
Reajuste - 19% 2% 15% 0%
Fonte: SUSEP

Portanto, não houve aumento de custos em 2007 para o consumidor, mas nos últimos 4 anos, sobretudo nos anos de 2006 e 2004, o reajuste foi muito mais alto que a inflação.
“Crescimento de 6% é considerado medíocre deste ramo de seguros em 2007.”

O mercado de seguros de automóveis movimentou em 2007 aproximadamente R$ 14,5 bilhões, de janeiro à outubro, estimamos alcançar R$ 17,3 bilhões em prêmios de seguros de veículos ao final de dezembro daquele ano. Em 2006 o mercado acumulou R$ 16,3 bilhões em prêmios. O crescimento de 6% será medíocre para o ramo de seguros de automóveis, pois o crescimento no volume de prêmios do mercado de seguros como um todo é estimado em 18%. Além disso a indústria automobilística lançou quase 10% a mais de veículos novos na frota nacional.

O crescimento de aproximadamente 6% fica abaixo do patamar de 16% de crescimento observado nos últimos 3 anos. O IPCA acumulado de janeiro de 2003 até dezembro de 2006 foi de 28,20%, e o crescimento do volume de prêmios arrecadados com seguros de automóveis neste mesmo período foi de 48,17%. Ou seja, o setor de seguros, no ramo de automóveis, vem obtendo um crescimento real de extraordinários 19,97%. Agora, em 2007, teremos um crescimento de aproximadamente 6% contra um IPCA de 3,69%, ficando com apenas 2,31% de crescimento real.

O ranking das líderes de mercado não foi alterado de 2006 para 2007. As 5 maiores seguradoras continuam com 45% - market-share - do mercado de seguros de automóveis.
A sinistralidade da carteira de seguros de automóveis não foi alterada, 66% de sinistros, que é a relação de prêmios e indenizações pagas. Enquanto a sinistralidade do mercado caiu de 56,7% para 54,5%.

O crescimento de 6% no volume de prêmios indica maior número de apólices vendidas, pois não houve elevação nos preços de 2006 para 2007. Outro resultado da nossa pesquisa foi perceber que o crescimento de 6% no volume de prêmios não elevou a rentabilidade das seguradoras, pois a sinistralidade permaneceu a mesma de 2006, em 66%, a despeito de mais vendas.

No Brasil, em média, 6,3% dos veículos segurados são roubados, enquanto 12% se envolvem em colisões. No Rio, 1,45% dos veículos segurados são roubados e 26,57% se envolvem em colisões.

A pesquisa feita pelo Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro não indica um bom futuro no que diz respeito ao trânsito: “nossos dados mostram que a lesão culposa de trânsito foi um dos delitos que registraram maior aumento percentual no acumulado de janeiro a junho de 2007 em relação ao mesmo período de 2006, com mais 11,6% ou 1.951 vítimas. Com base nos resultados acima, foi feita uma nova análise que mostra que enquanto os homicídios dolosos por projétil de arma de fogo (PAF) apresentaram redução, os homicídios culposos de trânsito aumentaram. Ao se comparar os primeiros semestres de 2007 e 2006, observamos que o homicídio doloso teve menos 51 vítimas ou 2,2%, e homicídio culposo de trânsito teve um aumento de 63 vítimas ou 4,9%.”

Segundo o Prof. Gustavo Cunha Mello, sócio da CORRECTA SEGUROS, “o volume elevado de acidentes indica uma falta de punição aos envolvidos em acidentes graves, a falta de fiscalização no trânsito, a falta de educação dos motoristas, as estradas sem conservação, a falta de sinalização adequada nas estradas e nas cidades, entre outros fatores contribuintes para nosso triste recorde de acidentes e vítimas de trânsito nas cidades e nas estradas. A indústria automobilística estuda e pesquisa novas tecnologias para evitar acidentes ou minorar sua severidade, contudo, seria muito simples e resolveria muitos problemas salvando milhares de vítimas fatais, se os carros fossem fabricados com limite máximo de velocidade dentro das leis de trânsito.”

MAPA DO ROUBO

Agenda do ladrão
O dia preferido dos ladrões é a quarta-feira, com 16% dos roubos, segundo números da SulAmérica, enquanto o domingo é o dia de menor índice, com 12%. Já o horário mais perigoso é entre 18h e 22h, com 41% das ocorrências. O período entre 0h e 6h fica só com 11% dos roubos.

Mesmo carro, preços diferentes
A maioria dos consumidores não entende por que numa seguradora seu automóvel pode ter um seguro caríssimo enquanto em outra o mesmo modelo com o mesmo perfil de segurado pode custar menos da metade. O motivo é que cada seguradora formula sua política de preços em sua própria base de dados, que sempre difere de companhia para companhia. Se na seguradora 1, num determinado período, o carro X foi mais roubado que na seguradora 2, obrigatoriamente o valor da apólice desse carro na seguradora 1 será maior. A lista da Susep só consolida os dados de todas as seguradoras, mas não é usada por nenhuma delas para definir o valor dos prêmios.
Confira os 10 carros mais roubados do Brasil

Em 2010, 264.381 carros foram roubados no Brasil

Muita gente acredita que os carros populares estão sempre no topo do ranking de carros roubados no Brasil. E estão mesmo, quando considerados apenas o número de ocorrências, já que, em números absolutos, os populares são mais visados porque também são os mais vendidos. Juntos, Gol, Palio, Uno e Corsa responderam por nada menos que 35% dos registros em 2010.

No entanto, a realidade é outra quando analisada a quantidade de roubos em relação à frota circulante. Nesse caso, os automóveis mais baratos sequer aparecem no ranking dos carros mais visados por ladrões e quadrilhas especializadas.

Um levantamento realizado pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), a pedido do portal Exame.com, aponta que os hatches médios da Fiat, Stilo e Punto, são os carros mais visados pelos bandidos, se analisados os números proporcionamente à frota.

Em 2010, no total, 264.381 carros foram roubados no Brasil. Se o resultado mostra que em média 6 em cada 1.000 carros brasileiros foram roubados no ano passado, alguns modelos chegaram a dobrar essa proporção. Confira os campeões da lista:

1. Fiat Stilo

Apesar de ter saído de linha em 2010, o hatch médio foi o carro mais roubado do país: 14 ocorrências para cada 1.000 veículos circulando nas ruas. “Carros que deixam de ser produzidos tendem a ser mais vantajosos para o desmanche pelo fato das peças de reposição ficarem mais difíceis e caras”, afirmou Neival Freitas, da Federação Nacional de Seguros Gerais, ao site da revista Exame.

2. Fiat Punto

Situando-se entre o segmento dos hatches e dos compactos premium, o Punto foi lançado no Brasil em 2007. No ano passado, foram 13 roubos para cada 1.000 veículos existentes. Na Europa, o Punto foi o grande responsável por alavancar as vendas da Fiat depois de uma virada de século nada animadora. Por aqui, ele chegou com o objetivo de competir com o Volkswagen Polo e com o Citröen C3. Em 2010, foram vendidos mais de 35.000 unidades do carro.

3. Volkswage Spacefox

A SpaceFox começou a ser vendida no Brasil em 2006, com a proposta de aproveitar as características do Fox em um carro mais espaçoso, com características de van. Além de amplo espaço interno, a perua também tem peças baratas. Terceiro carro mais roubado do país, a SpaceFox apresentou uma frequência de 12 roubos para cada 1.000 veículos em 2010.

4. Volkswagen CrossFox

Com pneus mais altos e calços na suspensão, o CrossFox foi feito para ganhar os aventureiros da cidade e começou a ser vendido no Brasil a partir de 2005. Em 2010, ele ganhou a quarta posição no ranking dos carros mais roubados, com 11 ocorrências para cada 1.000 caros.

5. Peugeot 307

A frequência de roubos do Peugeot 307 empatou com a do CrossFox. A diferença é que o carro da montadora francesa levou a melhor no número absoluto de veículos roubados: 962 contra 1.330 do compacto off-road. No Brasil, o carro foi lançado em 2002 e só ganhou a primeira plástica em 2007. Essa constância pode estar entre as explicações para ele figurar no ranking, já que veículos mantidos em linha por muito tempo, com modelos que se repetem por anos, acabam sendo mais visados porque as mesmas peças podem ser usadas em diferentes carros.

6. Fiat Fiorino

Veículo mais antigo da lista, a picape Fiorino começou a ser produzida em 1980. Líder no segmento de veículos comerciais, o Fiorino Furgão é o modelo do carro que continua a ser produzido, com capacidade de carga para 3.200 litros. Em 2010, foram 10 roubos para cada 1.000 carros.

7. Volkswagen Voyage

O sedã começou a ser vendido em 81 e saiu de linha 14 anos depois. Em 2008, a Volkswagen anunciou a volta da segunda geração do Voyage, completamente remodelada. Segundo a revista Quatro Rodas, 87% das 1.944 peças do Voyage são comuns ao Gol. Para muitos, ele é mesmo uma versão alongada do primo. Em 2010, os 3.879 roubos do carro (9 em cada 1.000 unidades) foram responsáveis por colocá-lo no sétimo lugar da lista.

8. Fiat Idea

No Brasil a Idea aproveitou a plataforma do Palio, com quem a minivan da Fiat também divide peças. O carro chegou ao mercado brasileiro em 2005, travando uma briga com o Meriva e o Fit. Em matéria de vendas, a Idea ficou abaixo da concorrente japonesa, mas conseguiu bater o Meriva, com 25.819 unidades comercializadas em 2010. No ranking dos carros mais roubados, a minivan aparece com 9 ocorrências para cada 1.000 veículos.

9. Honda Civic

O Civic já passou por muitas reformas até ganhar a cara atual: foram nada menos do que oito gerações. O sedã começou a ser importado para o Brasil em 1992, em sua quinta versão. A produção foi nacionalizada em 1997. Em 2010, mais de 31.000 carros somaram-se à frota já existente. Assim como Fiat Idea, o Civic registrou 9 roubos para cada 1.000 veículos.

10. Volkswagen Fox

Com seus irmãos marcando presença na lista, o Fox fecha o ranking dos carros mais roubados, repetindo a frequência de 9 roubos para cada 1.000 carros. O veículo foi lançado em 2003 e logo caiu no gosto dos brasileiros. Em 2010, ele foi o sexto carro mais vendido do país, com mais de 124.000 unidades deixando as concessionárias.

Fonte: Equipe Click21


Veja a lista feita pela Cnseg, com base nos dados fornecidos pelo Denatran:

1º – Volkswagen Gol
2º – Honda CG 125
3º – Fiat Uno
4º – Fiat Pálio
5º – Honda CG 150
6º – GM Corsa
7º – GM Celta
8º – Honda CBX
9º – Fusca
10º- Volkswagen Parati


O melhor ainda é fazermos seguro dos nossos automóveis e sempre colocá-los num estacionamento.

Assim evitamos o desastre de voltarmos e percebermos que levaram nosso bem e que muitas vezes nem pago integralmente está.
Muita atenção quando estiverem dirigindo e principalmente a noite para evitar danos piores do que o roubo do seu carro!


5 carros mais roubados (porcentagem da frota circulando)

  1. Fiat Uno/Mille/Mille EX/Smart 4p – 3,67% dos roubos
  2. Volkswagen Gol 1.0 Power 16v 76cv 4p – 3,47%
  3. Volkswagen Santana 1.8 Mi – 2,57%
  4. Volkswagen Parati 1.6Mi/1.6Mi City/T.Field T.Flex – 2,47%
  5. Volkswagen Gol 1.6 Mi Power Total Flex 8V 4p – 2,45%

5 carros mais roubados (em números absolutos de roubo)

  1. Volkswagen Gol City 1.0 Mi Total Flex 8V 4p – 1’702
  2. Fiat Palio 1.0/Trofeo 1.0 Fire/Fire Flex 4p – 1353
  3. Volkswagen Gol Special Xtreme 1.0 Mi 2p – 1236
  4. Fiat Uno Mille 1.0 8v Fire/Fire Flex 4p – 1098
  5. Fiat Uno Mille 1.0 8v Fire/Fire Flex 2p – 896

5 regiões onde mais se rouba carros (porcentagem da frota circulando)

  1. Região Metropolitana do Rio de Janeiro – 2,47%
  2. Grande Campinas – 1,94%
  3. Região Metropolitana de São Paulo – 1,81%
  4. Região Metropolitana de Porto Alegre e Caxias do Sul – 1,64%
  5. Litoral Norte de São Paulo e Baixada Santista – 1,44%

Número absoluto de roubos nas 5 regiões acima

  1. Região Metropolitana de São Paulo – 20460
  2. Região Metropolitana do Rio de Janeiro – 8741
  3. Grande Campinas – 3518
  4. Região Metropolitana de Porto Alegre e Caxias do Sul – 3377
  5. Litoral Norte de São Paulo e Baixada Santista – 831

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