http://filotec.com.br

http://filosofiaetecnologia.blog.br
ECONOMIA TECNOLOGIA FILOSOFIA SAUDE POLÍTICA GENERALIDADES CIÊNCIA AUTOHEMOTERAPIA NOSSOS VÍDEOS FACEBOOK NOSSAS PÁGINAS

sábado, 8 de outubro de 2011

A BANALIZAÇÃO DO VIDEO, DO LIVRO, E DA MUSICA





Bill Gates já dizia que o mundo depois da revolução da informática, nunca mais seria o mesmo. E estamos assistindo isso hoje. Estamos em verdade assistindo a banalização da informação. Ela hoje está na ponta de nossos dedos. 

Por exemplo. Se você esqueceu de como se extrai raiz quadrada, basta colocar essa pergunta no GOOGLE, o instrumento de busca mais popular da Internet, e instantaneamente pularão em sua telinha inúmeras páginas explicando como extrair raiz quadrada. Ou se você preferir um vídeo explicativo, faça o mesmo no You Tube, e além de texto terá também um filme explicando tudo com uma didática a nível de apresentação de altíssimo nível. Ou vamos dizer que você tenha dúvida sobre um termo de banco de dados, porque é um curso que você está fazendo, como por exemplo,  "CARDINALIDADE" e imediatamente pularão em sua telinha milhares de explicações com uma perfeição e uma didática que farão inveja ao seu professor. 

O conhecimento está ai na Internet. Hoje não é preciso mais fazer curso de nada. com um pouco de expertize, se faz um curso na Internet mesmo.

É possível também baixar quase todos os livros, filmes, palestras, audio, sobre tudo o que é assunto, com a rapidez do pensamento.

Filmes hoje estão pululando em nossa frente, com qualidade e fartura de nos deixar tontos. Você pode entrar em sites de torrents como o BR TORRENTS em http://www.brtorrents.com.br/ um dos inúmeros sites especializados em filmes, e lá encontrar seriados, filmes de todos os gêneros, onde estarão disponibilizados por meio de um arquivinho que você baixa gratuitamente de sites de hospedagem de arquivos para compartilhamento como o MEGAUPLOAD. 

Ao clicar no filme de sua preferência, é baixado um arquivinho Torrent muito pequeno. O arquivo baixa instantaneamente. Esse arquivinho que vem comprimido no formato zip contém em seu interior a legenda do filme e o arquivo de torrent. Se você tiver instalado em sua máquina o uTorrent  ou outro arquivo de torret, qualquer, o arquivo será imediatamente remetido para uma lista de arquivos a serem baixados em uma tela do programa uTorrent, e iniciará um processo de download contínuo praticamente sem interrupção. 

Os filmes funcionam magistralmente com a legenda fornecida. Para que seja possível visualizar o filme com a legenda, é suficiente colocar a legenda que é um arquivo texto com a extensão no formato ".srt" junto com o arquivo do filme. Se não funcionar, renomeie o filme ou a legenda colocando ambos com o mesmo nome, mantendo a extensão do arquivo de legenda como ".srt" ou ".sub" que é outro formato de arquivo de legenda.



SubRip é um programa (software) para Windows que extrai (rips) legendas de um arquivo de vídeo ou de um DVD.
Subrip também é o nome do tipo de arquivo criado pelo programa, que recebe a extensão .srt. Esse tipo de arquivo pode ser lido pela maioria dos programas de mídia e de edição de legenda.

A qualidade dos filmes é impressionante. Práticamente semelhante a um DVD de qualidade razoavel. Veja que esse artifício não se restringe ao micro computador, mas é possível ver esses filmes em aparelhos reprodutores de DVD, bastando para isso que se tenha um PENDRIVE formatado com a FAT-32. Alguns funcionam também com a FAT NTFS que é a mais usada nos PCs hoje.

Os aparelhos de DVD modernos possuem na maioria das vezes uma entrada para Pen Drive, e até os aparelhos de TV possuem essa entrada. Além disso estão capacitados a reproduzir vídeos no formato Dvix, Xvid, Matroska etc... Não reproduzem sómente DVDs como os aparelhos antigos. 

Portanto se você comprar um DVD atual que tenha em sua lista de reprodução o Dvix, e tenha uma entrada para PenDrive, basta gravar o vídeo em um PenDrive, espeta-lo no seu Aparelho reprodutor de DVD, selecionar o dispositivo e clicar sobre o arquivo do filme que aparecerá em uma lista na tela do seu televisor. 

Não terá portanto o trabalho de gravar um DVD, gastando dinheiro com mídia. Você baixa para seu micro, transfere para um pendrive e assiste na sua TV que tem entrada para PenDrive ou no seu Aparelho reprodutor de DVD que também deverá ter essa entrada. 

Tudo isso inteiramente de graça, e com a segurança de uma leitura livre de trepidações e travamentos que podem ocorrer em mídias de Cd e DVD. Dessa forma você também preserva o mecanismo de reprodução de DVD, BluRay, ou CDs que costumam sofrer deterioração com o tempo. O tempo médio que um mecanismo de leitura de mídias óticas leva para apresentar problemas é de 2 anos.

O site BRTORRENTS, pede doações. eu já baixei inúmeros filmes lá, seriados completos, e doei R$2,00 Dois reais. Se todos como eu doarem mesmo que pouco, o site sobrevive sem problemas.

O tempo que esses vídeos levam para baixar é muito rápido. Normalmente são baixados em uma noite sem problemas. Você deixa baixando ao ir dormir e no dia seguinte já terá baixado.

Há ainda a facilidade de se utilizar os novíssimos Pen-Drives de alta velocidade que usam a porta USB 3.0 e que já estão aparecendo. Se você usar um pendrive de 35 gigabytes, 3.0 poderá gravar nele um filme em BLURAY. Por sinal já estão disponíveis em Torrents esses filmes em HD (High Definition) Eles parecem que vem comprimidos de tal forma que conseguem ocupar pouco espaço, diferentemente dos discos em Blu Ray vendidos e alugados no comércio que ocupam espaços bem maiores.

Um filme convencional com um tamanho por exemplo de 1,4 Gigabytes será copiado em um pendrive 3.0 em um minuto. Como ele é mais rápido do que o convencional, será lido mais confortavelmente sem nenhum tipo de travamento ou lentidão pelo seu reprodutor de mídia.

Além dos Torrents que cobram de nós apenas ter uma máquina e acesso à Internet, podemos também baixar tudo o que é tipo de livro e lê-los nos nossos TABLETs. Mas não os Tablets que você encontrará nas lojas de telefonia. 

Se quiser comprar um Tablet não vá a uma loja que vende planos de telefones, pois lá um Tablet com tela de sete polegadas custará em torno de R$1200,00 a R$1400,00. 

Eles sairão mais em conta se você comprar um plano de telefonia que vem junto com o aparelho, mas ai você assumirá uma despesa mensal pelo acesso à Internet que ficará em média em torno de R$200,00.

Compre-o em sites de e-commerce como o site TODA OFERTA. Lá você encontrará Tablets mais baratos do que os que as lojas de telefonia oferecem junto com o plano pós pago de acesso à Internet.

OFERTA DE TABLETS NO SITE TODA OFERTA

Lá você encontrará comparativamente, Tablets bem mais baratos. Mais baratos até do que os que as empresas de telefonia oferecem junto com os planos de acesso à Internet. Estão delirando.

Esses Tablets bem mais baratos possibilitam ler livros em formatos modernos com todas as ilustrações, contrariamente a dispositivos que só permitem ler em formato texto.


Das poucas unanimidades que ouvi no Congresso do Livro Digital, uma delas foi sobre o uso do ePub. De ScrollMotion a Barnes & Noble, do IDPF à Saraiva, todos afirmaram e reafirmaram que o ePub é o padrão e veio para ficar.



Ato contínuo, assisti surgir uma nova unanimidade. Para um grande número de editores, o ePub foi uma tremenda novidade. A tal ponto, que alguém da platéia perguntou, durante a palestra de Michael Smith, presidente do IDPF, qual a origem do formato ePub. A pergunta ilustra o enorme salto que deve ser dado pelos editores no Brasil: sair do desconhecimento generalizado, para a adoção maciça, em um curto espaço de tempo. Adotar o formato ePub será indispensável para qualquer editora com prentensões sérias no mercado.
O básico sobre ePub

Trata-se de um padrão internacional para e-books, livre e aberto, organizado por um consórcio de empresas chamado IDPF – International Digital Publishing Forum. Encabeçam o IDPF empresas como Sony, Adobe, Microsoft, entre várias outras.



O ePub é um arquivo produzido em XHTML, basicamente os mesmos códigos usados por uma página simples da Internet (HTML), acompanhado de uma folha de estilos .css para o controle do design e da diagramação. Imagens e fotos são embaladas, junto com o conteúdo – um arquivo para cada capítulo, em um arquivo com extensão .ePub. Essa extensão é reconhecida pelo computador, também, como um arquivo compactado.

Ou seja, o ePub é feito de tecnologias e linguagens já dominadas pelas pessoas. Como disse o Sérgio da DM9DDB durante o Congresso do Livro Digital, o editor que quiser criar livros em ePub só precisa contratar um programador de HTML4, que ele saberá perfeitamente como criar livros em ePub. A afirmação do Sérgio está correta!

A adoção do formato ePub, internacionalmente, decorre de duas necessidades básicas. A primeira, estabelecer um padrão aberto para os e-books, que não pague royalties para nenhuma empresa e possa ser aperfeiçoado ao longo do tempo, à medida que o mercado evolui. A segunda, bastante prática, é permitir que o livro possa ser lido pela maior quantidade de aparelhos e programas possíveis, usando apenas um formato, para economizar tempo e dinheiro através de toda a cadeia de produção de e-books. Por isso, a escolha da linguagem XHTML e a simplicidade do formato ePub foram decisões refletidas, que visaram facilitar a adoção e o emprego do formato sem maiores dificuldades e investimentos.

E-book da Simplíssimo aberto no Opus, e-reader da Cybook

Um livro feito em ePub permite que a leitura seja uma experiência boa em qualquer tipo de tela, independente do tamanho, ou do sistema. Pode-se aumentar ou reduzir o tamanho da fonte, alargar ou diminuir o tamanho da página.Com isso, é possível ler o mesmo e-book, o mesmo arquivo, em vários aparelhos, tanto faz se a leitura é no celular, no iPhone, no Sony Reader ou no PC. O texto é redimensionado automaticamente para o tamanho da tela.
Indo um passo além:
vantagens e produção

Há uma enorme vantagem operacional para os editores, que adotam o formato ePub. Um arquivo ePub é escrito em XML. Essa é a linguagem do futuro. Conteúdos escritos podem ser facilmente convertidos por ferramentas automáticas, quando estão marcados na linguagem XML. Simplificando bastante, o XML permite classificar cada trecho de um texto com um determinado rótulo. Hoje isso pode parecer pouco importante. Daqui alguns anos, porém, com o progresso da Internet e o surgimento do que os pesquisadores chamam de “Web Semântica“, esse tipo de classificação será extremamente útil para relacionar, linkar e gerar novos conteúdos online. Ter seus livros, desde já, em XML, representa uma vantagem competitiva e uma economia considerável em investimentos, alguns anos a frente.

Livro em ePub aberto no iPhone, através do app Stanza

O mesmo livro em ePub, visto no Sony Reader. O texto redimensionável permite a leitura em vários aparelhos, mesmo com tamanhos diferentes

Alguém irá fazer a objeção de que publicar e-books apenas em PDF é possível. Sim, é claro que é possível. Mas a flexibilidade para criar e distribuir conteúdo, no PDF, é muito menor. A leitura só fica boa, e olhe lá, em alguns computadores. E mesmo assim, a experiência de leitura é fraca, já que é necessário o scrolling constante da tela, tanto na horizontal, quanto na vertical. Para efeitos de cognição, a leitura deve ter a menor distração possível. Além disso, os leitores não são bobos. Eles sabem como é fácil criar um PDF, e publicar somente um PDF indiscutivelmente derruba o valor intrínseco do e-book. Afinal, com um PDF o editor está oferecendo só o basicão.

Transformar para ePub um PDF, InDesign, Quark Xpress, Word e outros, não é tarefa fácil. Existem ferramentas que transformam PDF’s e documentos automaticamente em ePub, das quais a melhor e mais conhecida delas é o Calibre, um programa gratuito.


Com o crescimento do mercado de leitores digitais, editoras e fabricantes buscam um formato padrão para a publicação de livros eletrônicos. Em um processo semelhante ao que ocorreu na música durante a década de 1990 – quando o MP3 se sagrou o principal formato de arquivo de áudio –, hoje você encontra e-books nos mais diversos formatos.

Caso você ainda não tenha começado a ler em plataformas digitais, que tal começar? Este artigo mostra as diversas opções disponíveis – mesmo sem gastar dinheiro com um leitor dedicado.

Amazon Kindle
Seja para um aplicativo no seu telefone ou notebook, para um leitor como o Sony Reader ou o COOL-ER, ou para o novíssimo Apple iPad, o formato EPUB é a melhor escolha para seu livros digitais. Metadados, imagens, anotações e marcadores de página são apenas algumas das vantagens do 

formato.


Mesmo quem já tem uma biblioteca digital – contemplando formatos como PDB, LIT, MOBI e até mesmo PDF – só tem a ganhar com a conversão dos livros para aquele que provavelmente será o formato padrão da indústria de e-books.
Ainda que muito maior do que já foi, o mercado de livros digitais só chegou para o grande público recentemente, com o lançamento do Kindle. Isso significa que não existem muitas ferramentas disponíveis – ainda – para se trabalhar com esse tipo de material.


Felizmente, para organizar a sua biblioteca e também converter arquivos entre diversos formatos – inclusive PDF e EPUB – você já encontra, nos sites como o Baixaki, o Superdownloads e até no TUCOWS, uma excelente opção de aplicativo gratuito, o Calibre.


Pré-requisitos
Para realizar a conversão você precisa ter instalado em seu computador o Calibre, que você pode baixar clicando no link abaixo:
Clique aqui para baixar o Calibre para Windows



Vale lembrar que o Calibre também está disponível para Mac e Linux, então qualquer que seja o seu sistema operacional favorito, você pode utilizá-lo.

Além disso, você deve ter algum livro em PDF. Para o tutorial será utilizado o livro “As Minas de Salomão”, de H. Rider Haggard, disponível em domínio público e obtido através do site ManyBooks.net. Apenas lembrando que o ManyBooks já oferece também versões em EPUB, porém como este artigo trata de conversão a partir do PDF, este será o formato baixado no site.

O processo é o mesmo para qualquer outro arquivo – em PDF ou não –, porém livros com diagramações mais complicadas, ou com muitas imagens, podem apresentar problemas de leitura após a conversão para EPUB.

Passo a passo

1. Configurando o Calibre

Ao abrir o Calibre, algumas configurações básicas são requeridas. O programa pergunta sobre o idioma que você deseja utilizar no Calibre e o diretório no qual pretende guardar sua biblioteca.

Escolha do equipamento de leitura
Depois de definir essas informações, o wizard do software pergunta qual dispositivo você utiliza para a leitura. Apesar de permitir configurar diversos leitores específicos – e-readers, smartphones e iPad/iPhone (com o aplicativo Stanza) – uma opção igualmente válida é manter o aplicativo em Default, garantindo o suporte básico para qualquer aparelho.

2. A biblioteca


Adicionar livrosColocar livros na biblioteca do Calibre é fácil e rápido. Para isso, basta clicar no botão de “Adicionar livros” e escolher o arquivo que você pretende incluir. Para organizar melhor a sua coleção – que pode chegar a milhares de títulos rapidamente, se você pesquisar bastante – vale a pena também editar os metadados de cada livro.

3. Convertendo o texto

Depois de acertar toda a informação adicional do livro incluído, pode-se convertê-lo para uma grande variedade de formatos. Entre todas as extensões possíveis, entretanto, a mais versátil é a EPUB.
Depois de clicar no botão “Converter eBooks”, uma janela de configurações abrirá. Para uma conversão básica não é necessário – em teoria – alternar nada.
Entrada e saída

No alto da janela de conversão existem duas listas de seleção: “Input format”, que deve estar preenchida com o formato do arquivo de origem – PDF no caso –, e “Output format”, que deve estar em EPUB. Caso não seja esse o formato, basta selecioná-lo na lista.
As diversas seções existentes na coluna esquerda abordam características técnicas do e-book em EPUB, porém apenas algumas são realmente relevantes para quem não está publicando livros, e sim os convertendo para uso pessoal.
Edição de metadados durante a conversão
A primeira seção – “Metadados” – permite a edição de metadados do arquivo de destino baseada na informação do arquivo de origem. Todas as alterações feitas no passo 2 deste tutorial serão transmitidas automaticamente para o arquivo EPUB.
Preferencialmente não altere nada na seção “Look & Feel”, já que aqui se ajustam características de tipografia. Uma vez que praticamente todo leitor tem ajustes internos a partir do padrão, configurar essas informações de forma errada pode prejudicar o resultado final do e-book convertido.
Page setup
Em “Page Setup”, escolha o perfil de saída (“Output profile”) mais indicado para o seu aparelho de leitura. No caso de telefones celulares ou para leitura no próprio computador, prefira o perfil padrão (“Default Output Profile”).
Structure detection
“Structure detection” só deve ser alterado por quem sabe bem como foi criado o arquivo original, uma vez que trabalha com informações de imagens, cabeçalhos e rodapés através de comandos e códigos.


Todo e-book convertido apresenta um índice de conteúdo (table of contents).


Esse índice pode ser gerado automaticamente – caso o arquivo a ser convertido não apresente a tabela de capítulos – ou aproveitando o índice do original. A seção “Table of Contents” apresenta configurações desse índice.


PDF Input, EPUB output e DebugNas seções “PDF Input” e “EPUB Output” você pode fazer poucas escolhas a respeito do arquivo original e do resultado da conversão. Na seção sobre EPUB, a primeira caixa de seleção, se marcada, força a criação de um único arquivo – que carrega mais lentamente, mas mantém melhor a integridade do texto –, enquanto a segunda caixa exclui a criação de uma capa padrão para livros que não apresentem uma imagem na página inicial.

“Debug” se refere a problemas de conversão e serve para registrar eventuais falhas no processo, que podem ser corrigidas alterando configurações de conversão, ou para envio aos desenvolvedores do Calibre, para a correção da programação.

Leitura digital

Pronto! Agora seu livro já está formatado para o provável padrão dos e-books. Para conferir a conversão, você pode utilizar o próprio visualizador do Calibre, ou enviar o livro para o dispositivo de leitura de sua escolha.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/4070-transforme-seus-e-books-para-o-formato-epub-.htm#ixzz1aHBaqleG


A produção de um e-book em ePub demanda o conhecimento dos padrões do ePub, ferramentas adequadas para a produção (embora, teoricamente, qualquer editor de HTML possa ser utilizado), um ambiente de teste da qualidade final dos arquivos produzidos e – fundamental – a utilização inteligente das tags de classificação do livro, os metadados, que substituem no mundo eletrônico a velha ficha catalográfica. Mais importante ainda do que o formato ePub em si, o editor precisa estar muito atento à qualidade dos metadados agregados ao seu e-book. É através deles que os buscadores (Google, etc) e os sistemas das livrarias online localizarão o livro. Considerando que a maior parte das vendas online de e-books ocorrem através de buscas, a precisão e o fornecimento correto dos metadados são críticos para a venda – ou não – de um e-book.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Todos podem comentar e seus comentários receberão uma resposta e uma atenção personalizada. Seu comentário é muito bem vindo. Esse espaço é para participar. Te aguardamos e queremos seu comentário, mesmo desfavorável. Eles não receberão censura. Poderão apenas receber respostas, ou tréplicas.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES