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terça-feira, 29 de abril de 2014

SILAS MALAFAIA É REFUTADO CIENTÍFICAMENTE.


Silas Malafaia no seu confronto com Marlia Gabriela, traz várias supostas verdades sobre os Homossexuais que foram refutados científicamente por especialistas.

Isso é interessante porque é notório hoje que o homossexual na sua maioria já nasce com essa tendência que é independente da vontade da criatura homossexual. 

A psicologia transpessoal revela que isso é uma bagagem trazida pelo nasciturno. Essa entrevista é bastante contestada nas posições do pastor psicologo por especialistas como pode-se ver nos vídeos abaixo.













CUIDADO COM A PETROS. CRISES DEMONSTRAM PREJUÍZOS DA PETROS.

UMA DAS MUITAS REUNIÕES COM OS
FUNCIONARIOS DA VARIG E DA VASP.
Eu nunca acreditei em fundos de Previdência Complementar no Brasil, porque entendo que Fundos de Previdência são uma idéia muito boa enquanto estão no início, uma vez que terão que sómente arrecadar dinheiro. De fato rápidamente montam uma montanha de dinheiro que é objeto de inúmeras jogadas, uma vez que os gestores dos fundos de previdência complementar tem a incumbência de gerir esses recursos.
A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça condenou a Capemi Caixa de Pecúlios, Pensões e Montepios Beneficente a devolver todas as parcelas de contribuição que o previdenciário Nelson Nunes Puente pagou durante 25 anos. A Capemi pretendia pagar somente uma pensão de 23 reais.

Nelson se associou à empresa em agosto de 1968, com previsão de obter pensão correspondente ao soldo de um coronel do Exército brasileiro. Pagando uma prestação de 16 cruzados novos, o valor a ser recebido deveria ser 17 vezes maior, segundo o contrato. Como a Capemi se negava a pagar, ele entrou na Justiça, pedindo devolução das quantias pagas, mais perdas e danos. Em primeira instância, obteve a devolução dos valores pagos, mas o Tribunal de Justiça negou, alegando que não havia previsão contratual que viabilizasse a devolução.

Nelson, então, recorreu ao STJ. Para o ministro Ruy Rosado de Aguiar, relator do processo, o associado que procurou proteger o seu futuro e teve as expectativas frustradas ao final de três décadas tem pelo menos o direito de receber o que pagou. O ministro afirmou também que, se a perspectiva é incentivar os planos de previdência privada no país, é conveniente que os resultados alcançados pelos atuais beneficiários sejam conhecidos e ponderados.

Dessa forma aplicam em diversos tipos de negócios ao seu bel prazer. A tendência a que esses recursos sejam objeto de jogadas ou aplicações fraudulentas é bastante plausível e nem sempre conveniente para os verdadeiros donos desses recursos que são os trabalhadores. Sua manipulação fraudulenta passa a ser uma coisa práticamente natural.
Durante Décadas, os funcionáios da Várig contribuiram com quantias vultosas retiradas de seus salários, esperando ao final da vida ter uma complementação de suas aposentadorias. Com a quebra da Varig, uma empresa que era um emblema do Brasil, e que faliu por políticas lesivas à sua continuidade operacional, bem como por má gestão, e também por causa de interesses das empresas concorrentes, algumas com capitais estrangeiros, a primeira coisa que foi relegada foi o fundo de pensão AERUS cuja empresa patrocinadora era a Varig.
Os Governos os utilizam para salvar empresas com dificuldades e assim não precisar sacar dinheiro do governo para essas jogadas salvadoras, e oportunamente se utilizam seus recursos para uso na empresa que é patrocinadora, mesmo que o retorno não seja o melhor.

O governo de Fernando Henrique Cardoso, o antigo Ministro da Fazenda Delfin Neto cansaram de usar esses fundos como o do Banco do Brasil, da Petrobrás, e outros para compor grupos de compra de empresas a serem privatizadas, quando tinham dificuldade para fechar os grupos de compras dessas empresas, e principalmente as menos interessantes e as que eram as que tinham mais dificuldade de fechar grupos interessados.

Os trabalhadores, esses ficavam sempe a margem e foram sempre os enganados e mais prejudicados.

O caso CAPEMI foi um dos mais rumorosos e um verdadeiro estelionato. Com um plano de previdência com o nome de Caixa de Pecúlio, Pensões e Montepios Beneficente, deu um calote em todos os seus contribuintes quando ficou evidente que a pensão a que tinham direito não incluia nas cláusulas contratuais, o ítem "CORREÇÃO MONETÁRIA". Dessa forma as pensões reduziram-se a pó.

  • Para platéias que lotaram a subsede do SNA de São Paulo; o Auditório da OAB, no Rio; e a sede do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, com mais de 250 trabalhadores em cada reunião, Maia fez uma detalhada explicação sobre a situação desses dois fundos, assinalando que a União foi omissa ao permitir desmandos administrativos que comprometeram a capacidade de geração de recursos para o pagamento de benefícios, aposentadorias e pensões. E também da importância das ações já tomadas pelo SNA que podem servir de jurisprudência para Ações futuras.
No que diz respeito ao Aerus (Varig e Transbrasil), Maia explicou que a ação do SNA, que pede a responsabilização da União pelos desmandos praticados no fundo de pensão, encontra-se na Vara Federal aguardando manifestação do Governo, que tem prazo de 20 dias para fazê-lo.“Conseguimos provar com documentos detalhados que a atuação da União foi criminosa no que diz respeito à fiscalização desse fundo de pensão. A mantenedora desse fundo usava os recursos do Aerus para se financiar, o que é absolutamente ilegal e criminoso. Temos acompanhado ações semelhantes em outros fundos de pensão e o que notamos é que a previdência complementar no Brasil, especialmente a relativa a fundos de pensão de grandes empresas privadas e também estatais, vive uma situação de descalabro total por falta de fiscalização por parte do Governo Federal”, assinalou Maia.
    Segundo o advogado do SNA, se a União deixou de cumprir seu papel e fiscalizar a atividade das diretorias desses fundos, ela é responsável perante a lei pelos problemas que esses fundos estão enfrentando e que podem levar à falta de pagamento de pensões, auxílios doença e aposentadoria de milhares de trabalhadores. “Entendemos que a União deve honrar os compromissos desses fundos imediatamente e ir cobrar os prejuízos das empresas que lesaram os patrimônios desses fundos”, enfatizou Maia.
    De acordo com Maia, o Procurador Público que está examinando o caso para o pagamento dos recursos que as empresas deixaram de aplicar nos fundos de pensão com a conivência da União, está sensibilizado com o assunto.

Em relação ao Aeros, fundo de pensão dos funcionários da Vasp, Maia assinalou que a situação de calamidade é ainda mais escandalosa. Ele lembrou que o empresário Wagner Canhedo ofereceu R$ 120 milhões pela empresa no leilão de privatização, tendo se apropriado dos R$ 380 milhões que existiam no Aeros. “Nesse sentido, quem bancou a compra da Vasp pelo empresário Canhedo foi o fundo de pensão, uma atividade flagrantemente irregular e criminosa, que contou com a conivência do Governo Federal da época para ser levada a cabo”. O GOVERNO FEDERAL À ÉPOCA ERA FERNADO HENRIQUE CARDOSO.

Maia assinalou que as ações movidas pelo SNA em Brasília (DF) contra a União têm por objetivo reparar imediatamente os danos sofridos por esses fundos de pensão, obrigando a União a repor os recursos que foram criminosamente manipulados e que hoje deixam de complementar a aposentadoria e pensões de milhares de trabalhadores. Ele advertiu, no entanto, que os aeronautas devem evitar entrar com ações isoladas com essas mesmas finalidades porque se a ação for mal-conduzida, pode gerar a desculpa que a União espera para não ter que honrar os recursos que permitiu que fossem desviados desses fundos.

No que diz respeito ao Aeros (Vasp), Maia lembrou que esse fundo tinha um superávit maior do que o Previ, dos funcionários do Banco do Brasil. Tudo isso foi destruído por gente gananciosa, com a conivência dos órgãos de fiscalização da União.

“O fundo Aeros anunciou a suspensão dos benefícios. Entramos com uma notificação e a desembargadora mandou a União pagar. A União foi intimada a honrar os compromissos com os trabalhadores e simplesmente se recusou, alegando que a lei obriga a que pendências desse tipo sejam pagas através de precatórios. Mas a Justiça entende que há risco imediato às pessoas que deixem de receber esses benefícios, muitos aposentados, alguns órfãos e gente com problemas de saúde, por isso determinou o pagamento imediato, inclusive com o arresto de bens da União para cumprir sua determinação”, assinalou, acrescentando que, mesmo assim, o Governo Federal se recusa a cumprir a determinação da Justiça, em uma demonstração de profundo autoritarismo e desrespeito à sociedade.
Em uma reportagem na Radio CBN no Rio de Janeiro, foi manifesto a situação desesperadora em que se encontram inúmeros ex-funcionários da Varig, pessoas que deram suas vidas em prol de uma empresa que era o símbolo do Brasil e hoje estão à mingua sem recursos par pagar seus aluguéis e sustentar suas famílias.

É preciso um clamor social contra essa INIQUIDADE, contra esse descalabro, contra esse crime que esse governo imoral Fernando Henrique Cardoso praticou contra esses funcionários. Essa gente já estaria na cadeia se esse fosse um país sério, ma nós cidadãos não podemos deixar isso assim. Vamos clamar, gritar, espernear, pois amanhã sem dúvida seremos os proximos.

CUIDADO COM A PETROS




RIO - Enquanto a ingerência política mergulha a Petrobras numa das maiores crises de sua História, o fundo de pensão dos funcionários da estatal, a Fundação Petros, vive dias turbulentos pelos mesmos motivos. 

Pela primeira vez em dez anos, as contas da entidade foram rejeitadas por unanimidade por seu conselho fiscal. Nem mesmo os dois conselheiros indicados pela Petrobras no colegiado de quatro cadeiras recomendaram a aprovação das demonstrações financeiras de 2013, que apontaram um déficit operacional de R$ 2,8 bilhões no principal plano de benefícios dos funcionários da estatal e um rombo que pode chegar a R$ 500 milhões com despesas de administração de planos de outras categorias. Mesmo assim, as contas foram aprovadas no órgão superior da entidade, o conselho deliberativo, abrindo uma crise interna no fundo.

Um grupo de conselheiros eleitos descontentes resolveu recorrer à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão que fiscaliza fundos de pensão, para denunciar a direção da Petros, controlada por sindicalistas ligados ao PT desde 2003. Os resultados dos investimentos da fundação têm recebido pareceres contrários do conselho fiscal há dez anos, mas apenas com o voto dos conselheiros eleitos pelos funcionários. 

No entanto, as contas sempre foram aprovadas pelo conselho deliberativo, órgão superior, no qual a Petrobras, patrocinadora do fundo, indica o presidente, tendo direito a voto de desempate. A estatal, no entanto, nem tem precisado usar esse recurso.

O conselho deliberativo tem seis integrantes, três eleitos pelos funcionários e três indicados pela Petrobras. Um dos eleitos pelos empregados, Paulo Cezar Chamadoiro Martin, passou a votar com os conselheiros da Petrobras, aprovando decisões por maioria simples. Foi o que aconteceu no último dia 31 de março, quando o conselho deliberativo ignorou o parecer unânime do conselho fiscal e aprovou as contas da Petros sem sequer mencioná-lo. Martin é dirigente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), entidade ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço sindical do PT. Sindicalistas ocupam cargos de confiança na Petrobras, que tem obtido apoio da FUP na Petros.



EQUILIBRIO ENTRE RESERVAS E PROVISÕES.
COM A ENTRADA DE VÁRIOS FUNCIONÁRIOS HOJE TRABALHANDO E JÁ APOSENTADOS NA FOLHA DE PAGAMENTOS DA PETROS, HAVERÁ UMA CONTRIBUIÇÃO PARA DESEQUILIBRAR A SUSTENTABILIDADE DO PLANO DE PREVIDÊNCIA.
A muito tempo tenho desconfiado da atuação do sindipetro-NF ligado à CUT/FUP por verificar que não estão muito preocupados em garantir os direitos da categoria e prendem-se a questões importantes mas não essenciais, como segurança nas plataformas e vôos. Embora essas questões sejam importantes existem outras a nosso ver muito mais cruciais como a remuneração dos níveis, o pagamento do dia de desembarque entre outras questões que não foram satisfatóriamente resolvidas e que atingem de perto a vida de todos os petroleiros. A outra atuação do sindicato que me pareceu bastante suspeita foi a que se refere à defesa da repactuação do Plano de Previdência Privada da Petros com a Petrobras. É óbvio que não seria oferecido dinheiro pela repactuação se por trás disso não existissem prejuízos para a categoria como depois veio a se verificar.
O trabalhador off shore está submetido a assedio moral e leva tempo demasiado sem obter nível demorando com isso sua promoção. A Direção eleita em 2002 no Sindipetro NF, teve três Diretores licenciados para assumir postos no Edise, com a vitória do PT.


A direção tem se mostrado subserviente ao Partido (PT). Silencio conivente? Fez algo para alertar a categoria? Se a Petros pertence a categoria, porque deixam fazer isso com a Petros? Dos 14 diretores que fizeram carreira no Sindipetro NF até 2014, oito deles aproveitaram o sopão, estão prematuramente se aposentando. Fizeram carreira, se reelegeram ao longo de 15 anos, aproveitaram a idade limite e abandonaram a categoria. Dos que ficaram para concorrer as eleições, dois deles foram da oposição na década passada mas começaram carreira na situação do Sindipetro NF se aproveitando da situação (Chapa 1) que detém o monopólio da comunicação e marketing.



Os conselheiros vencidos, um suplente e dois conselheiros fiscais também eleitos pelos funcionários foram a Brasília entregar à Previc duas denúncias e duas consultas pedindo maior rigor na fiscalização das contas do fundo.

Nos documentos, obtidos pelo GLOBO, eles apontam que o principal motivo da reprovação das contas da Petros pelo conselho fiscal foi o fato de a maioria dos quase 40 planos de outras categorias que passaram a ser geridos pela fundação durante o governo Lula ser deficitária: Não geram recursos suficientes para pagar os custos de administração. 

Esses custos estão saindo do mesmo fundo de administração dos dois planos originais da Petros, que terão de pagar a aposentadoria de 75 mil funcionários da Petrobras e suas subsidiárias. O cálculo dos conselheiros, baseado em dados que atribuem à própria Petros, é que, em cinco anos, os dois planos perderam pelo menos R$ 200 milhões. Esse montante, alegam, pode chegar a R$ 500 milhões, se for corrigido.

 sexta-feira, 11 de abril de 2014
Doleiro Alberto Yousseff

Há pelo menos um nome ligado às encrencas do doleiro Alberto Yousseff com outro escândalo, a quebra do fundo de Fidc da factoring Trendbank – é a mais do que suspeita empresa "Rockstar Marketing".

A empresa aparece na planilha, revelada pela última edição de VEJA, fazendo pagamentos milionários a Yousseff para ter acesso a negócios na Petrobras.

E aparece também no caso Trendbank: foi constatado que a Rockstar apresentava duplicatas milionárias por serviços jamais feitos de clientes como Andrade Gutierrez, Triunfo Construtora, Serveng e a concessionária CCR. (na teoria, o fundo de Fidc da Tredbank serviria para descontar duplicatas de grandes empresas).

E como que para fechar um círculo, um dos principais cotistas do Trendbank era a Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. Investiu 23 milhões de reais naquele abacaxi.


Fundos | 29/04/2014 08:30

São Paulo - As provisões para perdas em investimentos cresceram 112% no ano passado no fundo Petros, segundo relatório do conselho fiscal sobre as contas do fundo, e atingiram R$ 525 milhões.


O fundo não especifica que perdas está considerando, mas em 2013 teve problemas com o banco BVA, em liquidação financeira, e o fundo de investimentos em títulos de crédito Trendbank.


Somente no BVA o Petros aplicou R$ 1 bilhão, boa parte diretamente em fundos de investimentos, que estão agora renegociando as dívidas. Pelo BVA, o fundo também aplicou em Cédulas de Crédito Bancário (CCB), cujo pagamento está cobrando na Justiça.


Uma delas é contra a empresa Vidax Teleserviços (Providax) em que o fundo alega ter R$ 100 milhões a receber.


A empresa diz, entretanto, no processo judicial, que não recebeu metade do valor e por isso teria fechado as portas em 2012, ou seja, não teria nem como pagar a outra metade.


Outro empréstimo, no valor de R$ 51 milhões, está sendo cobrado da V55 Empreendimentos, ligada diretamente ao ex-presidente do BVA, Ivo Lodo. Essas ações começaram a tramitar no início do ano passado.

No fim do ano, foi a vez de o fundo de crédito da factoring Trendbank apresentar uma elevada inadimplência. Até março, 85% da carteira está inadimplente, segundo balanço do fundo.



Petros | 27/04/2014 13:53
São Paulo – O fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, Petros, sofreu uma perda de 500 milhões de reais (em valores reajustados) nos últimos 5 anos, de acordo com reportagem publicada neste domingo pelo jornal O Globo.




Segundo o texto, esta é a primeira vez que as contas da entidade foram rejeitadas pelo conselho fiscal da companhia.



O jornal cita também que o déficit operacional do Petros chegou a 2,8 bilhões de reais no principal plano de benefícios dos funcionários da estatal em 2013.
Ao que parece, os investimentos feitos pelo fundo de pensão não conseguem sequer cobrir a taxa de administração cobrada, prejudicando quem contribui (ou já contribuiu) para aposentadoria.



Apesar dos números negativos, o conselho deliberativo da Petrobras, hierarquicamente superior ao fiscal, aprovou as contas e abriu uma crise interna no fundo de pensão, ainda de acordo com a reportagem de O Globo.



Maré de más notícias



A maior empresa brasileira vive uma maré de más notícias, principalmente por conta da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.


AS MUDANÇAS NA DIRETORIA DA PETROS


A crise na petros parece ter sido a causa da substituição do Presidente. Carlos Fernando Costa é o novo presidente da Petros. Executivo exercia cargo de diretor de investimentos e substitui Luís Carlos Afonso, que estava no cargo do fundo de pensão desde 2011


Sucessão
 | 28/02/2014 16:16
São Paulo - A Petros, fundo de pensão da Petrobrás, anunciou, nesta sexta-feira, que Carlos Fernando Costa será seu novo presidente. (ISSO OCORREU EM FEVEREIRO DE 2014)

O antigo diretor de investimentos vai substiruir Luís Carlos Afonso, que ocupava o cargo desde 2011 e renunciou "por motivos pessoais", segundo comunicado da empresa.


Antes de ocupar o cargo de diretor de investimentos, Afonso foi diretor das operações de marketing, quando entrou na empresa em 2008, e membro do conselho de planejamento de investimentos.

Antes da Petros, Luís Carlos já foi consultor financeiro da FGV e diretor administrativo da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Costa é formado em matemática e tem pós-graduação em administração financeira e em economia. O atual diretor Administrativo Financeiro, Newton Carneiro da Cunha, vai assumir a diretoria de Investimentos.

A nova política pretende favorecer investimentos de risco para garantir maior rentabilidade, já que os investimentos em renda fixa tem deixado muito a desejar.

Rio - O diretor de Investimentos da PetrosNewton Carneiro da Cunha, afirmou nesta terça-feira, 15, que pretende no próximo ano reduzir o porcentual de investimentos do fundo de pensão em renda fixa e aumentar em infraestrutura (portos, aeroportos e rodovias) e em participações em empresas, diretamente ou por ações.

Cunha deixou a diretoria Administrativa Financeira e assumiu a de Investimentos em março deste ano.


Petros deve elevar investimento em infraestrutura


O objetivo é melhorar a rentabilidade, que em 2013 foi afetada pela redução da taxa de juros
Mariana Sallowicz, do
Dinheiro: o fundo tem R$ 67 bilhões em patrimônio para investimentos, sendo que cerca de 40% está em renda fixa



O objetivo é melhorar a rentabilidade, que em 2013 foi afetada pela redução da taxa de juros. A proposta será levada ao conselho, para começar a valer em 2015. A política de investimentos deste ano já foi determinada em 2013.


Atualmente, o fundo tem participação na Invepar, com operação no aeroporto de Guarulhos e na rodovia BR-040. "Tem outras concessões que estamos vendo e se formos procurados podemos entrar."

O fundo tem R$ 67 bilhões em patrimônio para investimentos, sendo que cerca de 40% está em renda fixa. Em 2013, o retorno de investimentos do fundo foi de -0,19%.

"O retorno em 2013 foi muito ruim. Temos um grande porcentual em renda fixa e isso fez com que o nosso retorno ficasse bem abaixo do esperado (no ano passado). A mudança da nossa política só consigo fazer para o ano que vem. Vamos discutir esse ano o que vai valer para 2015", disse no Congresso Abvcap, no Rio.

Apesar disso, ele afirma que ainda neste ano já é possível aumentar "um pouco" os investimentos em "private equity", por ter um espaço de manobra dos investimentos. Ele explica que o fundo tem dois planos de funcionários da Petrobras, sendo um mais antigo e fechado para novas adesões, em que precisa ser mais conservador, e outro, o Plano Petros 2, dos novos funcionários. "(Nesse segundo) é possível fazer investimentos de mais longo prazo com retornos melhores".

Os retornos de private equity, segundo ele, são bem melhores. "Você está apostando em empresas em que, se fizer uma boa escolha, os retornos são bem melhores. A tendência é essa, de baixar a taxa de juros. Não podemos ficar presos a renda fixa."

observação
O INVESTIMENTO EM RENDA FIXA TEM BAIXA REMUNERAÇÃO ENTRETANTO É MAIS SEGURO. QUALQUER COISA FORA DISSO AI IMPLICA EM RISCO.

Em alguns planos, a renda fixa será mantida. "Não dá para, como no passado, ficar apostando só em renda fixa", disse.

Outro mercado que o fundo está avaliando é o externo. "Estamos engatinhando nessa questão. Estou analisando para fazermos investimentos em fundos no exterior. Até pouco tempo os fundos de pensão não podiam fazer esses investimentos, hoje a lei permite com um limite."


Por sinal transcrevo aqui uma notícia que me chegou do companheiro Claudio Ribeiro. Veja abaixo: Transcrito na íntegra.

 
Prezados companheiros,
Eis um resumo da situação da nossa Fundação, elaborado por nosso valoroso companheiro Sergio Salgado.
Muito lamentável o que vem ocorrendo na PETROS há anos.
Claudio Ribeiro – C. Abreu, RJ.
 
De: fundopetros@yahoogrupos.com.br [mailto:fundopetros@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: domingo, 11 de maio de 2014 21:08
Para: sucaldas@terra.com.br; alexandre.rodrigues@oglobo.com.br; serrao@alertatotal.net; pami@superig.com.br; 'Paulo Brandão'; 'Ronaldo Tedesco'; 'Silvio Sinedino'
Cc: 'yaabaaSindipetroSJC'; 'yaabaaFenaspeAstaulSantos'; 'yaabaaFenaspeAstapeCaxias'; 'yaabaaFenaspeAstapeBa'; 'yaabaaFenaspeAstaipeSantos'; 'yaabaaFenaspeAstaipeBa'; 'yaabaaFenaspeAspeneSE'; 'yaabaaFenaspeAspeneAL'; 'yaabaaFenaspeApaspetroRN'; 'yaabaaFenaspeAepet'; 'yaabaaFenaspe'; 'Rodinei Bernabé Hernandes'; 'Adelino Chaves'; crazoubel@terra.com.br; mirianrj77@hotmail.com; suarez@antigoleblon.com.br; edisonxavier@bol.com.br; joaovarjao@yahoo.com.br; 'Aida Cupello'; alziroalvarenga@terra.com.br; antoniocastanheira@hotmail.com; cfsbarreto@gmail.com; cvllos@yahoo.com.br; diomedescesario@uol.com.br; dirneyribeiro@yahoo.com.br; gilbertprates19@gmail.com; jose.francisco10@gmail.com; pedro@pp.adv.br; 'ROGÉRIO Derbly'; plmoreira3@gmail.com; josemarcosam@ig.com.br; 'Manfredo Rosa'; m.lino.carvalho@globo.com; oscotta@terra.com.br; roldao.marques@uol.com.br; 'Henrique Sotoma'; 'Paulo R. Boblitz'; marioafonsocoimbra@terra.com.br; fundopetros@yahoogrupos.com.br; aposentadosdabr@yahoogrupos.com.br; 2aposentadosdabr@yahoogrupos.com.br; nao-repactuantes_replan@googlegroups.com; 'GA'; petros-cia@googlegroups.com; r.rechden@terra.com.br; 'Fernando Siqueira'; ledur@terra.com.br; domingos.saboya@gmail.com; mdayrellb@gmail.com; steniosthel@gmail.com; rogeriomcorreia@uol.com.br; darcifachinello@terra.com.br; 'Luiz Carlos N. Guarabyra'; 'Wagner Paulino'; fernando1937@gmail.com; 'David Garcia de Sousa'; ivanmc63@yahoo.com.br; 'José Netto'
Assunto: [fundopetros] A petros e seu déficit - em busca de jornalistas que investiguem a fundo antes que o fundo vá ao fundo!!!
 
 
Cara jornalista Sueli Caldas, boa noite – com cópia aos também jornalistas Alexandre Rodrigues (OGlobo) e Jorge Serrão (blog AlertaTotal)
 
Tomei conhecimento com algum atraso do seu artigo a seguir colado, de 4/5/2014, e repasso, para seu conhecimento e uso irrestrito, resposta em mensagem que havia feito (em que inseri cópia oculta a esses mesmos dois jornalistas, incluindo seus anexos – e agora acrescentados de mais alguns outros), que envolvia artigo em O Globo, do jornalista Alexandre Rodrigues (que parece não ter se interessado pelo conteúdo); por coincidência muito semelhante ao seu, com provável origem no Conselho Fiscal da Petros, presidido pelo Conselheiro Eleito pelos participantes, Epaminondas de Souza Mendes (que também recebe cópia). Na sequência do seu artigo encaminho minha resposta à Senhora, acrescido de novos argumentos (esperança de que algum de vocês, de fato, entenda a gravidade de tudo isso e comece a agir, com um jornalismo investigativo e não meramente citativo - sic).
 
Petros no vermelho
04 de maio de 2014 | 2h 03
Suely Caldas - O Estado de S.Paulo



Criado em 1970 para complementar a aposentadoria dos funcionários da Petrobrás e hoje administrando 48 planos de empresas, sindicatos e grupos sociais, o fundo de pensão Petros - o segundo maior do País, que administra ativos avaliados em R$ 66 bilhões - fechou suas contas no vermelho em 2013, levando medo e insegurança para milhares de famílias que dele dependem. O déficit reconhecido no Relatório Anual foi de R$ 3,725 bilhões, mas ele cresce para mais de R$ 7 bilhões, se seu resultado financeiro "dependesse só do mercado e dos investimentos feitos", denuncia Epaminondas de Souza Mendes, presidente do Conselho Fiscal, que rejeitou as contas apresentadas pela diretoria do Fundo. A diferença entre os dois valores refere-se a contribuições adicionais feitas pela Petrobrás aos aposentados que aderiram ao fundo em 1970, que não se repetirão ao longo dos anos.



São várias as causas que explicam o desastrado resultado: investimentos fracassados em renda fixa e ações na Bovespa, aplicações em papéis e fundos de uma dezena de empresas falidas (só no banco BVA, em liquidação, o Petros perdeu R$ 1 bilhão), gastos elevados com despesas administrativas de planos que nada têm a ver com a Petrobrás nem com o setor de petróleo, e até notas frias de laranjas ligados a Alberto Youssef, preso na Lava Jato.



Delas, a mais temerária é a profusão de planos que o Petros atraiu para administrar, a grande maioria inviável. A empresa BDO RCS - Auditores Independentes, contratada pelo Petros para auditar seu Relatório Anual, alerta que 36 desses planos "apresentam déficit de custeios administrativos, podendo ocasionar desequilíbrios nos planos de benefícios em decorrência da utilização de recursos previdenciários para sua cobertura". Ou seja, dinheiro destinado a pagar aposentadorias é desviado para custear gastos administrativos com planos sem chance de sobreviver. Dirigido a atletas de futebol de seis Estados, o Plano Esporte Prev, por exemplo, só conseguiu atrair dois participantes, que desistiram em 2013. Sua receita com contribuições é zero, mas o plano continua esperando adesões e gerando gastos administrativos. Criado em 2005, o plano dos empregados da refinaria de Manguinhos só conseguiu quatro adesões. A refinaria sofreu interdição, o governo do Rio pediu desapropriação e cobra uma dívida de R$ 1 bilhão de impostos.


Esses planos foram examinados e aprovados com entusiasmo pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), atendendo à política de Lula de popularizar a aposentadoria complementar, permitindo que fundos de pensão já existentes absorvam planos de outras empresas, sindicatos e grupos sociais organizados. Pelo menos no Petros a aplicação dessa política tem sido desastrosa para o fundo e para milhares de funcionários da Petrobrás que confiaram sua poupança para o fundo administrá-la.



Nas redes sociais intensifica-se um movimento para mudar diretores e o estilo de gestão do Petros, liderado por aposentados da Petrobrás, que temem ter reduzido o valor de seus benefícios, o que será inevitável se o déficit for repetido por mais dois anos. Alguns deles devolveram para a presidente da empresa, Graça Foster, uma camiseta comemorativa aos 60 anos da Petrobrás com que foram presenteados, gesto acompanhado de cartas denunciando os últimos escândalos na empresa e a perigosa gestão do Petros.



Mas não são só os planos sem futuro que explicam o acelerado crescimento com despesas administrativas do Petros. Segundo o Relatório Anual, em 2013 esses gastos ultrapassaram em R$ 23 milhões (12% mais) a verba de R$ 193,7 milhões autorizada pelo orçamento. Só em pagamentos a serviços terceirizados foram gastos R$ 40,7 milhões, dos quais R$ 19,2 milhões com assessoria jurídica. É muito dinheiro.



No Brasil apenas 6,9 milhões de trabalhadores de 3.078 empresas têm fundos de pensão para aspirar a uma vida mais confortável na velhice. Mas sem fiscalização eficaz e gestões como a do Petros, esse caminho corre riscos.



*Suely Caldas é jornalista e professora da PUC-RIO. E-mail:
sucaldas@terra.com.br

 
O anexo 2014 02 23 – Proposta – Déficit – versão para resposta.pdf (720KB) tem lastro em documentos oficiais da própria Petros, Relatório de Atividades mensal disponível aos participantes no portal da fundação, mediante matrícula e senha pessoais, Demonstrações Contábeis, disponível somente aos conselheiros e o Parecer anual do Conselho Fiscal.
 
Ele se acompanha de outros 5 anexos que pretendem ajudar no entendimento do raciocínio da minha proposta de denúncia
 
ANEXO I - relatorio_atividades_12_2012.pdf
ANEXO II - relatorio_atividades_12_2012_revisado.pdf
ANEXO III - Petros - Divulgação de aquisição de participação acionária relevante - 15% - 315 934 005 ações – grifado.pdf
ANEXO IV - Demonstrações Contábeis - Termo de Compromisso - set a dez de 2011.pdf
ANEXO V - Demonstrações Contábeis da Petros - nov e dez-2012 - jan e fev-2013.pdf
 
Nela se verifica que a questão dos fundos instituídos é fuga da discussão maior e muito mais séria do principal problema que são as aplicações financeiras dos nossos ativos (e porque não de todos os fundos de pensão das empresas estatais?). A afirmação contida no 2º artigo do anexo 2014 04 27 - O Globo - Alexandre Rodrigues - PT provoca crise em fundo de pensão da Petrobras.pdf, feita pelo Conselheiro eleito (mas que na verdade tem ligações profundas com o sistema, pois é elemento da FUP e da CUT), PauloCézarChamadoiroMartins, não está longe da verdade
 
“... É um valor muito baixo para um patrimônio de 60 bilhões — disse Paulo Cezar Martin.”
 
A publicação de um novo Relatório de Atividades contendo os dados do fechamento de Fevereiro/2014 renovam nossas preocupações quando aponta que o déficit contido em novembro/2013 de R$6,661 bilhões, MILAGROSAMENTE REDUZIDO em dezembro/2013 para R$2,279 BILHÕES, portanto uma fantástica queda de R$4,382 BILHÕES de um mês para outro mas que, segundo o RA de janeiro/2014 já havia saltado outra vez para R$5,522 BILHÕES e fechou em 28/2/2014 em R$6,010 BILHÕES. Olhe a planilha excel 2014 01 15 - Petros - Acompanhamento do equilíbrio técnico.xlsx (31KB) e a Senhora enxergará a extensão do que afirmo. Portanto, fechado o balanço anual, emitido o Parecer do CF, reprovado maciçamente por todos os conselheiros (eleitos e indicados, sem necessidade de voto de qualidade como vinha acontecendo nos anos anteriores) produziram uma redução no déficit absurdo que se configurava em nov/13 e tudo voltou ao padrão em fev/14, onde o fundo apresenta o mesmo déficit de R$6 BILHÕES.
 
É de fundamental importância que se passe um pente fino nas negociações ocorridas em bolsa de valores em relação às ações Itaúsa ON. Há fortíssimas evidências de negócios mal formulados em dezembro/2013, quando essa ação veio do seu preço mínimo anual, R$9,65 (fato ocorrido em 13/12/2013) para fechar o ano em 30/12/2013 a R$12,70. Isso provocou uma redução no déficit (de novembro para dezembro de quase R$1 bilhão). Em 31/1/2014, essa mesma ação fechou a R$9,70 e em 28/2/2014 fechou a R$9,10, ou seja perdeu esse mesmo bilhão. Em dezembro/2013 a Petros corria atrás dessas ações por outro motivo, a completação da posse de 15% do capital votante da holding Itaúsa, para permitir confirmação de uma cadeira de conselheiro que até esse instante só era ocupada por força de acertos políticos – o dono dela é o Sr. José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás. Isso foi alcançado em 10/1/2014 conforme o ANEXO III - Petros - Divulgação de aquisição de participação acionária relevante - 15% - 315 934 005 ações – grifado.pdf.
 
Há mais ainda, a Invepar é a empresa que ganhou a concessão de Guarulhos pagando ágio de 373% acima do lance mínimo. Nela a Petros tem participação de 25% em ações ON (capital votante) e mais 25% em ações PN, totalizando 107.292.842 ações. Não é negociada em bolsa e, conforme o arquivo 2014 02 23 – Proposta – Déficit – versão para resposta.pdf, no fechamento do ano a Petros postou no Relatório de Atividades o valor nominal das ações em R$25,57/ao par (tanto para as ON quanto para as PN, o que significou avaliar positivamente a ação em 23,68% de um mês para o outro). Essa reavaliação provocou uma recuperação do déficit em dezembro de mais de R$525 milhões.
 
Essa análise abaixo foi feita pelo Raul Rechden, engenheiro aposentado lá do RS que faz parte de um grupo de acompanhamento. Como explicar uma valoração desse porte em uma empresa que sequer consegue distribuir dividendos mínimos a seus acionistas?
 
De: Raul Rechden [mailto:r.rechden@terra.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 14 de abril de 2014 20:28
Para:
Assunto: Dividendos da Invepar
Abaixo trecho da convocação de AGO da Invepar, onde consta o valor dos dividendos a serem distribuídos, referentes ao exercício de 2013:
 
Na proposta da administracao, entre outras, constam as seguintes informacoes:
A administracao da Companhia propoe, nos termos do par 40 do art. 202 da Lei n0 6.404/76, que os dividendos obrigatorios declarados pela Assembleia Geral não sejam pagos tendo em vista os aportes de capital previstos nas controladas e coligadas para fazer frente as suas necessidades de capital. O diferimento do pagamento proposto pela Administracao tem como objetivo prover recursos para que a Companhia faca frente as suas obrigacoes vincendas previstas no plano de negocio de cada concessionaria, bem como para custeio da Invepar Holding.
Valor do dividendo:
0,000053223494133714 / acao PN
0,000053223494133714 / acao ON
Terao direito ao recebimento dos dividendos os acionistas com base na posição acionaria no dia da Assembleia Geral Ordinaria da Companhia, a saber, 29.04.2014. A partir de 30/04/2014 acoes escriturais ex-dividendo.
Como se pode facilmente calcular, é necessário ter 18.789 ações para receber R$1,00 (um real) de dividendo. Como a Petros tem cerca de 107 milhões de ações, caberia a ela o total de R$5.710,00. Caberia, pois a administração está propondo não pagar nem esses dividendos minúsculos, com a seguinte justificativa:
O diferimento do pagamento proposto pela Administracao tem como objetivo prover recursos para que a Companhia faca frente as suas obrigacoes vincendas previstas no plano de negocio de cada concessionaria, bem como para custeio da Invepar Holding.”
O impulso de fazer troça desse argumento digno daqueles empolados mendigos de fraque e cartola rotos que povoavam os programas humorísticos de antigamente é quase irresistível, mas vamos manter o foco.
Está visto, então, que a Invepar virou mais um ano sem dar retorno, e extremamente endividada. O cenário está de tal forma complicado que já houve manifestações públicas dos dirigentes de Petros e Previ informando que há estudos para abrir o capital, captando recursos para diminuir o montante da dívida. Isto feito, a diluição das participações atuais seria muito grande, e menos retorno se esperaria ainda do negócio. É o descontrole da dívida cobrando o seu preço.
Se eu comandasse a Invepar e estivesse interessado em mantê-la como a sinecura que é, abriria o capital com uma oferta pública em lugar de buscar sócios de peso. Por uma razão muito simples: somente trouxas entrariam nesse negócio, e esses trouxas existem somente entre o grande público. Qualquer pretendente a sócio de peso que fosse examinar a Invepar logo descobriria dois furos: 1 – há uma série de concessões problemáticas, que estão dando prejuízo quando já deveriam estar dando bons lucros; 2 – a OAS está no negócio apenas para faturar o que se fatura quando não se é submetido à concorrência. Só um parvo não percebe isto, e eu fico pasmo de ver que ninguém na Petros se dá conta disso. Que outra razão teria a OAS para aplicar seus recursos num negócio que, entra ano, sai ano, não dá retorno nenhum, só aumento de dívida? O fato é que esse endividamento vai em boa parte para o bolso da OAS, que, parafraseando o relatório da Astra sobre a venda da Pasadena, deve ter retornos “acima do imaginável”. O resto vai para o governo em pagamento pelas concessões. E nós ficamos chupando o dedo e vendo nossos créditos se transformarem em débitos.
Para entrar, um sócio privado consciente exigiria, no mínimo, um reposicionamento da OAS no negócio. Aliás, estou convicto de que a OAS só continuará na Invepar se o aumento de capital ocorrer por oferta pública. Pois se um sócio privado de verdade entrar por uma porta da Invepar, é porque no mesmo momento a OAS estará saindo pela outra, empurrada ou até por iniciativa própria.
Eu posso até admitir que a Invepar tenha jeito. Mas não do jeito que está.
Para terminar, e dar uma cutucadinha em quem defende o negócio Itaúsa: hoje as cotações da ON e PN praticamente empataram em cerca de R$9,50.
Abraços, e que Deus nos ajude.
 
A Norte Energia, responsável por Belo Monte é outra empresa não negociada em bolsa, com “consumo” financeiro elevado, sem qualquer possibilidade a curto e médio prazo de permitir algum retorno financeiro, que foi reavaliada no valor de suas ações em mais de 90% de novembro para dezembro de 2013 (de R$1,00 para R$1,92), o que permitiu mais outra redução no déficit de quase R$400 milhões.
 
Portanto, minha cara jornalista (meus caros jornalistas) a questão é muito mais séria do que parece. Uma coisa é ter ações de empresas com problemas pontuais, ou conjunturais, mas que podem voltar a ter valores positivos (Petrobrás por exemplo). Seguramente Invepar e Norte Energia não se enquadram nesse caso.
 
Não há, ainda, como esquecer de vários outros investimentos, entre eles Lupatech, onde assumimos (o Sr. Wílson Santarosa era presidente do seu conselho de administração) subscrever ações a um valor que estava acima do valor que era negociado em bolsa, num acordo assumido juntamente com o Bndespar, em que subscreveríamos as ações que os demais acionistas não assumissem (evidente que a um preço menor na Bovespa, sobrou para o fundo e o Bndespar fecharem a conta, pois seus acionistas não quiseram subscrevê-las). Aqui há uma questão muito esquisita, pois esse acordo foi fechado 4 ou 5 dias após a Lupatech ter aceitado encerrar contratos com a Petrobrás de mais de U$700 milhões (dólares?!), sem qualquer outra reclamação. Essa empresa já estava em franca derrocada, por depender quase que exclusivamente dos contratos da Petrobrás no pré-sal. A Petrobrás havia suspendido diversos contratos, muitos deles com a Lupatech.
 
Há mais, conseguimos entrar em fria no Banco Morada que fazia empréstimos consignados ao funcionalismo público. Perder dinheiro dessa forma é coisa do outro mundo, mas perdemos.
 
Há BVA, há Cruzeiro do Sul, há a Usina de Apertadinho em Rondônia, há Bancoop, há Trendbank, há .....
 
Fecho esta longa resposta com o arquivo Petros - entrevista do presidente Wágner Pinheiro - grifado.pdf para me reafirmar mais uma vez estupefato com a afirmação do Sr. Wágner Pinheiro, e grifada por mim em amarelo “..."Não temos que terceirizar o poder, se colocamos capital, somos capitalistas com direito de influir no destino do ativo."”
 
Esse senhor é o mesmo que em 30/12/2010 causou-nos um enorme prejuízo ao negociar quase 30% do nosso patrimônio (R$20 BILHÕES). Dessa negociação, ficamos com um abacaxi chamado 315 milhões de ações ON da Itaúsa quer jamais conseguiremos vender no Bovespa pela sua total falta de liquidez.
 
É ele também que está sendo responsabilizado pelo rombo no fundo Postalis, patrocinado pelos Correios, que é presidido por ele, cargo aliás que assumiu no dia seguinte em que fechou o negócio enterrando mais de R$3 BILHÕES DO NOSSO PATRIMÔNIO nas ações Itaúsa ON.
 
Sua proposta naquele anexo é investir o patrimônio dos participantes em empresas que devem ser dominadas. Isso se dá com facilidade, por intermédio dos vários fundos de pensão estatais, somados aos investimentos do BNDES. É dessa forma que o governo interfere na economia, sem qualquer preocupação com os benefícios que devem ser pagos aos participantes desses fundos.
 
Fico por aqui, volto a me recolher.
 
Sérgio Salgado
 
 
15:02 \ Brasil
Mais um escândalo
Há pelo menos um nome a ligar as encrencas do doleiro Alberto Yousseff com outro escândalo, a quebra do fundo de Fidc da factoring Trendbank – é a mais do que suspeita Rockstar Marketing.
A empresa aparece na planilha, revelada pela última edição de VEJA, fazendo pagamentos milionários a Yousseff para ter acesso a negócios na Petrobras.
E aparece também no caso Trendbank: foi constatado que a Rockstar apresentava duplicatas milionárias por serviços jamais feitos de clientes como Andrade Gutierrez, Triunfo Construtora, Serveng e a concessionária CCR. (na teoria, o fundo de Fidc da Tredbank serviria para descontar duplicatas de grandes empresas)
A propósito, como que para fechar um círculo, um dos principais cotistas do Trendbank era a Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. Investiu 23 milhões de reais naquele abacaxi.
Por Lauro Jardim
 
 
 
De: Sérgio Salgado [mailto:sersalga.2304@gmail.com]
Enviada em: terça-feira, 29 de abril de 2014 12:02
Para:
Assunto: RESPOSTA DA PETROS À GLOBO: ACREDITE QUEM QUISER......
 
Meus caros, bom dia!!!
 
Ao ler algumas manifestações de pessoas a quem prezo pela inteligência e pela capacidade de análise, é frustrante e começa a solidificar em mim desistir de tudo.
 
Por favor, expliquem aqui quanto está impactando em nosso plano em milhões ou em bilhões o custo pela manutenção de planos previdenciários bancados pela Petros para fazer presepada com o dinheiro alheio?
 
Essa situação é grave? É, mas não é a questão principal e reforça a necessidade que os gestores da Petros tem em retirar de foco o que de fato impacta e está levando nosso plano à derrocada: a aplicação do nosso patrimônio mediante investimentos mal executados que servem muito mais ao Governo Federal que à manutenção dos benefícios dos seus participantes.
 
E quando se fala em Governo Federal é Governo Federal mesmo, pois isso já acontecia no reinado do fhc, primeiro e único.
 
Quanto custa manter um plano com somente 2 participantes? Custa tanto quanto enfiar nosso dinheiro em aplicações de amigos e que desaparecem da noite para o dia?
Somos todos responsáveis também por isso ao tratar nossos conselheiros eleitos como inocentes no processo, ao menos a grande maioria tem feito assim ao não cobrar deles respostas públicas e depois se surpreendem candidamente com déficits e mais déficits que o plano apresenta.
 
Não são e não foram e a aprovação do absurdo negócio envolvendo Itaúsa e nossos Títulos Federais NTNB é prova disso, negócio esse, aliás, aceito por eles e capitaneado pelo Sr. Paulo Teixeira Brandão. E, pior, continuam calados até hoje como se nada tivessem a ver com o problema. De uma tacada só o ex-presidente da Petros, Wágner Pinheiro (que saiu da Petros no dia seguinte e foi presidir os Correios – prêmio???), no último dia útil de 2010, fez uma operação que envolveu 30% do nosso patrimônio (equivalente a R$20 bilhões). Essa operação deu prejuízo imediato ao nosso fundo de mais de R$16 milhões (provavelmente maior que o impacto de todos esses tais planos focados neste momento), e gerou o tal lucro contábil de R$863 milhões, lucro esse apresentado por esses mesmos conselheiros em loas e versos. Sequer sabiam eles ou se preocuparam em verificar o valor que os títulos tinham em nosso ativo e o valor que o BC precificou para adoçar a pílula – essa foi a razão de apresentar “lucro contábil”. O prejuízo dos R$16 milhões era a própria prova dessa operação mal executada (para resolver o problema de esticar a dívida do governo (que de 2033, saltou para 2050 e ainda trocou títulos que mantínhamos com rendimento de IPCA+11,05%a.a. por outros com apenas IPCA+6%a.a. – CASO DE CADEIA, crime do colarinho branco – o único punido foi o Palloci que por ganhar alguma comissão (vide a revista Veja 2221 de 15/06/2011) foi retirado do ministério da Dilma. Os conselheiros eleitos sequer entenderam que se a Petros tivesse vendido mais dos novos títulos federais (aqueles que geraram “lucro contábil”) e que haviam sido trocados pelos originais de 2001, o prejuízo teria sido maior que os R$16 milhões. E não esquecer que a Camargo Correa, a outra grande beneficiária do negócio, ficou tão feliz e agradecida que doou R$8,5 milhões para a campanha da DILMA.
 
O resultado desse negócio foi o incremento de mais péssimos negócios (e muitos deles novamente avalizados por esses mesmos conselheiros eleitos): Guarulhos, Belo Monte, Lupatech, Morada, UniverCidade são só a ponta do iceberg e direcionamos a discussão para a manutenção de dois participantes em um plano instituído. Merecemos mesmo tudo isso. E retorna a operação BVA, onde ao que constava de informações repassadas pelos gestores da petros e avalisadas pelos eleitos, não teríamos grandes problemas. O valor está acima de R$1 bilhão.
 
Talvez seja melhor mantermos planos fajutos, com 2 participantes, pois, ao menos, algum participante teria uma renda melhor na sua velhice, do que sustentar esse bando de energúmenos que dilapidam nosso patrimônio e continuam impunes.
 
Aos que tiverem paciência, leiam o anexo 2014 02 23 – Proposta – Déficit –versão para resposta.pdf e os seus demais 5 outros anexos que o completam, e entenderão mais alguma coisa do fechamento MANIPULADO da Petros em 2013 que, INSISTO E REPITO, vai além do que está sendo discutido.
 
Sérgio Salgado
 
ET – insisto também com a análise do Saboya, leiam e releiam, vale a pena.
 
 
De: fundopetros@yahoogrupos.com.br [mailto:fundopetros@yahoogrupos.com.br] Em nome de Carlos CB.
Enviada em: terça-feira, 29 de abril de 2014 00:27
Para:
fundopetros@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: [fundopetros] Fwd: RESPOSTA DA PETROS À GLOBO: ACREDITEM QUEM QUISER......
O esclarecimento esclarece pouca coisa. “Estar tomando providências” não significa que elas foram implementadas efetivamente, muito menos que tenham tido resultado.
Essa questão tem que ficar muito clara, não é possível que estejamos subsidiando a administração de planos inviáveis, que podem ficar viáveis de várias formas, inclusive a redução de benefícios.
CBertomeu
De: fundopetros@yahoogrupos.com.br [mailto:fundopetros@yahoogrupos.com.br] Em nome de JAIRO ANDRADE-DE-MORAES
Enviada em: segunda-feira, 28 de abril de 2014 22:32
Para:
fundopetros@yahoogrupos.com.br
Assunto: [fundopetros] Fwd: RESPOSTA DA PETROS À GLOBO: ACREDITEM QUEM QUISER......
Companheiros,
Se não estou enganado, encontramos o "CAMINHO DA MINA"!
Quando fazemos qualquer questionamento à PETROS, principalmente ao seu Presidente, ou não recebemos, tempestivamente, as respostas que desejamos, ou essas vêm através de assessores que nada têm a ver com o problema abordado. Prova disso, são as inúmeras correspondências encaminhadas pelo companheiro Márcio Dayrell Batitucci que, via de regra, quando respondidas, não convencem.
Agora, ao que parece, a depender do conhecimento que tenhamos com o pessoal da imprensa, as coisas podem se modificar.
Observem que, u'a matéria que teria sido publicada ontem (27/04), pelo jornal O GLOBO, hoje (28/04), já tem uma resposta da PETROS! Confesso que não a li, muito a propósito, mesmo porque não acredito em nada que venha de lá. Por outro lado, a tal matéria que originou a resposta abaixo transcrita, não foi aqui disponibilizada. Mas, de qualquer sorte, se tal resposta, que também não identifica quem a escreveu, é verdadeira, quem sabe, tenhamos encontrado o "caminho da mina" e poderemos dirigir os nossos questionamentos através de um jornal, para assim obtermos respostas imediatas? O que acham vocês?
Jairo Moraes

Petros responde reportagem do jornal O Globo
Publicada em 28/04/14
Em respeito aos seus participantes, patrocinadores e instituidores, a Petros vem à público esclarecer a notícia veiculada pelo jornal O Globo, na edição do dia 27/4. A Fundação não reconhece o prejuízo noticiado na matéria decorrente do desequilíbrio do custeio administrativo dos planos, uma vez que as informações divulgadas partem de premissas equivocadas como mostraremos a seguir:

1. Em 1994 a Petros aprovou, no Conselho de Curadores (atual Conselho Deliberativo), a alteração do seu estatuto viabilizando a implementação do multipatrocínio a partir de 1995, em função do movimento das privatizações realizadas em empresas do Sistema Petrobras. Desta forma, anteriormente ao ano de 2002, a Fundação já contava com 9 planos e 24 patrocinadoras diferentes, incluindo empresas que não eram originárias do Sistema Petrobras.

2. A Petros adotava a gestão do fundo administrativo de acordo com a legislação e as regras empregadas à época, quando o fundo era único para todos os planos e, desta maneira, solidário e mutualista. Os recursos do fundo administrativo eram de propriedade da entidade e, portanto, poderiam ser utilizados para a cobertura integral das despesas administrativas de acordo com a execução orçamentária da Fundação, independentemente dos resultados financeiros individuais dos planos. A partir de janeiro de 2012, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) determinou que a entidade registrasse contabilmente o fundo administrativo por plano de benefício.

3. Observou-se que a transição para o novo modelo de gestão, contemplando os Planos de Gestão Administrativa segregados e visando ao equilíbrio financeiro por plano, demandaria não apenas esforços para a racionalização de custos e significativa melhoria de receitas, mas também prazos mais dilatados para sua consecução. Sendo assim, efetuamos uma série de estudos de viabilidade e simulações no sentido de corrigir ocasionais desequilíbrios financeiros, tais como:
- A partir de 2011, a Petros realizou estudos de viabilidade financeira com simulações para um horizonte de vinte anos de todos os planos de benefícios em prospecção. Apenas os planos que apresentem recursos suficientes para a cobertura integral de seus gastos administrativos são aprovados e integralizados;

- Os planos já administrados pela Petros passaram por medidas de adequação financeira de acordo com suas características próprias, tais como I) estudos de viabilidade contemplando aumento de receitas, II) estudos de possíveis fusões de planos e III) extinção de planos inviáveis financeiramente;

- Várias iniciativas estratégicas estão em andamento para elevar a produtividade e melhorar a qualidade dos gastos da Fundação, tais como I) racionalização de custos e II) otimização de processos. De fato, de 2002 até o final de 2013 a Petros reduziu a relação despesas administrativas/receitas previdenciais de 11,9% para 6,8% e até fevereiro de 2014 a relação é de 4,75%;
4. Por fim, em 2013, com o objetivo de pactuar um plano para ajustamento das condutas a serem implementadas pela Petros, visando ao equacionamento e o equilíbrio do custeio administrativo de determinados planos de benefícios administrados pela Fundação, a Petros submeteu à Previc a proposição de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

5. O TAC tem como função principal normatizar uma série de procedimentos junto aos patrocinadores e instituidores, com a finalidade de tornar os planos autossustentáveis. Independentemente da assinatura do TAC junto à Previc, a Petros vem tomando todas as medidas constantes neste termo, no sentido de equilibrar o custeio administrativo dos planos deficitários administrativamente.

6. Importante ressaltar que as medidas aqui citadas foram encaminhadas ao Conselho Deliberativo, sendo o assunto amplamente debatido e aprovado pelo órgão;

7. Cabe esclarecer, ainda, que apesar do Conselho Fiscal recomendar a reprovação das contas da Petros sistematicamente todos os anos alegando motivos distintos, as demonstrações contábeis relativas aos exercícios passados foram consideradas adequadas por diversas auditorias externas em todos os seus aspectos relevantes – posição patrimonial e financeira consolidada e individual por plano de benefícios. As demonstrações contábeis também foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo e submetidas à Previc.

8. Mais uma vez ressaltamos o respeito da Petros com os seus participantes, patrocinadores e instituidores bem como o seu compromisso permanente em cumprir a legislação vigente


SOMOS TODOS CHAPECOENSES