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domingo, 2 de novembro de 2014

HISTÓRIA DE LORENZO DE MÉDICI - Nossa Marca

LORENZO DE MÉDICI
Os episódios mostrados por esse episódio da história que envolve entre outras coisas aspectos da Igreja Católica Apostólica Romana na época do renascimento, demonstram claramente a visível decadência da Igreja Católica, e sua transformação em um estado político encravado em uma época de grandes intrigas políticas que tinham o objetivo apenas de abarcar cada vez mais poder para núcleos de influência e poder. 


As disputas acabavam muitas das vezes em planos para assassinatos e golpes de estado promovidos por algumas mentes autenticamente malignas. A Igreja Católica se situava com seu prestígio como um estado por sobre os outros estados inserida dentro desse ambiente de conspirações e planos de assassinato, o que levou ao seu declínio moral resultando alguns anos mais tarde no protesto de Martinho Lutero que promoveu um movimento dissidente denominado PROTESTANTISMO.
" Vista do Museu de História Natural", Antonio Donati e Aniello Lamberti, final do século 18

Esses episódios do RENASCIMENTO e a zaga de Lorenzo de Médice foi levada às telas no seriado para a TV de muito sucesso, tido como um dos melhores, denominado "OS DEMÔNIOS DE DA VINCI".


O Blog Filosofia e Tecnologia preparou todo o conteúdo das duas primeiras temporadas desse seriado que conta a história de Lorenzo de Médice com pano de fundo da visão da Igreja Católica à época e muito mistério e aventura sendo que você poderá baixar todo ele, dublado em português, clicando nos links abaixo discriminados. Esperamos que você aprecie.

1ª Temporada



2ª Temporada

Da Vinci's Demons é uma série de televisão norte-americana do gênero drama sobre a vida de Leonardo da Vinci durante sua juventude, exibida pela FOX. A série é escrita e dirigida por David S. Goyer e produzida pela Starz . A série estreou nos Estados Unidos no canal Starz em 12 de abril de 2013, e sua segunda temporada em 22 de março de 2014. A série foi renovada para uma terceira temporada, que vai estrear em 2015.
No Brasil, estreou em 16 de abril no canal FOX Brasil .

Descrita como uma fantasia histórica, a série explora a história não contada de Da Vinci "inventando" o Futuro, na série, com 25 anos. Preso num mundo onde o pensamento e a fé estão controlados pela opressiva Igreja Católica, é retratado como um homem que luta para libertar o conhecimento.
A história secreta da vida fascinante de Leonardo Da Vinci revela um jovem torturado pelo dom da genialidade sobre-humana: um herege que quer expor as inúmeras mentiras do catolicismo, um rebelde que procura subverter uma sociedade elitista e um filho bastardo que anseia que seu pai o reconheça como legítimo.
Leonardo encontra-se no olho de um furacão que formado há séculos: um conflito entre a verdade e a mentira, a religião e a razão, o passado e o futuro. As suas aspirações são usadas contra ele pelas forças opositoras "da época", que o atiçam para um jogo de sedução no qual os que mais depreciam o seu intelecto são os que mais necessitam dele.
Assim, Leonardo deverá lutar contra inimigos que querem usar o poder da história para ocultar a verdade. Como um herói cuja única arma é a sua genialidade, ele deverá lutar sozinho contra a obscuridade que está no seu interior e ao seu redor.
Enfrentando um futuro incerto, sua busca de conhecimento quase termina sendo sua perdição pois brinca com os limites da sua própria saúde mental. Da Vinci, então, submerge na sua genialidade e emerge como uma força imbatível que tira da obscuridade toda uma era e a impulsiona para a luz.
A sua história converte-se num reflexo do nosso próprio mundo, que nos induz a entrar na sua luta para libertar o futuro das garras daqueles que lutam para nos reprimir

A Terceira temporada desse seriado ainda não saiu mas está em franca elaboração e deve ser exibida nas TVs a cabo no próximo ano. Ela no entanto nessas duas temporadas nos dá muitas informações sobre a história da Renascença e sobre o declínio da Igreja Católica e seu papel na Renascença.

ESTATUA DE LORENZO DE MÉDICE
CRIADA POR MICHELANGELO.
Lourenço de Médici (em italiano: Lorenzo de' Medici; Florença, 1 de janeiro de 1449 – Careggi, 9 de abril de 1492) foi um estadista italiano, soberano de fato da República Florentina durante o Renascimento italiano. 

Conhecido como Lourenço, o Magnífico (Lorenzo il Magnifico) por seus contemporâneos florentinos, foi um diplomata, político e patrono de acadêmicos, artistas e poetas. Sua vida coincidiu com alguns dos pontos altos do início do Renascimento na Itália, e sua morte marcou o fim da chamada Idade de Ouro de Florença. A paz frágil que ele ajudou a manter entre os diversos Estados italianos entrou em colapso depois de sua morte. Está enterrado na Capela Medicea, em sua cidade natal.
UMA DAS OBRAS DA RENASCENÇA. FLORENÇA GOVERNADA PELA FAMÍLIA MÉDICE DARIA APOIO A GRANDES ARTISTAS DE ENTRE OS QUAIS LEONARDO DA VINCI E MICHELANGELO, TORNANDO-SE A EFERVESCÊNCIA DO RENASCENTISMO.
RenascimentoRenascença ou Renascentismo são os termos usados para identificar o período da História da Europa aproximadamente entre fins do século XIV e inicio do século XVII. Os estudiosos, contudo, não chegaram a um consenso sobre essa cronologia, havendo variações consideráveis nas datas conforme o autor. Seja como for, o período foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana, que assinalam o final da Idade Média e boa parte da Idade Moderna. 
Apesar destas transformações serem bem evidentes na culturasociedadeeconomiapolítica e religião, caracterizando a transição do feudalismo para ocapitalismo e significando uma ruptura com as estruturas medievais, o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências. 

Chamou-se "Renascimento" em virtude da redescoberta e revalorização das referências culturais da antiguidade clássica, que nortearam as mudanças deste período em direção a um ideal humanista e naturalista. O termo foi registrado pela primeira vez por Giorgio Vasari já no século XVI, mas a noção de Renascimento como hoje o entendemos surgiu a partir da publicação do livro de Jacob Burckhardt A cultura do Renascimento na Itália (1867), onde ele definia o período como uma época de "descoberta do mundo e do homem".
 

O Renascimento cultural manifestou-se primeiro na região italiana da Toscana, tendo como principais centros as cidades de Florença e Siena, de onde se difundiu para o resto da península Itálica e depois para praticamente todos os países da Europa Ocidental, impulsionado pelo desenvolvimento da imprensa por Johannes Gutenberg. A Itália permaneceu sempre como o local onde o movimento apresentou maior expressão, porém manifestações renascentistas de grande importância também ocorreram na InglaterraAlemanhaPaíses BaixosPortugal e Espanha.
 
PAPA LEÃO X
Filho de Lorenzo de Médici.
Alguns críticos, porém, consideram, por várias razões, que o termo "Renascimento" deve ficar circunscrito à cultura italiana desse período, e que a difusão europeia dos ideais clássicos italianos pertence com mais propriedade à esfera do maneirismo. Além disso, estudos realizados nas últimas décadas têm revisado uma quantidade de opiniões historicamente consagradas a respeito deste período, considerando-as insubstanciais ou estereotipadas, e vendo o Renascimento como uma fase muito mais complexa, contraditória e imprevisível do que se supôs ao longo de gerações.

COSME DE MEDICI
Avô de Lorenzo de Médici
LORENZO  era neto de Cosme de Médici (o Velho), era filho de Pedro de Cosme de Médici e de Lucrécia Tornabuoni. Casou-se em 4 de junho de 1469 com Clarice Orsini, chamada Leo, nascida em 1450 e morta em 20 de julho de 1488. Era filha de Giacomo Orsini di Monterotondo. Teve sete filhos, dos quais João de Lourenço de Médici (futuro Papa Leão X). Com a morte de seu pai, em 1469, Lourenço e seu irmão Juliano foram designados "príncipes do Estado" (em italiano principi dello Stato).
Pedro de Cosme de Médici
Pai de Lorenzo de Médici.

O futuro parecia tranquilo até que em 1478 aconteceu a conspiração dos Pazzi, assim chamada em alusão à família envolvida no movimento, na verdade instigado pelos Salviati, banqueiros do Papa Sisto IV, inimigo dos Médicis. Foi feito um plano para matar os dois irmãos Médici no Duomo de Florença, durante a missa, em 26 de abril, um domingo de Páscoa. Juliano morreu, Lourenço escapou, embora ferido, salvo pelo poeta Poliziano, que o trancou na sacristia.


Filho de Paolo Riario e Bianca della Rovere, e sobrinho do Papa Sisto IV,
Girolamo Riario
nasceu em Savona. Do pontífice recebeu como dote de seu casamento, que se realizaria em 1477 com Catarina Sforza, a Senhoria de Imola. Já o controle deForli, lhe foi dado após expulsar a família Ordelaffi daquele ducado (1477).
Conspirador, sempre instigado pela esposa, participou da tentativa de assassinato de Lourenço de Médici, que resultou na morte de Juliano de Médici, irmão do mecenas de Florença, durante a Conspiração dos Pazzi (1478).
Em 1484, com a morte do Papa Sisto IV, ele, na condição de capitão-geral da Igreja, tomou de assalto o Castelo de Santo Ângelo, numa manobra conjunta com a esposa Catarina a fim de forçar o Colégio dos Cardeais a eleger um Papa entre os membros da família Sforza de Milão.
Em 14 de abril de 1488, Girolamo acabou vítima, a golpes de espada, de uma conspiração liderada por dois irmãos da família Orsi de Forli – Checco e Ludovico Orsi.
A esposa Catarina assumiu a regência do ducado em nome de Ottaviano Riario, primogênito do casal.
Os autores do plano, entre eles Francesco Salviati, arcebispo de Pisa, foram linchados pelo povo enfurecido. O Papa Sisto IV, cujo sobrinho Girolamo Riario era cúmplice, interditou a cidade de Florença por causa dos assassinatos de Salviati e dos Pazzi, apoiado pelo rei de Nápoles, Fernando I, conhecido como Dom Ferrante.
CARDEAIS NOMEADOS PELO
PAPA SISTO IV

Papa SISTO IV
Na fase da Igreja que se iniciava depois dos problemas ocorridos durante o Papado de Avignon, esse foi o primeiro papa a aplicar a Lei do Gérson (“Gosto de levar vantagem em tudo. Certo?”). A sua eleição foi devida à hábil politicagem do seu, do meu, do nosso RODRIGO BÓRGIA, futuro Papa Alexandre VI. 
Pessoalmente, Sisto era destemido. Destemido em seu mau-caratismo, diga-se de passagem. Era um nepotista contumaz e, para alimentar sua numerosa família nas tetas da Santa Sé, aumentou o Colégio Cardinalício. Em treze anos de pontificado nomeou 34 novos cardeais (o limite naquela época era de 24). A extravagância passou a ser característica da corte papal.


Uma família de novos ricos – os Della Rovere – ganhou destaque nesta época. Um deles, inclusive, viria a ser um dos Papas da Renascença e mecenas de Michelângelo. Muitas vozes levantaram-se contra os desmandos, principalmente os financeiros. Sisto então criou a Câmara Apostólica, formada por 100 advogados, responsável pelos interesses financeiros dos Estados Papais. 
PAPA SISTO IV
Teria Sisto sido tão ruim assim? Bom, houve coisas boas em sua administração. Ele revitalizou a Biblioteca do Vaticano, reabriu a Academia Romana e – seu principal legado – iniciou a construção da Capela Sistina, aquela que imortalizaria seu nome (sacou? SISTINA). Também inaugurou hospitais, igrejas e várias importantes reformas na Cidade Eterna. Era, realmente, um homem de seu tempo. Como tal, conduziu guerras – contra Veneza e Ferrara. 
Mas de todos os seus atos, há um em particular que chama a atenção, pelas feições de romance policial barato: a dita Conspiração Pazzi, que pode ter sido posta em movimento pelos Salviati, banqueiros de Sisto, aliados aos Pazzi. A finalidade era matar os irmãos Médici – Juliano e Lourenço. O plano foi posto em prática na Páscoa de 1478. Juliano morreu, mas Lourenço escapou e, com o apoio do Rei de Nápoles, buscou vingança. O sangue jorrou: os Pazzi foram assassinados por Lourenço e sua turma, e arcebispo de Pisa, um Salviati, foi linchado até a morte.

A resposta do Papa Sisto IV não foi nada sutil. Excomungou não só Lourenço, mas toda a cidade de Florença. O desinteresse do Papa com questões espirituais, preferindo ocupar-se de questões seculares, fez aumentar o clamor pela convocação de um Concilio. Clamor esse que o Papa desconsiderava. 
No último ano de sua vida, foi oferecido a Sisto um razoável programa, vindo de Tours (França), para combater o reformista Jean de Rely, que inflamava o povo contra o papa (é meus amigos, Lutero não era o único maluco, aliás, não se pode dar a ele nem a pecha de original). 
Jean de Rely denunciava as questões fiscais, mas principalmente a prática ad commendam que, em Direito Canônico significa transferir um beneficium (terras aráveis, por exemplo) em confiança à guarda de um patrono. Acontece que essas transferências eram realizadas sem que o patrono, depois de entrar em posse dos bens, cumprisse com seus deveres para fazer o bem em questão prosperar. Tínhamos, então, verdadeiros vampiros, que sugavam o povo até não poder mais. Se o Papa resolvesse acabar com essa prática nefasta, teria muitos de seus erros menosprezados. Mas ele não o fez. 
Poucos meses depois, morre Sisto IV. Para comemorar, os romanos entraram num período de loucura total que durou cerca de duas semanas. Tumultos, saques e estupros pra todos os lados, tudo sob o patrocínio dos Colonna, perseguidos durante os dias de pontificado de Sisto e doidos para dar o troco. 
Lembram deles? Não? Ora, titio então vai recapitular brevemente a genealogia até agora dos posts dos Papas: a família Colonna era um ramo dos Tusculum, ligados aos TEOFILACTO, da triste lembrança dos Papas Sérgio III e João XII (ambos da casa dos Tusculum). Pareceu que os tristes dias do século X haviam retornado.
Sem ajuda de seus tradicionais aliados de Bolonha e Milão, Lourenço partiu sozinho para Nápoles, em 1480, colocando-se nas mãos de Don Ferrante. Este manteve Lourenço cativo durante três meses, antes de libertá-lo com muitos presentes. Graças a sua coragem e talento diplomático, Lourenço convenceu Don Ferrante de que o Papa poderia também voltar-se contra ele, caso obtivesse muito sucesso no norte. 

Assim, firma-se a paz ainda em 1480. Com isso, Lourenço forçava o papa a também aceitar a paz. Segundo Maquiavel, Lourenço expôs a própria vida para restaurar a paz, indo pessoalmente negociar condições favoráveis. E mesmo depois de seu êxito, recusou tudo - desejou ser apenas o mais ilustre dos cidadãos de Florença. 

Com exceção de Siena, toda a Toscana passara a aceitar o governo de Florença, que oferecia o espetáculo de um extenso principado, governado por uma república de cidadãos livres e iguais.

Em geral, Lourenço manteve a politica de seu avô, embora tenha sido menos prudente e mais disposto à tirania. Dotado de grande inteligência, governou em um clima de prosperidade pública, aumentando a influência de sua família por toda a Itália, e manteve as instituições republicanas em Florença, ainda que só na aparência: na verdade, Lourenço foi virtualmente um tirano. Utilizava-se de espiões, interferia na vida privada dos cidadãos mas conseguiu levar o comércio e a indústria de Florença a um nível superior ao de qualquer outra cidade da Europa. 

 Disseram dele:  "Dirigiu sua hábil diplomacia de modo a obter paz na península, mantendo os cinco Estados principais unidos diante da ameaça crescente de uma invasão vinda dos Alpes. Florença não poderia ter um tirano melhor ou mais agradável, e o mundo jamais viu outro patrono de artistas e letrados como ele."
PALÁCIO DOS MÉDICI - Florença

Leonardo Da Vinci
Protetor de escritores, sábios e artistas, foi o impulsor das primeiras imprensas italianas. Lorenzo iniciou o movimento renascentista, que rejeita a ciência escolástica e teológica, para valorizar a pesquisa e a busca do sentido da vida, colocando o homem no centro do Universo. Seu palácio tornou-se o centro de uma cultura que, partindo da redescoberta da Antiguidade grega e latina, levou a um extraordinário florescimento das artes e das letras. 

Os maiores artistas e literatos frequentavam a sua corte, mas o que distinguia Lourenço de outros mecenas da época era a sua ativa participação intelectual nas atividades que promovia. 

Botticelli
Foi um elegante escritor em prosa e um poeta original. Os filósofos Marsílio Ficino e Pico della Mirandola, os poetas Pulci e Poliziano e grandes artistas como Botticelli e Ghirlandaio, eram seus hóspedes habituais. Michelangelo iniciou seus estudos em um ateliê patrocinado por Lourenço.

A paz de Lodi (1454), que havia colocado um fim às disputas entre Veneza e Milão, havia trazido o equilíbrio entre os estados italianos. Em grande parte, tal equilíbrio foi mantido graças às habilidades diplomáticas de Lourenço, considerado "o fiel da balança". De fato, procurava proteger o eixo formado por Florença, Milão e Nápoles das ambições venezianas e da ambiguidade papal. O clima de relativa paz também favoreceu o Renascimento.
Girolamo Savonarola

Organizador de festas suntuosas, seus gastos excessivos puseram em perigo a fortuna dos Médici e despertaram a ira de Girolamo Savonarola. Ao final da vida, Lourenço entrou em conflito com Savonarola, diz a lenda que este lhe recusou absolvição antes de morrer a menos que restaurasse a liberdade da cidade de Florença. Isso não é confirmado pelos historiadores. 

Após sua morte, seu filho e sucessor Pedro II (Piero) (1471-1503) é expulso de Florença por uma revolta instigada por Savonarola, em 1494. O equilíbrio político é rompido e as rivalidades entre os estados italianos acabaram por dar espaço ao envolvimento de potências estrangeiras nas disputas.

Giovanni Auditore
Na época que Lorenzo de Médici estava governando Florença, várias partes conspiraram contra a família Médici, tentando derruba-la e movê-los de uma posição de poder buscando ocupar seu lugar. Lorenzo contrata Giovanni Auditore, um assassino, para investigar. 

Giovanni captura com sucesso um homem de Rodrigo Borgia e entrega-lhe para interrogatório. O homem revelou um atentado para matar Galeazzo Maria Sforza, duque de Milão e um poderoso aliado de Lorenzo. Ele então mandou Giovanni para Milão a fim de evitar o assassinato. 
Galeano Maria Sforza

Infelizmente, Giovanni falhou. No entanto, Giovanni conseguiu recuperar um documento criptografado a partir do bandido que o levou ao assassino.

Dois anos após a morte de Giovanni Auditore, Francesco de' Pazzi sem sucesso tentou assassinar Lorenzo e se tornar o governante de Florença. Em um frenesi, ele saltou sobre Giuliano e o esfaqueou dezenove vezes. Lorenzo foi ferido por dois dos outros conspiradores, Stefano de Bagnone e Antonio Maffei, mas tirou sua espada em uma tentativa de detê-los. Ezio, tendo consultado La Volpe, logo veio e salvou Lorenzo, Francesco escapou. 
Francesco de Pazzi

Ezio em seguida, escolta Lorenzo ao seu palácio. Uma vez dentro do palácio com segurança, Lorenzo pede a Ezio para salvar Florença matando Francesco, uma tarefa que Ezio cumpriu com êxito. Lorenzo continuou trabalhando com Ezio, pedindo-lhe para matar todos os conspiradores Pazzi, o que foi concluido com êxito. Lorenzo então recompensa Ezio com a capa de Medici pelo seu serviço.

Um ano depois, Ezio voltou a Florença para encontrar palazzo Lorenzo. Pazzi saquea então e mata os seus servos, e pistoleiros. Pazzi procura Lorenzo, que tinha ido se esconder. Ezio abriu o palácio dos guardas e encontrou Lorenzo. Lorenzo, mais uma vez agradeceu e recompensou-o, e Ezio iniciou a restauração da paz para Florença, mais uma vez. Ezio trabalhou como assassino pessoal de Lorenzo realizando contratos de assassinato, até que Lorenzo morreu em 1492.

Armas da idade média.
Lorenzo de Medici (LDM) é um dos maiores Programas Acadêmicos do mundo, reunindo escolas internacionais da Itália, com centros em Florença, Roma, Toscânia, e Veneza. LDM (LORENZO DE MÉDICI) é uma escola ideal para estudantes que querem estudar a língua italiana e cultura, arte, arqueologia, música-cinema-teatro e história. Por causa do envolvimento de LDM com festivais de cinema e de música internacionalmente conhecidos, bem como produções de cinema contemporâneo, é também uma excelente opção para os estudantes interessados ​​em cinema. Além disso, LDM oferece estágios, crédito, certificados de Transformação de Conflitos Internacionais, e Certificados de Estudos de Arqueologia.

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