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domingo, 16 de outubro de 2016

O PASTELÃO AMERICANO


As eleições nos Estados Unidos a muito tempo já estão definidas e ainda bem para nós Brasileiros, porque a eleição de Donald Trump seria para nós muito ruim, já que o partido Republicano é um partido de ultra direita conservador que preza os interesses escusos dos Estados Unidos e são adeptos da guerra como solução para os interesses Norte Americanos, mesmo que haja uma maquiagem que torne essas iniciativas bélicas justificáveis do ponto de vista ético moral.



Isso é ainda pior com um candidato como Donald Trump que não consegue nem diplomaticamente esconder sua face maligna ao alardear que iria construir um muro para impedir a imigração dos mexicanos. Provavelmente seria secundado com práticas como tortura, guerras, discriminação e outras políticas discricionárias.


Entretanto os rumos do totalitarismo de direita despencaram no abismo por conta dos últimos acontecimentos.

O tombo de Donald Trump
TRUMPISMO
Eleitores de Trump. Ressentidos, eles fizeram de Trump sua voz contra as mudanças (Foto: Mark Wallheiser/Getty Images/AFP)

Na pior semana de sua campanha, o republicano pode ter enterrado suas chances de chegar à Presidência americana. Mesmo derrotado, ele deve deixar o trumpismo como herança para a política americana.
NAUFRÁGIO​O candidato Donald Trump despencou depois de revelação de vídeo em que ele se vangloria de abusos sexuais 

Quando o segundo debate entre candidatos à Presidência dos Estados Unidos começou, no domingo, dia 9, Donald Trump já estava nas cordas. Um vídeo em que ele aparecia se vangloriando de tentar agarrar à força uma mulher casada causara danos irreparáveis a sua candidatura. Republicanos tradicionais que nunca gostaram de ter Trump como candidato retiraram o apoio. No debate com Hillary Clinton, Trump decidiu partir para o ataque. Fez um pronunciamento ao lado de quatro mulheres que acusam o ex-presidente Bill Clinton, marido de sua rival, de estuprá-las. Adotou um tom ríspido e agressivo. Prometeu “jogar Hillary na cadeia” caso fosse eleito. Cada vez que Trump se empolava para cuspir marimbondos, Hillary apenas sorria. Às vezes sentava-se para observar o rival. A estratégia de Hillary era dar mais corda para Trump se enforcar.


Esse tem sido o tom da eleição americana nas últimas duas semanas – dez dias que parecem ter selado o destino da campanha de Donald Trump e jogado sua candidatura no buraco. O furacão começou quando o vídeo de 2005 veio a público. Nele, Trump consegue ir além de sua vulgaridade contumaz. 


A gravação tem pouco mais de três minutos e traz um áudio de uma conversa de Trump com o apresentador americano Billy Bush, dentro de um ônibus, momentos antes da gravação de um quadro para um programa de TV. Trump não só admite como se vangloria de assediar e abusar de mulheres. “Sou automaticamente atraído por beleza. Eu nem pergunto, já beijo”, diz, ao contar que tentou beijar, à força, uma mulher casada que recusou seus avanços. Não satisfeito, usou termos chulos para dizer como gostava de agarrar quem queria e concluiu com orgulho: “Quando você é uma estrela, elas deixam você fazer qualquer coisa”, diz Trump.

O risco Trump

A partir de então, o candidato republicano foi tragado por um tsunami de denúncias: na última semana, uma dezena de mulheres veio a público para acusar Trump de assédio e abuso. Uma delas afirmou ter sido atacada por ele em um avião. Uma recepcionista que trabalhava na Trump Tower, em 2005, alegou que o empresário a beijou à força. Uma repórter da revista People afirmou em texto que, numa entrevista em 2005, Trump a atacou, trancando-a em um quarto de hotel, forçando beijos e empurrando-a contra a parede. Um outro vídeo, de 1992, também veio a público, no qual Trump diz a uma menina de 10 anos: “Eu vou namorá-la em dez anos”.


O machismo e a misoginia exibidos por Trump nesses episódios não são exatamente uma surpresa: o candidato tem um longo histórico de declarações infelizes e ofensivas sobre mulheres. Boa parte do eleitorado que o apoia foi justamente atraída pelo estilo verborrágico,
sem “papas na língua” do empresário. Para alguns de seus seguidores, Trump seria a cura para a era do “politicamente correto”. 

Seu estilo macho alfa ecoou sobretudo em uma parcela do eleitorado masculino que se sente incomodada com as mudanças sociais das últimas décadas e o novo papel das mulheres nas esferas pública e privada.

Em uma pesquisa feita a pedido da revista Atlantic, no começo de outubro, a serem perguntados se a sociedade atual “pune homens por agirem como homens”, 41% dos eleitores de Trump concordaram com a afirmação. Entre os eleitores de Hillary, foram 22%.


Entre os eleitores brancos sem ensino superior, principal nicho eleitoral de Trump, a afirmação “a sociedade de maneira geral se tornou muito frouxa e feminina” foi aprovada em algum grau por 46% dos entrevistados. Quanto maior o sentimento de perseguição ou injustiça nesse público, maior a probabilidade de apoio a Trump – o voto no candidato republicano, assim, pode ser entendido como uma ferramenta de reafirmação por esses eleitores da própria masculinidade.

Hillary consegue parar Trump?

A divulgação da gravação contribuiu para a erosão da popularidade de Trump – as pesquisas mostram agora uma vantagem média de 7 pontos percentuais para Hillary Clinton. Para esse resultado, o peso do eleitorado feminino tem sido crucial. Um levantamento produzido pelo estatístico Nate Silver, em seu site FiveThirtyEight, mostra que, se só os homens votassem nos Estados Unidos, Trump ganharia com uma vantagem média de 5% dos votos. Caso só mulheres votassem, Hillary desfrutaria uma vantagem de 15 pontos percentuais. A eleição americana é decidida em um colégio eleitoral, de acordo com a proporção de votos recebidos. Nesse caso, se só homens votassem, Trump teria 350 delegados e Hillary 188. Mas, se só mulheres votassem, Hillary teria 458 e Trump 80.

Com Hillary abrindo tal vantagem a poucas semanas da eleição, uma derrota de Trump parece provável e iminente.

Mas seria imprudente descartar, a esta altura, a possibilidade de uma mudança nesse quadro. “É muito cedo para dizer que Trump está acabado. Ele sofreu uma série de reveses e muitos republicanos deixaram de apoiá-lo, mas muitos outros não”, afirma Hans Noel, cientista político da Georgetown University. Eventos sem precedentes aconteceram aos borbotões em 2016 – a vitória da Brexit no referendo britânico, a derrota do acordo de paz na votação da Colômbia –, e Trump e seus seguidores acreditam piamente que produzirão uma nova surpresa. “Estamos diante de uma nova Brexit. Esperem para ver”, escreveu Trump em sua conta no Twitter.

Trump aposta em continuar a cativar seu eleitorado típico, formado por brancos de classe média e da classe trabalhadora, e levar um eleitor que não costuma sair de casa para votar a fazê-lo. A esperança de Trump reside nos estados que não são conhecidos pela fidelidade de seu eleitorado a um partido, os chamados estados-pêndulo ou swing states. Para ter êxito, Trump precisa ganhar em estados, como Winsconsin e Michigan, e garantir maioria em Iowa, Ohio, Carolina do Norte, Nevada e Flórida.

OS NAZISTAS BRASILEIROS

As políticas Norte Americanas para a America Latina sempre foram as piores possíveis quando essas políticas tem um presidente americano Republicano, porque o Partido Republicano Americano representa a ultra direita conservadora nos Estados Unidos. 

Por exemplo, a ditadura militar no Brasil e na América Latina, a operação Condor, o apoio aos Contras da Nicarágua e outras políticas voltadas para a Guerra como a Guerra do Afeganistão, a Guerra do Iraque, as políticas antidemocráticas que sucederam ao 11 de setembro, e até o atentado às Torres Gêmeas e ao Pentágono que segundo alguns analistas, inclusive nós, são fruto de uma conspiração tramada no próprio solo americano, são exemplos da nefasta influência Republicana nos destinos do mundo e da Nação Norte Americana Inclusive por causa das pesadas sanções que causam em termos de custo para a já falida economia global e inclusive a Norte Americana.

No início da década de 1980, a dívida estava em torno de 2 trilhões de dólares. Nesta semana, 30 anos e cinco presidentes depois, a dívida excedeu pela primeira vez 18 trilhões de dólares. Nos últimos 40 anos — com exceção de apenas 4 anos —, os EUA estão no vermelho. Esta dívida cresceu muito depois das guerras do Afeganistão e do Iraque, implementadas pelo governo Republicano de George W. Bush.
Pois bem, na contra mão dos interesses Brasileiros, eis que surge um grupo Brasileiro que resolve fazer uma caminhada na Av. Paulista em apoio à candidatura de Donald Trump.

"Vamos mostrar que o Brasil apóia os irmãos conservadores americanos, e que nós não queremos ver a Dilma Americana na Presidência": esta é a convocação feita pelos criadores da manifestação de apoio ao republicano Donald Trump, marcada para o dia 29 de outubro, na Av. Paulista, em São Paulo."

Fico me perguntando se essa turma não tem alguma coisa mais produtiva para fazer em suas vidas do que ir para a Av. Paulista fazer uma campanha NAZI- FASCISTA. Só faltsa o desenho da suástica, mas como esse país é um país livre onde o pensamento contrário pode e deve ser permitido. Deixemos que façam sua manifestação, mas não lhes demos importância. Essa é a melhor coisa que podemos fazer em relação a eles.



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