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sábado, 22 de outubro de 2016

O QUE TEM A VER A POLÍTICA COM A RELIGIÃO?

Política tem a ver com religião? Na minha opinião sim, mas uma coisa não interfere na outra, ou não deve interferir, porque quando falamos de religião falamos de Deus, e Deus tem tudo sobre controle. Tudo segue o plano divino. Portanto as coisas caminharão dentro desse plano e não cabe à religião tentar interferir nisso, porque tudo irá mudar quando Deus quiser.
Temos que entender que tudo o que acontece no mundo tem ligação direta com as nossas escolhas, principalmente em um regime que se diz democrático. Não somos nós eleitores quem escolhemos ou pensamos que escolhemos os deputados?

Entretanto no jogo do poder, cabe a nós fazermos a nossa parte dentro daquilo que acreditamos ser o melhor de acordo com os nossos pricipios cristãos.

A ilustração perfeita para esse fato está no exemplo de Jesus. Jesus chegou nesse mundo em um ambiente de profunda conturbação política. Existia entre os Judeus da época de Jesus a crença de que viria um MESSIAS, que fora profetizado pelos profetas ao longo de 1000 anos.

O que os Judeus esperavam desse Messias? Esperavam a libertação da opressão Romana, pois o Império Romano dominava o mundo conhecido na época inclusive a palestina que era ocupada pelos Judeus. É nesse ambiente conturbado pela revolta que era exercida pelos zelotes (Espécie de movimento revolucionário que  fazia escaramuças violentas contra os soldados Romanos). Que veio Jesus.

Os Romanos na verdade pouco se importavam com os Judeus. Eles tinham o mundo inteiro para administrar, mas a revolta dos Judeus os incomodava. Para aquieta-los, permitiam que tivessem o seu Rei (Herodes) que podia fazer construções monumentais como o Templo de Jerusalém, e exercer o seu poder relativo, tendo sua guarda pessoal, uma espécie de guarda municipal.

Jesus transitava nesse meio pouco se importando com as querelas políticas, dialogando com os cobradores de impostos, que eram cidadãos judeus encarregados de cobrar os impostos romanos, e por isso considerados desprezíveis, traidores e pecadores, bem como com os soldados Romanos que na verdade nada tinham a ver com nada. Eram na verdade profissionais não Judeus que tinham a incumbência de servir ao imperador Romano.

No episódio em que Jesus cura o criado do Centurião Romano, esse prontificou-se a ir até a casa do Centurião, porém o Centurião Romano, percebeu que isso iria trazer-lhe problemas com aqueles que criticavam Jesus buscando algo para o acusar, pois pela tradição Juidaica, um Judeu não entrava na casa de um soldado Romano, e por isso ele sugere que Jesus apenas ordene. De fato Jesus tinha poder para curar a distância. Não precisava ir até a casa do Centurião. O episódio é narrado no Capítulo 8 de Mateus como abaixo.




E, entrando Jesus em Cafarnaum, chegou junto dele um centurião, rogando-lhe,E dizendo: Senhor, o meu criado jaz em casa, paralítico, e violentamente atormentado.E Jesus lhe disse: Eu irei, e lhe darei saúde.E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar.Pois também eu sou homem sob autoridade, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu criado: Faze isto, e ele o faz.E maravilhou-se Jesus, ouvindo isto, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé.
Mateus 8:5-10

Esse episódio ilustra muito bem como Jesus não discriminava soldados romanos, nem Judeus e nem cobradores de impostos. Ele também não discriminava meretrizes que é um nome que se dava às mulheres que comercializavam o corpo e nem ladrões. Na verdade todos esses eram apenas atores de um cenário que levaria ainda muito tempo para mudar. Até os soldados que o espancaram e o esbofetearam ele pediu ao pai para os perdoar, pois não tinham a menor ideia do que estavam fazendo. Espancando e esbofeteando aquele que os irá julgar, o seu rei o rei espiritual do planeta.
Portanto Jesus não interferia no cenário político porque sabia que estava sob controle seguindo a um plano pré determinado.

Um exemplo claro disso que digo é quando Jesus dialoga com Pilatos. Jesus diz a Pilatos. "EM VERDADE NÃO TERIAS NENHUM PODER SOBRE MIM SE NÃO TE FOSSE DADO PELO MEU PAI QUER ESTÁ NOS CÉUS". Isso significa dizer. Tudo o que está acontecendo só está porque Deus quer. A partir do momento que ele não quiser tudo muda. Essa cena foi inclusive muito bem filmada pela câmera de Zefirelli no filme "JESUS DE NAZARÉT" que reproduzimos abaixo.



Jesus era o Messias mas não veio trazer a libertação política. A libertação era muito maior. Difícil de ser entendida até hoje. É a libertação de séculos de sofrimento por causa dos imensos débitos da Raça Humana. Jesus veio nos libertar do nosso acusador e assumir as rédeas do Planeta. Coisa difícil de ser entendida até pelos religiosos.

Tudo isso por absoluto AMOR. Ele não precisava, mas doia vernos sofrer, e por isso deu sua própria vida, porque quis e por amor.


Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16



O perecer ai, seria ficarmos séculos e séculos sob a égide de SATANAS. SATANAS é a tradução para ACUSADOR. Aquele que vem cobrar de nós o que devemos. JESUS foi a segunda CHANCE. Um ser amoroso que vem nos dizer. Vós errastes muito e estais devendo muito, mas eu vos dou uma segunda chance de ter VIDA. Ter vida ai é ir para o reino de luz de paz de recuperação. Sermos amados e não cobrados. VIDA é sinônimo de VIDA ETERNA em evolução e em amor. JESUS muito nos ama, a cada um de nós, porque esses seres iluminados exercem a faculdade de amar muito infinitamente. E como pastores que cuidam de cada um de nós suas ovelhinhas, vão aos espinheiros e resgatam mesmo se ferindo a cada ovelhinha que se encontra perdida. Eles não nos deixam para trás.

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