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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

A GUERRA ABSURDA DE UM TRESLOUCADO.

 As guerras modernas mudaram alguns paradigmas que não eram verdade nas guerras antigas. 


Por exemplo, nas guerras antigas a figura de um porta aviões quanto maior melhor era ameaçadoramente um ítem importnte em um confronto. Não que o Porta Aviões fosse se envolver diretamente no combate, pois que o seu tamanho o torna lento e um alvo que já na segunda guerra mundial era uma verdade incontestavel, entretanto é uma base que permite transportar para a cena do combate uma plataforma que coloca todo o poder bélico a disposição seja onde for.



Na verdade, a filosofia do porta aviões é não se envolver em combate, mas permanecer a uma distância segura do combate, propiciando uma base para o envio de caças que normalmente não tem autonomia para longas distâncias. Ao redor do porta aviões, outras embarcações oferecem proteção, já que é um alvo grande e por isso mesmo lento. 

Entretanto, as tecnologias de guerra mudaram. Um tanque de guerra por exemplo, que é uma máquina cara e imensa, pode ser fácilmente destruida por um lança foguetes, que pode ser portado por um soldado, e posicionado em seu ombro.

É dentro dessa filosofia que o Iran tem hoje a sua vantagem. O Iran se converteu em uma fábrica de Drones e misseis, e desenvolveu misseis especialíssimos. Esses misseis ficam guardados em instalações subterraneas, e tem altíssima precisão, atingem distancias muito importantes, e alguns são difíceis de ser interceptados.

Na recente guerra contra Israel, esses mísseis atingiram com precisão locais da infra estrutura de combate de Israel, o que o colocou de joelhos. Completamente a mercê do Iran. Israel perdeu a capacidade de retaliar.

Dentro dessa filosofia, o Iran já estudou e já declarou que tem o poder de destruir os porta aviões americanos, e isso é muito lógico, porque os porta aviões são um excelente alvo para os mísseis extremamente precisos, e a metodologia é simples. Provávelmente lançariam enxames de drones (O Iran é fabricante de drones), dando trabalho para os sistemas de interceptação. Quando esses sistemas acusassem exaustão, entrariam em cena os mísseis e como cereja do bolo, lançariam os seus mísseis mais destrutivos, mais difíceis de ser interceptados e mais destrutivos.



A Guerra de hoje é diferente daquela do século XX.


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