As guerras a muito tempo já demonstraram uma verdade incontestável. Além do elevadíssimo custo tanto financeiro como em vidas humanas, elas revelam um outro custo muito superior. O custo de manter países dominados.
Não foi por outra razão que a maioria dos países que eram colônias da Inglaterra, da França e de Portugal entre outros foram conquistando sua independência sem muita oposição dos países colonizadores. Descobriu-se que era muito mais barato explorar países dominando sua política interna por meio de suborno do que manter tropas para estabelecer um domínio pela força.
Um outro fato que vem sendo demonstrado de forma incontestável é que bombardear não garante o domínio. Ou seja a guerra não pode ser ganha só com bombardeios. É preciso tropas em solo para garantir a conquista definitiva e isso põe em risco as vidas humanas das tropas envolvidas em combate. É um preço alto demais.
Na segunda guerra mundial, quem primeiro chegou a Berlim (A capital do império NAZISTA) foram os russos e eles declararam que aquele foi o osso mais duro que eles tiveram que roer. Ali foram perdidas 600 mil vidas no embate corpo a corpo para a tomada da capital Alemã.
Para que um país adversário seja dominado é preciso manter tropas controlando o país a se manter dominado, e esse custo supera em muito o custo da guerra necessário para ganhar a guerra que é antes de mais nada uma competição.
Não foi por outro motivo que os Estados Unidos perderam a guerra do VietName. Eles levaram mais de 10 anos bombardeando um país considerado inimigo, mantendo bases, aviões, logística a um custo impressionante, até que extenuados por uma guerra que não lhes levaria a lugar nenhum, largaram para lá e o Kmer Vermelho tomou o país.
Alguém já disse: Pode-se levar 1000 anos para se conquistar pela razão mas sempre será mais rápido do que se conquistar pela força.
Talvez tenham sido essas reflexões que tenham levado Trump a não invadir o Brasil. Imagine o custo de se manter um país gigante como o Brasil dominado! É tarefa impossível, sem falar que os Estados Unidos dependem dos produtos que o Brasil lhes fornece, e essa é a melhor arma de que o Brasil dispõe. Não é a Bomba Atômica. São os produtos que podemos fornecer, porque uma vez que haja contencioso entre os dois países, esses produtos poderiam deixar de ser fornecidos.
Teria sido muito melhor para Trump negociar em vez de guerrear. Tropas em um país conflitado, resultará em atentados, insubordinação, sabotagens e toda sorte de falta de cooperação em uma extensão territorial que ele não teria condições de policiar. A história poderá se perpetuar, mas um dia o país sequestrado terá de ser devolvido talvez as custas de sangue para ambos os lados.
Por outro lado as guerras da forma como as conhecemos, com tanques, caças, bombardeiros, estão ultrapassadas. As guerras hoje se faz com drones que são objetos voadores não tripulados e que podem levar morte e destruição sem o risco de expor vidas.
Os caças evoluíram tecnologicamente, e essa evolução tornou-se extremamente cara, assim como os tanques, e os bombardeiros, e até os misseis. Um missil patriot destinado a interceptar outro missil, leva um mês para ser fabricado.
- O modelo de referência atual: PAC-3 MSE O PAC-3 MSE (Missile Segment Enhancement) é a variante mais moderna e mais utilizada atualmente. O seu custo situa-se entre 4,5 M por unidade em contratos domésticos dos EUA, segundo documentação do orçamento do Exército americano para o ano fiscal de 2025. Em contratos de exportação, o preço por unidade pode ser consideravelmente mais elevado. A título de comparação, em abril de 2026 o Exército dos EUA adjudicou à Lockheed Martin um contrato de $4,76 Bilhões para produção de mísseis PAC-3 MSE, o que ilustra a escala do investimento envolvido.
- Custo da bateria completa Para além do míssil em si, é importante ter em conta que o sistema completo Patriot (bateria com radar, posto de controlo, lançadores e mísseis) tem um custo muito superior: 4a 4Me Tipo de contrato Custo por bateria Doméstico (EUA) ~$1,09 B Exportação ~ 2,5 B
- Contexto estratégico Este custo elevado tem gerado debate público, nomeadamente porque um drone iraniano Shahed custa entre 50.000, e um míssil Patriot custa entre 80 a 140 vezes mais. Esta assimetria de custos é uma das principais preocupações estratégicas no contexto dos conflitos atuais.
As guerras portanto mudaram para um outro patamar.
Atualmente misseis e drones tem sido a estratégia preferida por países que já perceberam a mudança de contexto. Drones que lançados em grande número sobrecarregam os sistemas de defesa, e misseis hipersonicos que descem em posição vertical a uma velocidade hipersônica, sendo impossível de serem abatidos.
DESTRUIÇÃO DE BASES AMERICANAS POR MEIO DE ATAQUES PROVENIENTES DO IRÃ.
Se em vez de promover guerras, os Estados Unidos buscasse estabelecer parcerias com países como o Irã, entregando desenvolvimento material e humano, iria se firmar ai sim como a potência hegemônica mundial conquistando parceiros e aliados. Levando desenvolvimento a regiões onde antes não havia esperança.
Ai sim os Estados Unidos seriam o mocinho. Mas promovendo guerra comercial, a única coisa que os Estados Unidos encontram é vontade de se desvincular deles.





















.webp)



.webp)

.webp)
.webp)
.webp)
.webp)
.webp)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Todos podem comentar e seus comentários receberão uma resposta e uma atenção personalizada. Seu comentário é muito bem vindo. Esse espaço é para participar. Te aguardamos e queremos seu comentário, mesmo desfavorável. Eles não receberão censura. Poderão apenas receber respostas, ou tréplicas.