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JORNAIS QUE TEM INFORMAÇÃO REAL.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

COMO TER MAIS SAÚDE: MUDE O SEU ÓLEO DE COZINHA. ELE ESTÁ TE ADOECENDO.

Durante muito tempo utilizamos o óleo de Canola, imaginando que era o melhor dos óleos, rico em um tal de "ÔMEGA 6".

Outras informações davam conta de que os óleos de girassol e os óleos de milho eram bons mas o óleo de canola era melhor. A propaganda nos informava que a margarina "BECEL" fazia bem ao coração, como até hoje informam.


A verdade é que o óleo de coco que se usava antes dos óleos de cozinha atualmente vendidos era muitíssimo melhor do que todos esses óleos, do óleo de soja a óleo de canola e hoje as pessoas informadas estão voltando a utilizar a gordura de coco. Não mais a "CARIOCA" mas as marcas hoje comercializadas a preços obviamente maiores do que antigamente, porque o óleo de coco tornou-se o "must" daqueles que querem emagrecer e ter saúde. 

Você a partir de agora será também uma dessas pessoas informadas e se quer preservar sua saúde, vai também fazer uso do óleo de coco.


Você com certeza já ouviu de alguém que é importante fazer uso de óleos e gorduras saudáveis, preferindo entre outros o óleo de canola sobre os demais… certo? Afinal, ele exibe em seu rótulo selos de “aprovado pela associação de cardiologistas“, rico em óleos monoinsaturados certo?


Quando estudamos um pouco sobre o que o óleo de canola representa para a saúde, logo compreendemos que há um equívoco em listar o mesmo entre opções benéficas para o corpo. 

PLANTAÇÃO DA COLZA. A PLANTA QUE SE USA
PARA O GÁS DE MOSTARDA TAMBÉM SERVE PARA CANOLA. 
Obviamente um equívoco intencionalmente fabricado pela indústria alimentícia, e de fato decidi escrever sobre o óleo de canola por perceber o mesmo como um bom exemplo da atuação da industria alimentícia.

Vamos iniciar nosso estudo pela origem do óleo. Para tanto, vamos buscar na natureza a planta canola, a linda flor amarela estampada nos rótulos… que não existe. 

Canola não é uma planta: é um nome comercial. É a sigla de Canadian Oil Low Acid. A flor amarela das fotos é de uma planta hibridizada chamada “colza“. A colza é o resultado do cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família com o objetivo de obter uma semente com baixo teor de ácido erúgico, uma vez que este é inadequado ao consumo humano.

Até aí, tudo bem…certo? Não há nada de errado em manipular a genética natural e criar plantas “mais adequadas“ para o consumo humano… certo?

Na verdade, diversos problemas podem surgir desta prática. Um exemplo disto são várias das frutas que temos hoje disponíveis, como a Manga Palmer, que contém grande quantidade de açúcar e insipiente quantidade de fibras – o que resulta em um alimento com altíssimo índice glicêmico, que ativa excessivamente a insulina e traz os mesmos indesejáveis efeitos colaterais de qualquer alimento açucarado. O mesmo não acontece com as espécies originais de manga, que possuem mais riqueza nutricional e conservam suas fibras, apresentando indíce glicêmico mais adequado.

Ainda assim, isto é muito menos relevante do que o fato de que 80% de toda a canola plantada no mundo atual é geneticamente modificada, contendo gens artificialmente criados em laboratório para resistir a pesticidas altamente danosos para tudo o que não contém este gene específico. A planta recebe grandes dosagens deste pesticida ao longo de seu ciclo e o armazena em seus lipídeos… ou seja, no óleo. E, claro, nós não possuímos este gene de imunidade contra os pesticidas…

Plantas genéticamente modificadas são um engenhoso atentado contra a sabedoria da natureza em muitos níveis. Detalhar estes níveis não cabe neste artigo, mas acredito que você que está lendo este artigo em busca de conhecimento saudável não esteja interessado em alimentar seu corpo com genes artificiais.

Ainda assim, as principais consequências nocivas do óleo de colza, digo, de canola, é o processamento e a oxidação a que seus ácidos gordurosos são submetidos.

O fato é que TODOS os óleos vegetais altamente processados e refinados, tais como o de milho, o de soja, o de algodão e também o de canola são compostos de significativas porções de óleos poli-insaturados, os quais são altamente instáveis e se deformam na luz, no calor e na pressão, os quais oxidam-se intensamente e aumentam razoavelmente a presença de radicais livres no corpo, envelhecendo-o prematuramente e contribuindo para desequilíbrios específicos.

O resultado destes processos industriais de refinamento são óleos altamente inflamatórios, que contribuem diretamente para ganho de pesodoenças degenerativas e… doenças do coração! Isso mesmo! Sim, pois uma simples verdade é que uma das principais contribuintes para doenças do coração são processos inflamatórios que se instalam nas artérias e demandam que o corpo direcione moléculas de colesterol, que são utilizadas como uma espécie de “bálsamo“ para arrefecer a inflamação nos tecidos.

ENTÃO O COLESTEROL É SEU AMIGO. NÃO É SEU INIMIGO.

Como o problema não é resolvido em sua raiz, ou seja, os hábitos de vida que criaram e sustentam os processos inflamatórios não são transformados, o corpo continua enviando colesterol para tentar minimizar os efeitos da inflamação, o qual se acumula gradativamente e vai literalmente entupindo o sistema de circulação.

Mas estes óleos não são extremamente comuns e populares? Sim, graças ao excelente trabalho dos estrategistas de marketing da indústria. Lembre-se, contudo, das diversas doenças que resultam de processos inflamatórios, como artrite, síndrome do intestino irritável e as doenças coronárias.

Embora eu esteja focalizando o efeito nocivo dos óleos poli-insaturados processados, não quero transmitir a ideia de que estes são os únicos responsáveis por processos inflamatórios. Outros alimentos também o são, assim como o stress cotidiano, a estagnação causada pela ausência de atividade física, além de questões da esfera emocional e mesmo desequilíbrios no uso da mente. Uma abordagem construtiva e honesta em prol da saúde deve considerar todos os fatores. E certamente a qualidade dos óleos escolhidos é um dos mais importantes.

Vamos comparar o azeite de oliva extra virgem com o óleo “de canola”. O primeiro é obtido por prensagem à frio e, quando com qualidade, engarrafado em frascos escuros para proteger o mesmo da oxidação que a luz proporciona. Já o segundo é tipicamente extraído e refinado por processos industriais que utilizam elevado calor, pressão e solventes petroquímicos como o hexano.

O óleo de canola normalmente passa por um processo de refinamento cáustico, descoloração, remoção de fibras e desodorização – porque óleos processados apresentam naturalmente um terrível cheiro de ranço, logo precisam ser desodorizados para que alguém possa comprá-los.

ÓLEO HIDROGENADO PARA NÃO ESTRAGAR.

Ainda pior, todo este processamento força parte do delicado conteúdo de ômega 3 a se transformar em gordura trans. Uma pesquisa realizada na Universy of Florida em Gainesville encontrou a elevada proporção de 4.6% nos óleos “de canola“ testados. Sim, gordura trans, um dos mais nocivos elementos nutricionais da atualidade, recentemente banido dos restaurantes da Califórnia por ordem governamental. Afinal, tem comprovado efeito contribuinte para inúmeras doenças – inclusive as do coração.

Como então é possível que um óleo desta qualidade seja comercializado como alternativa saudável, recebendo selos de aprovação de diversas entidades que “defendem a saúde do consumidor“? Assim é por um único, simples e raso motivo: o único comprometimento das grandes indústrias (e das entidades certificadores e governamentais que existem para servi-las) é com o lucro. O caso da Canola e dos demais poli-insaturados ilustra bem este fato: simplesmente não devemos confiar somente em rótulos elegantes, em propagandas ou outras comunicações da indústria. É ingenuidade acreditar que estas existem para trazer qualidade de vida.

Em quem podemos confiar? Na Natureza. Na Sabedoria que criou a vida, os vivos e os víveres (alimentos) necessários para sua sustentação. Poderia aqui citar algumas alternativas, mas a alternativa realmente mais eficiente e ideal para cozinhar e para frituras é o óleo de coco. veja porquê.


Óleo de Coco Virgem – Uma das gorduras mais saudáveis e medicinais para o corpo humano, repleta de benefícios (como ampliação da capacidade imunológica) e resistente ao calor. Por ter aroma adocidado, fica excelente em bolos e biscoitos, mas idealmente deve ser consumida à frio. Uma maneira agradável é liquidificar óleo de coco com suco de frutas – fica excelente com manga.

óleo de coco é um poderoso nutriente e emagrecedor, pois seu consumo diário proporciona muitos benefícios à saúde e ao corpo. O óleo de coco é um antioxidante eficaz extraído do fruto maduro, fresco ou seco e está sendo cada vez mais procurado no comércio do ramo de suplementos alimentares. Ele contém vitaminas, minerais, ácidos graxos essenciais e ácido láurico (mesma substância encontrada no leite materno) entre outros componentes que promovem mais qualidade de vida.

A ingestão deste óleo ajuda a melhorar o sistema imunológico, garantindo assim o bom funcionamento do organismo. É um termogênico natural, pois auxilia na redução de gordura localizada e acelera o metabolismo, logo, contribui para um emagrecimento saudável. O óleo de coco também regulariza o trabalho do intestino, tanto em caso de prisão de ventre, como em diarréia.

São vários os benefícios do óleo de coco, diminui o colesterol, combate os radicais livres (causadores do envelhecimento), controla a fome, equilibra os hormônios e diminui o cansaço, pois tomado diariamente dá energia e disposição.

Além de todos esses benefícios, o óleo de coco é versátil, pode ser substituído por outros óleos de cozinha no preparo das refeições, adicionado em vitaminas, sucos ou ingerido naturalmente. Portanto é indicado acrescentá-lo na alimentação para ter um cardápio mais leve e saboroso.

Estudos mostram que o óleo de coco é um forte inimigo do HIV

Cientistas filipinos e canadenses em estudos isolados descobriram que princí­pios quí­micos encontrados no óleo de coco não só podem destruir o HIV (AIDS), como também inibir o desenvolvimento do ví­rus e sua carga viral.

Por Frank CimatuInquirer News ServicePDI Northern Luzon BureauCidade de Baguio

A Fundação Filipina para Pesquisa e Desenvolvimento do Coco juntamente com o Hospital São Lázaro e os Laboratórios United, conduziram em 1999 os primeiros testes de HIV / AIDS efetuados nas Filipinas. Os testes envolveram 15 pacientes do Hospital São Lázaro portadores de HIV, nos primeiros estágios de desenvolvimento do ví­rus.


Os testes basicamente procuravam determinar se a monolaurina, um derivado do ácido láurico seria responsável pelo aumento de células CD4 e a redução da carga viral nos pacientes num estágio ainda não detectável. As células CD4 são a primeira linha de defesa do corpo contra doenças e infecções, mas também são as primeiras a serem atacadas pelo HIV.


A carga viral é a quantidade de ví­rus no sangue.

O Dr. Conrado Dayrit, Presidente da Academia Nacional de Ciências e Tecnologia e membro do Conselho do PCRDF, num pronunciamento anterior, afirmou que o HIV, o ví­rus que causa a AIDS, está envolvido por uma membrana gordurosa que a monolaurina pode penetrar e mutilar rapidamente após ingerido. A monolaurina destrói a membrana que envolve o ví­rus por um processo de amaciamento. “Se isso acontece, o ví­rus morre”, disse o Dr Dayrit.

Romulo Conde, Supervisor Técnico do PCRDF, disse que os resultados foram promissores, mas a fim de satisfazer a comunidade científica, precisam de conclusões mais concretas. Não é bom tirar conclusões pela metade, acrescentou. Disse ainda que os testes continuarão no próximo ano.

De acordo com a edição de Novembro da “Discover Magazine”, um grupo de cientistas canadenses desenvolveram o que eles chamaram de “camisinha invisí­vel”, que nada mais é do que uma gelatina anti-microbiana atuando na prevenção do HIV. A equipe liderada pelo Dr Michael Bergeron disse que o gel, incolor e inodoro, não é um preventivo para gravidez, mas pode bloquear o ví­rus da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissí­veis.


“O preparado do Dr Bergeron, que ele chama de “camisinha invisí­vel” consiste de dois componentes. O primeiro é um polí­mero gelatinoso, que é líquido na temperatura ambiente, mas torna-se um gel quando na temperatura do corpo.

Quando introduzido, o liquido se dissemina por toda a parede vaginal, tornando-se em seguida uma gelatina e criando uma barreira semi-sólida contra agentes infecciosos”, reportou a Discover Magazine. 

O segundo ingrediente é um anti-germe como o lauril sulfato de sódio, uma substância saponácea que dissolve as membranas dos ví­rus, eliminando-os. O lauril sulfato de sódio é um elemento quí­mico derivado do ácido laurico e do leite materno, conhecido como um eliminador de micróbios. A gelatina, quando testada em ratos, foi 90 a 100 por cento eficaz na eliminação do ví­rus da herpes genital.

Em outro artigo publicado no “Indian Coconut Journal” em Setembro de 1995, a Dra. Enig afirmou :
“O reconhecimento da atividade anti-microbiana da monolaurina tem sido registrada desde 1966. O trabalho embrionário pode ser creditado a Jon Kabara. 

Essa pesquisa anterior foi direcionada para os efeitos virucidais por causa dos possí­veis problemas relacionados com a preservação de alimentos. Alguns dos antigos trabalhos de Hierholzer e Kabara (1982), que mostravam os efeitos virucidais da monolaurina sobre ví­rus envolvidos em RNA e DNA, foram elaborados em conjunto com o Centro de Controle de Doenças do Serviço Público de Saúde Americano, com protótipos selecionados ou reconhecidos como envolvidos em membranas de lipí­dios de grande rigidez.”

A Dra. Enig afirmou em seu artigo, que a monolaurina, cujo precursor é o ácido láurico, destrói a membrana de lipí­dios que envolve o ví­rus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos.

Ela escreveu: “Dos ácidos graxos saturados, o ácido láurico tem uma atividade antiviral maior do que os ácidos caprílico(C10) e miristico (C14). A ação atribuí­da ao monolauril é a de que ele solubiliza os lipí­dios contidos no envoltório do ví­rus, causando a destruição desse envoltório. “Na Índia, o óleo de coco é ministrado a bezerros no tratamento de Cryptosporidium conforme reportado por Lark Lands Ph.D no seu livro a ser lançado, “Positivamente Bem”.

HHV-6A

Apesar de não ter sido mencionado por Enig, o HHV-6A é um ví­rus que tem uma capa envolvente cuja expectativa é que se desintegre na presença de ácido láurico e/ou Manolaurina.

Segundo Dra. Enig, HIV, sarampo, Ví­rus da estomatite vesicular (VSV), Herpes Simplex Virus (HSV-1), Visna, Cytomegalovirus (CMV), Influenza ví­rus, Pneumonovirus, Syncytial ví­rus e Rubeola, são algumas das doenças que têm suas atividades inibidas pela Monolaurina. Algumas bactérias, que incluem Listeria, Staphylococus aureus, Streptococus agalactiae, Streptococci dos Grupos A, B, F e G, Organismos Gran-positivos e Gran-negativos tornaram-se inativas pelo ação da monolaurina.


GORDURA DE COCO 

A Gordura de Coco é extremamente saudável, saborosa e natural. Sua digestão é mais rápida do que a de outras gorduras, transformando-se rapidamente em energia utilizada imediatamente pelo organismo, evitando assim o armazenamento típico destes nutrientes, que leva ao excesso de peso.


Precursora dos óleos comestíveis vegetais, a gordura do coco é uma das poucas gorduras vegetais saturada. Só que, diferentemente da gordura saturada das carnes, por exemplo, a do coco se compõe de ácidos graxos de cadeia média, considerados benéficos porque não são armazenados nas células – vão direto para o fígado e vira energia.


Além disso, gordura de coco não contém ácidos graxos trans, muito comuns em óleos vegetais, que aumentam o mau colesterol, e é rico em ácido láurico conhecido por suas propriedades antivirais, antiinflamatórias e antibacterianas, um dos componentes principais do leite materno. Tem como característica a cor branca, ausência de aroma e sabor.

Apresenta na temperatura até 20°C, aspecto sólido e acima fica em estado liquido. Por este motivo, é utilizada na fabricação de sorvetes, coberturas, bolos, biscoitos etc. Também utilizada para fundi e frituras, porque quando aquecida não apresenta cheiro e fumaça.



O ÓLEO DE COCO NATURAL NA AIDS E EM OUTRAS INFECÇÕES VIRAIS

Em 19 de Julho de 1995 a Dra. Enig falava para um artigo publicado no jornal “THE HINDU”, O Jornal Nacional da Índia, quando afirmava que o óleo de coco é convertido pelo organismo em “monolaurina”, um ácido graxo com propriedades anti-virais, que pode ser útil no tratamento da AIDS. Um repórter do “THE HINDU” escreveu o seguinte a respeito da apresentação Dra. Enig durante uma conferência em Kochi :

“Houve um momento nos Estados Unidos em que uma criança comprovadamente diagnosticada positiva, tornou-se HIV Negativa. Essa criança havia sido alimentada com uma fórmula com alto teor de óleo de coco. A experiência foi significativa e os esforços estão voltados para se encontrar as causas da redução da carga viral da criança com HIV quando alimentada com uma dieta que ajuda na geração de monolaurina no organismo”.

O repórter comenta também a observação feita pela Dra. Enig de que a monolaurina ajuda também na inibição de outros ví­rus como o sarampo, herpes, estomatite vesicular e Citomegalovirus e que pelo avançado das pesquisas, há também uma indicação de que o óleo de coco oferece certas medidas de proteção contra substâncias cancerí­genas.

Estudos divulgados pelo Dr. Conrado S. Dayrit, MD em 25 de julho de 2000 em Chennai na Índia, no 37º Encontro Cocotécnico, mostraram um grande potencial terapêutico para os óleos láuricos (com alto teor de ácido láurico, como o babaçu, tucumã e coco da bahia). A experiência da administração de 50ml de óleo de coco diária em 15 pacientes (10 mulheres e 5 homens) portadores do HIV (o ví­rus da AIDS) e que nunca haviam recebido nenhum tipo de tratamento anti-HIV, no Hospital de São Lázaro, nas Filipinas, sob a responsabilidade do Dr. Eric Tayan, M.D, mostraram um aumento do linfócitos de defesa do corpo, CD4 e CD8 de 248 para 1.065 e 570 para 1671 respectivamente.



A adição de óleos láuricos na alimentação de pacientes portadores do HIV pode trazer como benefí­cio a diminuição do ní­vel da carga viral em indiví­duos HIV positivos, diminuição do antó­geno P24 e o aumento do CD4 e/ou CD4/CD8. Com bases nas pesquisas acima, o uso de óleos láuricos na alimentação de pessoas com baixa imunológica, que possuem grande facilidade em gripar, pessoas com doenças bacterianas e viróticas como tuberculose, pneumonia, herpes, doenças venéreas, auto-imunes como o lúpus e a psorí­ase, câncer, Crohn entre outras, seria de extrema valia. 

Da mesma maneira, o emprego deste óleos na massagem se mostra eficaz para o tratamento dos mesmos problemas, dada sua penetração pela pele ser muito fácil. Óleos láuricos são os óleos mais finos e de melhor penetração pelos poros, sendo também os melhores veí­culos carreadores para óleos essenciais. Na alimentação podem ser utilizados para cozinhar e fritar alimentos, substituindo os óleos de soja, girassol e milho.

O refino não interfere nas suas propriedades terapêuticas, apesar de ser melhor o óleo in natura, porém a hidrogenação da parte insaturada do óleo pode levar à formação de gordura trans capaz de causar câncer, aumento do colesterol, entre outros desequilí­brios. O uso local destes óleos ainda pode ser uma fonte interessante para tratamento de escaras, feridas infeccionadas e inflamações.

A DOSE TERAPÊUTICA

Baseada nos seus cálculos, e na quantidade de acido Láurico encontrado no leite materno humano, a Dra. Enig sugere para adultos, uma dieta rica de 24 gramas de acido láurico diariamente. Essa quantidade corresponde a aproximadamente 3,5 colheres de sopa de óleo de coco ou 10 onças de Puro Leite de Coco.

Aproximadamente 7 onças de coco bruto devem conter 24 gramas de acido láurico. Essa é a dose terapêutica diária sugerida pela Dra. Enig, baseada nas suas pesquisas de acido láurico contidos no leite humano materno.

ÓLEO DE COCO E CÂNCER

Em um estudo de Reddy e al (1984) com animais, puro óleo de coco exerceu efeito inibitório mais forte que o óleo MCT quando empregado em tumores do cólon induzidos pelo uso de azoximetano. 

Outras pesquisas de Cohen e al (1986) mostraram que os efeitos não promotores do câncer do óleo de coco foram também observados no câncer dos seios induzido quimicamente. Neste modelo, a pequena elevação do colesterol nos animais comendo óleo de coco funcionou como protetora enquanto os animais comendo mais óleo poliinsaturado (milho, girassol, etc) tiveram redução do colesterol, mas contudo mais tumores. Os autores notaram que “…uma tendência inversa geral tem sido observada entre os tipos de lipí­deos no organismo e a incidência de tumores para os 4 maiores grupos de gorduras.”

OS EFEITOS DO ÓLEO DE COCO NOS NIVEIS DE COLESTEROL E HDL

A Dra. Mary Enig MS (Cientista Nutricional) desenvolveu uma pesquisa original onde mostra a correlação positiva entre o óleo vegetal e o câncer e a negativa entre este e a gordura animal. Ela elaborou uma análise clara dos componentes das gorduras “trans” em 200 alimentos.

As gorduras “trans” são formadas quando os óleos vegetais são hidrogenados ou aquecidos a altas temperaturas. Com altas temperaturas, fica alterada a sua forma original “cis” transformando a gordura em gordura “trans”.

Ela estudou o efeito dessas gorduras trans, originárias de alimentos, sobre a função mista do sistema oxidativo do fí­gado que metaboliza no organismo drogas e poluentes ambientais. Um importante achado desses estudos foi que animais de laboratórios submetidos a uma dieta especial contendo gorduras trans, sofreram alterações nas atividades desse sistema de enzimas. 

Esses resultados foram em parte responsáveis pela revisão no “Health Aspects of Dietary Trans Fatty Acids”, mantidas pela Federação das Sociedades de Biologia Experimental, Life Sciences Research Office por solicitação do FDA (Food and Drug Administration).

Dra. Mary Enig
Dra. Mary Enig tem 17 artigos publicados em jornais cientí­ficos desde 1976. Em 1986 foi nomeada pelo Governador de Maryland para o Conselho Estadual de Aconselhamento Nutricional. Foi editora colaboradora da revista “Clinical Nutrition” e consultora editorial do jornal do Colégio Americano de Nutrição. Desde 1979 já proferiu mais de 50 palestras em seminários sobre alimentos e nutrição.

Num artigo publicado no “Indian Coconut Journal”, em 1995, a Dra. Enig afirmou que Ancel Keys tem uma grande responsabilidade pelo início da campanha contra a gordura saturada nos Estados Unidos. Ela questionou Keys afirmando que “toda gordura aumenta o colesterol; gorduras saturadas aumentam e as polinsaturadas reduzem o colesterol ; as gorduras hidrogenadas são problemas; as gorduras animal são problemas. E a Dra Enig conclui: “Como pode ser visto, seus achados não têm consistência”.

A Dra. Enig também declarou : “Os problemas com o óleo de coco começaram há quatro décadas quando pesquisadores alimentaram animais com óleo de coco hidrogenado propositadamente alterado, para torná-lo completamente destituí­do de qualquer ácido graxo essencial. Os animais alimentados com óleo de coco hidrogenado (sendo a única fonte de gordura) apresentaram naturalmente uma deficiência em ácidos graxos essenciais. Houve um aumento do colesterol no sangue. 

Dietas que causam uma deficiência dos ácidos graxos essenciais provocam um aumento nos ní­veis de colesterol assim como nos í­ndices arteroscleróticos. Os mesmos efeitos foram verificados com outros óleos hidrogenados como e de semente de algodão, soja e milho. 

Fica portanto claro que trata-se de uma função dos produtos hidrogenados, tanto por causa de uma deficiência dos ácidos graxos essenciais, como por causa das gorduras trans.


Uma questão que se coloca é: O que acontece quando animais são alimentados com óleo de coco não processado? A Dra. Enig escreveu : “Hostmark at al…” (1980) comparou os efeitos das dietas contendo 10% de óleo de coco e 10% de óleo de girassol em proteí­nas distribuí­das em ratos fêmeas da raça Wistar. Em relação ao óleo de girassol, o óleo de coco produziu ní­veis significativamente mais baixos (p=0,05) de beta-pre lipoproteinas (VLDL) e significativamente mais altos (p=0,01) de alfa-lipoproteinas (HDL). “(Nota do Editor : HDL é considerado o bom colesterol prevenindo os depósitos do colesterol LDL nas paredes arteriais.)”.

Enig cita também um estudo elaborado por Awad (1981) onde ratos da raça Wistar foram alimentados com 14% de óleo de coco natural e 14% de óleo de girassol. Ela afirmou: “O óleo de girassol provocou nos tecidos dos animais um acúmulo de colesterol seis vezes maior do que os animais alimentados com óleo de coco (não hidrogenados)”. A conclusão que se pode tirar é que alimentar animais com óleo de coco hidrogenado destrói a formação de ácidos graxos essenciais potencializando a formação de arteriosclerose. É importante frisar que animais alimentados com óleo de coco regular tiveram um í­ndice mais baixo de colesterol no fí­gado e em outros órgãos do corpo.

Enig também se referiu a um estudo epidemiológico elaborado por Kaunitz e Davrit (1992) em sociedades que se utilizavam do coco como alimento, onde se confirmou por um estudo da população, que uma dieta rica em óleo de coco não leva a um aumento dos índices de colesterol, nem das doenças coronarianas. Vale ressaltar que nessa sociedade não houve qualquer consumo de óleos hidrogenados. Apenas óleo de coco natural.

Em 1989, Kaunitz e Davrit chamaram atenção para um relatório de Mendis et al onde mostrava que mulheres do Sri Lanka que tiveram suas dietas alteradas de óleo de coco natural para óleo de milho, apresentaram uma redução no Colesterol LDL de 23.8%, o que é uma boa notícia, porém o colesterol HDL também apresentou uma redução de 41,4% o que é uma má notícia. Isso criou uma relação LDL/HDL desfavorável, significando que numa dieta de óleo de milho haverá um maior depósito de colesterol nas artérias em relação ao óleo de coco natural. Em suma, a dieta com óleo de milho lí­quido acelera o depósito de colesterol, em comparação com aquela de óleo de coco natural.

O óleo de coco natural, ao provocar um aumento no HDL (bom colesterol), ajuda na prevenção de arteriosclerose e de doenças do coração. Enig cita também a pesquisa de Tholstrup et al (1994) com óleo de palmeira (não hidrogenado) rico em ácido láurico contendo também ácido mirí­stico. Tholstrup encontrou também um aumento significativo nos ní­veis de colesterol HDL.
 http://cqcounter.com/site/lauric.org.html

No seu artigo, Enig registrou que os efeitos do óleo de coco em pessoas com baixo ní­vel de colesterol é justamente o contrário daqueles com um alto ní­vel. As pessoas com uma baixa contagem de colesterol, deverão apresentar um aumento de colesterol sanguí­neo, do colesterol LDL e especialmente do colesterol HDL. Já as pessoas com alto ní­vel de colesterol apresentarão uma redução dos ní­veis de colesterol total e colesterol LDL.

Os estudos que ela menciona mostra que em ambos os grupos a relação HDL/LDL se move numa direção favorável. Para pessoas com AIDS ou com comprometimento da imunidade para outras doenças, as conclusões desse pesquisa são profundas. Isto significa que tudo que tem sido informado ao público pela televisão nos últimos 15 anos a respeito dos óleos vegetais têm sido meias-verdades, levando esse público a conclusões errôneas. O público tem sido levado a acreditar que óleos tropicais provocarão bloqueio nas artérias levando a doenças cardíacas. O que ocorre na verdade é justamente o contrário. Óleos tropicais naturais ajudam na preservação das artérias enquanto que ocorre o oposto com a maioria dos outros óleos vegetais, principalmente as gorduras hidrogenadas tão utilizadas hoje em pastelarias, biscoitos, pães, margarinas e produtos industrializados em geral.

Esta política contra o coco, babaçu e o dendê (palma), tem sido mantida por grandes multinacionais americanas que, sendo os maiores produtores mundiais de óleos vegetais poliinsaturados (soja, milho, canola e girassol), não querem sofrer perdas financeiras que estas alternativas trariam a eles, pois óleos extraídos de plantas tropicais como os cocoqueiros custariam muito mais baratos e seriam mais acessíveis às populações de baixa renda.

A Dr, Enig também informa que o óleo de canola é o pior para ser utilizado em qualquer circunstância. Quando utilizado na cozinha ele produz um elevado nível de gorduras trans.

ÓLEO DE COCO E MASSAGEM

Óleos láuricos como o de coco da Bahia e babaçu, são extremamente finos, de baixa viscosidade, sendo por isso excelentes veículos carreadores para óleos essenciais, dada à sua fácil e rápida penetraçã pelos poros da pele. São excelentes fontes alternativas para substituição do óleo mineral, hoje considerado dentro de alguns estudos científicos como cancerígeno. A vantagem é que são baratos e competitivos como produtos naturais.

São emolientes naturais, que podem ser empregados refinados ou não, possuindo normalmente uma longa durabilidade. Agem na pele hidratando suavemente, refrescando e devido ao seu teor em ácido láurico, como moderados anti-sépticos, além de terem efeito imunoestimulantes.

Como coco, são compreendidas várias alternativas da família das palmeiras, que contém óleos vegetais extraídos por prensagem, fervura ou artesanalmente por exposição ao sol de seus frutos e com alto teor de ácido láurico (acima de 40%) e que podem ser utilizadas para tudo o que foi descrito anteriormente por gerarem monolaurina no corpo. Entre estas alternativas disponíveis atualmente no mercado para uso tanto alimentar quanto para massagens temos:
Coco da Bahia
Babaçu
Murumuru
Tucumã (tucum)
Palmiste
Coquinho

Textos organizados, selecionados e complementados pelo Prof. Fabian Laszlo (prof_fabian_laszlo@hotmail.com)
Referências:

http://www.enig.com

http://www.lauric.org

http://www.coconutoil.com

http://www.pubmed.com

Report 14, Keep Hope Alive Magazine

Mary Enig cita 24 referências científicas na página 7 de seu artigo “Lauric Acid for HIV-infected Individuals,”:

1. Issacs, C.E. et al. Inactivation of enveloped viruses in human bodily fluids by purified lipids. Annals of the New York Academy of Sciences 1994;724:457-464.
2. Kabara, J.J. Antimicrobial agents derived from fatty acids. Journal of the American Oil Chemists Society 1984;61:397-403.
3. Hierholzer, J.C. and Kabara J.J. In vitro effects on Monolaurin compounds on enveloped RNA and DNA viruses. Journal of Food Safety 1982;4:1-12.
4. Wang, L.L. And Johnson, E.A. Inhibition of Listeria monocytogenes by fatty acids and monoglycerides. Appli Environ Microbiol 1992; 58:624-629.
5. Issacs, CE et al. Membrane-disruptive effect of human milk: inactivation of enveloped viruses. Journal of Infectious Diseases 1986;154:966-971.
6. Anti-viral effects of monolaruin. JAQA 1987;2:4-6 7. Issacs CE et al. Antiviral and antibacterial lipids in human milk and infant formula feeds. Archives of Disease in Childhood 1990;65:861-864.

Material ilustrativo:

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quarta-feira, 13 de maio de 2015

AS BONECAS SEXUAIS CHINESAS.

Dutch Wives, são as bonecas sexuais que têm feito muito sucesso no Japão, principalmente por suas características realistas. Seguindo a mesma linha, já mostramos também o trabalho da fotojornalista dinamarquesa Benita Marcussen, que registrou a vida de vários homens que têm relacionamentos sérios com essas bonecas.

O fato é que, por mais que isso pareça bizarro para algumas pessoas, a produção desse tipo de brinquedo sexual é cada vez mais comum, e a qualidade das bonecas em si é surpreendente.

Na China, o mercado de bonecas sexuais está ficando extremamente popular. Super-realistas, as bonecas chinesas têm corpos um pouco menores e se parecem mais com adolescentes do que com mulheres adultas.

O material de que são feitas lhes permite ter total flexibilidade eo consumidor pode escolher a cor do seu cabelo ou o tamanho de seus seios.
Em Pequim, as “amantes perfeitas” são vendidas por, em média, US$ 2.500 – o equivalente a mais de R$ 7.600. As bonecas menores são chamadas de 156, em referência à altura delas, em centímetros.

CIDADE DO MÉXICO A empresa japonesa Orient Industry desenvolveu uma boneca sexual com a pele e os olhos que parecem quase humano.

A solidão não será um problema, pelo menos para os homens. A boneca criada é tão real que não é fácil distinguir uma pessoa à primeira vista, de acordo com seus inventores.

As bonecas, que não são inflável, eles são feitos com alta qualidade de silicone, mas a inovação mais notável é os olhos e a pele, que se parecem e se sentem como real.

Eles também têm um dispositivo interno que permite ao usuário para colocá-lo em posições diferentes.

As bonecas do sexo no Japão são chamados de "Esposa holandesa" para se referir a boneca sexual, eles têm um custo aproximado de 500 dólares, mas o preço pode variar dependendo de como personalizar os seus compradores.

O usuário pode escolher a cor do cabelo para o tamanho da mama, bem como um conjunto de roupas para vestir, para que a empresa está evitando o constrangimento a seus clientes para ir a uma loja de lingerie.

As bonecas são parte da indústria de tecnologia no Japão, que procura fazer brinquedos mais reais. Embora recursos podem assustar mais do que um, pulsos anúncios ir tão longe como para avisar os clientes de que eles nunca mais querem uma namorada real.

Orient Indústria tornou-se famoso no ano passado depois de retirar uma boneca em tamanho natural da cantora Lady Gaga. A boneca réplica chamado Gaga causou furor em redes sociais em 2013 e teve como objetivo promover o intérprete álbum Artpop.

As bonecas são feitas com um material chamado elastômero termoplástico, que é mais macio do que silicone tradicional. Outro diferencial do produto são as partes do corpo ajustáveis – é possível regular tudo: mãos, cabeça e, inclusive, as regiões genitais.

Acredita-se que o aumento significativo de compra de bonecas sexuais na China tem a ver com o padrão de vida dos homens chineses, que passam a semana fora, viajando, por causa do trabalho e que, aos finais de semana, retornam para suas casas, esposas e famílias.


domingo, 10 de maio de 2015

COMO SECAR A INDÚSTRIA DAS MULTAS


Um dos maiores roubos oficializados que se pratica contra o cidadão comum é a indústria das multas. Radares estrategicamente localizados, utilizando tecnologia, análises comportamentais das pessoas, perfil psicológico entre outras armas desproporcionais, buscam sugar do cidadão comum, o maior número possível de multas de forma a engordar os cofres das prefeituras que buscam dessa forma cada vez mais roubar o cidadão com a desculpa de estar zelando pela sua segurança. O que querem na verdade é rouba-lo e suga-lo cada vez mais como  se chupa uma fruta até o caroço.

Em quase dez anos, uma metrópole como São Paulo registrou 67,1 milhões de infrações de trânsito, e o volume cresce sem parar. Em 2004 eram 2,9 milhões, e em 2013 mais que triplicaram atingindo o número de 10,1 milhões. 246% a mais.

JILMAR TATTO.
ESSE SORRISO COM CERTEZA
É DA CARA DE PALHAÇO DO CIDADÃO
Neste ano não será diferente. "Deve aumentar uns 10%", como afirma o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto que acumula a presidência da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). Certamente uma de suas metas é aumentar esses números para gerar mais receita, embora essa intenção não seja revelada ao grande público.

Caso essa estimativa se torne realidade, serão 11 milhões de infrações na capital. Quase uma por habitante. No balanço mais recente de junho, o saldo era de 4,9 milhões, 4% a mais em relação ao primeiro semestre de 2013.

O valor arrecadado pela prefeitura passou de R$314 milhões em 2004 para R$850 milhões em 2013.

Em 2014 até agosto esse valor estava em R$405 milhões. A princípio trabalhava-se  com R$1 bilhão até dezembro. Mas as contas foram refeitas. Prevê-se agora R$905 milhões porque se atrasou o processo de instalação de novos radares, como acrescentou Tatto que também foi secretário de transportes na gestão de Marta Suplicy (2001 a 2004).

A explicação para os sucessivos recordes de multas é a constante proliferação de radares, conforme informa esse secretário, Tatto encarregado dessa missão que é METER A MÃO NO BOLSO DOS CIDADÃOS.


Em 2004 existiam 338 radares que se multiplicaram e atingem o impressionante número em 2014 de maisde 601 radares.

A frota circulante não cresceu na mesma proporção o que indica que o ROUBO ficou mais aperfeiçoado. De 3 milhões por dia em 2004 subiu para 3,8 milhões em 2014. 27% a mais.

Nos próximos anos o volume de multas aplicadas deve se manter em alta, porque a CET tem assinado contratos para expandir a fiscalização eletrônica, concluindo um processo de licitação iniciado em 2013. Pretendem trocar modelos antigos por mais modernos e levar mais radares a mais ruas e avenidas. Ate dezembro de 2014 planeja-se colocar mais 242 radares, expandindo-os para 843 no total.

O inspetor do posto da PRF de Cascavel Alisson Vidor explica que a unidade conta desde o ano passado com um medidor de velocidade do tipo portátil com vídeo e imagem de alta tecnologia. O radar, mais moderno do que os antigos, é mais eficiente. “Garante uma operação melhor. Podemos usar no escuro e em locais mais distantes, ele flagra o condutor acima da velocidade a uma distância de 800 metros a um quilômetro, o outro a apenas 300 metros”, revela.
Segundo o responsável, além de utilizar esse radar mais moderno o número de operações também aumentou. “Cresceu a frequência das fiscalizações, principalmente na BR 467, onde identificamos que há um excesso de velocidade maior. O limite é 110 km/h, mas constantemente identificamos carros a 130 km/h e até acima de 160 km/h, ou seja, acima de 50% do permitido”, descreve.
O número de multas aumentou desde o meio do ano passado devido ao radar e as fiscalizações”, reforça. Por problemas no sistema de informatização do posto o relatório do número de autuações não foi emitido.Mas, como o radar identifica e registra o excesso de velocidade maior, o motorista muitas vezes não consegue perceber a fiscalização e diminuir a velocidade a tempo. A consequência é mais flagrantes.
EXCESSO
Ele afirma que o radar identifica a velocidade do veículo a longas distâncias e consegue fotografar a placa. “Depois é emitida a multa para o proprietário do carro. Se estiver até 20% acima da velocidade a infração é media e o valor R$ 85,00, de 20% a 50% superior ao limite é infração grave com valor de R$ 127,00 e acima de 50% passa a ser gravíssima, com R$ 574,00 de multa e suspensão do direito de dirigir”, descreve.

Os radares modernos são mais potentes e flagram mais infrações, tendo iniciado sua instalação em julho de 2014.

Apesar da montanha de dinheiro ROUBADO do cidadão que é multado em radares estrategicamente colocados em pistas de alta velocidade, com valores de 40 km por hora, não há benefício nenhum para o transito e as rodovias.


COMO BOICOTAR O SISTEMA DE MULTAS.

A melhor forma de se boicotar esse sistema de multas que é injusto para com o cidadão, é evitando as multas. Se ninguém é multado ou se pelo menos você não é multado, então eles se saem mal porque irão gastar fortunas em radares e equipamentos e isso não irá se reverter em receita. Com o tempo esse sistema irá falir.

FORMAS DE SE EVITAR MULTAS

1 - Mantenha-se calmo ao dirigir. 

Um dos fatores que levam os motoristas a cometer infrações é o sistema nervoso. Problemas, stresse, e impaciência, os levam a descontar no volante. O trânsito nas grandes cidades está enervante, cada vez mais, e não há nada que se possa fazer, então mantenha-se calmo. Uma das formas de se manter calmo é distrair-se. Ouça música, coloque em um programa de notícias ou escute palestras no carro. Isso o leva a se desconcentrar dos problemas do trânsito e assim ficar mais relaxado, evitando ser contaminado pelo clima muitas das vezes de desespero que se forma à sua volta.

2 - Compre um GPS que detecte a presença de radares. 

Isso faz uma enorme diferença. Com esse aparelho é possível perceber a presença de radares à certa distância, corrigindo situações irregulares antes que se passe por eles. Não são ilegais, porque fazem o serviço de alertar sobre a presença dos radares, o que os cartazes deveriam fazer, entretanto não o fazendo com a eficiência adequada.
São particularmente úteis em rodovias que tem radares de velocidade muito reduzida, como 50/40/30 km/hora, porque essas velocidades sempre são superadas em condições normais. Se o motorista não for alertado, certamente pode ser surpreendido em um trecho em que o radar fique escondido, ou depois de uma curva, onde são estrategicamente colocados justamente para surpreender os pobres motoristas.
Eu particularmente gosto muito do modelos da NAVCITY, porque alertam por meio de voz e por um alerta visual que coloca na tela do GPS uma placa ocupando toda a tela com o valor da velocidade. Se o alerta sonoro passar desapercebido, o alerta visual também é bastante eficiente. Ao contrário de radares que sómente apitam ou emitem alertas sonoros sem voz, esses vejo como mais eficientes. É preciso estar sempre atualizando e no caso de existir um radar que não tenha sido cadastrado o próprio motorista pode faze-lo, simplesmente tocando na tela do GPS. É uma forma de contrabalançar com tecnologia a carga que o sistema faz contra o cidadão. Não recomendo o uso de GPSs com telas maiores do que 5 polegadas. Um modelo de 5 polegadas é suficiente, e obstrui uma parte menor do parabrisas.

3 - Acostume-se a andar de vagar.

Não vale a pena andar muito rápido. Está comprovado que o tempo que se ganha andando rápido é muito pequeno e não vale a pena arriscar andar rápido. Ande dentro da velocidade. Se você não tem esse costume, talvez seja porque está nervoso. Tente se acalmar, ouça musica, ouça palestras, ouça rádio, mas distraia-se e relaxe. Invista no conforto dentro do seu carro e descubra que você não ganha nada andando rápido, ou o que ganha, não compensa.

4 - Se a viagem for longa, faça paradas.

A permanência dirigindo por longos períodos é um fator estressante, que pode levar ao nervosismo. Ocorrendo nervosismo, cai a atenção, cai o alerta, e o motorista pode se sentir compungido a correr, ultrapassar etc... predispondo-o a acidentes e a ser multado. Não ultrapasse um período de mais de duas horas dirigindo sem dar uma esticada nas pernas. Pare o carro, tome um café, beba uma água, aprecie a natureza em volta, mas dê paradas. Não faça esticadas. Não vale a pena e a viagem se torna menos prazeirosa.

5 - Programe bem suas viagens

Procure sair para seus deslocamentos com tempo suficiente. Isso o irá tornar mais tranquilo e mais seguro. Um dia antes faça uma revisão no carro. Veja se os pneus estão calibrados, se o carro está com óleo, líquido refrigerante ou água no radiador, água para o parabrisas etc... Faça revisões periódicas no carro, evitando só revisá-lo quando os problemas acontecerem. Uma vez por ano faça uma revisão minunciosa, trocando ítens de consumo como velas, limpeza de bicos injetores, troca de filtros etc... E quando for se deslocar saia com tempo suficiente, bem programado. Isso evita nervosismo e estresse causado por deslocamentos repentinos que podem leva-lo a ser multado.

6 - Recorra contra suas multas.

Muitas multas podem ser derrogadas com o recurso. Se o radar tinha sua calibração vencida, se a foto não ficou conclusiva, etc... São muitos os artifícios legais que os bons despachantes utilizam para invalidar multas. Entre na briga pelos seus direitos e busque recorrer contra as multas. O recurso normalmente tende a compensar, mas faça isso bem antes da vistoria do seu carro, porque se chegar na hora da vistoria, você vai preferir pagar a multa para poder fazer a vistoria. Caso contrário você vai ser impedido de fazer a vistoria e consequentemente não poderá circular com o seu carro.

7 - Procure andar sempre legal

Faça sua vistoria dentro do prazo, pague seu IPVA, renove sua carteira de motorista dentro do prazo. A ilegalidade não vale a pena. Caso seja flagrado irregular, tenha a certeza que irás gastar muito mais e ter muito mais problemas do que se tivesse feito tudo da forma certa, e de qualquer forma se você adiar o que tem que fazer, vai ter que fazer de qualquer forma mais à frente. Então porque adiar? Nada será melhor do que fazer tudo certo. Não dê pretexto para que alguém o tenha em sua mão.

Essas são as recomendações que me passaram pela cabeça nessa cruzada contra a indústria das multas. 

8 - Desloque-se Menos.

O conceito de trabalhar em casa hoje não é mais uma utopia. Muitas empresas estão aderindo a essa ideia, porque o deslocamento de casa para o trabalho é um enorme e desgastante esforço em termos de recursos e tempo que a cada dia se torna o capital mais importante, porque dinheiro todos podem acumular, mas tempo é uma coisa que cada um tem o seu e pouco pode fazer para mudar isso.

No século XXI estamos assistindo a uma tendência cada vez maior das pessoas saírem menos e ficarem mais em casa, porque as casas tornaram-se verdadeiros centros de lazer e serviços. O advento da TV já trouxe para as famílias do século XX um entretenimento caseiro importante, mas o computador que hoje é uma realidade trouxe muito mais do que isso. A oportunidade de fazer qualquer coisa em termos de relacionamentos, de casa. Sejam operações bancárias, seja ensino à distância, seja relacionamentos sociais, seja a brincadeira das crianças modernas, o vídeo game. Tudo está facilitado e se torna possível de casa.

Além disso os meios convencionais de entretenimento ganharam cara nova. A notícia agora chega muito mais rápida, e detalhada. Pode-se assistir futebol de casa. As TVs de alta definição estão dando banho nos cinemas, embora o cinema ainda tenha seu lugar. A quantidade de programação hoje é variadíssima e vastíssima, a um tal ponto que é impossível acompanhar tudo e ver tudo. A academia pode ficar em casa mesmo com uma esteira, uma bicicleta e aparelhos de fazer tremer que antes não existiam.

Uma coisa é certo. Se você se desloca menos, terá muito menos probabilidade de ser multado ou sofrer qualquer outra injunção desagradável que o trânsito possa lhe proporcionar, por isso programe a sua vida para se deslocar menos. Procure concentrar suas atividades que demandem deslocamento próximas de casa. Imagine a possibilidade de morar perto do trabalho. Algumas dessas atitudes irão lhe proporcionar qualidade de vida e proporcionar muito mais tempo par desfrutar da vida, acarretando além disso menos estresse o que irá lhe proporcionar além de tudo mais saúde.

NADA MELHOR DO QUE NÃO SER MULTADO PARA DERROGAR ESSA INDÚSTRIA.

Mas se alguém tiver mais sugestões, por favor, vamos postar aqui nessa cruzada contra a indústria das multas.