segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
TRUMP É O HITLER DO SÉCULO XXI
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
VOCÊ TEVE UM PROBLEMA CARDIACO ? CUIDADO.
Eu tive um infarto no ano de 2007. Como todo bom paciente submeti-me à colocação de um stent que é uma molinha que é colocada dentro da artéria comprometida para abri-la e assim propiciar uma irrigação satisfatória do músculo cardíaco.
Como normalmente acontece o cardiologista que me tratou, prescreveu uma série de remédios, de entre os quais uma estatina (No caso a Sinvastatina), um acido acetilsilicílico para evitar trombos nas artérias, um remédio para deixar o sangue bem fino, fluido, etc... E eu comecei a toma-los. Tinha eu nessa época 56 anos.
Eu fiquei tomando os medicamentos por 6 meses até que um dia eu peguei a bula da Sinvastastina e a li. Após lê-la eu imediatamente suspendi o uso e a ingestão da Sinvastatina, e dai para cá eu não tomei nenhuma estatina Jamais.
Existem inúmeros vídeos no youtube que falam sobre as estatinas. Existem várias hoje. Vou reproduzir aqui apenas um deles que é o vídeo do Dr. Lair Ribeiro, mas posso afiançar, que existem inúmeras pesquisas que aparecem dia após dia demonstrando que as Estatinas são uma verdadeira "furada", e melhor. O que antes se falava do mau colesterol ou seja o LDL, verifica-se hoje que é uma falácia. O LDL é um álcool policíclico que é fundamental para a saúde mental e hormonal bem como para todo o corpo que precisa do LDL para ter células saudáveis. Além do mais 90% do LDL que circula no nosso corpo é produzido pelo próprio corpo. Se o corpo produz o LDL é porque é necessário. É necessário para revestir a chamada bainha de melina que reveste os nervos do cérebro, e é matéria prima para a produção de todos os hormônios que circulam no nosso corpo, além de ser utilizado na composição das membranas celulares. A redução do LDL produz déficit nesses itens da nossa saúde levando a demência, Mal de Alzeimer, Mal de Parkinson, esquecimentos como apagamentos de memória entre outros problemas.
Além do mais as estatinas atuam em um mecanismo do corpo que é o responsável pela produção do LDL, já que a finalidade das estatinas é exatamente essa. Ao atuar nesse mecanismo de produção de LDL do próprio corpo, ela também interfere na produção de outras substancias produzidas pelo corpo, que deixam dessa forma de serem produzidas. Uma dessas substancias que é fundamental para a vida é a Coenzima Q10. Essa substancia produzida pelo corpo, faz parte do ciclo de krebs, que é responsável por fornecer energia para as mitocôndrias que são a usina de força das células.
O ciclo de Krebs é responsável pela produção de ATP que é a moeda de troca da energia das células.
E aqui vai um detalhe. O coração é o órgão que mais consome ATP já que é um musculo que fica trabalhando 24 horas por dia. Na verdade o coração consome 75% de todo o ATP produzido pelo corpo. Portanto inibir a produção de ATP que é derivado da limitação da produção de Coenzima Q10 é enfraquecer o coração.
Portanto aqui vai uma contradição. Eu tomo um medicamento que inibe a produção de coenzima Q10, para diminuir o LDL objetivando não obstruir as artérias e ao mesmo tempo eu enfraqueço o coração. Não faz o menor sentido.
Deficiência de vitamina D
Pré, per e pós-operatório
Demência e cognição
Parkinson
Enxaqueca
Câncer
Pé diabético
Esse kit é como uma vitamina para o coração. Foi inventado pelo Médico Sinatra dos Estados Unidos e já tirou 200 pessoas da fila do transplante. (Sugiro pesquisar, no Youtube).
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sexta-feira, 7 de novembro de 2025
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
UMA SOLUÇÃO PARA O TRÁFICO DE DROGAS NO RIO DE JANEIRO.
No momento em que escrevo essa matéria são contabilizados mais de 124 mortos, o que transforma essa chacina, a que ocorreu no Rio de Janeiro no dia 29 de outubro de 2025, no maior massacre jamais visto no território Brasileiro, em todos os tempos, superior ao mais letal de todos que foi o massacre do Carandiru, que contabilizou aproximadamente 115 mortos.
É obvio e evidente que muitos desses corpos foram executados depois de rendidos, particularmente os que foram pegos na mata. Um drone da polícia detectou os bandidos entrando na mata e transmitiu essas imagens. Lá na mata já estavam esperando vários policiais que os pegaram de surpresa.
As câmeras que obrigatoriamente deveriam fazer parte da indumentaria policial, estavam convenientemente com a bateria descarregada. Todas as 2500 câmeras de cada policial.
A população do Rio que deu ao Condenado, futuro presidiário e ex presidente da República 70 % dos seus votos, aplaudiu em sua maioria. Os lúcidos estão em desvantagem. Hipocrisia pois a renda do Narco Trafico vem dos seus bolsos. São eles que sobem o morro para comprar drogas. São eles que alimentam com seu vício a compra de armas e drogas, e depois reclamam da violência. Detestam pobres, empregadas domésticas que classificam como escravas e detestam ter que lhes dar direitos que julgam ser uma regalia que só a eles pertence.
Se há um contingente de 2500 policiais marchando contra um grupo de pessoas, com caveirões, com armas pesadas, helicópteros e todo o aparato da mídia, é burrice total atirar na polícia, ainda mais matar policiais. Ou se corre tentando fugir ou se entrega. Não tem outra solução.
Mas o chefe do tráfico não foi pego. Óbvio é que ele tinha um plano de fuga, e provavelmente tinha um túnel que ia sair em algum lugar mais seguro, ou então existe um bunker oculto e nesse momento ele e alguns comparsas estão lá esperando a poeira baixar. Pode até ser que esse túnel tenha seu acesso a partir do QG da quadrilha que foi invadido.
Essas são constatações óbvias que escapam a análise fria da mídia.
Entretanto o objetivo dessa matéria é propor uma solução para o tráfico de drogas.
Como exemplo eu vou retornar ao período da década de 1930, na cidade de Chicago. Nessa época foi proposto uma lei que era a lei seca, em que as bebidas alcoólicas foram proibidas. Como consequência, os bares que vendiam bebidas tornaram-se clandestinos e escondidos. Foi uma lei que jamais foi respeitada. Todos sabiam onde eram os bares e lá dentro as bebidas eram comercializadas livremente.
A consequência prática dessa lei foi de que as quadrilhas que exploravam o comércio e a produção clandestina de bebidas floresceram na ilegalidade e junto com elas as quadrilhas, o suborno e a violência. Foi nessa época que um notório Bandido se tornou muito famoso que era All Capone, e junto com ele muitos outros "tenentes". Pessoas eram metralhadas na rua nos restaurantes, pegos de surpresa, na guerra pelo controle dos territórios onde pudessem comercializar suas bebidas. Os comerciantes eram obrigados a vender as bebidas do Chefão que comandava o tráfico de bebidas local.
Tudo isso deixou de existir depois que a lei seca foi revogada.
Isso nos leva a uma constatação. A proibição não resolve o consumo de nenhuma substancia. A droga embora proibida é consumida mesmo proibida, e o que temos em troca é as quadrilhas armadas. O Aborto por exemplo é proibido, mas todo mundo sabe onde existe uma clínica clandestina que faz aborto por um precinho módico.
Isso nos leva a seguinte conclusão. A solução é liberação da droga.
A minha sugestão é criar uma espécie de hospital, uma clínica, onde alguém que seja viciado possa ter acesso e possa tomar a sua droga em uma ambiente assistido, onde se passar mal receba atendimento, onde possa receber suporte psicológico e acompanhamento, orientação, entre outros cuidados. A droga ali seria fornecida gratuitamente, e isso permitiria os seguintes benefícios:
1 - Se eu posso obter a droga gratuitamente, para quê eu vou pagar a um traficante? Isso iria desvalorizar a droga e desestimular o poderio das quadrilhas, tirando-lhes a capacidade de comprar armamentos, subornar autoridades etc...
2 - Acompanhado dessa liberação, entendo como imprescindível uma campanha fortíssima de educação antidroga, expondo principalmente aos mais jovens nas escolas todo o estrago que a droga pode trazer no sentido de prejudicar a saúde e as suas vidas. Acreditamos que muitos jovens entram no mundo das drogas por não saberem onde estão se intrometendo.
3 - É preciso dar oportunidade aos jovens que moram nas favelas e comunidades pobres, para que não precisem ser seduzidos pelas quadrilhas, já que o apelo é forte. Criar escolas técnicas, onde possam receber ensino profissionalizante. Muitos jovens não gostariam de seguir no mundo da marginalidade, mas são seduzidos pelas facilidades que o tráfico de drogas oferece. O Ex governador Brizola instituiu o ensino em tempo integral levando crianças que ficavam soltas nas favelas do Rio, e isso diminuiu os números da violência.
Há entre os jovens das comunidades carentes, muitos que não desejariam ser bandidos. Preferiam ser cidadãos incluídos, mas na ausência de alternativas são seduzidos pelas facilidades que o tráfico de drogas oferece, imaginando que depois poderão deixa-lo, e ao enredar-se nesse imbróglio não conseguem mais deixa-lo principalmente por causa da dependência econômica entre outros comprometimentos.
Faça essa proposta chegar às autoridades.
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
OBRIGADO ALEXANDRE DE MORAES
Parece pouco, mas o ministro do Supremo Tribunal Federal, graças à sua dedicação e amor pela democracia, nos livrou a todos nós de vivermos tempos sombrios que só sabem o que foi, aqueles que viveram esses tempos.
Para se ter uma ideia do que foram esses tempos, existia aqui no Rio de Janeiro um grupo de policiais que eram pagos segundo informações da época por comerciantes e empresários. Eram os chamados os 12 homens de ouro.
Acusado de assassinar Marielle Franco integrou organização criada, há 60 anos, por policiais que queriam se vingar de bandido após morte de detetive; entenda.
Segundo os policiais, os tiros que atingiram o detetive de 44 anos partiram do criminoso, mas versões posteriores afirmam que ele foi acidentalmente alvejado por um disparo de dentro do seu carro. O fato é que a morte de Le Cocq revoltou os colegas. Ex-segurança de Getúlio Vargas e considerado ótimo solucionador de casos, o agente era idolatrado por seus pares. “Não foram poucos os que, junto ao cadáver, juraram matar o assassino”, informou O GLOBO na reportagem sobre a morte do detetive.
O Brasil vivia, então, o início da ditadura militar. Muitos policiais deram apoio ao golpe de 31 de março daquele ano de 1964 e, com o tempo, passaram a atuar como agentes da repressão. Escritor e colunista do GLOBO, Zuenir Ventura chama de “ovo de serpente” a época em que grupos assassinos como a Scuderie Le Cocq se consolidaram. No livro "Cidade partida" (Cia das Letras), de 1994, o autor descreve tensões sociais daquele período até a chacina de Vigário Geral, em 1993, quando 21 pessoas foram executadas por policiais que queriam vingar a morte de quatro PMs na favela.
Cara de Cavalo passou semanas em fuga, com muitos policiais em seu encalço (todos sem nenhuma intenção de prendê-lo). Na noite de 2 de outubro, o bandido chegou ao casebre de Saco de Fora. Hoje, o local faz parte da Armação de Búzios, na Região dos Lagos, mas, na época, integrava o município de Cabo Frio. O criminoso foi levado pela namorada, Nilza Ribeiro, que era amiga de Vanilda Alves, filha de Pedro Januário e Clotilde Alves, os donos da casa. Ao chegar na propriedade e respirar aquele ar de tranquilidade, Cara de Cavalo pode ter pensando que estava seguro. Mas foi só impressão.
À polícia, Nilza disse que o grupo de extermínio invadiu o imóvel às 4h30 de 3 de outubro. Dos cerca de cem disparos, 62 atingiram Cara de Cavalo, a maioria no torso. Os inspetores escalados para o caso, é claro, afirmavam que não tinham informações sobre os assassinos. Mais tarde, porém, soube-se que aquela havia sido a primeira execução da Scuderie Le Cocq. O policial José Guilherme Godinho Ferreira foi um dos autores dos disparos. Em 1990, ele se elegeu deputado estadual pelo PFL com o nome de Delegado Sivuca, repetindo uma frase que virou seu slogan: "Bandido bom é bandido morto".
Cortejo fúnebre no complexo do Alemão para o bandido Cara de Cavalo. Dizia-se que ele utilizava o produto da extorsão para promover ações sociais na comunidade. Por isso seu enterro foi acompanhado por muitas pessoas.
Com o emblema da caveira com ossos cruzados, a Scuderie tinha o jornalista David Nasser como "presidente de honra" e era liderada pelos "doze homens de ouro" da polícia. Entre eles, estavam Sivuca e o detetive Mariel Mariscot, que foi preso nos anos 1970 por ligação com tráfico e corrupção. Ele morreu em 1981, quando tentava se tornar um chefe do jogo do bicho. A organização chegou a ter 7 mil associados, com policiais, juízes, políticos, promotores e comerciantes, além de uma ramificação no Espírito Santo, com direito a CNPJ e ficha de inscrição, dissolvida pela Justiça em 2005.
No Rio, a Scuderie Le Cocq deixou de atuar entre as décadas de 1980 e 1990. Ronnie Lessa tinha 19 anos quando entrou para a organização, sob a matrícula 3.127. Ele integrou a associação depois de prestar o serviço obrigatório no Exército. Em novembro de 1991, o agente ingressou na Polícia Militar. No ano seguinte, passou pelo Batalhão de Choque. De maio de 1993 a janeiro de 1997, atuou no Batalhão de Operações Especiais (Bope), mesmo sem nunca ter feito o curso de operações táticas necessário para o exercício da função, de acordo com sua ficha como policial militar.
Mariel Mariscot: O Passat LS com o para-brisa estilhaçado pelos tiros do assassino | Foto de João Roberto Ripper/Agência O GLOBO
Mariel Mariscot escoltado por guardas durante um julgamento em 1978 | Foto de Luiz Pinto/Agência O GLOBO
Mariel Mariscot com Dom Eugênio Salles após missa em presídio, em 1977 | Foto de Otávio Magalhães/Agência O GLOBO
Policiais chegam no IML carregando o corpo de Mariel Mariscot | Foto de João Roberto Ripper/Agência O GLOBO
Caixão com o corpo de Mariel é erguido sobre multidão no cemitério do Caju, em 1981 | Foto de Manoel Soares/Agência O GLOBO
O Capitão Guimarães no carnaval de 1988, quando era presidente da Liesa | Foto de Ricardo Belliel/Agência O GLOBO| Castor de Andrade considerado a época o Chefão do Jogo do bicho no Rio de Janeiro ao lado de Moreira Franco que foi Governador do Estado do Rio de Janeiro. |
Noventa e seis dias. Esse foi o tempo que durou o "calvário" de Inês Etienne Romeu (1942-2015) na "Casa da Morte", em Petrópolis, na região serrana do Rio.




























