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domingo, 23 de maio de 2010

MERCURIO, ESQUALENO e AIDS. TUDO ISSO NA VACINA H1N1



  • Belo-horizontinos que foram se vacinar, neste sábado, contra a gripe suína, reagiram com surpresa e susto à divulgação do Ministério da Saúde (MS) de que as pessoas imunizadas podem ter resultado falso positivo para o HIV, mesmo sem ter o vírus que provoca a Aids. “Se eu soubesse, não teria vindo”, disse o consultor de vendas Tiago Mattioli, de 25 anos, que enfrentou a longa fila para receber a agulhada num posto volante montado pela Secretaria Municipal de Saúde numa drogaria na Avenida Padre Pedro Pinto, em Venda Nova. O jovem disse que deixou para a última hora “por falta de oportunidade”.

  • O ministério comprou 90 milhões de doses da vacina do H1N1 porque 3 mil pessoas morreram da chamada gripe suína no ano passado. Mais de 4 mil mulheres morrem por ano devido ao câncer de colo de útero.


Nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela que as pessoas que tomaram a vacina H1N1, contra a nova gripe, podem ter resultado positivo para HIV mesmo sem ter o vírus que provoca a Aids. Segundo a técnica Lílian Inocêncio, responsável pela área de Laboratórios do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) do Ministério da Saúde, o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após a pessoa ter se vacinado contra a gripe.

 Mais uma morte ocorrida após a vacinação que provavelmente passará em branco como todas as outras.

A criança de 1 ano e 10 meses, Francisco Jailson, do município de Raposa, no Maranhão, após tomar a segunda dose da vacina H1N1, passou a ter febre alta, vômitos e falta de apetite. Ele chegou a ser internado na maternidade local e também no Hospital da Criança, em São Luis, e morreu na tarde de domingo. No IML deram como motivo da morte "causa desconhecida".
Pode-se ver estampado no rosto da coordenadora de vacinação, Jaqueline Rios, o nervosismo ao tentar defender a segurança da vacina. Ela diz ter ido ao município "colher dados para o caso". Eu diria que ela foi ao município para abafar o caso e se certificar de que nenhum médico ou legista iria dar como causa da morte a vacina H1N1.
Ela ainda tenta dizer que até agora nunca foi comprovado o óbito pela vacina. Mas claro, com toda esta máquina governamental ! 
 
Ministra da Saúde da Polónia Rejeita Vacinas Contra Gripe A


  • A Ministra da Saúde Polaca Ewa Kopacz disse ontem numa conferência de imprensa transmitida pelo canal de televisão Polaco TVN24, que o Governo irá rejeitar vacinação em massa da população contra a "gripe suína" por causa de preocupações com a segurança da vacina.





  • Kopacz disse que o Governo iria basear a sua decisão em usar a vacina da gripe A baseado em dados de estudos clínicos credíveis, mas não existem esses dados credíveis para as vacinas da gripe A.





  • "Não vamos encomendar nenhuma vacina H1N1 a menos que exista evidência completa de que são completamente seguras," disse a Ministra.





  • "Cada Governo é responsável pela saúde e bem estar de seus cidadãos, por recomendar-lhes tratamentos saudáveis e seguros. Até agora, em nenhum momento, nenhuma companhia com que estamos negociando foi capaz de providenciar-nos a coisa mais importante para nós - a evidência da segurança das vacinas e que não irá ter possíveis efeitos secundários," disse a Ministra.





  • "Não irei trabalhar sob pressão! Nós não iremos encomendar nenhuma vacina para a gripe H1N1 a menos que haja completa evidência de que são completamente seguras," disse Ewa Kopacz.





  • Ewa Kopacz também disse que a gripe comum sazonal é muito mais perigosa que a "gripe suína".





  • Esta é uma tradução palavra por palavra de um segmento de 39 segundos da conferência de imprensa:





  • "Não vamos nos preocupar acerca de se (a vacina para a gripe A) vai chegar à Polónia. O problema é outro: quando aqui chegar,(a vacina) tem de ser segura. Não vai ser um caso de "não temos certeza de se é segura mas vamos comprar de qualquer forma para os grupos de risco.





  • Ninguém me convencerá a isso. Se o fizermos (comprar a vacina), deverá ser segura de forma a que possa ser recomendada olhando directamente nos olhos dos Polacos, e especialmente para aqueles que irão ter o máximo contacto com pacientes doentes - em primeiro lugar os médicos, que têm de garantir que a vacina é uma medida profiláctica, não um placebo, não algo que possa causar efeitos adversos no futuro, mas uma vacina que lhes irá garantir imunidade, então por favor dêem-nos um pouco de tempo", ela disse.


  • The Polish Health Minister downplayed the dangers of the swine flu pandemic.





  • A Ministra da Saúde da Polónia minimiza os perigos da pandemia de gripe A.





  • "Não devíamos estar preocupados se a vacina vai estar pronta a tempo. Mas se é segura em primeiro lugar. Não iremos dar ás pessoas uma vacina-placebo, não iremos seguir qualquer rumor, mas iremos basear nossas decisões em testes clínicos credíveis. Até agora esses não existem esses testes," disse a Ministra.





  • O Governo da Polónia também se ofereceu para ajudar a Ucrânia a lidar com a sua pandemia.





  • O Governo Polaco ofereceu ajuda aos Ucranianos com testes de laboratório para o vírus que misteriosamente emergiu na Ucrânia.





  • É altamente pouco provável que as autoridades Ucranianas irão dar amostras do vírus a laboratórios independentes para testar se contém vírus H5N1 como algumas fontes indicaram.





  • Adicionalmente, a Polónia está a enviar máscaras cirúrgicas, vitaminas e medicamentos para assistir a Ucrânia.





  • A declaração do Ministério da Saúde da polónia indica que pelo menos um governo na Europa não foi subornado, chantageado ou aterrorizado pela indústria farmacêutica e OMS para a vacinação forçada de seus cidadãos com vacinas não testadas e tóxicas e a ceder controle de seu país.





  • O protesto tem muito a ver com os esforços de pessoas como Krzysztof Tarnawski, Michał e Marisha Siemaszko, e Marek Podlecki.





  • Fonte: POLISH HEALTH MINISTER REJECTS UNTESTED SWINE FLU JABS





  • http://www.theflucase.com/








    O problema já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas foi abordado nesta sexta-feira (21) pelo DST/Aids. Na nota de março, a agência dizia que “podem ser obtidos resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para detecção de anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana 1 (HIV 1), o vírus da Hepatite C e, especialmente, HTLV-I, devido à produção de IgM em resposta à vacina contra Influenza A(H1N1)”.

    O falso resultado acontece porque a vacina contra a gripe aumenta a produção de um anticorpo, chamado de IgM (o primeiro batalhão de defesa do organismo), que “engana” o Elisa, o teste mais comum feito no Brasil para diagnosticar o vírus da Aids. Essa reação faz o organismo reproduzir uma condição parecida com aquela de quem tem o vírus HIV.

    A técnica Lílian Inocêncio disse que o procedimento padrão da rede pública de saúde em casos de resultado positivo para HIV já é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot, mais caro.
      
    Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (21) no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão alertou sobre o falso resultado positivo.

    “Quando acontece esse falso positivo, que são casos raros, qual é a consulta? É muito simples: isso só acontece dentro de 30 dias a partir do momento que a pessoa tomou a vacina. Dando positivo, ela vai refazer esse teste, com um teste mais sofisticado, e esse vai dar, com certeza, se ela é positivo ou não”, afirmou. Ele fez questão de esclarecer que a vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV.

    Problema incomum, mas sem gravidade
    “Não é comum essa reação cruzada, esse encadeamento de falsos-positivos [quando um teste diz que a pessoa está doente, mas ela não tem nada] por geração de anticorpos para vírus tão diferentes, o H1N1 e o HIV”, aponta Edecio Cunha-Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP.

    “No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas.”

    “Não tem nenhuma gravidade, do ponto de vista que a pessoa não está realmente infectada, mas a contraprova é importante”, diz Cunha-Neto.
    Na matéria da globo é detalhado que o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após tomar a vacina, ou seja, 4 meses. O mais incrível é que este "probleminha" já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas apenas agora, no fim da campanha, é que resolveram divulgar a informação. No vídeo da globo diz que o prazo é de 30 dias, mas na matéria escrita é de 4 meses. Nem conseguem entrar em acordo neste período.

    Segunda a técnica Lilian Inocêncio, "não há motivo para pânico. Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova”, afirmou Lilian. De acordo com ela, "nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova."

    Normalmente a pessoa quando tem positivo é chamada para fazer outro exame, de forma que no meu ver não muda nada. Vão chamar o camarada para fazer um outro exame, o que deixaria qualquer indivíduo completamente desesperado. Imaginem a quantidade de pessoas com exames falso positivos já desde março? Quantas pessoas não tiveram suas vidas arruinadas por causa de um falso positivo deste? Não há motivo para panico? Porque não deram esta informação antes então?

    E claro que não foi divulgado para não atrapalhar a campanha de vacinação. Se as pessoas já tinham dúvidas em tomar a vacina, imaginem sabendo que ela teria ainda mais este efeito?

    Achei interessante esta declaracão do chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP:

    "No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas."

    E que tal os efeitos nocivos de uma maior quantidade de esqualeno?

    Vejamos no site da GSK, uma das produtoras da vacina, na seção de interações da vacina Pamdemrix, a vacina contra H1N1 da GSK:

    http://health.gsk.com/hcp/H1N1Vaccine/safety.htm

    "Após a vacinação contra a gripe, podem ser obtidos falso positivos nos testes de sorologia pelo método ELISA para o anticorpo do vírus da imunodeficiência humana-1 (HIV-1), vírus da hepatite C e, especialmente, HTLV-1. Nesses casos, o método de Western Blot é negativo. Estes resultados falso-positivos transitórios podem ser devidos à produção de IgM em resposta à vacina."

    Esta informação estava disponível desde outubro de 2009. Isto pode ser checado pesquisando pelo texto em inglês, e o resultado mais antigo é de 29/out/2009. Mas claro, não havia interesse em divulgar esta informação.

    Update 2: Um dos testes que a vacina contra o H1N1 pode causar falso positivo é para o HTLV-I. O HTLV-I, ou Human T lymphotropic virus type 1, é um vírus e pode causar leucemia, além de mieolopatia



    O mercúrio ou timerosal, presente nas vacinas, pode causar problemas graves?


    O QUE ELES DIZEM: A quantidade de mercúrio presente na dose é muito pequena – 25 microgramas por dose de 0,5ml – e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias, no caso de a vacina ser contaminada acidentalmente. O mercúrio, inclusive, é utilizado para impedir o crescimento de micróbios também em outras vacinas, como na Tetravalente indicada contra Difteria, Coqueluche, Meningite e Tétano e na Tríplice Viral, vacina contra Caxumba, Sarampo e Rubéola.

    É importante ressaltar que o mercúrio é eliminado pelo organismo rapidamente, de maneira que não há acumulo em função de repetidas injeções que o contenha. Portanto, as vacinas com esse tipo de substância não aumentam a quantidade de mercúrio no organismo”, complementa Raquel.

    O REAL: A legislação brasileira através das Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e a Organização Mundial de Saúde estabelecem igualmente, como limite de tolerância biológica para o ser humano, a taxa de 33 microgramas de mercúrio por grama de creatinina urinária e 0,04 miligramas por metro cúbico de ar no ambiente de trabalho.
    A COMPOSIÇÃO DAS "VACINAS"

    Estão autorizadas neste momento na Europa 3 vacinas contra a Gripe H1N1: Celvapan (da Baxter), Pandemrix (da GlaxoSmithKline) e Focetria (da Novartis).

    Contráriamente ao que muito se tem escrito, existem algumas diferenças entre elas.

    Os dados seguintes são os oficiais, que constam do ECDC (European Centre for Disease Prevention).

    Composição viral:

    Todas têm como estirpe viral o A/California/7/2009 (H1N1) inactivado.
    Enquanto a Pandemrix e a Focetria é cultivada em ovos, a Celvapan, é cultivada em celulas animais.
    O fabrico desta última vacina tem algumas particularidades. Os laboratórios Baxter tinham uma vacina preparada para a pandemia de gripe aviária (que não chegou a acontecer), era a estirpe H5N1, essa estirpe foi agora substituida pela H1N1. Este procedimento chamado de "mock-up", permite acelarar a sua autorização de colocação no mercado. A multiplicação do virus é feita em celulas de rim de macaco verde africano.
    Mercúrio:

    A Pandemrix tem 5 microgramas por dose, sob a forma de timerosal, enquanto a Focetria tem dez vezes mais, 50 microgramas por dose. A Celvapan não tem mercúrio.
    Alguns cientistas pensam que o mercúrio poderá estar na origem do elevado número de casos de autismo nas últimas décadas.

    Adjuvantes:

    Tanto a Pandemrix, como a Focetria contêm esqualeno, 10,69 e 9,75 microgramas respetivamente. O Celvapan não contém esqualeno ou qualquer outro adjuvante.

    Nenhuma destas 3 vacinas contém alumínio.
    O esqualeno foi recentemente acusado de causar o aparecimento de doenças neurológicas como o síndrome de Guillain-Barré, que além de ser uma doença incapacitante, conduz frequentemente à morte.

    Os adjuvantes que são utilizados para ampliar a reacção imunológica, em teoria podem ser um risco acrescido para as crianças cujo sistema imonológico ainda é imaturo, as grávidas cujo este se encontra modificado e os imunodeprimidos." (Prof. Daniel Floret, presidente do Comité Technique des Vaccinations, 31 août 2009 )
    Como vimos, das 3 vacinas colocadas à venda na União Europeia, a Celvapan, dos laboratórios Baxter, parece ser preferível, uma vez que não contém qualquer adjuvante. A vacina utilizada em Portugal é a Pandemrix da GlaxoSmithKline.

    ESQUALENO

    A história de que o esqualeno nas vacinas é tóxico tem data de início. Entre 2000 e 2002, um grupo de pesquisadores publicou dois artigos (1 e 2) mostrando que soldados que apresentavam a Síndrome da Guerra do Golfo possuíam anticorpos anti-esqualeno. A hipótese do grupo era de que o esqualeno presente nas vacinas contra o antrax dadas aos soldados estaria provocando a formação de anticorpos anti-esqualeno nos soldados, o que provocaria a Síndrome da Guerra do Golfo.

    O esqualeno é um composto químico que ocorre na natureza e até mesmo nosso corpo o produz, isto é realmente verdade. O esqualeno é também vendido em lojas de produtos naturais como óleo de tubarão. Isto é claro, é como a OMS e as autoridades brasileiras de saúde mostram o inofensivo esqualeno. A questão é que ingerir o esqualeno é incomparável a injetá-lo. Pegue por exemplo, o ácido estomacal. Ele é um ácido super forte, que nós não podemos viver sem, mas você não iria querer que alguem injetasse este ácido no seu braço.
    À primeira vista, ele parece bom e até mesmo parece fazer sentido. No entanto, o esqualeno tem história.

    Na Guerra do Golfo, vários veteranos foram vacinados contra o vírus Anthrax, que continha esqualeno. Isto causou a Síndrome da Guerra do Golfo, que devastou as vidas de muitas vítimas, causando limphodenopatia, artrite rematóide, danos ao sistema nervoso, fatiga crônica, fibromialgia, lupus, lesoes na pele incuráveis, perda de memória, convulsões, Syndrome de Sjogren, doença de Raynaud, dores de cabeça crônicas, esclerose múltipla, entre outros problemas.
    A OMS no entanto afirma que agora sabe-se que esqualeno não foi adicionado ao vacinas administradas a esses veteranos, e aponta deficiências técnicas no relatório que sugere uma associação causal.
    Em 2000 um estudo publicado no "American Journal of Pathology" demonstrou que uma única injeção do adjuvante esqualeno em ratos desencadeou uam inflamação crônica nas articulacoes, também conhecida como artrite rematóide.
    Existem ligações também do esqualeno com artrite rematóide, por este forçar uma alta resposta do sistema imunológico por longos períodos.

    Estes estudos a seguir mostram que praticamente todas as pessoas (95%) com os sintomas da Síndrome da Guerra do Golfo tinham anti-corpos contra o esqualeno e haviam sido vacinadas com a vacina contra o Anthrax que continha esqualeno.

    Antibodies to squalene in Gulf War syndrome.


    Antibodies to squalene in recipients of anthrax vaccine.


    Médicos foram postos em alerta para casos de problemas neurológicos seguindo a introdução de testes da vacina para a gripe suína, que deve começar a ser aplicada em setembro e outubro na Europa e EUA.

    Por meio de uma carta enviada para neurologistas que vazou para o jornal Daily Mail, oficiais do governo informam que há um maior risco de desenvolver a síndrome de Guillain-Barre (GBS). A síndrome, que afeta em média 1.500 pessoas por ano no Reino Unido, ataca o sistema nervoso e pode causar paralisia e até a morte.

    Dr. Tom Jefferson, coordenador do setor de vacinas do influente Cochrane Collaboration, um grupo independente que examina pesquisas afirmou: "Novas vacinas nunca se comportam da forme que voce espera. Pode ser que haja ligação com a GBS, que é certamente uma coisa que nao desejaria para ninguém. Mas pode terminar acontecendo qualquer coisa pois um dos aditivos das vacinas será um substancia chamada esqualeno, e em nenhum dos estudos que encontramos havia nenhuma pesquisa sobre o esqualeno"

    Jefferson disse ainda que o esqualeno, que é uma enzima que ocorre naturalmente, pode causar efeitos adversos até entao nao descobertos.

    Jackie Fletcher, fundador do grupo de pesquisas de vacina JABS, afirma: "O governo nao estaria antecipando este problema (através das cartas vazada), se eles nao pensassem que há realmente uma conexão. O que temos em maos é um massivo teste em cobaias".

    No entanto o porta-voz do Departamento de Saúde afirmou que "A agencia de Medicina Européia tem um processo estrito para o licenciamento de vacinas pandêmicas. Ao prepara para uma pandêmia, testes apropriados para conferir a segurança e a resposta imunológica foram executados em vacinas muito similares a vacina para a gripe suína e eles mostram que tem um perfil seguro. É extremamente irresponsável sugerir que o Reino Unido usaria uma vacina sem consideração cuidadosa em relação a sua segurança. O Reino Unido tem um dos programas de imunização mais seguros do mundo.

    Em 1976 houve um outro surto de gripe suína, e que por medo de uma repetição da epidemia de 1918, que matou milhões, o governo americano ordenou uma vacinação em massa. 40 milhões de americanos foram vacinados durante a campanha nacional. A epidemia acabou nao acontecendo, mas milhares de pessoas tiveram efeitos adversos, incluindo uma paralisia chamada Síndrome de Guillain-Barre, e entraram na justiça. O governo terminou tendo que arcar com o prejuízo das ações.

    Update: Nossos amigos portugueses um mes após resolveram acordar para esta notícia. O Jornal Correio da Manha notificou com o título:"Vacina da gripe A pode ser fatal". Diz ainda: "A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte."



    A VACINA USADA NO BRASIL É A PIOR DE TODAS. PANDERMIX

    Como todos os medicamentos, Pandemrix pode causar efeitos secundários, no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.
    Após a vacinação podem ocorrer reacções alérgicas que, em casos raros levam ao choque. Os médicos estão conscientes desta possibilidade e existe tratamento de emergência disponível para utilizar nestes casos.
    Nos ensaios clínicos realizados com uma vacina semelhante, a maioria dos efeitos indesejáveis foi de natureza ligeira e de curta duração. Os efeitos indesejáveis são geralmente semelhantes aos notificados com a vacina contra a gripe sazonal. A frequência dos efeitos secundários possíveis listados seguidamente é definida usando a seguinte convenção:
    Muito frequentes (afectam mais de 1 utilizador em 10)
    Frequentes (afectam de 1 a 10 utilizadores em 100)
    Pouco frequentes (afectam de 1 a 10 utilizadores em 1000)
    Raros (afectam de 1 a 10 utilizadores em 10000)
    Muito raros (afectam menos de 1 utilizador em 10000)
    Os efeitos secundários listados seguidamente ocorreram em ensaios clínicos com Pandemrix realizados em adultos, incluído idosos e em crianças com 3-9 anos de idade:

    Muito frequentes:
    • Dores de cabeça
    • Fadiga (cansaço)
    • Dor, vermelhidão, inchaço ou nódulo duro no local de injecção
    • Febre
    • Músculos doridos, dor nas articulações

    Frequentes:
    • Sensação de calor, comichão ou nódoas negras no local de injecção
    • Aumento do suor, arrepios, sintomas tipo gripe
    • Gânglios inchados no pescoço, axilas ou virilhas
    Pouco frequentes:
    • Formigueiro ou dormência das mãos ou pés
    • Sonolência
    • Tonturas
    • Diarreia, vómitos, dores de estômago, sensação de má disposição
    • Comichão, erupção cutânea
    • Sensação de mal-estar geral
    • Insónias
    Nas crianças com 3-9 anos de idade, a febre ocorreu mais frequentemente quando foi administrada a dose dos adultos (0,5 ml de vacina), em comparação com a administração de metade da dose dos adultos (0,25 ml de vacina). A febre também ocorreu com mais frequência em crianças com idades dos 6-9 anos de idade, comparativamente às crianças com idades dos 3-5 anos.
    Estes efeitos secundários geralmente desaparecem em 1-2 dias sem tratamento. Se persistirem, CONSULTE O SEU MÉDICO.
    Os efeitos secundários listados seguidamente ocorreram nos dias ou semanas seguintes à vacinação com as vacinas administradas habitualmente todos os anos para prevenir a gripe. Estes efeitos secundários podem ocorrer com Pandemrix.

    Pouco frequentes
    • Reacções cutâneas generalizadas, inclusivamente urticária

    Raros
    • Reacções alérgicas que levam a uma diminuição perigosa da pressão sanguínea que, se não for tratada, pode originar choque. Os médicos estão conscientes desta possibilidade e existe tratamento de emergência disponível para utilizar nestes casos.
    • Ataques convulsivos
    • Sensação intensa de facadas ou de dor pulsátil ao longo de um ou mais nervos
    • Contagem de plaquetas sanguíneas baixa que pode resultar em hemorragia (sangramento) ou nódoas negras

    Muito raros
    • Vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos que podem causar erupções cutâneas, dor nas articulações e problemas nos rins)
    • Problemas neurológicos, tais como encefalomielite (inflamação do sistema nervoso central), nevrite (inflamação dos nervos) e um tipo de paralisia conhecida como síndrome de Guillain-Barré
    Se ocorrer algum destes efeitos secundários, contacte o médico ou enfermeiro imediatamente.
    Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico."

    LINKS


    Dr. Alessandro Loiola: A Vacina contra H1N1: Notícias Direto do Úbere de Blossom

    Paraná: Homem que tomou vacina contra H1N1 contrai gripe suína

    Vacinação H1N1 na Noruega: 801 incidentes, 201 casos sérios de reações adversas e 10 mortes, segundo a Agência Médica Norueguesa

    Email em massa para jornalistas com informações sobre o H1N1. Faça sua parte!!

    [VIDEO] Rondônia: Grávida perde bebê após tomar vacina da gripe suína

    Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas

    Irlanda do Norte: O dinheiro gasto com a gripe suína não pode ser justificado

    Ceará: Sogro do cantor Waldonys morreu depois de ser vacinado contra H1N1

    Mortes e Efeitos Adversos Graves Após a Vacinação H1N1: Onde está a imprensa?

    ZeroHora: Jovem tem pernas paralisadas após receber a vacina contra a gripe suína no Rio Grande do Sul

    Especialista Australiano: Imunização em Massa contra o H1N1 inadequada / Riscos de contrair Hepatite e HIV

    Alagoas: Menina morre após tomar vacina

    Austrália interrompe vacinação H1N1 para crianças menores de 5 anos após aumento no número de reações adversas

    Urgente! Rapaz de 26 anos morre após vacinação

    A farsa do aquecimento global insiste em continuar, mesmo quando o Climategate desmascarou a farsa e a comunidade científica acorda para a verdade.

    Depois de Al Gore, chega a vez do novo paladino negro Bill Gates fazer seu pronunciamento.
    Durante uma apresentação em fevereiro de 2010 no TED, Bill Gates faz a surpreendente declaração que as vacinas devem ser usadas para reduzir a população da Terra, controlar o aquecimento global e reduzir as emissões de CO2 (que já sabemos que é inofensivo ao planeta).
    No coração do discurso de Gates está o dogma do Aquecimento Global, o qual diz que a emissão de CO2 emitido por seres humanos é a causa primária pelo aquecimento indesejado da Terra. Uma vez que essa (falsa) afirmação diz que o aquecimento artificial do planeta é induzido pelo homem, e que o processo será irreversível caso não mudemos nossas atitudes, os proponentes do dogma do Aquecimento Global Então entra em cena Bill Gates, que casualmente aborda o assunto. Durante sua palestra, Gates afirma que Ele postula uma equação, dando uma estimativa do CO2 emitido pelo homem anualmente, como vemos CO2 = P x S x E x C
    Onde:
    P = população humana

    S = média dos serviços por pessoa

    E = quantidade média de unidades de energia usadas por serviço

    C = média de CO2 emitido por unidades de serviço por ano

    Assim, CO2 = quantidade projetada de CO2 emitido pela população inteira por ano

    Hoje a Terra possui 6.8 bilhões de pessoas. Assegurando que a população se dirige perigosamente a casa dos 9 milhões de pessoas, Bill Gates disse: “…se fizermos um trabalho realmente bom com as novas vacinas, a Saúde e os Serviços de Saúde Reprodutiva (ou seja, a indústria do aborto), poderíamos reduzir a população em talvez uns 10% ou 15%” (o que equivale de 680 milhões a um bilhão e 20 milhões de pessoas).
    Só faltou dizer que o resto da população eliminada será através de guerras, das chemtrails e do HAARP, com suas catástrofes criadas… Mas essa não é a praia de Gates, pois, como o vídeo abaixo mostra, “ele ama vacinas”.

    em Brasília e no Rio de Janeiro

    Publicado em 21/05/2010





    11 comentários:

    1. O governo brasileiro como sempre irresponsável. Chega a pareer que pretende exterminar com boa parte da população, principalmente os idosos e os do bolsa miséria que ele viciou-os a ociosidade e agora não tem como consertar. Li uma declaração de que o assessor do Sinistro da Saúde advertiu sobre não existir essa vacina pra criança e este recomendou que não importava, que fosse dado em duas doses. Fiquei de vigíla na campanha e percebi que os idosos foram em massa e os sem discernimento, aqueles que o governo faz demagogias assistencialistas.
      Na minha família ninguém se atreveu a se envenenar, apenas os que foram obrigados por trabalharem em áreas de saúde.
      QUERO VER SO O GOVERNO BRASILEIRO IRÁ SE RESPONSABILIZARÁ PELAS PERDAS DE VIDA, OCASIONADAS PELA VACINA. A MINISTRA ESTÁ SENDO BEM CLARA SOBRE O ASSUNTO. LEIA ABAIXO O QUE ELA DIZ:
      "Cada Governo é responsável pela saúde e bem estar de seus cidadãos, por recomendar-lhes tratamentos saudáveis e seguros. Até agora, em nenhum momento, nenhuma companhia com que estamos negociando foi capaz de providenciar-nos a coisa mais importante para nós - a evidência da segurança das vacinas e que não irá ter possíveis efeitos secundários," disse a Ministra.
      No sábado um ex-prefeito de Itaporanga-SE morreu após tomar a vacina. E quantas vidas mais se foram?

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    2. Anônimo,

      Em todas as campanhas de vacinação, realizadas pelo mundo, surgem teorias de que estas imunizações causam sérios danos ou até morte. Porém, estes fatos não são verdadeiros. Nosso país tem tradição em campanhas de vacinação. Já erradicou doenças e diminuiu os danos causados por muitas outras. A vacina é justamente para ajudar a diminuir os males provocados por um vírus que matou milhares de pessoas pelo mundo e, centenas no Brasil. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os principais efeitos colaterais da vacina são dores de cabeça, nos músculos e articulações e febre. São sintomas leves, que devem durar cerca de dois dias. Em casos mais raros, pode haver reação alérgica.

      Para mais informações:
      fernanda.scavacini@saude.gov.br

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    3. Olá!! Boa noite..Gostaria de saber se é normal no local da vacina ficar com um nodulo duro mais de 8 dias..O nodulo é do tamanho de um limão..Tenho que passar gelo ou cataflam no local??
      Abraços e aguardo retorno Obigada

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      1. A vacina é formada por vírus estereis além de um monte de porcarias, mas creio que vai passar.

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    4. Em 2011 as pessoas que tomaram a vacina maldita do governo comecaram a encher os hospitais e comecaram a morrer em massa . nao adianta tampar o sol com a peneira . 2011 e o ano das trevas . que cada um pegue a sua fe e tenham forca , pois dias estranhos viran em 2011 . .

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    5. Eles Vam pagar pois Deus vai se vingar de todos aqueles que brincam com a vida que o Senhor Deus,deu a cada um Homem.BIBLIA SAGRADA,ROMANOS CAP 12:19 para meditação.

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    6. Só um louco pra acreditar no governo ,eu prefiro ficar com o velho ditado , "De graça nem injeção na testa muito menos vacina na bunda ou no braço" !

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    7. IGNORANTES QUE NÃO ESTUDAM PORCARIA NENHUMA SOBRE VACINA E FICAM QUERENDO ASSUSTAR A POPULAÇÃO.
      AS VACINAS SÃO O MAIOR AVANÇO QUE TIVEMOS NA ÚLTIMA DÉCADA E GRAÇAS A ELAS ERRADICAMOS A VARÍOLA E CONTROLAMOS DIVERSAS DOENÇAS EXTREMAMENTE PERIGOSAS AO HOMEM.

      BANDO DE IDIOTAS!

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      Respostas
      1. Segundo um conceituado pesquisador em seu livro VACINAS PERIGOSAS, elas foram usadas para inocular na população Africana, A AIDS e o vírus EBOLA. E podem ser usadas para inocular doenças que você talvez não saiba.

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    8. Respostas
      1. Existe muita coisa por baixo do pano que a imprensa não divulga. Decisões que são tomadas, fortemente impopulares e que não vem ao conhecimento público, e eu cá para nós estou cansado de ser manipulado.

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