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sexta-feira, 3 de maio de 2013

COMO PARAR DE FUMAR - MÉTODO NOVO E EFICIENTE

Instituto Marat

Centro especializado no tratamento do tabagismo, 35 anos no Brasil.

Higienópolis Medical Center (HMC)
Rua Mato Grosso, 306 - 13º andar - Cj. 1314 - Higienópolis - São Paulo/SP
Telefones: (11) 3255 5532 e (11) 3259 3259
Antigo endereço: Av. Paulista, 2.202
Menos de 30% dos fumantes conseguem largar o fumo sozinhos ou com ajuda de medicação.

Agora surge uma nova e revolucionária forma de ajudar as pessoas a parar de fumar. Essa técnica é muito eficaz e consegue atingir o índice de 70% de sucesso.



É a técnica do Instituto Marat. Esse instituto trata de pessoas que querem parar de fumar a 35 anos e de lá para cá vem aperfeiçoando sua metodologia, de forma que hoje encontraram uma fórmula que é seguramente a mais eficaz já estudada.
Utilizam um método exclusivo que foi desenvolvido a partir da prática da acupuntura para dependentes químicos.

Mais de 70% dos pacientes atendidos param de fumar.

A técnica promete que o paciente irá largar o fumo sem sofrer.


Como explicar os melhores resultados obtidos no Instituto Marat?



Como é definido o perfil do "fumante" nas pesquisas médicas?

O "Teste de Fagestrom", utilizado pela classe médica e maioria dos laboratórios para definir o grau de dependência de um fumante, utiliza apenas seis perguntas, para indicar o grau da dependência, sem levar em conta o conteúdo e contexto individual em cada questão e independentemente da soma do resultado final relacionar-se às primeiras ou às últimas perguntas. Este teste apenas quantifica, mas não qualifica ou individualiza o tipo de fumante.

No Instituto Marat, um extenso questionário com mais de 100 perguntas junto com a entrevista, permitem chegar ao perfil tabagístico do fumante, de maneira muito precisa, uma vez que são analisadas seletivamente as diversas categorias de motivações, com seus critérios individuais. Isso define quem será ou não submetido ao procedimento.

Na maioria das pesquisas com métodos antitabágicos, os fumantes são recrutados em hospitais públicos, ou recrutados na população, inclusivo às vezes pagos para se submeter aos testes. Em geral, são pessoas necessitadas, mais idosas, aposentados, ou desempregados, assim como outros, que também por problemas de saúde diversos, cardiológicos, circulatórios, pulmonares, oportunidade de ganhar um dinheiro etc., são aconselhados, convidados, encaminhados enfim incitados ou sugestionados de uma certa forma para abandonar o fumo.

Acontece que, na prática, os resultados obtidos a partir das observações com estes fumantes, servem de referências para trabalhos médicos e divulgação na mídia. Por este motivo não tratamos fumantes em grandes instituições hospitalares.



Tipo de fumante que mais se beneficia do método do Instituto Marat

Após detalhada entrevista e um sofisticado questionário especialmente elaborado para esta finalidade, selecionamos fumantes dentro de uma população ideal: aqueles que querem realmente deixar de fumar e não conseguem por conta própria, ou seja, dependentes físicos da nicotina, o que representam 60-70% dos fumantes que nos procuram. Estes pacientes irão se beneficiar de uma parada completa e praticamente imediata do vício, duradoura, sem que o fumante venha a sofrer das reações da síndrome de abstinência da nicotina.

No que se trata da dependência psicológica, uma vez definido seu caráter, origem ou causas, instruímos nossos futuros ex-fumantes em como resolver as situações mais difíceis, no momento em que estas se manifestam.

Em nossa prática diária, temos tratado inúmeros fumantes que se decepcionaram com os demais métodos existentes para o tratamento do tabagismo, por diversas razões, como seu custo, sua ineficácia ou pela grande quantidade de efeitos colaterais. Temos orgulho em afirmar que a maioria destes fumantes apresentaram resultado bastante positivo com nosso método, o que explica nossa atuação há tanto tempo.


Como fica o pulmão de um fumante (fotos e ilustrações):

Entre todos os órgãos prejudicados pelo consumo do cigarro, os pulmões são os mais afetados funcionalmente (compare fotos 1 e 2). 
Pulmão de um não fumante

Pulmão de um fumante


Posso para de fumar apenas com a força de vontade?


Este é um mito que muitas pessoas acreditam como verdadeiro. A experiência mostra que apenas um pequeno número de fumantes consegue largar o cigarro só com a força de vontade.

Na maioria dos casos, principalmente quando o indivíduo é fumante há muito tempo, seu organismo acostuma-se de tal maneira à nicotina, que a simples parada de um dia já é suficiente para provocar dores de cabeça, ansiedade, nervosismo e outras reações, associadas à "síndrome de abstinência da nicotina".

No entanto, ninguém nasce fumante ou adquire o hábito como se fosse uma gripe. Fumar não é uma doença, mas suas consequências, sim.

Fumar é um habito adquirido que leva á dependência física da nicotina (ou fissura).

As dependências física e psíquica são os dois principais pilares de sustentação do tabagismo, além dos rituais, dos hábitos adquiridos, da identificação com o grupo, do prazer de fumar, etc.

O tratamento do Instituto Marat aborda o tabagismo no seu todo (ver adiante).

Como surgiu esta técnica?


O tratamento foi desenvolvido na França pelo Dr. Grobglas, a partir de acupuntura para viciados em heroína, ópio e outras substâncias entorpecentes.

Após 35 anos de prática tratando fumantes com a acupuntura, através de um ponto cirúrgico na orelha, F. Marat desenvolveu uma nova técnica auricular exclusiva, não invasiva e bastante eficaz para o tratamento do tabagismo. Seus índices de sucesso superam a marca de 70% dos pacientes atendidos, já desde aquela época (Jornal Brasileiro de Medicina- 1980).

Como funciona este tratamento auricular?


Em uma única seção é provocada a sensibilização de áreas bem específicas na orelha e, em seguida, permanecem por 2-3 semanas, como proteção, micro-selos de micropore praticamente invisíveis.
O resultado reduz significativamente o aparecimento das reações da síndrome de abstinência (ou fissura), caracterizada por ansiedade, insônia e nervosismo.
A particularidade deste método é fazer com que o fumante deixe o cigarro sem grandes dificuldades na maioria dos casos, ao contrário do que teme o fumante. O efeito ocorre geralmente algumas horas após a sensibilização da área.

Nenhuma medicação é aplicada ou utilizada. 

Não há contra-indicações ou efeitos colaterais, como com o uso de antidepressivos e/ou reposição de nicotina.

As únicas reações físicas eventuais podem ser leve sonolência, dor nas pernas e dor de cabeça, passageiras, nas primeiras 48 horas.

Vou engordar com este tratamento?


Reduzindo significativamente o aparecimento das reações da síndrome de abstinência (fissura), diminui o estresse e raramente ocorre a fome compulsiva, ganho de peso ou nervosismo.

Fumo muito, há muito tempo. Preciso parar, vou conseguir parar de fumar?


Em princípio todo e qualquer fumante pode ser submetido a este método. Não há qualquer contra-indicação.

Durante a entrevista preliminar, realiza-se uma avaliação individual para se determinar o perfil tabagístico do fumante e suas motivações, bem como seu grau de dependência psíquica e física em relação ao cigarro. Em alguns casos, recomenda-se a postergação do processo.

Nossa experiência mostra que quanto maior é o grau de dependência física da nicotina, ou seja, o período de tempo que o indivíduo fuma e quanto maior a quantidade de cigarros, melhor é a atuação do tratamento, melhor é a probabilidade de êxito.

Parar de fumar sem sofrimentos. Quais as vantagens deste tratamento sobre os outros?

  • Aplicação única, sem necessidade de retorno ou reforço.
  • Efeito imediato, sem aumento de peso ou nervosismo, na grande maioria dos casos.
  • Técnica indolor, não invasiva, sem medicação.
  • Ausência ou atenuação da síndrome de abstinência, fissura.
  • Custo equivalente a 2 ou 3 meses do consumo médio de cigarro.
  • Quanto maior o grau de dependência física, melhor o resultado.
  • Sem efeitos colaterais e contra-indicações.
  • Maior índice de sucesso em relação aos demais métodos.
  • Evita o uso de reposição de nicotina ou antidepressivos.
  • Não utilisa raio laser, hipnose ou acupuntura.
  • Dispensa acompanhamento médico ambulatorial, terapias de grupo, cursos ou palestras de auto-ajuda.

E quanto aos outros tratamentos mais antigos?


Piteiras e filtros (Phasis): simplesmente limita a inalação do alcatrão do cigarro, e não da nicotina, causadora da depêndencia, a qual continua mantida.

Bochechos à base de "nitrato de prata": Foram proibidos por ser cancerígenos.

Plano de 5 dias: terapia de grupo, com aconselhamento por psicoterapeutas, nutricionistas, sociólogos e médicos: Demorado e de pouca eficácia.

Cigarros de baixos teores: Aumenta a quantidade de cigarros, e aumenta ou até dobra a quantidades de alcatrão e cancerígenos folígenos (na fumaça).

Acupuntura tradicional:: Aplicações diárias de agulhas, durante 4 a 6 semanas: levam a um alto índice de desistência.

Raio laser: Introduzido no Brasil pelo Instituto Marat em 1983 e pela Action Laser em 1990: Tem resultado limitado e requer frequentemente aplicação de reforço. Deixamos de aplicá-lo.

Hipnose: Pode ajudar na esfera da dependência psíquica para os fumantes e pessoas que respondem a hipnose e que tem disponibilidade de tempo para algumas seções. Em nada ajuda no que se trata da dependência física a nicotina, maior causa des dificuldades.

Reposição de nicotina: Adesivo, goma de mascar (chiclete), pastilha, comprimido sublingual, cigarro eletrônico ou spray nasal contendo nicotina. A reposição de nicotina é uma forma de continuar fumando, sem inalar a fumaça. A dependência física e mantida como se o fumante estivesse fumando.

- Serviços antitabagistas de instituições hospitalares: Acompanhamento por médicos, psicoterapeutas, nutricionistas e sociólogos: Acompanhamento demorado, necessário devido ao uso de antidepressivos e/ou adesivos de nicotina.

Antidepressivos, remedios (Champix, Zyban, Bup, Zetron, Pamelor, Aventil): Tratamento com efeitos colaterais importantes. Medicações vendidas no Brasil, hoje totalmente desaconselhadas, quando não proibidas para esta finalidade, na Europa e nos EUA (Chantix).

- Ponto cirúrgico - Técnica de auriculoterapia introduzida no Brasil e aplicada exclusivamente por F. Marat durante 30 anos. Foi substuída a alguns anos pela terapia auricular.

- Método auricular - Instituto Marat: Inibe a necessidade física do organismo em relação à nicotina, reduz significativamente a síndrome de abstinência.

- Snus: Tabaco sem fumaça: Tabaco colocado entre a gengiva e a bochecha. Além de escurecer muito os dentes mantém a dependência total da nicotina.

- NicVac-NicVax (Novo antidepressivo): Pretende-se utilizá-lo como "vacina" para tirar o prazer de fumar. Não há nada que prove a sua efícácia até este momento.

O que é a reposição de nicotina:


A reposição não evita a inalação do alcatrão e monóxido de carbono, mas introduz a nicotina diretamente no organismo por absorção epidérmica. Contra-indicado principalmente em pacientes fazendo uso de pílula anticoncepcional ou com problemas cardiovasculares, obesidade, hipercolesterolemia, diabetes e hipertensão, além de mulheres grávidas ou lactantes. Podem ocorrer efeitos tóxicos e complicações, incluindo overdose nos fumantes sem acompanhamento médico. Cara e de longa duração, provoca frequentemente alergia cutânea no local.

COMPARE A QUANTIDADE DE NICOTINA DO SEU MAÇO DE CIGARRO COM UM ADESIVO OU UM CHICLETE DE NICOTINA


Segue uma tabela de algumas das principais marcas de cigarros brasileiros com sua quantidade de nicotina e de alcatrão - por cigarro e por maço. Há também um comparativo de quantos cigarros cada chiclete (goma de mascar/pastilha) e adesivo de nicotina equivalem a fumar por dia.
Um adesivo aplicado na pele diariamente equivale a fumar de 1 a 2 maços por dia, dependendo da marca (ver tabela).
Um chiclete (cada goma de mascar/pastilha) de 2 miligramas: mastigada, corresponde a fumar de 1,6 a 2,8 cigarros, dependendo da marca. O dobro de cigarros para as gomas de 4 mg.
Lembramos que a memória da nicotina no organismo, causa da dependência física, permanecerá para sempre no organismo do fumante. Numa eventual "tragada", dada por qualquer motivo, até décadas após a parada, a volta ao tabagismo será geralmente imediata, ao nível em que estava no dia da parada.

Antidepressivos como Zyban, Bup, Zetron. Champix, NicVac e outros, resolvem?


Algumas destas medicações existem há muito tempo no mercado e são utilizadas para tratamento da depressão profunda ou certos estados neuróticos.
Nos Estados Unidos e na Europa há inúmeros relatos, antigos e recentes, de alterações comportamentais com medicações tais como Zyban, Bup, Zetron. Champix, entre outros, seguidas de mortes por lesões acidentais ou suicídios (jornal "O Estado de São Paulo" de 23/10/2010). Aumento de problemas cardiovasculares, (jornal "O Estado de São Paulo" de 05/07/2011).
Estes fatos levaram o FDA a desaconselhar no final de 2010 o uso destes antidepressivos para esta finalidade.



- Welbutrin, renomeado Zyban, Bup, Zetron: trata-se de uma droga antidepressiva utilizada em tratamentos psiquiátricos, a bupropiona.

- Pamelor ou Aventil: Estes medicamentos tem como substância ativa a nortriptilina.

Champix/Chantix: Apresentam como substância ativa a vareniclina.

Estes medicamentos estão sendo constantemente redirecionados e aproveitados pelos laboratórios farmacêuticos para o tratamento antitabágico, com resultados controversos, uma vez que são baseados em alguns de seus efeitos colaterais, como a eventual diminuição temporária de alguns dos sintomas da síndrome de abstinência da nicotina.
Além disso, os pacientes podem apresentar os efeitos colaterais clássicos das medicações antidepressivas (psicotrópicas), entre outras, forte alteração (potencialização) do estado emotional, agitação ou sonolência, sendo contra-indicado na gravidez, para quem dirige automóvel, pacientes fazendo uso de álcool ou muito expostos ao sol. Há relato de fumantes que tratados com estas medicações, monitorados pelo seu médico, tiveram êxito.
A duração prolongada do tratamento, com necessidade de retornos ao consultório médico ou psiquiátrico, para manutenção e acompanhamento, também eleva consideralvemente seu custo.

Na realidade, tratar o fumante com medicamentos psicotrópicos pode provocar um novo tipo de dependência, além de colocá-lo no mesmo patamar de pacientes com distúrbios psíquicos. Além disso, estas medicações, com o passar do tempo, causam tolerância. Ou seja, as mesmas doses já não fazem o mesmo efeito, necessitando ser aumentadas constantemente para manter o mesmo efeito.

Porque o cigarro eletrônico mantém a dependência da nicotina como se estivesse fumando?


Definição do Wilkipédia
Cigarro eletrônico ou Ecigarro é uma alternativa para manutenção do hábito fumar. Ele é constituido por uma boquilha (inalador), um cartucho, um atomizador, ou chip e uma bateria recarregável. É um produto desenvolvido na China, de aparência similar aos cigarros convencionais. Os cigarros eletrônicos liberam um vapor "alegadamente" não prejudicial para a saúde. Entretanto, após análise realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) descobriu-se que diversas substâncias tóxicas envolvidas em sua fabricação, inclusive a própria nicotina, presente em altas doses de 6 a 54 mg/ml em cadacigarro eletrônico, levaram a OMS a aconselhar sua proibição dentro dos países signatários.
Veja a comparação com a quantidade de nicotina presente na maioria dos cigarros no Brasil, na tabela do link: Tabela comparativa, cigarro - adesivo - goma de mascar
O ‘cigarro eletrônico’ continuará sendo uma forma de manutenção do fumo, assim como a reposição de nicotina pelo adesivo e goma de mascar.
As dependências física e psíquica, os dois principais pilares de sustentação do tabagismo, não são eliminadas pelo cigarro eletrônico.

Gosto de fumar. As vacinas, as medicações "contra o prazer de fumar" podem me ajudar?


Até hoje, não foram publicados estudos comprovando a eficácia das vacinas contra o tabagismo. A explicação para este aparente fracasso encontra respaldo no fato de que o prazer de fumar é apenas uma parcela na origem deste hábito. Vale lembrar que até hoje não se desenvolveram vacinas também contra o prazer de comer ou de consumir álcool ou outras drogas.
Estas dependências todas são parte de um contexto bem maior, que se encontra na esfera ambiental, familiar, profissional, social, cultural e emocional.
Mesmo medicamentos como antidepressivos e adesivos, não têm demonstrado eficácia a médio e longo prazo no tratamento do tabagismo, assim como no tratamento da obesidade e do alcoolismo, além de ainda trazerem os inconvenientes de seus efeitos colaterais.
A criatividade dos laboratórios para produzir novidades científicas para os fumantes, que sonham em abandonar o cigarro sem dificuldade, através de algo milagroso que os faça deixar de fumar mesmo contra sua vontade, se transformará, para muitos, em mais outro dispendioso sonho frustrado.
Por outro lado, a acupuntura, que existe há milhares de anos e a terapia auricular desenvolvida por F. Marat tem se mostrado bastante eficazes no combate ao tabagismo, de forma econômica e sem efeitos colaterais.
Acredita-se que seu mecanismo de ação inclua processos biomoleculares altamente específicos para receptores nicotínicos, que ainda não foram totalmente desvendados pelos laboratórios farmacêuticos da modernidade.

Já tentei de tudo e voltei a fumar depois de algum tempo.


Entre os fumantes tratados com nosso método, os resultados positivos observados superam 70%.
Estes resultados são muito encorajadores quando comparados às demais técnicas ou medicações existentes contra o tabagismo, cujos resultados, obtidos após um ano, são inferiores a 30%.
Os casos de recaída geralmente se devem a problemas emocionais graves, inesperados e em segundo lugar, à curiosidade ou excesso de autoconfiança ao dar eventuais tragadas. Estas razões são totalmente alheias ao método. Por isso, permitem que o mesmo seja aplicado novamente, numa época mais adequada.
Recomendamos não fazer o tratamento aos fumantes atravessando uma fase emocional difícil, com distúrbios psicológicos, ou fazendo uso de medicações antidepressivas.
Nas técnicas de reposição da nicotina, como goma de mascar (chicletes), cigarro eletrônico, pastilhas, spray nasal e principalmente adesivos de nicotina, nossa observação, de acordo com relatos de pacientes, revela que além das causas mencionadas acima, a principal razão que leva à retomada do vício em muitos casos está ligada à síndrome de abstinência, uma vez que após o término do tratamento por reposição de nicotina, principalmente se o fumante larga o tratamento antes de completar os mêses de tratamento. O organismo ressente-se da sua falta, voltando o paciente ao cigarro quase imediatamente, principalmente se não houver constante acompanhamento psicológico de apoio.
Este efeito não ocorre com o uso de nosso método (ver pergunta #2, "De onde vem e como funciona este tratamento auricular").

Como sei se vou conseguir parar de fumar?


Na entrevista preliminar com F. Marat, verifícam-se, entre outros fatores, o perfil tabagístico de cada fumante e este é orientado em como enfrentar situações problemáticas de estresse, ansiedade, preocupações etc... Nos primeiros dias após o tratamento, podem aparecer ainda algumas sensações esporádicas e fugazes de desejo de fumar, controláveis, ligadas principalmente a certos hábitos, gestos mecânicos, rituais ou fatores emocionais imprevistos.
Não é comum o aparecimento de fome compulsiva e consequente ganho de peso.
Esta avaliação permite antecipar o resultado do tratamento na maioria dos casos, embora a sua aplicação não deve ser entendida como garantia de sucesso.
Recomendamos não fazer o tratamento a fumantes atravessando uma fase emocional difícil, com distúrbios psicológicos, ou fazendo uso de medicações antidepressivas.
Após a entrevista e resultados de um questionário específico, alguns fumantes podem ser aconselhados a não prosseguir. Isso, independentemente das motivações que o levaram a pensar em deixar o cigarro. Neste caso não se recomenda a aplicação do tratamento.

Quais as principais consequências do fumo prolongado?


- Aparecimento de enfisema, bronquite, asma, gripes constantes com recuperação lenta e doenças cardíacas relacionadas diretamente ao hábito de fumar. O fumante perde o fôlego aos menores esforços, com tosses frequentes, pigarro ou catarro constante.
- Agravamento de doenças como hipertensão, diabetes, colesterol alto, cardiopatias, doenças vasculares - derrames (principalmente em associação à pípula anticoncepcional-AVC) e doenças pulmonares.
Envelhecimento precoce de todas as células do organismo pela diminuição do aporte de oxigênio no sangue e consequente aumento de radicais livres, bem como diminuição do tempo de vida.
- O alcatrão, assim como algumas das centenas de substâncias catalogadas contidas na fumaça do cigarro, são consideradas de grande potencial cancerígeno, sendo responsável pela maior incidência de câncer de pulmão, boca, laringe, esôfago, estômago, próstata, bexiga, cólon e outros órgãos.
- Maiores riscos e maior dificuldade na recuperação após intervenções cirúrgicas.
- Pele do rosto acinzentada, dentes escuros e dedos da mão amarelados.
- Suspeita-se que algumas das mais de 4.700 substâncias presentes na fumaça do cigarro possam causar alterações genéticas.
- No homem, maior tendência à impotência sexual, principalmente em associação a outros fatores de riscos como stress, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, etc. Diminuição da mobilidade dos espermatozóides, aumentando a possibilidade de infertilidade masculina.
- Na mulher, maior índice de abortos e menor peso do recém-nascido em grávidas fumantes (menor aporte de oxigênio ao feto); recém-nascidos com dependência física da nicotina.
- Dependência física e psíquica de uma substância, que nem sempre encontra-se à mão, além do número cada vez menor de locais públicos onde é permitido fumar.
- Dificuldade de convivência com outras pessoas ou parceiros que não fumam, além da transformação de seus filhos em fumantes passivos indefesos, sem considerar o mau exemplo.
- Má aceitação social por parte do número cada vez crescente de amigos que não fumam ou que deixaram de fumar e o consideram uma pessoa displicente com sua própria saúde, sem força de vontade e pior ainda, egoísta por impor-lhes sua poluição particular.
- Mau hálito e impregnação de roupas, cabelo, objetos e ambiente doméstico pelo cheiro do cigarro.
- Maior dificuldade de emprego, visto a tendência atual de preferência a não fumantes.
- Aumento dos gastos mensais com pacotes de cigarro, medicamentos para tratar as doenças relacionadas ao tabagismo e custos mais altos das apólices de seguro de vida e de saúde para fumantes.
- Mais de 300 pessoas morrem por dia no Brasil em consequência ao hábito de fumar, superando assim o número de mortes por Aids, acidentes de trânsito e crimes, em conjunto.

Depoimentos em vídeo de alguns  pacientes:

Outros depoimentos de fumantes que pararam de fumar com esta técnica auricular.


São Paulo, 08 de agosto de 2011.
Ao Sr Marat - Instituto Marat 
De: Muricy Ramalho

Caro Marat,
Minha esposa e eu deixamos de fumar com seu tratamento em 1994. Completamos 17 anos sem o cigarro.
Foi bastante tranquilo e mais fácil do que esperávamos. Esta técnica é surpreendentemente eficaz e o resultado foi imediato.
Graças ao seu tratamento nos livramos deste hábito, e com certeza ajudou a melhorar nossa saúde em todos os aspectos.
Ficamos felizes por não ter tido necessidade de tomar medicações para deixar este vício.
Quem quer parar de fumar e não consegue, certamente encontrará uma ajuda benéfica com o seu tratamento. Parabéns e um grande abraço
Muricy Ramalho 
Técnico de futebol


São Paulo, 17 de janeiro de 2011.
Para Sr Marat - Instituto Marat 
De: Renata Aparecida Carmassi

Sr. Marat,
No dia 17 de janeiro de 2011, estive no Instituto Marat me consultando para tentar para de fumar. Me lembro que sai chorando da consulta, quando me disse que eu não fumaria nem mais um cigarro, o meu último cigarro.
Foi bastante tranquilo e mais fácil do que eu esperava. Esta técnica é surpreendentemente eficaz e o resultado foi imediato.
Fumei meu último cigarro mesmo assim, na porta do supermercado em que fiz uma compra com muitas coisas ligths e água.
Faz 6 meses e 1 dia que parei de fumar, que sou uma ex fumante. Não suporto o cheiro do cigarro e não sinto mais vontade nenhuma...nenhuma mesmo. Não posso dizer que sofri, algumas momentos foram um pouquinho difíceis, mas no geral foi como uma passe de mágica.
Eu fumei por 14 anos, tenho 29 anos, 1 maço por dia! Obrigada Sr, Marat. Espero que seu trabalho continue ajudando e mais, salvando vidas! Abraços
Renata Carmassi 
Executiva de Contas - Imóveis




Ribeirão Preto, 18 de fevereiro de 2011.

De: Juliana Said,


Olà Sr. Marat, tudo bem?
Escrevo para contar um pouco da minha nova vida sem o cigarro (faz seis meses!!!) No ultimo domingo eu corri a minha primeira prova, a Track and Field Ribeirao Preto. A primeira de muitas que virão!
Corri 5 km em 38 minutos! Ainda tem muito para melhorar... Mas nada mal para quem fumou por 18 anos!
Em cada escolha, uma renuncia. Essa vida eu escolhi: LIMPA, LEVE E MUITO FELIZ!!!
Muito obrigada!!!
Parabéns e um grande abraço.
Juliana Berbel Said 
Ribeirão Preto




São Paulo, 25 de maio de 2011.
Ao Sr. Marat, de José Carlos Soares, 60 anos, cidade de Votorantim
Olá, boa tarde.
Estou enviando esta mensagem para agradecer ao Sr.Marat pela modificaçao que fez em minha vida. Fiz o tratamento há menos de um mês, precisamente no dia 04/05/2011. Lembro que no dia, apesar de não estar acreditando muito que eu tivesse algum resultado positivo, visto que fumo desde meus 16 anos de idade (portanto há 44 anos já), visto que já tinha feito várias tentativas de deixar o cigarro sem sucesso, e apesar do Sr. dizer na entrevista pessoal que fez comigo, que eu não conseguiria deixar o cigarro, assim mesmo insisti para que fosse feito o procedimento comigo.
Bendita decisão que tomei.
Quando saí de seu consultório, na minha viagem de volta pra minha cidade e com o passar dos dias, a partir daquele momento, nunca mais senti vontade de fumar. Foi difícil nas primeiras horas controlar as mãos, pois a toda hora levava-a para o bolso da camisa buscando um cigarro, mas deixo bem claro que era apenas um gesto intuitivo, e não vontade de fumar. Os primeiros 3 dias foram assim um pouco esquisitos, mas sem trauma, e sem vontade alguma de fumar. Os adesivos caíram em 2 semanas, e estou muito feliz pois tenho certeza que nunca mais volto a acender um cigarro.
E isto tudo, sem falar nas melhoras que estou sentindo em meu corpo, com a volta do paladar, com a respiração se normalizando, enfim, só tenho que agradecer por esse verdadeiro milagre. Muito obrigado.
José Carlos Soares 
jocaso502000@uol.com.br


Ribeirão Preto, quinta feira 14 de abril de 2011
Interessante essa coisa de um fumante convicto parar de fumar! Sempre vem a pergunta: será que eu quero MESMO parar de fumar ou será que a pressão da sociedade está me sufocando a ponto de minha vontade de fumar ficar, digamos assim, comprometida?
Não saberia responder.

Fumei por mais de 35 anos (sou da geração em que era lindo fumar!), fui atleta de voleibol, aliás, comecei a fumar nos alojamentos dos campeonatos que participava (ridículo isso nos dias de hoje, mas foi assim mesmo!), passei por duas gestações (a segunda gemelar) e nem assim, parei de fumar de uma vez. Lembro que enquanto ainda amamentava meus gêmeos, ficava ansiando por receber alguma visita que fumasse, para poder dar umas tragadinhas, assim como quem não quer nada... mas diga-se de passagem, que isso acontecia longe de meus filhos!...
E assim foi. Por várias vezes tentando parar das mais variadas maneiras, com remédios, promessas, pedidos de meus filhos, simpatias, piteiras, até reza brava entrou nesse duelo... e nada!
Até que um dia, numa circunstância absolutamente profissional, conheci uma pessoa super interessante, que num convite para um café, comentou que há alguns anos havia deixado de fumar (fumou por mais de 40 anos), que sua relação com o café e o cigarro era super bem resolvida a partir de um tratamento feito em São Paulo (moro em Ribeirão Preto) há uns 6 anos antes, no Instituto Marat. Fiquei curiosa e alguns dias depois ele me mandou um email com o site para que eu conhecesse.
Percorri todo o site por mais de uma vez (mentira, milhões de vezes!), e dias depois, visitei uma amiga (igualmente fumante inveterada) que estava com sérios problemas cardíacos, problemas esses agravados pelo uso do cigarro, naturalmente! Comentei e passei para ela o tal site www.fumo.com.br.
Confesso que fiquei apreensiva com a possibilidade de parar, pois eu tinha uma relação de absoluto e feliz casamento civil e religioso com o cigarro! Já imaginou um divórcio agora, nesta altura do campeonato???
E foi aí, que tive um estalo: comentei com essa amiga sobre a possibilidade de pararmos com o cigarro, juntas, uma dando força e moral à outra. Minha amiga ainda ficou receosa, com medo do fracasso, afinal, ela também tinha lá as suas dúvidas com relação ao sucesso do tratamento... mas insisti, e liguei marcando nossa ida à São Paulo.
E no dia marcado, lá estávamos nós, ansiosas como duas adolescentes. Fumamos ainda na porta do prédio, sem muita certeza de que seria mesmo nosso último cigarro.
E  está fazendo exatamente hoje, (14/04/2011), três (3) meses que não fumo. Entrei para a categoria dos ex-fumantes. Minha amiga também continua firme no seu propósito.

Já servi de exemplo e incentivo para vários amigos surpresos com a minha nova condição, principalmente pelo fato de eu não estar tendo aqueles conhecidos "ataques" provocados pela abstinência!   
 Confesso que vez ou outra, sinto falta daquele "companheiro", mas logo tiro isso da minha cabeça, e sigo firme com o meu objetivo, e com a minha nova realidade: uma mulher LIBERTA!!!
Abraços a todos, e boa sorte.

Maria Amália de Azevedo Marques Fioratti
Ribeirão Preto



São Paulo, 29 de setembro de 2009
Gostaria de informar o Sr. Marat que eu parei de fumar.
Fiz o tratamento com ele no dia 09/09/2009 e estou sem fumar desde então.
Os selinhos na minha orelha do lado direito; um caiu com 2 semanas e
outro com 16 dias o da esquerda continuam no lugar.
Os 3 primeiros dias foram de muita tristeza, mas zero de cigarro, parece que foi deletado de minha
memória que eu era fumante, foi incrível a reação.
Muito obrigado por tudo
Carlos Eduardo de Lima Cini



São Paulo, 15 de maio de 2004.
Ao Sr. Marat,
Há um ano atrás, exatamente no dia 30/04/2003 estive em seu Instituto.
Cheguei dez minutos antes do horário e fumei mais um cigarro na porta do prédio, em frente à banca de revistas, antes de entrar em seu consultório. Ainda não sabia, mas este seria meu último cigarro.
Durante sua palestra você disse que eu já havia fumado o último cigarro. Quase desisti nesse instante. Mas resolvi ficar. Já tinha tentado parar com piteiras, adesivos e anti-depressivos, sem resultados.
Passei pelo processo do ponto cirúrgico e joguei fora tranqüilamente meu cigarro, afinal de contas eu tinha outro no carro. Quando entrei no carro, o primeiro impulso foi acender um cigarro, mas resolvi beber um gole d'água. E para minha surpresa não foi tão difícil chegar em casa sem fumar.
Nos primeiros dias contei as horas, depois os meses e assim já completei um ano sem fumar. É incrível como notamos as melhoras logo nos primeiros dias. Melhoras no fôlego, olfato, paladar. Eu particularmente senti uma diferença fantástica na respiração logo nos primeiros dez dias. Há um ano eu não conseguia subir uma pequena ladeira sem que o coração disparasse. Não conseguia falar por muito tempo sem tossir. Acordava à noite com tosses horríveis. Estava completamente sem fôlego.
Então pensei: Vou fazer natação, assim meu fôlego melhora e eu não preciso parar de fumar. Comecei então com as aulas de natação. Chegava do outro lado da piscina com o coração disparado e cansadíssima. Cheguei num ponto onde tinha duas opções: ou parava de nadar ou parava de fumar. Acho que fiz a opção certa. Tenho 48 anos.
Fumei durante 30 anos. Hoje estou ótima. Outro dia consegui nadar 1000 metros em 50 minutos. Mês passado até fiz uma trilha em Parati, duas horas de subida pelo caminho do ouro, tranqüilamente.
As vezes, em momentos de prazer, sinto uma passageira vontade de fumar, mas com todos esses benefícios, só se eu for muito burra para acender um cigarro de novo.
Eu gostaria de lhe agradecer muito. Eu não acreditava que esse método fosse tão eficaz.
Não posso dizer que foi fácil abandonar o cigarro, mas com certeza eu não teria conseguido só com força de vontade.
Muito obrigada,
CARMEN APARECIDA CARMONA
Email: capcarmona@ig.com.br



"Como foi minha vida com o cigarro e como conseguí escapar deste martírio com o ponto na orelha".
Eu comecei a fumar com 15 anos, no colegial. Minhas amigas fumavam e eu achava que era legal acender o cigarro e soltar aquelas baforadas, com ar de gente grande. Naquela época havia muita propaganda de cigarro na TV e no cinema, o que estimulava muito os jovens a se iniciar neste vício. Com o tempo, comecei a fumar cada vez mais regularmente, até chegar a um maço por dia. Eu me casei com 21 anos e meu marido também era fumante.
Os primeiros problemas surgiram quando meus dois filhos nasceram com baixo peso, sem motivo aparente, atribuído posteriormente ao hábito de fumar. Quando eu tinha 30 anos já era forte a noção de que o cigarro é muito prejudicial à saúde. Meu marido, que tinha mais força de vontade do que eu, abandonou o cigarro. Eu não conseguí. Passamos a ter problemas porque ele não queria que eu fumasse dentro de casa, para não prejudicar as crianças ou dar mau exemplo. Por outro lado, ele passou a não suportar a fumaça de cigarro, sentimento compartilhado por grande parte de nossos amigos, que não fumavam ou que já tinham abandonado o vício. Nos restaurantes sempre discutíamos em que setor sentar. Com o tempo ele passou a reclamar do meu hálito de fumante, dizendo que parecia estar beijando um cinzeiro.
Nossos problemas não se resumiam apenas ao cigarro e acabamos por nos separar há 5 anos. Eu continuei fumando, às vezes um pouco mais, às vezes um pouco menos, mas jurei que só iria me casar de novo com um fumante! Isto foi outro problema, porque atualmente os homens fumam menos que as mulheres. Estão mais preocupados com seu coração, sua pressão arterial e fazem mais exercícios do que nós também. Eu comecei a reparar que meus dentes estavam acinzentados, assim como minha pele, e começaram a aparecer manchas amareladas em meus dedos e unhas. Percebi também que ficava resfriada com mais frequência e com muita tosse e catarro. Comecei a observar as mulheres mais velhas que fumavam e reparei que além da voz grossa, elas tinham o horrível hábito de tossir sempre que queriam dar uma boa risada.
Passei a reconhecer de longe uma pessoa fumante e isto mexeu muito comigo. Não queria envelhecer deste jeito, tossindo, pigarreando, com cheiro de alcatrão em minhas roupas, cabelos e até no meu corpo, sem falar no risco de morrer precocemente com cancer, enfizema ou sei lá que mais... Foi então que decidi que estava na hora de parar de fumar. Tentei muitos métodos, sem sucesso, até ser indicada por uma amiga para o Instituto Marat. Em princípio não acreditei que aquele simples ponto cirúrgico na orelha pudesse produzir algum efeito. Mas resolví tentar porque percebí que precisava de ajuda urgentemente.
Quando coloquei o ponto fiquei feliz por ter sido selecionada, uma vez que naquele dia algumas pessoas tinham sido recusadas após a entrevista com o simpático francês Fage Marat. Eu seguí rigorosamente as orientações do Instituto. Nos primeiros dias eu não sentí quase vontade de fumar. Mas atribuí aquilo a um período inicial, que iria mudar após alguns dias ou semanas. No início, eu sonhei muitas vezes que estava fumando, mas estes sonhos foram diminuindo à medida que passavam as semanas.
Hoje estou com 42 anos e já não fumo há 2 anos. Passei a fazer exercícios regularmente, meu hálito voltou ao normal, minha pele está mais viçosa e eu sinto que meus pulmões estão dia a dia mais limpos e desintoxicados. É incrível a sensação de bem-estar que se tem após largar este auto-envenenamento. Acabei casando-me novamente, obviamente com um não-fumante e tenho me cercado de amigos que também não fumam. Meus filhos estão felizes comigo e orgulhosos por eu ter vencido esta batalha.
Lara C. Ribeiro

Deixar de fumar com a terapia auricular


Quanto custa o tratamento no Instituto Marat?



Estamos abertos de 2ª a 6ª feira das 9hs às 12hs e das 13hs às 18hs. O atendimento para o procedimento é somente, nas 2ªs, 4ªs e 6ªs feiras às 13:30hs.
Não temos filiais, nem profissionais ou médicos treinados para aplicação deste método em qualquer outra parte do Brasil.
Custo total desta única aplicação: R$ 460,00
Nota: Caso o tratamento não possa ser aplicado ou recomendado, será cobrada apenas a consulta no valor de R$ 230,00.
Este custo corresponde aproximadamente a 2-3 meses do consumo de cigarro de um fumante moderado (de 1-1/2 a 2 maços/dia). Desconto de 10% para casais.
Para marcar hora: O(a) próprio(a) interessado(a) deverá ligar durante o horário comercial
Mais informações podem ser obtidas por telefone de 2ªs às 6ªs feiras das 9hs às 12hs e das 13hs às 18hs nos tels: (11) 3255 5532 e (11) 3259 3259

Atendimento somente em São Paulo, de segunda a sexta-feira, das 9hs às 12hs e das 13hs às 18hs. Para marcar hora ou pedir informações, favor ligar durante este período. Não temos filiais, nem profissionais ou médicos treinados para aplicacão deste método em qualquer parte do Brasil.
Caso for do interesse de sua empresa, promovemos gratuitamente palestras (no próprio local) sobre os métodos para deixar de fumar, assim como podemos atender diretamente na empresa. Consulte-nos.
Instituto Marat - Higienópolis Medical Center (HMC)
Rua Mato Grosso, 306 - 13ºand. - Cj. 1314 - Higienópolis - CEP 001239-040 - São Paulo - Tels.: (11) 3255 5532 e 3259 3259

NOTA: Após 28 anos na Avenida Paulista nº 2.202, sala 175, em frente ao Metro Consolação, o Instituto Marat mudou-se para um novo endereço, no Higienópolis Medical Center (HMC), próximo do antigo local. Este prédio está localizado na esquina da R. Mato Grosso com R. Pará e R.Itacolomy, no bairro de Higienópolis.

Mapa e instruções de acesso


Vídeo explicativo sobre nosso tratamento do fumo e depoimentos de alguns de nossos pacientes

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