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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

NÃO ACREDITE NOS QUE DESMERECEM A SABEDORIA POPULAR.

Recentemente temos assistido algumas tentativas de desmerecer certas práticas saudáveis que recomendamos aqui no nosso BLOG e que tem sido difundidas por vários sites como o site AMIGOS DA CURA. O objetivo aqui é informar, é ajudar pessoas que estão passando por problemas de saúde de difícil solução, buscando dar-lhes esperança e uma cura auternativa.

Vemos que essas pessoas que buscam desmerecer-nos, em realidade não dizem coisa com coisa. 

Uma dessas figuras é uma madame que eu não sei se tem algum tipo de programa, uma pseudo sábia cujo nome divulgado no seu próprio video no You tube é Conceição Trucon. Essa personagem procura desmerecer a prática de se tomar limão argumentando que existem vários tipos de limão e que é preciso verificar a safra, a estação que foi colhido etc...





Desculpe-me mas essas afirmativas não tem o menor sentido. O único perigo do limão é ser ingerido em excesso, ou seja mais de três por dia. Fora isso, não interessa a safra, a colheita o tipo ou seja lá o que for. Se não estiver estragado o limão só poderá trazer benefícios e jamais malefícios. Não tem contra indicação.

Leia mais sobre o limão clicando aqui.

ou no link abaixo
http://filosofiaetecnologia.blogspot.com.br/2012/03/limao-emagrece-evita-doencas-cardio.html

Limão traz expressivas cotas de potássio, ácido cítrico, que só pode fazer bem pois transforma-se no corpo em alcalóides que irão combater o câncer,  vitamina C, e outros Nutrientes importantes. O limão é um recurso natural de elevada importância.

Recentemente vi a Rede Globo no programa Viva Bem das manhãs, fazer uma defesa dos óleos de soja, e outros óleos vegetais como o óleo de Canola, defendendo inclusive o Pastel de Feira que é frito em um tacho de óleo que já está lá fritando e refritando a um mês. É um absurdo que óbviamente atende o interesse da indústria de óleos vegetais para contrabalançar aqueles que como nós procura divulgar práticas saudáveis.

Todos os óleos vegetais comprados nas gôndolas dos supermercados estão repletos de gordura trans que é necessária para que o óleo não fique rançoso. É a prática da Hidogenação do óleo.


Benefícios do óleo de côco


O único óleo que não traz problemas e pelo contrário só traz benefícios é a gordura de côco, ou óleo de côco, porque mesmo aquecido é uma gordura de cadeia média e saudável. É uma gordura que pode fritar e até aquecer que continua saudável. Abaixo dela temos o azeite de oliva mas esse não deve ser reaproveitado e deve ser extravirgem, prensado a frio e vir em vidro escuro. 



Deve-se evitar latas por causa dos metais pesados.  Na falta dessas é preferível a gordura de porco, mas nunca os óleos vegetais, e principalmente o óleo de canola porque além da gordura trans tráz em si percentuais de um veneno da planta COLZA que é a mesma planta da qual é extraido o gás de mostarda, modificada genéticamente. Esse veneno em doses homeopáticas e progressivas pois seu efeito é cumulativo, irá produzir Cardiopatia. Talvez seja por isso que tantas pessoas tem apresentado problemas cardiacos o que não ocorria antes do lançamento desses óleos.




Você com certeza já ouviu de alguém que é importante fazer uso de óleos e gorduras saudáveis, preferindo o azeite de oliva, o óleo de coco e o óleo de canola sobre os demais… certo? Afinal, ele exibe em seu rótulo selos de “aprovado pela associação de cardiologistas“, rico em óleos monoinsaturados como o azeite… certo?
Quando estudamos um pouco sobre o que o óleo de canola representa para a saúde, logo compreendemos que há um equívoco em listar o mesmo entre opções benéficas para o corpo. Obviamente um equívoco intencionalmente fabricado pela indústria alimentícia, e de fato decidi escrever sobre o óleo de canola por perceber o mesmo como um bom exemplo da atuação da industria alimentícia.


Vantagens do óleo de côco

PLANTA COLZA DE ONDE É EXTRAIDO O ÓLEO DE CANOLA.
Vamos iniciar nosso estudo pela origem do óleo. Para tanto, vamos buscar na natureza a planta canola, a linda flor amarela estampada nos rótulos… que não existe. Canola não é uma planta: é um nome comercial. É a sigla de Canadian Oil Low Acid. A flor amarela das fotos é de uma planta hibridizada chamada “colza“. A colza é o resultado do cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família com o objetico de obter uma semente com baixo teor de ácido erúgico, uma vez que este é inadequado ao consumo humano. 
 COLZA MODIFICADA GENÉTICAMENTE
Até aí, tudo bem…certo? Não há nada de errado em manipular a genética natural e criar plantas “mais adequadas“ para o consumo humano… certo?
Na verdade, diversos problemas podem surgir desta prática. Um exemplo disto são várias das frutas que temos hoje disponíveis, como a Manga Palmer, que contém grande quantidade de açúcar e insipiente quantidade de fibras – o que resulta em um alimento com altíssimo índice glicêmico, que ativa excessivamente a insulina e traz os mesmos indesejáveis efeitos colaterais de qualquer alimento açucarado. O mesmo não acontece com as espécies originais de manga, que possuem mais riqueza nutricional e conservam suas fibras, apresentando indíce glicêmico mais adequado. 
Ainda assim, isto é muito menos relevante do que o fato de que 80% de toda a canola plantada no mundo atual é genéticamente modificada, contendo gens artificialmente criados em laboratório para resistir a pesticidas altamente danosos para tudo o que não contém este gene específico. A planta recebe grandes dosagens deste pesticida ao longo de seu ciclo e o armazena em seus lipídeos… ou seja, no óleo. E, claro, nós não possuímos este gene de imunidade contra os pesticidas…


Plantas genéticamente modificadas são um engenhoso atentado contra a sabedoria da natureza em muitos níveis. Detalhar estes níveis não cabe neste artigo, mas acredito que você que está lendo este artigo em busca de conhecimento saudável não esteja interessado em alimentar seu corpo com genes artificiais. 



Mais sobre o óleo de côco

Ainda assim, as principais consequências nocivas do óleo de colza, digo, de canola, é o processamento e a oxidação a que seus ácidos gordurosos são submetidos. 

O fato é que TODOS os óleos vegetais altamente processados e refinados, tais como o de milho, o de soja, o de algodão e também o de canola são compostos de significativas porções de óleos poliinsaturados, os quais são altamente instáveis e se deformam na luz, no calor e na pressão, os quais oxidam-se intensamente e aumentam razoavelmente a presença de radicais livres no corpo, envelhecendo-o prematuramente e contribuindo para desequilíbrios específicos. 

O resultado destes processos industriais de refinamento são óleos altamente inflamatórios, que contribuem diretamente para ganho de peso, doenças degenerativas e… doenças do coração! Isso mesmo! Sim, pois uma simples verdade é que uma das principais contribuintes para doenças do coração são processos inflamatórios que se instalam nas artérias e demandam que o corpo direcione moléculas de colesterol, que são utilizadas como uma espécie de “bálsamo“ para arrefecer a inflamação nos tecidos. 
OBSTRUÇÃO PROGRESSIVA DAS ARTÉRIAS


Como o problema não é resolvido em sua raiz, ou seja, os hábitos de vida que criaram e sustentam os processos inflamatórios não são transformados, o corpo continua enviando colesterol para tentar minimizar os efeitos da inflamação, o qual se acumula gradativamente e vai literalmente entupindo o sistema de circulação.

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