Na gestão do mal fadado FHC, ocorreu uma tentativa de desmonte da Petrobras que deixou sequelas para a empresa até hoje. Primeiramente FHC conseguiu acabar com o monopólio estatal do Petróleo, já que sómente a Petrobrás poderia explorar petróleo no Brasil.
Posteriormente em plena onda da descoberta do campo de MARLIN que prescrevia para a Petrobras um futuro promissor, procurou dividir a Petrobras em unidades de negócios. O objetivo ai era vender as unidades de negócios aos poucos.


Isso mexeu com os brios da nação e eles tiveram que voltar atrás.

A tentativa de desmontar o gigante não deu certo. A Petrobras reagiu e mesmo tendo que competir fez valer o seu domínio absoluto sobre o petróleo Brasileiro e sobrepujou todas as tímidas tentativas de concorrência.
Com a chegada de Lula ao poder, foram revitalizados os nossos estaleiros e a Petrobras entrou em uma nova faze de desenvolvimento sem precedentes, construindo agora no solo Brasileiro as plataformas gigantes que alavancaram a nossa produção.
Foi sob a gestão Lula também que a Petrobras descobriu o Pré Sal, colocando a Petrobras entre as maiores do mundo na área do Petróleo.
Entretanto do outro lado do mundo as famosas aves de rapina acompanharam o desenvolvimento da Petrobras.

Os Americanos intensificaram então o seu LOBBY para usurpar o nosso petróleo que é pelo que eles lutam desde que Getúlio Vargas precisou se matar porque criou a Petrobrás. Não se iludam que esse foi o seu maior crime.
Para conseguir isso e com a ajuda da DILMA que literalmente se vendeu para essa laia, criaram o esquema denominado LAVA JATO.
LAVA JATO é um esquema que já funciona na Petrobras desde antes de FHC. O próprio Paulo Roberto Costa assim o revelou, e a Petrobras sempre funcionou mesmo com esse esquema e muito bem.
MACAÉ ANTES MOVIMENTADA ESVAZIOU-SE
Podemos pensar que descobrir o esquema foi bom porque agora a Petrobras pode se desfazer dessa banda podre e voltar a funcionar mais limpa, mas na verdade os efeitos da operação LAVA JATO foram mais nocivos para o país do que cem LAVA JATOS. Parece que depois do LAVA JATO o Brasil mergulhou na crise, pois o país parou. O desenvolvimento que vinha a reboque da Petrobras e que dinamizava um verdadeiro parque industrial em torno de MACAÉ viu-se do dia para a noite destroçado. Macaé literalmente parou. O comércio encolheu, os negócios encolheram, as ruas esvaziaram.
A DILMA a muito tempo já vem dilapidando a economia brasileira elevando a dívida interna do país que tinha se reduzido sensivelmente durante o governo LULA.

Em 2015 a dívida pública chegará a 68% do PIB como resultado da incompetência do governo DILMA, e se nada for feito em 2016 passará de 70%. Veja-se a diferença. De 2,5% do PIB em 2010 para 70% do PIB em 2016. Em seis anos o governo DILMA conseguiu destruir a economia do País.
Será que a presidente, faz isso por incompetência ou porque ela quer realmente fazer isso? A resposta para mim é porque ela quer fazer. Para mim ela foi comprada pelos interesses Norte Americanos que querem particularmente a Petrobras oferecida com a cabeça cortada em uma bandeja de prata. Triste desfecho para alguém que foi uma guerrilheira. Trai a sua gente vendendo-se vergonhosamente.
Coloca ela agora na direção da PETROBRAS um dos seus asseclas, que só tem um objetivo. Roubar a Petrobras e seus acionistas, como fez no segundo trimestre de 2015, cedendo para o governo 5 bilhões do lucro da Petrobras em impostos suspeitos, e desmontar os funcionários da Petrobrás, retirando-lhes direitos. Como resultado dessa operação desastrada que só tem um protagonista, que é o diretor da Petrobras, ela consegue agora uma monumental GREVE.
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COMENTÁRIOS DE RONALDO TEDESCO PORTA VOZ DA AEPET.
Mais do que exercer seu direito de sócio majoritário, o governo Dilma pratica uma intervenção direta na Petrobrás. O objetivo é claro: fragilizar a companhia com uma política de investimentos que privilegia a entrega de ativos e o fracionamento da Petrobras em seu papel de integração nacional.
A empresa está nas mãos de Aldemir Bendine e de seu diretor financeiro, Ivan Monteiro. Ambos vieram do sistema financeiro e nada entendem do negócio que precisariam gerir. Nem querem entender. Os demais diretores não apitam. Estão todos interinos, com exceção de João Elek, o diretor de governança, risco e conformidade contratado em meio à crise. Este assiste impassível às mudanças que Bendine e Monteiro promovem.
A Petrobrás pagou recentemente mais R$ 3,1 bilhões em Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Em junho, pagou R$ 1,6 bilhão à Receita, em função de uma autuação relativa a outras operações controladas no exterior. O governo federal tenta fortalecer seu caixa com a cobrança de impostos da companhia que estão sendo questionados pelo seu corpo técnico. Somente nestas duas operações, foram drenados quase R$ 5 Bilhões. Segundo comenta-se, o acordo da dívida da Eletrobras não foi admitido pela fiscalização, tamanha a generosidade praticada com o cofre da petroleira.
A postura dos interventores Aldemir Bendine e Ivan Monteiro é manter o cofre aberto para o governo, sem salvaguardar os interesses da companhia. Ao contrário do que dizem, estrangulam o fluxo de caixa da companhia. Mesmo assim, a Petrobrás apresentou mais de R$ 41 bilhões, lucro sem considerar dedução de impostos, taxas, depreciação e amortização (EBTIDA) — ajustado no primeiro semestre de 2015.
Apostam na mesma cartilha de maldades neoliberais de seus antecessores. Retiram direitos dos petroleiros e promovem demissões de milhares de trabalhadores contratados indiretos. Precarizam a companhia, fatiam e privatizam. Não restou outra solução senão a greve, com a Federação Nacional de Petroleiros e a Federação Única dos Petroleiros à frente para defender os direitos dos petroleiros e a força da empresa.
Ronaldo Tedesco é diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobrás e conselheiro fiscal da Petros
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