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JORNAIS QUE TEM INFORMAÇÃO REAL.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

MONTE UMA REDE BARATINHO E COMPARTILHE IMPRESSORAS, CELULARES E TUDO MAIS ENTRE SEUS MICROS CASEIROS.

O Bluetoooth se configura hoje em uma solução prática e barata para compartilhar por exemplo uma impressora entre vários micros como o micro das crianças e o micro da esposa além é claro do notebook e do netbook.

Algumas impressoras já vem com o dispositivo Bluetooth como as recentes impressoras da HP. Depois é só comprar um pequenino dispositivo bluetooth como o da foto, que vem com um adaptador para porta USB 2.0.

Plugado o dispositivo bluetooth ele é automáticamente reconhecido como um pendrive e o próprio sistema operacional instala automáticamente os drivers do dipositivo.

Depois é só rodar o programa de instalação em cada micro computador que irá utilizar a impressora, instalando-a como impressora de rede e aspontando o dispositivo bluetooth como a impressora a ser instalada. Ela é reconhecida e já fica disponível sem fios e sem complicações. O dispositivo Bluetooth como o da foto pode ser comprada em algumas lojas no Rio de Janeiro por preços em torno de dez (R$10,00) reais, mas na média ficam em torno de R$25,00. Há lugares que chegam a custar pouco mais de R$7,00(Sete Reais).

O Bluetooth é uma tecnologia que permite uma comunicação simples, rápida, segura e barata entre computadores, smartphones, telefones celulares, mouses, teclados, fones de ouvido, impressoras e outros dispositivos, utilizando ondas de rádio no lugar de cabos. Assim, é possível fazer com que dois ou mais dispositivos comecem a trocar informações com uma simples aproximação entre eles. Que tal saber um pouco sobre como o Bluetooth funciona e conhecer mais algumas de suas características? É o que você verá nas próximas linhas.


O que é Bluetooth

Bluetooth é um padrão global de comunicação sem fio e de baixo consumo de energia que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia. Para isso, uma combinação de hardware e software é utilizada para permitir que essa comunicação ocorra entre os mais diferentes tipos de aparelhos. A transmissão de dados é feita através de radiofreqüência, permitindo que um dispositivo detecte o outro independente de suas posições, desde que estejam dentro do limite de proximidade.

Para que seja possível atender aos mais variados tipos de dispositivos, o alcance máximo do Bluetooth foi dividido em três classes:

Classe 1: potência máxima de 100 mW, alcance de até 100 metros;

Classe 2: potência máxima de 2,5 mW, alcance de até 10 metros;

Classe 3: potência máxima de 1 mW, alcance de até 1 metro.

Isso significa que um aparelho com Bluetooth classe 3 só conseguirá se comunicar com outro se a distância entre ambos for inferior a 1 metro, por exemplo. Neste caso, a distância pode parecer inutilizável, mas é suficiente para conectar um fone de ouvido a um telefone celular pendurado na cintura de uma pessoa. É importante frisar, no entanto, que dispositivos de classes diferentes podem se comunicar sem qualquer problema, bastando respeitar o limite daquele que possui um alcance menor.

A velocidade de transmissão de dados no Bluetooth é baixa: até a versão 1.2, a taxa pode alcançar, no máximo, 1 Mbps. Na versão 2.0, esse valor passou para até 3 Mbps. Embora essas taxas sejam curtas, são suficientes para uma conexão satisfatória entre a maioria dos dispositivos. Todavia, a busca por velocidades maiores é constante, como prova a chegada da versão 3.0, capaz de atingir taxas de até 24 Mbps.

Surgimento do Bluetooth

A história do Bluetooth começa em meados de 1994. Na época, a empresa Ericsson começou a estudar a viabilidade de desenvolver uma tecnologia que permitisse a comunicação entre telefones celulares e acessórios utilizando sinais de rádio de baixo custo, ao invés dos tradicionais cabos. O estudo era feito com base em um projeto que investigava o uso de mecanismos de comunicação em redes de telefones celulares, que resultou em um sistema de rádio de curto alcance que recebeu o nome MCLink. Com a evolução do projeto, a Ericsson percebeu que o MCLink poderia dar certo, já que o seu principal atrativo era uma implementação relativamente fácil e barata.

Em 1997, o projeto começou a despertar o interesse de outras empresas que, logo, passaram a fornecer apoio. Por conta disso, em 1998 foi criado o consórcio Bluetooth SIG (Special Interest Group), formado pelas empresas Ericsson, Intel, IBM, Toshiba e Nokia. Note que esse grupo é composto por dois "gigantes" das telecomunicações (Ericsson e Nokia), dois nomes de peso na fabricação de PCs (IBM e Toshiba) e a líder no desenvolvimento de chips e processadores (Intel). Essa diversidade foi utilizada para permitir o desenvolvimento de padrões que garantissem o uso e a interoperabilidade da tecnologia nos mais variados dispositivos.

A partir daí, o Bluetooth começou a virar realidade, inclusive pela adoção desse nome. A denominação Bluetooth é uma homenagem a um rei dinamarquês chamado Harald Blåtand, mais conhecido como Harald Bluetooth (Haroldo Dente-Azul). Um de seus grandes feitos foi a unificação da Dinamarca, e é em alusão a esse fato que o nome Bluetooth foi escolhido, como que para dizer que a tecnologia proporciona a unificação de variados dispositivos. O logotipo do Bluetooth é a junção de dois símbolos nórdicos que correspondem às iniciais de Harald.

Freqüência e comunicação

O Bluetooth é uma tecnologia criada para funcionar no mundo todo, razão pela qual se fez necessária a adoção de uma freqüência de rádio aberta, que seja padrão em qualquer lugar do planeta. A faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical), que opera à freqüência de 2,45 GHz, é a que me mais se aproxima dessa necessidade e é utilizada em vários países, com variações que vão de 2,4 GHz à 2,5 GHz.

Como a faixa ISM é aberta, isto é, pode ser utilizada por qualquer sistema de comunicação, é necessário garantir que o sinal do Bluetooth não sofra e não gere interferências. O esquema de comunicação FH-CDMA (Frequency Hopping - Code-Division Multiple Access), utilizado pelo Bluetooth, permite tal proteção, já que faz com que a freqüência seja dividida em vários canais. O dispositivo que estabelece a conexão vai mudando de um canal para outro de maneira muito rápida. Esse esquema é chamado "salto de freqüência" (frequency hopping). Isso faz com que a largura de banda da freqüência seja muito pequena, diminuindo sensivelmente as chances de uma interferência. No Bluetooth, pode-se utilizar até 79 freqüências (ou 23, dependendo do país) dentro da faixa ISM, cada uma espaçada da outra por 1 MHz.

Como um dispositivo se comunicando por Bluetooth pode tanto receber quanto transmitir dados (modo full-duplex), a transmissão é alternada entre slots para transmitir e slots para receber, um esquema denominado FH/TDD (Frequency Hopping/Time-Division Duplex). Esses slots são canais divididos em períodos de 625 µs (microsegundos). Cada salto de freqüência deve ser ocupado por um slot, logo, em 1 segundo, tem-se 1600 saltos.


No que se refere ao enlace, isto é, à ligação entre o emissor e receptor, o Bluetooth faz uso, basicamente, de dois padrões: SCO (Synchronous Connection-Oriented) e ACL (Asynchronous Connection-Less). O primeiro estabelece um link sincronizado entre o dispositivo master e o dispositivo escravo, onde é feito uma reserva de slots para cada um. Assim, o SCO acaba sendo utilizado principalmente em aplicações de envio contínuo de dados, como voz. Por funcionar dessa forma, o SCO não permite a retransmissão de pacotes de dados perdidos. Quando ocorre perda em uma transmissão de áudio, por exemplo, o dispositivo receptor acaba reproduzindo som com ruído. A taxa de transmissão de dados no modo SCO é de 432 Kbps, sendo de 64 Kbps para voz.


O padrão ACL, por sua vez, estabelece um link entre um dispositivo master e os dispositivos slaves existentes em sua rede. Esse link é assíncrono, já que utiliza os slots previamente livres. Ao contrário do SCO, o ACL permite o reenvio de pacotes de dados perdidos, garantindo a integridade das informações trocadas entre os dispositivos. Assim, acaba sendo útil para aplicações que envolvam transferência de arquivos, por exemplo. A velocidade de transmissão de dados no modo ACL é de até 721 Kbps.


Redes Bluetooth

Quando dois ou mais dispositivos se comunicam através de uma conexão Bluetooth, eles formam uma rede denominada piconet. Nessa comunicação, o dispositivo que iniciou a conexão assume o papel de master (mestre), enquanto que os demais dispositivos se tornam slave (escravos). Cabe ao master a tarefa de regular a transmissão de dados entre a rede e o sincronismo entre os dispositivos.



Cada piconet pode suportar até 8 dispositivos (um master e 7 slaves), no entanto, é possível fazer com esse número seja maior através da sobreposição de piconets. Em poucas palavras, isso significa fazer com que uma piconet se comunique com outra dentro de um limite de alcance, esquema esse denominado scatternet. Note que um dispositivo slave pode fazer parte de mais de uma piconet ao mesmo tempo, no entanto, um master só pode ocupar essa posição em uma única piconet.

Para que cada dispositivo saiba quais outros fazem parte de sua piconet, é necessário fazer uso de um esquema de identificação. Para isso, um dispositivo que deseja estabelecer uma conexão em uma piconet já existente pode emitir um sinal denominado Inquiry. Os dispositivos que recebem o sinal respondem com um pacote FHS (Frequency Hopping Synchronization) informando a sua identificação e os dados de sincronismo da piconet. Com base nessas informações, o dispositivo pode então emitir um sinal chamado Page para estabelecer uma conexão com outro dispositivo.

Como o Bluetooth é uma tecnologia que também oferece como vantagem economia de energia, um terceiro sinal denominado Scan é utilizado para fazer com que os dispositivos que estiverem ociosos entrem em stand-by, isto é, operem em um modo de descanso, poupando eletricidade. Todavia, dispositivos neste estado são obrigados a "acordar" periodicamente para checar se há outros aparelhos tentando estabelecer conexão.

Versões do Bluetooth

O Bluetooth é uma tecnologia em constante evolução, o que faz com que suas especificações mudem e novas versões surjam com o tempo. Até o momento do fechamento deste artigo no InfoWester, as versões disponíveis eram:

- Bluetooth 1.0: a versão 1.0 (e a versão 1.0B) representa as primeiras especificações do Bluetooth. Por ser a primeira, os fabricantes encontravam problemas que dificultavam a implementação e a interoperabilidade entre dispositivos com Bluetooth;

- Bluetooth 1.1: lançada em fevereiro de 2001, a versão 1.1 representa o estabelecimento do Bluetooth como um padrão IEEE 802.15. Nela, muitos problemas encontrados na versão 1.0B foram solucionados e o suporte ao sistema RSSI foi implementado;

- Bluetooth 1.2: lançada em novembro de 2003, a versão 1.2 tem como principais novidades conexões mais rápidas, melhor proteção contra interferências, suporte aperfeiçoado a scatternets e processamento de voz mais avançado;

- Bluetooth 2.0: lançada em novembro de 2004, a versão 2.0 trouxe importantes aperfeiçoamentos ao Bluetooth: diminuição do consumo de energia, aumento na velocidade de transmissão de dados para 3 Mbps (2.1 Mbps efetivos), correção às falhas existentes na versão 1.2 e melhor comunicação entre os dispositivos;

- Bluetooth 2.1: lançada em agosto de 2007, a versão 2.1 tem como principais destaques o acréscimo de mais informações nos sinais Inquiry (permitindo uma seleção melhorada dos dispositivos antes de estabelecer uma conexão), melhorias nos procedimentos de segurança (inclusive nos recursos de criptografia) e melhor gerenciamento do consumo de energia;

- Bluetooth 3.0: versão lançada em abril de 2009, tem como principal atrativo taxas altas de velocidade de transferência de dados. Dispositivos compatíveis podem atingir a marca de 24 Mbps de transferência. O "truque" para atingir taxas tão elevadas está na incorporação de transmissões 802.11 (saiba mais sobre isso neste artigo sobre Wi-Fi). Outra vantagem é o controle mais inteligente do gasto de energia exigido para as conexões. O Bluetooth 3.0 é compatível com as versões anteriores da tecnologia.



O fato de haver várias versões não significa que um dispositivo com uma versão atual não funcione com outro com uma versão inferior, embora possam haver exceções. Todavia, se um dispositivo 2.0 for conectado a outro de versão 1.2, por exemplo, a velocidade da transmissão de dados será limitada à taxa suportada por este último.

Finalizando

.: Livros sugeridos :.

:: Hardware na Prática

:: Hardware: o guia definitivo

Via Shopping UOL

Com a popularização das redes Wi-Fi, o mercado ficou com dúvidas em relação ao futuro do Bluetooth, mas o aumento expressivo de aparelhos compatíveis com a tecnologia fez com que todos os temores se dissolvessem. E faz sentido: o objetivo do Bluetooth é permitir a intercomunicação de dispositivos próximos utilizando o menor consumo de energia possível (mesmo porque muitos desses dispositivos são alimentados por baterias) e um custo de implementação baixo. O Wi-Fi , por sua vez, se mostra mais como um concorrente das tradicionais redes de computadores com fio (padrão Ethernet, em sua maioria).

No início de 2008, o Bluetooth SIG comemorou os 10 anos da chegada do Bluetooth ao mercado. E não será surpresa se o aniversário de 20 anos for comemorado: em 1998, o grupo contava apenas com cinco empresas integrantes. Hoje, esse número passa de dez mil, o que significa que um futuro ainda mais promissor pode estar reservado à tecnologia.

Caso queira obter mais detalhes sobre a tecnologia Bluetooth, consulte os sites que serviram de referência para este artigo:

- www.bluetooth.com;

- www.bluetooth.org;

- en.wikipedia.org/wiki/Bluetooth;

- www.ericsson.com/about/publications/review/1998_03/files/1998031.pdf.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

CURE-SE COM A AUTO HEMOTERAPIA

Você quer se curar de uma dessas doenças?
Alcoolismo, Alergias, Artrite, Asma, Acne juvenil, Artrite reumatoide, Bronquite, Coréia, Colite ulcerativa, Diabetes melitus, Dermatose alérgica, Doença de Crohn, Doença pulmonar obstrutiva crônica, Doenças mentais, Doenças pancreáticas, Doenças virais, Encefalite, Epilepsia, Enxaqueca, Esterilidade – ovário policístico, Esclerodermia, Esclerose múltipla, Gangrena por picada de aranha, Glaucoma, Herpes zoster, Herpes simplex, Hipertensão arterial, Iridociclite, Insuficiência vascular periférica, Infecção da cavidade bucal, Miastenia gravis, Pênfigo, Pneumonia, Poliomielite, Psoriase, Prevenção de infecção pulmonar no pós operatório, Prevenção de infecções cirúrgicas, Plaquetopenias, Púrpura trombocitopênica, Reumatismo, Úlcera de estomago.


Todos nós iremos morrer algum dia, e se é certo que 50% ou mais das mortes se dá por doenças CARDIOVASCULARES (ENFARTES, TROMBOSES DERRAMES), e 20% a 30% se dá por CANCER, provávelmente 70% a 80% de nós todos iremos morer por uma dessas duas doenças.




Sabe-se que depois dos 55 anos uma glândula chamada TIMO, entra em declínio e vai atrofiando aos poucos. Essa glândula é responsável pela produção das nossas defesas orgânicas, mais específicamente os glóbulos brancos do nosso sangue ou os MACRÓFAGOS.



MACRÓFAGOS são células devoradoras que engolem os virus e bactérias, assim como todo e qualquer corpo estranho que eles reconheçam como estranho, como entre outros as células cancerosas, que são células que se reproduzem aleatóriamente. Isso significa que quem tem boas defesas orgânicas, tem dificuldade em adoecer porque os virus e bactérias são destruidos por esses glóbulos brancos que são os soldados do nosso corpo. É devido a eles que curamos as doenças infecto contagiosas, como gripes e até os ferimentos, pois os vírus e bactérias que adentram nosso corpo são destruidos pelos MACRÓFAGOS. Eles comem também radicais livres, partículas de colesterol nocivo, e tudo o que seja lixo que esteja dentro do nosso corpo.



Isso significa dizer que quem tem um bom sistema auto imune ou seja tem o seu sistema imunológico em bom estado gozará de saúde e não irá adoecer.



Certos sentimentos como a depressão costumam diminuir as nossas defesas orgânicas, o que nos predispõe a doenças e inclusive ao CANCER. O CANCER só tem chance de ocorrer em um corpo com baixa no sistema imunológico, pois caso contrário tão logo as primeiras células cancerígenas comecem a aparecer, os MACRÓFAGOS a destruirão.



Porém eis que desde os primórdios da nossa era, já no início do século XX é descoberta uma técnica que aumenta nossas defesas orgânicas, nos tornando capazes de combater a maioria das nossas doenças. Essa técnica foi usada na primeira guerra mundial quando os soldados chegavam a enfermaria muitos mutilados, necessitando amputar membros sendo verificado que nessa época que ainda não se tinha descoberto a penicilina, oitenta por cento deles acabavam morrendo a maioria por causa das infecções hospitalares.



Então um médico resolveu utilizar uma técnica que reverteu violentamente esse quadro. Ele começou a retirar sangue dos pacientes e reaplica-los nos próprios pacientes no músculo. Essa técnica tem o nome de AUTOHEMOTERAPIA. Com isso ele conseguiu reduzir a mortalidade dos soldados de 80% para ZERO POR CENTO. Ou seja nenhum soldado mais morreu de infecção.



Ainda hoje essa técnica é usada e com muito bons resultados, e não é só para as infecções. Essa técnica cura muitas outras coisas inclusive não se sabe como até depressão de acordo com alguns depoimentos de pessoas que melhoraram desse mal depois que começaram a aplicar a técnica. Veja os depoimentos na Internet.

E não se esqueça de asssitir o vídeo (O VÍDEO NÃO PASSA NO AMBIENTE PETROBRAS MAS EU FORNEÇO PARA QUEM ME ENVIAR ENDEREÇO PARA O EMAIL crrob@globo.com) feito com o Dr. Luiz Moura. Você vai descobrir que pode escapar pelo menos por um prazo maior desse triste destino que aguarda todos nós, que são as doenças que nos espreitam, praticando uma técnica revolucionária e que não entendemos porque as autoridades médicas em vez de incentiva-la, procuram condena-la.



Provávelmente deve ser porque deixarão de vender remédios. REMÉDIO PARA QUÊ?

Veja o vídeo e se convença. Nada melhor do que esse vídeo para que você veja que maravilha isso representa no sentido de diminuir a dor, o sofrimento e a morte de grande número de pessoas.
A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml à 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8h chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo.

 
As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente.
Pelas informações que nos chegam essa é uma técnica verdadeiramente revolucionária. Então se ela é uma técnica altamente revolucionária e se produz excelentes resultados, porque ainda não foi divulgada, e porque a ANVISA não a recomenda? Isso é muito suspeito. Será que é porque nesse caso haveria uma queda na demanda por remédios já que a população encontraria um tratamento mais barato e mais eficiente? É para se questionar a idoneidade das organizações chamadas BIG-PHARMA que sómente visam o lucro.


AUTO-HEMOTERAPIA-É um recurso terapêutico de baixo custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo.
Está comprovado que a eficiência do sistema imunolóigico aumenta de 5% para 22% com o uso dessa técnica, liquidando toda e qualquer infecção e curando inúmeras doenças como a Hipertensão por exemplo.



A auto-Hemoterapia começou a ser pesquisada desde 1912, e foi particularmente usada durante a primeira guerra mundial quando ainda não existia a penicilina e os antibióticos, e os soldados morriam a maioria devido a infecções hospitalares, devido a amputações etc... A taxa de motalidade era de 80% entre os soldados recolhidos à enfermaria. Foi então que os médicos começaram a aplicar a auto hemoterapia. Essa providência reduziu a taxa de mortalidade de 80% para zero por cento.



  • A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml à 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8h chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo.


  • As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente.


  • Ela atinge nosso organismo assim: Muitos pesquisadores consideram a hepatite C como a "epidemia do século". Na verdade ela infecta cinco vezes mais pessoas que o HIV, o vírus da AIDS. Cerca de 3 a 4 % da população mundial está infectada no planeta e dados da Organização Mundial de Saúde mostram que no Brasil entre 2,5 a 4,9% da população está contaminada pelo HCV ( vírus da hepatite C) e a maioria não sabe do diagnóstico.Em 80% dos casos a doença evolui para a forma crônica sem sintomas e assim pode permanecer nos primeiros 10 anos. Na segunda década cerca de 25% estão com cirrose que pode evoluir para o câncer em 4 a 5% dos pacientes.


  • A hepatite C é transmissível principalmente pelo sangue e seus derivados e se disseminou intensamente pelas transfusões de sangue nas décadas de 1970 e 1980 ,quando ainda não se fazia obrigatoriamente a sorologia anti HVC. A sorologia foi descoberta em 1989 e a obrigatoriedade nos bancos de sangue somente chegou em 1992.



  • A terapia convencional produz efeitos sustentados em no máximo 40% dos casos , dependendo do genótipo e sub tipo do vírus. Atualmente surgiu um novo medicamento , o Pegasys ( Peginterferon alfa-2a) que promete elevar o sucesso para 60 % dos casos.
Em 1986, época que se falava em hepatite não A e não B o sucesso com o interferon era da ordem dos 12%. Em 1998 com o aumento das doses do interferon e a associação com a ribavirina o tratamento alcançou a eficácia dos 40%. Agora com a chegada do interferon peguilado de 40kDa (40 kilodaltons) o Pegasys este percentual para o genotipo I é de 50% e para o genotipo 2 e 3 atinge os 75% , sempre em associação com a ribavirina.



Os principais grupos de risco são formados por pessoas que receberam transfusão e hemodiálise antes de 1994, os usuários de drogas que compartilharam seringas e agulhas e aqueles com tatuagens ou piercing. A transmissão é muito baixa por sexo e impossível por contato corporal, objetos e leite materno. Entretanto os equipamentos de dentista, barbeiros e manicure devem ser corretamente esterilizados.



Na auto-hemoterapia não se deve usar frascos de vidro , re esterelizáveis, pois , na literatura médica já foram descritos 7 casos de transmissão de hepatite C com esse procedimento. Éimperioso o uso de material descartável , incluindo as bolsas de sangue , onde se faz a mistura do sangue do paciente com o ozônio.



Os efeitos benéficos da autohemoterapia são atribuídos aos antígenos presentes no sangue, os quais estimulam a produção de anticorpos quando o sangue é injetado no músculo ou no tecido subcutâneo. Esta explicação está de acordo com os trabalhos de Rosenow que constatou a presença de derivados das bactérias do foco de infecção na corrente sanguínea durante a fase ativa da doença .



È difícil encontrar trabalhos indexados sobre o uso da autohemoterapia, mas este procedimento já foi utilizado nas seguintes condições, com sucesso estatístico ignorado por nós:
Alcoolismo
Alergias
Artrite
Asma
Acne juvenil
Artrite reumatoide
Bronquite
Coréia
Colite ulcerativa
Diabetes melitus
Dermatose alérgica
Doença de Crohn
Doença pulmonar obstrutiva crônica
Doenças mentais
Doenças pancreáticas
Doenças virais
Encefalite
Epilepsia
Enxaqueca
Esterilidade – ovário policístico
Esclerodermia
Esclerose múltipla
Gangrena por picada de aranha
Glaucoma
Herpes zoster
Herpes simplex
Hipertensão arterial
Iridociclite
Insuficiência vascular periférica
Infecção da cavidade bucal
Miastenia gravis
Pênfigo
Pneumonia
Poliomielite
Psoriase
Prevenção de infecção pulmonar no pós operatório
Prevenção de infecções cirúrgicas
Plaquetopenias
Púrpura trombocitopênica
Reumatismo
Úlcera de estomago


Quem já teve oportunidade de ver, na íntegra, o vídeo que Ana Martinez produziu com o Dr. Luiz Moura sobre o tema denominado "auto-hemoterapia" provavelmente observou o objetivo deles em favorecer melhor saúde das pessoas, além de observar também a boa fé que motivou esta ação.




O Dr. Luiz Moura, baseado principalmente nos inúmeros resultados bem sucedidos que teve com a "auto-hemoterapia" em sua extensa prática clínica, pretende com este vídeo difundir uma técnica simples, de custo financeiro viável, e com abrangência sobre diversas patologias. E, mais que isto, instigar o interesse por parte de pesquisadores da área para, eventualmente, produzirem evidência científica e a conseqüente literatura técnica para embasar ou rejeitar esta prática.



No vídeo, o Dr. Luiz Moura reconhece e informa sobre a não existência ainda de respaldo científico para o que ele denomina "auto-hemoterapia".



Cita e divulga apenas duas publicações:



- Dr. Jesse Pandolpho Teixeira (Cirurgião Toráxico), que em 1940, produziu um texto sobre "Autohemotransfusão, complicações pulmonares pós-operatório";



- Dr. Ricardo Veronesi (Professor emérito da Faculdade de Medicina da USP, consultor da Organização Mundial de Saúde OMS, presidente Honorário e fundador da Sociedade Brasileira de Infectologia, autor do livro "Doenças infecciosas e parasitárias") que, em março de 1976, publicou o texto "Imunoterapia: O impacto médico do século".




  • No final do mês de março de 2007, a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH) "Frente a inúmeros questionamentos recebidos, tanto por parte de profissionais médicos como não médicos, relacionados à suposta prática denominada 'auto-hemoterapia' ", divulgou um COMUNICADO contra.




  • No dia 13 de abril de 2007, a ANVISA que "Considerando os questionamentos recebidos pela Gerência de Sangue e Componentes – GGSTO/ANVISA, sobre a prática denominada de 'auto-hemoterapia' ", divulgou uma NOTA TÉCNICA, também contra.



  • Portanto, com o objetivo de prevenir e evitar "possíveis efeitos colaterais e complicações desta prática", que "pode colocar em risco a saúde dos pacientes a ela submetidos", de acordo com a SBHH, e, também, como afirma a nota técnica da ANVISA, "Este procedimento não foi submetido a estudos clínicos de eficácia e segurança, e a sua prática poderá causar reações adversas, imediatas ou tardias, de gravidade imprevisível" está proibida a prática de "auto-hemoterapia" por médicos e são passíveis de punição aqueles profissionais que a praticarem.

 

  • O item 7 da Nota Técnica a ANVISA informa: "O procedimento 'auto-hemoterapia' pode ser enquadrado no inciso V, Art. 2º do Decreto 77.052/76, e sua prática constitui infração sanitária, estando sujeita às penalidades previstas no item XXIX, do artigo 10, da Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977".

 
Acatando, sem qualquer questionamento a posição da SBHH e da ANVISA, continuaremos, no entanto, apresentando o link público para o vídeo sobre "auto-hemoterapia" disponível no Google Video, assim como o endereço do Dr. Luiz Moura e o endereço da produtora do vídeo sobre "auto-hemoterapia" com o mesmo objetivo principal do Dr. Luiz Moura, ou seja, desejando despertar a atenção e o interesse de pesquisadores para que seja produzida, brevemente, evidências científicas refutando ou aprovando definitivamente esta prática denominada "auto-hemoterapia".
 
Conclusão
“A bacteriologia moderna e a pesquisa clínica estão acrescentando dia a dia provas incontestáveis que a invasão bacteriana e a infecção de tecidos é a causa fundamental de muitas doenças sistêmicas, que têm sido classificadas como tóxicas, metabólicas ou nutricionais”.
Os dados epidemiológicos e as pesquisas que se seguiram mostram que o grande pesquisador do passado estava com a razão. Vamos ser médicos mais cuidadosos e acrescentar ao nosso raciocínio a possibilidade da presença de um foco de infecção.
VEJA UM VÍDhttp://www.orientacoesmedicas.com.br/auto_hemoterapia.asphttp://www.orientacoesmedicas.com.br/auto_hemoterapia.aspEO SIMPLESMENTE REVOLUCIONÁRIO SOBRE O ASSUNTO

O que dizem aqueles que combatem a AUTO-HEMOTERAPIA. Veja como é frágil a sua tese e como é tendenciosa, como querem nos enganar.
Auto-hemoterapia apresenta riscos à saúde, alertam especialistas
Sangue é retirado no momento em que será aplicado no paciente e não recebe nenhum tratamento.
Que tratamento seria necessário? Tendo em vista que se o sangue retirado na hora tem alguma bactéria ou virus, esse será injetado no próprio paciente que já tem esses virus ou bactérias.
A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CRMESP) alertam para o uso da técnica conhecida como auto-hemoterapia. Ela consiste na retirada do sangue do paciente e na aplicação, uma vez por semana, no músculo do braço ou nas nádegas. O sangue é retirado no momento em que será aplicado no paciente e não recebe nenhum tratamento.
Que tratamento seria necessário? Tendo em vista que se o sangue retirado na hora tem alguma bactéria ou virus, esse será injetado no próprio paciente que já tem esses virus ou bactérias.
De acordo com Dalton Chamone, professor titular de hematologia e hemoterapia da FMUSP e presidente da Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo, “a prática é tão antiga quanto o uso de sangria há 200 anos. Não há comprovação científica sobre a eficácia do tratamento”, explica Chamone.
Pode não haver comprovação científica, mas há comprovação prática que já foi pesquisada nos Estados Unidos e Canadá em ratos e há comprovações práticas da sua eficiência segundo o vídeo que assistimos, sendo essa prática recomendada em inúmeros casos e por inúmeros médicos. 
A auto-hemoterapia vem sendo utilizada em todo o País. O médico carioca Luiz Moura, chegou a defender essa prática num DVD. Na Internet existem vários sites que divulgam o tratamento. O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro está abrindo sindicância contra o médico.
Não há base científica para argumentar que o tratamento não é eficiente, e há bases experimentais para comprovar que o tratamento é eficiente. O que me parece que existe são interesses em vender medicamentos caros, o que a auto hemoterapia iria evitar.
Chamone disse que não sabe o valor das sessões, mas ouviu o relato de alguns pacientes que o custo de cada aplicação pode chegar a R$ 500,00.
Isso é ridiculo porque qualquer enfermeiro pode retirar o sangue e reaplica-lo como foi demonstrado no vídeo cujo link pode ser acessado aqui mesmo na nossa página. Por qualquer R$10,00 (Dez reais em uma farmácia um enfermeiro comum poderia fazer isso).
A Anvisa também lançou nota técnica, no dia 13 de abril, que condena a prática da auto-hemoterapia, porque não há estudos científicos que comprovem sua eficácia. (Há comprovação prática da sua eficiência e não há nenhuma comprovação de que não funciona.) Alerta – A FMUSP alerta que a auto-hemoterapia não tem fundamento científico e pode provocar efeitos colaterais graves, como infecção generalizada, e levar o paciente à morte. Chamone disse que “a técnica é uma ‘picaretagem’, pois não há evidências científicas que comprovem sua eficácia e segurança.
Para afirmar que a auto hemoterapia pode levar um paciente a morte seria necessário que eles exemplificassem. Quem foi que morreu fazendo auto hemoterapia? Segundo o vídeo que assistimos, um médico confessa que fazia isso desde quando era estudante de medicina (Está com mais de setenta anos) e jamais houve nenhuma contra indicação. Nenhum paciente apresentou qualquer efeito colateral, nem mesmo irritação ou reação adversa. O que esses senhores estão argumentando é a meu ver uma redonda bobagem sem o menor fundamento técnico ou científico.
O efeito é absolutamente inócuo e é uma absoluta incoerência retirar o sangue e aplicá-lo novamente, para que ele circule em todo o corpo, se ele já estava circulando. É um tratamento de modismo, tal qual tantos outros. No interior do Brasil, ainda é comum as pessoas beberem urina de cavalo para tratar várias doenças”, informa o médico.
Eu não acredito que quem tenha escrito isso que ai está seja um médico, tal a ignorancia que representa. Onde é que o sangue retirado da veia onde está circulando irá ser reinserido para voltar a circular? Ele não é reinserido na veia mas sim no musculo e não é para voltar a circular, mas sim para provocar uma reação do corpo contra o sangue ali inserido de forma a aumentar a quantidade de anticorpos, ou Macrófagos. Custa-me a acreditar que quem tenha escrito as linhas acima seja um técnico ou um médico, mas sim alguém que parece não ter o menor conhecimento da matéria. Além do mais isso não é um modismo. É uma técnica usada a muitos anos e com comprovados efeitos. Na primeira guerra mundial reduziu o número de óbitos devido à infecções hospitalares de oitenta por cento para zero por cento, entre os soldados acidentados, muitos levados a ter que amputar membros. O tal "médico" deverioa respeitar mais as crendices populares, pois entre elas existe muita sabedoria, não que sejam a verdade, mas a todo momento estamos assistindo casos em que a medicina tradicional nada resolve. Óbvimente ela tem muito que progredir ainda.
Desirè Carlos Callegari, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, também adverte sobre os riscos de infecção que podem em determinados casos evoluir para a infecção generalizada, levando alguns pacientes ao óbito. Chamone explica que “a infecção pode ocorrer porque há bactérias na pele e uma parte delas pode entrar na seringa. Quando você injeta o sangue no músculo, forma-se um hematoma, que é uma fonte de cultura de bactérias”.
A seringa utilizada é uma seringa esterilizada e antes da aplicação deve-se esterilizar a pele em volta. Esse risco é o mesmo que ocorre para qualquer aplicação de injeção. O que acredito não deve ser feito é a aplicação por quem não tem conhecimento para isso, ou seja por leigos, mas de qualquer forma com a ativação do sistema imunológico que a prática proporciona, não haverá seguramente infecção alguma. Mais uma vez essa afirmativa se parece com uma forma de manipulação baseada na falta de conhecimento do cidadão comum. O sangue da própria pessoa jamais irá fazer mal a ela própria pois é um elemento familiar. Não é um "CORPO ESTRANHO" embora ative o sistema imunológico elevando de cinco por cento para vinte e dois por cento o número de macrófagos, o que irá promover uma limpesa de tudo o que não é saudável. Corpos estranhos, colesterol, células cancerígenas, radicais livres, etc... Deve-se sim respeitar o limite a ser inserido, no caso no máximo 5 mililitros nos músculos do braço e no máximo dez mililitros nos músculos da nádega.
Comprovação científica – Entidades médicas, FMUSP e comunidade científica não reconhecem a auto-hemoterapia como prática médica. A Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH) lançou nota oficial esclarecendo a população de que não existe na literatura médica (nacional e internacional), qualquer estudo com evidências científicas sobre este tema e que “são desconhecidos os possíveis efeitos colaterais e complicações dessa prática”. A auto-hemoterapia foi proibida, também, pelo Conselho Federal de Medicina.
No vídeo que assistimos e que pode ser acessado daqui mesmo, vemos que existe não só estudos como obras publicadas sobre a matéria e que foram apresentadas, como inúmeros casos de cura de problemas que a medicina convencional deu-se por vencida. O que há a meu ver é má vontade, talvez baseado no fato de que tal prática iria inibir a venda de remédios que são fonte de lucros para as big pharmas.
Velha técnica promete curar de acne a câncer
A auto-hemoterapia consiste na retirada do sangue do paciente e na sua introdução, uma vez por semana, no músculo do braço ou nas nádegas. De acordo com os profissionais de saúde que utilizam a técnica, a quantidade de sangue a ser aplicada depende da doença que deve ser tratada e pode variar de 5 mililitros a 20 mililitros. Cada braço pode receber até 5 mililitros e cada nádega até 10 mililitros. Quando o organismo recebe o sangue no músculo, o reconhece como um corpo estranho, o que estimularia o sistema imunológico. O método, segundo eles, seria capaz de curar de acne a câncer.

AUTO-HEMOTERAPIA
CIÊNTISTAS E JORNALISTAS BRASILEIROS SE RENDEM ÀS EVIDÊNCIAS.

e mais
 
A mesma Rede Globo, que veiculou no “Fantástico” que a Auto Hemoterapia era um ato de charlatanismo, colocou em manchete, no “Esporte Espetacular”, que a técnica está revolucionando o tratamento de lesões em atletas de ponta.
RALPH VIANA
“TÉCNICA REVOLUCIONÁRIA MELHORA ÍNDICE DE RECUPERAÇÃO DE LESÕES” - PRP, que consiste na injeção do próprio sangue do atleta nas áreas atingidas, acelera de forma impressionante a cura de traumas e lesões em músculos e tendões. (Esporte Espetacular – Rede Globo – 10 Janeiro 2010).

A reportagem, empolgada com os resultados obtidos por diversos e conhecidos atletas, foi a matéria de destaque do programa “Esporte Espetacular” do dia 10 de Janeiro 2010. Antes de entrarmos mais a fundo no que consiste a técnica de PRP (Plasma Rico em Plaquetas), convém lembrar que a mesma Rede Globo, no programa “Fantástico” de cerca de três anos atrás, veiculou o vídeo com o Dr. Luiz Moura mostrando a prática da auto-hemoterapia (AHT) - injeção do próprio sangue em músculos -, com a denominação de “charlatanismo”.
A partir da polêmica causada, a AHT foi proibida pelo Conselho Federal de Medicina e pelo de Enfermagem. Em seguida o BEM ESTAR fez uma matéria de capa sobre o tema, denunciando a clara e óbvia defesa da indústria farmacêutica feita por essas entidades, pois os laboratórios se mostravam amedrontados com a queda na venda de seus remédios, já que a ação da AHT prescinde do uso de muitos medicamentos.

Concomitantemente, um enorme movimento de usuários da AHT, que se viram impedidos de continuar seus tratamentos pelo autoritário ato médico, se mobilizou por todo o país. Importante também dizer que o Dr. Luiz Moura, um médico exemplar reconhecido em todo o Brasil e exterior, foi cassado pelo Conselho de Medicina por divulgar a AHT! Haverá uma ação contra o programa da Rede Globo?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ordenação do Pastor Marcos

O Marcos já é pastor.
Essas imagens foram repassadas por ele e com elas fizemos um filme, na verdade um Slide Show (Certamente ele nem de longe sonharia que iriamos fazer isso) que pode ser visto aqui no Blog. (Na rede Petrobras provávelmente não será possível visualizar, porque a Petrobras bloqueia sites de vídeo.)


O video está na ultima linha da matéria.






As imagens podem ser ampliadas. Basta clicar em cima delas, e depois podem ser salvas no HD ou em um pendrive.






Considero o Marcos um verdadeiro líder. É daqueles que não se pode negar nada e que se dá até a vida por ele. Ser líder é isso, característica dos líderes que se pautam nos ensinamentos de Jesus.























































































segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ATENTADOS CONTRA A PETROBRAS

A Petrobras enfrenta nos dias atuais uma nova batalha nessa guerra infinda que é travada com os interesses Norte Americanos. Getúlio Vargas que criou a Petrobras sofreu uma grande pereguição movida pelos lacaios dos interesses Norte Americanos, leia-se ai a antiga UDN, Carlos Lacerda, Ademar de Barros, Roberto Campos e outros. O que essa gente queria é que a exploração de petróleo fosse feita no Brasil por empresas como EXXON, TEXACO, ARAMCO, etc... que eram as antigas chamadas "SETE IRMÃS".


Para dar a volta por cima e adiar o golpe que teve que esperar mais dez anos, Getúlio Vargas teve que se suicidar, se é que realmente se suicidou. Há controvérsias. (Ô país em que os seus presidentes defensores dos interesses do povo morrem misteriosamente.)
Mas para desespero de Roberto Campos e seus lacaios, o estrago nos seus interesses foi feito, e eu fico estupefacto que mesmo sob a égide de governos comprometidos como o interesse do país esses entregadores da pátria continuem obtendo seus exitos. Foi assim com os contratos de risco.
Foram licitados blocos para exploração e descoberta de petróleo, que poderiam ser explorados por quem os encontrasse.(Uma brecha perigosa no monopólio Estatal do petróleo) Só a Petrobrás encontrou petróleo. Aureliano Chaves, um dos presidentes da Estatal viria a dizer mais tarde que isso se deveu ao amor a camisa. Foi o primeiro round de uma batalha que parece não ter fim, e que a Petrobras ganhou de goleada.
Quando os governos afinados com os interesses Note Americanos chegaram ao poder porque os militares eram nacionalistas mas corruptos e incompetentes, além de brutamontes, lograram uma série de estragos não só na Petrobras como em toda empresa nacional. Collor acabou com a SUNAMAN (Que financiava a construção naval Brasileira) levando de roldão os estaleiros Brasileiros, e toda a Marinha Mercante Brasileira, inclusive o Lloid Brasileiro que era estatal e faliu. Inseriu dentro da petrobras um esquema de corrupção que objetivava liquidar financeiramente com a Empresa para depois taxa-la de paquiderme e poder vende-la. Esse esquema tinha na cabeça um tal de Paulo Cesar Farias que chegou a se desentender à época com o presidente da Petrobras acerca da partilha do roubo.(ALGUÉM SE LEMBRA DESSES DIAS, EM QUE OS GERENTES TINHAM QUE RELACIONAR NOMES PARA SER DEMITIDOS?)


Fernando Collor de Mello como todo cão que muito late, era burro demais e acabou dando lugar a uma cobra muito mais esperta e peçonhenta, que foi Fernando Henrique Cardoso. Essa cobra não conseguiu vender a Petrobras, porque os militares (Nossos cães de guarda ingênuos mas nacionalistas.)não deixaram, entretanto vendeu ações na bolsa de New York, deixando o país com 35% apenas das ações, contra os 51% garantidos pela antiga lei. Acabou com o monopólio, e criou a famigerada ANP (Agência Nacional de Petróleo) para licitar os campos de petróleo descobertos pela Petrobras a preço de BANANA. Teve bloco que chegou a ser vendido por R$150.000,00 dólares. (Cinco minutos de produção de uma plataforma como P-19).
Esse round também foi ganho com brilhantismo pela Petrobras. Livre das amarras do monopólio, a estatal fez parcerias e com a detenção da tecnologia, engoliu a concorrência, mas essa briga acarretou estragos. Hoje temos na Bacia empresas estrangeiras explorando petróleo que deveria estar sendo explorado pela Petrobras.
Eis no entanto que Lula, um presidente comprometido com os interesses do país, promove agora um novo assalto contra a maior empresa da América Latina. O Pré sal poderá ser explorado por outras empresas. Não só pela Petrobras. O novo marco regulatório prevê inclusive a possibilidade da criação deuma nova estatal.
Nessa briga no entanto a Petrobras prepara-se para outro decisivo round.

Na disputa por interesses privados, políticos ou estatais durante as discussões que permearam as reuniões da Comissão Interministerial, criada para discutir o pré-sal, ao longo do último ano, há pelo menos um consenso: a Petrobras sagrou-se como a grande vitoriosa.


Nos primeiros encontros, segundo fontes ligadas aos membros da comissão, a companhia começou em baixa, desprestigiada pela proposta de criação de uma nova estatal que ficaria com todas as reservas do governo e passaria a fazer contratos de partilhas com as empresas privadas (entre elas, a Petrobras) para a exploração do óleo. Na época, em um dos poucos comentários sobre o tema durante o ano em que se desenrolaram as discussões, o próprio presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli, posicionou-se contrário à criação dessa nova empresa.

Durante os meses que se seguiram, com ânimos um pouco acalmados, os papéis da nova estatal e da Petrobras foram se definindo e a companhia começou a brigar por algo que inicialmente seria impensável: uma capitalização pela União e a garantia de operação de todos os blocos do pré-sal.

Inicialmente, a proposta para que a empresa ficasse com a operação previa um porcentual para a Petrobras de, no máximo, 10%. A proposta foi fortemente rechaçada pela companhia, que encontrou aval para subsidiar seus argumentos em uma recomendação na legislação da Agência Nacional do Petróleo (ANP) de que as operadoras de um bloco não deveriam ter menos de 30%.


Se oficialmente as empresas privadas ainda não se posicionaram sobre esse aspecto, nos bastidores há uma clara divisão de opiniões sobre o fortalecimento da Petrobras. Entre os maiores grupos, como Exxon e Shell, a operação exclusiva da Petrobras é apenas "engolida" e deverá ser "digerida", segundo uma fonte do mercado. "Essas empresas tradicionalmente preferem ser as operadoras dos próprios negócios e, poucas vezes, concordam em entrar em algum projeto com menos poder de decisão", disse a fonte, para quem a operação exclusiva da Petrobras pode acarretar em diminuição da troca de tecnologia.

Para outro executivo, ligado às companhias que já atuam como parceiras da Petrobras no pré-sal, a possibilidade de ter a estatal como operadora é mais do que bem-vinda: é "desejada". "Não há hoje quem detenha mais know-how, mais técnica, mais conhecimento para explorar o pré-sal.

É melhor ser parceiro dela do que disputar uma área com ela em leilão. Preferimos disputar o porcentual restante com outros grupos que detêm o mesmo nível de conhecimento a enfrentar a Petrobras. É melhor casar logo e manter essa parceria segura." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

COMO PARAR DE FUMAR

Procure o SUS para fazer um tratamento gratuito contra o Tabagismo





Você precisa de medicamentos?
Teste sua dependência de nicotina
Encontre o melhor remédio para sua necessidade.


Apostila do ministério da Saude.



Tratando o Tabagismo



Para iniciar o tratamento do tabagismo, o fumante deve informarse sobre os riscos de fumar e benefícios de deixar o tabagismo. Ele deve planejar como lidar com a síndrome de abstinência, com a dependência psicológica e os condicionamentos associados ao hábito de fumar.






Esse plano de tratamento poderá, dependendo da situação, ter um melhor resultado quando apoiado por medicamentos que diminuem os sintomas da síndrome de abstinência, para os fumantes que têm um alto grau de dependência.



A importancia dos Remedios no
Tratamento do Tabagismo



A identificação da dependência de nicotina como transtorno psiquiátrico e o conhecimento crescente de sua neurobiologia levaram ao desenvolvimento, sobretudo nas últimas duas décadas, de terapias medicamentosas para essa doença.






A importância dos medicamentos no tratamento do tabagismo tem crescido progressivamente e diferentes remédios passaram a ter papel central no tratamento da maioria dos fumantes.



Pessoas que fumam 20 ou mais cigarros ao dia e/ou acendem o primeiro cigarro até 30 minutos após acordar, possivelmente; terão mais dificuldades em deixar de fumar por apresentarem uma dependência química mais intensa, podendo necessitar de uma abordagem diferenciada com apoio medicamentoso.



Teste de Fagerström



O grau de dependência de nicotina do fumante pode ser avaliado através do Teste de Fagerström.


Para cada alternativa das 6 questões do teste, existe uma pontuação ao lado (o número entre parênteses). Após a aplicação do teste, a soma dos pontos de cada alternativa escolhida pelo fumante permitirá a avaliação do seu grau de dependência de nicotina.







1. Quanto tempo após acordar você fuma seu primeiro cigarro?
Dentro de 5 minutos (3)
Entre 6 e 30 minutos (2)
Entre 31 e 60 minutos (1)
Após 60 minutos (0)




2. Você acha difícil não fumar em lugares proibidos como igrejas, bibliotecas,
etc?
Sim (1)
Não (0)






3. Qual o cigarro do dia que traz mais satisfação?
O primeiro da manhã (1)
Outros (0)



4. Quantos cigarros você fuma por dia?
Menos de 10 (0)
De 11 a 20 (1)
De 21 a 30 (2)
Mais de 31 (3)






5. Você fuma mais frequentemente pela manhã?
Sim (1)
Não (0)






6. Você fuma, mesmo doente, quando precisa ficar de cama a maior parte do
tempo?
Sim (1)
Não (0)

Resultado do Grau de Dependência
0 - 2 pontos = muito baixo
3 - 4 pontos = baixo
5 pontos = médio
6 - 7 pontos = elevado
8-10 pontos = muito elevado



Quem deveria utilizar medicamentos?



1. Fumantes pesados, ou seja, que fumam 20 ou mais cigarros por dia;
2. Fumantes que fumam o primeiro cigarro até 30 minutos após acordar e fumam no mínimo 10 cigarros por dia;
3. Fumantes com pontuação no teste de Fagerström, igual ou maior do que 5 , ou avaliação individual, a critério do médico;
4. Fumantes que já tentaram parar de fumar anteriormente mas não obtiveram êxito, devido às crises de abstinência;
5. Não havendo contra-indicações clínicas, qualquer fumante.






Que remédios se deve usar?



Nicotínicos



  • Adesivos de Nicotina

  • Gomas de Mascar de
    Nicotina



Não Nicotínicos




  • BUP, Cloridrato de Bupropiona

  • Bupropiona, Zyban

  • Champix

  • Nortriptilina,
    Clonidina (2ª linha)


MEDICAMENTOS NICOTÍNICOS




  • Niquitin

  • Nicorette

  • Adesivos de Nicotina

  • Gomas de Mascar de Nicotina




São considerados seguros no tratamento do tabagismo, sendo os mais populares e o menos dispendiosos medicamentos para deixar de fumar. As gomas e adesivos de nicotina aliviam os sintomas da síndrome de abstinencia.
Com a administração conjunta de outras substâncias como Bupropiona, além da nicotina, os ex-fumantes conseguem manter a abstinência em uma porcentagem duas vezes maior que aqueles que não utilizaram nenhum medicamento.
Existem algumas restrições para a aplicação da terapia de reposição de nicotina, apesar dessa ser considerada muito mais segura do que fumar. Esse metodo não deve ser indicado para gravidas, para menores de 18 anos e para aquelas pessoas portadores de doenças cardiovasculares instáveis, como infarto do miocárdio recente, angina instável ou determinadas arritmias.


Na terapia de reposição de nicotina, os receptores cerebrais de nicotina do fumante são preenchidos com a dose necessária diária dessa substância, a qual ele está acostumado a receber através do cigarro, com o benefício da não exposição às outras 4.719 substâncias agressoras ao organismo. Teoricamente, não sentirá muita falta física da nicotina. Progressivamente a dose de nicotina recebida através do tratamento será reduzida, levando à dessensibilização de receptores nicotínicos, ou seja, o organismo se comporta como se esses receptores estivessem adormecidos. É fundamental que o ex-fumante não experimente um cigarro, pois seus receptores rapidamente são reativados, desencadeando a necessidade de novos cigarros, instalando-se novamente a dependência.


Apresentação dos medicamentos:

NICOTÍNICOS
1. Adesivo de nicotina 21mg, 14 mg e 7 mg.
2. Goma de mascar de nicotina 2 mg e 4 mg.



NÃO NICOTÍNICOS

1. Bupropiona comprimidos de 150 mg
2. Champix 0,5 mg, 1,0 mg
3. Nortriptilina 10 mg, 25 mg, 75 mg
4. Clonidina 0,10 mg, 0,15 mg, 0,20 mg

MEDICAMENTOS NÃO NICOTÍNICOS

  1. Bup


  2. Bupropiona


  3. Cloridato de Bupropiona


  4. Zyban


  5. Champix (Tartrato de Vareniclina)


  6. Nortriptilina


  7. Clonidina

PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO TABAGISMO

Tabagismo passivo

  • Define-se tabagismo passivo como a inalação da fumaça de derivados do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo e outros produtores de fumaça) por indivíduos não-fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados. A fumaça dos derivados do tabaco em ambientes fechados é denominada poluição tabagística ambiental (PTA) e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), torna-se ainda mais grave em ambientes fechados. O tabagismo passivo é a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, subseqüente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool (IARC, 1987; Surgeon General, 1986; Glantz, 1995). O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro.A absorção da fumaça do cigarro por aqueles que convivem em ambientes fechados com fumantes causa:1 - Em adultos não-fumantes:• Maior risco de doença por causa do tabagismo, proporcionalmente ao tempo de exposição à fumaça;• Um risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes que não se expõem.2 - Em crianças:• Maior freqüência de resfriados e infecções do ouvido médio;• Risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exarcebação da asma.3 - Em bebês:• Um risco 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);• Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa.Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagística ambiental, tais como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaléia, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias e aumento dos problemas cardíacos, principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito). Outros efeitos a médio e longo prazo são a redução da capacidade funcional respiratória (o quanto o pulmão é capaz de exercer a sua função), aumento do risco de ter aterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças.Os dois componentes principais da poluição tabagística ambiental (PTA) são a fumaça exalada pelo fumante (corrente primária) e a fumaça que sai da ponta do cigarro (corrente secundária). Sendo, esta última o principal componente da PTA, pois em 96% do tempo total da queima dos derivados do tabaco ela é formada. Porém, algumas substâncias, como nicotina, monóxido de carbono, amônia, benzeno, nitrosaminas e outros carcinógenos podem ser encontradas em quantidades mais elevadas. Isto porque não são filtradas e devido ao fato de que os cigarros queimam em baixa temperatura, tornando a combustão incompleta (IARC, 1987). Em uma análise feita pelo INCA, em 1996, em cinco marcas de cigarros comercializados no Brasil, verificou-se níveis duas 2 vezes maiores de alcatrão, 4,5 vezes maiores de nicotina e 3,7 vezes maiores de monóxido de carbono na fumaça que sai da ponta do cigarro do que na fumaça exalada pelo fumante. Os níveis de amônia na corrente secundária chegaram a ser 791 vezes superior que na corrente primária. A amônia alcaliniza a fumaça do cigarro, contribuindo assim para uma maior absorção de nicotina pelos fumantes, tornando-os mais dependentes da droga e é, também, o principal componente irritante da fumaça do tabaco (Ministério da Saúde, 1996).
  • Fontes:
  • BANCO MUNDIAL, 1999. A epidemia do tabagismo: Os governos e os aspectos econômicos do controle do Tabaco. The World Bank, agosto.Doll R, Peto R. 9ª Conferência Mundial sobre Tabacco e saúde. Paris, 1994.Doll, R. & Peto,R.; Wheatley K, et al. Mortality in relation to smoking: 40 years’observations on male. British Doctors. BMJ, 309: 301-310, 1994.International Agency of Reaserch in Cancer (IARC). Environmental Carcinogens mathods of analysis and exposure measurement. Passive Smoking. Vol 9, Scientific Publications n.31, Lyon, France 1987.Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Instituto Nacional de Câncer - INCA, Falando sobre Tabagismo. 3ª edição, 1998.MINISTERIO DA SAÚDE. Instituto Nacional de Câncer/Fundação Getúlio Vargas. Cigarro Brasileiro. Análises e Propostas para Redução do Consumo. Rio de Janeiro, 2000.Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Instituto Nacional de Câncer - INCA. Estimativas da Incidência e Mortalidade por Câncer. Rio de Janeiro: INCA, 2002. ROSEMBERG, J. Pandemia do tabagismo – Enfoques Históricos e Atuais São Paulo – SES, 2002.U.S. Department of Health and Human Services. The health consequences smoking: a report of the Surgeon General. Washington DC; U.S. Government Printing Office, 2004.World Health Organization. World no-Tobacco Day. Tobacco and poverty: a vicious circle, 2004.World Health Organization (WHO). Tobbaco Free Iniciative. http://www.who.int/tobacco/en