FILOSOFIA E TECNOLOGIA
ECONOMIA TECNOLOGIA FILOSOFIA SAUDE POLÍTICA GENERALIDADES CIÊNCIA AUTOHEMOTERAPIA NOSSOS VÍDEOS FACEBOOK NOSSAS PÁGINAS

segunda-feira, 15 de junho de 2009

PORQUE UNS SÃO RICOS E OUTROS POBRES. Um ensaio sobre o dinheiro e o exemplo de Jorginho Guinle.

Você por certo já deve ter se perguntado o seguinte: Se Deus é justo e bom, porque dá a algumas pessoas a fortuna e a outros a miséria absoluta? Onde estaria nesse caso a justiça divina?


De fato Deus tem tudo sob controle e dá a fortuna a algumas pessoas para que façam bom uso dela.

Não só a fortuna. A família, a saude, o nosso corpo, tudo que existe e que possamos pensar que temos, na verdade não temos é emprestado por Deus para que possamos fazer bom uso.

Embora todos nós queiramos a fortuna, até eu e quem não quer? A fortuna nos coloca em desvantagem. Jesus falou sobre a fortuna e a riqueza algumas vezes, recapitulemos o que ele falou.

Mateus 19:23
  • Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino dos céus.

Mateus 19:24



  • E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.





Lucas 6:24


  • Mas ai de vós, ricos! porque já tendes a vossa consolação.

Lucas 12: 16 a 21


  • 16 - E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância;
    17
    E ele arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos.
    18
    E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens;
    19
    E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga.
    20
    Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?
    21
    Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.

Timóteo 3:17


  • Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos;

Portanto pelo exposto acima, a riqueza do ponto de vista espiritual não é uma vantagem, mas uma desvantagem, porque propicia ao homem uma tendência a perder a vida eterna que é um bem muito maior do que um período de vida de apenas cem anos ou oitenta anos ou sessenta anos ou quarenta anos. Quem sabe?


Portanto quando Deus em sua infinita sabedoria nos poupa de sermos ricos, ele o faz porque provávelmente sabe que isso não será bom para nós, como o pai sabe o que é melhor para o seu filho.


Entretanto é necessário que alguns sejam ricos, porque a riqueza impulsiona o progresso. Se não fosse a riqueza na mão de alguns, não haveriao progresso que é um fim específico de Deus. Deus que tem tudo sob controle, também tem o progresso da humanidade entre seus objetivos, e para que haja progresso há que haver a concentração de riqueza na mão de algumas pessoas.


No entanto a concentração de riqueza pressupõe uma responsabilidade. Já que tudo é emprestado por Deus, um dia ele irá cobrar o que emprestou, e o que foi feito com o que emprestou. Jesus deixa isso bem claro na parábola dos TALENTOS. Vamos recorda-la.


Mateus 25



  • 14 - Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens.
    15
    E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.
    16
    E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos.
    17
    Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois.
    18
    Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
    19
    E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles.
    20
    Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles.
    21
    E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
    22
    E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.
    23
    Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
    24
    Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
    25
    E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
    26
    Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?
    27
    Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros.
    28
    Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos.
    29
    Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado.

Observando a parábola, veremos que O Senhor que na parábola representa DEUS, oferece seus talentos àqueles que julga terem capacidade para administra-los. Àquele que julga ter mais capacidade ele dá mais talentos, a outro que julga não ter a mesma capacidade mas ainda assim tem uma capacidade relativa, dá um número menor de talentos, e a outro que não tem tanta capacidade dá a menor quantidade, que é um talento. Na verdade esse um talento é uma oportunidade que está recebendo aquele servo que não tem capacidade administrativa, para que desenvolva essa capacidade.


De fato confirma-se que os que o Senhor julgou terem mais talentos, correspondem a sua confiança, e portanto acabam por receberem mais talentos para sua administração, e o servo que o Senhor julgou não ter capacidade confirmou sua incapacidade, não adminstrando bem o único talento que recebeu. Dessa forma até esse um talento lhe foi retirado e ficou sem nada.

Portanto se Deus confia a fortuna em algumas mãos é porque reconhece nessas pessoas capacidade para bem administra-la e com ela impulsionar o progresso, frutificando o que receberam.

O homem rico, no entanto em geral (Existem excessões) não quer saber de Deus. Esquece de Deus e com raras excessões, procura desfrutar dos bens que possui de forma extravagante. Deixa que lhe suba à cabeça, a idéia de que é mais merecedor que seus irmãos e que é um ser superior. Deixa que lhe exacerba o orgulho e a vaidade que por certo lhe conduzirão a ruina. à falta de paz.


No Rio de Janeiro viveu uma celebridade que encarna bem esse papel. Trata-se do PLAYBOY carioca Jorginho Guinle. Esse rapaz ainda solteiro, Herdou de sua família uma fortuna na época de 100 milhões de reais. Gabava-se de nunca jamais ter trabalhado em toda sua vida, e tornou-se célebre pelas festas regadas a bebidas e vinhos, por ser Ateu e ter vivido uma vida que muitos por certo invejariam. Casou-se tres vezes com mulheres monumentais, e namorou várias celebridades de hollywood, inclusive a célebre Marilyn Monroe. Gastou toda sua fortuna em farras até que ficou pobre vivendo de uma parca pensão de 1500 Reais do INSS, e da ajuda dos amigos ricos que o respeitavam pelo seu nome. Como todo moço rico, e soberbo, era ateu o que fazia questão de apregoar.


Apesar de tudo fez algumas coisa boas. Criou seus filhos, um dos quais tornou-se um célebre artista plástico, falava sempre bem de suas mulheres, mesmo que não se entendesse com elas, e era um homem fino e culto, tornando-se um símbolo Carioca do "way of life carioca". entendia tudo de Jazz e até escreveu o primeiro livro sobre Jazz no Brasil. Vinicius de Moraes dizia que ninguém entendia mais de Jazz do que ele. Ajudou muitos dos seus amigos ricos em diversas situações, inclusive nas dores de cotovelo. Era leve, despreocupado com o dinheiro quando muitos são por demais preocupados o que é um erro e ajudou muita gente.



Jorginho Guinle nunca soube o valor do dinheiro: ele só sabia gastar. Dois dias depois de ter passado a noite com a deslumbrante atriz Hedy Lamarr, considerada então a mulher mais bonita de Hollywood, recebeu dela uma cartinha dizendo que gostaria muito de ter, como recordação dos maravilhosos momentos que passaram juntos, um desenho de Picasso à venda numa determinada galeria.


O preço era US$ 70 mil -- isso nos anos 40 --, e ele achou tão normal que pediu o dinheiro emprestado a um primo para poder comprar.

Esse primo não emprestou, disse que ele estava louco, e Jorginho então mandou uma cartinha de volta dizendo que não havia comprado porque ela valia muito mais que isso. (Devia ser GASTOSO e não própriamente GOSTOSO)

Durante muitos e muitos anos sua vida foi dedicada a frequentar todas as festas no Rio, Hollywood, Nova York, Paris, e a conquistar todas as mulheres que pudesse. Sua preferência eram as atrizes de cinema, mas sua primeira mulher, Dolores, talvez tenha sido a mais bonita de todas elas. Bonita, não: deslumbrante -- e altíssima.


Baixinho, Jorginho não estava nem aí: usava uns sapatos feitos especialmente para ele, que tinha um salto interno com o qual ele ganhava uns 8 centímetros. Continuava mais baixo do que suas namoradas, mas um pouquinho menos.


Jorginho era um profundo conhecedor de música americana; sua coleção de discos era famosa, e quando ia a Nova York, dividia seu tempo entre as festas e os clubes de jazz. Além disso, estudava filosofia, mas não contava isso para quase ninguém. Era uma ótima companhia: leve, bem educadíssimo e sempre muito bem humorado.

Mesmo depois que perdeu tudo --e foi tudo mesmo, não sobrou absolutamente nada-- ele mudou. Nunca se queixou da vida com ninguém, e nunca deve ter entendido direito essa coisa estranha que é o dinheiro um dia acabar.

Esqueceram de ensinar a ele que isso às vezes acontece.
Nos últimos anos ele mudou de casa algumas vezes: morou com uma filha, com uma amiga, e corria o boato que um seu velho amigo lhe dava uma pequena mesada para seus também pequenos gastos. Alguns bons restaurantes da cidade não cobravam suas contas, em nome dos velhos tempos, e por isso Jorginho, sempre elegante, só os frequentava sozinho e muito raramente.


Nos seus 88 anos de vida Jorginho nunca trabalhou um dia sequer; ele nem imaginava o que era isso. Mas que ninguém ouse pensar que a falta de dinheiro em algum momento modificou o velho playboy no que ele levava mais a sério: a conquista das mulheres. Sempre com um risinho maroto, uma conversinha mole, quando elas viam, já era.

Em relação a elas, ele só tinha uma exigência: que fossem muito bonitas. Estou pensando e não lembro de ter visto, jamais, Jorginho acompanhado de uma mulher feia --ou baixa.
Ele foi o último de um tempo que se acabou para sempre e morreu onde passou grande parte de sua vida: no Copacabana Palace, que, aliás, pertenceu a seu tio Octavio Guinle.

Jorginho Guile, foi herdeiro milionário brasileiro.Viveu numa época áurea do Rio de Janeiro entre a década de 1930 a 1950, onde conheceu e acredita-se que tenha tido relações amorosas com diversas atrizes de Hollywood, como Marilyn Monroe e Hedy Lamarr.

Morou no hotel Copacabana Palace (fundado por seu tio, Octávio Guinle) até sua morte, gabando-se de nunca ter tido de trabalhar na vida.Gastou muito de sua fortuna com ininterruptas festas luxuosas, viagens pelo mundo, presentes e mulheres, entra elas Rita Hayworth, Romy Schneider, Kim Novak, Ava Gardner, Susan Hayward, Jayne Mansfield, Marlene Dietrich e Janet Leigh.

Jorge se orgulhava de ter gasto a fortuna de quase R$ 100 milhões que lhe foi deixada de herança. "Vivi o que quis, quando eu quis" frase sobre a qual ele mesmo se definia.Guinle também escreveu o primeiro livro ediatdo no Brasil sobre jazz ("Jazz Panorama"), uma de suas paixões. Sua autobiografia foi intitulada "Um século de boa vida". Era também declaradamente ateu.

Acabou se casando três vezes: com a norte-americana Dolores Sherwood, Lolita Salles , jovem criada em Ipanema, e Maria Helena, integrante da classe média baixa de Copacabana.


Jorge Guinle é enterrado no Rio


O corpo do playboy Jorge Guinle foi enterrado no cemitério São João Batista, em Botafogo (zona sul), às 11h40, no jazigo da família.

A pedido dele não houve velório. A cerimônia foi simples, já que Guinle era ateu.

O enterro durou apenas 20 minutos e o corpo foi acompanhado por um grupo pequeno, de 30 pessoas.

Apenas duas coroas de flores foram enviadas: uma da direção do hotel Copacabana Palace e outra da empresa de aviação Varig e do grupo que apresenta o espetáculo Constellation, no Teatro da Arena Café Pequeno, que relata momentos da vida de Jorginho.



Amigos lembram o homem culto e refinado que ele foi:
Yonita Salles, ex-mulher - Jorge é uma lenda. Amou muito esse Rio de janeiro e deixou uma imagem de alegria. Ele foi felicíssimo. Morreu no lugar que mais gostava. Se todo mundo tivesse morrido como ele, morreria feliz.


Eduardo Guinle, ex-presidente da Riotur e primo de Jorginho - Ele era um playboy muito diferente do de hoje. Naquela época, ser playboy significava ter uma grande bagagem cultural, charme, glamour. E hoje isso está muito mais ligado ao dinheiro. Ao contrário do que acontece com grande parte dos playboys de hoje, ele nunca se promoveu. Foi o centro das atenções da mídia nacional e internacional de forma espontânea.


Vera Loyola, socialite - Ele nunca foi contra os emergentes. Jorginho não era um trabalhador na expressão da palavra, mas admirava quem era alguma coisa como fruto do seu trabalho. Ele não precisava suar, porque vinha de família rica, mas era uma espécie de promoter do Brasil. Foi o primeiro a convidar artistas estrangeiros para vir o Brasil. Um trabalho que ele fazia com o seu dinheiro, levando o nome do nosso país para fora. E ainda namorava muito, porque ninguém é de ferro. Acho que ainda não surgiu um playboy como ele.


Ruth de Almeida Prado, socialite - Ele já dizia que preferia morrer. Por isso não quis se operar. Acho que para ele foi a melhor solução, pois os riscos eram muito grandes. Além disso, tem uma hora que você já está cansado mesmo. Ele adorava muito a vida, mas não tinha nada contra a morte.

Narcisa Tamborindeguy, socialite - Ele era uma pessoa generosa, bondosa e nunca falou mal de mulher. Mesmo as ex-mulheres dele sempre foram deusas.



UM GUINLE DIFERENTE


Um exemplo totalmente oposto dentro da família Guinle é o do seu sobrinho que esse sim procurou administrar bem o dinheiro da família.



Veja o link em http://www.terra.com.br/istoedinheiro/345/negocios/345_guinle.htm






7 comentários:

  1. se a riqueza nos coloca em desvantagem, prefiro ficar em desvantagem

    ResponderExcluir
  2. Prezado LIRO

    E quem não preferia? A questão é que o nosso inconsciente não valoriza a riqueza. Ele valoriza a nossa evolução. Garanto-te que existem muito mais pessoas ricas infelizes do que o contrario, e as situações da vida como a riqueza ou a pobreza são colocadas no nosso caminho para que possamos evoluir. Na verdade é um teste no qual a mioria sucumbe, além de se ver em uma situação que desperta inveja e todo tipo de falsidade. Isso atrai muita infelicidade.

    Saudações

    ResponderExcluir
  3. é vejo que,todos dizem a mesma coisa sempre,até parece que todos que dizem que o dinheiro e a causa da infelicidade.de muitos,até parece que muito já foram milionário algum dia,eu não acredito nisso que o dinheiro,e felicidade não combina,pois acho que quem fala isso é porque nunca sentiu ou nunca vai sentir o gostinho de ter ele ao seu favor,são argumentos sim de pessoas que acredita naquilo que os outros pensam e acredita tambem ,ou seja,mentes uniformizadas,e padronizadas...hehe obrigado

    ResponderExcluir
  4. Aqui pertinho de nós temos um exemplo dos problemas que o dinheiro pode trazer, e o exemplo clássico foi o daquele milionário da mega sena. Ao ficar milionario, arranjou de imediato uma mulher muito mais jovem e bonita que se consorciou a ele por causa do dinheiro. Essa mulher então traiu-o com um segurança e tramou sua morte com o mesmo, objetivando ficar com sua fortuna. Infelizmente o planejado se concretizou e o milionario morreu mais cedo do que poderia. É um caso clássico de INFELICIDADE que tem como causa o dinheiro. É óbvio que o dinheiro pode trazer felicidade se o seu administrador tiver sabedoria e souber administrar sua vida. Normalmente o dinheiro em grande quantidade está associado a uma missão na terra. Se o seu administrador decidir utiliza-lo apenas para proveito próprio sem pensar em absolutamente no mundo que o cerca, sua decadência moral e espiritual será fatal e el amargará mais cedo do que pensa os frutos amargos da sua insensibilidade. Temos que pensar que o mundo está cheio de miseráveis. Porque será que dentro de um quadro desses, Deus nos propiciou (Já que tudo acontece pela sua vontade) mais recursos? É obvio que há uma finalidade por trás disso. Não é errado pensar no próprio bem estar, e utilizar o dinheiro para isso. Errado é olhar só para o próprio umbigo e esquecer do mundo que nos cerca, porque os ricos tem sim uma missão nesse mundo.

    ResponderExcluir
  5. ter dinheiro, não é o problema, mas como se usa é o problema, ele tinha méritos para ter essa riqueza, em algum momento de sua existencia ela veio para que ele pudesse aprender algo com ela,se ele aprendeu eu não sei, ele saberá.

    ResponderExcluir
  6. Exatamente isso. No mundo material valorizamos a riqueza, o bem estar e o conforto. No mundo espiritual que é a nossa verdadeira pátria, é o contrário. Invariavelmente não queremos ser ricos quando estamos no mundo espiritual, porque é uma prova muito perigosa. A maioria dos que nascem e vivem ricos, resvalam para o orgulho, a vaidade e a ganância e atraem também falsidades, interesses, falsos amores e falsas relações. No entanto ser rico não é um pecado. Se bem aproveitada, a riqueza pode ser um importante instrumento de impulsão do progresso e bem estar de outros semelhantes. É um erro querer utilizar a riqueza unicamente para o nosso bem estar, sem pensar no próximo. Não é errado querermos e buscarmos o bem estar e a satisfação das nossas necessidades, mas é um erro fazermos estravagancias quando ali ao nosso lado outros padecem daquilo que temos de sobra. A falta de preocupação com o outro é o verdadeiro problema.

    ResponderExcluir
  7.  Gostei muito do texto, concordo plenamente com a conclusão, e mais, se todos tivesse a coragem de trabalhar na dignidade, a miséria seria menor, pois a mão-de-obra, a criatividade e a sabedoria, mesmo que pouco, tem seus valores materiais também, mas a pergunta ainda fica. Eu reflito muito sobre este questionamento e não acredito na resposta de homem algum que viva pelo dinheiro. Como que numa Terra livre, pertencente a todos, alguns tem tudo e outros nada. Está mais que na cara que a ganancia está por trás disto.
     Tenho medo do homem que é convincente com a palavra mas tem uma teoria errônea. Este sim poderia acabar com a miséria. Mas poderia também acabar com a paz.

    ResponderExcluir

Todos podem comentar e seus comentários receberão uma resposta e uma atenção personalizada. Seu comentário é muito bem vindo. Esse espaço é para participar. Te aguardamos e queremos seu comentário, mesmo desfavorável. Eles não receberão censura. Poderão apenas receber respostas, ou tréplicas.