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terça-feira, 14 de abril de 2015

Não seja tu como o GADO que é levado para onde o vaqueiro quer. Use a cabeça. Informe-se. Raciocine.

Temos visto pela Internet e pelo You Tube a ação de grupos que querem desestabilizar o Brasil e o Governo. Esses utilizam-se de todos os recursos que lhes caem à mão. 

Deram agora para espalhar que estamos a beira de uma guerra civil, que o PT tem guerrilheiros preparados para tomar o poder inclusive com a ajuda de países da América do sul.

Como toda afirmação, essa é tão descabida que eles não apresentam nenhuma evidência sequer. São coisas plantadas sem o menor cabimento, mas o pior é que acabam por insuflar um clima de terror e com isso podem aliciar pessoas inocentes que embarcam nessas invencionices.

Entretanto chegam-nos informações como pode ser visto aqui, de grupos financiados de fora, pelos Estados Unidos que utiliza seus laranjas evidentemente, com o objetivo de fomentar grupos que objetivam criar revoltas populares. Foi a tática empregada na Líbia, no Egito e nos países da primavera Arabe. Também na China, onde já se pode identificar protestos, na Rússia idem. 

Agente de Desestabilização de Governo
Em 3 de abril de 2014, a imprensa revelou que a partir de 2009, a USAID organizou e participou ativamente em uma operação secreta americana para derrubar o governo de Cuba, com a criação de uma rede Twitter falsa visando provocar uma "Primavera Cuban". O programa foi financiado pelo governo dos EUA e criou uma rede semelhante ao Twitter, mas falsa, com o objetivo de criar uma comoção e incitar uma revolta popular levando a queda do governo cubano. O programa, chamado de ZunZuneo, também armazena dados dos assinantes cubanos e informações demográficas, incluindo seu gênero, idade, receptividade e tendências políticas.

O nome ZunZuneo se relacionada ao nome do pássaro colibri em Cuba - o zunzún. O projeto foi iniciado em 2009, depois da prisão do americano Alan Gross, que executava missão clandestina da USAID em Cuba e foi condenado à prisão quando foi descoberto.

Os usuários não sabiam que o projeto foi criado por uma agência dos EUA ligada ao Departamento de Estado, nem que os americanos coletaram informações pessoais sobre eles para que esses dados fossem usados para fins políticos.

Os organizadores do ZunZuneo criaram uma rede que pareceria negócio legítimo. Criaram um portal de internet, e uma campanha, de maneira que os usuários pudessem se inscrever e enviar suas próprias mensagens de texto a grupos de sua escolha.

A USAID e seus contratantes tentaram esconder que o projeto tinha ligações diretas com Washington. Para tal, criaram uma rede de empresas de fachada com sede em Espanha e contas bancárias nas Ilhas Cayman, na tentativa de esconder as transações financeiras e recrutaram executivos de empresas privadas para fazer parte da fachada do projeto, de forma que não ficasse claro que o projeto foi financiado com o dinheiro dos contribuintes americanos e estava sendo executado pela USAID.

"Não será mencionada a participação do governo dos Estados Unidos", disse um relatório da empresa Mobile Acord, uma das empresas que colaborou com o programa como contratadas. "É absolutamente crucial para o êxito a longo prazo do serviço e para garantir o cumprimento da missão." No Peru, entre 1995 e 2000, a USAID foi acusada, juntamente com a UNFPA, de apoiar financeiramente um programa de esterilização forçada, implementado durante o governo de Alberto Fujimori. Segundo o Ministério da Saúde do Peru, nesse período 331.600 mulheres e 25.590 homens foram esterilizados.

A revelação do programa veio confirmar afirmações anteriores de Raúl Castro que em janeiro de 2014, havia afirmado haviam tentativas contra de introduzir o capitalismo neocolonial em Cuba.


São os BRICS agora incorporando a Africa do Sul, que recentemente criaram um BANCO que lhes irá socorrer e financiar, correndo por fora da influência NEFASTA dos Estados Unidos.
16/07/2014 10h52 - Atualizado em 16/07/2014 10h52 
Durante a VI Conferência de Cúpula dos Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia,China e África do Sul, foi anunciado o acordo que oficializa a criação do chamado Novo Banco de Desenvolvimento (NBD).
Veja abaixo perguntas e respostas e saiba como será esse banco:
Quem participa?
Os Brics - países emergentes considerados subdesenvolvidos, mas que, nas últimas décadas, apresentaram um crescimento industrial alto. Pertencem ao grupo: Brasil, Rússia, Índia, China e, mais recentemente, África do Sul.
Qual o objetivo dessa nova instituição?O banco foi criado com o objetivo de financiar projetos de infraestrutura em países emergentes.
Como o banco foi criado?O projeto do banco dos Brics vem sendo discutido desde 2012. No ano passado, em Durban, na África do Sul, os cinco países deram sinal verde tanto para essa iniciativa. O NBD foi criado à semelhança do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Qual será o capital desse banco?O NBD vai ter capital inicial de US$ 50 bilhões, divididos igualmente entre os membros fundadores. Entretanto, esse valor pode chegar a US$ 100 bilhões. Os empréstimos também poderão ser concedidos a países emergentes fora dos Brics.De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, os países terão prazo de sete anos para disponibilizar o valor, em parcelas crescentes. No caso do Brasil, o aporte virá de recursos do Tesouro.
Outros países poderão participar?O acordo também permite que novos países se associem ao banco. Entretanto, os cinco fundadores deverão manter um mínimo de 55% de participação conjunta.
Quais serão as atribuições do Brasil?O Brasil poderá indicar o primeiro presidente do Conselho de Administração do banco. Já a Índia terá o direito de indicar o primeiro presidente e, a Rússia, o presidente do Conselho de Governadores. A China venceu a disputa para sediar a instituição, que ficará em Xangai. A África do Sul vai sediar o Centro Regional Africano do banco.
Haverá rotatividade no comando?Pelos termos do acordo, haverá rotatividade na presidência do banco. Depois da Índia, o Brasil terá direito a chefiar a instituição, seguido por Rússia, África do Sul e China. Os mandatos serão de cinco anos. A criação do banco precisa ser aprovada pelos Congressos dos países para sair do papel.
Quais são os desafios do NBD?Por exemplo, evitar uma influência excessiva da China sobre o banco, segundo especialistas. O PIB chinês é maior que o de todas as outras economias dos Brics juntas e também é o que mais cresce – expandindo-se a uma taxa de mais de 7% ao ano.Outro desafio será garantir que os projetos financiados por seus recursos realmente promovam "desenvolvimento".
Como é a economia de cada um desses países?Veja alguns números com base na Publicação Conjunta com Dados sobre os Países do BRICS, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Brasil
PIB (2012): US$ 2,246 trilhõesPIB per capita (2012): US$ 11.171Desemprego (2012): 6,1%População (2013): 201 milhõesCapital: BrasíliaMoeda: Real
Rússia
PIB (2013): US$ 2,096 trilhõesPIB per capita (2013): US$ 14.604Desemprego (2013): 5,5%População (2013): 144 milhõesCapital: MoscouMoeda: Rublo
Índia
PIB (2013): US$ 1,726 trilhãoPIB per capita (2013): US$ 1.418Desemprego (2012-2013): 5,3%População (2011): 1,211 bilhãoCapital: Nova DelhiMoeda: Rúpia
China
PIB (2013): US$ 9,185 trilhõesPIB per capita (2013): US$ 6.768Desemprego (2013): 4,1%População (2013): 1,357 bilhãoCapital: PequimMoeda: Yuan
África do Sul
PIB (2012): US$ 382 bilhõesPIB per capita (2011): US$ 7.810Desemprego (2012): 25,1%População (2011): 52 milhõesCapital: PretóriaMoeda: Rand
Os EUA como país, fomenta organismos de socorro mundial como o FMI e o Banco Mundial que emprestam dinheiro e são organismos destinados a dar aval para que os Bancos em geral possam emprestar aos países que eventualmente estejam em dificuldade.
Instituições como o Banco Mundial e o FMI são instrumentos de pressão do imperialismo contra os países atrasados. Em 2011, por exemplo, o Banco pressionou o Brasil a arrochar salários e de controlar a disponibilidade de empréstimos. Tratava-se de uma pressão, que continua até agora, para que o Brasil implante políticas de “austeridade”, que na verdade significa repassar o peso da crise para as costas dos trabalhadores.
Em contra partida a esses empréstimos, estabelecem restrições fiscais e econômicas que visam no fundo paralisar as economias dos países que potencialmente estejam em condições de tornarem-se potências econômicas que venham a ameaçar a hegemonia da nação Norte Americana.

A tática americana em verdade é emprestar dinheiro disfarçado de "AJUDA AO DESENVOLVIMENTO" para que os países propensos a se tornarem potências econômicas venham a se endividar até o ponto de não poderem mais honrar seus empréstimos. Depois vem as restrições Neo Liberais. O país fica amordaçado. Essa tática foi empregada no Brasil, depois que o impe cílio a ela foi afastado, ou seja o governo João Goulart.

Os Estados Unidos são os principais algozes dos povos latino-americanos. Nos anos 1960 e 1970 fomentaram os golpes militares que se sucederam do lado do Atlântico e do Pacifico. Sob sua inspiração, e comando direto, alastraram-se as ditaduras fascistas de Norte a Sul. Era a resposta que davam aos anseios de progresso das massas, às lutas destemidas pela democracia e a libertação nacional. Sem contar com suficiente apoio político, apelaram para os generais dos diversos países treinados nas Academias e Escolas de Guerra dos Estados Unidos, onde se incutem as idéias desnacionalizantes da propalada interdependência, as concepções do anticomunismo e do elitismo de casta. Usurpando o Poder, os regimes castrenses desbravaram o caminho à penetração das multinacionais, entregaram as riquezas naturais aos monopólios alienígenas, contraíram dívidas vultosas que escravizam as nações latino-americanas aos banqueiros da América do Norte, da Europa, do Japão.
João Goulart opunha-se firmemente a pegar emprestado acima da capacidade do país de pagar seus empréstimos segundo suas próprias palavras.
Cinquenta anos depois do golpe de Estado dos militares, em 1 de abril de 1964, e da derrubada do presidente João Goulart, não existe nenhuma dúvida do apoio ativo do Governo dos Estados Unidos, do Banco Mundial e do FMI. Em 2 de abril de 2014, uma organização não-governamental nos Estados Unidos, a National Security Archive (NSA!) publicou uma impressionante série de documentos oficiais desclassificados que demonstram a cumplidade de Washington com os militares brasileiros que derrubaram há 50 anos o regime democrático de João Goulart.
Eric Toussaint
Na tese de doutorado que defendi em 2004 nas universidades em Paris VIII e Liège|1|, abordei o apoio concedido por Washington, pelo Banco Mundial e pelo FMI aos militares brasileiros. Neste cinquentenário reproduzo um extrato dessa tese.
Apoio à junta militar do Brasil que derrubou o presidente João Goulart
O regime democrático do presidente João Goulart foi derrubado pelos militares em abril de 1964. Os empréstimos do Banco Mundial e do FMI, que haviam sido suspensos durante três anos, se reiniciaram pouco depois .
Façamos um resumo sucinto dos acontecimentos: em 1958, o presidente brasileiro Kubitschek teve que abrir negociações com o FMI para receber um empréstimo dos Estados Unidos de 300 milhões de dólares. Finalmente, Kubitschek rechaçou as condições impostas pelo FMI e dispensou o empréstimo. Isto lhe valeu uma grande popularidade.
Seu sucessor, João Goulart, anuncia que poria em prática uma reforma agrária radical e que iria proceder a nacionalização das refinarias de petróleo: os militares o derrubaram. No dia seguinte ao golpe, os Estados Unidos reconheceu ao regime militar. Pouco depois, o Banco Mundial e o FMI reiniciaram a política de empréstimos suspensa. Por sua vez, os militares aboliram as medidas econômicas criticadas pelos Estados Unidos e FMI. Destaquemos que as instituições financeiras internacionais consideraram que o regime militar tomava medidas econômicas sãs (sound economic measures), ainda que o PIB tenha recuado 7% em 1965 e milhares de empresas tivessem quebrado. O regime organizou uma forte repressão, proibiu as greves, provocou uma forte que do salário real, suprimiu as eleições por sufrágio direto, decretou a dissolução dos sindicatos e recorreu com regularidade à tortura.
Gráfico 1. Brasil: desembolsos do Banco Mundial
Fonte: Banco Mundial, CD-Rom GDF. 2001
Os militares que vieram depois danaram-se a pegar emprestado, para financiamento de projetos mirabolantes como a TRANSAMAZÔNICA, A FERROVIA DO AÇO, AS USINAS NUCLEARES etc... Tudo isso tocado a generosas propinas pagas sob toda forma, inclusive disfarçadas de cargos de direção em Bancos inter nacionais.


TRANSAMAZÔNICA - BR 230 E BR 163


Durante o governo do General João Batista de Figueiredo, o Brasil sucumbiu e foi ao FMI de joelhos e lá ficou. Seguiram-se as décadas perdidas de 1970 a 1980, de 1980 a 1990 e afinal o PT de Lula, modificando o receituário Neo Liberal, deu ênfase a tendência industrial do Brasil, revitalizando a construção Naval, os projetos industriais, o incentivo às plataformas petrolíferas construídas no Brasil, o incentivo ào Agro Negócio, gerando dessa forma caixa, formando um fundo soberano de 300 bilhões de dólares e pagando a dívida do FMI, soltando as amarras do Brasil que dessa forma tornou-se novamente soberano e dono da sua política interna sem precisar de aval de Banco internacional nenhum. Sua política de aproximação com a China e outros países, principalmente os BRICS contrariando os EUA foi genial no sentido de tornar-nos independentes.

APERTOS NÃO PERMITEM O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

O Brasil passou a atrair investimentos como até hoje o faz, não por causa da sua taxa de juros que é a maior do mundo, mas por causa do seu potencial para gerar riqueza. Os BRICS passaram a ser o novo ELDORADO da economia do mundo, atraindo os investimentos que antes preferiam a segurança de países como os Estados Unidos.

Para destruir as economias emergentes e assim manter o projeto do "NOVO SÉCULO AMERICANO" que tal promover a derrubada e desestabilização dos países que pertencem ao BRICS.

Ou melhor. Se você quer que o Brasil acabe com sua relação com os BRICS e volte aos apertos da era FHC, participe das passeatas em protesto contra a presidente DILMA. Meus pêsames. Vamos então voltar aos apertos, aos ajustes fiscais, ao FMI, à subserviência Norte Americana, ào analfabetismo, à miséria generalizada.

Quem gosta de pobreza é o PSDB.




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