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terça-feira, 17 de junho de 2014

AS PORTAS DA GUERRA NUCLEAR.

Tal como o século XX iniciou, também o século XXI inicia com propostas de paz, e progresso entre os povos, entretanto mentes malignas levaram o planeta a duas das mais sangrentas guerras de todos os tempos da humanidade no início do século XX. O clima de insegurança que se seguiu levou-nos a um período de paz que por muito pouco não foi quebrado.

Entretanto enganam-se aqueles que pensam que o homem já adquiriu maturidade para não mergulhar novamente nas guerras. O Clube BILDERBERG que se reúne para traçar a agenda global, ou seja traçar medidas para icrementar o interesse das famílias mais ricas do planeta, já pretende implementar ações no sentido de fazer valer seus interesses, indo de encontro ao interesse de toda a raça humana.

Não é novidade para ninguém que foram eles quem financiaram Hitler e dessa forma levaram a humanidade a duas Guerras mundiais, onde mais de 50 milhões de vidas foram perdidas. Hitler já sabemos não se matou, mas permaneceu vivo em uma mansão em local ermo e isolado na patagônia Argentina, indo a jantares e eventos que eram oferecidos por simpatizantes Nazistas que se sentiam privilegiados em contar com a presença de Hitler nesses eventos. Tudo isso foi acobertado pelos Americanos em troca de informações e segredos militares, e também provavelmente porque não tinham interesse em que Hitler revelasse os conchavos que existiram para sua subida ao poder, financiamentos concedidos etc...

Tudo isso faz parte de um planejamento maior, que é o planejamento dos Illuminatis. Nesse momento chegam-nos rumores de que algo muito grave se aproxima. Provavelmente uma terceira e mortífera guerra mundial dessa vez com artefatos  atômicos. Ninguém sabe o que existe nos arsenais Americanos, mas rumores indicam que eles possuem uma sofisticada tecnologia de guerra que supõem os tornará imbatíveis, o que inclui Tecnologias envolvendo DRONES que são robôs voadores, jatos não tripulados, ogivas atômicas mortíferas com potenciais tão elevados de destruição em massa que ninguém pode prever seus efeitos, já que nunca foram experimentados.

Normalmente quando uma tecnologia militar chega ao conhecimento do público ela já existe a algo em torno de 10 anos. Foi assim por exemplo com os aviões invisíveis, a tecnologia STELTH.

Enquanto isso a humanidade dorme. Não querem saber disso, acreditam que tudo não passe de TEORIA DA CONSPIRAÇÃO, entretanto ninguém pode hoje criteriosamente discordar dos seguintes pontos.

1- Existe uma força Americana cujo nome é a CIA (CENTRAL INTELIGENCY AGENCY) que não conhece limites para praticar todo e qualquer tipo de crime que seja possível imaginar, até mesmo crimes hediondos, sempre feitos em nome dos interesses da pátria. Torturas, assassinatos, derrubadas de governos, golpes de estado, perseguição a indivíduos e cidadãos, atentando contra seus direitos mais elementares de  criaturas humanas, e muitos outros. São uma verdadeira quadrilha de mafiosos contando com todos os recursos do estado imperial, que vão desde dinheiro sem limites a todo e qualquer aparato tecnológico dos quais nem temos condição de suspeitar ou avaliar.

2 - Para que os Estados Unidos da América implemente ações bélicas, não precisa do Aval da ONU, mas somente de inventar uma razão das mais estapafúrdias possíveis. Foi o que vimos na Guerra do Iraque quando se inventaram mentiras sobre armas químicas e biológicas que depois não se confirmaram.

3 - Os Estados Unidos estão aos poucos eliminando alguns governos hostis como foi o caso de KADHAFI na Líbia, e estão com o IRÃ na sua agenda como a bola da vez. A desculpa dessa vez são ARMAS ATÔMICAS que segundo os americanos poderiam cair em mão não controláveis.
E depois que os Estados Unidos tiverem o seu total poder estabelecido, o que farão?
São 156 países com tropas dos EUA em todo o planeta, 63 países com Bases militares e tropas, 7 países com 13 novas Bases desde 2001. Um total de quase 300 mil soldados americanos espalhados pelo mundo. A presença militar dos EUA no planeta aumentou cerca de 20% desde os atentados de 11 de Setembro. Estes quase 300 mil soldados presentes em mais de 150 países velam pelos “interesses” (DA ELITE das trevas) da única potência mundial.

Uma matéria enviada por nosso amigo Paulo Correia, em um artigo de Hélio Fernandes, dá-nos excelentes pistas.

A letalidade das armas nucleares

Steven Starr, MT (ASCP), graduou-se na
Escola de Profissões de Saúde
da Universidade de Missouri, Columbia,
em 1985. Ele posteriormente trabalhou
como tecnólogo médico durante um
período de 27 anos em vários hospitais
em Columbia, Missouri, incluindo
Columbia Hospital Regional, Boone Hospital Center
e Ellis Fischel Cancer Center, bem como no
Centro de Saúde de Santa Maria, em Jefferson City
Missouri. Starr é atualmente o diretor do
Programa de Ciência Laboratório Clínico
da Universidade de Missouri.

Preste bem atenção à coluna de convidados de Steven Starr “A letalidade das armas nucleares”:   

Washington pensa que a guerra nuclear pode ser ganha e planeja um primeiro ataque nuclear contra a Rússia, e talvez contra a China como forma de prevenção a qualquer desafio a sua dominância mundial.    

Esse plano já está num estado bem avançado enquanto a implementação do mesmo também já está em curso. 

Como eu relatei anteriormente a doutrina estratégica americana foi modificada, e o papel dos mísseis nucleares foi elevado de um papel de retaliação a um papel ofensivo de primeiro ataque. 

Diagrama da V-2, o primeiro míssil balístico do Mundo.

Bases de mísseis antibalísticos (MAB) foram estabelecidas na Polônia nas fronteiras com a Rússia, enquanto outras bases foram sendo projetadas. Quando tudo estiver completo, a Rússia estará completamente cercada por bases militares americanas de mísseis antibalísticos, MAB.  




Uma Rede Militar GLOBAL, dos EUA, à serviço de quem, e com quais objetivos em mente?
Desde o fatídico (e produzido internamente) “atentado terrorista” de 11 de Setembro de 2001, às duas torres do World Trade Center, os Estados Unidos aumentaram sua presença militar no mundo em cerca de 20%, pelo que já tem quase 300 mil soldados estacionados em mais de 150 países e essa ocupação militar vem crescendo e se expandindo (inclusive com países da América do Sul como alvo)…


“O inferno esta vazio. Todos os demônios estão aqui na Terra“. Shakespeare(Saint Germain)

O sábio suíço Jean-Jacques Babel verificou que nestes últimos 56 séculos , a humanidade organizou cerca de 14.500 guerras, que provocaram cerca de três bilhões e meio de mortes. Isso representa cerca da metade da população mundial atual.



… Apesar do argumento explícito usado ser “a luta contra o terrorismo”, uma análise da distribuição das tropas não deixa lugar a dúvidas. A Casa Branca aproveitou a fachada da operação “Liberdade Duradoura” a fim de assegurar para si uma influência decisiva em zonas estratégicas e controlar as reservas de RECURSOS NATURAIS mais ricas do mundo. E essa estratégia é deliberada independente de quem é o fantoche que se senta na cadeira presidencial dos EUA e segue um propósito específico. E ainda quer mais.

GOVERNO DAS SOMBRAS - Comercializando sua liberdade para nossa segurança.



Poderiam existir, e de fato argumentam-se, outras razões. Entretanto, uma análise da distribuição das bases militares norte-americanas não deixa lugar a dúvidas. Os EUA aproveitaram a cobertura da operação militar conhecida como “Liberdade Duradoura“ para instalar bases militares no Uzbequistão (cerca de mil soldados), Tadjiquistão e no Quirquistão (mais de 3 mil). Presença essa que se vê fortalecida pelos 5 mil soldados estacionados nas bases do Afeganistão e mais o Paquistão.



Deste modo os EUA asseguram-se uma influência decisiva e certa capacidade de controle na zona (de influência da RÚSSIA) do Mar Cáspio: a região com reservas de recursos naturais inexplorados mais rica do mundo. Acaso? Altruísmo dos Estados Unidos? Defesa mundial da democracia?



No Golfo Pérsico e Oriente Médio, os Estados Unidos, em conivência com as despóticas (que agora estão sendo removidas uma a uma por “revoluções populares “expontâneas“) monarquias que governam a zona, mantêm mais de 20 mil soldados. Mais de mil entre o Oman, Emiratos Árabes Unidos (UAE) e Qatar; outros mil no Bahrain, que além disso abriga o Estado Maior da Quinta Frota da Marinha dos EUA, e 4800 no Kuwait. Mas é sem dúvida a Arábia Saudita o caso mais significativo.



Barcos e porta-aviões de cinco países Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália e Países Baixos) durante a “Operação Enduring Freedom”, no Mar de Omã.



Operação Enduring Freedom (OEF) (“Liberdade Duradoura”) é o nome oficial dado pelo Governo dos Estados Unidos da América, para a resposta militar aos Ataques de 11 de Setembro de 2001. O principal alvo na oportunidade foi o Afeganistão. A operação foi desdobrada em novas missões: 1. Operation Enduring Freedom – Afghanistan-ASIA CENTRAL (OEF-A); 2. Operation Enduring Freedom – Philippines (OEF-P) (oficialmente “Operation Freedom Eagle”); 3. Operation Enduring Freedom – Horn of ÁFRICA (OEF-HOA); 4. Operation Enduring Freedom – Trans SAHARA-ÁFRICA (OEF-TS); 5. Operation Enduring Freedom – Kyrgyzstan (concluída em 2004); 6. Operation Enduring Freedom – Pankisi Gorge (concluída em 2004)



Neste reino os EUA têm três bases militares e mais de 5 mil soldados, caças F-15 e F-16, aviões “invisíveis” bombardeiros F-117 e aviões de espionagem U-2 e aviões radares AWACS. Se excetuarmos a base ”Príncipe Sultan”, que está próxima de Ryad, a capital, as duas restantes situam-se no início ou no fim dos dois gasodutos que cruzam o país. E mais: uma delas, a base militar de Al Khobar, está junto ao porto petrolífero de Ras Tanura. Parece evidente, portanto, o interesse principal que conduz a estratégia militar dos EUA no Golfo Pérsico: o petróleo.

 
Acima: Assinalada a localização estratégica excepcional da enorme Base Militar de Diego Garcia, dos EUA, que cobre uma vasta área do globo terrestre, entre a costa leste da África, o sul do Oriente Médio, a Península Arábica, Índia, Sudeste Asiático, Indonésia e Austrália !!!

Os mísseis antibalísticos, conhecidos também como a “guerra das estrelas”, são armas feitas para interceptar e destruir os mísses balísticos inter-continentais, ou seja os mísseis de longa distância, (ICBM na sigla inglêsa). 

Na doutrina de guerra de Washington, os Estados Unidos atacariam a Rússia com um primeiro ataque, e qualquer que fosse a força retaliatória ainda disponível da Rússia, essas seriam impedidas de alcançar os Estados Unidos pela proteção dos mísseis antibalísticos, MAB.  

O controle militar da REGIÃO se completa com a base militar de Diego Garcia, em meio ao Oceano Índico. Estas instalações militares, situadas na pequena ilha do Oceano Índico que lhe dá o nome, abrigam 4 mil soldados norte-americanos, super caças, super-bombardeiros B-52 e os letais Bombardeiros B-2 Spirit Stealth. Os habitantes originários da ilha, de propriedade britânica e explorada em conjunto pelos EUA e pela Grã-Bretanha a partir dos acordos confidenciais assinados em 1964 pelas duas potências, foram “transferidos” em 1971 para as ilhas Maurício, a 1500 quilômetros da ilha Diego Garcia.
Entretanto, por vezes as instalações militares dos EUA no estrangeiro não são estabelecidas para controlar os recursos de uma zona ou região, ou assegurar o seu acesso a eles.


A razão dada por Washington para mudar a sua doutrina de guerra foi a possibilidade de que terroristas pudessem vir a obter armas nucleares com as quais pudessem vir a destruir uma cidade norte-americana. 

Uma tal explicação não faz nenhum sentido. Quanto a terroristas trata-se de indivíduos, ou um grupo de indivíduos, não de um país com um poder militar ameaçador. 

Usar armas nucleares contra terroristas iria destruir muito mais que os próprios terroristas, e seria inútil na medida em que um ataque por mísseis convencionais, carregados por um drone, seria o suficiente.   

A razão dada por Washington para as bases dos mísseis antibalísticos, MAB, na Polônia seria a proteção da Europa contra MBIC, mísseis balísticos inter-continentais, do Irã. 

Washington e os governos europeus sabem muito bem que Irã não tem nenhum MBIC, e que esse país nunca apresentou a mínima intenção de atacar a Europa.   

Nenhum governo acredita nas razões invocadas por Washington. Cada um deles compreende que as razões de Washington não são mais que pequenas tentativas de disfarçar o fato de que eles estão a caminho de criar uma capacidade, de fato consumado, que os permita ganhar uma guerra nuclear.   

O governo russo compreende que a mudança da doutrina de guerra americana, e a construção de bases de mísseis antibalísticos nas suas fronteiras, são dirigidas mesmo é contra a Rússia, e que essa seria uma clara indicação de que Washington estaria planejando um ataque ofensivo contra a Rússia, e isso com armas nucleares.   

A China também já compreendeu que as intenções de Washington contra ela são as mesmas. Como eu relatei a vários meses atrás, em resposta às ameaças de Washington a China então tinha chamado a atenção do mundo quanto a sua capacidade de destruir os Estados Unidos, no caso de Washington iniciar um tal conflito.   

De qualquer modo, Washington acredita que ele poderá ganhar uma guerra nuclear, com pouco ou nenhum dano, para os Estados Unidos. Essa crença faz com que uma guerra nuclear apresente-se como provável.   Como Steven Starr deixou bem claro, essa crença baseia-se na ignorância. Uma guerra nuclear não dá a vitória a ninguèm. 

Mesmo se as cidades americanas pudessem ser salvas de um ataque retaliatório da Rússia ou da China pelos mísseis antibalísticos, os efeitos da radiação e do inverno nuclear que viria depois de uma tal colisão com a Rússia ou China iria destruir os Estados Unidos também.   

A mídia, que foi convenientemente concentrada em poucas mãos durante o corrupto governo de Clinton, é cúmplice por ignorar a questão. Os governos dos países subjugados por Washington, tanto na Europa ocidental como na Europa do Leste, assim como os do Canadá, da Austrália e do Japão também são cúmplices, porque aceitam os planos de Washington e fornecem as suas bases militares para a realização desses planos. 

O governo da Polônia, do qual já não há duvidas quanto a insanidade mental, já terá provavelmente assinado a autorização de morte da humanidade, por procuração. O congresso dos Estados Unidos também é cúmplice, porque nenhuma investigação está sendo feita a respeito dos planos do poder executivo de iniciar uma guerra nuclear.

Washinton criou uma situação muito perigosa. A Rússia e a China estando claramente ameaçadas por um ataque nuclear poderiam muito bem atacar primeiro. Porque deveriam sentar e esperar passivamente o inevitável enquanto seus adversários constroem uma capacidade de proteger a si mesmos através dos mísseis antibalísticos? 

Uma vez que esse sistema esteja concluído, a Rússia e a China podem estar certas de que serão atacadas, ao menos que se entreguem incondicionalmente de antemão.

Essa reportagem de 10 minutos aqui abaixo vem da Russia Today, RT. Ela esclarece que o plano secreto de Washington para um primeiro ataque ofensivo contra a Rússia não é na realidade uma coisa secreta. 

Essa reportagem também esclarece que Washington está se preparando para poder eliminar qualquer líder político europeu que não se alinhe com Washington .


A transcrição foi encaminhada pela Global Research :


Os leitores poderiam me perguntar. “Mas o que poderemos fazer?” Aqui está o que poderia ser feito. Você poderia por um fim ao ministério da propaganda não assistindo Fox News, CNN, BBC, ABC, NBC e CBS. 

Você poderia se recusar a ler o New York Times, o Washington Post e LA Times. Deixe simplesmente de lado toda a mídia oficial. Não acredite numa palavra dita pelo governo. Não vote.

Compreenda que o problema, o mal, está concentrado em Washington. Nesse século XXI (treze anos e meio), Washington já destruiu em parte, ou completamente, 7 países. Milhões de pessoas foram assassinadas, aleijadas e deslocadas. Washington não mostrou até agora absolutamente nenhum remorso que fosse quanto a isso, e tampouco o fizeram as igrejas “cristãs”. A devastação inflingida por Washington é apresentada como um grande sucesso.

Washington prevaleceu até aqui e está determinado a se manter em dominância enquanto a perversidade, a desgraça, e o mau absoluto que Washington representa dirige o mundo à destruição.

*Texto de Craig Roberts / Tradução Anna Malm.

BRASIL PODE ESTAR PERTO DE UMA GUERRA


Muitas de nossas mazelas como nação deve-se a interferência de uma outra Nação. Falo dos Estados Unidos da América. Esse país está por trás de vários acontecimentos aqui no Brasil e em toda a América Latina. O golpe militar de 1964 teve por trás uma conspiração tramada e urdida desde seus primórdios nos gabinetes de Washington, que também está por trás da deposição do governo Salvador Allende no Chile e por trás de todas as ditaduras Latino Americanas dos anos 60 e 70. 


Quando ocorreu o retorno à democracia, fato que foi ao mesmo tempo em toda a América Latina, esse retorno se fez sob o comando dos Estados Unidos da América. Eles também estão por trás do domínio que os meios de  comunicação exercem sobre as massas, pois a Rede Globo e outras organizações das telecomunicações e das comunicações operam sob seu comando, como estão por trás de muitas outras coisas como o baixo nível de educação do povo (Não interessa ter um povo educado), o alto nível de endividamento do país, (Os Bancos fizeram grandes empréstimos com o fim de levar o país a um elevado nível de endividamento com o fim de brecar o seu desenvolvimento.).



Todas essas intervenções levaram o país a situação de sumissao em que se encontra hoje, e eles deixaram isso bem claro por meio de declarações do secretário de estado Robert Mc. Namara (Governos Kennedy e Lyndon Johnson) que declarou que os Estados Unidos não desejavam um novo Japão abaixo da linha do equador. Referência clara ao Brasil. O Secretário  de estado Henry Kissinger do governo Geral Ford e George Bush (pai), também declarou mais enfaticamente que os Estados Unidos não permitiriam outro Japão abaixo da linha do equador.


Pois eis que os Estados Unidos querem levar o nosso país a uma guerra, o que já tentaram antes por ocasião do Golpe militar de 1964. Como é notório o presidente deposto João Goulart sabia que os Estados Unidos tinham uma força tarefa nas costas Brasileiras prontas para entrar em ação com o objetivo de apoiar  o Golpe Militar (Operação Brother Sam). As tropas que apoiavam o presidente João Goulart se concentravam no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul por conta do TERCEIRO EXÉRCITO. E as forças revoltosas tinham vindo de Minas e outra parte estava em São Paulo chefiada pelo General Mourão filho que negou apoio a Jango apesar de ser padrinho de casamento de uma das filhas de Jango, depois de um duro diálogo por telefone. Queriam os Americanos fazer no Brasil o que fizeram na Coréia e no Vietname. Dividi-lo em dois. João Goulart resolveu renunciar pois entendeu que um tributo em sangue muito grande seria exigido do povo Brasileiro e ele não quiz isso. Foi uma decisão difícil que revoltou muitos aliados, que não entenderam seu gesto.



Pois eis que agora lentamente os Estados Unidos que vêem no Brasil o celeiro do mundo, dono de expressivas cotas de agua doce, e mata nativa, bem como amplas glebas de terras cultivaveis, em um mundo que caminha para a exaustão de recursos naturais, vem lentamente estabelecendo seu cerco.



Está estabelecendo BASES MILITARES em torno do Brasil em seus visinhos Latino Americanos. O subterfúgio para a guerra é muito fácil. Os Americanos são mestres em montar mentiras. Veja por exemplo que para invadir o Iraque mesmo contra a determinação da ONU eles inventartam que o IRAQUE estava fabricando ARMAS QUÍMICAS. Não encontraram nada. O filme "ZONA VERDE" conta essa farsa em alguns detalhes. Eles podem por exemplo dizer que o Brasil está devastando a Amazônia que é o PULMÃO DO MUNDO para justificar uma ocupação da Amazônia. O povo Brasileiro se isso vier a acontecer não irá lutar, porque o povo Brasileiro gosta muito mesmo é de Carnaval, Samba e Copa do Mundo.







Leia, abaixo, a entrevista concedida no escritório de seu amigo, o secretário-geral do Ministério de Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães ( Nota : o secretário-geral é o segundo em importância logo após o Chanceler).



Agência Brasil: O que o senhor diz da presença dos Estados Unidos na América do Sul?
Moniz Bandeira: Os Estados Unidos estão realmente criando, já há muitos anos, um cinturão em volta do Brasil.

ABr: De bases militares?
Moniz Bandeira: De bases militares sim. Base de Manta, no Equador, e outras, no Peru, na Bolívia. Algumas são permanentes, outras são para ocupação ocasional. Como essa do Paraguai, que não é propriamente uma base: eles têm uma pista construída desde a década de 80, maior do que a pista do Galeão (no Rio de Janeiro, a maior pista de pouso do Brasil, com4.240 metros de extensão). Agora a notícia é que terão 400 soldados (norte-americanos, no Paraguai). Fazem exercícios conjuntos, juntam grupos para fazer exercícios perto da fronteira do Brasil ou em outros pontos. O mais curioso nisso tudo, e aí sim levanta muita suspeita: primeiro, a concessão de imunidade aos soldados americanos; segundo, a visita de Donald Rumsfeld (secretário de Defesa dos EUA) a Assunção, capital do país; terceiro, o fato de que Dick Cheney (vice-presidente norte-americano) recebeu nos Estados Unidos o presidente do Paraguai. O que representa o Paraguai para os Estados Unidos? Isso é só uma forma de perturbar o Mercosul.

ABr: Analistas dizem que hoje o Paraguai cumpre a função de aliado dos EUA, que um dia cumpriu a Argentina, com o presidente Carlos Menem, e depois o Uruguai, com Jorge Battle.
Moniz Bandeira com Brizola


Moniz Bandeira: É o que eles tentam, primeiro a Argentina de Menen, depois o Uruguai de Battle, agora querem manipular o Paraguai. É uma situação delicada. O Paraguai não tem peso. Inclusive, se o Brasil fiscalizar a fronteira, acaba o Paraguai, porque a maior parte das exportações do Paraguai é contrabando para o Brasil. O Paraguai, oficialmente, destina ao Brasil mais de 30% de suas exportações. Se considerar o contrabando, sobe para mais de 60%. E mesmo para exportar para outros países depende substancialmente do Brasil, dos corredores de exportação que levam para os portos de Santos, Paranaguá e Rio Grande. O Paraguai é um país com muitas dificuldades, se superestima, e não cai na realidade. Cada país tem que ver suas limitações, relações reais de poder. O Paraguai é inviável sem o Brasil e a Argentina. A Argentina está solidária com o Brasil, não tem interesse no Paraguai como instrumento dos Estados Unidos para ferir o Mercosul.

ABr: Onde estão, especificamente, os militares norte-americanos que formam esse "cinturão" ao redor do Brasil?

Moniz Bandeira: Eles se estendem desde a Guiana, passam pela Colômbia... Sobretudo não são militares fardados, mas empresas militares privadas, que executam uma série de serviços terceirizados para os Estados Unidos. O Pentágono está terceirizando a guerra. Eles criaram, já há algum tempo, desde o início dos anos 90 as Military Company Corporations [Companhias Militares Privadas, em inglês], que executam os serviços militares justamente para fugir às restrições impostas pelo Congresso americano. Pilotam aviões no Iraque, por exemplo. As companhias militares privadas estão fazendo tudo, até torturando. Com isso, escamoteiam as restrições impostas.

ABr: Existem também operações secretas?
Moniz Bandeira: Sim, mas isso é outra coisa. Sabemos dessas informações. Se você ler os jornais, verá, às vezes, que foi interceptado um avião americano no Brasil que voava da Bolívia para o Paraguai clandestinamente. Essas informações estão espalhadas em vários lugares.

ABr: Qual a razão desses militares norte-americanos na América do Sul?
Moniz Bandeira: Diversos fatores. As bases permitem a manutenção de grandes orçamentos para o Pentágono. Por causa da indústria bélica, do complexo industrial militar nos EUA, eles precisam gastar seus equipamentos militares para novas encomendas. É um círculo vicioso. E qual é o mercado para o consumo dos armamentos? A guerra. Os EUA têm interesse na guerra porque a sua economia depende em larga medida do complexo bélico, para inclusive manter empregos. Há certas regiões dos EUA dominadas totalmente pelo interesse dessas indústrias. Há uma simbiose entre o estado e a indústria bélica. O estado financia a indústria bélica e a indústria bélica necessita do estado para dar vazão aos seus armamentos e a sua produção.

ABr: Existe alguma razão estratégica do ponto de vista dos recursos naturais?
Moniz Bandeira: Os países andinos são responsáveis por mais de 25% do petróleo consumido nos Estados Unidos. Só a Venezuela é responsável por cerca 15% desse consumo. De um lado querem derrubar o (presidente venezuelano Hugo) Chávez, de outro sabem que uma guerra civil ali levaria o preço do petróleo a mais de US$ 200 o barril.
EUA alegam combater terrorismo para justificar presença
militar na América do Sul, avalia estudioso

Agência Brasil: No livro Formação do Império Americano, o senhor fala sobre a presença de militares norte-americanos na América do Sul. Os Estados Unidos garantem que muitos desses militares estão na região para combater o terrorismo.

Luiz Alberto Moniz Bandeira: Combater o terrorismo é uma besteira. O terrorismo não é uma ideologia, não é um Estado. É uma ferramenta de luta, é um método que todos usaram ao longo da história. O que eles querem combater agora é o terrorismo islâmico. Mas por que surgiu esse fenômeno do terrorismo islâmico? Com a presença dos EUA na Arábia Saudita ocupando os lugares sagrados, por exemplo. Antes disso, ainda, Os EUA insuflaram o terrorismo islâmico contra os soviéticos, no Afeganistão. Começou aí.

ABr: Os EUA classificam de terroristas o Exército Zapatista de Libertação Nacional do México e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Estão certos?
Moniz Bandeira: Eles desejam que todos que os se insurgirem contra eles sejam considerados terroristas. Sempre foi assim. Hitler chamou de terroristas todos os que resistiam à ocupação alemã. Os companheiros que foram da luta armada aqui no Brasil contra o regime autoritário foram chamados de terroristas. O terrorismo é um método de guerra, usado inclusive pela CIA [sigla em inglês para a Agência Central de Inteligência dos EUA]. O que a CIA fez contra Cuba? Planejou até um atentado, derrubando um avião, para acusar o governo cubano e justificar a invasão de Cuba. Planejou explodir o foguete que levaria John Glenn ao espaço para acusar Cuba e invadi-la. A CIA sempre foi um instrumento de terrorismo. Os EUA definem o terrorismo como sendo uma organização a serviço de um estado que pratica atos de violência com objetivos políticos. É exatamente o que CIA sempre fez. A CIA, o Mossad [a agência de inteligência israelense] e outros serviços. Quem são terroristas? Ariel Sharon, David Ben Gourion e Menachem Begin foram terroristas. Eles explodiram em 1946 o King David Hotel em Jerusalém, matando pessoas contra o domínio inglês. Venceram e hoje são estadistas.

ABr: Os Estados Unidos dizem que existem terroristas na tríplice fronteira.
Moniz Bandeira: Besteira também. Apenas porque existam lá islâmicos. Porque eles mandam dinheiro privadamente para suas famílias. Que esse dinheiro seja desviado para outras atividades ninguém pode impedir. É um pretexto para justificarem a sua presença no Paraguai e em outras partes da América do Sul. Os Estados Unidos são o único país que tem um exército não para defesa do país, mas para manter bases americanas pelo mundo.

ABr: A presença de bases americanas pode atrair o terrorismo?
Moniz Bandeira: A maior quantidade de ataques terroristas contra os Estados Unidos, até recentemente, foi na América latina. Grande parte contra militares, empresas privadas norte-americanas e contra os oleodutos na Colômbia. Mas eles podem forjar um atentado terrorista em Foz do Iguaçu para acusar terroristas e, na verdade, foi praticado pela CIA. Eles fazem isso. Isso é guerra psicológica. A CIA cansou de fazer isso, inclusive aqui no Brasil. Veja o caso do Rio Centro: um atentado preparado para justificar a repressão.

Brasil trabalha para evitar a presença norte-americana na América do Sul, diz professor

Agência Brasil: Qual o interesse do Brasil na América do Sul?
Moniz Bandeira: Ao Brasil interessa a estabilidade da América do Sul. E também não interessa a presença americana na América do Sul.

ABr: Mas como é que se pode evitar isso?
Moniz Bandeira: Evitando a entrada das Farc [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia] aqui. O exército está preparado. Existe uma operação para prevenir uma eventual invasão da Amazônia pelos norte-americanos. Os norte-americanos precisam do Brasil, porque o Brasil é um país moderado, fator de moderação. E é claro que isso interessa ao Brasil, ser um fator de moderação na América do Sul, entre os EUA e a Venezuela, por exemplo.

ABr: Mas o Brasil não consegue evitar que países como o Paraguai, por exemplo, façam acordos bilaterais com o EUA.
Moniz Bandeira: Consegue. Se o acordo ferir o Mercosul, o Paraguai é expelido e o Brasil aplica sanções. Os países do Mercosul têm acordos que tem que serem cumpridos. E eles não podem correr o risco de saírem do Mercosul, porque dependem do mercado brasileiro, que é mais certo do que o mercado norte-americano. O Uruguai vai vender carne para os Estados Unidos, ou arroz? É muito mais barato exportar para o Brasil do que para os EUA.

ABr: O Brasil teria como evitar a presença militar norte-americana em países que estão fora do Mercosul?
Moniz Bandeira: O Brasil não pode interferir na soberania dos outros países. O Brasil também não está competindo com os Estados Unidos, não é caso. No caso do Mercosul sim, aí é diferente porque há compromissos, tratados. Não pode fazer um acordo de livre comércio com o EUA e manter a tarifa dentro de uma união aduaneira em que há uma tarifa externa comum.

ABr: O presidente mexicano, Vicente Fox, já declarou ter interesse em levar seu país ao Mercosul. É possível?
Moniz Bandeira: É ridículo quando o presidente Fox diz que o México quer entrar no Mercosul. Essa é uma jogada a serviço do Estados Unidos, porque o México não pode compatibilizar a Alca [Área de Livre Comércio da América, proposta pelos EUA] com o Mercosul. Nem o Mercosul tem uma tarifa externa comum como o Nafta [sigla em inglês para o Acordo de Livre Comércio da América do Norte]. É um acordo entre Estados Unidos, México e Canadá, sem tarifas externas. É uma área de livre comércio pura e simplesmente, então não é possível compatibilizar os compromissos do Mercosul com os do Nafta. Conciliar o México com o Mercosul é impossível. Aliás, não é um país do sul, é um país do norte.

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