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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O FUTURO DA HUMANIDADE SE CONTRAPÕE AO NEOLIBERALISMO

KARL MARX
No início da era industrial Karl Marx manifestou sua preocupação pois a indústria se mostrava um monstro devorador que destruía a atividade artesanal que era a fonte de sobrevivência da população na idade média para introduzir um sistema de produção automatizado e que se propunha a escravizar o trabalhador , tornando-o mera peça descartável no jogo das vaidades humanas.

De fato a industrialização provocou profundas mudanças na sociedade mundial. Guerras foram travadas e uma das principais guerras que caracterizou o choque da ideologia industrial contra a ordem dominante foi a guerra de secessão Americana, que antagonizava o estilo de vida do sul dos Estados Unidos, dominado por fazendas exuberantes que exploravam a mão de obra escrava contra a onda de industrialização do norte que propugnava o fim da escravidão para a introdução na agricultura de máquinas automatizadas que fariam o trabalho dos escravos. Era a mecanização da lavoura.


Os ideais nobres de abolição da escravatura escondiam no fundo propósitos inconfessáveis de desejo de substituir o homem por máquinas.

De fato se formos analisar a evolução humana veremos que a cada dia que passa, as fábricas, os bancos, as indústrias estão dispensando homens e introduzindo robôs que fazem mais rapidamente e mais eficientemente o trabalho dos homens.

O resultado disso é que as horas regulamentares de trabalho diminuíram para algo em torno de 40 horas semanais na maioria das empresas, abrindo mais postos de trabalho e cumprindo dessa forma um papel social.


Esse deve ser o futuro da humanidade. Cada vez mais as horas de trabalho devem diminuir, os sindicatos devem conquistar cada vez mais espaço, para que dessa forma sejam abertos mais postos de trabalho, para que todos possam ter trabalho.

No dia em que as máquinas fizerem todo o trabalho dos homens, e não seja mais necessário homens para trabalhar, a renda da população deve ser distribuída por todos, mas até chegarmos a esse ponto teremos que enfrentar guerras contra os gananciosos que querem capitalizar toda a evolução social para o seu enriquecimento pessoal.

Até que novos paradigmas sejam estabelecidos contra o egoismo, precisaremos vencer muitas guerras, como a guerra da revolução Francesa que eliminou a exploração exercida pela monarquia e pela igreja.


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