http://filotec.com.br

http://filosofiaetecnologia.blog.br
ECONOMIA TECNOLOGIA FILOSOFIA SAUDE POLÍTICA GENERALIDADES CIÊNCIA AUTOHEMOTERAPIA NOSSOS VÍDEOS FACEBOOK NOSSAS PÁGINAS

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

REFRIGERANTES E COCA COLA SÃO CAUSADORES DE CANCER.



Já dissemos aqui que um dos principais causadores de câncer são os alimentos de natureza ácida que acidificam o corpo. Quando se induz uma alimentação alcalina se está criando o ambiente ideal para a proteção contra o câncer.

O câncer se desenvolve em ambiente ácido e se o ambiente for alcalino ele não encontrará condições para  se desenvolver.
video

O Dr. Túlio Simoncini, medico Italiano que descobriu uma nova maneira de curar o câncer, o fez pela introdução de bicabornato de sódio no ambiente tumoral, alcalinizando o ambiente em que se encontra o tumor e logrou casos excepcionais de curas, como descrito na nossa matéria abaixo. Na nossa matéria anterior o Dr. José de Felipe Júnior descreve em seu trabalho toda a fisiologia do desenvolvimento do câncer (Trabalho com alta carga de termos médicos) baseado na teoria da acidificação do ambiente ao redor da célula que se irá contaminar.

Alcalose Metabólica no Câncer


FIGURA 2 | pH desregulado cria uma tempestade perfeita para a progressão do câncer.
um | células cancerosas têm um gradiente de pH invertida em comparação com as células normais adultas diferenciadas, incluindo um pH superior constitutivamente intracelular (pH i ) e um menor pH extracelular (pH e ), o que facilita os comportamentos adaptativos indicados. 


b | A expressão aumentada e atividade de transportadores de membrana do plasma, em particular ácidos, extrusoras e anidrase carbônica (CAs) manter o pH superior i e pH mais baixo ede células tumorais.

MCT transportador, monocarboxilato; NHE1, Na + -H + permutador 1.


Quando um típico fibroblasto humano diplóide cresce em meio com tampão bicarbonato com pH variando de 6.9 a 8.0 o crescimento é limitado por um mecanismo chamado inibição por contato. Este fato independe do tipo de tampão, o crucial é o nível do pH do meio que circunda a célula. Quando o meio é ácido ocorre diminuição da inibição por contato e a proliferação é maior. Tudo indica que a inibição do crescimento por contato é fortemente dependente do pH.

Existem algumas diferenças importantes assim como muitas semelhanças entre as células normais e as células neoplásicas. As células neoplásicas crescem muito bem em pH ácido e portanto são menos susceptíveis à inibição por contato, entretanto quando bicarbonato é colocado no meio as células cancerosas sofrem um declínio no crescimento (Ceccarini-1971).

O pH ácido intersticial diminui a inibição por contato e facilita a proliferação celular. Pelo contrário, o pH alcalino aumenta a inibição por contato e dificulta o crescimento celular diminuindo a proliferação celular.

Médico Italiano Tulio Simoncini
O médico italiano Tullio Simoncini relata a evolução benéfica de vários tipos de câncer em pacientes submetidos a uma alcalose metabólica de média intensidade e longa duração. O autor utilizou o bicarbonato de sódio a 5% por via intravenosa, via oral, intra peritoneal e intra tecal que além de alcalinizante é hiperosmolar.
REGRESSÃO TUMORAL PELA APLICAÇÃO DE BICABORNATO DE SÓDIO
Em seu site : http://www.curenaturalicancro.com/ , o oncologista italiano com o emprego do bicarbonato de sódio hipertônico mostra como evoluiu vários tipos de câncer , situado nos mais variados locais : colo- retal, próstata , mama, carcinoma terminal de cervix de útero , carcinomatose peritoneal de adenocarcinoma de endométrio, linfoma não Hodgkin, metástase cerebral de melanoma difuso, melanoma de olho , sarcoma de Ewing, câncer de pulmão, câncer de bexiga, metástases hepáticas de colangiocarcinoma, carcinoma hepático, carcinoma hepático com metástase pulmonar, etc..

Casos clínicos do Dr Tullio Simoncini nas suas palavras:

Caso um: Um paciente diagnosticado com cancer pulmonar foi tratado com Bicabornato de sódio depois de diagnóstico sugerido de remoção de parte do pulmão.

O tratamento consistiu de adminstração de Bicabornato de sódio de forma oral por inalação. Depois da primeira fase do tratamento a redução dos nódulos demosnstrou-se evidente
Após 8 meses não eram mais nenhum desses nódulos visíveis.
O  tratamento reduziu o tamanho dos nodulos e foi confirmado por Raios X e Tomografia computadorizada.



Caso dois: Uma criança com nove anos de idade é hospitalizada e diagnosticada com sarcoma de EWING no humero direito.
Depois de ciclos intensos de quimioterapia foi sugerido a remoção do osso afetado.
Apesar da continuação de  ramificações tumorais existentes o que resultaria na continuação do tratamento quimioterápico.
Passamos a administrar Bicabornato de sódio por meio de um cateter em sua artéria sob a clavícula direita
Administramos esses sais diluidos (phleboclysis de 500 cc a cinco por cento) diretamente na massa tumoral. Das tres massas mostradas pela tomografia em 7 de maio de 2001, os tamanhos eram respectivamente de 6,5 cm, 4,4 cm e 2,4 cm.
Após a administração de Bicabornato de sódio, os tumores reduziram-se significativamente diminuindo para um tamanho de apenas 1,5 cm, vindo depois a cicatrizarem-se como resultado do tratamento como mostrado pelo ecografo em 10 de setembro de 2001.

Caso três: Um paciente com 62 anos veio a dar entrada com caso sugerido de  Adenocarcinoma endometrial depois de sucessivos ciclos de radioterapia e terapia anti hormônio.
Dezembro de 1998. Um espesso tumor no peritôneo desenvolvia-se caracterizando o Carcinoma. O paciente estava abatido e exaurido, apresentando inchaços generalizados, problemas intestinais diversos, irregularidade na evacuação, depressão, instabilidade emocional e pressão sanguínea instavel.
Iniciamos o tratamento com uma solução de 5% de bicabornato de sódio administrado alternadamente por meio de um cateter via endoperitonial.
Demonstrou-se uma rápida mudança para uma condição normal de saúde. No final uma tomografia computadorizada, confirmou a sua recuperação, e a regressão do carcinoma peritonial e a estabilização do nódulos, comparativamente ao ano precedente.


Caso quatro: Um paciente de 40 anos de idade, foi indicado para mastectomia radical esquerda por causa de um carcinoma mamário que vinha se desenvolvendo a sete meses.
Após tres meses de quimioterapia, o paciente viu-se afetado por metastases (tumores malignos) nos pulmões e na glândula hepatica. Ocorreu também tumores nos ossos, na quinta e sexta vértebra lombar com invasão e compressão do canal da medula, causando dor e sofrimento, causando a rejeição do paciente ao tratamento quimioterápico, e passando ao uso de drogas para controle da dor, inclusive morfina, mas tudo isso tornou-se ineficiente para o controle da dor, causando prostração e impossibilidade de dormir.
Começamos com injeções de Sais de bicabornato de sódio na região lombar. O Dr. Tulio Simoncini descreve, que pelo fato de ter administrado pequenas doses de 50 cc de solução de bicaboranto de sodio a 8,4%, o paciente confessou ter conseguido dormir apenas 2 horas na ultima semana, e que gostaria de dormir apenas meia hora naquela noite. No dia seguinte ele telefonou dizendo que conseguira dormir toda a noite. Após mais dois meses de injeções na região lombar com bicabornato de sódio, as dores despareceram completamente. As ressonancias magnéticas tomadas após o tratamento deixaram perplexos os médicos que ficaram chocados com o sucesso do tratamento.





Dos principais alimentos causadores de câncer por ser de natureza ácida, nenhum é tão devastador e tão venenoso como os refrigerantes e principalmente a coca cola. Pois o PH (Indicador que determina a escala de acidez ou alcalinidade.) dos refrigerantes situa-se em torno de 2,5 o que indica uma elevada acidez.

A ingestão de tal alimento, provoca fortes desequilíbrios no corpo que terá que lutar para recompor a sua neutralidade. Substancias neutras como o sangue humano tem PH situado na faixa de 7,35 a 7,45.


Pois veja essa reportagem
27/06/2012 09:31



Coca-Cola e sua rival Pepsi Cola tiveram que alterar a composição do corante caramelo devido a risco de câncer. Mudanças foram anunciadas em março. Mas isso nos Estados Unidos.


Um estudo divulgado nessa terça-feira pelo Center for Science in the Public Interest (CSPI), uma organização norte-americana da área de nutrição e segurança alimentar, voltou a colocar a Coca-Cola na berlinda. O estudo mostrou que o refrigerante fabricado no Brasil tem 66 vezes mais substância suspeita de ser cancerígena do que a bebida nos Estados Unidos. 

Além do Brasil, a entidade também mostrou que o refrigerante vendido em nove países, pode provocar câncer, devido à presença "alarmante" da substância 4-MEI, um subproduto do chamado caramelo 4, que dá a pigmentação às bebidas. A substância foi incluída em uma lista de agentes cancerígenos depois que pesquisa do Programa Nacional de Toxicologia dos Estados Unidos indicou a conexão entre o 4-MEI e o desenvolvimento de câncer em ratos.


A situação só é diferente no estado da Califórnia, onde a substância química praticamente foi eliminada. Segundo o CSPI, amostras da Califórnia examinadas recentemente mostravam apenas 4 microgramas de 4-MI por lata da bebida. O estado agora exige um alerta no rótulo de um alimento ou bebida se houver a chance de o consumidor ingerir mais de 30 microgramas por dia. Nas amostras brasileiras, havia 267 microgramas de 4-MI por lata. Já na Coca-Cola do Quênia, foram registrados 177 microgramas e 145 microgramas em amostras adquiridas em Washington.

Em resposta ao estudo, a Coca-Cola voltou a afirmar que a companhia já determinou aos fornecedores de corante caramelo que modifiquem o processo de fabricação do produto. A Coca-Cola também afirmou que empresa tomou a iniciativa, apesar de acreditar que não há risco para a saúde pública que justifique a alteração na composição do refrigerante. 


O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE**



Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett
Faculdade de Educação Física da UFMT
Mestrado da Nutrição da UFMT
Laboratório de Aptidão Física e Metabolismo - 3615 8836
Consultoria em Performance Humana e Estética



Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.  O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).

40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína..)

50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.  As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.

60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.  Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam..
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.  Ficará irritadiço.
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

Pense nisso antes de beber refrigerantes. 
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão! 
Prefira sucos naturais. 
Seu corpo agradece!*

Esse artigo tem propósitos apenas informativos. NÃO FORNECE ORIENTAÇÕES MÉDICAS. quanto o autor e divulgador não se responsabilizam por quaisquer conseqüências possíveis oriundas de qualquer tratamento, procedimento, exercício, modificação na dieta, ação ou aplicação de medicamento que resultem da leitura ou observância das informações aqui contidas. A publicação dessas informações não constitui a prática da medicina, e não substituiu o conselho do seu médico ou outro profissional de saúde. Antes de adotar qualquer tipo de tratamento, o leitor deve procurar atendimento médico ou outro profissional da saúde.



"Felizmente, as pessoas na China, Japão, Quênia, e em alguns outros países bebem refrigerantes muito menos do que os americanos, por isso a sua exposição a este produto químico perigoso é proporcionalmente menor", disse o diretor executivo do CSPI, Michael F. Jacobson. "Mas agora que nós sabemos que é possível eliminar quase totalmente esta substância cancerígena de colas, não há desculpas para a Coca-Cola e outras empresas não fazê-lo em todo o mundo, e não apenas na Califórnia."

CSPI obteve o estudo da Coca-Cola de defensores dos consumidores ou outros dos países representados neste estudo. Algumas dessas pessoas estão liberando os resultados do teste de hoje para a mídia em seus municípios e trazendo o agente cancerígeno para a atenção de seus respectivos ministros da saúde.

Em fevereiro de 2011 O CSPI primeiro pediu ao FDA para proibir o corante caramelo amonizado e para usar um termo mais preciso para o ingrediente. O contraste com o caramelo pode-se fazer em casa pelo açúcar de fusão em uma panela. A coloração artificial castanho em colas e alguns outros produtos é feita por meio de reação com amônia açúcares (e muitas vezes os sulfitos), sob alta pressão e temperatura. Reações químicas entre o açúcar e a amônia resultam na formação de 4-MI, o que prejudica o fígado, pulmão e produz câncer de tireóide ou leucemia em animais de laboratório segundo estudos realizados pelo laboratório do governo dos Estados Unidos em testes preliminares. Um dos principais fabricantes (DD Williamson) de caramelos corantes diz que ele oferece uma coloração que é totalmente livre de 4-MI, mas é quatro vezes mais caro e as empresas de bebidas não querem compra-lo.

Cinco especialistas proeminentes em testes com animais em processo de carcinogênese, incluindo vários que trabalhava no Programa Nacional de Toxicologia, juntaram-se então à CSPI chamando a FDA para proibir o uso de corantes de caramelo feitos com o processo de amônia. "O público americano não deve ser exposto a qualquer risco de câncer de qualquer tipo como resultado do consumo de tais produtos químicos, especialmente quando eles servem a um propósito não-essencial como cosméticos por exemplo", escreveram os cientistas.

Embora a presença de um químico cancerígeno conhecido em um produto amplamente consumido seja preocupante, A CSPI diz que os consumidores devem estar mais preocupado com o risco muito maior representado pelo açúcar ou xarope de milho com Coca-Cola e outras bebidas açucaradas. Consumo excessivo de bebidas açucaradas aumenta o risco de um de ganho de peso, obesidade, diabetes, cáries e outros problemas de saúde.

Estudo relaciona refrigerante com maior risco de câncer de próstata.


26/11/2012 19h30 - Atualizado em 26/11/2012 19h34

Homens que beberam uma lata por dia tiveram propensão 40% maior. Pesquisa sueca acompanhou alimentação de 8 mil pessoas por 15 anos.


Homens que consomem o equivalente a uma lata de refrigerante por dia estão sujeitos a um risco maior de desenvolver câncer de próstata, segundo um estudo sueco anunciado nesta segunda-feira (26).
"Entre os homens que consomem uma grande quantidade de refrigerantes ou outras bebidas com adição de açúcar, constatamos um risco de câncer de próstata aproximadamente 40% maior", disse à AFP uma das autoras do estudo, Isabel Drake.
O estudo, que será publicado na próxima edição do "American Journal of Clinical Nutrition", baseia-se no acompanhamento de mais de 8.000 homens da região da cidade de Malmo (sul da Suécia), com idade entre 45 e 73 anos, durante uma média de 15 anos. Todos anotaram minuciosamente os alimentos e bebidas que ingeriram.
Aqueles que beberam um refrigerante (330 ml) por dia estiveram 40% mais propensos a desenvolver câncer de próstata, necessitando de tratamento. Além disso, aqueles que tiveram uma dieta rica em arroz e massas apresentaram 31% mais chances de desenvolver formas mais benignas do câncer. Este risco foi aumentado em 38% para aqueles que ingeriram grandes quantidades de açúcar no café da manhã, relatou a pesquisadora.
Estudos anteriores já haviam indicado que os chineses e os japoneses que viviam nos Estados Unidos, o maior consumidor de refrigerantes do mundo, desenvolveram câncer de próstata com mais frequência do que os compatriotas que permaneceram em seu país.
Uma pesquisa aprofundada sobre a resposta a diferentes dietas de acordo com a genética torna possível 'adaptar as recomendações em termos de comida e bebida para certos grupos de alto risco', considerou Drake.
=========================================
A Coca-Cola vendida em vários países, inclusive no Brasil, continua apresentando níveis elevados de uma substância química associada a casos de câncer em animais, e que já foi praticamente eliminada na versão do refrigerante comercializada na Califórnia, disse na terça-feira o Centro para a Ciência no Interesse Público (CCIP), com sede nos EUA.

A entidade disse que amostras da Coca-Cola recolhidas em nove países mostraram "quantidades alarmantes" da substância 4-metilimidazole, ou 4-MI, que entra na composição do corante caramelo. Níveis elevados dessa substância foram relacionados ao câncer em animais.

Em março, a Coca-Cola e sua rival PepsiCo anunciaram ter pedido aos fornecedores do corante para que alterassem seu processo industrial, de modo a atender a uma regra aprovada em plebiscito na Califórnia para limitar a exposição de consumidores a substâncias tóxicas.

A Coca-Cola disse, na ocasião, que iniciaria a mudança pela Califórnia, mas que com o tempo ampliaria o uso do corante caramelo com teor reduzido de 4-MI. A empresa não citou prazos para isso. Nesta terça-feira, a Coca-Cola repetiu que o corante usado em todos os seus produtos é seguro, e que só solicitou a alteração aos fornecedores para se adequar às regras de rotulagem da Califórnia.

Segundo o CCIP, amostras da Califórnia examinadas recentemente mostravam apenas 4 microgramas de 4-MI por lata da bebida. A Califórnia agora exige um alerta no rótulo de um alimento ou bebida se houver a chance de o consumidor ingerir mais de 30 microgramas por dia.

Nas amostras brasileiras, havia 267 microgramas de 4-MI por lata. Foram registrados 177 microgramas na Coca-Cola do Quênia, e 145 microgramas em amostras adquiridas em Washington.

"Agora que sabemos que é possível eliminar quase totalmente essa substância carcinogênica das colas, não há desculpa para que a Coca-Cola e outras empresas não façam isso no mundo todo, e não só na Califórnia", disse em nota Michael Jacobson, diretor-executivo do CCIP.

A FDA (agência de fiscalização de alimentos e remédios dos EUA) está avaliando uma solicitação do CCIP para proibir o processo que cria níveis elevados de 4-MI, mas disse que não há razão para crer em riscos imediatos aos consumidores.

Neste ano, um porta-voz da FDA disse que uma pessoa teria de consumir "bem mais de mil latas de refrigerante por dia para atingir as doses administradas nos estudos que demonstraram ligações com o câncer em roedores". A Coca-Cola disse na terça-feira que continua desenvolvendo a logística para adotar o novo corante caramelo.

"Pretendemos ampliar o uso do caramelo modificado globalmente, para nos permitir agilizar e simplificar nossa cadeia de fornecimento e os sistemas de fabricação e distribuição", disse a empresa em nota. Uma porta-voz não quis comentar os custos dessa mudança.

O Risco Refrigerante X Câncer no Pâncreas
Postado por Professor Rafael Porcari | Postado em Sem Categoria | Postado dia 29-08-2011



Leio com certo susto: pesquisadores de Cingapura realizaram diversos estudos e concluem: beber 2 latinhas de refrigerantes por semana pode aumentar a chance de ter câncer no pâncreas!
Extraído da Revista Época 
REFRIGERANTE AUMENTA RISCO DE CÂNCER NO PÂNCREAS, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, afirma que beber mais que duas latinhas de refrigerante por semana pode causar câncer de pâncreas. 

A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (8) na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.De acordo Marcos Pereira, que liderou o estudo, os altos níveis de açúcar encontrados em refrigerantes podem aumentar o nível de insulina no organismo, o que, para ele, contribui para o crescimento de células de câncer no pâncreas. A insulina, que ajuda o organismo a metabolizar o açúcar, é produzida no pâncreas.
Alguns pesquisadores, como Pereira, acreditam que a ingestão de açúcar pode favorecer o aparecimento do câncer.
O estudo foi realizado com 60.524 homens e mulheres em Cingapura. Eles foram acompanhados por 14 anos. Durante esse período, 140 dos voluntários desenvolveram câncer no pâncreas. Aqueles que bebiam duas ou mais refrigerantes por semana apresentaram um risco mais elevado (87%) de desenvolver a doença. Pereira disse acreditar que as conclusões se aplicam a outros lugares do mundo. “Cingapura é um país com um sistema de saúde excelente. Os passatempos favoritos da população são comer e fazer compras. Dessa maneira, acredito que os resultados podem ser aplicáveis a outros países ocidentais”, diz o pesquisador. 

“O consumo de refrigerantes em Cingapura foi associado a diversos outros comportamentos nocivos para a saúde, como o tabagismo e o consumo de carne vermelha”, diz Susan. 

O câncer de pâncreas é uma das formas mais mortais da doença.Estima-se que existam 230 mil casos no mundo todo. Somente nos Estados Unidos, 37.680 pessoas foram diagnosticadas com câncer de pâncreas no ano passado. 34.290 morreram da doença.
De acordo com a American Cancer Society, a taxa de cinco anos de sobrevida para pacientes com câncer de pâncreas é de cerca de 5 por cento.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Todos podem comentar e seus comentários receberão uma resposta e uma atenção personalizada. Seu comentário é muito bem vindo. Esse espaço é para participar. Te aguardamos e queremos seu comentário, mesmo desfavorável. Eles não receberão censura. Poderão apenas receber respostas, ou tréplicas.

SOMOS TODOS CHAPECOENSES